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Conversa de Bar

por Hayanne Narlla

Agora vai! Delivery dará 60% de desconto em caso vitória do Brasil

Por Hayanne Narlla em Minhas dicas

21 de junho de 2018

(FOTO: Divulgação)

Se o Brasil decepcionou muita gente na estreia, um Delivery cearense segue acreditando no hexa campeonato e dará 60% de desconto em caso de vitória do Brasil contra a Costa Rica.

O desconto será válido para os 50 primeiros pedidos feitos via APP próprio do Delivery Menu, Buoni Amicis Pizzaria, e Delivery Ginger, no ato da compra. Basta o cliente usar o código HEXABRASIL e garantir os 60% no valor total do seu pedido. “60% de desconto é uma alusão de quem apostamos no hexa do Brasil”, vibra o sócio-fundador e administrador do Grupo DM, Tiago Diógenes.

Sabores da Copa

O Grupo DM (Delivery Menu, Buono Amicis Pizzaria, e Delivery Ginger), oferece um serviço diferenciado aos seus clientes: através de um aplicativo, o cliente delivery pode fazer o pedido das três marcas em conjunto, num mesmo pedido (o tal Multi-Order), e receber todos juntos, numa mesma nota, pagando apenas uma taxa de entrega/serviço.

A proposta do Ginger é transformar a rotina de pedir uma refeição em delivery, proporcionando ao cliente conhecer a culinária de vários países, mas na comodidade da sua casa. E durante a Copa do Mundo, o cardápio da casa oferecerá ainda mais opções, destacando pratos típicos dos países que disputarão o mundial da Rússia 2018. O ‘Ginger na Copa’ oferecerá opções a partir de 17,90. No Amicis, a dica é um cardápio de massas, e pizzas com sabores mais tradicionais da marca, por apenas R$ 26,90 cada.

ARÁBIA SAUDITA – Faláfel

Falafel é um prato tradicional do Oriente médio. Consiste em bolinhos fritos de grão-de-bico, temperados com alho, cebolinha, salsa, coentro.

– Mini Kibes ao molho sour cream

Mini bolinhos de massa de triguilho recheado com carne e temperados com ervas, prato de culinária árabe. Acompanha molho sour cream e duas guarnições.

MÉXICO – Sobrecoxa desossada em salsa mexicana

Filé de sobrecoxa de frango desossada em salsa com base de tomates frescos picados rico em especiarias, levemente apimentado e um toque de limão.

PERU – Frango em tiras ao molho huancaina

Filé de peito de frango grelhado ao molho huancaina, típico da cozinha peruana, a base de leite evaporado, ricota e bolacha salgada.

ARGENTINA – Sobrecoxa desossada ao chimichurri

Filé de coxa e sobrecoxa de frango assadas e finalizadas com molho chimichurri, tradicional molho Sul-americano utilizado em churrasco.

FRANÇA – Frango aos três queijos

Tirinhas de peito de frango salteadas na manteiga de ervas, adicionado de molho três queijos e finalizado com salsinha fresca.

JAPÃO – Teppan de Salmão

Lascas de filé de salmão chileno refogadas na chapa com mix de repolhos, pimentões, cebola, cenoura, especiarias e molho de soja.

– Frango teryiaki

Peito de frango grelhado no char broiler (grelha), adicionado de molho teryiaki, gergelim e cebolinha verde

– Boru de salmão ao teryiaki

Bolinhas de salmão com cream cheese empanadas na crocância da farinha panko adicionada de clássico molho da culinária japonesa.

MARROCOS – Couscus marroquino com ragu de carne

Molho predominante de carne servido em base de couscous tipo morroquino temperado com cebola, alho e ervas frescas.

– Couscus marroquino com frango ao curry

Frango cozido ao molho curry servido em base de couscous tipo morroquino temperado com cebola, alho e ervas frescas.

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Resolvi estudar francês!

Por Hayanne Narlla em Minhas dicas

21 de junho de 2018

(FOTO: Freepik)

Voilà! Uma das melhores experiências que tenho para contar foram viagens que fiz pelo mundo. E o bom de viajar não é somente conhecer os monumentos famosos, aqueles que você vê nos filmes, ou comer a comida típica de cada local. As pessoas é que fazem toda a diferença.

E por essa paixão que tenho por conversar, trocar ideias, conhecer gente e histórias, me levou a estudar línguas. Nunca terminei o inglês, porém esse idioma sempre salva. E é incrível como a gente descobre na marra que sabe muito. Fiz espanhol e também tive que utilizá-lo bastante. Arrisquei começar o alemão, mas antes que me perdesse totalmente, saí.

E fui parar no francês, a convite da Aliança Francesa de Fortaleza. A proposta inicial foi de passar um mês estudando o idioma em um curso que equivalia a 6 meses de aula. O resultado foi além do esperado: consegui me apresentar, me descrever, reservar um hotel, além de saber os números, as profissões, a cultura, saudações.

Depois fiz o segundo semestre, e aprendi mais coisas, como tempos verbais no futuro e passado, o que ajuda ainda mais. Por fim, terminei agora o terceiro semestre, quando aprendemos sobre comidas, pronomes e o tempo verbal equivalente ao pretérito imperfeito.

O resultado é que estou quase uma francesa e contando os dias para visitar algum país que fale francês. Ou alguém conhece algum francês aí?

Aliança Francesa

“Nossa instituição é referência tanto para as Universidades francesas, quando ao mercado de trabalho, pois somos uma associação ligada ao Governo Francês, com a missão de difundir não apenas o ensino da língua francesa, mas é uma organização de eventos culturais e atividades de responsabilidade cidadã, social e ambiental, e que promove também a cultura francesa”, aponta Magali Claux, diretora da AF em Fortaleza.

Presente nos cinco continentes, o francês é idioma oficial em diversos Estados e organizações internacionais. Além disso é a 5ª língua mais falada do mundo. Melhor ainda, o francês é, depois do inglês, é o idioma mais aprendido do mundo, e atualmente a 3ª língua para negócios e a 2ª para informação internacional.

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Embaixador da França visita Ceará e prova da nossa cajuína

Por Hayanne Narlla em Outro olhar

15 de Maio de 2018

Embaixador prova da especiaria (FOTO: Divulgação)

O embaixador da França, Michel Miraillet, visitou o Ceará e provou de uma das nossas bebidas típicas: a cajuína. Ele esteve no início de maio, para o Jubileu de Ouro da Casa de Cultura Francesa da UFC e para a “estreia” do HUB em Fortaleza.

Mas a degustação aconteceu na Aliança Francesa de Fortaleza. Ele agradeceu aos membros do conselho deliberativo pela dedicação à Aliança, um trabalho voluntário, que visa não apenas ensinar a língua francesa, mas também a cultura francófona.

Durante a passagem, ele citou a relevância dos funcionários e lembrou do professor Víctor, que foi atingido por um tiro na Chacina do Benfica. “Um drama para a AF e para a cidade, mas que possamos superar a cada dia”.

“Funcionários e professores estão de parabéns por permitir que o francês viva aqui, que exista no Brasil”.

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Jericoacoara é o destino em alta nº 1 da América do Sul

Por Hayanne Narlla em Minhas dicas

07 de dezembro de 2016

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Pedra Furada (FOTO: MontalTur)

A praia de Jericoacoara já é figurinha carimbada como destino turístico para todos os viajantes. Desta vez, ela foi eleita pelo TripAdvisor vencedora da América do Sul do prêmio Travelers’ Choice Destinos em alta.

Pouca coisa? De quebra, ainda garantiu a 3ª posição entre os melhores do mundo. Veja a lista completa aqui.

Foram 43 destinos ao redor do mundo selecionados para a competição. Esta é a quinta edição do prêmio, que também nomeou os Destinos em alta para Europa, Ásia e Estados Unidos.

“Estes vencedores ganharam popularidade no TripAdvisor graças às bem avaliadas opções de acomodação, atrações e restaurantes, celebradas pela nossa comunidade global de viajantes”, ressaltou Cláudia Martinelli, porta-voz do TripAdvisor no Brasil.

Vale a pena

Não adianta, Jericoacoara sempre vai ser nosso orgulho cearense. Como um bom viajante, você deve conhecer Jeri (como carinhosamente é chamada). Não só pelo status de melhor destino ou indicações da praia, mas porque realmente é imperdível.

Há lugares em que criamos uma conexão forte, principalmente com a natureza. A praia de Jeri é dessas experiências mais introspectivas, de autoconhecimento até. Experimente ver o sol se pôr na Pedra Furada e refletir sobre os objetivos e planos futuros…

As ruas sem asfaltos (só areia mesmo), além da iluminação mais arcaica do local dão um brilho a mais. Sério, você precisa ir pra Jeri, é bem ali.

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9 lugares para saltar de penhasco, superar limites e alcançar paz de espírito

Por Hayanne Narlla em Reflexão

22 de setembro de 2016

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Superar limites e alcançar a paz (FOTO: Divulgação)

Todo mundo merece uma válvula de escape. Merece não, necessita. Quando o corpo começa a dar sinais de que algo está errado – como cansaço, estresse e impaciência – devemos cuidar da mente com o melhor remédio: buscar paz.

Uma das opções para se encontrar é praticar esportes radicais. Um que supera todos os meus medos é salto ou mergulho de penhasco. Nunca pratiquei, mas visitei a Chapada dos Guimarães e puder ver que eu teria que colocar muito mais coragem para fazer algo desse tipo.

Superar limites pode ser o caminho para essa paz de espírito. Imagina isso ligado a viajar e conhecer novos lugares e culturas? Bingo. A equipe da Red Bull Cliff Diving fez uma lista dos nove melhores penhascos para saltar. Você tem coragem?

1. Krabi, Tailândia:

Um dos lugares com mais opções para esse tipo de salto no mundo. Sem falar na água cristalina e quente, que faz com que você busque não o penhasco mais alto, mas, sim, os melhores mergulhos. Depois, é só nadar pouquíssimos metros até a faixa de areia e relaxar antes do próximo salto.

2. Chapada Diamantina, Brasil:

Muitas pessoas viajam pelo Brasil em busca de praias paradisíacas. Mas há muito mais para descobrir além do mar. A Chapada Diamantina, na Bahia, é um desses locais brasileiros que merecem ser explorados. “Eu voei até Salvador e dirigi cerca de quatro horas, país adentro, para encontrar esta piscina natural perfeita, com penhascos bem legais para se saltar. A água é meio escura, mas é o que torna o lugar místico. Existem muitos outros lugares lindos lá em volta também”, afirma Orlando Duque, ex-campeão mundial do Red Bull Cliff Diving e lenda do esporte.

3. Portovenere, Itália:

Por que não saltar e conhecer lugares históricos ao mesmo tempo? Em Portovenere, além dos penhascos acentuados, é possível encontrar belezas antigas, como ruínas romanas e castelos.

4. The Kimberley, Austrália:

Se você estiver preparado para continuar na luta pelo lugar ideal para o salto de penhasco, então vá até o remoto e difícil-de-se-chegar desfiladeiro Kimberley, na Austrália. Lá, há a combinação perfeita para o mergulho perfeito: nada como uma pedra bem alta sobre uma piscina bem profunda.

5. Oahu, Havaí:

O Havaí não está repleto apenas de ilhas, mas também de ótimos lugares para pular em busca de um mergulho refrescante nesse lugar paradisíaco. Na foto, um salto de uma pedra com 16 metros de altura em Lana’i Lookout. Não se engane: nunca é tão baixo e tão fácil quanto parece.

6. Açores, Portugal:

Açores é uma das etapas mais tradicionais do Red Bull Cliff Diving. Não é difícil adivinhar o porquê… A paisagem – e a altura – são de tirar o fôlego até dos mais experientes!

7. Ilhas de Aran, Irlanda:

É pedir muito uma piscina natural em um lugar lindo só para poder pular e se divertir? Não nas Ilhas de Aran, na Irlanda! É só se jogar!

8. Wadi Shab, Omã:

Um parque natural cheio de piscinas e cachoeiras naturais. Água cristalina. Pedras e penhascos. Assim é Wadi Shab, no Omã. Já pode fazer as malas?

9. La Rochelle, França

Também parte do Red Bull Cliff Diving, a cidade francesa de La Rochelle é admirada por aqueles que gostam de saltar em direção à água. E o melhor: com vista para uma cidade cheia de história, sendo conhecida por ter sido um importante porto no período colonial.

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Barba, cerveja e arte? Sim!

Por Hayanne Narlla em Minhas dicas

15 de setembro de 2016

Seria possível tomar uma cerveja gelada, jogar videogame, assistir Netflix, cortar o cabelo, fazer a barba e ver uma exposição de arte no mesmo lugar? No Sr. Barbeiro sim.

A barbearia de Fortaleza expõe em suas paredes o projeto cult pop do Quadrin. “A barbearia é muito descolada e tem tudo a ver com nossas artes, como uma que mistura Monalisa e O Iluminado”, explica Thomaz Fernandes, o artista fundador da marca.

O melhor dessa mini-exposição é que os clientes do Sr. Barbeiro ganham descontos consideráveis caso queiram deixar suas paredes mais bacanudas com os quadros disponíveis. Dentre eles há Rollings Stones, The Doors e dois diferentes tipos de O Demolidor/Daredevil, todos já enquadrados e prontos para usar.

Quadrin no Sr. Barbeiro
Mini-exposição de artes da cultura pop
Até dia 23 de setembro
Rua Maria Tomásia, 1262 – Aldeota

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Demolidor- R$ 100,00 / Por R$ 70,00

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Heres mona- R$ 200,00 / Por R$ 150,00

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Stones- D R$ 160,00 / Por R$ 120,00

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Light my fire – De R$ 140,00 / Por R$ 100,00

 

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Cearense lança CD após largar carreira para estudar música nos EUA

Por Hayanne Narlla em Minhas dicas

19 de agosto de 2016

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Victor lança o álbum no sábado (20), em Fortaleza (FOTO: Reprodução Facebook)

Amor, saudade e percalços da vida adulta. O músico Victor Mota parece saber do que passamos na vida. Não quer toda vida seja igual, mas tira a essência de quem já lida/lidou com desamores. O álbum “Antes do Sol Chegar” reúne onze canções inéditas e intimistas.

A música de Victor é definida como versátil. Ele – que é cantor, compositor e instrumentista cearense – atualmente reside em São Paulo. O artista, que iniciou sua carreira tocando em bares e casamentos de Fortaleza, graduou-se pela renomada Berklee College of Music, e, agora, inicia a turnê de seu primeiro disco.

Idealizador do espetáculo “Tributo ao John Mayer”, Victor Mota já cantou ao lado de grandes ídolos, como Ivan Lins, Marcos Valle e Abe Laboriel, e, em junho de 2016, foi destaque na Billboard com o clipe de “Antes do Sol Chegar”.

História

Victor Mota tinha tudo para seguir uma carreira comum. Com origem de família tradicional, filho de militar, chegou a se formar em Administração pela Universidade Estadual do Ceará (Uece) e trabalhava formalmente em uma grande empresa do Ceará.

Tudo estava encaminhado para que Victor fosse um administrador de sucesso, mas a paixão pela música falou mais alto, e ele decidiu largar tudo para estudar o que realmente ama. A história dele foi contada no Tribuna do Ceará.

Show

Quer conhecer o rapaz, escutar sua música e trocar uma ideia? Victor vai lançar oficialmente o álbum neste sábado (20), às 19h. O show vai ser realizado na Livraria Cultura e a entrada é gratuita.

Experimente as músicas:

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O que aprender quando de repente chegamos aos 30 anos?

Por Hayanne Narlla em Conversas com anônimos

03 de agosto de 2016

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Allan completou 30 anos e viajou em busca de respostas (FOTO: Arquivo pessoal)

Quando chega a fase de completar 30 anos muitas reações surgem. A primeira é a de pensar: “O que eu fiz durante a minha juventude?”. A segunda pode ser: “O que eu vou ter que fazer daqui pra frente?”.

Aos 30, surgem muitas dúvidas e faltam as respostas. Eu ainda não cheguei lá, mas tenho um amigo que foi em busca de sanar todas suas perguntas de uma maneira bem intensa: viajando.

E como conquistamos amizades inesperadas em viagens! Eu o conheci quando estava no Rio de Janeiro. Eu, uma cearense, e ele, um paranaense, dividindo o mesmo espaço. Fomos um com a cara do outro e ainda cultivamos essa amizade. E ele é uma das pessoas que mais “se jogam no mundo” que eu conheço.

O intervalo

Allan Pedro é professor de inglês e largou a pequena cidade no interior do Paraná para morar no Rio de Janeiro. Acabou ensinando português para os “gringos” interessados no Brasil e fez diversas amizades. Até aí, a vida parecia um conto de fadas, certo? Pois imagine o que vem pela frente.

Ainda na neura de completar 30 anos e pensar no que fazer da vida, ele recebeu uma ligação por Skype dos seus melhores amigos brasileiros Alan e Rejane, que moram na Europa. No mesmo dia, surgiu uma passagem aérea de presente. Não importava o futuro, mas a comemoração dos 30 anos sairia. E daquele jeito!

E para tornar a história ainda mais bonita, foram 30 dias desfrutando desse aniversário. O roteiro foi Dublin, Cork, Londres, Zurique, Lucerna, Paris, Berlim, Roma, Florença, San Geminiano, Pisa, Siena e Praga. Tá pouco?

“Logo que meus amigos europeus souberam que eu estava indo para a Europa, todos já ofereceram hospedagem e organizaram muitos planos comigo. Foi incrível chegar no aeroporto de cada cidade e ter alguém esperando por mim. Nem o melhor hotel do mundo conseguiria me receber da forma da qual eu fui tratado. Foram festas, carinho, presentes, vinhos e bolos de aniversário em todos os lugares”, relata.

Felicidade

Esse texto não foi feito para maltratar seu coração e mostrar como outras pessoas conquistam sonhos. Mas para dizer que não duvide de que pode realmente conquistar algo. E outra: não desperdice tempo, conheça pessoas, seja amigo delas!

“Durante a minha viagem eu pensava: Será que eu mereço tudo isso? Infelizmente, nós seres humanos duvidamos da felicidade, sendo que viemos para essa vida pra sermos felizes. Bom, eu não sei se existe a felicidade plena. Mas o que senti na noite do meu aniversário, no dia 10 de abril de 2016 em Londres, foi um dos melhores sentimentos e mais lindo sentimento que um ser humano poderia sentir”.

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Allan acabou encontrando parte das respostas em seus amigos (FOTO: Arquivo pessoal)

Moral da história

Allan já havia feito intercâmbio antes, por isso conhecia mais gente que morasse na Europa. Mas não deixou de cultivar cada minuto de convivência. Ele é daqueles que abre o sorriso e te recebe com um abraço sem nem te conhecer. Aconteceu comigo. Nos vimos um dia e de repente já trocávamos figurinhas da vida particular.

Aos 30 anos, ele ainda tem muito o que aprender. Pelo menos, o primeiro aprendizado foi de valorizar os amigos e conhecer a história de cada pessoa com quem faz contato. Na verdade, amizade é assim. Não importa quando vão se encontrar, o importante é manter-se sempre ali, disponível para o outro de forma sincera. E não tenha dúvidas que vai ser retribuído, porque tudo que nós oferecemos para o mundo, volta em dobro!

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Dia do Rock, dia de brinde!

Por Hayanne Narlla em Minhas dicas

13 de julho de 2016

Elvis não morreu! Viva ao Rock (FOTO: Reprodução)

Elvis não morreu! Viva ao Rock (FOTO: Reprodução)

A maioria das minhas “conversas de bar” são impulsionadas por tentativas de cantarolar músicas de rock. Não nasci em berço de roqueiros e o estilo musical apareceu quando eu já era um pouco mais mocinha, no início da adolescência.

Engraçado que até hoje alguns amigos apontam que eu não gosto do verdadeiro rock. Escuto clássicos dos Beatles e de Elvis Presley, até gosto de algumas do ACDC, canto no chuveiro Oasis e Strokes.  Mas é ao som de Arctic Monkeys que eu me rendo, graças ao Alex Turner <3

Boa ideia

Usa blusa da banda favorita e ganha cerveja (FOTO: Divulgação)

Usa blusa da banda favorita e ganha cerveja (FOTO: Divulgação)

Para comemorar esse dia tão estimado por parte dos fortalezenses, uma barbearia da capital cearense teve a ideia de presentear com uma cerveja (opa!) o roqueiro que homenagear sua banda preferida.

É que o Sr. Barbeiro realiza a promoção nesta quarta-feira (13). Basta vestir a blusa da banda ou rockstar e realizar algum serviço. Ah, e para as mulheres roqueiras que querem participar da promoção, basta ir vestida com a blusa da banda favorita (já tenho a minha) levar um amigo, marido ou namorado para fazer algo.

Se liga no endereço e contato: Rua Maria Tomásia, 1262 – Aldeota/ (85) 3879-1029

Também gosta de rock? Ama Arctic Monkeys? Que entrar em contato comigo? Me manda um email: blogconversasdebar@gmail.com

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Para além do lazer: a vocação de viajar e ajudar

Por Hayanne Narlla em Conversas com anônimos

17 de junho de 2016

Danniel fotografa toda sua trajetória (FOTO: Arquivo pessoal)

Danniel fotografa toda sua trajetória (FOTO: Arquivo pessoal)

Brasileiro, livro e Nepal. Junte essas três palavras e chegue até Danniel Oliveira. Viajante de carteirinha, ele resolveu escrever um livro sobre suas experiências e, agora, conta com a ajuda de doações para enfim tornar esse sonho realidade.

A história de Danniel é ligada com o tema viagens. Desde criança, viajava com a família e chegava a passar os 30 dias de férias fora de casa. Aos 30 anos e formado e administração e marketing, ele já não sabe como é a realidade dentro de um escritório, mas sim jogado no mundo.

Nascido em Brasília, aos 24 anos resolveu ganhar o planeta. Largou a vida no Brasil e foi morar em Dublin, na Irlanda, onde começou a planejar mais e mais viagens. Para você ter noção, nos últimos 6 anos, Danniel conheceu 55 países e algo em torno de 240 cidades.

Há 13 meses, ele está em um mochilão, percorrendo 20 países e 65 cidades. Somando isso tudo, significa que ele está longe da terra natal há 6 anos e 4 meses.

Relação de amor

Mas onde chega a vez do Nepal? Em meio a tantos lugares visitados, em 2013, Danniel fez um trabalho voluntário em um asilo do país. “Fiquei encantado com a cultura do país, pelas pessoas, comida, toda aquela experiência mexeu comigo profundamente. Eu sabia que não seria o mesmo depois daquela imersão”.

Acabou retornando ao Nepal em maio de 2015, logo após o terremoto que ocasionou grandes perdas no local. A ideia era ajudar um amigo e sua família, mas, graças à internet, iniciou uma campanha online, arrecadando dinheiro e reconstruindo 210 casas temporárias, quatro escolas, além de comprar 14.000 quilos de arroz.

Após a experiência, Danniel virou uma espécie de referência para tirar dúvidas sobre trabalho voluntário e como é o dia a dia nesses lugares. “Então, decidi compartilhar com o mundo tudo que vivi no período que fiquei no Nepal, detalhando a rotina que tive, o dia a dia, o trabalho realizado, comidas, experiências boas e ruins, quero mostrar como é fácil sair da rotina e fazer algo a mais para quem precisa”.

Por isso, ele aposta no livro como forma de eternizar tal experiência e, quem sabe, “inspirar mais pessoas a buscarem o caminho para sua felicidade, assim como eu busco constantemente a minha”. Quer ajudar, então acesse o link (https://www.catarse.me/pt/proximaparadanepal) para realizar doações.

Futuro

O Nepal não foi o único local em que Danniel realizou trabalho voluntário. Ele também visitou a Mongólia, Russia, Chechênia e agora está no Iraque há um mês. Por enquanto, ele está ajudando refugiados de guerra, onde maioria é da Síria, Irã e do próprio Iraque.

“A ONG em que estou trabalhando é uma agência da ONU e da Unicef. Me convidaram para ficar aqui por seis meses. Então ficarei aqui por esse tempo e, em seguida, continuo a viagem pela Ásia Central, onde pretendo viajar e fazer trabalho voluntário por países como Irã, Afeganistão, Paquistão, Quirguistão e mais alguns outros dessa região”.

Nem todo mundo tem a coragem de Danniel de largar uma vida confortável em um país desenvolvido para trabalhar com necessitados em lugares conflituosos ou arranhados por catástrofes. Mas vocação é algo que se encontra dentro de si, com autoconhecimento. E ao encontra-la, descobrimos a verdadeira felicidade e para que fomos criados para viver neste mundo. Ponto para o Danniel!

Quer acompanhar a história do Danniel? Ele tem uma página: https://www.facebook.com/danniel.proximaparada/

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Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

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Para além do lazer: a vocação de viajar e ajudar

Por Hayanne Narlla em Conversas com anônimos

17 de junho de 2016

Danniel fotografa toda sua trajetória (FOTO: Arquivo pessoal)

Danniel fotografa toda sua trajetória (FOTO: Arquivo pessoal)

Brasileiro, livro e Nepal. Junte essas três palavras e chegue até Danniel Oliveira. Viajante de carteirinha, ele resolveu escrever um livro sobre suas experiências e, agora, conta com a ajuda de doações para enfim tornar esse sonho realidade.

A história de Danniel é ligada com o tema viagens. Desde criança, viajava com a família e chegava a passar os 30 dias de férias fora de casa. Aos 30 anos e formado e administração e marketing, ele já não sabe como é a realidade dentro de um escritório, mas sim jogado no mundo.

Nascido em Brasília, aos 24 anos resolveu ganhar o planeta. Largou a vida no Brasil e foi morar em Dublin, na Irlanda, onde começou a planejar mais e mais viagens. Para você ter noção, nos últimos 6 anos, Danniel conheceu 55 países e algo em torno de 240 cidades.

Há 13 meses, ele está em um mochilão, percorrendo 20 países e 65 cidades. Somando isso tudo, significa que ele está longe da terra natal há 6 anos e 4 meses.

Relação de amor

Mas onde chega a vez do Nepal? Em meio a tantos lugares visitados, em 2013, Danniel fez um trabalho voluntário em um asilo do país. “Fiquei encantado com a cultura do país, pelas pessoas, comida, toda aquela experiência mexeu comigo profundamente. Eu sabia que não seria o mesmo depois daquela imersão”.

Acabou retornando ao Nepal em maio de 2015, logo após o terremoto que ocasionou grandes perdas no local. A ideia era ajudar um amigo e sua família, mas, graças à internet, iniciou uma campanha online, arrecadando dinheiro e reconstruindo 210 casas temporárias, quatro escolas, além de comprar 14.000 quilos de arroz.

Após a experiência, Danniel virou uma espécie de referência para tirar dúvidas sobre trabalho voluntário e como é o dia a dia nesses lugares. “Então, decidi compartilhar com o mundo tudo que vivi no período que fiquei no Nepal, detalhando a rotina que tive, o dia a dia, o trabalho realizado, comidas, experiências boas e ruins, quero mostrar como é fácil sair da rotina e fazer algo a mais para quem precisa”.

Por isso, ele aposta no livro como forma de eternizar tal experiência e, quem sabe, “inspirar mais pessoas a buscarem o caminho para sua felicidade, assim como eu busco constantemente a minha”. Quer ajudar, então acesse o link (https://www.catarse.me/pt/proximaparadanepal) para realizar doações.

Futuro

O Nepal não foi o único local em que Danniel realizou trabalho voluntário. Ele também visitou a Mongólia, Russia, Chechênia e agora está no Iraque há um mês. Por enquanto, ele está ajudando refugiados de guerra, onde maioria é da Síria, Irã e do próprio Iraque.

“A ONG em que estou trabalhando é uma agência da ONU e da Unicef. Me convidaram para ficar aqui por seis meses. Então ficarei aqui por esse tempo e, em seguida, continuo a viagem pela Ásia Central, onde pretendo viajar e fazer trabalho voluntário por países como Irã, Afeganistão, Paquistão, Quirguistão e mais alguns outros dessa região”.

Nem todo mundo tem a coragem de Danniel de largar uma vida confortável em um país desenvolvido para trabalhar com necessitados em lugares conflituosos ou arranhados por catástrofes. Mas vocação é algo que se encontra dentro de si, com autoconhecimento. E ao encontra-la, descobrimos a verdadeira felicidade e para que fomos criados para viver neste mundo. Ponto para o Danniel!

Quer acompanhar a história do Danniel? Ele tem uma página: https://www.facebook.com/danniel.proximaparada/

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Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

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Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

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Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

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Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

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Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)