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Divagando

por Iury Costa

Janeiro 2018

Vamos nos gabar!

Por Iury Costa em Cotidiano

20 de Janeiro de 2018

Outro dia, ao passear pelos portais de notícias, vi uma que chamou minha atenção. Uma pesquisa feita por alguma universidade famosa de fora (deve ser nos Estados Unidos) afirma que é muito melhor se vangloriar, que ter falsa modéstia. Acho também que as pessoas que se vangloriam tendem a ser bem sucedidas. Tomo a liberdade de adicionar algumas palavras ao estudo: tendem, também, a ser mais felizes, mais desimpedidas, e estão certíssimas.

Que fique claro que não é o “se gabar” no sentido de ser arrogante e humilhar os outros. Não é o “eu tenho e você não”, mas é uma questão de se sentir bem consigo e de querer compartilhar isso com o mundo. Quem sempre se sente bem quer mostrar ao mundo. 

Depois da modinha do “politicamente correto”, o mundo deu uma encaretada. E hoje, você dizer o que tem, os bens materiais, é interpretado como uma ofensa gravíssima, cheirando arrogância. Parece que ter algo bacana se tornou pecado, como se não passasse (talvez não passe mesmo) pela cabeça dos críticos o quanto se trabalhou e suou para ter aquilo. Falo, é claro, das pessoas de bem. Bandidos e alguns políticos (estou sendo redundante?) não entram nas estatísticas.

Em vez de um “ah, que um dia eu também tenha condições para comprar”, sai um “burguês, capitalista, deve ser envolvido com maracutaia”. Tenho medo que o Brasil se torne uma nação (e isso já começou) que abomina o trabalho e o seu valor para a sociedade.

Para não morrer com tudo que não pode falar entupindo as artérias, o importante é se exibir! É claro que sem ofender ninguém. Vamos trabalhar comprar e ser feliz se vangloriando para todo mundo!

Foto: reprodução internet

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Resolução de ano novo. Só uma mesmo!

Por Iury Costa em Cotidiano

13 de Janeiro de 2018

Sempre quando venho ao computador escrever um texto, já tenho ele escrito em papel, ou datilografado (sim, tenho uma máquina!). Desta vez, me vejo em frente à tela, diante do teclado, sem nada para dizer (por enquanto), e esperando que se desenvolva algum assunto. Principalmente relacionado ao ano novo. Atrasei bastante essa introdução a 2018 por isso.

Assim como na virada de 2017, pensei em fazer um texto falando sobre as famigeradas “resoluções”. Mas como as de 2017 não deram certo para mim (e talvez não tenham dado certo para quase ninguém), pensei em fazer sobre resoluções mais psicológicas. Uma só, na verdade: a felicidade.

As resoluções aparecem como obrigações, e talvez seja isso que as deixe mais impossível de se cumprir. Obrigações são maçantes, e fazem com que as pessoas percam o interesse ainda nos primeiros dias. Além disso, os projetos mudam, de alguma maneira, a rotina. E, convenhamos, tudo que tira você do conforto – para o bem ou para o mal, recebe uma certa resistência. É automático. O ser humano foi criado para recusar de primeira e aceitar só depois. Comigo é pior ainda: recuso nas três primeiras vezes.

Enfim, voltando à questão da felicidade. A meta este ano é fazer o que faz feliz. Meio clichê né? Realmente… Mas a vida é um enorme clichê, e para fazermos parte dela, entramos na bagaça! Pois bem, para que a gente não seja pego pela preguiça, façamos apenas o que faz feliz. Se emagrecer é uma meta, só prossiga se for um prazer. Senão, qual o problema de conviver com os pneus? Não leia pela obrigação de ler mais (a não ser os livros da faculdade). Basta ler um por ano, contato que seja bacana. Se não gostar de nada, também não tem problema, não leia.

O próximo passo é identificar o que faz você feliz (propaganda de supermercado), e bola pra frente. Eu continuo querendo emagrecer e ficar rico, mas só vou procurar isso quando estiver sorrindo. Que seja após o sorteio da mega-sena.

Foto: Iury Costa

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Resolução de ano novo. Só uma mesmo!

Por Iury Costa em Cotidiano

13 de Janeiro de 2018

Sempre quando venho ao computador escrever um texto, já tenho ele escrito em papel, ou datilografado (sim, tenho uma máquina!). Desta vez, me vejo em frente à tela, diante do teclado, sem nada para dizer (por enquanto), e esperando que se desenvolva algum assunto. Principalmente relacionado ao ano novo. Atrasei bastante essa introdução a 2018 por isso.

Assim como na virada de 2017, pensei em fazer um texto falando sobre as famigeradas “resoluções”. Mas como as de 2017 não deram certo para mim (e talvez não tenham dado certo para quase ninguém), pensei em fazer sobre resoluções mais psicológicas. Uma só, na verdade: a felicidade.

As resoluções aparecem como obrigações, e talvez seja isso que as deixe mais impossível de se cumprir. Obrigações são maçantes, e fazem com que as pessoas percam o interesse ainda nos primeiros dias. Além disso, os projetos mudam, de alguma maneira, a rotina. E, convenhamos, tudo que tira você do conforto – para o bem ou para o mal, recebe uma certa resistência. É automático. O ser humano foi criado para recusar de primeira e aceitar só depois. Comigo é pior ainda: recuso nas três primeiras vezes.

Enfim, voltando à questão da felicidade. A meta este ano é fazer o que faz feliz. Meio clichê né? Realmente… Mas a vida é um enorme clichê, e para fazermos parte dela, entramos na bagaça! Pois bem, para que a gente não seja pego pela preguiça, façamos apenas o que faz feliz. Se emagrecer é uma meta, só prossiga se for um prazer. Senão, qual o problema de conviver com os pneus? Não leia pela obrigação de ler mais (a não ser os livros da faculdade). Basta ler um por ano, contato que seja bacana. Se não gostar de nada, também não tem problema, não leia.

O próximo passo é identificar o que faz você feliz (propaganda de supermercado), e bola pra frente. Eu continuo querendo emagrecer e ficar rico, mas só vou procurar isso quando estiver sorrindo. Que seja após o sorteio da mega-sena.

Foto: Iury Costa