energias renováveis Archives - Blog Verde 
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por Nájila Cabral

energias renováveis

Fomento à pesquisa na área de energias renováveis, eficiência energética, recursos hídricos e tratamento da poluição – Chamada CNPq/BRICS 2017

Por Nájila Cabral em Água, Conservação da Natureza, Meio Ambiente

29 de novembro de 2017

     A Chamada no 2 do CNPq/MCTIC/BRICS-STI Nº 29/2017 deve apoiar projetos conjuntos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I) que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do País, no âmbito da cooperação CNPq/BRICS-STI.

     Os interessados devem apresentar propostas nos termos estabelecidos no edital nas seguintes áreas temáticas:

– Recursos hídricos e tratamento da poluição;

– Energias novas e renováveis e eficiência energética;

– Biotecnologia e biomedicina, incluindo saúde humana e neurociências;

– Tecnologias de informação e computação de alta performance;

 – Ciências dos materiais incluindo nanotecnologia

– Prevenção e Monitoramento de Desastres Naturais.

     São objetivos desta Chamada:

– consolidar a cooperação científica e tecnológica entre o Brasil e os demais países integrantes do BRICS para alcançar resultados técnicos e científicos de nível mundial;

 apoiar o desenvolvimento de projetos conjuntos de investigação realizados por grupos de pesquisa dos países participantes que contribuam para melhoria da qualidade de vida das respectivas sociedades;

– promover a mobilidade e o desenvolvimento dos investigadores por meio dos projetos conjuntos de pesquisa;

– selecionar propostas de projetos conjuntos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação nas áreas elencadas nesta Chamada que contribuam para a formulação de políticas públicas dos países envolvidos;

 fortalecer o vínculo de pesquisadores dos países participantes nas áreas propostas.

     Mais informações, cliquem aqui. 

Fonte: CNPq/MCTI, 2017

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Relatório Eficiência Energética 2016 – ONU

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Mudanças Climáticas

27 de outubro de 2016

      Em 10 de outubro, a Agência Internacional de Energia (sigla em inglês IEA) publicou o Relatório “Energy Efficiency Market Report 2016”, que diz que apesar dos preços baixos de energia em nível mundial, os avanços na eficiência energética no ano passado resultaram em uma melhoria de 1,8% da intensidade energética, ou seja, a quantidade de energia utilizada por unidade de produto interno bruto (PIB ) diminuiu.

     A maior parte dos ganhos, de acordo com mencionado relatório, era de países em desenvolvimento, países estes que não fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). A China, em particular, diminuiu sua intensidade energética, em 5,6%, informa o relatório.

    A Agenda para o Desenvolvimento Sustentável 2030 e o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 7 (ODS7) reflete a ambição da eficiência energética por meio da meta 7.1 (obtenção de acesso universal à energia).

    O Relatório divulgado em outubro reforça o atendimento do ODS7 e exemplifica os esforços mundiais no alcance de melhoria de eficiência energética.

Fonte: ONU/UNEP

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Opções de energias sustentáveis

     Recentemente, o programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) publicou um Relatório para auxiliar os tomadores de decisão sobre alternativas a matriz energética, considerando os impactos ambientais oriundos de cada uma das alternativas.

    O Relatório Green Energy Choices: the benefits, risks and trade-offs of low carbon technologies for electricity production (Escolhas de Energia Verde: benefícios, riscos e compensações de tecnologias de baixo impacto para produção de eletricidade) fornece uma comparação global do potencial de mitigação de Gases de Efeito Estufa (GHG) considerando diferentes tecnologias de geração de energia, incluindo hidrelétrica, solar, geotérmica e eólica. Mencionado Relatório examina, também os impactos ambientais e de saúde dessas opções, e suas implicações para utilização dos recursos naturais.

      O Diretor Executivo do UNEP, Achim Steiner, informa que este relatório traz fortes evidências de que a eletricidade gerada a partir de fontes renováveis provoca menos poluição do que a gerada a partir dos combustíveis fósseis. Essa informação é muito importante para a agenda de desenvolvimento e para a busca do cenário que se quer para 2050.

     Acrescenta o Diretor Executivo do UNEP: “Minha esperança é que os tomadores de decisão usem as evidências científicas neste relatório para selecionar  uma combinação sustentável de tecnologias de energias que sejam as mais limpas e mais seguras e mais para as próximas décadas”.

     Aos interessados em ler o Relatório, na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: UNEP

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Concurso Internacional de Pinturas com temática Energia

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

16 de Março de 2015

    O Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente (sigla em inglês, UNEP) lançou, no último dia 13/03, a 24ª edição do concurso anual de pinturas para crianças. Este ano o tema é “Nós temos a força” (We have the power), considerando a temática de energia renovável e das soluções de eficiência energética.

     Podem participar crianças de 9 a 14 anos e aos interessados em participar, cliquem aqui.

    A submissão das inscrições deve ir até 31 de maio. Os vencedores ganham prêmio em dinheiro, sendo o primeiro colocado com US$3.000,00 (três mil dólares), o segundo colocado com US$2.000,00 (dois mil dólares) e o terceiro colocado com US$1.000,00 (mil dólares),

Fonte: UNEP/TUNZA

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O que você pode fazer para a Década da Energia Sustentável para todos

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

07 de junho de 2014

Esta semana, as Nações Unidas lançaram a Década da Energia Sustentável para todos 2014-2024 e todos podem, e devem, realizar algo em prol do necessário alcance da universalização ao acesso à energia. O esforço deve ser tanto da esfera governamental (em seus diferentes níveis), quanto do setor privado, da sociedade civil e da comunidade.

A ONU alerta que a Década da Energia Sustentável para todos 2014-2024 oferece uma oportunidade única para agir e buscar novos projetos e parcerias, sendo que o número de possibilidades no domínio da energia sustentável é extenso. A ONU ainda afirma que a Década pode ser o incentivo para explorar essas possibilidades e de se reunir com novos parceiros e criar novas oportunidades para si e para os outros.

A pergunta é: será que já exploramos todas as oportunidades de energia sustentável? Vamos pensar um pouquinho sobre como podemos auxiliar nesse processo?

Fonte: ONU

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Uma Década da Energia Sustentável para todos 2014-2024

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

06 de junho de 2014

   Durante o discurso de abertura do Fórum Energia Sustentável para Todos (SE4ALL) em 04 de junho, 2014, na sede da ONU em Nova Iorque, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que um número crescente de pessoas “têm luz e poder, onde não havia nada antes.” Ele vê este Fórum como um local de encontro anual para a comunidade mundial de energia, onde se pode avaliar o progresso, inspirar e mobilizar novos parceiros, a fim de moldar um novo futuro energético.

SE4ALL_2014_Ban_Ki-moon

    As Nações Unidas lançaram a Década da Energia Sustentável para Todos 2014-2024, e anunciaram a dedicação dos dois primeiros anos da década para o eixo “Energia-Mulheres-Crianças-Saúde” (Energy-Women-Children-Health).

     O Presidente da Assembleia Geral da ONU, John Ashe, saudou o lançamento da Década da Energia Sustentável para Todos, observando progressos já realizados e que estes sejam considerados como um objetivo autônomo, em energia sustentável para todos, na atual proposta de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Ele também saudou a iniciativa do Secretário-Geral em convocar a Cúpula do Clima para setembro de 2014, alertando que esta seja uma oportunidade para a geração de soluções práticas e impulso político para se chegar a um acordo climático abrangente em 2015.

    O Fórum Energia Sustentável para Todos (SE4ALL) termina hoje, 06 de junho, e faz parte dos eventos da ONU em comemoração a Semana do Meio Ambiente. Traz três enfoques de discussões, a saber: acesso universal de energia, energias renováveis e eficiência energética.

Fonte: ONU

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Dia Mundial da Água 2014 – Água e Energia

Por Nájila Cabral em Água, Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

22 de Março de 2014

Hoje, dia 22 de março, é o Dia Mundial da Água. O tema deste ano é Água e Energia, em virtude da interface de ambas temáticas.

Fonte: UNWater

Fonte: UNWater

Os objetivos deste dia é debatermos sobre o assunto no sentido de:

– aumentar a conscientização sobre a relação energia e água;

– contribuir para um diálogo político das questões de água e energia;

– identificar a formulação de políticas e questões de desenvolvimento sustentável, sobre a relação água e energia.

A Jornalista Helena Demes/SEST-SENAT informa que, em celebração do Dia Mundial da Água, o SEST/SENAT promove, em sua sede, a palestra “Preservar a água do planeta é cuidar da nossa saúde”, que acontecerá em 24 de março, às 15 h, com entrada gratuita.

Fonte: UNWater e SEST

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Energia e Sustentabilidade – parte 3 – final

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

07 de setembro de 2013

    Quanto ao Brasil, o Relatório “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) informa que este ampliou suas energias renováveis cerca de 50% entre 2000 e 2009. Em 2009, diz o Relatório, quase 50% da energia primária produzida pelo Brasil era oriunda de fontes renováveis, a exemplo das hidroelétricas.

     No Dossiê Sustentabilidade, produzido por Ignacy Sachs, publicado na Revista Estudos Avançados, em 2012, quando fala em segurança energética reforça: “podemos mudar para uma matriz de energias alternativas: solar, hídrica, eólica, geotérmica e de biomassa, cada uma com certas vantagens e alguns obstáculos a serem superados. A estratégia energética deve lidar com três questões inter-relacionadas: sobriedade energética, eficiência e, só então, fontes alternativas de energia”.

     O uso de bioenergia requer avaliação cuidadosa do possível conflito entre a produção de alimentos e a de energia – conflito que não precisa existir se resíduos da produção de alimentos forem usados como matéria-prima da produção de energia (etanol celulósico, biogás a partir de esterco de gado etc.), comenta Ignacy Sachs (2012). Acrescenta o mencionado autor que as florestas existentes precisam ser conservadas como sumidouros de carbono, para não falar de seus outros usos econômicos potenciais.

    Em relação ao Ceará, o Blog Verde publicou em agosto de 2012 o tema Fontes Alternativas no Ceará, em 5 capítulos, onde trouxemos as informações sobre as fontes de energia que vêm do sol, do vento, das marés, da água, do lixo, da terra…  É possível acessar os capítulos pelo Blog Verde.

    Assim, neste post colocaremos o resumo das fontes de energia alternativa do Ceará, em 2012, que produzia energia por meio de várias fontes alternativas. A tabela, a seguir, traz as fontes alternativas de energia e em que município estão localizados.

Tipo de fonte alternativa

Nome do empreendimento

município

 

Hidrelétrica

Pequena Central Hidrelétrica (PCH) – Usina Araras Norte

Varjota

 

 

 

Energia eólica

UEE Praia Formosa

Camocim

UEE Canoa Quebrada

Aracati

UEE Bons Ventos
UEE Enacel
UEE Eólica Canoa Quebrada
UEE Lagoa do Mato
UEE Icaraizinho

Amontada

UEE Volta do Rio

Acaraú

UEE Praia do Morgado
UEE Praias de Parajuru

Beberibe

UEE Beberibe
UEE Foz do rio Choró
UEE Paracuru

Paracuru

UEE Taíba-Albatroz

São Gonçalo do Amarante

UEE Taíba
UEE Prainha

Aquiraz

UEE Mucuripe

Fortaleza

Energia solar Usina Solar Tauá MPX

Tauá

Energia das Marés Usina Piloto Coppe/UFRJ

São Gonçalo do Amarante

Energia das plantas Usina de Biodiesel

Quixadá

     Para finalizarmos, importante destacar que os objetivos para uma energia sustentável com base no uso de fontes alternativas de energia não requer uma revolução; mas sim uma transição, uma reforma para direção mais prudente ecologicamente considerada.

     Cabe a cada um de nós, cidadãos, acompanhar esse processo e pressionar os tomadores de decisão que coloquem, na pauta de discussão, planos de desenvolvimento coerentes com a proposta de Energia Sustentável para todos, considerando os riscos ambientais envolvidos em cada uma das alternativas da matriz energética, a exemplo da energia nuclear que, apesar de limpa (em termos de emissão de dióxido de carbono) não é imune ao risco de acidentes improváveis, no entanto devastadores (como Chernobyl e Fukushima).

Fontes: ONU; IEA (Dossiê Sustentabilidade).

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Energia e Sustentabilidade – parte 2

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Desertificação, Meio Ambiente

06 de setembro de 2013

O Relatório da Organização das Nações Unidas “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) reforça a necessária atuação dos atores sociais no processo de garantir o acesso universal de energia limpa.

     Dentre os atores sociais está o setor público que deve dar o suporte a novas tecnologias instituindo políticas inteligentes que possam nivelar energias renováveis e eficiência energética, por meio de incentivos aos investimentos privados e outros mecanismos, bem como dando suporte à cooperação internacional e a disseminação do conhecimento.

     Com relação à sociedade civil, esta é um agente social crítico que pode significar mudanças potenciais aos avanços de tecnologias de energias limpas. As Organizações da Sociedade Civil podem formar, então, parcerias e redes de relacionamento no intuito de facilitar o fluxo de informações – transparentes e abertas. Podem, ainda, se engajar com os tomadores de decisão e com o setor privado para auxiliar na implementação de políticas de energias limpas e de suas tecnologias.

    O programa “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) é uma oportunidade de trazer todos os atores sociais à mesa para trabalharem, de forma conjunta, em direção à energia sustentável.

     Uma coisa é certa: tanto países desenvolvidos como os países em desenvolvimento têm necessidade de desenvolver tecnologias de energias renováveis. Oportunidades de alto impacto existem em todos os setores da economia, a saber:

– setor de eletricidade;

– setor de transportes;

– setor da construção civil; e

– setor industrial.

     Acredita-se que o programa “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) pode auxiliar em diferentes maneiras, dentre as quais:

– uso das redes de conhecimento para dar apoio aos governos locais (municípios) com esforços para implementar programas de energia;

– desenvolver agenda de ação de agora até 2030 para atender aos objetivos, a exemplo da Green Climate Fund (Fundo Verde Clima).

Fonte: ONU

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Energia e Sustentabilidade – parte 1

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

04 de setembro de 2013

    Muito recentemente, o Nordeste vivenciou outro apagão. A energia dos estados do Nordeste foi desligada por cerca de três horas. Praticamente, tudo parou. Sem energia, não há possibilidade de algumas atividades humanas serem exercidas.

     Mas uma pergunta importante, necessária e determinante na questão da energia no mundo é: podemos produzi-la em quantidade, conforme a demanda da sociedade, e que esta produção se concretize de forma sustentável?

     Para responder a esse questionamento vamos nos reportar ao Relatório da Organização das Nações Unidas “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All).

     Até 2030, os três objetivos do Programa das Nações Unidas Sustainable Energy for All são:

• Garantir o acesso universal a serviços energéticos modernos;

• Dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética; e

• duplicar a quota das energias renováveis no mix de energia global.

     Apesar de ambiciosos, os objetivos são fundamentais para o cenário de energia global. Dobrando a contribuição das energias renováveis e dobrando a taxa de eficiência energética, será possível reduzir a demanda por energia em 30% e reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa em 60%, se comparadas com o cenário atual.

      Os atores sociais tem papel decisivo para possibilitar a revolução da energia limpa e podem aprender as lições de países e companhias que já implementaram, respectivamente, políticas exitosas e mudanças tecnológicas. Dentre os atores sociais está o setor privado.

    O setor privado deve assumir o papel principal, usando investimentos públicos e privados, para financiar o emprego de tecnologias de energias limpas. Ademais, cabe ao setor privado o papel de compartilhar as melhores práticas, contribuindo com a expertise profissional e providenciar a capacidade de implementação das novas tecnologias limpas.

Fonte: ONU, 2012.

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Energia e Sustentabilidade – parte 1

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

04 de setembro de 2013

    Muito recentemente, o Nordeste vivenciou outro apagão. A energia dos estados do Nordeste foi desligada por cerca de três horas. Praticamente, tudo parou. Sem energia, não há possibilidade de algumas atividades humanas serem exercidas.

     Mas uma pergunta importante, necessária e determinante na questão da energia no mundo é: podemos produzi-la em quantidade, conforme a demanda da sociedade, e que esta produção se concretize de forma sustentável?

     Para responder a esse questionamento vamos nos reportar ao Relatório da Organização das Nações Unidas “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All).

     Até 2030, os três objetivos do Programa das Nações Unidas Sustainable Energy for All são:

• Garantir o acesso universal a serviços energéticos modernos;

• Dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética; e

• duplicar a quota das energias renováveis no mix de energia global.

     Apesar de ambiciosos, os objetivos são fundamentais para o cenário de energia global. Dobrando a contribuição das energias renováveis e dobrando a taxa de eficiência energética, será possível reduzir a demanda por energia em 30% e reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa em 60%, se comparadas com o cenário atual.

      Os atores sociais tem papel decisivo para possibilitar a revolução da energia limpa e podem aprender as lições de países e companhias que já implementaram, respectivamente, políticas exitosas e mudanças tecnológicas. Dentre os atores sociais está o setor privado.

    O setor privado deve assumir o papel principal, usando investimentos públicos e privados, para financiar o emprego de tecnologias de energias limpas. Ademais, cabe ao setor privado o papel de compartilhar as melhores práticas, contribuindo com a expertise profissional e providenciar a capacidade de implementação das novas tecnologias limpas.

Fonte: ONU, 2012.