agenda de desenvolvimento Archives - Página 7 de 7 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

agenda de desenvolvimento

O mundo que queremos 2015 – Energia

The World We Want 2015

Fonte:UNDP

     Nos últimos cinco anos foi possível perceber o consenso político da importância da energia, como demonstrado também na Rio+20. As Nações Unidas recentemente em Assembleia Geral declarou 2014-2024 como a Década das Nações Unidas da Energia Sustentável para todos (United Nations Decade of Sustainable Enegy for All), de maneira a aproximar desafios e oportunidades, a exemplo dos seguintes: empregos, produção de alimentos, mudanças climáticas, pobreza, igualdade de gênero e saúde.

     Os objetivos da Consulta Pública para a Agenda de Desenvolvimento, concernente à temática energia, tem os seguintes objetivos:

– contribuir para diálogo aberto com todos os atores sociais, incluindo Governos, juventude e sociedade civil, com respeito ao papel da energia na agenda de desenvolvimento pós-2015;

– mobilizar estes atores sociais no sentido de se construir uma visão compartilhada;

     Os participantes da Consulta devem considerar uma série de variáveis relacionadas à energia nas três dimensões do desenvolvimento sustentável, a saber: econômico, social e ambiental. As variáveis são:

– Acesso Universal da energia – que deve explorar o acesso universal aos modernos serviços de energia, com especial atenção às necessidades dos mais pobres;

– Aumento da Eficiência energética – que deve explorar as opções para a obtenção de energias eficientes como parte de uma nova agenda global de desenvolvimento;

– Aumento no uso da energia renovável, que deve admitir opções para promover energias renováveis na agenda de desenvolvimento pós-2015.

Para maiores informações, cliquem aqui.

Fonte: UNDP

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Cursos gratuitos de capacitação em Saneamento Básico

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

26 de Janeiro de 2013

     Governos municipais tem a obrigação legal de erradicar lixões de seus territórios até 2014. São estes, também, os responsáveis por elaborarem, até dezembro de 2013 os planos municipais de saneamento básico, incluindo água, esgoto, drenagem e resíduos sólidos.

Fonte Por mais Braisl 1999

Fonte Mais Brasil 1999

    E você, meu caro leitor do Blog Verde, tem ideia de como está a situação de seu município? Você, cidadão, que elegeu, por livre arbítrio, os gestores municipais do local onde você optou morar, já se informou se o seu município possui Plano Municipal de Saneamento Básico?

     Não??? Você não sabe responder ou o seu município ainda não iniciou seu “dever de casa”?

    Se eu disser que milhares de municípios brasileiros não possuem Planos Municipais de Saneamento Básico, vocês acreditariam em mim? Digo isso com muito pesar.

    Mas sou uma pessoa otimista, tenham certeza disso. Acredito no potencial de cada cidadão, de cada ser humano, na possibilidade de transformação individual e coletiva para patamares adequados e condizentes com o que entendemos por qualidade ambiental e, consequentemente, qualidade de vida.

     Nesta batalha diária, existem parceiros importantes que são fundamentais para o alcance dos objetivos. A FUNASA (Fundação Nacional de Saúde) ciente da carência de capacitação de recursos humanos, nos municípios brasileiros, para gerenciar os planos de saneamento, dentre outras tarefas concernentes ao trabalho nos setores competentes, está com uma programação, no Brasil inteiro, de capacitação de gestores e técnicos em saneamento básico.

     Serão 4 modalidades de curso, a saber: Política e Plano Municipal de Saneamento Básico; Estruturação e implementação de consórcios públicos de Saneamento; Redução de perdas em sistemas de tratamento; e Gestão econômico-financeira no setor de Saneamento.

    Vejam, abaixo, as datas dos cursos gratuitos oferecidos pela FUNASA em conjunto com a ASSEMAE, para este semestre de 2013 (janeiro a junho). Agendem-se, caríssimos gestores municipais brasileiros, respectivos secretários municipais e técnicos. Vejam que oportunidade ímpar. Divulguem em suas regiões.

 Curso Política e Plano Municipal de Saneamento Básico

data

local

local

28 jan a 01 fev Maceió (AL)  
18 a 22 fev São Luís (MA)  
04 a 08 mar Porto Alegre (RS) João Pessoa (PB)
18 a 22 mar Maringá (PR) Porto velho (RO)
01 a 05 abr Jaboticabal (SP) Belém (PA)
15 a 19 abr Manaus (AM) Santa Maria (RS
06 a 10 mai Recife (PE) Salvador (BA)
03 a 07 jun Vitória (ES) Rio Branco (AC)
17 a 21 jun Fortaleza (CE) Bauru (SP)

 Curso Estruturação e implementação de consórcios públicos de Saneamento

data

local

28 jan a 01 fev Caxias do Sul (RS)
18 a 22 fev Belém (PA)
04 a 08 mar Florianópolis (SC)
18 a 22 mar Belo Horizonte (MG)
01 a 05 abr Fortaleza (CE)
15 a 19 abr Salvador (BA)
06 a 10 mai Ribeirão Preto (SP)
03 a 07 jun Rio de Janeiro (RJ)
17 a 21 jun Teresina (PI)
24 a 28 jun Cuiabá (MT)
01 a 05 jul Porto Velho (RO)

 Curso Redução de perdas em sistemas de tratamento

data

local

18 a 22 fev Brasília (DF)
04 a 08 mar Belém (PA)
18 a 22 mar Fortaleza (CE)

 Curso Gestão econômico-financeira no setor de Saneamento

data

local

18 a 22 fev Manaus (AM))
04 a 08 mar Curitiba (PR)
18 a 22 mar Brasília (DF)

     Lembramos que os cursos são gratuitos e abertos à participação de gestores e técnicos do setor de saneamento básico dos municípios.

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Governos locais: agenda de desenvolvimento

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Governos Locais, Meio Ambiente

28 de outubro de 2012

     Governos locais (municípios) têm, constitucionalmente, o dever de disciplinar adequadamente uso e ocupação do solo. A ele cabe, também, a gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos.

     A gestão ambiental municipal não é tarefa simples. Demanda esforço; vontade política; atendimento a agendas internacionais e nacionais de desenvolvimento firmados, inclusive, na Rio+20; conhecimento das questões inerentes ao meio ambiente que perpassam as áreas de: saneamento, saúde, educação, transporte, infraestrutura, segurança alimentar, dentre outras.

     Hoje, 28/10/2012, cinquenta (50) governos locais devem ir às urnas, em segundo turno, sendo destes dezessete (17) capitais, para eleger o chefe do poder executivo municipal. O exercício da cidadania é fundamental para o funcionamento da vida pública. Importante atentar, caríssimos leitores e eleitores, para elegermos pessoas que tem real compromisso em transformar nossos governos locais em municípios sustentáveis.

    Aos candidatos que já foram eleitos, em primeiro turno, e aos que serão hoje conhecidos após eleitos em segundo turno, desejamos que cumpram fielmente as finalidades e deveres para os quais nós, cidadãos, os escolhemos. Não esqueçam, prezados gestores públicos municipais, o quanto as questões socioambientais são importantes para tornar a gestão local sustentável.

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O Futuro que queremos: biodiversidade e ecossistemas

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

20 de outubro de 2012

   O PNUD (Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento ou The United Nations Development Programme – UNDP) revelou uma nova estratégia ambiental para abordar os níveis sem precedentes de perda de biodiversidade global.

Fonte: UNDP

    Conforme o PNUD (2012) a nova estratégia intitulada “O Futuro que Queremos: Biodiversidade e Ecossistemas – Em direção ao Desenvolvimento Sustentável” (The Future We Want: Biodiversity and Ecosystems – Driving Sustainable Development) foi adotada na COP11 (Convenção sobre Diversidade Biológica), em Hyderabad, India. O documento apela para uma escala significativa de investimentos em 100 países até 2020. Como parte do plano, o PNUD vai trabalhar com governos nacionais para proteger a biodiversidade e promover a gestão de ecossistemas em cerca de 1,4 bilhões de hectares de terra e corpos de água, área comparável a da Austrália, Índia e Argentina juntas.

     A Subsecretária Geral do PNUD, Rebeca Gryspan, falou que “a sobrevivência humana depende fortemente dos ecossistemas saudáveis e da biodiversidade, mas nas últimas décadas, o mundo tem experimentado a perda de biodiversidade e a degradação dos ecossistemas sem precedentes, minando os alicerces da vida na Terra. Como 1,2 bilhões de pessoas, que vivem em extrema pobreza, dependem diretamente da natureza para atender suas necessidades básicas, a natureza precisa de atenção internacional urgente.”

     Segundo o Secretário-executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica, Bráulio Dias, “o lançamento do novo quadro do PNUD é muito oportuna. Eu acredito que este será vital para orientar o apoio do PNUD aos países para acelerar a implementação das metas de biodiversidade de Aichi. Temos uma janela de oportunidade entre agora e 2020 para ajudar os países a mudar o curso do desenvolvimento, para manter e aumentar seu capital natural. E trabalho do PNUD será crucial a esse respeito”.

      A nova estratégia do PNUD sobre a biodiversidade possui três áreas de foco:

Integração da biodiversidade e gestão de ecossistemas no planejamento do desenvolvimento e das atividades do setor de produção;

– Reconhecimento do potencial das áreas protegidas para que sejam melhor geridas e poderem contribuir para o desenvolvimento sustentável, e

Gestão e reabilitação de ecossistemas para a adaptação e mitigação das mudanças climáticas.

 

Fonte: UNDP, 2012.

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Encontros preparatórios para Fórum Mundial de Ciência -2013

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

13 de outubro de 2012

     Em 2009, houve como principal resultado de encontros sobre Ciência e Tecnologia a formalização de uma Declaração Regional sobre o tema, que foi apresentada no décimo aniversário do Fórum Mundial de Ciência – 2009, em Budapeste, Hungria. O eixo principal dessa declaração é o estabelecimento de um plano estratégico regional orientado à resolução de problemas comuns que afetam esses países e à necessidade de introdução da temática da inclusão social nas políticas nacionais de CT&I.

     Essa iniciativa resultou na indicação da cidade do Rio de Janeiro para sediar a edição 2013 do Fórum Mundial de Ciência, que terá como tema central “Ciência para o Desenvolvimento Global”.

     Com a participação de um conjunto de atores que compõem o sistema nacional de CT&I, foi então criada, no final de 2011, a Comissão Executiva Nacional do Fórum Mundial de Ciência 2013, com funções relacionadas à participação do governo brasileiro na preparação, programação temática e coordenação institucional do Fórum Mundial a ser realizado em novembro de 2013. Essa Comissão reúne representantes de 12 entidades do setor (MCTI, ABC, SBPC, MRE, MEC-CAPES, CNPq, FINEP, CGEE, ANDIFES, CONSECTI, CONFAP e Escritório da UNESCO no Brasil).

     Pela importância do evento, em diferentes capitais brasileiras. Em cada um desses encontros serão discutidos temas relacionados aos principais desafios da ciência no século XXI, nos contextos nacional e internacional. Quatro temas transversais serão, porém, comuns aos 7 Encontros: (1) Educação em ciência; (2) Difusão e acesso ao conhecimento e interesse social; (3) Ética na ciência; (4) Ciência para o desenvolvimento sustentável e inclusivo.

     Ao final desse importante debate em nível nacional sobre o papel da ciência para o desenvolvimento global, pretende-se editar uma publicação final com a consolidação das proposições e principais conclusões das discussões realizadas, a ser lançada previamente ao Fórum Mundial de novembro de 2013.

Confira o local e datas previstas para os 07 Encontros Preparatórios do Fórum Mundial de Ciência:

1º. Encontro Preparatório

São Paulo/SP, de 29 a 31/08/2012

2º. Encontro Preparatório

Belo Horizonte/MG, em 29 e 30/10/2012

3º. Encontro Preparatório

Manaus/AM, de 28 a 30/11/2012.

4º. Encontro Preparatório

Salvador/BA, previsto para dezembro/2012

5º. Encontro Preparatório

Recife/PE, em 2013

6º. Encontro Preparatório

Porto Alegre/RS, em 2013

7º. Encontro Preparatório

Brasília, DF, em 2013.

Fonte: CGEE, 2012.

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Compromissos para os governos locais

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Governos Locais, Meio Ambiente

27 de julho de 2012

Considerando a data limite para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – ODM, em 2015, o período 2012-2015 será bastante importante na definição de uma agenda de desenvolvimento, notadamente dos governos locais.

Haverá em setembro de 2013, o primeiro marco importante pós Rio+20, onde se dará a revisão das discussões do ODM. Isso certamente ajudará a garantir o alcance dos objetivos e fortalecimento da governança necessária ao desenvolvimento sustentável; inclusive os quadros institucionais dos governos locais (municípios).

Talvez esta seja uma significativa oportunidade para promover e adaptar o consumo e as necessidades de cada geração, sem comprometer a qualidade ambiental e a possibilidade de as gerações futuras atenderem suas necessidades.

Governos locais, individualmente ou através de redes como a C40, tem estado na vanguarda de implementação de compromissos que minimizem os passivos ambientais existentes e concorram para melhoria de qualidade ambiental nos municípios.

Foto: Arquivo pessoal

Dentre os compromissos firmados para 2030 estão:

– implementar planos municipais de ação para lidar com saúde, transporte público e necessidades ambientais de maneira integrada;

– desenvolver políticas de desenvolvimento urbano com prioridade para pedestres, transporte de massa e ciclismo, respeitando o conceito de sociedade para todas as idades; e

– que os novos edifícios cumpram requisitos e normas de construção verde.

A pergunta que me faço e deixo como reflexão para nós, cidadãos: os nossos governos locais têm propostas municipais  que atendam no mínimo um destes compromissos para os próximos anos? Os postulantes a cargo de Chefe do Poder Executivo Municipal, em suas propostas, têm contemplado estes compromissos?

 

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Compromissos para os governos locais

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Governos Locais, Meio Ambiente

27 de julho de 2012

Considerando a data limite para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – ODM, em 2015, o período 2012-2015 será bastante importante na definição de uma agenda de desenvolvimento, notadamente dos governos locais.

Haverá em setembro de 2013, o primeiro marco importante pós Rio+20, onde se dará a revisão das discussões do ODM. Isso certamente ajudará a garantir o alcance dos objetivos e fortalecimento da governança necessária ao desenvolvimento sustentável; inclusive os quadros institucionais dos governos locais (municípios).

Talvez esta seja uma significativa oportunidade para promover e adaptar o consumo e as necessidades de cada geração, sem comprometer a qualidade ambiental e a possibilidade de as gerações futuras atenderem suas necessidades.

Governos locais, individualmente ou através de redes como a C40, tem estado na vanguarda de implementação de compromissos que minimizem os passivos ambientais existentes e concorram para melhoria de qualidade ambiental nos municípios.

Foto: Arquivo pessoal

Dentre os compromissos firmados para 2030 estão:

– implementar planos municipais de ação para lidar com saúde, transporte público e necessidades ambientais de maneira integrada;

– desenvolver políticas de desenvolvimento urbano com prioridade para pedestres, transporte de massa e ciclismo, respeitando o conceito de sociedade para todas as idades; e

– que os novos edifícios cumpram requisitos e normas de construção verde.

A pergunta que me faço e deixo como reflexão para nós, cidadãos: os nossos governos locais têm propostas municipais  que atendam no mínimo um destes compromissos para os próximos anos? Os postulantes a cargo de Chefe do Poder Executivo Municipal, em suas propostas, têm contemplado estes compromissos?