desenvolvimento sustentável Archives - Página 5 de 16 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

desenvolvimento sustentável

Pesquisa de opinião para o Fundo Nacional de Meio Ambiente

      Você pode opinar sobre temas e projetos a serem financiados pelo Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA), que está com pesquisa de opinião disponível na internet, no intuito de escutar a sociedade quanto seus anseios sobre temas de projetos, eficácia das formas de financiamento, dentre outras temáticas.

     O Fundo Nacional de Meio Ambiente, criado há 25 anos, é um dos mais antigos mecanismos de apoio à Política Nacional do Meio Ambiente do Brasil.

      Esta pesquisa de opinião sobre apoio a projetos têm a pretensão de sugestões sobre linhas de fomento, e devem ser incorporadas no biênio 2015-2016.

      Recado dado, vamos participar! Para saber mais e ter acesso à pesquisa de opinião, clique aqui. 

Fonte: MMA

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Cursos gratuitos sobre Eficiência Energética, em São Paulo e Recife

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

13 de Abril de 2015

     As inscrições para o Curso sobre etiquetagem de eficiência energética para o setor privado começaram hoje, 13/04, para a turma que acontecerá em São Paulo, que se inicia no dia 12/05.  Em Recife, o curso está programado para acontecer em julho/2015.

    Podem participar integrantes da equipe técnica de empresas classificadas como Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ESCOs), de consultorias técnicas da área de eficiência energética de edificações ou consultores independentes dessa área. Os profissionais devem ter formação em engenharia (civil, elétrica, mecânica, de produção) ou arquitetura.

     A Assessoria de Comunicação do Ministério do Meio Ambiente (MMA) informa que para se inscrever, é preciso enviar nome completo, formação, empresa, função e telefone para o e-mail: eemudancadoclima@mma.gov.br. Os cursos são gratuitos e as 40 vagas de SP serão preenchidas na ordem de inscrição. O chamado para a turma de Recife será divulgado em breve.

     Mais informações, cliquem aqui.

Fonte: MMA/Assessoria de Comunicação

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Prêmio Ambientalista Joaquim Feitosa – edição 2015

    Na edição de 2015, a 10ª edição, do Prêmio Ambientalista Joaquim Feitosa, uma pessoa física será agraciada pelos relevantes trabalhos e ações desenvolvidos em prol do Bioma Caatinga.

    Como ocorre em todos os anos, o Prêmio será entregue no Dia Nacional da Caatinga, dia 28/04, na Assembleia Legislativa do estado do Ceará.  Nesta ocasião, por decisão do Comitê Estadual da reserva da Biosfera da Caatinga, será comemorado também o centenário do Professor Joaquim Feitosa, engenheiro agrônomo e ambientalista.

     As inscrições para concorrer ao prêmio encerram-se dia 15 de abril. Os documentos necessários à candidatura (inscrição e currículos dos candidatos) devem ser enviados para os email: monica.carvalho@conpam.ce.gov.br e renata.bezerra@conpam.ce.gov.br.

     Qualquer pessoa pode encaminhar a indicação de nome para concorrer ao mencionado Prêmio, sempre com o envio as devidas comprovações das atividades desenvolvidas.

    Conforme assessoria da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA), antigo Conpam, de acordo com o decreto nº 27.781 de 26/04/2005, a prestação de relevantes serviços voltados à melhoria da qualidade do bioma caatinga, assim como a criação e implantação de projetos visando sua recuperação e conservação; e/ou a publicação de trabalhos científicos e literários na defesa e promoção do bioma caatinga são os requisitos para a escolha do agraciado.

    Mais informações, a exemplo da ficha de inscrição e do regulamento, cliquem aqui.

Fonte: SEMA

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Workshop sobre Panorama das Terras Secas da América Latina e Caribe

    Encerra-se hoje, 31 de março, em Fortaleza, Ceará, um Worksop que validará o estudo, realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos em parceria com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), intitulado “Estado da arte da desertificação, degradação da terra e seca no Semiárido brasileiro: tecnologias e experiências de recuperação e mapeamento das áreas vulneráveis”.

     O Prof. Antônio Rocha Magalhães, coordenador do estudo, relata que este é um importante momento para se debater questões relacionadas à temática seca: “No Brasil, a incidência de secas e desertificação é uma realidade, em particular na região semiárida do Nordeste. Agora, esse assunto torna-se ainda mais importante devido aos problemas enfrentados pelas regiões metropolitanas de São Paulo e, mais recentemente, Rio de Janeiro e Belo Horizonte”.

    Mencionado estudo é a contribuição brasileira para o Panorama das Terras Secas da América Latina e Caribe Caribe (LAC Drylands Outlook). Conforme Assessoria de Comunicação do CGEE, esse trabalho será construído pela Iniciativa de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento das Terras Secas da América Latina e o Caribe (AridasLAC), organização de instituições que trabalham com desenvolvimento sustentável nas terras secas da região, sob coordenação da Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina (Cepal).

     O Workshop, do período: 30 e 31 de março, realizado na sede da Funceme, tem a participação de especialistas de cada estado nordestino, que examinam os resultados e conclusões do trabalho do CGEE. Com base nessa oficina, o estudo será revisado e preparado para publicação e disseminação, inclusive com sua entrega aos demais parceiros da Iniciativa AridasLAC.

Fonte: CGEE

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Estratégias para mudanças climáticas – 2014-2017

    O Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente (sigla em inglês, UNEP) reconhece o valor intrínseco do meio ambiente nos serviços econômicos e nas necessidades sociais. O Relatório “Estratégias de Médio Prazo 2014-2017” da UNEP/ONU também reconhece a importância dos processos naturais para prover os meios de sustentação das necessidades humanas. Reconhece que são os ecossistemas os responsáveis pelo bem-estar humano e, portanto, a erradicação da pobreza e o futuro da humanidade estão diretamente correlacionados aos sistemas de suporte de vida do Planeta.

     Assim, para o período 2014-2017, o objetivo principal é catalisar ações para a necessária transição de baixo carbono, eficiência dos recursos e desenvolvimento equitativo baseado na proteção e no uso sustentável dos recursos naturais.

     Para isto, a UNEP estabeleceu algumas áreas ou subprogramas para atuação. As estratégias de cada um dos subprogramas devem estar relacionadas ao Plano Estratégico para Biodiversidade 2011-2020 e as Metas de Biodiversidade de Aichi. As estratégias apresentadas no Relatório da ONU estão também correlacionadas ao estado do meio ambiente, no mundo, e nas prioridades ambientais identificadas pela comunidade mundial, considerando os diversos acordos multilaterais e outros processos.

    Dentre as estratégias por área ou subprograma está a área de Mudanças Climáticas. Conforme o Relatório as expectativas de realização neste tema são três, a saber:

1) resiliência climática, considerando o atendimento da Meta 10 – redução das pressões sobre ecossistemas vulneráveis e Meta 15 – ecossistemas restaurados;

2) baixa meta de crescimento de emissões, com relação à Meta 4 – consumo e produção sustentáveis;

3) Metas REDD-plus, concernente à meta 5 – redução de perda de habitat para a metade e à Meta 15 – ecossistemas restaurados.

    Conforme o Relatório, os riscos da mudança climática estão bem documentados e seus impactos já estão afetando pessoas e ecossistemas, em todo o mundo. Enfrentar o desafio do clima exige que indivíduos e instituições – públicas e privadas – sejam capazes de avaliar e entender a mudança climática para implementar políticas públicas adequadas, bem como reconhecer e agir sobre a necessidade de baixa emissão de carbono.

Fonte: UNEP/ONU

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Estratégias de médio prazo 2014-2017 – Relatório da ONU

A Organização das Nações Unidas publicou um Relatório intitulado “Estratégias de médio prazo 2014-2017” em que provê, aos tomadores de decisão, estratégias concernentes a mudanças climáticas, conservação da biodiversidade, desastres e conflitos, dentre outras áreas.

   As pressões humanas sobre sistemas da Terra são responsáveis pela aceleração do alcance de vários limites globais, regionais e locais críticos. Alguns, inclusive, já foram ultrapassados ou estão prestes a serem ultrapassados.

  Uma vez ultrapassados, as mudanças bruscas e possivelmente irreversíveis para as funções de suporte de vida do planeta são susceptíveis de ocorrer, com implicações adversas significativas para o bem-estar humano, em médio e longo prazo.

    O relatório da ONU aponta que as mudanças complexas e não-lineares resultantes nos sistemas da Terra são:

– Os aumentos nas temperaturas médias acima dos níveis de limite, em alguns lugares, levando a impactos significativos para a saúde humana;

– O aumento da freqüência e gravidade dos eventos climáticos (eventos extremos), como inundações e secas, que afetam tanto os ativos naturais e segurança humana;

Aceleração de mudanças de temperatura e do aumento do nível do mar, afetando bem-estar humano em alguns lugares, especialmente nas comunidades costeiras e nos pequenos Estados insulares em desenvolvimento;

Perda substancial da biodiversidade e a extinção contínua de espécies, afetando a prestação de serviços dos ecossistemas, podendo ocorrer o colapso da pesca ou a perda de espécies utilizadas para fins medicinais.

     Assim mencionado Relatório, que teve a participação de mais de 400 cientistas e especialistas do mundo todo, identificou questões emergentes, definidas como questões com impacto ambiental global que são muito importantes para o bem-estar humano, mas que ainda não receberam a devida atenção por parte da comunidade política.

      O Blog Verde, então, traz esta semana as informações deste Relatório, no intuito de divulgar as estratégias aos interessados, inclusive tomadores de decisão em nível local (municípios).

Fonte: ONU

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Água para um mundo sustentável

    Lançado no último dia 20 de março, considerando a comemoração do Dia Internacional da Água, o Relatório das Nações Unidas, intitulado “Água para um Mundo Sustentável” demonstra como os recursos hídricos e serviços são essenciais para o alcance de uma sustentabilidade global.

     Considerando o crescimento econômico, a equidade social e a prudência ecológica, mencionado relatório descreve quais são os maiores desafios e fatores de mudança do mundo moderno e como estes afetam, e podem ser afetados, pelos recursos hídricos, pelos serviços e pelos benefícios relacionados a estes.

    O relatório traz também uma visão geral sobre as maiores e emergentes tendências ao redor do mundo, a exemplo de como alguns desafios podem ser direcionados, suas implicações para tomadores de decisão e ações que os diversos atores sociais podem realizar.

   Para ter acesso ao Relatório na íntegra, cliquem aqui.

 

 

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Dia Internacional da Água – 22 de março

Por Nájila Cabral em Água, Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

20 de Março de 2015

    Aproxima-se o Dia Internacional da Água. Comemora-se no dia 22 de março. Este é o dia para se fazer a diferença, notadamente a população que, de alguma maneira, sofre com problemas de abastecimento de água potável.

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    Um dia para repensarmos a maneira que estamos fazendo a gestão da água, para agora e para o futuro. Neste ano de 2015 o tema do Dia Internacional da Água é “Água e Desenvolvimento Sustentável”, que diz respeito a como a água está relacionada a todas as áreas que nós devemos considerar para criar o futuro que queremos.

 

 

 

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Atividades florestais sustentáveis no Brasil

    No começo do ano de 2015, o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) divulgou o Plano Anual de Aplicação regionalizada 2015, o PAAR 2015, com objetivo de comunicar à sociedade as estratégias de apoio a projetos pelo Funda Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF) para o ano de 2015, apresentando suas prioridades de atuação e orientando quanto às possibilidades de acesso, bem como disponibilizando elementos para o controle social quanto a sua implementação.

      A estimativa de recursos disponíveis do FNDF para o exercício de 2015 é de R$ 2.874.920,993 relativos à projetos selecionados em 2012 e 2013 e que ainda encontram-se vigentes.

      Para novas contratações, em 2015, foi disponibilizado junto ao orçamento do FNDF, R$ 1,3 milhão, sendo: R$ 480.161,00 para recursos ordinários e R$ 821.879,00 para recursos de concessões e permissões.

      Portanto, para o exercício 2015, o FNDF dispõe de R$ 4.176.906,99 em projetos pautados no desenvolvimento florestal.

      Dito isso, que tal iniciarmos a elaborar os projetos e solicitar recursos por meio dos editais, ao longo do ano de 2015? Serão priorizados os biomas Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia.

     Conforme publicado pelo SBF as áreas prioritárias serão: assistência técnica e extensão florestal, recuperação de áreas degradadas com espécies nativas e aproveitamento econômico racional e sustentável dos recursos florestais.

    Aos interessados em saber mais, cliquem aqui http://www.florestal.gov.br/publicacoes/instrumento-de-gestao.

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IPCC apresenta resultados em Nairobi

    Hoje, dia 23/02, em Nairobi, O Painel Intergovernamental dobre Mudanças Climáticas apresentou os resultados do seu último relatório para os tomadores de decisão, para a sociedade civil, para cientistas e para estudantes de Quênia e de outros países da África Oriental.

     O Quinto relatório de Avaliação (AR5)  foi escrito por mais de 800 cientistas de 80 países e avaliou mais de 30.000 artigos científicos, o que permitiu informar à sociedade e aos tomadores de decisão sobre o que a comunidade científica conhece sobre a base científica das mudanças climáticas, seus impactos e seus riscos futuros, bem como as opções para adaptação e mitigação.

     As principais conclusões do AR5, conforme expresso no relatório síntese, lançado em 2 de novembro de 2014, são:

A influência humana sobre o sistema climático é clara;

– Quanto mais houver perturbações, causadas pelo Homem, no clima, mais existirão riscos graves e impactos irreversíveis; e

– Nós temos os meios para limitar as alterações climáticas e construir uma sociedade mais próspera e um futuro sustentável.

    Com relação especificamente á África Oriental o AR5 destaca riscos da mudança climática, incluindo aqueles relacionados à segurança alimentar e água, mudando os padrões de doenças e eventos climáticos extremos.

     Para a África Oriental, o IPCC AR5 destaca riscos da mudança climática, incluindo aqueles relacionados à segurança alimentar e água, mudando os padrões de doenças e eventos climáticos extremos. Dirigindo- vulnerabilidades atuais podem reduzir os riscos climáticos de hoje e contribuir para o clima-resistente desenvolvimento ao longo das próximas décadas.

     Amanhã, dia 24/02, começa oficialmente a 41ª Sessão do IPCC e segue até o dia 27/02. O presidente do IPCC, Rajendra K. Pachauri, não presidirá mencionada sessão plenária do IPCC em Nairobi por causa de questões que demandam sua atenção na Índia. Um dos vice-presidentes do IPCC deve, então, presidir a reunião.

Fonte: IPCC – Press release.

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IPCC apresenta resultados em Nairobi

    Hoje, dia 23/02, em Nairobi, O Painel Intergovernamental dobre Mudanças Climáticas apresentou os resultados do seu último relatório para os tomadores de decisão, para a sociedade civil, para cientistas e para estudantes de Quênia e de outros países da África Oriental.

     O Quinto relatório de Avaliação (AR5)  foi escrito por mais de 800 cientistas de 80 países e avaliou mais de 30.000 artigos científicos, o que permitiu informar à sociedade e aos tomadores de decisão sobre o que a comunidade científica conhece sobre a base científica das mudanças climáticas, seus impactos e seus riscos futuros, bem como as opções para adaptação e mitigação.

     As principais conclusões do AR5, conforme expresso no relatório síntese, lançado em 2 de novembro de 2014, são:

A influência humana sobre o sistema climático é clara;

– Quanto mais houver perturbações, causadas pelo Homem, no clima, mais existirão riscos graves e impactos irreversíveis; e

– Nós temos os meios para limitar as alterações climáticas e construir uma sociedade mais próspera e um futuro sustentável.

    Com relação especificamente á África Oriental o AR5 destaca riscos da mudança climática, incluindo aqueles relacionados à segurança alimentar e água, mudando os padrões de doenças e eventos climáticos extremos.

     Para a África Oriental, o IPCC AR5 destaca riscos da mudança climática, incluindo aqueles relacionados à segurança alimentar e água, mudando os padrões de doenças e eventos climáticos extremos. Dirigindo- vulnerabilidades atuais podem reduzir os riscos climáticos de hoje e contribuir para o clima-resistente desenvolvimento ao longo das próximas décadas.

     Amanhã, dia 24/02, começa oficialmente a 41ª Sessão do IPCC e segue até o dia 27/02. O presidente do IPCC, Rajendra K. Pachauri, não presidirá mencionada sessão plenária do IPCC em Nairobi por causa de questões que demandam sua atenção na Índia. Um dos vice-presidentes do IPCC deve, então, presidir a reunião.

Fonte: IPCC – Press release.