UNEP Archives - Blog Verde 
Publicidade

Blog Verde

por Nájila Cabral

UNEP

Brasil assina a campanha Clean Seas

Por Nájila Cabral em Água, Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Preservação

24 de setembro de 2017

    Na semana passada, em 22/09/2017, durante as reuniões paralelas que ocorreram à Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, o Brasil assinou a campanha Clean Seas, da Organização das Nações Unidas (ONU).

     Conforme o Diretor de Meio Ambiente da ONU, Erik Solheim, “o apoio do Brasil a esta campanha é crucial. Isso ressalta o tamanho do problema e a escala da resposta que precisamos ter”. E continuou: “não podemos dar ao luxo de continuar transformando nossos oceanos em um lixo”.

     Segundo a ONU, o anúncio feito pelo Ministro do Meio Ambiente fortalece o compromisso do governo brasileiro em desenvolver um Plano Nacional de Combate à Linha Marinha e apoiar a criação do Santuário de Baleia do Atlântico Sul e outras Áreas Marinhas Protegidas.

      “O plástico tem sido identificado como uma das principais causas de danos ambientais e problemas de saúde. Polui o meio ambiente; mata pássaros, peixes e outros animais que enganam plástico por comida; danos aos destinos turísticos; prejudica as pescarias marítimas e fornece um terreno fértil para os mosquitos da Dengue, Zika e Chikungunya”, afirmou o Ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho.

Fonte: UNEP, 2017.

Publicidade

Fronteiras do PNUMA – saúde ambiental

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

10 de setembro de 2017

    Recentemente, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (sigla em inglês, UNEP) publicou o Relatório Fronteiras do PNUMA – 2016, em que enfatiza a relação crítica entre um ambiente saudável e pessoas saudáveis. Alerta, ainda, sobre como as atividades humanas, muitas vezes, prejudicam a saúde e a capacidade dos ecossistemas, em longo prazo, de suportarem o bem-estar humano.

    Mencionado Relatório fornece exemplos sobre como certas questões podem ser abordadas pela inovação, no sentido de repensar as intervenções políticas ou a adaptação das práticas existentes.

     O Relatório de 2016 aborda as seguintes temáticas: zoonoses (doenças emergentes e ambientes saudáveis), microplásticos (problemas na cadeia alimentar), impactos da mudança climática nos ecossistemas, acumulação de toxinas nas culturas e comércio ilícito de animais vivos.

     Com relação aos microplásticos, nos últimos anos tem-se visto uma crescente presença desses no meio aquático. A comunidade científica está tentando entender o nível de exposição e os impactos fisiológicos de contaminantes microplásticos em vários organismos, bem como seu risco para a saúde humana, por meio do consumo de comida contaminada.

    Aos interessados em ler o Relatório Fronteiras do PNUMA-2016, na íntegra, cliquem aqui. 

Fonte: UNEP

Publicidade

Fórum Político de Alto Nível em Meio Ambiente

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

12 de julho de 2017

   No período de 10 a 19 de julho/2017, acontece em Nova York, o Fórum Político de Alto Nível em Meio Ambiente as Nações Unidas acompanha e  faz a revisão da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável de 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O evento conta com a participação efetiva de todos os Estados Membros das Nações Unidas.

  O tema do evento é “Erradicar a pobreza e promover a prosperidade em um mundo em mudança”. O conjunto de metas a serem revisadas  será o seguinte:  Objetivo 17. Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a Parceria Global para o Desenvolvimento Sustentável. Também serão considerados a cada ano:

 

Objetivo 1. Fim da pobreza em todas as suas formas em todos os lugares
Objetivo 2. Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e promover uma agricultura sustentável
Objetivo 3. Garantir vidas saudáveis ​​e promover o bem-estar para todos em todas as idades
Objetivo 5. Alcançar igualdade de gênero e capacitar todas as mulheres e meninas
Objetivo 9. Construir infraestrutura resiliente, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação

Conforme o parágrafo 84, da Agenda de 2030, os Estados membros decidiram que esse evento seria o local para realizar revisões voluntárias regulares da Agenda 2030, que incluiria países desenvolvidos e em desenvolvimento. Em 2017, 44 países se ofereceram para apresentar suas revisões voluntárias nacionais, inclusive o Brasil.

Aos interessados em ler na íntegra o Relatório Nacional Voluntário sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, cliquem aqui.

Fonte: UNEP, 2017.

 

Publicidade

Lixo marinho – como proceder?

    A Organização das Nações Unidas (ONU) publicou, recentemente, um Relatório com recomendações importantes para que tomadores de decisão procedam o manejo dos resíduos sólidos (lixo) marinho.

   Conforme o Relatório, a prevalência de lixo marinho é o resultado de muitos fatores, que vão desde os padrões de produção e consumo à inadequada gestão de resíduos e às lacunas na regulação de resíduos. Para tanto, exige-se uma resposta global.

marine_litter_UNEP_2016

    Continua o Relatório a informar que os países frequentemente utilizam uma variedade de leis e políticas para prevenir, gerenciar e reduzir a proliferação de lixo marinho. No entanto, muitas dessas abordagens fazem parte dos quadros gerais de reduzir a geração e disseminação de resíduos sólidos, em vez de ser parte de quadros concebidos especificamente para tratar o lixo marinho.

    Assim sendo, importante estabelecer uma abordagem de economia circular para evitar a geração de produtos residuais e, por conseguinte, reduzir a produção global de resíduos marinhos.

   Dentre as recomendações estão:

– Desenvolver e implementar leis para proibir ou diminuir a produção de lixo de uso único (a exemplo de sacos plásticos, garrafas e copos) e outros resíduos que são comumente encontrados em lixo marinho.

– Regular itens não recuperáveis, tais como microesferas plásticas de cuidados e cosméticos pessoais. Estes são impossíveis de remover do ambiente aquático. Deve-se, então, impedir sua introdução no ambiente marinho

– Apoiar os esforços de limpeza do ambiente marinho, inclusive pela adoção de medidas políticas e programas do governo, no sentido de promover iniciativas de educação e sensibilização, e estender a responsabilidade do produtor

Fonte: UNEP, 2016.

Publicidade

Opções de energias sustentáveis

     Recentemente, o programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) publicou um Relatório para auxiliar os tomadores de decisão sobre alternativas a matriz energética, considerando os impactos ambientais oriundos de cada uma das alternativas.

    O Relatório Green Energy Choices: the benefits, risks and trade-offs of low carbon technologies for electricity production (Escolhas de Energia Verde: benefícios, riscos e compensações de tecnologias de baixo impacto para produção de eletricidade) fornece uma comparação global do potencial de mitigação de Gases de Efeito Estufa (GHG) considerando diferentes tecnologias de geração de energia, incluindo hidrelétrica, solar, geotérmica e eólica. Mencionado Relatório examina, também os impactos ambientais e de saúde dessas opções, e suas implicações para utilização dos recursos naturais.

      O Diretor Executivo do UNEP, Achim Steiner, informa que este relatório traz fortes evidências de que a eletricidade gerada a partir de fontes renováveis provoca menos poluição do que a gerada a partir dos combustíveis fósseis. Essa informação é muito importante para a agenda de desenvolvimento e para a busca do cenário que se quer para 2050.

     Acrescenta o Diretor Executivo do UNEP: “Minha esperança é que os tomadores de decisão usem as evidências científicas neste relatório para selecionar  uma combinação sustentável de tecnologias de energias que sejam as mais limpas e mais seguras e mais para as próximas décadas”.

     Aos interessados em ler o Relatório, na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: UNEP

Publicidade

Tolba – contribuição para a governança ambiental global

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

05 de Abril de 2016

    Na semana passada, em 28/03, em Genebra, na Suíca, o mundo perdeu o Dr. Mostafa Tolba, líder visionário que contribuiu significativamente para a governança ambiental global, inclusive promovendo sua filosofia de “desenvolvimento sem destruição”. Suas implicações são claramente refletidas em seus discursos, livros e em programas do PNUMA (UNEP), em muitos campos e em muitos níveis.

    Sob a liderança de Tolba, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (sigla em inglês, UNEP) tornou-se uma organização vital dentro do sistema das Nações Unidas, agindo como catalisador, estimulando governos, empresas, universidades, organizações intergovernamentais e não-governamentais para a ação significativa.

     Entre os muitos destaques da carreira do Dr. Mostafa Tolba, a Convenção de Viena e Protocolo de Montreal se destacam como exemplos de sua liderança inovadora. Segundo a UNEP, amplamente reconhecido como o acordo ambiental multilateral de maior sucesso até hoje, a Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozono e seu Protocolo de Montreal combina ciência, tecnologia, finanças e parcerias para permitir que nações possam eliminar as substâncias que pudessem danificar a camada.

stockolm+10_mostafa_tolba_UNEP

    O atual Diretor Executivo do PNUMA, Achim Steiner disse: “Dr. Tolba foi um pioneiro e “o homem da primeira hora!”. Após a decisão de estabelecer a sede do PNUMA, em Nairobi, no Quênia, o Dr. Tolba juntou-se a Maurice Strong – o primeiro Diretor Executivo do PNUMA – como Vice-Diretor Executivo em 1973. Dois anos mais tarde os Estados membros nomearam Dr. Tolba como Diretor Executivo; uma posição que ocupou por 17 anos. Durante este período Dr. Tolba desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento da agenda ambiental global e que continua a ser a base para a governança ambiental e da diplomacia ambiental até os dias de hoje”

executivos_UNEP

         Líderes como Dr. Tolba são raros, únicos, singulares. Seu legado permanecerá. Agradecemos infinitamente por toda sua contribuição, que se iniciou em 1972, quando liderou a delegação do seu país de origem, Egito, para a Conferência de Estocolmo sobre o Ambiente Humano, começando, assim, um compromisso de vida para as questões ambientais.

Fonte: UNEP

Publicidade

Relatório da ONU identifica inovações para o Investimento em Desenvolvimento Sustentável

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

26 de Janeiro de 2015

     O relatório divulgado pelo Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP), da ONU, identificou inovações críticas no sistema financeiro global dos EUA de mais de 300 trilhões de dólares, que poderiam ajudar a fechar as lacunas de investimento do desenvolvimento sustentável. O relatório foi lançado, na semana passada, durante no Fórum Econômico Mundial, em Davos – uma vez que este ano de 2015 promete ser um ano importante para o desenvolvimento sustentável.

    Na sequência da crise financeira, o foco é: como o sistema financeiro pode cumprir o seu propósito primordial de servir à saúde da economia global em longo prazo. Este Relatório, intitulado Pathways to Scale, é o terceiro relatório do UNEP, dentro do programa de sistema financeiro sustentável, e traz em seu bojo o trabalho desenvolvido em 12 países e por setores críticos como o setor bancário, de seguros, de investimentos e de valores mobiliários. Um dos principais problemas é que os mercados financeiros ainda não “precificaram”, efetivamente, os recursos ambientais, com o consequente resultado que o valor dos estoques do capital natural (tais como ar puro, solos produtivos e água abundante) está caindo em 116 dos 140 países em todo o mundo.

Fonte: UNEP.

Publicidade

Resoluções Mundiais sobre Meio Ambiente

     No período de 23 a 27 de junho, em Nairobi, no Kenya, houve a Primeira Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em que estiveram presentes 1065 participantes, 113 Ministros, oriundos de 163 países membros.

    Foram aprovadas 16 resoluções, tratando das seguintes temáticas: reestruturação do GEF (Global Environment Facility), reforço do papel do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUMA, ou sigla em inglês – UNEP) em promoção da qualidade do ar, relação entre o Programa e Meio Ambiente das Nações Unidas e os acordos ambientais multilaterais, interface ciência-política do Sistema de Monitoramento Ambiental Global (ênfase Água), implementação do Princípio 10 da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento; comércio ilegal de animais selvagens, bem como abordagens, modelos e ferramentas para atingir sustentabilidade ambiental no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza.

Fonte: UNEP/EA.1/L3 (25/06/2014)

Publicidade

Primeiro Encontro do Comitê Aberto de Representantes Permanentes (OECPR) para o Programa Ambiental da ONU

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

27 de Março de 2014

    No período de 24 a 28 de março, em Nairobi, no Kenya, acontece o Primeiro Encontro do Comitê Aberto de Representantes Permanentes (OECPR) para o Programa Ambiental da ONU.

     O representante permanente do Brasil, o Diplomata Antonio Otávio Sá Ricarte, juntamente com os demais delegados (ao todo 293 participantes de 95 países), discutem, dentre outras temáticas, os avanços na implementação do Programa de Trabalho (POW) de 2012-2013, bem como os orçamentos dos programas de trabalho para 2014-2015 e 2016-2017, que devem ser o resultado final da agenda de trabalho deste evento.

Fonte: UNEP

Publicidade

Fórum de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e do Caribe

    Termina hoje, 14 de março, o 19º Encontro do Fórum de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e do Caribe, que iniciou em 11 de março, na cidade de Los Cabos, no México.

     O Encontro reuniu ministros de meio ambiente de 31 diferentes países da América Latina e do Caribe, contando com a presença de especialistas como Rajendra Pachauri, Presidente do IPCC e Achim Steiner, Sub-Secretário Geral da ONU e Diretor do UNEP.

     O Fórum de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e do Caribe foi criado em 1985 em resposta à necessidade de confrontar os crescentes níveis de pobreza e as preocupações sociais e ambientais. Mencionado fórum é o espaço que concede às autoridades regionais de meio ambiente oportunidade para refletir sobre os desafios das agendas ambientais, em níveis global e regional.

     As discussões deste Encontro do Fórum trazem as preocupações com as mudanças climáticas e suas consequências para os ambientes, em nível global. A preocupação diz respeito às últimas informações do IPCC que apontam um possível aumento de temperatura de mais de 4,8º C para o final deste século XXI e uma possível elevação do nível do mar entre 26 a 82 centímetros. Os desafios destes cenários são maiores para as os pequenos estados insulares.

    Aliás, este ano, 2014, é o ano Internacional dos Pequenos Estados Insulares e a UNEP resolveu dedicar o Dia Mundial do Meio Ambiente 2014 ao desenvolvimento sustentável dos Pequenos Estados Insulares e os desafios ambientais que eles enfrentam.

Fonte: UNEP

Publicidade

Fórum de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e do Caribe

    Termina hoje, 14 de março, o 19º Encontro do Fórum de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e do Caribe, que iniciou em 11 de março, na cidade de Los Cabos, no México.

     O Encontro reuniu ministros de meio ambiente de 31 diferentes países da América Latina e do Caribe, contando com a presença de especialistas como Rajendra Pachauri, Presidente do IPCC e Achim Steiner, Sub-Secretário Geral da ONU e Diretor do UNEP.

     O Fórum de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e do Caribe foi criado em 1985 em resposta à necessidade de confrontar os crescentes níveis de pobreza e as preocupações sociais e ambientais. Mencionado fórum é o espaço que concede às autoridades regionais de meio ambiente oportunidade para refletir sobre os desafios das agendas ambientais, em níveis global e regional.

     As discussões deste Encontro do Fórum trazem as preocupações com as mudanças climáticas e suas consequências para os ambientes, em nível global. A preocupação diz respeito às últimas informações do IPCC que apontam um possível aumento de temperatura de mais de 4,8º C para o final deste século XXI e uma possível elevação do nível do mar entre 26 a 82 centímetros. Os desafios destes cenários são maiores para as os pequenos estados insulares.

    Aliás, este ano, 2014, é o ano Internacional dos Pequenos Estados Insulares e a UNEP resolveu dedicar o Dia Mundial do Meio Ambiente 2014 ao desenvolvimento sustentável dos Pequenos Estados Insulares e os desafios ambientais que eles enfrentam.

Fonte: UNEP