saúde ambiental Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

saúde ambiental

Fronteiras do PNUMA – saúde ambiental

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

10 de setembro de 2017

    Recentemente, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (sigla em inglês, UNEP) publicou o Relatório Fronteiras do PNUMA – 2016, em que enfatiza a relação crítica entre um ambiente saudável e pessoas saudáveis. Alerta, ainda, sobre como as atividades humanas, muitas vezes, prejudicam a saúde e a capacidade dos ecossistemas, em longo prazo, de suportarem o bem-estar humano.

    Mencionado Relatório fornece exemplos sobre como certas questões podem ser abordadas pela inovação, no sentido de repensar as intervenções políticas ou a adaptação das práticas existentes.

     O Relatório de 2016 aborda as seguintes temáticas: zoonoses (doenças emergentes e ambientes saudáveis), microplásticos (problemas na cadeia alimentar), impactos da mudança climática nos ecossistemas, acumulação de toxinas nas culturas e comércio ilícito de animais vivos.

     Com relação aos microplásticos, nos últimos anos tem-se visto uma crescente presença desses no meio aquático. A comunidade científica está tentando entender o nível de exposição e os impactos fisiológicos de contaminantes microplásticos em vários organismos, bem como seu risco para a saúde humana, por meio do consumo de comida contaminada.

    Aos interessados em ler o Relatório Fronteiras do PNUMA-2016, na íntegra, cliquem aqui. 

Fonte: UNEP

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Poluição e Saúde

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente, Saúde Ambiental

04 de agosto de 2017

     As ações antrópicas podem causar poluição, o que significa dizer que determinadas substâncias estão acima de um padrão de qualidade preestabelecido por normas. E as diferentes formas de poluição afetam diretamente a qualidade ambiental e, consequentemente, a qualidade de vida dos cidadãos.

    É necessário um esforço conjunto entre a sociedade e os governos, em seus diferentes níveis, para que o meio ambiente esteja continuamente dentro dos padrões de qualidade ambiental requerido para o território, padrões estes que garantem que a exposição das potenciais substâncias tóxicas às pessoas não terão efeitos adversos ou maléficos à saúde.

    As Nações Unidas convidam todos os cidadãos a exercerem seu papel proativo nesse esforço, na tentativa de superarmos a poluição, considerando desde a minimização dos desperdícios, passando pela racionalização do uso dos recursos naturais e, também, no necessário tratamento de resíduos e recuperação dos recursos ambientais.

    A Figura tem algumas informações interessantes sobre os custos sociais, econômicos e ambientais dos diferentes tipos de poluição (do ar, da água e do solo).

Fonte: UN, 2017

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Zika: relação entre saúde e meio ambiente

     Existem várias doenças que podem estar relacionadas à poluição e à degradação ambiental, como o câncer de pele, o câncer de pulmão, o envenenamento por chumbo e mercúrio, a Malária, o Ebola e o Zika.

    Este alerta foi pronunciado na manhã de ontem (dia 09/03), pelo Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente (sigla em inglês, UNEP), Sr. Achim Steiner, para delegados internacionais da Comissão de Representantes Permanentes (sigla em inglês, CPR), sublinhando as relações entre saúde e meio ambiente e reforçando a necessidade de ação internacional de profundo impacto positivo.

    Conforme Steiner “a propagação do Zika, assim como aconteceu com o Ebola, enviou um forte sinal à comunidade internacional que há necessidade de maior atenção para a correlação entre meio ambiente e saúde”. Prosseguiu: “Há uma consciência crescente de que os seres humanos, através da sua intervenção no meio ambiente, desempenham um papel vital no agravamento ou na mitigação dos riscos para a saúde”.

    O Secretário Executivo também citou dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), que afirma que 23% de todas as mortes prematuras em todo o mundo podem ser atribuídas a fatores ambientais. Entre crianças, esse número sobe para 36%. Os dados da OMS indicam, ainda, que sete milhões de pessoas morrem, todos os anos, por causa da exposição à poluição do ar, causada pela geração de energia, por fogões, pelos transportes, por fornos industriais, incêndios e outras causas.

Fonte: UNEP

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Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e agenda pós-2015

Dando continuidade aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, “Assegurar vidas saudáveis e promover bem-estar para todos em todas as idades” é o terceiro. Mencionado ODS envolve a área da saúde e complementa as metas acordadas para os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM), cujos prazos se encerram este ano – 2015.

    Dentre as metas do ODS 3, estão:

– reduzir a taxa de mortalidade infantil abaixo de 70/1000 nascidos vivos;

– Acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose e malária; bem como combater a hepatite e as doenças de veiculação hídrica;

– reduzir em 1/3 a mortalidade dos prematuros;

– reforçar a prevenção e o tratamento de substâncias abusivas, incluindo as drogas e o uso abusivo do álcool;

– reduzir substancialmente as mortes causadas por poluição do ar, da água e por contaminação do solo.

     Considerando o pressuposto que pessoas informadas são cidadãos cônscios de seus direitos e deveres, o ODS 4 tem como desafio “Assegurar educação inclusiva e de qualidade para todos e promover uma vida de aprendizagem”.

     Para alcançar este objetivo, dentre as metas estão:

– assegurar que todos os meninos e meninas terminem a educação primária e secundária;

– assegurar que meninos e meninas tenham acesso ao desenvolvimento infantil de qualidade, o mais cedo possível, à educação e cuidado pré-primário;

– eliminar as desigualdades de gênero na educação e assegurar acesso igual a todos os níveis de educação.

Fonte: UNEP.

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Consulta pública – Programa Brasileiro de Eliminação de Hidrofluorcabonos

      O Ministério do Meio Ambiente segue com a consulta pública para receber as contribuições da sociedade civil a respeito do documento concernente à segunda etapa do Programa Brasileiro de Eliminação dos Hidroclorofluorcabonos (HCFC).

      A partir da data de publicação da consulta pública em Diário Oficial, que ocorreu em 14/05, os cidadãos têm 30 dias, portanto, até hoje dia 12/06/2015

     O objetivo da consulta pública é definir ações que devem ser executadas de 2016 a 2020. A meta até 2020 é reduzir em 35% do consumo considerando a linha de base. A primeira etapa consistiu em reduzir o consumo de HFC em 16,6% até 2015.

     Após a consulta pública, o documento será submetido ao Comitê Executivo do Fundo Multilateral para a implementação do protocolo de Montreal.

Os interessados em participar, cliquem aqui.

Convite feito. Participem!

Fonte: MMA

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Saúde e os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio

   A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou esta semana últimos dados, atualizados, com relação aos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, que tem relação direta com a saúde.

     A Declaração do Milênio das Nações Unidas, assinada em setembro de 2000, traz oito Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) e devem ser alcançados até 2015.

    Alguns avanços já são visíveis. No mundo, o número de morte de crianças abaixo de cinco anos caiu de 12,7 milhões em 1990 para 6,3 milhões em 2013. Em países em desenvolvimento, a percentagem de crianças menores que cinco anos abaixo do peso caiu de 28% em 1990 para 17% em 2013.

     Mas muito ainda há por fazer. Enquanto alguns países tiveram ganhos expressivos no alcance de suas metas relacionadas à saúde, outras falharam. Os países que fizeram menor progresso com relação ao alcance das metas dos ODM são aqueles que são afetados por elevados níveis de HIV/AIDS, que apresentam dificuldades econômicas ou, ainda, conflitos internos.

      Os dados apresentados pela OMS são de 2013, portanto referem-se a resultados parciais. Até o fim deste ano, os países devem apresentar seus resultados finais.

Fonte: OMS

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Radiação de Fukushima chegou ao Canadá

     Pesquisadores canadenses da Universidade de Victoria detectaram, na Costa do Pacífico, radiação procedente da usina nuclear de Fukushima, sendo esta a primeira vez que se registrou radioatividade no continente norte americano.

    Foram registrados baixos níveis dos isótopos Césio 134 e Césio 137 na localidade de Ucluelet. As amostras foram recolhidas em fevereiro/2015, sendo que os níveis de radiação não são perigosos nem para o meio ambiente nem para saúde dos habitantes da ilha de Vancouver.

    Essa descoberta comprova a previsão feita por pesquisadores sobre a chegada da radiação, em 2015, à costa norte americana, considerando a distância que separa a costa do Pacífico do local da usina nuclear, mais de 7.600 km.

Fonte: Ecosítio

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Vacinação contra sarampo no Ceará

A Secretaria da Saúde do Estado do Ceará vai hoje, sábado, 28/03, realizar o dia D de mobilização da vacinação contra o sarampo nos municípios de Fortaleza e Caucaia.

Das 8 às 17 horas, crianças a partir de seis meses, adolescentes e também jovens com até 29 anos de idade devem procurar postos de saúde para vacinação.

Para ver a relação dos postos de vacinação em Fortaleza e Caucaia, cliquem aqui.

  Lembrar que o sarampo é uma doença grave, altamente transmissível de pessoa a pessoa através de secreções ao falar, tossir e respirar. Provoca pneumonia, problemas na visão e nos ouvidos e pode, inclusive, matar.

 Convite feito à sociedade! A vacina é a única forma de se proteger do sarampo.

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80% dos esgotos, no mundo, são lançados sem tratamento

    No último Relatório divulgado no começo de fevereiro/2015, a Organização Mundial da Saúde (WHO, sigla em inglês), alerta que apenas 20% dos esgotos, no mundo, são lançados no meio ambiente, com tratamento adequado.

esgoto_WHO_onu_2015

Fonte: WHO, 2015

    Mencionado Relatório alerta que essa forma inadequada de lançamento de esgoto pode provocar a contaminação de mananciais de água, provocando doenças. A OMS encoraja, portanto, governos locais e nacionais e olharem para a temática “tratamento de esgoto” como um recurso extremamente valioso, sendo este tema um dos prioritários para a agenda de desenvolvimento pós-2015.

    O relatório menciona ainda que a população urbana, no mundo, deve duplicar nas próximas quatro décadas e que os países tem demonstrado ter reduzida capacidade, cerca de 8%, de tratar eficientemente os esgotos que serão produzidos.

     Michel Jarraud, Presidente da UN-Water, comentou: “o esgoto tem sido bastante discutido na Agenda de Desenvolvimento pós-2015. Os países reconhecem que o desenvolvimento econômico e sustentável deve incorporar os recursos hídricos, o esgoto e a qualidade da água. Esse relatório contribui para as discussões futuras e deve auxiliar os tomadores de decisão”.

   O título do relatório é “Wastewater Management, a UN-Water Analytical Brief”. Aos interessados em ler na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: WHO

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O Protocolo de Montreal e a diminuição do risco de câncer de pele

    O Relatório divulgado ontem, intitulado Efeitos ambientais da redução do ozônio e suas interações coma as Mudanças Climáticas (Environmental effects of ozone depletion and its interaction with climate change), traz uma importante notícia para todos: a ameaça do aumento do risco de câncer de pele tem sido evitado devido ao sucesso do Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio, no controle da destruição do ozônio

    Mencionado relatório foi produzido pelo Painel de Avaliação dos Efeitos Ambientais (EEAP) do Protocolo de Montreal, na sequência da sua última avaliação quadrienal, tendo sido publicado em 16/01/2015.

     Escrito por mais de 40 cientistas de todo o mundo, o Relatório fornece as principais conclusões sobre saúde e meio ambiente desde a última avaliação completa realizada em 2010. O Relatório destaca as mudanças na radiação ultravioleta (UV) que ocorreram como resultado da redução do ozônio e outras mudanças ambientais.

   Segundo o Relatório, até 2 milhões de casos de câncer de pele serão evitados a cada ano até 2030, graças ao sucesso da implementação do Protocolo de Montreal e suas emendas.

    Notícias como estas trazem esperança de que as políticas públicas quando efetivamente implementadas têm consequências positivas. Estamos em um momento ímpar em que tomadores de decisão devem ficar atentos às mudanças climáticas, sendo importante introduzir nas políticas públicas locais, regionais e nacionais os elementos favoráveis à adaptação às mudanças climáticas e à mitigação de seus efeitos.

    Aos que se interessam em ter acesso ao Relatório Environmental effects of ozone depletion and its interaction with climate change na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: UNEP

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O Protocolo de Montreal e a diminuição do risco de câncer de pele

    O Relatório divulgado ontem, intitulado Efeitos ambientais da redução do ozônio e suas interações coma as Mudanças Climáticas (Environmental effects of ozone depletion and its interaction with climate change), traz uma importante notícia para todos: a ameaça do aumento do risco de câncer de pele tem sido evitado devido ao sucesso do Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio, no controle da destruição do ozônio

    Mencionado relatório foi produzido pelo Painel de Avaliação dos Efeitos Ambientais (EEAP) do Protocolo de Montreal, na sequência da sua última avaliação quadrienal, tendo sido publicado em 16/01/2015.

     Escrito por mais de 40 cientistas de todo o mundo, o Relatório fornece as principais conclusões sobre saúde e meio ambiente desde a última avaliação completa realizada em 2010. O Relatório destaca as mudanças na radiação ultravioleta (UV) que ocorreram como resultado da redução do ozônio e outras mudanças ambientais.

   Segundo o Relatório, até 2 milhões de casos de câncer de pele serão evitados a cada ano até 2030, graças ao sucesso da implementação do Protocolo de Montreal e suas emendas.

    Notícias como estas trazem esperança de que as políticas públicas quando efetivamente implementadas têm consequências positivas. Estamos em um momento ímpar em que tomadores de decisão devem ficar atentos às mudanças climáticas, sendo importante introduzir nas políticas públicas locais, regionais e nacionais os elementos favoráveis à adaptação às mudanças climáticas e à mitigação de seus efeitos.

    Aos que se interessam em ter acesso ao Relatório Environmental effects of ozone depletion and its interaction with climate change na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: UNEP