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Divagando

por Iury Costa

junho 2017

Luta pelo clean

Por Iury Costa em Cotidiano

24 de junho de 2017

Fui a uma festa promovida por um casal amigo meu. Tudo muito bonito, a decoração linda, as comidas deliciosas, e os meus amigos muito atenciosos com todos. Já os convidados… Bem, alguns dos convidados faziam questão de aparecer mais que os noivos, com roupas tão extravagantes que chegavam a doer os olhos. Uma breguice só. E olha que eu nem sou expoente da moda, ou jornalista especializado, mas consigo identificar algumas agressões ao estilo e ao bom senso.

Ter dinheiro não é crime. E nem satisfazer seus “simples” gostos. Mas o (maior) problema, na verdade, e o desfile de marcas e grifes, como se fosse uma competição para mostrar quem tem mais condições. Usar marca da cabeça aos pés

Tem jacaré, leão, puma, pássaros. E falar sobre isso? Que coisa chata! Tive que dividir a mesa com algumas pessoas que passavam o tempo todo adivinhando preços das peças de roupas e acessórios.

Com o maravilhoso desenvolvimento que o Brasil teve nos últimos anos, e com a consequente geração de emprego e distribuição de renda, muitas famílias conseguiram destaque financeiro, e assim, puderam realizar seus sonhos de consumir mais. Consumir é bom, mas na medida. Ser chique demais também é brega. Como diz Danuza Leão, “cara de rico envelhece”.

Hoje, a tendência é a do “menos é mais”. O clean, um visual mais limpo, mais higiênico e com menos informações é o ideal. Optar pelo clean não significa abandonar a moda ou sofisticação. Mas nós podemos usar o clean para tudo na vida. No modo de falar, no agir, no trato com as pessoas… Lutemos para alcançar o clean! Sejamos clean! Eu sei que é difícil. Mas há uma expressão bem legal também do outro lado.

 

Fonte: reprodução internet

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Prazer, sou outsider!

Por Iury Costa em Cotidiano

17 de junho de 2017

Eu sou um outsider. Espera que eu vou explicar. Ou tentar. Um outsider é um pessoa que não se encaixa em algum grupo na sociedade. No meu caso, sou um outsider tecnológico. Acho que me junto a umas algumas pessoas que são mais moderadas e conservadoras no que diz respeito a inserção de novas tecnologias no mundo. É de mim, não aceito tão facilmente. Para você ter uma ideia, escrever neste blog é uma vitória. E olha que o blog já está bem ultrapassado, e, talvez, com os dias contados.

Sempre escrevi. Escrevi no sentido de ser em um papel mesmo, com caneta ou lápis. Escrevia no ônibus, na sala de aula, na sala de espera do consultório… E aí que estava o problema: os papeis ou se acumulavam nas gavetas, ou, simplesmente, se perdiam. E o processo criativo é como um trem. Quando você termina de escrever um texto, desce na estação. Pegar aquele trem de novo (refazer um texto perdido) é quase impossível. Daí, meus amigos sempre me aconselhando a colocar tudo na nuvem. Resisti. E depois cedi. Como a nuvem é uma maravilha! Divido tudo em pastas, e consigo me organizar.

Com nuvem dominada, mesmo ainda pensando que os hackers estão na espreita, e que a qualquer momento vão tomar meus dados e me filmar pela webcam, passei a enviar os textos para meus amigos lerem. Só alguns amigos conheciam esse meu viés literário. E esses dito cujos, os mesmos da nuvem, me falavam sempre de jogar os meus textos na net. Para que outras pessoas também me conhecessem. Não para conseguir fama, mas para encontrar outras pessoas que pensam como eu. Também resisti. Além da vergonha de me expor, já imaginava pessoas mal intencionadas. Depois, cedi. Comecei um blog – não promovi nada – e até que tinha uma aceitação bacana.

Pois é, comecei um blog em uma época que isso já é, praticamente, um item vintage, com saudosismo. Comecei com o blog, disponibilizando meus textos. Por um lado, recebemos um feedback dos leitores. Mas ainda temo os haters, que se escondem por trás da tela. Graças a Deus, não me encontraram. Cedi e persisti. Agora penso nas redes sociais (sim, também entrei bem depois, e mantive o Orkut mesmo depois que todos abandonaram). Já passo os textos para lá. O termômetro da net.

O próximo passo é invadir o mundo do Youtube. Talvez quando o holograma estiver consolidado no mercado, eu apareça com um vídeo! Se você cansou, imagina se eu tivesse falado da minha primeira compra pela net (praticamente ontem), transações pelo aplicativo do banco (hoje ainda), e aplicativos de música (talvez amanhã). Outsiders, uni-vos!

Foto: reprodução internet

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Prazer, sou outsider!

Por Iury Costa em Cotidiano

17 de junho de 2017

Eu sou um outsider. Espera que eu vou explicar. Ou tentar. Um outsider é um pessoa que não se encaixa em algum grupo na sociedade. No meu caso, sou um outsider tecnológico. Acho que me junto a umas algumas pessoas que são mais moderadas e conservadoras no que diz respeito a inserção de novas tecnologias no mundo. É de mim, não aceito tão facilmente. Para você ter uma ideia, escrever neste blog é uma vitória. E olha que o blog já está bem ultrapassado, e, talvez, com os dias contados.

Sempre escrevi. Escrevi no sentido de ser em um papel mesmo, com caneta ou lápis. Escrevia no ônibus, na sala de aula, na sala de espera do consultório… E aí que estava o problema: os papeis ou se acumulavam nas gavetas, ou, simplesmente, se perdiam. E o processo criativo é como um trem. Quando você termina de escrever um texto, desce na estação. Pegar aquele trem de novo (refazer um texto perdido) é quase impossível. Daí, meus amigos sempre me aconselhando a colocar tudo na nuvem. Resisti. E depois cedi. Como a nuvem é uma maravilha! Divido tudo em pastas, e consigo me organizar.

Com nuvem dominada, mesmo ainda pensando que os hackers estão na espreita, e que a qualquer momento vão tomar meus dados e me filmar pela webcam, passei a enviar os textos para meus amigos lerem. Só alguns amigos conheciam esse meu viés literário. E esses dito cujos, os mesmos da nuvem, me falavam sempre de jogar os meus textos na net. Para que outras pessoas também me conhecessem. Não para conseguir fama, mas para encontrar outras pessoas que pensam como eu. Também resisti. Além da vergonha de me expor, já imaginava pessoas mal intencionadas. Depois, cedi. Comecei um blog – não promovi nada – e até que tinha uma aceitação bacana.

Pois é, comecei um blog em uma época que isso já é, praticamente, um item vintage, com saudosismo. Comecei com o blog, disponibilizando meus textos. Por um lado, recebemos um feedback dos leitores. Mas ainda temo os haters, que se escondem por trás da tela. Graças a Deus, não me encontraram. Cedi e persisti. Agora penso nas redes sociais (sim, também entrei bem depois, e mantive o Orkut mesmo depois que todos abandonaram). Já passo os textos para lá. O termômetro da net.

O próximo passo é invadir o mundo do Youtube. Talvez quando o holograma estiver consolidado no mercado, eu apareça com um vídeo! Se você cansou, imagina se eu tivesse falado da minha primeira compra pela net (praticamente ontem), transações pelo aplicativo do banco (hoje ainda), e aplicativos de música (talvez amanhã). Outsiders, uni-vos!

Foto: reprodução internet