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Blog Verde

por Nájila Cabral

monitoramento

Ações de fiscalização: IBAMA-CE

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Impacto Ambiental, Meio Ambiente

20 de dezembro de 2018

     Estamos quase finalizando o ano de 2018. Muitas coisas aconteceram nesse ano que auxiliaram na promoção do desenvolvimento sustentável, permitindo o crescimento econômico com a devida manutenção da qualidade ambiental.

    Ações de proteção ambiental e de fiscalização são importantes e devem ser realizadas por órgãos que possuem a atribuição e a competência para tal. Dentre as ações de fiscalização estão aquelas desenvolvidas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), órgão federal com o objetivo de executar a política ambiental.

    Nessas últimas semanas, foram deflagradas algumas operações, a exemplo da Operação Oito Furos, que embargou cinco Planos de Manejo Florestais Sustentáveis, que estavam extraindo lenha da caatinga de maneira fraudulenta, diagnosticada por meio do monitoramento dos analistas do IBAMA junto ao Documento de Origem Florestal (DOF).

     Conforme o Superintendente do IBAMA, no Ceará, Dr. Herbert Lobo, a movimentação total detectada corresponde a 800 caminhões de lenha, o que corresponde a cerca de pouco mais de quinhentos mil reais. Acrescentou o Superintendente: “os planos de manejo são imprescindíveis. Os produtos de origem florestal têm importância para nossa economia, inclusive como fonte de energia através da biomassa. No entanto, essa produção precisa ser regularizada, sob pena de se cometer crimes ambientais”.

     Outra operação deflagrada nos Estados do Ceará e do Rio Grande do Norte, denominada Serra das Almas 2, com o apoio da Polícia Ambiental do Ceará, apreendeu 540 animais. Para o superintendente do IBAMA no Ceará, Dr. Herbert Lobo, mesmo com a forte atuação das instituições ambientais, a exemplo do IBAMA, os crimes contra fauna ainda acontecem em larga escala no Estado.

      Segundo o Superintendente “a apanha, a caça e o cativeiro ilegal são alguns dos principais crimes contra o meio ambiente no Estado”. Acrescenta que “é fundamental que a população se conscientize e nos ajude denunciando, principalmente caçadores e traficantes de animais silvestres”, concluiu.

      O IBAMA também apreendeu, essa semana, 4,2 toneladas de pescado em operação de monitoramento do defeso da lagosta realizada desde o início do mês em cinco estados, a saber: Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Além de espécies como lagosta, polvo, pargo, guaiamum e atum, os agentes ambientais recolheram 520 tonéis de ferro conhecidos como marambaia, 7 tarrafas, 1 espinhel de fundo e 3 compressores para mergulho. O uso de marambaias, instrumentos de captura que simulam abrigos, é vedado pela Instrução Normativa (IN) do Ibama n° 170/2008 (cuja norma anterior era a IN n° 138/2006). Essa norma proíbe a pesca de lagosta por mergulho e com rede de espera do tipo caçoeira, que também foram encontradas e apreendidas durante as ações de fiscalização.

     Fiquemos atentos enquanto cidadãos aos usos ilegais de nossos recursos florestais e faunísticos. Enquanto agentes econômicos, inseridos em uma mesma casa, a qual denominamos de Terra, sejamos prudentes no uso dos recursos naturais, considerando sua capacidade de suporte e sempre nos lembrando que precisamos ser responsáveis para permitirmos a vida nesse Planeta às futuras gerações. Além, é claro, de seguirmos normas e leis de proteção ambiental; pois se estas existem, devem ser cumpridas, com vistas ao bem comum.

Fonte: IBAMA, 2018.

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Biomas brasileiros – programa de monitoramento

            A proteção da biodiversidade e dos recursos naturais se constitui em uma importante estratégia, a ser adotadas por países que almejam seguir o modelo de desenvolvimento sustentável.

            O Brasil possui importantes biomas que necessitam ser protegidos e que recaiam sobre eles medidas de prevenção e controle a possíveis perdas líquidas de sua diversidade biológica.

            Em 2015, por meio da Portaria n.365, de 27/11/2015, foi estabelecida a Estratégia do Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros, com o objetivo de mapear e monitorar o desmatamento, avaliar a cobertura vegetal e o uso/cobertura da terra e sua dinâmica, as queimadas, a extração seletiva de madeira e a recuperação da vegetação.

            Conforme o que está disposto no documento do Ministério do Meio Ambiente (MMA), os mapeamentos e monitoramentos gerados por esse Programa devem permitir o acompanhamento do desempenho das políticas públicas orientadas ao atingimento da meta de redução das emissões totais de gases de efeito estufa de 37% até 2025, e de 43% até 2030.

            Assim, essa estratégia vem ao encontro dos compromissos assinados pelo Brasil junto à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), enquanto contribuição brasileira nos esforços de mitigação global, denominada Pretendida Contribuição Nacionalmente Determinada (em inglês, Intended Nationally Determined Contribution).

            Aos interessados em ler o documento, na íntegra, cliquem aqui. 

 

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Poluição Atmosférica e qualidade do ar

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

21 de outubro de 2012

     O Laboratório de Energias Renováveis e Conforto Ambiental, coordenado pelo Prof. Adeildo Silva, recebe dia 24/10 para proferir palestra no Instituto Federal do Ceará (IFCE) Campus Fortaleza, o Professor Carlos Pedro Ferreira, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, de Portugal.

Foto: Arquivo pessoal

    A palestra intitulada Poluição Atmosférica e qualidade do ar: monitoramento, modelação e controle deve ampliar o debate a respeito da relevância dos sistemas de caracterização da emissão de poluentes atmosféricos na indústria e em edifícios, no controle dos níveis de qualidade do ar no contexto global.

    O prof. Carlos Ferreira é Engenheiro do Ambiente formado pela Universidade de Aveiro (Portugal), Diretor Operacional da SondarLab Laboratórios da Qualidade do Ar, e Formador do Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) na vertente RSECE-QAI.

     Os interessados em participar devem enviar e-mail para ricardo.teles@ua.pt, até 23/10. É necessário fazer inscrição. O local da palestra é Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, Avenida Treze de Maio, 2081; na sala 3717: Pós-graduação Mestrado em Gestão e Tecnologia Ambiental. Horário: Quarta-feira, 24 de Outubro, das 14:00h às 16:00h.

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Poluição Atmosférica e qualidade do ar

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

21 de outubro de 2012

     O Laboratório de Energias Renováveis e Conforto Ambiental, coordenado pelo Prof. Adeildo Silva, recebe dia 24/10 para proferir palestra no Instituto Federal do Ceará (IFCE) Campus Fortaleza, o Professor Carlos Pedro Ferreira, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, de Portugal.

Foto: Arquivo pessoal

    A palestra intitulada Poluição Atmosférica e qualidade do ar: monitoramento, modelação e controle deve ampliar o debate a respeito da relevância dos sistemas de caracterização da emissão de poluentes atmosféricos na indústria e em edifícios, no controle dos níveis de qualidade do ar no contexto global.

    O prof. Carlos Ferreira é Engenheiro do Ambiente formado pela Universidade de Aveiro (Portugal), Diretor Operacional da SondarLab Laboratórios da Qualidade do Ar, e Formador do Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) na vertente RSECE-QAI.

     Os interessados em participar devem enviar e-mail para ricardo.teles@ua.pt, até 23/10. É necessário fazer inscrição. O local da palestra é Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, Avenida Treze de Maio, 2081; na sala 3717: Pós-graduação Mestrado em Gestão e Tecnologia Ambiental. Horário: Quarta-feira, 24 de Outubro, das 14:00h às 16:00h.