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Divagando

por Iury Costa

agosto 2017

Instinto paternal

Por Iury Costa em Cotidiano

12 de agosto de 2017

De volta após uns dias de férias! Descansei o corpo, mas não a mente, e para o texto desta semana, a divagação foi bem mais longa. Na verdade, acho que é meio que uma reflexão. Há alguns dias, fui a um restaurante que não conhecia. E, ao chegar, percebi que não havia estacionamento. Até aí, tudo bem, já que muitos lugares em Fortaleza também não possuem, e a gente estaciona na rua mesmo. O problema é que nessa rua era proibido estacionar! E também não era permitido deixar o carro nas ruas mais próximas. A alternativa foi deixar nas mãos do manobrista (ou valet para os chiques).

A partir daquele momento, não consegui mais pensar em outro assunto a não ser o meu carro perdido em uma rua perigosa da cidade. Será que é uma rua escura? Será que tem algum prédio ou comércio perto para pelo menos não estar totalmente sem solução? Será que está arrombado? Tenho medo. A comida ficou com gosto ruim, a bebida ficou batizada e a sobremesa salgou. É claro que isso é uma crise de ansiedade, mas quem não fica pensando no destino do carro depois que entrega? É um dinheiro pago (Às vezes até mais caro que o estacionamento) para o carro correr risco da mesma maneira.

No estacionamento, por exemplo, se algo acontecer, eu posso culpar o estabelecimento. Mas e na rua? Tudo bem que eu tenho o seguro, mas perder tempo com burocracia é muito chato. Enfim, o jantar não foi produtivo. Comi rápido, e voltei para a porta pedir o carro de volta. Na próxima vez que quiser um jantar gostoso, vou de táxi (tudo a ver). Mas que fique claro, o manobrista não tem culpa. Aliás, o coitado não é onipresente.

E você? Já pensou o que acontece com o seu carro? De qualquer forma, não quero pagar para ver. Ou seria pagar e ver?

Foto: reprodução internet

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Instinto paternal

Por Iury Costa em Cotidiano

12 de agosto de 2017

De volta após uns dias de férias! Descansei o corpo, mas não a mente, e para o texto desta semana, a divagação foi bem mais longa. Na verdade, acho que é meio que uma reflexão. Há alguns dias, fui a um restaurante que não conhecia. E, ao chegar, percebi que não havia estacionamento. Até aí, tudo bem, já que muitos lugares em Fortaleza também não possuem, e a gente estaciona na rua mesmo. O problema é que nessa rua era proibido estacionar! E também não era permitido deixar o carro nas ruas mais próximas. A alternativa foi deixar nas mãos do manobrista (ou valet para os chiques).

A partir daquele momento, não consegui mais pensar em outro assunto a não ser o meu carro perdido em uma rua perigosa da cidade. Será que é uma rua escura? Será que tem algum prédio ou comércio perto para pelo menos não estar totalmente sem solução? Será que está arrombado? Tenho medo. A comida ficou com gosto ruim, a bebida ficou batizada e a sobremesa salgou. É claro que isso é uma crise de ansiedade, mas quem não fica pensando no destino do carro depois que entrega? É um dinheiro pago (Às vezes até mais caro que o estacionamento) para o carro correr risco da mesma maneira.

No estacionamento, por exemplo, se algo acontecer, eu posso culpar o estabelecimento. Mas e na rua? Tudo bem que eu tenho o seguro, mas perder tempo com burocracia é muito chato. Enfim, o jantar não foi produtivo. Comi rápido, e voltei para a porta pedir o carro de volta. Na próxima vez que quiser um jantar gostoso, vou de táxi (tudo a ver). Mas que fique claro, o manobrista não tem culpa. Aliás, o coitado não é onipresente.

E você? Já pensou o que acontece com o seu carro? De qualquer forma, não quero pagar para ver. Ou seria pagar e ver?

Foto: reprodução internet