contaminação radioativa Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

contaminação radioativa

Radiação de Fukushima chegou ao Canadá

     Pesquisadores canadenses da Universidade de Victoria detectaram, na Costa do Pacífico, radiação procedente da usina nuclear de Fukushima, sendo esta a primeira vez que se registrou radioatividade no continente norte americano.

    Foram registrados baixos níveis dos isótopos Césio 134 e Césio 137 na localidade de Ucluelet. As amostras foram recolhidas em fevereiro/2015, sendo que os níveis de radiação não são perigosos nem para o meio ambiente nem para saúde dos habitantes da ilha de Vancouver.

    Essa descoberta comprova a previsão feita por pesquisadores sobre a chegada da radiação, em 2015, à costa norte americana, considerando a distância que separa a costa do Pacífico do local da usina nuclear, mais de 7.600 km.

Fonte: Ecosítio

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Problemas de saúde persistem após 27 anos em Chernobyl

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

01 de Maio de 2013

     Já se passaram 27 anos da catástrofe nuclear de Chernobyl. No entanto, os problemas decorrentes da radiação continuam afetando a população da Bielo-Rússia. Conforme as informações da Agência EFE, um terço (1/3) da população apresenta alguma patologia de tireoide devido à catástrofe nuclear.

    Conforme os especialistas, a Bielo-Rússia foi mais afetada, com consequências adversas do acidente de 1986, do  que a Ucrânia. Após quase três décadas, os médicos observam entre a população do país a persistência da “síndrome de Chernobyl”, um transtorno de ansiedade relacionado com fobias da radiação, e câncer. A síndrome afeta mais as mulheres.

    A maior parte dos habitantes das zonas mais contaminadas do país sofrem ansiedade e estresse pós-traumático, enquanto os jovens entre 19 e 25 anos têm medo da radiação.

     Esta fobia afeta cerca de 40% das pessoas com idade entre 41 e 50 anos, testemunhas da tragédia. Com relação às patologias oncológicas, os médicos têm diagnosticado com bastante frequência a leucemia, notadamente em crianças.

    A explosão ocorrida na madrugada de 26 de abril de 1986 no quarto reator da Usina Nuclear de Chernobyl lançou 200 toneladas de material radioativo, o que equivale a 500 bombas atômicas semelhantes às lançadas sobre Hiroshima, durante a Segunda Guerra Mundial. Até hoje, mais de 300 localidades estão com níveis de radiação muito acima do máximo permitido por lei.

    Será que vale a pena investir em energias que apresentam risco elevado para saúde e meio ambiente? Até quando a população vai, literalmente, pagar esta conta, com sua saúde (física e mental)? Não tenho respostas. Mas tenho esperanças de que o mundo, certamente, ficará bem melhor. Creio nisso!

 Fonte: Agência EFE

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Problemas de saúde persistem após 27 anos em Chernobyl

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

01 de Maio de 2013

     Já se passaram 27 anos da catástrofe nuclear de Chernobyl. No entanto, os problemas decorrentes da radiação continuam afetando a população da Bielo-Rússia. Conforme as informações da Agência EFE, um terço (1/3) da população apresenta alguma patologia de tireoide devido à catástrofe nuclear.

    Conforme os especialistas, a Bielo-Rússia foi mais afetada, com consequências adversas do acidente de 1986, do  que a Ucrânia. Após quase três décadas, os médicos observam entre a população do país a persistência da “síndrome de Chernobyl”, um transtorno de ansiedade relacionado com fobias da radiação, e câncer. A síndrome afeta mais as mulheres.

    A maior parte dos habitantes das zonas mais contaminadas do país sofrem ansiedade e estresse pós-traumático, enquanto os jovens entre 19 e 25 anos têm medo da radiação.

     Esta fobia afeta cerca de 40% das pessoas com idade entre 41 e 50 anos, testemunhas da tragédia. Com relação às patologias oncológicas, os médicos têm diagnosticado com bastante frequência a leucemia, notadamente em crianças.

    A explosão ocorrida na madrugada de 26 de abril de 1986 no quarto reator da Usina Nuclear de Chernobyl lançou 200 toneladas de material radioativo, o que equivale a 500 bombas atômicas semelhantes às lançadas sobre Hiroshima, durante a Segunda Guerra Mundial. Até hoje, mais de 300 localidades estão com níveis de radiação muito acima do máximo permitido por lei.

    Será que vale a pena investir em energias que apresentam risco elevado para saúde e meio ambiente? Até quando a população vai, literalmente, pagar esta conta, com sua saúde (física e mental)? Não tenho respostas. Mas tenho esperanças de que o mundo, certamente, ficará bem melhor. Creio nisso!

 Fonte: Agência EFE