desenvolvimento sustentável Archives - Página 10 de 16 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

desenvolvimento sustentável

Um novo paradigma para o desenvolvimento: a felicidade

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

22 de Janeiro de 2014

      A resolução 65/309, datada de 25/08/2011, da Assembleia Geral das Nações Unidas, considerando os padrões insustentáveis de produção e consumo que podem impedir o desenvolvimento sustentável e reconhecendo a necessidade de abordagem mais inclusiva e equitativa do crescimento econômico que promova a erradicação da pobreza, a felicidade e o bem estar de todos os povos, fez um convite aos países membros a desenvolver novos indicadores que contribuíssem para agenda de desenvolvimento, inclusive para a agenda pós-2015.

     O Reino de Butão publicou em 2013 o Relatório Felicidade: em direção a um novo paradigma de desenvolvimento (Hapiness: towards a new development paradigm), em que coloca sua experiência para construção de indicadores que incorporem a felicidade e o bem-estar.

      Conforme Jigmi Thinley, do Comitê New Development Paradigm, comenta que “tempo nunca foi mais oportuno para reorientar o objetivo do desenvolvimento para a felicidade humana e o bem-estar de toda a vida. Há um crescente consenso global sobre a necessidade e a urgência de um novo modelo, holístico. Esperamos que este relatório possa fornecer modesta contribuição para este esforço mundial”.

     Ao longo desta semana, o Blog Verde traz algumas das informações deste Relatório em que o Reino de Butão oferece ao mundo um novo modelo de paradigma de desenvolvimento.

Fonte: NDP Steering Committee and Secretariat, 2013. Happiness: Towards a New Development Paradigm. Report of the Kingdom of Bhutan.

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Turismo e Economia Verde (parte 2)

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

18 de Janeiro de 2014

     Toda atividade oriunda de agentes econômicos gera impactos e não é diferente com o turismo. Apesar de existirem alguns impactos positivos, UNEP (2012) afirma que o setor do turismo é um relevante contribuinte de poluição e degradação ambiental; ao mesmo tempo em que o setor sofre com a poluição e degradação ambiental resultados de outros setores e indústrias.

     Dentre as potenciais pressões que são exercidas no meio ambiente pelo setor do turismo, UNEP (2013) cita:

– efeitos adversos à biodiversidade, a exemplo de danos a ecossistemas marinhos e terrestres, considerando a não observância da capacidade de carga na atividade turística;

– aumento de conflitos com as comunidades locais, resultado da falha nos processos de planejamento da atividade turística com o não envolvimento das populações locais na tomada de decisão;

– prejuízos para a integridade cultural, oriundo também da ausência ou falha no planejamento, não priorizando o conhecimento tradicional e desconsiderando a participação das comunidades no processo de tomada de decisão das ações afetas às comunidades;

– aumento das emissões de gases de efeito estufa, considerando a necessidade de logística de transporte (terrestre, marítimo ou aéreo) e acomodação dos visitantes.

– aumento na produção de resíduos, tanto sólidos quanto líquidos; o que exige coleta, transporte e destinação adequada. A inadequada gestão de resíduos, oriundos do setor turístico, pode interferir negativamente nos ecossistemas.

     A atividade turística, então, necessita incorporar as premissas do turismo sustentável cujos princípios dialogam com a capacidade de suporte dos ecossistemas (marítimos e terrestres), permitindo a manutenção da qualidade ambiental do território, bem como auxiliando na proteção da biodiversidade e dos patrimônios: natural, cultural, paleontológico, geológico, histórico, material e imaterial.

 Fonte: UNEP. (2012). Economic Impacts of Tourism. United Nations Environment Programme, Division of Technology, Industry and Economics. Available at: http://www.uneptie.org/scp/tourism/sustain/impacts/economic/negative.htm

         UNEP (2013). Green Economy and Trade: trends, challenges and opportunities. Available at: http://www.unep.org/greeneconomy/GreenEconomyandTrade

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Turismo e Economia Verde (parte 1)

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

17 de Janeiro de 2014

     A atividade turística é considerada de uso indireto dos recursos naturais, ao lado das atividades de educação ambiental e de pesquisas científicas.

    Em Unidades de Conservação, aquelas áreas protegidas instituídas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza –SNUC, a atividade turística pode ser realizada em quaisquer das 12 categorias, considerando a especificidade de cada uma destas.

    Há possibilidade de retorno financeiro oriundo das atividades turísticas de forma significativa para o agente econômico, seja esta realizada dentro ou fora de Unidades de Conservação.

      Na Declaração “O Futuro que Queremos” (The Future we Want”) da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável – UNCSD 2012, a chamada Rio+20, existem dois parágrafos específicos sobre turismo sustentável como um dos caminhos de transição para uma economia verde.

     Os dois parágrafos do documento da UNCSD 2012, de números 130 e 131, trazem compromissos relacionados ao turismo sustentável, como se segue:

130 – … “Encorajamos o apoio às atividades de turismo sustentável nos países em desenvolvimento no sentido de alcançar o desenvolvimento sustentável”

131 – … “Destacamos a importância do estabelecimento, quando necessário, de orientações e reguladores, em consonância com as prioridades e legislações nacionais, para a promoção e apoio ao turismo sustentável”.

     Conforme UNEP (2013), o turismo sustentável tem o potencial de criar novos empregos e reduzir a pobreza. A atividade turística, mesmo considerada de uso indireto dos recursos naturais, geram impactos, tanto adversos quanto positivos.

Fonte: UNEP (2013). Green Economy and Trade: trends, challenges and opportunities. Available at: http://www.unep.org/greeneconomy/GreenEconomyandTrade

                 UNCSD (2012). tehe Future we Want. Rio de Janeiro: UNCSD, 2012.

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Economia Verde para o Desenvolvimento Sustentável

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

15 de Janeiro de 2014

     Acontecerá nos Emirados Árabes, em Dubai, nos dias 4 e 5 de março de 2014, a Conferência “Economia Verde para o Desenvolvimento Sustentável: progressos e prospecção”. Estão sendo esperados mais de 300 participantes, representantes dos governos, do setor privado, da sociedade civil e das agências das Nações Unidas.

     Os objetivos da conferência são:

– Fazer um balanço a respeitos das melhores práticas e lições na promoção da economia verde, considerando as reformas políticas e as mudanças de investimentos em áreas-chave;

– Compartilhar o conhecimento por meio de sessões temáticas interativas voltadas para o desenvolvimento de um conjunto de princípios gerais e recomendações de políticas com fins de concretizar os benefícios econômicos, sociais e ambientais da transição para economias verdes inclusivas; e,

– Explorar os múltiplos caminhos e parcerias disponíveis (inclusive a Partnership for Action on Green Economy – PAGE) para os países em que conduzem estas transições dentro de seus contextos nacionais.

      A PAGE tem a intenção de direcionar os diferentes e diversos atores sociais para a criação de sociedades sustentáveis e inclusivas.

     Como objetivos específicos, a PAGE tem por finalidade:

– possibilitar aos países formular e adotar políticas de economia verde;

– fortalecer a capacidade nacional dos parceiros para financiar e implementar iniciativas da economia verde e inclusiva;

– desenvolver e prover o acesso global a ferramentas e programas de capacitação em economia verde; e

– criar e compartilhar conhecimento em economia verde para dar suporte a sua aplicação em nível nacional (países).

     Para saber mais sobre a Partnership for Action on Green Economy – PAGE, cliquem aqui. 

Fonte: UNEP

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A sustentabilidade é possível? (parte 4 -final)

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

26 de dezembro de 2013

     “Devemos reconhecer que a noção de crescimento perpétuo é apenas uma construção social, iniciada como uma estratégia de transição para resgatar a economia após a Segunda Guerra Mundial”, informa a publicação “Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível?”.

      Após fazer uma retrospectiva das conferências mundiais e de seus acordos, Moore e Rees apontam para a necessidade de se criar um novo contrato social, que reconheça o interesse coletivo da humanidade em desenhar uma melhor forma de prosperidade para um mundo onde os limites ecológicos sejam respeitados.

     A pergunta: é os interesses individuais convergiriam com os interesses coletivos, a exemplo de proteção de biodiversidade? Qual a motivação que nos falta para iniciarmos o processo de mudança?

    Moore e Rees enfatizam a necessidade de se iniciarem os processos nacionais de planejamento e de se escreverem os acordos internacionais necessários para implementar escolhas de um futuro economicamente seguro, ecologicamente estável e socialmente justo.

 Fonte: Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível? Organização: Erik Assadourian e Tom Prugh 1ª ed.. Salvador: Worldwatch Institute, 2013.

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A sustentabilidade é possível? (parte 3)

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

24 de dezembro de 2013

    Sociedades de alto consumo superexploram seus ecossistemas. Jennie Moore e William Rees trazem, no capítulo 4 da publicação “Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível?”, contribuições acerca da necessidade de se viver dentro dos limites impostos pelo Planeta.

     Moore e Rees informam que estudos de Pegada Ecológica revelam que o mundo está sofrendo uma superexploração na ordem de até 50%. A atividade humana está explorando recursos naturais mais rapidamente do que eles podem se regenerar. A pergunta é: uma espécie de fato inteligente se arriscaria a destruir permanentemente os próprios ecossistemas que a sustentam, em troca de benefícios questionáveis de crescimento desigual?

     Em 1969, Garret Hardin, em seu artigo The Tragedy of the commons (A tragédia dos Comuns) já levantava esse questionamento sobre a superexploração dos bens comuns, dos recursos naturais, motivados pelas iniciativas individuais, dentro do modo de produção capitalista (que privilegia o acúmulo de bens e capital, no menor espaço de tempo, o lucro e a propriedade privada) e sua consequente tragédia para todos os agentes sociais.

    Conforme Moore e Rees, para alcançar a sustentabilidade (isto é, para viver dentro das capacidades naturais da Terra), as pessoas teriam de viver, em média, dentro da capacidade biológica produtiva e assimilativa de 1,7 gha per capita (gha: global hectare, unidade que quantifica a biocapacidade da Terra). Assim, mencionados autores consideram 1,7 gha per capita como sendo a “parcela Terra-justa” da biocapacidade global.

     Uma das ações necessárias para alcançar a sustentabilidade, segundo os mencionados autores, seria a reconsideração do estilo de vida, para que provoquem impactos menos significativos. Mas a pergunta é: todos os cidadãos estão dispostos a fazer sua parte?

 Fonte: Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível? Organização: Erik Assadourian e Tom Prugh 1ª ed.. Salvador: Worldwatch Institute, 2013.

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A sustentabilidade é possível? (parte 2)

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

23 de dezembro de 2013

    Na publicação “Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível?” é feito um questionamento importante para sociedades que queiram seguir em direção ao desenvolvimento sustentável, que seria: qual a maior fonte de pressão sobre os limites planetários? Aqueles nove limites definidos pelo Grupo de Rockström?

     Kate Raworth acredita que seriam os níveis excessivos de consumo dos 10% mais ricos da população do mundo, pois controlam 57% da renda mundial. Assim, o estilo de vida dos mais ricos do mundo seria um dos alvos para reduzir a intensidade do uso dos recursos ambientais.

      Padrões de produção que sejam muito mais eficientes no uso dos recursos, incluindo as tecnologias que economizem recursos, investimentos e infraestrutura, são essenciais para tornar possível a redução do estilo de vida dos mais ricos do mundo, afirma Kate Raworth. E com isso trabalhar o desenvolvimento operando no espaço entre os limites sociais e os planetários.

 Fonte: Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível? Organização: Erik Assadourian e Tom Prugh 1ª ed.. Salvador: Worldwatch Institute, 2013.

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A sustentabilidade é possível? (parte 1)

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

21 de dezembro de 2013

   Em recente publicação da Universidade Livre da Mata Atlântica, denominada “O Estado do Mundo 2013: a sustentabilidade ainda é possível?” encontram-se informações importantes para que a sociedade conheça um pouco mais dos limites da natureza. O Blog Verde esta semana traz algumas informações que constam dessa publicação.

    Considerando a necessidade de um espaço justo e seguro para a humanidade, Kate Raworth comenta sobre os nove limites planetários, que o grupo de Johan Rockström propôs, em 2009. O grupo considera que três dos nove limites já foram ultrapassados, a saber: os das mudanças climáticas, o do ciclo do nitrogênio e o da perda da biodiversidade.

     Os nove limites planetários, definidos pelo grupo de Rockström, são:

– uso de água potável;

– mudanças climáticas;

– ciclos do fósforo e do nitrogênio;

– acidificação dos oceanos;

– poluição química;

– acúmulo de aerossóis na atmosfera;

– destruição da camada de ozônio;

– perda da biodiversidade; e

– alterações no uso dos solos.

     A proposta de Kate Raworth é que sejam consideradas as 11 prioridades sociais, levantadas na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, como pisos sociais, ou seja, que devem ser atendidos em sua plenitude, considerando os limites planetários. As 11 prioridades sociais são: privação de alimentos, água, saúde, renda, educação, energia, empregos, voz, igualdade de gêneros, justiça social e resiliência contra os choques.

     Acredita Kate Raworth que combinar os limites planetários com as prioridades sociais (ou pisos sociais) possa criar uma nova perspectiva do desenvolvimento sustentável.

 Fonte: Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível? Organização: Erik Assadourian e Tom Prugh 1ª ed.. Salvador: Worldwatch Institute, 2013.

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Brasil – Orgânico e Sustentável

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

18 de dezembro de 2013

Fonte: MInistério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Fonte: MInistério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

O Programa das Nações Unidas para o Ambiente (UNEP) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome do Brasil assinaram um memorando de entendimento para combinar esforços em atividades que abordem o desenvolvimento de uma cadeia sustentável de alimentos no Brasil, formas de reduzir o desperdício  e perda de alimentos, e estratégias para melhorar o acesso a alimentos orgânicos e saudáveis. A representante do PNUMA no Brasil, Sra. Denise Hamú , e a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Sra. Tereza Campello, lançaram a parceria durante um evento da campanha Brasil Orgânico e Sustentável, uma iniciativa promovida pelo governo brasileiro, que deve ser agora aprovada pelo PNUMA .

     O Brasil Orgânico e Sustentável é uma campanha de conscientização pública focada na promoção do consumo consciente de alimentos orgânicos durante a Copa do Mundo FIFA 2014, estimulando a produção de alimentos orgânicos. A parceria entre o PNUMA e o Ministério brasileiro inclui também o turismo sustentável, por meio da campanha Passaporte Verde e a o programa Think.Eat.Save. O memorando de entendimento com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome expande trabalho do PNUMA no Brasil a um contexto social relacionado com atividades de desenvolvimento sustentável.

Fonte: UNEP

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Plano Clima deve ser revisado no primeiro trimestre de 2014

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

16 de dezembro de 2013

    Com informações de Tinna Oliveira, o site do MMA divulga que a sociedade civil contribuiu, por meio de consulta pública, para a atualização do Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima), que se constitui no principal instrumento para a implantação da Política Nacional sobre Mudança do Clima.

     Mencionada consulta pública eletrônica ficou aberta de 25 de setembro a 8 de novembro. Durante o período, qualquer cidadão brasileiro pode oferecer suas contribuições, por meio do formulário disponível na internet. Do total de 27 formulários enviados, foram totalizadas 111 contribuições da consulta pública eletrônica. A versão final do plano revisado deve ser apresentada no primeiro trimestre de 2014. Na última quinta-feira (12/12) aconteceu a última reunião presencial.

      Conforme Tinna Oliveira, apresentado em 2008 pelo governo federal, o Plano Clima visa incentivar o desenvolvimento e o aprimoramento das ações de mitigação no Brasil, colaborando com o esforço mundial de redução das emissões de gases de efeito estufa, bem como objetiva a criação das condições internas para lidar com os impactos da mudança global do clima (adaptação).

Fonte: MMA

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Plano Clima deve ser revisado no primeiro trimestre de 2014

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

16 de dezembro de 2013

    Com informações de Tinna Oliveira, o site do MMA divulga que a sociedade civil contribuiu, por meio de consulta pública, para a atualização do Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima), que se constitui no principal instrumento para a implantação da Política Nacional sobre Mudança do Clima.

     Mencionada consulta pública eletrônica ficou aberta de 25 de setembro a 8 de novembro. Durante o período, qualquer cidadão brasileiro pode oferecer suas contribuições, por meio do formulário disponível na internet. Do total de 27 formulários enviados, foram totalizadas 111 contribuições da consulta pública eletrônica. A versão final do plano revisado deve ser apresentada no primeiro trimestre de 2014. Na última quinta-feira (12/12) aconteceu a última reunião presencial.

      Conforme Tinna Oliveira, apresentado em 2008 pelo governo federal, o Plano Clima visa incentivar o desenvolvimento e o aprimoramento das ações de mitigação no Brasil, colaborando com o esforço mundial de redução das emissões de gases de efeito estufa, bem como objetiva a criação das condições internas para lidar com os impactos da mudança global do clima (adaptação).

Fonte: MMA