Publicidade

Conversa de Bar

por Hayanne Narlla

Jericoacoara é o destino em alta nº 1 da América do Sul

Por Hayanne Narlla em Minhas dicas

07 de dezembro de 2016

jericoacoara-pedra-furada

Pedra Furada (FOTO: MontalTur)

A praia de Jericoacoara já é figurinha carimbada como destino turístico para todos os viajantes. Desta vez, ela foi eleita pelo TripAdvisor vencedora da América do Sul do prêmio Travelers’ Choice Destinos em alta.

Pouca coisa? De quebra, ainda garantiu a 3ª posição entre os melhores do mundo. Veja a lista completa aqui.

Foram 43 destinos ao redor do mundo selecionados para a competição. Esta é a quinta edição do prêmio, que também nomeou os Destinos em alta para Europa, Ásia e Estados Unidos.

“Estes vencedores ganharam popularidade no TripAdvisor graças às bem avaliadas opções de acomodação, atrações e restaurantes, celebradas pela nossa comunidade global de viajantes”, ressaltou Cláudia Martinelli, porta-voz do TripAdvisor no Brasil.

Vale a pena

Não adianta, Jericoacoara sempre vai ser nosso orgulho cearense. Como um bom viajante, você deve conhecer Jeri (como carinhosamente é chamada). Não só pelo status de melhor destino ou indicações da praia, mas porque realmente é imperdível.

Há lugares em que criamos uma conexão forte, principalmente com a natureza. A praia de Jeri é dessas experiências mais introspectivas, de autoconhecimento até. Experimente ver o sol se pôr na Pedra Furada e refletir sobre os objetivos e planos futuros…

As ruas sem asfaltos (só areia mesmo), além da iluminação mais arcaica do local dão um brilho a mais. Sério, você precisa ir pra Jeri, é bem ali.

leia tudo sobre

Publicidade

9 lugares para saltar de penhasco, superar limites e alcançar paz de espírito

Por Hayanne Narlla em Reflexão

22 de setembro de 2016

penhasco salto mergulho

Superar limites e alcançar a paz (FOTO: Divulgação)

Todo mundo merece uma válvula de escape. Merece não, necessita. Quando o corpo começa a dar sinais de que algo está errado – como cansaço, estresse e impaciência – devemos cuidar da mente com o melhor remédio: buscar paz.

Uma das opções para se encontrar é praticar esportes radicais. Um que supera todos os meus medos é salto ou mergulho de penhasco. Nunca pratiquei, mas visitei a Chapada dos Guimarães e puder ver que eu teria que colocar muito mais coragem para fazer algo desse tipo.

Superar limites pode ser o caminho para essa paz de espírito. Imagina isso ligado a viajar e conhecer novos lugares e culturas? Bingo. A equipe da Red Bull Cliff Diving fez uma lista dos nove melhores penhascos para saltar. Você tem coragem?

1. Krabi, Tailândia:

Um dos lugares com mais opções para esse tipo de salto no mundo. Sem falar na água cristalina e quente, que faz com que você busque não o penhasco mais alto, mas, sim, os melhores mergulhos. Depois, é só nadar pouquíssimos metros até a faixa de areia e relaxar antes do próximo salto.

2. Chapada Diamantina, Brasil:

Muitas pessoas viajam pelo Brasil em busca de praias paradisíacas. Mas há muito mais para descobrir além do mar. A Chapada Diamantina, na Bahia, é um desses locais brasileiros que merecem ser explorados. “Eu voei até Salvador e dirigi cerca de quatro horas, país adentro, para encontrar esta piscina natural perfeita, com penhascos bem legais para se saltar. A água é meio escura, mas é o que torna o lugar místico. Existem muitos outros lugares lindos lá em volta também”, afirma Orlando Duque, ex-campeão mundial do Red Bull Cliff Diving e lenda do esporte.

3. Portovenere, Itália:

Por que não saltar e conhecer lugares históricos ao mesmo tempo? Em Portovenere, além dos penhascos acentuados, é possível encontrar belezas antigas, como ruínas romanas e castelos.

4. The Kimberley, Austrália:

Se você estiver preparado para continuar na luta pelo lugar ideal para o salto de penhasco, então vá até o remoto e difícil-de-se-chegar desfiladeiro Kimberley, na Austrália. Lá, há a combinação perfeita para o mergulho perfeito: nada como uma pedra bem alta sobre uma piscina bem profunda.

5. Oahu, Havaí:

O Havaí não está repleto apenas de ilhas, mas também de ótimos lugares para pular em busca de um mergulho refrescante nesse lugar paradisíaco. Na foto, um salto de uma pedra com 16 metros de altura em Lana’i Lookout. Não se engane: nunca é tão baixo e tão fácil quanto parece.

6. Açores, Portugal:

Açores é uma das etapas mais tradicionais do Red Bull Cliff Diving. Não é difícil adivinhar o porquê… A paisagem – e a altura – são de tirar o fôlego até dos mais experientes!

7. Ilhas de Aran, Irlanda:

É pedir muito uma piscina natural em um lugar lindo só para poder pular e se divertir? Não nas Ilhas de Aran, na Irlanda! É só se jogar!

8. Wadi Shab, Omã:

Um parque natural cheio de piscinas e cachoeiras naturais. Água cristalina. Pedras e penhascos. Assim é Wadi Shab, no Omã. Já pode fazer as malas?

9. La Rochelle, França

Também parte do Red Bull Cliff Diving, a cidade francesa de La Rochelle é admirada por aqueles que gostam de saltar em direção à água. E o melhor: com vista para uma cidade cheia de história, sendo conhecida por ter sido um importante porto no período colonial.

leia tudo sobre

Publicidade

Barba, cerveja e arte? Sim!

Por Hayanne Narlla em Minhas dicas

15 de setembro de 2016

Seria possível tomar uma cerveja gelada, jogar videogame, assistir Netflix, cortar o cabelo, fazer a barba e ver uma exposição de arte no mesmo lugar? No Sr. Barbeiro sim.

A barbearia de Fortaleza expõe em suas paredes o projeto cult pop do Quadrin. “A barbearia é muito descolada e tem tudo a ver com nossas artes, como uma que mistura Monalisa e O Iluminado”, explica Thomaz Fernandes, o artista fundador da marca.

O melhor dessa mini-exposição é que os clientes do Sr. Barbeiro ganham descontos consideráveis caso queiram deixar suas paredes mais bacanudas com os quadros disponíveis. Dentre eles há Rollings Stones, The Doors e dois diferentes tipos de O Demolidor/Daredevil, todos já enquadrados e prontos para usar.

Quadrin no Sr. Barbeiro
Mini-exposição de artes da cultura pop
Até dia 23 de setembro
Rua Maria Tomásia, 1262 – Aldeota

Quadrin
1/4

Quadrin

Demolidor- R$ 100,00 / Por R$ 70,00

Quadrin
2/4

Quadrin

Heres mona- R$ 200,00 / Por R$ 150,00

Quadrin
3/4

Quadrin

Stones- D R$ 160,00 / Por R$ 120,00

Quadrin
4/4

Quadrin

Light my fire – De R$ 140,00 / Por R$ 100,00

 

leia tudo sobre

Publicidade

Cearense lança CD após largar carreira para estudar música nos EUA

Por Hayanne Narlla em Minhas dicas

19 de agosto de 2016

victor-mota-show-cultura

Victor lança o álbum no sábado (20), em Fortaleza (FOTO: Reprodução Facebook)

Amor, saudade e percalços da vida adulta. O músico Victor Mota parece saber do que passamos na vida. Não quer toda vida seja igual, mas tira a essência de quem já lida/lidou com desamores. O álbum “Antes do Sol Chegar” reúne onze canções inéditas e intimistas.

A música de Victor é definida como versátil. Ele – que é cantor, compositor e instrumentista cearense – atualmente reside em São Paulo. O artista, que iniciou sua carreira tocando em bares e casamentos de Fortaleza, graduou-se pela renomada Berklee College of Music, e, agora, inicia a turnê de seu primeiro disco.

Idealizador do espetáculo “Tributo ao John Mayer”, Victor Mota já cantou ao lado de grandes ídolos, como Ivan Lins, Marcos Valle e Abe Laboriel, e, em junho de 2016, foi destaque na Billboard com o clipe de “Antes do Sol Chegar”.

História

Victor Mota tinha tudo para seguir uma carreira comum. Com origem de família tradicional, filho de militar, chegou a se formar em Administração pela Universidade Estadual do Ceará (Uece) e trabalhava formalmente em uma grande empresa do Ceará.

Tudo estava encaminhado para que Victor fosse um administrador de sucesso, mas a paixão pela música falou mais alto, e ele decidiu largar tudo para estudar o que realmente ama. A história dele foi contada no Tribuna do Ceará.

Show

Quer conhecer o rapaz, escutar sua música e trocar uma ideia? Victor vai lançar oficialmente o álbum neste sábado (20), às 19h. O show vai ser realizado na Livraria Cultura e a entrada é gratuita.

Experimente as músicas:

leia tudo sobre

Publicidade

O que aprender quando de repente chegamos aos 30 anos?

Por Hayanne Narlla em Conversas com anônimos

03 de agosto de 2016

homem coliseu roma

Allan completou 30 anos e viajou em busca de respostas (FOTO: Arquivo pessoal)

Quando chega a fase de completar 30 anos muitas reações surgem. A primeira é a de pensar: “O que eu fiz durante a minha juventude?”. A segunda pode ser: “O que eu vou ter que fazer daqui pra frente?”.

Aos 30, surgem muitas dúvidas e faltam as respostas. Eu ainda não cheguei lá, mas tenho um amigo que foi em busca de sanar todas suas perguntas de uma maneira bem intensa: viajando.

E como conquistamos amizades inesperadas em viagens! Eu o conheci quando estava no Rio de Janeiro. Eu, uma cearense, e ele, um paranaense, dividindo o mesmo espaço. Fomos um com a cara do outro e ainda cultivamos essa amizade. E ele é uma das pessoas que mais “se jogam no mundo” que eu conheço.

O intervalo

Allan Pedro é professor de inglês e largou a pequena cidade no interior do Paraná para morar no Rio de Janeiro. Acabou ensinando português para os “gringos” interessados no Brasil e fez diversas amizades. Até aí, a vida parecia um conto de fadas, certo? Pois imagine o que vem pela frente.

Ainda na neura de completar 30 anos e pensar no que fazer da vida, ele recebeu uma ligação por Skype dos seus melhores amigos brasileiros Alan e Rejane, que moram na Europa. No mesmo dia, surgiu uma passagem aérea de presente. Não importava o futuro, mas a comemoração dos 30 anos sairia. E daquele jeito!

E para tornar a história ainda mais bonita, foram 30 dias desfrutando desse aniversário. O roteiro foi Dublin, Cork, Londres, Zurique, Lucerna, Paris, Berlim, Roma, Florença, San Geminiano, Pisa, Siena e Praga. Tá pouco?

“Logo que meus amigos europeus souberam que eu estava indo para a Europa, todos já ofereceram hospedagem e organizaram muitos planos comigo. Foi incrível chegar no aeroporto de cada cidade e ter alguém esperando por mim. Nem o melhor hotel do mundo conseguiria me receber da forma da qual eu fui tratado. Foram festas, carinho, presentes, vinhos e bolos de aniversário em todos os lugares”, relata.

Felicidade

Esse texto não foi feito para maltratar seu coração e mostrar como outras pessoas conquistam sonhos. Mas para dizer que não duvide de que pode realmente conquistar algo. E outra: não desperdice tempo, conheça pessoas, seja amigo delas!

“Durante a minha viagem eu pensava: Será que eu mereço tudo isso? Infelizmente, nós seres humanos duvidamos da felicidade, sendo que viemos para essa vida pra sermos felizes. Bom, eu não sei se existe a felicidade plena. Mas o que senti na noite do meu aniversário, no dia 10 de abril de 2016 em Londres, foi um dos melhores sentimentos e mais lindo sentimento que um ser humano poderia sentir”.

festa-londres

Allan acabou encontrando parte das respostas em seus amigos (FOTO: Arquivo pessoal)

Moral da história

Allan já havia feito intercâmbio antes, por isso conhecia mais gente que morasse na Europa. Mas não deixou de cultivar cada minuto de convivência. Ele é daqueles que abre o sorriso e te recebe com um abraço sem nem te conhecer. Aconteceu comigo. Nos vimos um dia e de repente já trocávamos figurinhas da vida particular.

Aos 30 anos, ele ainda tem muito o que aprender. Pelo menos, o primeiro aprendizado foi de valorizar os amigos e conhecer a história de cada pessoa com quem faz contato. Na verdade, amizade é assim. Não importa quando vão se encontrar, o importante é manter-se sempre ali, disponível para o outro de forma sincera. E não tenha dúvidas que vai ser retribuído, porque tudo que nós oferecemos para o mundo, volta em dobro!

leia tudo sobre

Publicidade

Dia do Rock, dia de brinde!

Por Hayanne Narlla em Minhas dicas

13 de julho de 2016

Elvis não morreu! Viva ao Rock (FOTO: Reprodução)

Elvis não morreu! Viva ao Rock (FOTO: Reprodução)

A maioria das minhas “conversas de bar” são impulsionadas por tentativas de cantarolar músicas de rock. Não nasci em berço de roqueiros e o estilo musical apareceu quando eu já era um pouco mais mocinha, no início da adolescência.

Engraçado que até hoje alguns amigos apontam que eu não gosto do verdadeiro rock. Escuto clássicos dos Beatles e de Elvis Presley, até gosto de algumas do ACDC, canto no chuveiro Oasis e Strokes.  Mas é ao som de Arctic Monkeys que eu me rendo, graças ao Alex Turner <3

Boa ideia

Usa blusa da banda favorita e ganha cerveja (FOTO: Divulgação)

Usa blusa da banda favorita e ganha cerveja (FOTO: Divulgação)

Para comemorar esse dia tão estimado por parte dos fortalezenses, uma barbearia da capital cearense teve a ideia de presentear com uma cerveja (opa!) o roqueiro que homenagear sua banda preferida.

É que o Sr. Barbeiro realiza a promoção nesta quarta-feira (13). Basta vestir a blusa da banda ou rockstar e realizar algum serviço. Ah, e para as mulheres roqueiras que querem participar da promoção, basta ir vestida com a blusa da banda favorita (já tenho a minha) levar um amigo, marido ou namorado para fazer algo.

Se liga no endereço e contato: Rua Maria Tomásia, 1262 – Aldeota/ (85) 3879-1029

Também gosta de rock? Ama Arctic Monkeys? Que entrar em contato comigo? Me manda um email: blogconversasdebar@gmail.com

leia tudo sobre

Publicidade

Para além do lazer: a vocação de viajar e ajudar

Por Hayanne Narlla em Conversas com anônimos

17 de junho de 2016

Danniel fotografa toda sua trajetória (FOTO: Arquivo pessoal)

Danniel fotografa toda sua trajetória (FOTO: Arquivo pessoal)

Brasileiro, livro e Nepal. Junte essas três palavras e chegue até Danniel Oliveira. Viajante de carteirinha, ele resolveu escrever um livro sobre suas experiências e, agora, conta com a ajuda de doações para enfim tornar esse sonho realidade.

A história de Danniel é ligada com o tema viagens. Desde criança, viajava com a família e chegava a passar os 30 dias de férias fora de casa. Aos 30 anos e formado e administração e marketing, ele já não sabe como é a realidade dentro de um escritório, mas sim jogado no mundo.

Nascido em Brasília, aos 24 anos resolveu ganhar o planeta. Largou a vida no Brasil e foi morar em Dublin, na Irlanda, onde começou a planejar mais e mais viagens. Para você ter noção, nos últimos 6 anos, Danniel conheceu 55 países e algo em torno de 240 cidades.

Há 13 meses, ele está em um mochilão, percorrendo 20 países e 65 cidades. Somando isso tudo, significa que ele está longe da terra natal há 6 anos e 4 meses.

Relação de amor

Mas onde chega a vez do Nepal? Em meio a tantos lugares visitados, em 2013, Danniel fez um trabalho voluntário em um asilo do país. “Fiquei encantado com a cultura do país, pelas pessoas, comida, toda aquela experiência mexeu comigo profundamente. Eu sabia que não seria o mesmo depois daquela imersão”.

Acabou retornando ao Nepal em maio de 2015, logo após o terremoto que ocasionou grandes perdas no local. A ideia era ajudar um amigo e sua família, mas, graças à internet, iniciou uma campanha online, arrecadando dinheiro e reconstruindo 210 casas temporárias, quatro escolas, além de comprar 14.000 quilos de arroz.

Após a experiência, Danniel virou uma espécie de referência para tirar dúvidas sobre trabalho voluntário e como é o dia a dia nesses lugares. “Então, decidi compartilhar com o mundo tudo que vivi no período que fiquei no Nepal, detalhando a rotina que tive, o dia a dia, o trabalho realizado, comidas, experiências boas e ruins, quero mostrar como é fácil sair da rotina e fazer algo a mais para quem precisa”.

Por isso, ele aposta no livro como forma de eternizar tal experiência e, quem sabe, “inspirar mais pessoas a buscarem o caminho para sua felicidade, assim como eu busco constantemente a minha”. Quer ajudar, então acesse o link (https://www.catarse.me/pt/proximaparadanepal) para realizar doações.

Futuro

O Nepal não foi o único local em que Danniel realizou trabalho voluntário. Ele também visitou a Mongólia, Russia, Chechênia e agora está no Iraque há um mês. Por enquanto, ele está ajudando refugiados de guerra, onde maioria é da Síria, Irã e do próprio Iraque.

“A ONG em que estou trabalhando é uma agência da ONU e da Unicef. Me convidaram para ficar aqui por seis meses. Então ficarei aqui por esse tempo e, em seguida, continuo a viagem pela Ásia Central, onde pretendo viajar e fazer trabalho voluntário por países como Irã, Afeganistão, Paquistão, Quirguistão e mais alguns outros dessa região”.

Nem todo mundo tem a coragem de Danniel de largar uma vida confortável em um país desenvolvido para trabalhar com necessitados em lugares conflituosos ou arranhados por catástrofes. Mas vocação é algo que se encontra dentro de si, com autoconhecimento. E ao encontra-la, descobrimos a verdadeira felicidade e para que fomos criados para viver neste mundo. Ponto para o Danniel!

Quer acompanhar a história do Danniel? Ele tem uma página: https://www.facebook.com/danniel.proximaparada/

Gostou do texto? Quer enviar sugestões? Me escreve: blogconversasdebar@gmail.com

Trabalho voluntário
1/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Trabalho voluntário
2/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Trabalho voluntário
3/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Trabalho voluntário
4/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Trabalho voluntário
5/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Trabalho voluntário
6/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Trabalho voluntário
7/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Trabalho voluntário
8/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Trabalho voluntário
9/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Trabalho voluntário
10/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

nepal-11
11/14

nepal-11

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Trabalho voluntário
12/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Trabalho voluntário
13/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Trabalho voluntário
14/14

Trabalho voluntário

Danniel resolveu se jogar no mundo e ajudar os outros (FOTO: Arquivo pessoal)

Publicidade

Novo cabelo, novo eu

Por Hayanne Narlla em Conversas com anônimos

12 de Maio de 2016

Carol se considera agora livre (FOTO: Arquivo pessoal)

Carol se considera agora livre (FOTO: Arquivo pessoal)

Olá, gente. Desculpem a ausência. Passei por um período estranho, sabático de textos e expressões (mas esse é assunto para outro post). Entretanto, retorno com uma história muito inspiradora de uma moça de apenas 20 anos, que resolveu se conhecer e assumir quem ela é de verdade.

Carol Rodrigues estuda Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal do Ceará. Atualmente, ela está em Dublin, na Irlanda, fazendo um intercâmbio acadêmico. Além de se preparar para ser uma profissional melhor, ela está passando por um processo de autoconhecimento, que implica em muita paciência.

Aceitação

Carol tem cabelo cacheado. Desde pequena, escutava que este tipo de cabelo é ruim e deveria ser mudado. A partir daí, veio o incentivo a “ajeitá-los” e torna-los lisos. Para uma criança, aquilo que era solicitado ainda era confuso, pois ela não se sentiu parte daquilo.

Após a pressão para ser “aceita”, aos 13 anos, Carol usou química no cabelo pela primeira vez. O que seria algo prático se tornou um vício. Já pensou em ser refém de secador e chapinha? A vida de adolescente foi marcada por esses equipamentos. Não pelo fato de querer alisar, mas ainda seguindo as vozes que não vinham de si própria, mas dos outros.

“Comecei a fazer escovas progressivas no meu cabelo, porque fui convencida de que era ‘só pra abaixar um pouco o volume’, mas, quanto mais escovas eu fazia no meu cabelo, mais dependente eu ficava (naquela velha filosofia de quanto mais liso, melhor) e mais eu me convencia de que meu cabelo estava muito mais bonito e muito mais prático”, conta.

Com o tempo, Carol resolveu não utilizar mais química, por achar agressiva, mas continuou fazendo outro tipo de tratamento: escova inteligente. “Como ela não é tão forte, eu acabava fazendo mais vezes pra manter o cabelo sempre liso, o que acabava sendo ruim da mesma forma. Sem contar que eu não saia de casa sem fazer chapinha, porque realmente me incomodava se o meu cabelo não estivesse 100% liso. Nesse processo eu acabei perdendo cabelo e deixando ele bem fraco e desidratado”.

Carol considerava que só cabelo liso seria bonito (FOTO: Arquivo pessoal)

Carol considerava que só cabelo liso seria bonito (FOTO: Arquivo pessoal)

Transição

Os processos resultavam em elogios do tipo: “nem parece que seu cabelo é na verdade cacheado”. O cabelo liso já não a fazia mais feliz. E no meio do impasse e o amadurecimento da idade, Carol ficou com uma pulga atrás da orelha sobre reassumir ou não o cabelo. Até que um dia resolveu lavar e não secá-los. Grande surpresa foi descobrir que a raiz natural estava grande, o que deixou o cabelo meio sem forma: nem liso, nem cacheado.

A estudante correu para a internet e visualizou vários vídeos de meninas que fizeram o processo de transição – do alisado para o natural. Foi aí que Carol tomou uma decisão: ter de volta seu cabelo e assumir sua personalidade.

No começo nunca é fácil, é preciso ter paciência. O intercâmbio tem dado sua importante ajuda, já que auxilia a garota a se conhecer e refletir sobre sua essência. Mas ainda faltam barreiras a serem rompidas. O primeiro passo foi aposentar o secador e a chapinha. Checklist! Mas todos os dias são necessárias decisões para continuar na jornada.

O cabelo de Carol ainda não está totalmente OK. Ela ainda quer que ele cresça mais e, dessa forma, possa ter o volume necessário. A maior dificuldade se foi: a de desapegar do medo da opinião alheia. A segunda dificuldade, a de se sentir bonita, está indo aos poucos, no momento em que ela conhece mais a si e ao seu cabelo.

Mas os frutos já estão sendo colhidos. O que mais importa é que agora ela se sente LIVRE. “Não é só cabelo, na verdade não tem nada a ver com o cabelo. Eu aprendi que eu sou muito mais que isso, eu sou muito mais que o meu cabelo, seja ele liso ou cacheado, o que me faz bonita é o que eu sou e, graças a Deus, eu posso enxergar essa beleza em mim hoje. Então, a verdade é que hoje eu sou livre em todos os sentidos: livre da escova e da chapinha, livre do medo, livre da insegurança e, principalmente, livre pra ser quem eu sou sem medo de ser feliz”. Pá!

Confira o antes e o depois de Carol

Antes
1/2

Antes

(FOTO: Arquivo pessoal)

Depois
2/2

Depois

(FOTO: Arquivo pessoal)

Qual você gostou mais? Me escreve contando! Ou se quiser mandar um recadinho para a Carol, eu direciono: blogconversasdebar@gmail.com

Publicidade

Cinderela moderna, um sapato e o show do Iron Maiden

Por Hayanne Narlla em Conversas com anônimos

31 de Março de 2016

Jovem fez campanha na internet em busca da dona da sapatilha (FOTO: Reprodução)

Jovem fez campanha na internet em busca da dona da sapatilha (FOTO: Reprodução)

Quem diria que um sapato iria fazer diferença na vida de um casal? Assim foi com a Cinderela, que esqueceu aquele salto alto dado pela fada madrinha em uma festa. E quem achou foi o Príncipe Encantado, que logo tratou de procurar a dona do calçado a fim de encontrar um final feliz.

E essa história meio que aconteceu. Mas não havia Cinderela. Retire também o Príncipe Encantado, o cenário medieval, os cavalos e a carruagem. Adicione dois jovens, redes sociais e toda uma plateia colaborativa, além de um show bem irreverente: Iron Maiden no Ceará. Ironia do destino?

O estudante de arquitetura Davi Gadelha, 22 anos, mal entrou na Arena Castelão para o evento – que aconteceu no dia 24 de março de 2016 – e já avistou uma sapatilha (estilo alpargata). Com o intuito de apenas devolver e um toque de humor, resolveu colocar a foto à procura da dona em grupo bem movimentado no Facebook.

Resultado: em 24 horas a Cinderela Moderna foi achada. Algumas que eram fake foram descartadas. E a personagem real tem nome, sobrenome e muitas amigas que adoraram a história.

“Achei a sapatilha logo na entrada, levantei e perguntei de quem era. Minha intenção de fazer campanha no face era de devolver, não fazia ideia de toda essa repercussão. Depois de um show lendário, acontece essa repercussão sem igual”.

Ainda sem encontro marcado, mas com muita conversa via redes sociais, Davi revela que o destino traçou toda a narrativa. Sem criar expectativa, não descarta a possibilidade de, quem sabe, virar um romance da era moderna. “E sim estou ansioso para conhecer a Cinderela rockeira. Vamos nos conhecer, quem sabe…”.

E o detalhe para tornar o relato ainda mais especial é que a perda da sapatilha foi no dia do aniversário da moça. E quem vai entregar o presente com atraso é Davi. “Bom, vamos nos conhecer, quem sabe não nos tornamos o casal Maiden? Estamos marcando o encontro”.

A torcida já é grande para o casal. É tanto que já ofereceram até ensaios fotográficos. O blog também já cruzou os dedos para que esse conto de fadas saia do papel para a vida real e ainda ganhe aquela trilha sonora do Iron Maiden.

Confira as fotos

Cinderela Moderna
1/2

Cinderela Moderna

A moça tirou foto provando que a sapatilha era dela (FOTO: Reprodução)

Cinderela Moderna
2/2

Cinderela Moderna

Davi vai marcar um encontro para devolver a sapatilha (FOTO: Reprodução)

leia tudo sobre

Publicidade

Madeira, luz e arte com toque cearense

Por Hayanne Narlla em Minhas dicas

18 de Março de 2016

Cearense cria luminárias artísticas com madeira (FOTO: Divulgação)

Cearense cria luminárias artísticas com madeira (FOTO: Divulgação)

Madeira e luz. O artista plástico cearense Delano Gurgel Queiroz transforma tais matérias-primas em luminárias que são verdadeiras obras de arte. Morando em São Paulo, ele retorna à terra natal para uma exposição, que acontece a partir das 18h30 deste sábado (19), no Le Pain Le Café.

Delano formou um dueto com uma artista plástica paulista, a Giovanna Campo, para produzir a linha ACEZ de luminárias do Bahu, que é composta por quatro luminárias. Baseando-se nas artes plásticas como a principal matriz, a primeira linha de luminárias da dupla surgiu de estudos feitos em madeiras.

Para compor esta linha, baseou-se em um conceito de luminárias sem cúpulas. Em todas as peças, a luz muitas vezes se confunde e se mistura com o objeto, resultando em desenhos de luz e sombra únicos. São quatro peças que utilizam do mesmo material, entretanto cada uma com sua própria identidade.

Eles escolheram o nome Bahu para a marca por significar um rio que corre entre montanhas. Isso reflete a filosofia da dupla, que apesar de atualmente fixar residência em São Paulo, tem como proposta seguir percorrendo novos caminhos.

Para quem tem curiosidade, gosta de design e arte, vale a pena conferir! Além das artes plásticas os artistas atuam também em projetos audiovisuais.

Quer ir? Então anota:
Data: 19/03
Horário: 18h30
Local: Le Pain Le Café (Rua Professor Dias da Rocha, 670 – Meireles)

Confira galeria

Exposição
1/4

Exposição

Cearense cria luminárias artísticas com madeira (FOTO: Divulgação)

Exposição
2/4

Exposição

Cearense cria luminárias artísticas com madeira (FOTO: Divulgação)

Exposição
3/4

Exposição

Cearense cria luminárias artísticas com madeira (FOTO: Divulgação)

Exposição
4/4

Exposição

Cearense cria luminárias artísticas com madeira (FOTO: Divulgação)

Publicidade

Madeira, luz e arte com toque cearense

Por Hayanne Narlla em Minhas dicas

18 de Março de 2016

Cearense cria luminárias artísticas com madeira (FOTO: Divulgação)

Cearense cria luminárias artísticas com madeira (FOTO: Divulgação)

Madeira e luz. O artista plástico cearense Delano Gurgel Queiroz transforma tais matérias-primas em luminárias que são verdadeiras obras de arte. Morando em São Paulo, ele retorna à terra natal para uma exposição, que acontece a partir das 18h30 deste sábado (19), no Le Pain Le Café.

Delano formou um dueto com uma artista plástica paulista, a Giovanna Campo, para produzir a linha ACEZ de luminárias do Bahu, que é composta por quatro luminárias. Baseando-se nas artes plásticas como a principal matriz, a primeira linha de luminárias da dupla surgiu de estudos feitos em madeiras.

Para compor esta linha, baseou-se em um conceito de luminárias sem cúpulas. Em todas as peças, a luz muitas vezes se confunde e se mistura com o objeto, resultando em desenhos de luz e sombra únicos. São quatro peças que utilizam do mesmo material, entretanto cada uma com sua própria identidade.

Eles escolheram o nome Bahu para a marca por significar um rio que corre entre montanhas. Isso reflete a filosofia da dupla, que apesar de atualmente fixar residência em São Paulo, tem como proposta seguir percorrendo novos caminhos.

Para quem tem curiosidade, gosta de design e arte, vale a pena conferir! Além das artes plásticas os artistas atuam também em projetos audiovisuais.

Quer ir? Então anota:
Data: 19/03
Horário: 18h30
Local: Le Pain Le Café (Rua Professor Dias da Rocha, 670 – Meireles)

Confira galeria

Exposição
1/4

Exposição

Cearense cria luminárias artísticas com madeira (FOTO: Divulgação)

Exposição
2/4

Exposição

Cearense cria luminárias artísticas com madeira (FOTO: Divulgação)

Exposição
3/4

Exposição

Cearense cria luminárias artísticas com madeira (FOTO: Divulgação)

Exposição
4/4

Exposição

Cearense cria luminárias artísticas com madeira (FOTO: Divulgação)