desenvolvimento sustentável Archives - Página 4 de 15 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

desenvolvimento sustentável

Retrospectiva Ambiental 2015 – Blog Verde

    Mais um ano se passou. 2015 vai se despedindo deixando sua marca na História. Alguns fatos ambientais importantes aconteceram neste ano e que tem repercussão para a próxima década.

    Os efeitos cumulativos dos acontecimentos de 2015 devem ser sentidos, em maior ou menor magnitude, a depender das decisões que tomaremos, também, nos próximos anos.

    Dentre os fatos ambientais de 2015, vamos destacar:

– O Fórum Econômico Mundial, em janeiro/2015, em que as discussões trouxeram a necessidade de em 2030 o mundo fazer um investimento maciço em infraestrutura, cidades e agricultura, sendo o crescimento de baixo carbono, para estarmos no caminho para sociedades resistentes ao clima.

– O sucesso do Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio, em vigor desde 01o/01/1989, no controle da destruição do ozônio, foi o responsável pela diminuição da ameaça do aumento do risco de câncer de pele no mundo (janeiro/2015).

– A radiação procedente da usina nuclear de Fukushima foi detectada no continente norte americano, na Costa do Pacífico, sendo esta a primeira vez que se registrou radioatividade em mencionado continente (abril/2015).

– Em maio/2015, o Brasil instituiu o novo marco legal de Biodiversidade. O dispositivo legal define o acesso ao patrimônio genético e ao conhecimento tradicional associado.

– Na Cúpula do G7, em junho/2015, os líderes das principais democracias industrializadas do mundo tomaram uma decisão importante com relação a diminuir o consumo energético dos combustíveis fósseis, estabelecendo, assim, um passo importante na luta contra o aquecimento global e para o Acordo de Paris, estabelecido em dezembro/2015: o comprometimento de desenvolver estratégias de baixo teor de carbono, em longo prazo (2050) e abandonar os combustíveis fósseis até o final do século XXI.

– Em setembro/2015, a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável assinou a nova agenda ambiental para os próximos 15 anos (2015-2030), a chamada Agenda Pós-2015. São 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com 169 metas, que traduzem os complexos desafios que existem no mundo de hoje e que exigem abordagem das causas dos problemas e não apenas dos seus sintomas.

– A Tragédia de Mariana/MG, em novembro/2015, talvez seja a maior tragédia ambiental do Brasil, com impactos negativos de alta magnitude e muitos deles irreversíveis. A perda da biodiversidade é imensurável. As perdas de vidas humanas são um crime, sem precedentes na História.

– Em dezembro/2015, duas semanas após atentados terroristas reivindicados pelo Estado Islâmico, é assinado o Acordo de Paris, cujo documento de 32 páginas traz os compromissos que os países assumiram diante dos desafios que se avizinham para esse século no que diz respeito a real necessidade de se diminuir a emissão de gases de efeito estufa para atmosfera. Mencionado Acordo tem por objetivo geral reforçar a resposta global à ameaça das alterações climáticas, no contexto do desenvolvimento sustentável e ampliar os esforços para erradicar a pobreza.

     Termino o ano de 2015 com lágrimas nos olhos. Emocionada pela dor da perda de vidas humanas em tragédias que poderiam ser evitadas, caso fôssemos menos egoístas e colocássemos a variável econômica com a mesma ponderação das variáveis: social e ecológica; e não em única evidência, como historicamente fazemos neste mundo com o modo de produção capitalista.

     Mas sou otimista. Creio que podemos e vamos fazer as mudanças necessárias. As lágrimas nos olhos se transformam em gotas de esperança para regar este novo ano que, em breve, se inicia.

A cada um de vocês, que dedicam parte de seu tempo para ler o Blog Verde, desejo o que há de mais precioso: saúde e paz.

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Sumário da Conferência de Mudanças Climáticas de Bonn

     O resumo da Conferência de Mudanças Climáticas de Bonn, que aconteceu no período de 19 a 23 de outubro, em Bonn, Alemanha, foi extraído do Earth Negotiations Bulletin.

      Mencionada Conferência reuniu mais de 2.400 participantes, representando governos, organizações de observadores e meios de comunicação, para a parte XI da segunda sessão do Grupo de Trabalho Ad Hoc sobre a Plataforma de Durban para Ação Reforçada (ADP 2-11).

    A Conferência é a última de uma série de reuniões no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), em preparação para a vigésima primeira sessão da Conferência das Partes (COP 21), programada para ocorrer em dezembro de 2015, em Paris, França, que tem por objetivo avançar as negociações para cumprir o mandato para adotar “um protocolo, outro instrumento legal ou um resultado acordado com força legal, sob os auspícios da Convenção, aplicável a todas as Partes”, e que deve entrar em vigor em 2020.

     As negociações, na COP 21, devem se iniciar considerando o texto com base no que foi preparado na ADP 2-11, enquanto projeto de acordo e decisão nos termos do workstream 1 (2015 acordo), e enquanto projeto de decisão nos termos do fluxo de trabalho 2 (ambição pré-2020).

    Após o encerramento da reunião, as Partes concordaram em encaminhar o non-paper revisto, de 23 de Outubro às 23h30min, que capturou o trabalho realizado pelas partes no ADP 2-11, para servir de base para futuras negociações no âmbito da ADP. As Partes também solicitaram que a Secretaria deveria elaborar um documento técnico, que identificasse os parágrafos e duplicidades dentro seções estreitamente relacionadas, e as possíveis áreas para a racionalização, sem qualquer alteração no conteúdo do texto.

    O conteúdo do texto de negociação aborda os seguintes aspectos: mitigação, adaptação, perda e danos à biodiversidade, financiamento, desenvolvimento e transferência tecnológica, capacitação, transparência.

   Vamos em frente, vai dar certo, tem que dar certo: “Ninguém disse que seria fácil”!

Fonte: IISD – Earth Negotiations Bulletin.

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Degradação da terra e mudanças climáticas

    O que esperar do futuro? Essa indagação tem fortes implicações nos dias de hoje, notadamente, quando estamos vivenciando um tempo diferente… Tempo de mudanças climáticas.

    Todos nós devemos nos preparar para o que está por vir. Os cenários que se avizinham, considerando as alterações climáticas no Planeta, não são nada animadores: eventos extremos com mais frequência e com maior magnitude estão previstos.

    Não tenho certeza se estamos preparados. Mas tenho absoluta certeza de que podemos, sim, nos preparar. Para isso, importante que tenhamos a informação e o conhecimento, para que possamos indagar dos tomadores de decisão que optem pelas escolhas que permitam a continuidade da vida com manutenção de sua qualidade.

    A publicação da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD) intitulada Mudanças Climáticas e degradação das Terras: assegurar os conhecimentos às partes interessadas, lançada em setembro deste ano, traz as seguintes importantes informações como caminhos a serem seguidos:

– fomentar estudos integrados e multidisciplinares em relação às interfaces entre mudanças climáticas e degradação das terras;

– gerar maior compatibilidade entre os métodos de diagnóstico das limitações do meio ambiente com o propósito de melhorar as respostas;

– reforçar a cooperação regional na análise da correlação entre mudanças climáticas e desastres naturais;

– desenvolver índices qualitativos para os serviços derivados dos ecossistemas que não podem ser monetizados facilmente, a exemplo dos índices culturais e espirituais e que são bastante relevantes para as questões de segurança alimentar e uso sustentável da terra;

– adotar planejamentos sistêmicos e integrados na escala de paisagem para avaliar a vulnerabilidade;

– utilizar modelos, ferramentas de participação e cenários para oferecer aos responsáveis pela tomada de decisão política e outras partes interessadas as alternativas acessíveis para adotar opções de adaptação baseadas no uso da terra.

     Aos que quiserem ler o documento na íntegra, a versão em espanhol está aqui. 

Fonte: UNCCD.

 

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COP 12 – Convenção das Nações Unidas sobre Combate à Desertificação

    No período de 12 a 23 de outubro, acontece em Ankara, na Turquia, a 12ª Sessão da Conferência das Partes (COP) da Convenção das Nações Unidas sobre Combate à Desertificação (UNCCD COP 12).

UNCCD_COP_12_CST_2015

    Na pauta de discussões estão os seguintes assuntos: progresso da implementação das estratégias adotadas no âmbito da Década das Nações Unidas para os Desertos e da Luta contra a Desertificação (2010-2020), bem como a integração dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável com a implantação das estratégias de combate à desertificação.

     Especificamente dentro do Comitê de Ciência e Tecnologia (CST), cujos trabalhos se encerraram no último dia 16/10, foram debatidas as ações da agenda pós-2015, dentre estes:

– avanços obtidos com relação ao desenvolvimento sustentável com relação à degradação das terras,

– contribuição do uso de ordenamento territorial sustentável e as mitigações e adaptações das mudanças climáticas;

– adoção da proteção da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos;

– vinculação do conhecimento científico na tomada de decisão governamental;

– programa de trabalho para o biênio 2016-2017.

 

Fonte: UNCCD

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Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e agenda pós-2015

Dando continuidade aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, “Assegurar vidas saudáveis e promover bem-estar para todos em todas as idades” é o terceiro. Mencionado ODS envolve a área da saúde e complementa as metas acordadas para os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM), cujos prazos se encerram este ano – 2015.

    Dentre as metas do ODS 3, estão:

– reduzir a taxa de mortalidade infantil abaixo de 70/1000 nascidos vivos;

– Acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose e malária; bem como combater a hepatite e as doenças de veiculação hídrica;

– reduzir em 1/3 a mortalidade dos prematuros;

– reforçar a prevenção e o tratamento de substâncias abusivas, incluindo as drogas e o uso abusivo do álcool;

– reduzir substancialmente as mortes causadas por poluição do ar, da água e por contaminação do solo.

     Considerando o pressuposto que pessoas informadas são cidadãos cônscios de seus direitos e deveres, o ODS 4 tem como desafio “Assegurar educação inclusiva e de qualidade para todos e promover uma vida de aprendizagem”.

     Para alcançar este objetivo, dentre as metas estão:

– assegurar que todos os meninos e meninas terminem a educação primária e secundária;

– assegurar que meninos e meninas tenham acesso ao desenvolvimento infantil de qualidade, o mais cedo possível, à educação e cuidado pré-primário;

– eliminar as desigualdades de gênero na educação e assegurar acesso igual a todos os níveis de educação.

Fonte: UNEP.

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Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

22 de junho de 2015

    Em setembro deste ano, os países devem ter a oportunidade de adotar um conjunto de objetivos para combater a pobreza, proteger o Planeta e assegurar a manutenção e prosperidade de vida para todos.

     Nessa ocasião, os países devem assumir compromisso e estabelecer os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), que vem sendo discutidos desde junho de 2012, logo após a realização da Rio+20.

     São 17 os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, mas como ainda não foram votados, o que vai ocorrer em setembro, ainda podem ter alguma alteração.

    O Blog Verde desta semana traz cada um deles, com suas metas a serem acordadas.

    O ODS 1 é “Acabar a pobreza em todas as suas formas em todos os lugares” (End poverty in all its forms everywhere”).

     Como metas propostas estão as seguintes:

erradicar a pobreza extrema (pessoas que vivem com menos de US$1,25 dólares por dia);

– reduzir pelo menos pela metade a proporção das pessoas que vivem na pobreza, considerando todas as suas dimensões;

– assegurar que todos os homens e mulheres tenham direitos iguais e acesso aos serviços básicos;

prover resiliência aos pobres e às pessoas em situação de vulnerabilidade, bem como reduzir sua exposição aos eventos extremos relacionados ao clima e aos desastres e riscos ambientais.

O segundo ODS é Acabar a fome, prover segurança alimentar e a nutrição e promover a agricultura sustentável.  Como metas deste ODS estão, dentre outros:

– Acabar com todas as formas de má nutrição e direcionar as necessidades nutricionais à gestantes e idosos;

dobrar a produtividade agrícola e incrementar os pequenos agricultores, com proteção ao meio ambiente e à biodiversidade;

– Prevenir problemas como as secas, as enchentes e outros desastres;

– Ampliar o investimento em infraestrutura rural, pesquisa agrícola, desenvolvimento tecnológico e capacidade produtiva.

Fonte: UNEP

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Novo marco legal brasileiro sobre biodiversidade

  Hoje, 20 de maio, o Brasil instituiu o novo marco legal de Biodiversidade. Conforme a Assessoria de Comunicação do Ministério do Meio Ambiente, o dispositivo definirá o acesso ao patrimônio genético e ao conhecimento tradicional associado e entrará em vigor 180 dias depois da publicação no Diário Oficial da União. O objetivo da matéria é desburocratizar o processo e estimular o desenvolvimento sustentável.

     Conforme a Presidente, a legislação representa um novo momento no incentivo à pesquisa científica no país: “Temos condições para ganhar a corrida na área da biotecnologia e fazer a diferença na geração de conhecimento, emprego e renda”, afirmou.

     Daqui a dois dias, o mundo comemora o Dia Internacional de Biodiversidade. Portanto, foi dado mais um importante passo para a proteção da biodiversidade, no território nacional, e para o cumprimento de acordos multilaterais ambientais.

Fonte: MMA

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Manejo Florestal Sustentável Integrado na Caatinga

    Instituto Nacional do Semiárido deve divulgar hoje, 18 de maio de 2015, o resultado dos selecionados para realizar o curso de formação em Manejo Florestal Sustentável Integrado na Caatinga Instituto Nacional do Semiárido.

   O curso de formação complementar para profissionais de iniciativa privada ou de instituições públicas que atuam em ações de planejamento florestal, gestão e extensão na caatinga é uma promoção do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), processo BRA/07/018, em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC) e Universidade Federal de Campina Grande – Campus Patos.

     Dentre o conteúdo programático estão: Módulo I – Introdução ao Manejo da Caatinga; Módulo II – Aspectos Legais do Manejo da Caatinga; Módulo III – Planejamento Florestal da Propriedade; Módulo IV – Inventário Florestal Módulo; V – Planejamento, elaboração, análise e implantação de sistemas de manejo florestal; Módulo VI – Manejo Agrosilvopastoril da Caatinga; Módulo VII – Viabilidade econômica do manejo florestal e agrosilvopastoril da Caatinga.

Fonte: Edital no1/2015 – INSA

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Prof. Renato Aragão receberá Prêmio Ambientalista Joaquim Feitosa, no Dia Estadual da Caatinga

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

23 de Abril de 2015

    Na edição 2015 do Prêmio Ambientalista Joaquim Feitosa, o prof. Renato Aragão deve ser agraciado, após escolha de seu nome pelo Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga.

    Este ano quatro personalidades foram indicadas a concorrer ao prêmio: Prof. Antônio Rocha Magalhães, Roberto de Proença Macedo, Prof. Francisco Flávio Torres de Araújo e Prof. Antonio Renato Lima Aragão.

    A escolha pelos membros do Comitê deve ter sido uma tarefa difícil considerando a indubitável relevância da contribuição destas quatro pessoas à conservação do Bioma Caatinga, em prol do desenvolvimento sustentável.

    Na razão da indicação do nome do prof. Renato Aragão para concorrer ao Prêmio está expressa sua relevante contribuição à conservação dos recursos naturais em todo o Estado do Ceará, considerando sua vida pessoal e profissional dedicada à inserção da variável ambiental em todos os níveis de planejamento, desde a década de 1960, bem como seu compromisso em criar unidades de conservação no Bioma Caatinga.

    Prof. Renato Aragão, meus parabéns! O Ceará certamente tem essa configuração ambiental porque, em tempos remotos, pessoas como o senhor (e todos os indicados para o Prêmio Ambientalista Joaquim Feitosa) tiveram a sensibilidade de perceber a importância de se preocupar com a proteção dos recursos ambientais e tiveram, também, o compromisso de fazer, durante o exercício de sua vida profissional, as ações necessárias para viabilizá-la.

    A solenidade de entrega da comenda acontecerá no dia 28 de abril, em que se comemora o Dia Estadual da Caatinga, na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, às 15h.

Convite feito a todos os cidadãos!

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Pesquisa de opinião para o Fundo Nacional de Meio Ambiente

      Você pode opinar sobre temas e projetos a serem financiados pelo Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA), que está com pesquisa de opinião disponível na internet, no intuito de escutar a sociedade quanto seus anseios sobre temas de projetos, eficácia das formas de financiamento, dentre outras temáticas.

     O Fundo Nacional de Meio Ambiente, criado há 25 anos, é um dos mais antigos mecanismos de apoio à Política Nacional do Meio Ambiente do Brasil.

      Esta pesquisa de opinião sobre apoio a projetos têm a pretensão de sugestões sobre linhas de fomento, e devem ser incorporadas no biênio 2015-2016.

      Recado dado, vamos participar! Para saber mais e ter acesso à pesquisa de opinião, clique aqui. 

Fonte: MMA

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Pesquisa de opinião para o Fundo Nacional de Meio Ambiente

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     O Fundo Nacional de Meio Ambiente, criado há 25 anos, é um dos mais antigos mecanismos de apoio à Política Nacional do Meio Ambiente do Brasil.

      Esta pesquisa de opinião sobre apoio a projetos têm a pretensão de sugestões sobre linhas de fomento, e devem ser incorporadas no biênio 2015-2016.

      Recado dado, vamos participar! Para saber mais e ter acesso à pesquisa de opinião, clique aqui. 

Fonte: MMA