Blog Verde - 4/86 - Meio ambiente é vida 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Fundo Verde do Clima

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

22 de novembro de 2017

      Encontra-se aberto, até o dia 08/12/2017, o processo de consulta pública do documento base da Estratégia do Brasil para o Fundo Verde do Clima. A consulta pública constitui uma base de diálogo entre o governo e a sociedade.

    O Fundo Verde para o Clima é uma iniciativa da Convenção-Quadro das Nações Unidas para Mudança do Clima UNFCCC). Tem como objetivo financiar projetos e programas para redução de emissões de gases de efeito estufa (mitigação) e para o aumento da resiliência aos efeitos da mudança do clima (adaptação), alocando montantes iguais de financiamento para as duas áreas.

     Os interessados poderão realizar comentários sobre o documento-base e apresentar sugestões quanto às prioridades identificadas, fornecendo insumos para o aprimoramento da estratégia brasileira. Para acessar o documento, na íntegra, cliquem aqui. 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente, 2017.

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Conferência do Clima – COP23

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

15 de novembro de 2017

   A 23a. Conferência das partes (COP 23) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) está acontecendo em Bonn, Alemanha, desde o dia 06/11 até 17/11/2017. Hoje tem início, dentro do âmbito da COP 23, o segmento de Alto Nível.

   Na COP23, os países estão reunidos para avançar na implementação do Acordo de Paris. O foco está no desenvolvimento de diretrizes sobre como as disposições do Acordo de Paris serão implementadas, incluindo transparência, adaptação, redução de emissões, provisão de finanças, capacitação e tecnologia. O objetivo é progredir em todas essas áreas para que as diretrizes possam ser preenchidas pela COP24 na Polônia em 2018.

 A COP23 conta com 19.115 participantes, sendo 4.660 de organizações não governamentais, 687 de organizações internacionais, 376 de agências especializadas, 453 das Nações Unidas, 11.300 dos 195 países, 6 do país observador e 1.663 da mídia/imprensa.  Do Brasil, são 128 participantes, membros do staff governamental e de agências de desenvolvimento, pesquisa e organizações não governamentais.

Fonte: UNFCCC, 2017.

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Simpósio de Engenharia Ambiental e Sanitária

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente

13 de novembro de 2017

     Começa hoje o V Simpósio do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, na Unifor, em Fortaleza/CE. Serão dois dias de Simpósio (13 e 14/11/2017) com palestras e atividades em torno da questões ambientais, com ênfase na Educação Ambiental. O evento se destina aos estudantes de mencionado curso, a profissionais e estudantes  interessados na temática do evento.

       Confira programação, a seguir.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Meio Ambiente e o Conflito Armado

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Impacto Ambiental, Meio Ambiente

06 de novembro de 2017

    Hoje, 6 de novembro, foi a data escolhida pela Organização das Nações Unidas como o dia em que as pessoas, do mundo inteiro, devem parar um momento para reconhecer a a relação complexa entre o meio ambiente e o conflito armado.

    Erik Solheim, da ONU, admite que este dia também apresenta uma oportunidade de procurar novas formas de reduzir os danos colaterais dos conflitos e proteger os recursos naturais que sustentam as comunidades afetadas. Continua Solheim: “estamos usando o dia como uma oportunidade para lançar um novo curso on-line aberto sobre segurança ambiental e sustentação da paz”.

      Importante perceber que há fortes impactos ambientais oriundos dos conflitos e que ao se perpetuar a miséria da guerra haverá o prolongamento do sofrimento daqueles que estão nas áreas de conflito. “O mundo precisa entender que matar o meio ambiente é matar a si mesmo”, adverte Solheim.

    Continua Solheim, “quando medimos a brutalidade da guerra, muitas vezes, contamos os cadáveres, as casas destruídas e as vidas revogadas pela violência. Raramente fazemos uma pausa para considerar a devastação ambiental causada pelas guerras. O legado tóxico da guerra é, muitas vezes, ignorado e, com isso, o dano a longo prazo para a saúde de milhões de pessoas que lutam para reconstruir suas casas e suas vidas”.

      Em dezembro próximo, a 3a. Assembleia geral das Nações Unidas para o Meio Ambiente acontecerá em Nairobi e terá como temática central a poluição (em todas as suas formas ) e as ameaças da poluição para a vida.

Fonte: UNEP, 2017

 

 

 

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Governança para o Desenvolvimento Sustentável

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

22 de outubro de 2017

     No dia 26/10/2017, no auditório Iran Raupp, no Instituto Federal do Ceará, às 10:00h, haverá o lançamento do livro “Inovação ambiental e a boa governança para o desenvolvimento sustentável”, de autoria de Paulo Henrique Lustosa.

     O livro é resultado da tese de doutorado do autor, orientado pelo Prof. Ahmad Saeed, no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente, da Universidade Federal do Ceará.

     A abordagem do livro diz respeito ao papel dos governos municipais e suas iniciativas para a promoção do desenvolvimento sustentável, recorrendo à experiência europeia para propor o grau de inovação ambiental que os governos podem se utilizar para uma boa governança das políticas ambientais.

     Conforme o autor, o estudo objetiva demonstrar a possibilidade de adotar parâmetros relacionados com a inovação das políticas ambientais para a avaliação da qualidade da governança ambiental, no nível municipal. O trabalho estuda os municípios do Ceará, por meio do Programa Selo Município Verde (PSMV), entre os anos de 2004 e 2012, com o intuito de demonstrar que o programa serve de referência para avaliar o estágio de pioneirismo na inovação dos governos municipais e com isto inferir o estágio de desenvolvimento da capacidade local para a boa governança das políticas ambientais.

    O lançamento do livro tem a iniciativa do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia e Gestão Ambiental (PGTGA), do IFCE Campus Fortaleza, do Centro Acadêmico de Engenharia Civil, do Centro Acadêmico do Saneamento Ambiental, e do Laboratório em Energia Renováveis e Conforto Ambiental (LERCA), do IFCE Campus Fortaleza.

    Todos estão convidados!

Fonte: Lerca/IFCE, 2017.

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Fortalecimento do Objetivo do Desenvolvimento Sustentável 4 – Educação 2030

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

14 de outubro de 2017

     No dia 01º de novembro de 2017, na sede da UNESCO, em Paris, acontece o Encontro de Fortalecimento da responsabilidade na implementação do ODS4 – Educação 2030. Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), no total de dezessete, englobam uma agenda de desenvolvimento com horizonte temporal de alcance até 2030.

    Dois debates de nível ministerial devem explorar os diferentes processos, mecanismos e instrumentos estabelecidos pelos governos para promover a responsabilização e a transparência, inclusive por meio de monitoramento e relatórios públicos. Devem, também, promover melhorias no financiamento para a educação com vistas a cumprir a agenda Educação 2030. A base da discussão será o Relatório Global de Monitoramento da Educação 2017/18 dedicado ao tema da prestação de contas na educação, em dois painéis, a saber:

Painel 1: Responsabilidade: uma diversidade de abordagens

Painel 2: Financiamento da responsabilidade

Espera-se que os resultados deste Encontro possam trazer novas perspectivas para assessorar os formuladores de políticas.

Fonte: UNESCO, 2017

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Reservas da Biosfera no Brasil

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

03 de outubro de 2017

      Reserva da Biosfera (Man and Biosphere) é um programa sob os auspícios da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Conforme a UNESCO, são objetivos do Programa Reserva da Biosfera:

– identificar e avaliar as mudanças na biosfera resultantes de atividades humanas e naturais, bem como os efeitos dessas mudanças nos seres humanos e no meio ambiente, em particular no contexto das mudanças climáticas;

– estudar e comparar as inter-relações dinâmicas entre os ecossistemas naturais e as consequências inesperadas que afetam a capacidade dos ecossistemas para continuar a prestar serviços para o bem-estar humano;

– garantir o bem-estar humano básico e um ambiente habitável no contexto da rápida urbanização; e

– promover o intercâmbio e a transferência de conhecimento sobre problemas e soluções ambientais, bem como promover a educação ambiental para o desenvolvimento sustentável.

    No Brasil, as Reservas da Biosfera foram recepcionadas pela Lei Federal no 9985, de 18/07/2000, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. Atualmente, são seis as Reservas da Biosfera no Brasil, conforme disponível na UNESCO:

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica: cobre porções territoriais de vegetação de Mata Atlântica, totalizando 784.654km². Tem como objetivo principal a conservação e a recuperação de corredores ecológicos e de parcelas significativas de Mata Atlântica, bem como promover seu uso sustentável.

Reserva da Biosfera Cinturão Verde da Cidade de São Paulo:  reconhecida em 1994, é composta por 78 municípios do Estado de São Paulo e abrange 18.262 km².

Reserva da Biosfera do Cerrado: reconhecida em 1993 e expandida em 2000 e 2001, totaliza, aproximadamente, 300.000 km².

Reserva da Biosfera do Pantanal:  com área de 251.570 km², abrange os Estados de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul, tendo sido reconhecida no ano 2000.

Reserva da Biosfera da Amazônia Central: reconhecida em 2001, é formada por Unidades de Conservação federais, estaduais e municipais, com o objetivo de conservação das porções estratégicas de cobertura florestal, nesta extensão territorial.

Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço: reconhecida em 2005, situada na Cordilheira do Espinhaço, com um total de 30.700 km².

Reserva da Biosfera da Caatinga: abrange parte dos nove estados do Nordeste, além do Norte de Minas Gerais, com área de quase 200 mil km², que abrangem o Bioma Caatinga, considerando ser este um bioma que é exclusivamente brasileiro, localizado em uma região semiárida.

Fonte: UNESCO, 2017

 

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Para refletir… sobre vida e meio ambiente

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente

01 de outubro de 2017

     Sei que tenho vindo alimentar o Blog Verde poucas vezes. Eu mesma sinto falta de mim… Sinto falta de estar aqui nos dias de domingo falando um pouco sobre a vida e o meio ambiente.

     A vida é tão corrida. E como o tempo passa ligeiro. Quando nos damos conta já terminou setembro e outubro, hoje, se inicia.

     Vocês notaram como os ipês estão lindos? Como a natureza se renova nessa época de primavera? Vocês perceberam que apesar das dificuldades das estações anteriores, os ipês floresceram?

     Assim como acontece na natureza, precisamos nos renovar. Precisamos deixar para trás aquilo que nos machucou, ou que nos fez perder o viço, e adquirirmos força para seguir em frente, com brilho no olhar e esperança no caminhar.

      Caminhar sempre para frente, com os olhos no horizonte, sem perder a humildade de reconhecer os erros… Reconhecer que somos, apenas, aprendizes dessa vida linda, espetacular, bela e tão cheia de emoções.

     Por isso, caros leitores do Blog Verde, encham o coraçãozinho de esperança, de amor, de gratidão. Gratidão pela vida, pelos amigos, pelos irmãos, por nossos pais (mesmo que eles estejam nos olhando do Céu, como nossos anjos da guarda), por nossos filhos, por estarmos, hoje, aqui (neste tempo e neste espaço), por sermos quem somos.

      Gratidão a Deus, pelo dom da vida!

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Brasil assina a campanha Clean Seas

Por Nájila Cabral em Água, Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Preservação

24 de setembro de 2017

    Na semana passada, em 22/09/2017, durante as reuniões paralelas que ocorreram à Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, o Brasil assinou a campanha Clean Seas, da Organização das Nações Unidas (ONU).

     Conforme o Diretor de Meio Ambiente da ONU, Erik Solheim, “o apoio do Brasil a esta campanha é crucial. Isso ressalta o tamanho do problema e a escala da resposta que precisamos ter”. E continuou: “não podemos dar ao luxo de continuar transformando nossos oceanos em um lixo”.

     Segundo a ONU, o anúncio feito pelo Ministro do Meio Ambiente fortalece o compromisso do governo brasileiro em desenvolver um Plano Nacional de Combate à Linha Marinha e apoiar a criação do Santuário de Baleia do Atlântico Sul e outras Áreas Marinhas Protegidas.

      “O plástico tem sido identificado como uma das principais causas de danos ambientais e problemas de saúde. Polui o meio ambiente; mata pássaros, peixes e outros animais que enganam plástico por comida; danos aos destinos turísticos; prejudica as pescarias marítimas e fornece um terreno fértil para os mosquitos da Dengue, Zika e Chikungunya”, afirmou o Ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho.

Fonte: UNEP, 2017.

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Fronteiras do PNUMA – saúde ambiental

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

10 de setembro de 2017

    Recentemente, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (sigla em inglês, UNEP) publicou o Relatório Fronteiras do PNUMA – 2016, em que enfatiza a relação crítica entre um ambiente saudável e pessoas saudáveis. Alerta, ainda, sobre como as atividades humanas, muitas vezes, prejudicam a saúde e a capacidade dos ecossistemas, em longo prazo, de suportarem o bem-estar humano.

    Mencionado Relatório fornece exemplos sobre como certas questões podem ser abordadas pela inovação, no sentido de repensar as intervenções políticas ou a adaptação das práticas existentes.

     O Relatório de 2016 aborda as seguintes temáticas: zoonoses (doenças emergentes e ambientes saudáveis), microplásticos (problemas na cadeia alimentar), impactos da mudança climática nos ecossistemas, acumulação de toxinas nas culturas e comércio ilícito de animais vivos.

     Com relação aos microplásticos, nos últimos anos tem-se visto uma crescente presença desses no meio aquático. A comunidade científica está tentando entender o nível de exposição e os impactos fisiológicos de contaminantes microplásticos em vários organismos, bem como seu risco para a saúde humana, por meio do consumo de comida contaminada.

    Aos interessados em ler o Relatório Fronteiras do PNUMA-2016, na íntegra, cliquem aqui. 

Fonte: UNEP

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Fronteiras do PNUMA – saúde ambiental

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Saúde Ambiental

10 de setembro de 2017

    Recentemente, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (sigla em inglês, UNEP) publicou o Relatório Fronteiras do PNUMA – 2016, em que enfatiza a relação crítica entre um ambiente saudável e pessoas saudáveis. Alerta, ainda, sobre como as atividades humanas, muitas vezes, prejudicam a saúde e a capacidade dos ecossistemas, em longo prazo, de suportarem o bem-estar humano.

    Mencionado Relatório fornece exemplos sobre como certas questões podem ser abordadas pela inovação, no sentido de repensar as intervenções políticas ou a adaptação das práticas existentes.

     O Relatório de 2016 aborda as seguintes temáticas: zoonoses (doenças emergentes e ambientes saudáveis), microplásticos (problemas na cadeia alimentar), impactos da mudança climática nos ecossistemas, acumulação de toxinas nas culturas e comércio ilícito de animais vivos.

     Com relação aos microplásticos, nos últimos anos tem-se visto uma crescente presença desses no meio aquático. A comunidade científica está tentando entender o nível de exposição e os impactos fisiológicos de contaminantes microplásticos em vários organismos, bem como seu risco para a saúde humana, por meio do consumo de comida contaminada.

    Aos interessados em ler o Relatório Fronteiras do PNUMA-2016, na íntegra, cliquem aqui. 

Fonte: UNEP