contaminação do ar Archives - Blog Verde 
Publicidade

Blog Verde

por Nájila Cabral

contaminação do ar

Poluição atmosférica e risco de incidência de diabetes

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

09 de julho de 2018

    Esta semana, pesquisadores (Bowe et al, 2018) publicaram artigo científico correlacionando a poluição atmosférica (carga global de 2016) e a incidência de risco de diabetes.

      Os autores analisaram o poluição do ar e sua associação com a saúde humana, mais especificamente o  risco de diabetes atribuível à poluição por  Material Particulado (MP) 2,5µ.

      Foram 1.729.108 participantes acompanhados na pesquisa, por uma média de 5 a 8 anos. Foi usada a metodologia Global Burden of Disease para estimar a carga atribuível à doença (ABD) e os anos de vida ajustados por incapacidade (DALYs) de diabetes atribuíveis à poluição atmosférica (concernente ao MP2,5), em todo o mundo (194 países).

        Os resultados apontam que a exposição ao MP2,5 aumentou substancialmente o risco de diabetes, acima de 2,4 g/m3 e, em seguida, exibiu um aumento mais moderado em concentrações acima de 10 mg/m3.

    Os pesquisadores advertem que, no ano de 2016, a contaminação atmosférica contribuiu para cerca de 3,2 milhões dos casos de diabetes; cerca de 8,2 milhões para DALYs causados ​​por diabetes e 206 mortes por diabetes; todos atribuíveis à exposição ao MP2,5.

    Advertem que o número global de diabetes atribuível à poluição atmosférica por MP2,5 é significativo e que, portanto, a redução à exposição traz benefícios substanciais para a saúde.

    Os interessados em ler o artigo, na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: BOWE, Benjamim; XIE, Yan; LI, Tingting; YAN, Yan; XIAN, Hong; AL-ALY, Ziyad, 2018.

 

Publicidade

Poluição ambiental na China e aterrissagem “às cegas”

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

14 de dezembro de 2013

     A agência de notícia EcoSítio divulgou ontem o alerta para o perigo nas aterrissagens na China. A elevada contaminação que afeta a China obrigará a todos os pilotos dos voos comerciais que circulam entre Pequim e os aeroportos mais concorridos daquele país a receberem treinamento especial para poder aterrissar “às cegas”.

Fonte: EcoSítio

Fonte: EcoSítio

     O Jornal “Oriental Morning Post” comunicou que  a Administração da Aviação Civil da China deve requerer aos pilotos de vôos comerciais, inclusive de aeronoves pequenas, um certificado que os creditem a este tipo de aterrissagem, até janeiro do próximo ano (2014).

    Atualmente, apenas os pilotos de aeronaves maiores, a exemplo do Airbus 330 ou o Boeing 767 estão obrigados a receber este tipo de treinamento, conhecido como “aterrissagem cega de categoria 2”. A partir do cumprimento dessa obrigatoriedade, os pilotos poderão realizar pousos com visibilidade inferior a 400 metros de distância.

Fonte: EcoSítio.

Publicidade

Contaminação ambiental como elemento cancerígeno aos seres humanos

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente, Mudanças Climáticas, Saúde Ambiental

17 de outubro de 2013

    A Agência Internacional de Investigação de Câncer (IARC , na sigla em inglês) anunciou hoje (17/10) que incluiu a contaminação ambiental como um dos elementos que causam câncer nos seres humanos, com incidência especial para o câncer de pulmão.

Eart Day 2013 Fonte:ONU

Eart Day 2013
Fonte:ONU

      A IARC citou dados indicando que, em 2010, foram registradas 223.000 mortes de câncer de pulmão em todo o mundo resultantes da poluição do ar e, ainda, que existem provas convincentes de que a contaminação ambiental aumenta o risco de câncer de bexiga

     Estas partículas contaminantes foram classificadas pela IARC no grupo 1 de substâncias causadoras de câncer, assim como o tabaco, asbeto, plutônio e a radiação ultravioleta.

     Os elementos contaminantes estão associados às emissões oriundas das atividades humanas como transporte, indústria, agricultura e geração de energia.

Fonte: Efeverde e IARC

Publicidade

Contaminação radioativa de Fukushima na costa oeste dos Estados Unidos

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

08 de Abril de 2013

     O portal Ecosítio e a Urgente 24 noticiam que foi constatado elevado número de casos com problemas de tireoide em crianças nascidas na costa oeste dos EUA (Estados Unidos), o que fez soar o alarme sobre a contaminação radioativa de Fukushima. Poucos dias após o desastre (em fevereiro de 2011), as concentrações de iodo radioativo I-131 nas chuvas norte americanas foram até 211 vezes acima do normal. Níveis mais elevados de I-131 foram documentados em cinco estados: Califórnia, Havaí, Alasca, Oregon e Washington.

     Os pesquisadores confirmaram que o desastre nuclear de Fukushima está “passando a fatura” à população norte americana. A externalidade negativa se traduz no elevado número de anomalias da tiroide entre os recém-nascidos na costa oeste do país.

     Esses dados foram publicados no periódico Open Journal Pediatrics. Os autores do estudo atestam que de 17 de março a 31 dezembro de 2011, o número de casos de hipotireoidismo congênito em cinco estados foi de 16% maior do que o mesmo período de 2010.

      O iodo radioativo que entra no corpo humano se acumula na glândula tireoide, que produz o hormônio de crescimento. A exposição à radiação pode impedir o crescimento do corpo e do cérebro de uma criança, até mesmo causar cretinismo e câncer de tireoide. Tais doenças e sintomas estão também documentados depois de Chernobyl.

     Outros dados preocupantes é que em fevereiro deste ano (2013), foi relatado que 44,2% das crianças examinadas em Fukushima também têm anormalidades da tireoide.

      Caros leitores do Blog Verde, qual é o preço que nós, sociedade civil, pagamos pelos danos decorrentes de atividades que não possuem tecnologia suficiente para garantir 100% de segurança, ou seja 0% de riscos ambientais?

      Quanto estamos dispostos a pagar? Qual o preço de sua saúde? Quanto vale a sua vida?  Pare… e pense.

Fonte: Ecosítio e Urgente 24

 

Publicidade

Contaminação do ar – Pequim em alerta

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente

14 de Janeiro de 2013

    Este é o terceiro dia em que se constata, em Pequim (China), contaminação do ar em níveis muito mais elevados do que o máximo permitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Uma densa fumaça cobriu grandes áreas do norte da China no fim de semana, cuja visibilidade ficou em 100 metros (metros) em algumas áreas; forçando o cancelamento de voos.

Foto: AFP
Fonte: http://nz.news.yahoo.com

      A contaminação excedeu 300 microgramas de partículas de menos de 2,5 micrômetros (PM 2,5) por metro cúbico, bem acima dos níveis de 25 microgramas por metro cúbico que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera aceitável.

      Pequim aprovou hoje medidas de emergência, tais como a redução das emissões de gases por veículos no trânsito e de fábricas, em virtude do aumento nos casos de problemas cardíacos e respiratórios, em hospitais. Deram entrada no Hospital da Criança de Pequim, ao longo da semana passada, quando os níveis de poluição começaram a subir, cerca de 7000 pacientes com problemas respiratórias, devido à má qualidade do ar.

    De acordo com o Departamento de Proteção Ambiental de Pequim, 54 empresas reduziram em 30 por cento (30%) as emissões de carbono e as escolas foram proibidas de desenvolver práticas desportivas ao ar livre.

     Os veículos oficiais não estão em circulação e houve apelação para que os moradores usassem o transporte público e deixassem seus carros em casa, para minimizar a espessa nuvem de fumaça.

Fonte: AFP

Publicidade

Contaminação do ar – Pequim em alerta

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente

14 de Janeiro de 2013

    Este é o terceiro dia em que se constata, em Pequim (China), contaminação do ar em níveis muito mais elevados do que o máximo permitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Uma densa fumaça cobriu grandes áreas do norte da China no fim de semana, cuja visibilidade ficou em 100 metros (metros) em algumas áreas; forçando o cancelamento de voos.

Foto: AFP
Fonte: http://nz.news.yahoo.com

      A contaminação excedeu 300 microgramas de partículas de menos de 2,5 micrômetros (PM 2,5) por metro cúbico, bem acima dos níveis de 25 microgramas por metro cúbico que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera aceitável.

      Pequim aprovou hoje medidas de emergência, tais como a redução das emissões de gases por veículos no trânsito e de fábricas, em virtude do aumento nos casos de problemas cardíacos e respiratórios, em hospitais. Deram entrada no Hospital da Criança de Pequim, ao longo da semana passada, quando os níveis de poluição começaram a subir, cerca de 7000 pacientes com problemas respiratórias, devido à má qualidade do ar.

    De acordo com o Departamento de Proteção Ambiental de Pequim, 54 empresas reduziram em 30 por cento (30%) as emissões de carbono e as escolas foram proibidas de desenvolver práticas desportivas ao ar livre.

     Os veículos oficiais não estão em circulação e houve apelação para que os moradores usassem o transporte público e deixassem seus carros em casa, para minimizar a espessa nuvem de fumaça.

Fonte: AFP