Mudanças Climáticas Archives - Página 5 de 13 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Mudanças Climáticas

Consulta Pública do Inventário de Gases de Efeito Estufa de São Paulo

   Teve início em 01º/04, a consulta pública do documento Inventário de Gases de Efeito Estufa do estado de São Paulo: uso da terra, mudança do uso da terra e florestas (período 2008-2011). Mencionado documento é uma atualização do Inventário anterior, período 1994-2008, e cumpre requisito obrigatório preconizado na Política Estadual de Mudanças Climáticas do estado de São Paulo.

     As contribuições recebidas serão analisadas pela coordenação e poderão ser incorporadas ao documento final. O interessado deve preencher um formulário e enviar sua contribuição por email: vic_cetesb@sp.gov.br.

      Para mais informações e para acessar o documento na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: CETESB

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Estratégias para mudanças climáticas – 2014-2017

    O Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente (sigla em inglês, UNEP) reconhece o valor intrínseco do meio ambiente nos serviços econômicos e nas necessidades sociais. O Relatório “Estratégias de Médio Prazo 2014-2017” da UNEP/ONU também reconhece a importância dos processos naturais para prover os meios de sustentação das necessidades humanas. Reconhece que são os ecossistemas os responsáveis pelo bem-estar humano e, portanto, a erradicação da pobreza e o futuro da humanidade estão diretamente correlacionados aos sistemas de suporte de vida do Planeta.

     Assim, para o período 2014-2017, o objetivo principal é catalisar ações para a necessária transição de baixo carbono, eficiência dos recursos e desenvolvimento equitativo baseado na proteção e no uso sustentável dos recursos naturais.

     Para isto, a UNEP estabeleceu algumas áreas ou subprogramas para atuação. As estratégias de cada um dos subprogramas devem estar relacionadas ao Plano Estratégico para Biodiversidade 2011-2020 e as Metas de Biodiversidade de Aichi. As estratégias apresentadas no Relatório da ONU estão também correlacionadas ao estado do meio ambiente, no mundo, e nas prioridades ambientais identificadas pela comunidade mundial, considerando os diversos acordos multilaterais e outros processos.

    Dentre as estratégias por área ou subprograma está a área de Mudanças Climáticas. Conforme o Relatório as expectativas de realização neste tema são três, a saber:

1) resiliência climática, considerando o atendimento da Meta 10 – redução das pressões sobre ecossistemas vulneráveis e Meta 15 – ecossistemas restaurados;

2) baixa meta de crescimento de emissões, com relação à Meta 4 – consumo e produção sustentáveis;

3) Metas REDD-plus, concernente à meta 5 – redução de perda de habitat para a metade e à Meta 15 – ecossistemas restaurados.

    Conforme o Relatório, os riscos da mudança climática estão bem documentados e seus impactos já estão afetando pessoas e ecossistemas, em todo o mundo. Enfrentar o desafio do clima exige que indivíduos e instituições – públicas e privadas – sejam capazes de avaliar e entender a mudança climática para implementar políticas públicas adequadas, bem como reconhecer e agir sobre a necessidade de baixa emissão de carbono.

Fonte: UNEP/ONU

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Estratégias de médio prazo 2014-2017 – Relatório da ONU

A Organização das Nações Unidas publicou um Relatório intitulado “Estratégias de médio prazo 2014-2017” em que provê, aos tomadores de decisão, estratégias concernentes a mudanças climáticas, conservação da biodiversidade, desastres e conflitos, dentre outras áreas.

   As pressões humanas sobre sistemas da Terra são responsáveis pela aceleração do alcance de vários limites globais, regionais e locais críticos. Alguns, inclusive, já foram ultrapassados ou estão prestes a serem ultrapassados.

  Uma vez ultrapassados, as mudanças bruscas e possivelmente irreversíveis para as funções de suporte de vida do planeta são susceptíveis de ocorrer, com implicações adversas significativas para o bem-estar humano, em médio e longo prazo.

    O relatório da ONU aponta que as mudanças complexas e não-lineares resultantes nos sistemas da Terra são:

– Os aumentos nas temperaturas médias acima dos níveis de limite, em alguns lugares, levando a impactos significativos para a saúde humana;

– O aumento da freqüência e gravidade dos eventos climáticos (eventos extremos), como inundações e secas, que afetam tanto os ativos naturais e segurança humana;

Aceleração de mudanças de temperatura e do aumento do nível do mar, afetando bem-estar humano em alguns lugares, especialmente nas comunidades costeiras e nos pequenos Estados insulares em desenvolvimento;

Perda substancial da biodiversidade e a extinção contínua de espécies, afetando a prestação de serviços dos ecossistemas, podendo ocorrer o colapso da pesca ou a perda de espécies utilizadas para fins medicinais.

     Assim mencionado Relatório, que teve a participação de mais de 400 cientistas e especialistas do mundo todo, identificou questões emergentes, definidas como questões com impacto ambiental global que são muito importantes para o bem-estar humano, mas que ainda não receberam a devida atenção por parte da comunidade política.

      O Blog Verde, então, traz esta semana as informações deste Relatório, no intuito de divulgar as estratégias aos interessados, inclusive tomadores de decisão em nível local (municípios).

Fonte: ONU

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Dia Internacional das Florestas – 21 de março

   Aproxima-se o Dia Internacional das Florestas. O tema deste ano é “Florestas e Mudanças Climáticas”, notadamente em virtude das necessárias ações, no mundo, de mitigação e adaptação ás mudanças climáticas.

    Este ano, na sede das Nações Unidas, em Nova York, por ocasião da comemoração desta data haverá o evento especial intitulado “Dia Internacional das Florestas: criar um clima futuro inteligente”, no dia 20 de março, das 10h às 13h.

    As florestas cobrem um terço do Planeta, realizam funções vitais em todo o mundo e fornecem significativos serviços ecossistêmicos. Conforme a ONU, cerca de 1,6 bilhão de pessoas – incluindo mais de 2.000 culturas indígenas – dependem das florestas para sua subsistência.

     Ainda conforme a ONU, as florestas possuem diversos ecossistemas e se constituem em habitat para mais de 80% das espécies terrestres de animais, plantas e insetos. Elas também fornecem abrigo, emprego e segurança para as comunidades que dependem da floresta. Portanto, desempenham um papel fundamental na nossa luta em adaptação e mitigação da mudança climática.

     No entanto, alerta a ONU, apesar de todos estes de valor inestimável, o desmatamento global continua a um ritmo preocupante – 13 milhões de hectares de floresta são destruídos anualmente. O desmatamento é responsável por 12% a 20% das emissões de gases de efeito estufa globais que contribuem para as alterações climáticas.

Fonte: ONU

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O PNUD contrata consultor na área ambiental

    O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD, processo BRA/11/001, contrata um consultor (pessoa física) para a vaga de especialista para produzir subsídios à elaboração do componente sobre Biodiversidade e Adaptação à Mudança do Clima no Plano Nacional de Adaptação, analisando a provável resposta da biodiversidade aos impactos da mudança do clima e da fragmentação da vegetação nativa.

    São exigidos do candidato os seguintes requisitos:

a) Curso Superior (Graduação) Completo em Ciências Biológicas, Ecologia, Geografia, Veterinária, Engenharia Florestal, Agronomia e afins;

b) Mestrado em áreas afins ao objeto do Termo de Referência; e

c) Experiência mínima comprovada de três anos em trabalhos sobre análise da influência do clima sobre a biodiversidade.

    São experiências desejáveis:

a) Doutorado em áreas afins ao objeto do Termo de Referência;

b) Experiência ou conhecimento comprovados sobre análise de impactos da fragmentação da vegetação nativa sobre a biodiversidade (espécies, populações, comunidades da fauna e flora ou ecossistemas);

c) Experiência ou conhecimento comprovados em geoprocessamento e espacialização de dados climáticos; e

d) Experiência ou conhecimento comprovados em geoprocessamento e espacialização de dados de espécies, populações, comunidades da fauna e flora ou ecossistemas.

Aos interessados, acessem aqui o Termo de Referência a que se refere esse processo seletivo.

Fonte: Diário Oficial da União, número 33, dia 19/02/2015, pp 93-94

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IPCC apresenta resultados em Nairobi

    Hoje, dia 23/02, em Nairobi, O Painel Intergovernamental dobre Mudanças Climáticas apresentou os resultados do seu último relatório para os tomadores de decisão, para a sociedade civil, para cientistas e para estudantes de Quênia e de outros países da África Oriental.

     O Quinto relatório de Avaliação (AR5)  foi escrito por mais de 800 cientistas de 80 países e avaliou mais de 30.000 artigos científicos, o que permitiu informar à sociedade e aos tomadores de decisão sobre o que a comunidade científica conhece sobre a base científica das mudanças climáticas, seus impactos e seus riscos futuros, bem como as opções para adaptação e mitigação.

     As principais conclusões do AR5, conforme expresso no relatório síntese, lançado em 2 de novembro de 2014, são:

A influência humana sobre o sistema climático é clara;

– Quanto mais houver perturbações, causadas pelo Homem, no clima, mais existirão riscos graves e impactos irreversíveis; e

– Nós temos os meios para limitar as alterações climáticas e construir uma sociedade mais próspera e um futuro sustentável.

    Com relação especificamente á África Oriental o AR5 destaca riscos da mudança climática, incluindo aqueles relacionados à segurança alimentar e água, mudando os padrões de doenças e eventos climáticos extremos.

     Para a África Oriental, o IPCC AR5 destaca riscos da mudança climática, incluindo aqueles relacionados à segurança alimentar e água, mudando os padrões de doenças e eventos climáticos extremos. Dirigindo- vulnerabilidades atuais podem reduzir os riscos climáticos de hoje e contribuir para o clima-resistente desenvolvimento ao longo das próximas décadas.

     Amanhã, dia 24/02, começa oficialmente a 41ª Sessão do IPCC e segue até o dia 27/02. O presidente do IPCC, Rajendra K. Pachauri, não presidirá mencionada sessão plenária do IPCC em Nairobi por causa de questões que demandam sua atenção na Índia. Um dos vice-presidentes do IPCC deve, então, presidir a reunião.

Fonte: IPCC – Press release.

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3ª Conferência Científica da UNCCD

     A 3ª Conferência Científica da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD) acontecerá no período de 9 a 12 março de 2015, no México, com o tema geral: “A luta contra a desertificação, contra a degradação dos solos e contra a seca para a redução da pobreza e do desenvolvimento sustentável – a contribuição da ciência, a tecnologia, o conhecimento tradicional e práticas”.

    O evento será realizado durante a quarta sessão especial da Comissão de Ciência e Tecnologia (CST S-4) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD).  Mencionada Conferência Científica tem como objetivo geral aproveitar gama de conhecimentos científicos, locais e tradicionais para alcançar o desenvolvimento sustentável e a redução da pobreza em áreas susceptíveis à desertificação, à degradação do solo e à seca.

    A conferência abordará três grandes desafios:

Diagnóstico de restrições: Como melhor caracterizar e compreender a vulnerabilidade e capacidade de adaptação dos ecossistemas e populações em regiões afetadas, incluindo regiões recém sensíveis às consequências das alterações climáticas?

Respostas: Como a promover a implementação de práticas e tecnologias mais adaptadas baseadas no conhecimento, histórias e lições de sucesso disponíveis?

Monitoramento e avaliação: Quais são os novos métodos de monitorização e avaliação disponível para avaliar a eficácia destas práticas e tecnologias?

    Convite feito. Ainda há tempo participar. Aos interessados, cliquem aqui para mais informações.

Fonte: UNCCD

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Resultados do Fórum Econômico Mundial – 2015

     Hoje se encerra o Fórum Econômico Mundial, que teve em seu período de realização (21 a 24 de janeiro/2015) mais de 2.500 participantes.

     As discussões, de alto nível, tiveram a tônica da necessária ação em nível global, uma vez que a mensagem dos líderes mundiais foi: caso o setor político, o setor privado e as organizações internacionais não agirem sobre as alterações climáticas e sobre o desenvolvimento sustentável neste ano de 2015, a oportunidade de criar um crescimento de baixo carbono e reduzir a pobreza poderá ser perdida.

     No próximo julho, acontecerá a 3ª Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento, evento importante para reorientar os caminhos rumo ao desenvolvimento sustentável.

     A Cúpula das Nações Unidas em Nova York, no próximo setembro, deve adotar a agenda de desenvolvimento pós-2015 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que vem sendo discutidos há mais de três anos, num processo que teve início em 2012, logo após a realização da Rio+20. Ainda este ano, em Paris, em dezembro, 196 países vão se reunir para chegar a um novo acordo sobre as alterações climáticas.

    O Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, comentou: “Estou muito animado. A cúpula do clima, em setembro passado, criou um novo impulso político. Foi uma decisão de liderança de longo alcance para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 20% até 2040”. Acrescentou: “O crescimento deve ser mais inclusivo e mais verde”, Em 2030 o mundo deve fazer um investimento maciço em infraestrutura, cidades e agricultura. “Se esse gasto for direcionado para o crescimento de baixo carbono, estaremos no caminho para sociedades resistentes ao clima”.

     Ban Ki-moon lembrou aos participantes que a liderança é necessária e o crescimento e infraestrutura devem ser consideradas em conjunto. “Conclamo-os a escolher com sabedoria e investir no caminho de baixo carbono”, disse ele.

Fonte: WEF/ONU

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Fórum Econômico Mundial – 2015 e as mudanças climáticas

    Desde ontem, 21/12, líderes mundiais e representantes de diversos países estão reunidos em Davos, na Suíça, para discutirem suas estratégias econômicas. O Fórum segue até dia 24/12.

    Com uma apresentação visual de forte impacto, Al Gore, ontem, mostrou à plateia a situação histórica da emissão de gases de efeito estufa para atmosfera e suas consequências para o aquecimento global, com sérios impactos adversos nos setores da economia global. O ano de 2014 foi o que apresentou as temperaturas mais elevadas nos últimos 20 anos.

Al_Gore_WEF_2015

     Advertiu que mais eventos extremos no clima devem ocorrer no mundo, bem como apresentou a constatação, em 2014, de anomalias na temperatura da superfície dos oceanos.

     Al Gore, em sua apresentação, mostrou que a poluição atmosférica na China reduziu em 5 anos e meio a expectativa de vida dos chineses que moram no norte do País.

    “Este é o ano do Clima. Paris é crucial para a negociação”, comentou Al Gore, referindo-se a Reunião da Cúpula do Clima que deve acontecer este ano em Paris, onde um novo acordo mundial deve ser assinado pelos países.

       E o que vai acontecer depois? Quais caminhos percorrer? O que os países devem fazer? Quais compromissos os países devem assumir e cumprir para os próximos anos no sentido de conviver com as alterações climáticas que já estão ocorrendo?

Fonte: WEF, 2015.

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O Protocolo de Montreal e a diminuição do risco de câncer de pele

    O Relatório divulgado ontem, intitulado Efeitos ambientais da redução do ozônio e suas interações coma as Mudanças Climáticas (Environmental effects of ozone depletion and its interaction with climate change), traz uma importante notícia para todos: a ameaça do aumento do risco de câncer de pele tem sido evitado devido ao sucesso do Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio, no controle da destruição do ozônio

    Mencionado relatório foi produzido pelo Painel de Avaliação dos Efeitos Ambientais (EEAP) do Protocolo de Montreal, na sequência da sua última avaliação quadrienal, tendo sido publicado em 16/01/2015.

     Escrito por mais de 40 cientistas de todo o mundo, o Relatório fornece as principais conclusões sobre saúde e meio ambiente desde a última avaliação completa realizada em 2010. O Relatório destaca as mudanças na radiação ultravioleta (UV) que ocorreram como resultado da redução do ozônio e outras mudanças ambientais.

   Segundo o Relatório, até 2 milhões de casos de câncer de pele serão evitados a cada ano até 2030, graças ao sucesso da implementação do Protocolo de Montreal e suas emendas.

    Notícias como estas trazem esperança de que as políticas públicas quando efetivamente implementadas têm consequências positivas. Estamos em um momento ímpar em que tomadores de decisão devem ficar atentos às mudanças climáticas, sendo importante introduzir nas políticas públicas locais, regionais e nacionais os elementos favoráveis à adaptação às mudanças climáticas e à mitigação de seus efeitos.

    Aos que se interessam em ter acesso ao Relatório Environmental effects of ozone depletion and its interaction with climate change na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: UNEP

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O Protocolo de Montreal e a diminuição do risco de câncer de pele

    O Relatório divulgado ontem, intitulado Efeitos ambientais da redução do ozônio e suas interações coma as Mudanças Climáticas (Environmental effects of ozone depletion and its interaction with climate change), traz uma importante notícia para todos: a ameaça do aumento do risco de câncer de pele tem sido evitado devido ao sucesso do Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio, no controle da destruição do ozônio

    Mencionado relatório foi produzido pelo Painel de Avaliação dos Efeitos Ambientais (EEAP) do Protocolo de Montreal, na sequência da sua última avaliação quadrienal, tendo sido publicado em 16/01/2015.

     Escrito por mais de 40 cientistas de todo o mundo, o Relatório fornece as principais conclusões sobre saúde e meio ambiente desde a última avaliação completa realizada em 2010. O Relatório destaca as mudanças na radiação ultravioleta (UV) que ocorreram como resultado da redução do ozônio e outras mudanças ambientais.

   Segundo o Relatório, até 2 milhões de casos de câncer de pele serão evitados a cada ano até 2030, graças ao sucesso da implementação do Protocolo de Montreal e suas emendas.

    Notícias como estas trazem esperança de que as políticas públicas quando efetivamente implementadas têm consequências positivas. Estamos em um momento ímpar em que tomadores de decisão devem ficar atentos às mudanças climáticas, sendo importante introduzir nas políticas públicas locais, regionais e nacionais os elementos favoráveis à adaptação às mudanças climáticas e à mitigação de seus efeitos.

    Aos que se interessam em ter acesso ao Relatório Environmental effects of ozone depletion and its interaction with climate change na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: UNEP