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por Nájila Cabral

educação

Cenário atual do ODM 6- Combater a AIDS, a malária e outras doenças

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental

20 de Março de 2013

A meta 6, importante, ousada e extremamente necessária, é até 2015, deter e começar a reverter a propagação do verde04HIV / AIDS.

O Relatório The Milennium Development Goals Report 2012 (MDG 2012) identifica que as infecções com o vírus HIV têm diminuído notadamente nas regiões mais críticas. Dos 33 países onde caíram as novas infecções, 22 estão na África Subsaariana, a região mais afetada pela epidemia de AIDS. Das novas infecções em 2010 – 2,7 milhões de pessoas, 390 mil das quais eram crianças – eram 21% mais baixo do que o pico de 1997 e 15% menor do que em 2001.

A Ásia, em termos absolutos tem o segundo maior número de pessoas vivendo com o HIV. Em contraste com outras regiões, novas infecções por HIV continuam a crescer  na Ásia Central, devido, principalmente, às drogas injetáveis (principal causa de transmissão). Nunca foi tão alto o número de pessoas que vivem com o HIV devido ao menor número de mortes relacionadas à AIDS.

Concernente à malária, outra boa notícia, as reduções de casos notificados foram de 50% entre 2000 e 2010 em 43 dos 99 países, com transmissão da malária em curso.

No Brasil, o IPEA (2010) identifica que o acesso gratuito no tratamento aumenta a sobrevida de pacientes com HIV/AIDS. Estima-se que 630 mil pessoas vivam com HIV/AIDS no País. A taxa de prevalência da infecção na população geral, de 15 a 49 anos, é de 0,61%, sendo 0,41% entre as mulheres e 0,82% entre os homens, mantendo-se estável desde 2000. Desde a identificação do primeiro caso,em 1980, até junho de 2009, foram notificados 544.846 casos de AIDS no Brasil, dos quais, 65,4% entre homens e 34,6% entre mulheres.

O IPEA (2010) relata, ainda, que na faixa etária de 13 a 19 anos, entretanto, o número de casos de AIDS é maior entre as mulheres.

Com relação à malária, a Amazônia Legal concentra 99,8% dos casos de malária no País. Em 2008, foram notificados 314.735 casos. Depois do pico de malária, registrado nos anos de 1999 e 2000, houve uma primeira redução dos casos com a implantação do Plano de Intensificação das Ações de Controle da Malária na Amazônia Legal, no período de 2000 a 2002. Os resultados, entretanto, não foram sustentáveis. Em 2003, observou-se um aumento de casos, atingindo 600 mil casos em 2005 (IPEA, 2010).

Ainda há muito que se fazer, no intuito de reduzir a incidência de doenças como a tuberculose e a hanseníase. A meta tem sido alcançada de maneira lenta.

 

Fonte: UNDP (2012) e IPEA (2010).

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Cenário atual do ODM 5- Melhorar a saúde das gestantes

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental

19 de Março de 2013

Reduzir em três quartos, entre 1990 e 2015, a razão de mortalidade maternal é a meta internacional do ODM 5.verde03

No mundo inteiro, a mortalidade materna caiu quase pela metade desde 1990, mas os níveis são muito distantes da meta de 2015, diz o Relatório The Milennium Development Goals Report 2012 (MDG 2012). Um dos aspectos positivos é a constatação do atendimento pré-natal para mulheres grávidas em quase todos os países em desenvolvimento, onde estão as maiores taxas de mortalidade materna.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda um mínimo de quatro visitas de pré-natal, incluindo, no mínimo, triagem e tratamento para infecções e identificação de sinais de alerta durante a gravidez. Na maioria das regiões em desenvolvimento, tem havido um progresso constante na tal cobertura, com uma aceleração no Norte da África e Sul da Ásia desde 2000 (MDG, 2012).

No Brasil, a mortalidade materna vem caindo desde 1990. Para atingir a meta do quinto Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM), o Brasil deverá apresentar Razão de Mortalidade Materna (RMM) igual ou inferior a 35 óbitos por 100 mil NV (nascidos vivos) até 2015, o que corresponde, então, a uma redução de três quartos em relação ao valor estimado para 1990 (IPEA, 2010).

O Brasil deve alcançar essa meta e vai, de maneira rápida, atingindo o patamar requerido.

 

Fonte: UNDP (2012) e IPEA (2010).

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Cenário atual do ODM 4- Reduzir a mortalidade infantil

A meta internacional é reduzir em dois terços, entre 1990 a 2015, a taxa de mortalidade infantil em crianças menores verde02de cinco anos de idade. O Relatório The Milennium Development Goals Report 2012 (MDG 2012) constata que a mortalidade infantil,m no mundo inteiro, caiu mais de um terço, mas o progresso ainda é muito lento para atingir a meta.

Importante países centrarem esforços para atender a meta do ODM 4, uma vez que o indicador de saúde ambiental denominado taxa de mortalidade infantil em crianças menores que cinco anos traduz uma relação perversa entre ausência ou ineficiência em saneamento ambiental, incluindo água, esgoto e resíduos sólidos (lixo).

As taxas de mortalidade infantil, conforme o Relatório, são mais expressivas em áreas rurais. Crianças nascidas na pobreza tem duas vezes mais probabilidade de morrer antes dos cinco anos de idade do que as crianças nascidas em famílias mais abastadas; diz o Relatório MDG 2012.

A imunização a determinadas doenças é importante, no entanto em varias regiões do Planeta ainda não são uma realidade constante e contínua.

Quanto ao Brasil, temos uma excelente notícia. O Brasil deve cumprir esta meta até 2015, quando se encerra o prazo.

O relatório de Acompanhamento dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (IPEA, 2010) faz a constatação de que o Brasil exibe a segunda maior redução da mortalidade na infância entre as nações analisadas, e que é um dos 16 países com condições para atingir a meta proposta.

Outra informação significativa é que o Brasil possui cobertura vacinal que atinge 95% das crianças no primeiro ano de vida em todo o território nacional. Destaque para ações estratégicas brasileiras, a saber: Estratégia Saúde da Família – ESF; Políticas e Ações Voltadas para a Atenção à Saúde da Criança; Vigilância da Mortalidade Infantil e Fetal; Programa Nacional de Imunizações – PNI; e Compromisso para Acelerar a Redução das Desigualdades na Região Nordeste e na Amazônia Legal – Pacto pela Redução da Mortalidade Infantil.

Fonte: UNDP (2012) e IPEA (2010).

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Cenário atual do ODM 3- Igualdade entre sexos e valorização da mulher

A meta internacional consiste em eliminar a disparidade de gênero no ensino primário e secundário educação, de verde01preferência até 2005, e em todos os níveis de ensino, até 2015.

O Relatório The Milennium Development Goals Report 2012 (MDG 2012) comenta que em muitos países, as diferenças de gênero aparecem no primeiro ano de escola. Três quartos dos países que ainda não atingiram a paridade de gênero no ensino primário, matriculam mais meninos do que meninas no início do ciclo escolar. A menos que esse desequilíbrio seja corrigido, o resultado inevitável é uma disparidade de gênero permanente na escola primária.

No entanto, o relatório menciona que uma vez que as meninas têm acesso à educação primária, elas tendem a superar os meninos. Os dados mostram que, na maioria dos países, as meninas são menos propensas a repetir de ano ou sair da escola. Em 102 dos 129 países que forneceram dados para este Relatório, as meninas progridem mais rapidamente até a última série da educação primária do que os rapazes.

O Relatório MDG 2012 traz ainda a constatação de que devido a obstáculos ao emprego na economia formal e a necessidade de complementar a renda familiar, especialmente durante períodos de crise, as mulheres mais frequentemente trabalham no setor informal do que os homens.

Com relação ao Brasil, a meta estabelecida pelas Nações Unidas, de eliminar as disparidades entre os sexos na educação, não se configura, na realidade brasileira, como aspecto central para o alcance do objetivo de promoção da autonomia das mulheres, uma vez que as meninas apresentam, em geral, indicadores mais positivos do que os meninos no campo educacional (IPEA, 2010).

Outro dado interessante do Brasil é que as meninas frequentam a escola mais que os meninos em todas as faixas de idade. E a diferença é ainda maior no ensino superior.

 

Fonte: UNDP (2012) e IPEA (2010).

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Cenário atual do ODM 2 – Educação básica de qualidade para todos

     Com relação à segunda meta que diz respeito à Educação Básica de qualidade para todos, o mundo atingiu a paridade na educação primária. Conforme o Relatório The Milennium Development Goals Report 2012, impulsionados pelos esforços nacionais e internacionais da campanha dos Objetivos do Milênio, muitas crianças no mundo estão matriculadas na Escola em nível primário, especialmente a partir de 2000.

Fonte:UNDP/IPEA

Fonte:UNDP/IPEA

     A meta internacional é garantir que, até 2015, todas as crianças, meninos e meninas, sejam capazes de concluir um curso completo de ensino primário.

     O Relatório aponta que meninas se beneficiaram mais. A relação entre a taxa de matrícula das meninas e dos meninos cresceu de 91 em 1999 para 97 em 2010, isso para todas as regiões em desenvolvimento. O valor da margem de erro, para mais ou para menos, é de 3 pontos percentuais.

     Os dados mostram o continente africano e parte do sul da Ásia como as regiões mais preocupantes em termos de atender atingir a meta. Em 2010, 61 milhões de crianças em idade escolar estavam fora da escola. Mais da metade deles (33 milhões) eram em África Subsaariana e mais de um quinto (13 milhões) no sul da Ásia. Em termos relativos, 24% das crianças em idade escolar na África Subsaariana e 7% no Sul da Ásia não estavam na escola.

     Quanto ao Brasil, o principal desafio é assegurar a todos os jovens brasileiros a conclusão do ensino fundamental. Por meio do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), instituído em 2007, estabeleceu-se uma estratégia de enfrentamento dos problemas que, historicamente, têm entravado os sistemas d e educação no País, informa IPEA (2010).

    Acredita-se, conforme o Relatório de Acompanhamento (IPEA, 2010) que o Brasil esteja alcançando a meta do ODM 2 de maneira devagar. A instituição de um sistema de avaliação que identifica escola a escola, aluno a aluno, rede a rede, o desenvolvimento real do aprendizado e assimilação das competências básicas por idade e ano de escolarização, por intermédio da Prova Brasil e do Educacenso, deu origem ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), que é um instrumento de gestão e deve ser considerado como mais um subsídio ao diagnóstico da realidade escolar, expresso por um escala de zero a dez (IPEA, 2010).

 Fonte: UNDP (2012) e IPEA (2010).

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Frases para refletir… sobre vida e meio ambiente

Por Nájila Cabral em Educação Ambiental, Meio Ambiente

24 de Fevereiro de 2013

Domingo de céu nublado. Dia de refletir.

Hoje o Blog Verde está azul. Azul em comemoração pelo Centenário do Colégio Cearense Sagrado Coração. As frases de hoje são de Marcelino Champagnat.

“A Educação é uma obra de amor”. (Marcelino Champagnat)

“A vida de vossos alunos será o que tiverem aprendido convosco. Não poupeis esforços para formar seus corações à virtude”. (Marcelino Champagnat)

“Quando uma educação é boa, as virtudes crescem por si na alma dos jovens”. (Marcelino Champagnat)

“A criança é o campo que Deus nos deu para cultivarmos o rebento novo, a planta frágil, que um dia será árvore carregada de todos os frutos de virtude”. (Marcelino Champagnat)

Fonte: Pensamentos de Marcelino Champagnat, de autoria do Ir. Faustino João. Porto Alegre: Centro Marista de Comunicação, 1998.

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Frases para refletir… sobre vida e meio ambiente

Por Nájila Cabral em Educação Ambiental, Meio Ambiente

24 de Fevereiro de 2013

Domingo de céu nublado. Dia de refletir.

Hoje o Blog Verde está azul. Azul em comemoração pelo Centenário do Colégio Cearense Sagrado Coração. As frases de hoje são de Marcelino Champagnat.

“A Educação é uma obra de amor”. (Marcelino Champagnat)

“A vida de vossos alunos será o que tiverem aprendido convosco. Não poupeis esforços para formar seus corações à virtude”. (Marcelino Champagnat)

“Quando uma educação é boa, as virtudes crescem por si na alma dos jovens”. (Marcelino Champagnat)

“A criança é o campo que Deus nos deu para cultivarmos o rebento novo, a planta frágil, que um dia será árvore carregada de todos os frutos de virtude”. (Marcelino Champagnat)

Fonte: Pensamentos de Marcelino Champagnat, de autoria do Ir. Faustino João. Porto Alegre: Centro Marista de Comunicação, 1998.