desenvolvimento humano Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

desenvolvimento humano

II Conferência da Caatinga – Desenvolvimento Humano e Sustentabilidade

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas, Semiárido

14 de junho de 2018

As inscrições para a II Conferência da Caatinga se encerram hoje, 14 de junho.

    O evento tem por tema “Desenvolvimento Humano e Sustentabilidade”. É uma realização da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará e o Governo do Estado do Ceará, com coordenação do Conselho de Altos Estudos e Assuntos Estratégicos. Conforme Dr. Mailson Cruz,  o objetivo é discutir os graves problemas que preocupam governos e sociedade civil organizada em torno do bioma Caatinga, com ênfase na crise hídrica, na sustentabilidade e no processo crescente de desertificação, tendo como eixo central o ser humano.

     As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui.

No dia 19 de junho, na abertura do evento, será entregue a Medalha Chico Mendes ao Prof. Artur Bruno, Secretário da Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Ceará, às 18:30h

Fonte: ALCE, 2018

 

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II Conferência da Caatinga – Inscrições abertas

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Semiárido

26 de Maio de 2018

    Estão abertas as inscrições para a II Conferência da Caatinga, com o tema “Desenvolvimento Humano e Sustentabilidade”.  O evento acontecerá de 19 a 21 de junho, com o tema “Desenvolvimento humano e sustentável”, no Auditório Murilo Aguiar e demais dependências da Assembleia Legislativa.

    O objetivo da Conferência é realizar o debate e a troca de conhecimento sobre a problemática do bioma, com o objetivo de gerar políticas públicas que ofereçam desenvolvimento humano e sustentabilidade, em seu convívio. 

     Os impactos sociais e econômicos da seca prolongada de 2012 a 2017, que atingiu a Região Nordeste, e os compromissos assumidos na I Conferência, realizada em 2012, serão apresentados e analisados, buscando identificar alternativas e políticas públicas que possibilitem qualidade de vida à população, frente à constatação da instabilidade climática.

     Uma Feira dos Saberes e das Culturas do povo catingueiro acontecerá simultaneamente à conferência. Os visitantes poderão participar de um espaço com características do sertão nordestino, onde serão expostas e apresentadas manifestações culturais dos estados da região. A feira será distribuída ao largo do corredor de passagem da Assembleia Legislativa. A ideia é realizar um evento rico em diversidade, onde a realidade caatingueira poderá ser vivenciada, da gastronomia às artes e o artesanato.

    Para saber mais sobre o evento, cliquem aqui. A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas até 14 de junho. Aos interessados em realizar a inscrição, cliquem aqui. 

     Fonte: Assessoria de Comunicação da Assembleia Legislativa do Ceará, 2018.

 

 

 

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II Conferência da Caatinga: lançamento dia 27/03/2018

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Semiárido

21 de Março de 2018

    No dia 27/03/2018, na Assembleia Legislativa do Ceará acontecerá o lançamento da II Conferência da Caatinga: Desenvolvimento Humano e Sustentabilidade, com a promoção do Conselho de Altos Estudos, da Assembleia Legislativa do Ceará (ALCE), com apoio do Governo do Estado do Ceará.

   A I Conferência da Caatinga aconteceu em 2012 como um dos eventos preparatórios à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a chamada Rio+20. Um dos resultados da I Conferência da Caatinga foi a Carta de Fortaleza (A Caatinga na Rio+20) contendo dezenas de compromissos firmados pelos Estados que têm em seu território esse bioma singular. Á época, estava sendo desenvolvido, nos Estados do Ceará e da Bahia, o Projeto Mata Branca (Projeto de Conservação e Gestão Sustentável do Bioma Caatinga), financiado pelo GEF (Global Environment Facility), do Banco Mundial.

     Este ano, a II Conferência da Caatinga , que deve ser realizada entre os dias 19 e 21 de junho de 2018, no Auditório Murilo Aguiar/ALCE, tem por objetivo:

 – dar continuidade ao processo de articulação interinstitucional;

– avaliar os avanços e desafios estabelecidos como compromissos assumidos na I Conferência da Caatinga;

– definir estratégias e compromissos que promovam o desenvolvimento humano e a sustentabilidade no território da Caatinga.

 

 

Venha participar  desse momento. Sua participação é muito valiosa!

Fonte: ALCE, 2018.

 

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Desenvolvimento Humano para todos e a Agenda 2030

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

27 de Março de 2017

    Recentemente, em 21/03/2017, o Programa das Nações Unidas pelo Desenvolvimento (PNUD) publicou o Relatório Desenvolvimento Humano para todos, com o panorama geral do ano de 2016.

    No mencionado relatório, cinco mensagens básicas são transmitidas:

– o universalismo é fundamental para o desenvolvimento humano e é possível para todos;

– Diversos grupos de pessoas continuam sofrendo carências básicas e enfrentam importantes obstáculos para superá-las;

– o desenvolvimento humano para todos exige a reorientação de alguns aspectos analíticos;

– existem políticas que, caso sejam aplicadas, contribuiriam para o alcance do desenvolvimento humano para todos;

– uma governança mundial reformada, com um multilateralismo mais justo, ajudaria o alcance do desenvolvimento humano para todos.

    Ainda conforme o Relatório, o cumprimento da Agenda 2030 se constitui em um passo importante para que as pessoas possam desenvolver seu potencial ao máximo. O relatório informa três vínculos analíticos entre o desenvolvimento humano e a Agenda 2030 (Figura), a saber:

– ambos se sustentam no universalismo: o enfoque do desenvolvimento humano enfatiza a melhoria da liberdade de todos os seres humanos, assim como a Agenda 2030 se concentra em não deixar ninguém para trás;

– ambos compartilham as mesmas áreas críticas, a exemplo da erradicação da pobreza e da fome, redução das desigualdades e garantia da igualdade de gênero;

– ambos têm a sustentabilidade como princípio básico.

Fonte: UNDP, 2017.

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Frases para refletir… sobre vida e meio ambiente

    As frases de hoje permitem a reflexão sobre a necessidade de se proteger aquilo que nos é caro: o meio ambiente e a vida humana. São de Gro Harlem Brundtland, ex-Primeira Ministra da Noruega, que presidiu, no período de 1983 a 1987, a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.

“A saúde é a base do desenvolvimento humano”.

“Eu não acredito que a meta do Milênio de reduzir pela metade a pobreza mundial é abstrata ou impossível. Eu acho que é um objetivo real e alcançável”.

“Não pode alcançar a segurança ambiental e do desenvolvimento humano, sem considerar os princípios básicos de saúde e nutrição”.

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Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

16 de outubro de 2014

    Com o tema “Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social”, neste ano de 2014, durante o período de 13 a 19 de outubro acontece a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). O objetivo é mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de Ciência e Tecnologia.

    Existem várias atividades em todo o Brasil que integram a SNCT. Aos interessados em conferir as atividades de seu município e Estado, cliquem aqui

   Foram cadastradas, nesta edição de 2014, 33.673 atividades, em 527 cidades brasileiras e 520 instituições. O Ceará participa com 359 atividades, de 24 instituições perfazendo um total de 359 atividades.

Fonte: MCTI

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Os brasileiros estão vivendo mais, ganhando mais e estudando mais

     Pense em uma notícia boa! Conforme o Atlas Brasil 2013 do UNDP (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), o desenvolvimento humano no Brasil cresceu bastante nas últimas duas décadas.

     Mencionada publicação da ONU mostra que, atualmente, dois terços (2/3) das cidades brasileiras possuem Índice Municipal de Desenvolvimento Humano (IMDH) acima da média nacional apresentada em 1991.

     O IMDH passou de 0,493 (que significa muito baixo desenvolvimento humano) para 0,727 (que quer dizer muito alto desenvolvimento humano) nas duas últimas décadas.

     Um progresso significativo foi detectado, principalmente, na área de saúde, que apresentou um aumento de 9,2 anos na expectativa de vida ao nascer, se comparado aos dados de 1991; o que representa um acréscimo de 14,2% na expectativa de vida.

     O país também experimentou um aumento nos níveis de educação, registrando um acréscimo de 129% se comparado com duas décadas passadas.

     A renda per capita dos brasileiros, diz o Atlas Brasil 2013, aumentou em 14,2 % nas últimas duas décadas, considerando o cenário de inflação em agosto/2010. Mesmo assim, as desigualdades sociais persistem e, portanto, se constituem em um desafio.

     Apesar dos avanços, 11% das cidades brasileiras registraram o IMDH abaixo da média nacional. Cidadãos residentes, por exemplo, na cidade com menor índice (Marajá do Sena, no estado do Maranhão) estão ganhando 20 vezes menos do que a cidade que apresenta maior IMDH (São Caetano do Sul, no estado de São Paulo).

Fonte: UNDP. Atlas Brasil 2013.

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Humanidade Dividida: confrontando desigualdade em países em desenvolvimento

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

01 de Fevereiro de 2014

    Em 29 de janeiro de 2014, a UNDP (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD) publicou o Relatório “Humanidade Dividida: confrontando desigualdade em países em desenvolvimento”.

     Mencionado Relatório traz uma visão dos conceitos teóricos das desigualdades, bem como as tendências globais. São apresentadas as percepções dos tomadores de decisão sobre desigualdades em 15 países e identifica várias opções políticas em direção às mudanças de desenvolvimento.

    O relatório traz algumas abordagens importantes, como as abaixo transcritas:

– em média, no período de 1990 a 2010, a desigualdade nos países em desenvolvimento aumentou 11%.

– As evidências mostram que, para além de certo limite, a desigualdade prejudica o crescimento do país e a redução da pobreza, bem como a qualidade das relações nas esferas públicas e políticas e também prejudica a autoestima dos indivíduos.

Fonte: UNDP

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Segurança do Cidadão – evidências para a América Latina

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

18 de novembro de 2013

      O PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) publicou na primeira semana de novembro o Relatório Regional de Desenvolvimento Humano 2013-2014 para a América Latina, que mapeia os problemas do crime e da violência nesta região e oferece recomendações importantes para melhorar as políticas públicas sobre a segurança do cidadão. O relatório baseia-se na Relatório de Desenvolvimento Humano da América Central, do PNUD, lançado em 2009, e do Relatório de Desenvolvimento Humano do Caribe de 2012.

     Este relatório analisa, em profundidade, o fenômeno da segurança dos cidadãos, estudando as experiências bem-sucedidas, e propondo recomendações concretas para melhorias.

Como destaques, tem- se as seguintes informações:

– A América Latina registra mais de 100 mil homicídios por ano.

Em 11 dos 18 países avaliados a taxa é superior a 10 homicídios por 100 mil habitantes.

Um em cada três latino-americanos relatou ser vítima de um crime violento em 2012.

– Em todos os países analisados, mais de 80 por cento dos presos não completaram 12 anos de escolaridade.

– A maioria dos países com um crescimento da população urbana acima de 2 % ao ano também relataram aumentos nas taxas de homicídios.

Fonte: PNUD

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Desenvolvimento Humano 2013 – parte 5 – final

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Educação Ambiental, Meio Ambiente

07 de junho de 2013

      Para finalizar a série sobre as informações do Relatório mais recente, de 2013, sobre Desenvolvimento Humano, o Blog Verde traz o assunto de equidade e sustentabilidade intergeracionais.

     Quando as crises se sucedem, fica difícil visualizar as consideráveis consequências em longo prazo das medidas tomadas no presente. Por conseguinte, é essencial ter em mente que as escolhas de hoje podem influenciar, durante várias décadas, de forma considerável e por vezes decisiva, as opções disponíveis.

    O relatório Human Development Report 2013 relata que o que está em pauta no desenvolvimento humano sustentável é a compreensão das interligações entre as escolhas temporais das diferentes gerações e a atribuição de direitos, simultaneamente, às gerações presentes e futuras. Portanto é imperioso um equilíbrio.

    É vital aumentar as capacidades dos indivíduos – especialmente daqueles que são pobres, ou vivem situações de privação múltipla – como expressão dos direitos fundamentais e parte da universalidade da defesa da vida.

   Finaliza o Relatório que, para além disso, a pobreza e a miséria de hoje têm consequências negativas no futuro. O objetivo deve ser, portanto, a equidade tanto intrageracional como intergeracional. Investir nas pessoas, no presente, requer um equilíbrio prudente entre as dívidas contraídas hoje e as obrigações que estas acarretam para as gerações futuras.

Fonte: UNDP, 2013

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Desenvolvimento Humano 2013 – parte 5 – final

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Educação Ambiental, Meio Ambiente

07 de junho de 2013

      Para finalizar a série sobre as informações do Relatório mais recente, de 2013, sobre Desenvolvimento Humano, o Blog Verde traz o assunto de equidade e sustentabilidade intergeracionais.

     Quando as crises se sucedem, fica difícil visualizar as consideráveis consequências em longo prazo das medidas tomadas no presente. Por conseguinte, é essencial ter em mente que as escolhas de hoje podem influenciar, durante várias décadas, de forma considerável e por vezes decisiva, as opções disponíveis.

    O relatório Human Development Report 2013 relata que o que está em pauta no desenvolvimento humano sustentável é a compreensão das interligações entre as escolhas temporais das diferentes gerações e a atribuição de direitos, simultaneamente, às gerações presentes e futuras. Portanto é imperioso um equilíbrio.

    É vital aumentar as capacidades dos indivíduos – especialmente daqueles que são pobres, ou vivem situações de privação múltipla – como expressão dos direitos fundamentais e parte da universalidade da defesa da vida.

   Finaliza o Relatório que, para além disso, a pobreza e a miséria de hoje têm consequências negativas no futuro. O objetivo deve ser, portanto, a equidade tanto intrageracional como intergeracional. Investir nas pessoas, no presente, requer um equilíbrio prudente entre as dívidas contraídas hoje e as obrigações que estas acarretam para as gerações futuras.

Fonte: UNDP, 2013