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Divagando

por Iury Costa

Funkeiros do mundo todo, uni-vos!

Por Iury Costa em Cotidiano

02 de dezembro de 2017

O mundo em constante desenvolvimento, as culturas em sintonia (algumas já em convergência, e se tornando uma só), e ainda tem gente que não gosta do funk? Tudo bem que, por ser um ritmo mais popular não precisa ser considerado “alta cultura”, mas precisa segregar? Precisa deixar o funk no “hall de bizarrices”? Funkeiros do mundo todo, uni-vos!

Sim, uni-vos. Contra esses opressores que preferem música clássica, chorinho e bossa nova, ao nosso querido funk. Será que não gostam das letras poéticas. São excelentes tanto quanto as de outros ritmos musicais! Todos gostam de dinheiro e ostentação. E a bunda? É um fenômeno nacional! E o crime? Quem nunca torceu pelo bandido da novela? E as drogas? Podem nunca ter usado, mas é um assunto que gera curiosidade. Portanto… funkeiros do mundo todo, uni-vos!

Será pela objetificação ao extremo da mulher? A chamando de cachorra, vadia, potranca, p**a e otras cositas mas? Não sei, e nem quero me aprofundar nessa polêmica. Mas… funkeiros do mundo todo, uni-vos!

Será pelo ritmo fácil que qualquer teclado de esquina faz eletronicamente, e que quase não se precisa de esforço para criar uma melodia? Mas e daí? O povão se diverte. É isso que importa. Quero ver alguém se requebrar com uma música da Miucha! Por isso… funkeiros do mundo todo, uni-vos!

Enfim, cada um com seu gosto e refino. Fique com o seu “vou te contar, os olhos já não podem ver”, que eu fico com o “quando essa bunda começa a jogar”. Uni-vos!

 

Foto: reprodução internet

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O que é a morte?

Por Iury Costa em Cotidiano

11 de novembro de 2017

O que é a morte?

Será aquela que deixa as pessoas tristes e cabisbaixas?

Será aquela que chega inesperadamente e arranca a esperança?

Será aquela que escolhe a qualquer um?

Será aquela que anda de mãos dadas com as sombras?

 

Será aquela que transforma o corpo em carcaça fétida?

Será aquela que nos joga na terra e apodrece a carne?

Será aquela que toma as entranhas e as transforma em pó?

Será aquela que te torna um dejeto imundo?

 

Será aquela que abre passagem para uma vida melhor?

Será aquela que liberta a alma de um corpo corrupto?

Será aquela que tira as preocupações?

O que é a morte? Não sabemos.

Ainda.

Foto: reprodução internet

Obs.: lembrando que você  pode interagir pelo Facebook, na nossa comunidade literária “Divagando com Iury Costa“. Passa lá, curte e se diverte. Nunca te pedi nada!

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O dia do abuso

Por Iury Costa em Cotidiano

07 de outubro de 2017

Existe algum dia na vida da pessoa, mesmo até a mais feliz das vivas almas, que ela não quer nada com ninguém. Nada no sentido de nada mesmo. O dia para não atender telefone, para não receber ninguém em casa (nem a parentada do interior), para não ser recebido por ninguém na casa dos outros, para não comer com ninguém. Enfim, o dia de fingir que não é ninguém, e sumir do mapa. O bom e velho dia do abuso. Leia mais

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Você, ser imundo

Por Iury Costa em Cotidiano

30 de setembro de 2017

Você, ser imundo que debocha dos outros que não assistem filme legendado. Que tira a casca do bolo. Que entra nas lojas, prova milhares de roupas, e não compra nada. Que entra no supermercado apenas para ficar no ar condicionado. Que ri de quem topa na rua. Que usa tênis com calça social. Que bate-boca com os personagens da novela. Que reclama das reportagens do Jornal Nacional. Que detesta o politicamente correto. Que tem horror ao termo “gourmet”. Que não gosta de quem amanhece morto de feliz e dá bom dia até para a unha. Que tem verdadeira ojeriza em acordar cedo. E tem mais ódio ainda de quem acorda feliz e sorridente. Que reclama quando o ônibus está cheio, e que reclama quando está vazio. Não gosta, na verdade, de andar de ônibus. Também não gosta de dirigir, pois se cansa. Que quer ser rico para contratar um motorista. Que vai tanto ao médico, mesmo por nada, que já virou amigo do pessoal da clínica. Que engorda só de sentir o cheiro. Que marca, em vão, várias coisas para o dia de folga, mas que sempre vai ficar em casa na companhia dos doces. Que olha torto para o amiguinho caridoso e voluntário de tudo. Que pega o elevador para subir um andar. Que promete presentes para o priminhos e sabe, lá no fundo, que não vai mover uma palha para comprar. Que aluga 30 livros da biblioteca e só lê um. Aliás, que compra 30 livros só para amontoar o quarto. Que desdenha quem coloca maionese na pizza. Que marca um happy hour com os amigos e não aparece. Que, na verdade, nunca vai aparecer em balada.

Você, ser imundo que já se sente com 90 anos mesmo aos 20, bem-vindo ao clube!

Foto: Iury Costa

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A necessidade de opinar

Por Iury Costa em Cotidiano

23 de setembro de 2017

Conheço algumas pessoas (na verdade, todos nós conhecemos) que, vez por outra estão envolvidas em alguma polêmica nas redes sociais. Esse é o questionamento: por que tratar a polêmica dos outros como nossa? Com a maravilha da internet (e das redes sociais), estamos longe, e, ao mesmo tempo, muito próximos uns dos outros. E isso nos dá a impressão de que temos direito de comentar tudo que o outro posta. Isso é certo e errado ao mesmo tempo.

Certo porque, quem se joga nas redes sociais, deve estar disposto a receber elogios e críticas. A pessoa tem que saber que tem gente que passa o tempo todo monitorando a vida alheia, e que está pronto para bater boca por qualquer assunto. Até por um rato dançando as pessoas levantam bandeira. Matam virtualmente. Melhor tomar cuidado, senhor internauta!

Errado porque ninguém tem que se importar com que o outro fala. A pessoa tem liberdade para escrever o que bem entende. É claro que sem ofender ninguém. Realmente existem babacas que que passam o dia postando besteiras e agressões contra meio mundo, e você fica doido para retrucar. Mas o melhor que a pessoa faz é não dar atenção a gente assim. Eu prometo que a polêmica acaba bem mais rápido! Melhor tomar cuidado, senhor internauta!

Com essa, o melhor a se fazer é não se envolver em confusão. Afinal, uma pessoa não briga sozinha. Aliás, se você não tiver gostado deste texto, deixa como está. Melhor manter a calma (Mas se for para falar bem, comenta aqui embaixo).

Foto: reprodução internet

 

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Não devo contar mentiras

Por Iury Costa em Cotidiano

16 de setembro de 2017

Muita gente vai se decepcionar, pois não vou falar da saga Harry Potter (que assistiu/leu vai entender). De qualquer maneira, já é uma ideia!

Eu vou falar, no entanto, sobre um bate-papo entre amigos. Soube de uma história intrigante. Um amigo meu, ao conversar comigo, explicava um imbróglio que aconteceu entre ele e um casal amigo dele. O tal casal esperava um bebê, e meu amigo acompanhou todo o processo (enjoos dela, crises de ansiedade dele, desejos dela, consultas dos dois). Passaram os nove meses, e a  criança nasceu. Saudável, gorduchinha e… feia. Pois é, o rapazinho não era bonito. E o coitado do meu amigo falou isso com todo o sentimento de culpa. Não o julguem!

Ele conversou comigo de coração aberto, explicando que sua feição não consegue acompanhar a mentira que sai pela boca. Não existe sincronia. Mas vamos voltar um pouco na história. A criança nasceu, e, é claro, por ser muito amigo do casal, foi convidado para conhecer o novo integrante da família. E quando a esposa perguntou “não é lindo ele?”, ele respondeu “sim, bem bonitinho”. Mas esse texto não consegue passar para você, leitor, como a resposta foi sem sal.

A coitada da mulher, talvez pela emoção, não tenha percebido na hora (mas depois de uma reflexão, quem sabe), mas o meu amigo, infeliz com seu ato, não parava de pensar. Mas uma vez eu digo que nós não devemos julgar, mas realmente é complicado (pelo menos para alguns) disfarçar uma insatisfação. Não é porque seja uma criança que vai ser bonita. Mas enfim, deixa a criança pra lá. O que interessa é o ato de mentir. Por um lado, até que é bom a pessoa não saber enganar. Mas por outro, vai deixar muita gente com raiva pelo caminho. Novas vítimas da verdade.

O que importa não é saber mentir, e sim saber o momento certo para não magoar. Fica a dica para o meu amigo, e para você. E para o coitado do casal, que vai ter que aceitar…

 

Foto: reprodução internet

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Relação de amor e ódio com o avião

Por Iury Costa em Cotidiano

02 de setembro de 2017

É sempre bom aproveitar alguns dias livres para viajar. No meu caso, foram merecidas férias. Época em que os planos saem do papel, e você começa a se preparar. Organiza cronograma de locais para visitar, arruma a bagagem, e, o principal, se prepara psicologicamente para entrar em um avião, e ficar dentro de uma cabine de metal totalmente fechada, e por algumas horas a quilômetros do chão! Não adianta. Eu posso viajar milhares de vezes de avião, e não me entra na cabeça a ideia de uma carcaça enorme de metal planando no céu.

Como eu só começo a ficar nervoso depois de comprar a passagem, deixo isso bem para depois. Realmente tenho o costume de comprar a passagem praticamente no dia de ir. E um dos motivos é para não ficar pensando no avião. Quem me conhece sabe que não estou mentindo, e uma vez cheguei ao aeroporto, cheio de malas, mas sem ter comprado o bilhete. Consegui uma das últimas poltronas de um voo que partia duas  horas depois. Sorte e loucura.

Pois bem, reservo o hotel, e faço todo o cronograma de lugares que vou conhecer. Sim, sou bem metódico quanto a isso. Quero conhecer o que der, e entrar no quarto só na calada da noite, após um dia de muita caminhada e muita foto (que guardo só para mim). E depois de tudo isso, compro a passagem. E começo as sofrer. Mas hoje em dia é melhor sofrer mesmo, já que os preços das viagens, se compradas em cima da hora, são mais assustadores que o próprio avião.

Depois de finalizada a compra,  já começam os calafrios e as crises de ansiedade. Com certeza uma das melhores invenções do ser humano foi o avião. E veio logo de um brasileiro (sim, foi o Santos Dumont, e nada que os americanos falem vão me convencer do contrário). A distância entre as cidades fica menor, e, em pouco tempo (bem menos que o ônibus, com certeza) a gente chega no destino. Eu, pelo menos, gosto muito de viajar, mas os percursos me deixam muito tenso. E o pior: parece que o mundo conspira contra, e sempre brotam na tela do computador aquelas notícias de panes e/ou desastres. Misericórdia! Mas eu encontrei a saída!

A solução, na verdade, é a mais fácil possível: dormir. Todas as horas possíveis, evitando até o lanchinho. E para não precisar tomar dois ansiolíticos com suco de acerola antes do embarque, e correr o risco de ficar bêbado até depois do pouso, passo o dia em claro. Chego morto (Deus me livre!), na verdade, super cansado ao avião, e só desperto no destino. Maravilha! Perco o medo, perco turbulência, perco gente conversando, perco bebê gritando… Durmo feliz. Talvez eu durma até melhor lá em cima, mais perto do paraíso. Mas que fique claro, não quero ir tão cedo para lá!

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Instinto paternal

Por Iury Costa em Cotidiano

12 de agosto de 2017

De volta após uns dias de férias! Descansei o corpo, mas não a mente, e para o texto desta semana, a divagação foi bem mais longa. Na verdade, acho que é meio que uma reflexão. Há alguns dias, fui a um restaurante que não conhecia. E, ao chegar, percebi que não havia estacionamento. Até aí, tudo bem, já que muitos lugares em Fortaleza também não possuem, e a gente estaciona na rua mesmo. O problema é que nessa rua era proibido estacionar! E também não era permitido deixar o carro nas ruas mais próximas. A alternativa foi deixar nas mãos do manobrista (ou valet para os chiques).

A partir daquele momento, não consegui mais pensar em outro assunto a não ser o meu carro perdido em uma rua perigosa da cidade. Será que é uma rua escura? Será que tem algum prédio ou comércio perto para pelo menos não estar totalmente sem solução? Será que está arrombado? Tenho medo. A comida ficou com gosto ruim, a bebida ficou batizada e a sobremesa salgou. É claro que isso é uma crise de ansiedade, mas quem não fica pensando no destino do carro depois que entrega? É um dinheiro pago (Às vezes até mais caro que o estacionamento) para o carro correr risco da mesma maneira.

No estacionamento, por exemplo, se algo acontecer, eu posso culpar o estabelecimento. Mas e na rua? Tudo bem que eu tenho o seguro, mas perder tempo com burocracia é muito chato. Enfim, o jantar não foi produtivo. Comi rápido, e voltei para a porta pedir o carro de volta. Na próxima vez que quiser um jantar gostoso, vou de táxi (tudo a ver). Mas que fique claro, o manobrista não tem culpa. Aliás, o coitado não é onipresente.

E você? Já pensou o que acontece com o seu carro? De qualquer forma, não quero pagar para ver. Ou seria pagar e ver?

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É chato ser fitness

Por Iury Costa em Cotidiano

01 de julho de 2017

Viver com saúde nunca esteve tão em alta. Todos procurando alimentos saudáveis para ingerir, fazer exercícios físicos regulares, e, no futuro, ter uma velhice bem para cima. Isso é uma maravilha! Sem falar que a qualidade de vida já melhora a partir de agora. Mas quando isso se transforma em obsessão, perde a graça, quando vira loucura mesmo. O problema, na verdade, não é a loucura consigo, mas quando passa a afetar outras pessoas, os objetivos de vida se tornam uma chatice!

Fui a uma confraternização (as tretas ultimamente têm acontecido em festas). Diversos amigos de longa data estavam por lá. Amigos que você sempre contava quando estava disposto a uma farra de pizza e Coca-Cola. Gente que hoje rejeita completamente a pizza e a Coca-Cola. Se não consomem, tudo bem, mas agora querer me obrigar a parar de comer, aí já é demais! Ficaram me monitorando em tudo que eu ingeria: “você vai comer isso?”, “refrigerante só tem açúcar”, “esse doce engorda”… Mas que coisa chata! Não vão conseguir seguidores dessa maneira.

Olha, acho que cada um decide a maneira que quer viver, e o tempo que quer passar na Terra. Uma coisa é conscientizar, e uma outra bem diferente é ser um doido que fica perturbando os outros até em uma festa. Se um dia eu sentir vontade, viro fitness. Mas hoje, quero ser feliz na minha farra de pizza e da Coca-Cola. Uma pena que não comam mas isso. Podem ficar com a rúcula, que eu vou ser feliz!

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Luta pelo clean

Por Iury Costa em Cotidiano

24 de junho de 2017

Fui a uma festa promovida por um casal amigo meu. Tudo muito bonito, a decoração linda, as comidas deliciosas, e os meus amigos muito atenciosos com todos. Já os convidados… Bem, alguns dos convidados faziam questão de aparecer mais que os noivos, com roupas tão extravagantes que chegavam a doer os olhos. Uma breguice só. E olha que eu nem sou expoente da moda, ou jornalista especializado, mas consigo identificar algumas agressões ao estilo e ao bom senso.

Ter dinheiro não é crime. E nem satisfazer seus “simples” gostos. Mas o (maior) problema, na verdade, e o desfile de marcas e grifes, como se fosse uma competição para mostrar quem tem mais condições. Usar marca da cabeça aos pés

Tem jacaré, leão, puma, pássaros. E falar sobre isso? Que coisa chata! Tive que dividir a mesa com algumas pessoas que passavam o tempo todo adivinhando preços das peças de roupas e acessórios.

Com o maravilhoso desenvolvimento que o Brasil teve nos últimos anos, e com a consequente geração de emprego e distribuição de renda, muitas famílias conseguiram destaque financeiro, e assim, puderam realizar seus sonhos de consumir mais. Consumir é bom, mas na medida. Ser chique demais também é brega. Como diz Danuza Leão, “cara de rico envelhece”.

Hoje, a tendência é a do “menos é mais”. O clean, um visual mais limpo, mais higiênico e com menos informações é o ideal. Optar pelo clean não significa abandonar a moda ou sofisticação. Mas nós podemos usar o clean para tudo na vida. No modo de falar, no agir, no trato com as pessoas… Lutemos para alcançar o clean! Sejamos clean! Eu sei que é difícil. Mas há uma expressão bem legal também do outro lado.

 

Fonte: reprodução internet

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Luta pelo clean

Por Iury Costa em Cotidiano

24 de junho de 2017

Fui a uma festa promovida por um casal amigo meu. Tudo muito bonito, a decoração linda, as comidas deliciosas, e os meus amigos muito atenciosos com todos. Já os convidados… Bem, alguns dos convidados faziam questão de aparecer mais que os noivos, com roupas tão extravagantes que chegavam a doer os olhos. Uma breguice só. E olha que eu nem sou expoente da moda, ou jornalista especializado, mas consigo identificar algumas agressões ao estilo e ao bom senso.

Ter dinheiro não é crime. E nem satisfazer seus “simples” gostos. Mas o (maior) problema, na verdade, e o desfile de marcas e grifes, como se fosse uma competição para mostrar quem tem mais condições. Usar marca da cabeça aos pés

Tem jacaré, leão, puma, pássaros. E falar sobre isso? Que coisa chata! Tive que dividir a mesa com algumas pessoas que passavam o tempo todo adivinhando preços das peças de roupas e acessórios.

Com o maravilhoso desenvolvimento que o Brasil teve nos últimos anos, e com a consequente geração de emprego e distribuição de renda, muitas famílias conseguiram destaque financeiro, e assim, puderam realizar seus sonhos de consumir mais. Consumir é bom, mas na medida. Ser chique demais também é brega. Como diz Danuza Leão, “cara de rico envelhece”.

Hoje, a tendência é a do “menos é mais”. O clean, um visual mais limpo, mais higiênico e com menos informações é o ideal. Optar pelo clean não significa abandonar a moda ou sofisticação. Mas nós podemos usar o clean para tudo na vida. No modo de falar, no agir, no trato com as pessoas… Lutemos para alcançar o clean! Sejamos clean! Eu sei que é difícil. Mas há uma expressão bem legal também do outro lado.

 

Fonte: reprodução internet