planejamento ambiental Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

planejamento ambiental

Desafios de Urbanismo e Meio Ambiente para o Brasil

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Urbanismo

24 de Janeiro de 2017

 … No final do ano passado, a III HABITAT (United Nations Conference on Housing and Sustainable Urban Development) aconteceu em Quito, Equador, de 17 a 20 de outubro, momento em que foi discutida uma Nova Agenda Urbana.

 … Os países enviaram seus Relatórios Nacionais para que pudesse ser construída essa Nova Agenda Urbana, considerando a situação atual, as lacunas e os desafios necessários a serem enfrentados com relação à habitação e desenvolvimento urbano sustentável.

     Conforme o Relatório Nacional do Brasil, publicado pelo IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, em 2016, os maiores desafios ambientais das cidades brasileiras incluem:

– Problema de ocupações em áreas de risco ambiental;

– Coleta e tratamento de todos os esgotos produzidos;

– Gestão inadequada de resíduos sólidos, desde a não-geração, passando pela redução, reutilização, reciclagem, tratamento de resíduos sólidos e disposição final;

– Implementação de sistemas completos de drenagem urbana;

– Controle das emissões locais associadas principalmente ao tráfego de veículos automotores.

            O Relatório também aponta para a necessidade urgente de revisão e implementação de Planos Diretores Municipais, em consonância com o Zoneamento Ecológico-Econômico como plataforma de planejamento, na medida em que estes permitem a visão ecossistêmica do território urbano.

            Mais adiante, o Relatório traz quatro significativas temáticas para serem incorporadas nesse novo desenho urbano, a saber:

– redirecionamento da agenda urbana considerando as mudanças climáticas;

– redução do risco de desastres; por meio da consideração das vulnerabilidades territoriais frente aos eventos extremos;

– redução dos congestionamentos no tráfego; inserindo diferentes modais no planejamento do traçado viário, dentre outras estratégias; e

– preocupação com a poluição do ar, notadamente em virtude dos estudos recentes que correlacionam diversas morbidades e um número significativo de mortes à poluição do ar.

     Cidades diferentes possuem características e peculiaridades diferentes. Isso é algo imprescindível a ser considerado no planejamento com o viés da Nova Agenda Urbana. Mas, algo em comum, deve ser o ponto convergente: as cidades devem cumprir seu papel social e devem possibilitar o bem-estar a todos os seus cidadãos, para que sejam cidades seguras, inclusivas, resilientes e sustentáveis.

Fonte: Relatório Nacional do Brasil para Habitat III, 2016 – IPEA.

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Gerenciamento Costeiro e Planejamento Espacial Marinho

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

23 de outubro de 2014

No período de 3 a 7 de novembro, em Brasília, deve acontecer a Jornada de Gerenciamento Costeiro e Planejamento Espacial Marinho, promovida pelo Departamento de Zoneamento Territorial, do MMA.

   São vários eventos, a saber:

– III Seminário Internacional Projeto SMC – Brasil, no dia 03 de novembro. O objetivo é promover a difusão dos resultados e aprendizados do Projeto SMC-Brasil, no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica entre o Brasil e a Espanha, que se encerra em 2014. O público alvo são gestores federais, estaduais e municipais; representantes da Academia, do Legislativo e do Ministério Público; representantes da sociedade civil e do setor privado, além de organizações ambientalistas, com interesse e atuação no tema.

– Seminário Nacional de Gerenciamento Costeiro, no dia 04 de novembro. O objetivo é promover a troca de experiências entre os responsáveis pelo gerenciamento costeiro nos estados e a coordenação nacional, de modo a orientar as ações nos próximos anos. O público alvo são os coordenadores e as equipes estaduais do Gerenciamento Costeiro; e equipes das Superintendências Regionais do Patrimônio da União (SPU).

– 50ª Sessão ordinária do Grupo de Integração do Gerenciamento Costeiro (Gi-Gerco), no dia 05 de novembro. Tem por o objetivo de promover uma reflexão sobre a implementação do Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro e principalmente apontar caminhos a seguir e desafios a superar. Público alvo: Membros do Grupo de Integração do Gerenciamento Costeiro; representantes das coordenações estaduais de Gerenciamento Costeiro.

– Seminário Internacional: Planejamento Integrado do espaço marinho, que acontece nos dias 06 e 07 de novembro. Público alvo: setores atuantes na zona costeira;gestores e técnicos federais, estaduais e municipais; representantes da Academia, do Legislativo e do Ministério Público; representantes da sociedade civil, além de organizações ambientalistas, com interesse e atuação no tema.

    Para saber mais, cliquem aqui.

Fonte: MMA.

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Curso gratuito sobre Política e Plano Municipal de Saneamento Básico

    Inicia-se hoje, em Fortaleza/CE e em Bauru -SP, cursos gratuitos oferecidos pela FUNASA em conjunto com a ASSEMAE,  sobre Política e Plano Municipal de Saneamento Básico.

    O curso segue até dia 21 de junho. Agendem-se, caríssimos gestores municipais, respectivos secretários municipais e técnicos. Vejam que oportunidade ímpar.

 Curso Política e Plano Municipal de Saneamento Básico

data

local

local

17 a 21 jun Fortaleza (CE) Bauru (SP)

 

 

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Plano Nacional sobre Mudança do Clima

     Conforme notícia de Lucas Tolentino, do MMA, a primeira versão da revisão do Plano Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) deve ser apresentada em julho. A previsão é que, em dois meses, o Ministério do Meio Ambiente coloque o documento para consulta pública, com o objetivo de viabilizar a participação pública (sociedade civil e demais interessados).

    O Plano Nacional sobre Mudança do Clima foi apresentado em 2008 e tem o objetivo de incentivar medidas de mitigação no Brasil e contribuir com o esforço mundial na redução das emissões de gases de efeito estufa. Atualmente, o documento é dividido em quatro partes: oportunidades; pesquisa e desenvolvimento; educação, capacitação e comunicação; e impactos, vulnerabilidades e adaptação.

    Aos interessados em ler o resumo executivo do Plano Nacional de Mudanças Climáticas, cliquem aqui.

Fonte: MMA

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Zoneamento Geoambiental do Ceará

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Desertificação, Meio Ambiente, Semiárido

05 de Março de 2013

     Conforme noticia o site da FUNCEME, o Zoneamento Geoambiental é um instrumento técnico voltado para o planejamento ambiental, proporcionando parâmetros e referências para uma reavaliação permanente do processo de planejamento, principalmente dos setores agrícola, mineral, dentre outros.

    O zoneamento ambiental possibilita o estudo das restrições e suscetibilidades impostas pelo meio ambiente para um determinado espaço considerando todas as atividades potenciais a serem implementadas naquele sítio.

     Continua FUNCEME a afirmar que com base em estudos realizados através de levantamentos setoriais e/ou integrado dos recursos naturais e do meio ambiente, utilizando técnicas de sensoriamento remoto aéreo e orbital e geoprocessamento, adotam-se procedimentos metodológicos capazes de conduzir à delimitação de unidades geoambientais, em consonância com proposições geossistêmicas.

     Além de serem dimensionadas as unidades geoambientais, incluem-se os municípios que nelas se enquadram, discriminando seu potencial e limitações de uso dos recursos naturais; as condições ecodinâmicas e a vulnerabilidade, como também o uso compatível visando sua sustentabilidade. Nesse contexto, a Funceme desenvolveu, no estado do Ceará, trabalhos em escalas regional, estadual e municipal.

    Para mais informações, cliquem aqui.

Fonte: FUNCEME

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Zoneamento Geoambiental do Ceará

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Desertificação, Meio Ambiente, Semiárido

05 de Março de 2013

     Conforme noticia o site da FUNCEME, o Zoneamento Geoambiental é um instrumento técnico voltado para o planejamento ambiental, proporcionando parâmetros e referências para uma reavaliação permanente do processo de planejamento, principalmente dos setores agrícola, mineral, dentre outros.

    O zoneamento ambiental possibilita o estudo das restrições e suscetibilidades impostas pelo meio ambiente para um determinado espaço considerando todas as atividades potenciais a serem implementadas naquele sítio.

     Continua FUNCEME a afirmar que com base em estudos realizados através de levantamentos setoriais e/ou integrado dos recursos naturais e do meio ambiente, utilizando técnicas de sensoriamento remoto aéreo e orbital e geoprocessamento, adotam-se procedimentos metodológicos capazes de conduzir à delimitação de unidades geoambientais, em consonância com proposições geossistêmicas.

     Além de serem dimensionadas as unidades geoambientais, incluem-se os municípios que nelas se enquadram, discriminando seu potencial e limitações de uso dos recursos naturais; as condições ecodinâmicas e a vulnerabilidade, como também o uso compatível visando sua sustentabilidade. Nesse contexto, a Funceme desenvolveu, no estado do Ceará, trabalhos em escalas regional, estadual e municipal.

    Para mais informações, cliquem aqui.

Fonte: FUNCEME