agenda 2030 Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

agenda 2030

Fortalecimento do Objetivo do Desenvolvimento Sustentável 4 – Educação 2030

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

14 de outubro de 2017

     No dia 01º de novembro de 2017, na sede da UNESCO, em Paris, acontece o Encontro de Fortalecimento da responsabilidade na implementação do ODS4 – Educação 2030. Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), no total de dezessete, englobam uma agenda de desenvolvimento com horizonte temporal de alcance até 2030.

    Dois debates de nível ministerial devem explorar os diferentes processos, mecanismos e instrumentos estabelecidos pelos governos para promover a responsabilização e a transparência, inclusive por meio de monitoramento e relatórios públicos. Devem, também, promover melhorias no financiamento para a educação com vistas a cumprir a agenda Educação 2030. A base da discussão será o Relatório Global de Monitoramento da Educação 2017/18 dedicado ao tema da prestação de contas na educação, em dois painéis, a saber:

Painel 1: Responsabilidade: uma diversidade de abordagens

Painel 2: Financiamento da responsabilidade

Espera-se que os resultados deste Encontro possam trazer novas perspectivas para assessorar os formuladores de políticas.

Fonte: UNESCO, 2017

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Desenvolvimento Humano para todos e a Agenda 2030

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

27 de Março de 2017

    Recentemente, em 21/03/2017, o Programa das Nações Unidas pelo Desenvolvimento (PNUD) publicou o Relatório Desenvolvimento Humano para todos, com o panorama geral do ano de 2016.

    No mencionado relatório, cinco mensagens básicas são transmitidas:

– o universalismo é fundamental para o desenvolvimento humano e é possível para todos;

– Diversos grupos de pessoas continuam sofrendo carências básicas e enfrentam importantes obstáculos para superá-las;

– o desenvolvimento humano para todos exige a reorientação de alguns aspectos analíticos;

– existem políticas que, caso sejam aplicadas, contribuiriam para o alcance do desenvolvimento humano para todos;

– uma governança mundial reformada, com um multilateralismo mais justo, ajudaria o alcance do desenvolvimento humano para todos.

    Ainda conforme o Relatório, o cumprimento da Agenda 2030 se constitui em um passo importante para que as pessoas possam desenvolver seu potencial ao máximo. O relatório informa três vínculos analíticos entre o desenvolvimento humano e a Agenda 2030 (Figura), a saber:

– ambos se sustentam no universalismo: o enfoque do desenvolvimento humano enfatiza a melhoria da liberdade de todos os seres humanos, assim como a Agenda 2030 se concentra em não deixar ninguém para trás;

– ambos compartilham as mesmas áreas críticas, a exemplo da erradicação da pobreza e da fome, redução das desigualdades e garantia da igualdade de gênero;

– ambos têm a sustentabilidade como princípio básico.

Fonte: UNDP, 2017.

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Relatório Eficiência Energética 2016 – ONU

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Mudanças Climáticas

27 de outubro de 2016

      Em 10 de outubro, a Agência Internacional de Energia (sigla em inglês IEA) publicou o Relatório “Energy Efficiency Market Report 2016”, que diz que apesar dos preços baixos de energia em nível mundial, os avanços na eficiência energética no ano passado resultaram em uma melhoria de 1,8% da intensidade energética, ou seja, a quantidade de energia utilizada por unidade de produto interno bruto (PIB ) diminuiu.

     A maior parte dos ganhos, de acordo com mencionado relatório, era de países em desenvolvimento, países estes que não fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). A China, em particular, diminuiu sua intensidade energética, em 5,6%, informa o relatório.

    A Agenda para o Desenvolvimento Sustentável 2030 e o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 7 (ODS7) reflete a ambição da eficiência energética por meio da meta 7.1 (obtenção de acesso universal à energia).

    O Relatório divulgado em outubro reforça o atendimento do ODS7 e exemplifica os esforços mundiais no alcance de melhoria de eficiência energética.

Fonte: ONU/UNEP

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Dia da Terra 2016 – uma nova esperança global

   No dia 22 de abril comemorou-se o Dia da Terra. Este ano, 2016, o Dia da Terra foi marcado pela assinatura, em Nova York, do Acordo de Paris sobre Mudança do Clima, acordado no mês de dezembro/2015.

    A Organização das Nações Unidas (ONU) tem colocado que esse acordo, ao lado do 2030 Agenda para o Desenvolvimento Sustentável, pode transformar o mundo. Foram mais de 160 países que assinaram o Acordo de Paris, em Nova York, no dia da abertura, dia 22/04, incluindo o Brasil, o que pode significar uma prova positiva de que o mundo está empenhado em uma resposta global.

    No Acordo de Paris, as nações se comprometem a trabalhar para limitar o aumento da temperatura global abaixo dos 2º Celsius neste século, o que pode permitir que se evitem os piores impactos das alterações climáticas e pode proteger os países em desenvolvimento, que são os mais vulneráveis.

     A ONU informa, ainda, que as concentrações de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera global atingiu 403,28 partes por milhão (ppm) em fevereiro de 2016. Informa também que a extensão máxima do gelo do mar Ártico, registrada em março de 2016, foi a menor já registrada, pelo segundo ano consecutivo. Estes são apenas dois dos muitos impactos atuais resultantes das alterações climáticas.

Fonte: ONU

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Implementando a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável – discussão com a sociedade

    Até amanhã, dia 25 de março de 2016, está acontecendo a discussão eletrônica (e-discussão), coordenada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e pelo Departamento das Nações Unidas de Assuntos Sociais e Econômicos, a respeito da implementação da agenda pós-2015 e seus compromissos até 2030.

     A finalidade dessa e-discussão é engajar os grupos de atores sociais e especialistas de todas as partes do mundo num diálogo que contemple os aspectos específicos da agenda 2030, esperando-se sugestões e recomendações que possam ser encaminhadas para essa nova Agenda, com ênfase no nível nacional e metas de desenvolvimento sustentável.

    Aos interessados em participar, cliquem aqui. Convite feito!

Fonte: UNDP

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Agenda 2030: ação global para as pessoas e para o Planeta – Parte final

    São muitos e urgentes os desafios que o mundo deve enfrentar nos próximos 15 anos. A Agenda 2030 enquanto compromisso mundial permite aos tomadores de decisão e à sociedade um direcionamento de metas a serem seguidas, considerando os quatro princípios, abordados anteriormente.

   Os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável foram construídos, com ampla participação da sociedade, a partir dos 8 Objetivos do Desenvolvimento do Milênio. A Figura, abaixo, mostra a dimensão ambiental do Desenvolvimento Sustentável e as interfaces entre os diferentes mais complementares objetivos da Agenda 2030.

agenda2030

   Cônscios do nosso dever para com as futuras gerações, sobretudo com a manutenção da qualidade ambiental, e empoderados das informações necessárias, vamos à luta; não apenas cobrar dos tomadores de decisão que optem pelos caminhos que nos levem à direção da sustentabilidade, mas também vamos realizar, cada um de nós, a nossa parte neste processo.

     Aos interessados em ler, na íntegra o documento da UNEP de Ação Global para as pessoas e para o Planeta, cliquem aqui.

Fonte: UNEP.

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Agenda 2030: ação global para as pessoas e para o Planeta – Parte 1

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

20 de Janeiro de 2016

    Em setembro de 2015, foram instituídos os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável que integram, conjuntamente, a Agenda 2030 das Nações Unidas. O papel das Nações Unidas engloba a assistência necessária a todos os países do mundo no sentido de auxiliar a transformação que estes devem proceder para implementar as dimensões econômica, social e ambiental da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

     São quatro (4) princípios que norteiam a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, a saber: integração, universalidade, direitos humanos e inovação.

    A universalidade diz respeito a todas as pessoas, sem limites de fronteiras. A Agenda 2030 deve ser universalmente aplicada, considerando as diferentes realidades entre os países, seus níveis de desenvolvimento e suas respectivas políticas e prioridades. Essa Agenda requer responsabilidade coletiva e um reforço na governança institucional.

    A integração diz respeito a uma ação harmônica como um todo. A Agenda 2030 deve ser atuante considerando os três pilares do desenvolvimento sustentável, balanceando e interconectando as dimensões social, ambiental e econômica.

    O princípio dos Direitos Humanos e igualdade traz implícita a necessidade de um mundo justo e sustentável, no qual as desigualdades não são apenas determinadas pelas variáveis econômicas. Para se alcançar níveis básicos de bens e serviços a todos, é necessária melhor distribuição de recursos, melhor acesso a oportunidades e à informação, para o atendimento das necessidades de toda a sociedade.

     A inovação é a chave do progresso. É senso comum a transferência de inovações tecnológicas. Para tanto, faz-se necessário reforçar a ciência formal, o conhecimento tradicional e o senso comum dos cidadãos, que permita aos países avançarem na direção do desenvolvimento sustentável.

Fonte: UNEP.

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Blog Verde – Ano V

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

12 de Janeiro de 2016

    O Blog Verde, em seu quinto ano, continua a trazer informações ambientais que possam interessar a todos os cidadãos. A ideia é compreendermos as diferentes variáveis que influenciam as políticas ambientais e qual o reflexo destas em nosso viver.

    Mais ainda, o importante é que, empoderados destas informações, possamos escolher conscientemente pelas melhores opções para o alcance de um mundo mais justo e equilibrado para todos.

     O ano de 2016 já começou. Muitos serão os desafios. Este é o Ano Internacional dos Grãos, temática escolhida pelas Nações Unidas.

    Conforme a Organização das Nações Unidas, os grãos são um grupo de 12 culturas, que inclui feijões secos, ervilhas secas, grão de bico e lentilhas. São ricos em proteínas, fibras e várias vitaminas, fornecem aminoácidos e possuem fartas colheitas. São mais populares nos países em desenvolvimento, mas são cada vez mais reconhecidos em dietas saudáveis em todo o mundo.

    Esta semana, falaremos da Agenda 2030, uma ação global para as pessoas e para o Planeta. Mencionada Agenda tem um tema importante que é a agricultura sustentável.

     Então, que 2016 seja um ano de paz, de ganhos, de escolhas acertadas e adequadas na direção da sustentabilidade.

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Blog Verde – Ano V

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

12 de Janeiro de 2016

    O Blog Verde, em seu quinto ano, continua a trazer informações ambientais que possam interessar a todos os cidadãos. A ideia é compreendermos as diferentes variáveis que influenciam as políticas ambientais e qual o reflexo destas em nosso viver.

    Mais ainda, o importante é que, empoderados destas informações, possamos escolher conscientemente pelas melhores opções para o alcance de um mundo mais justo e equilibrado para todos.

     O ano de 2016 já começou. Muitos serão os desafios. Este é o Ano Internacional dos Grãos, temática escolhida pelas Nações Unidas.

    Conforme a Organização das Nações Unidas, os grãos são um grupo de 12 culturas, que inclui feijões secos, ervilhas secas, grão de bico e lentilhas. São ricos em proteínas, fibras e várias vitaminas, fornecem aminoácidos e possuem fartas colheitas. São mais populares nos países em desenvolvimento, mas são cada vez mais reconhecidos em dietas saudáveis em todo o mundo.

    Esta semana, falaremos da Agenda 2030, uma ação global para as pessoas e para o Planeta. Mencionada Agenda tem um tema importante que é a agricultura sustentável.

     Então, que 2016 seja um ano de paz, de ganhos, de escolhas acertadas e adequadas na direção da sustentabilidade.