Mudanças Climáticas Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Mudanças Climáticas

Relatório de lacunas de emissões – 2018

Por Nájila Cabral em Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

12 de Janeiro de 2019

     O Relatório Anual das Lacunas de Emissões Ambientais da Organização das Nações Unidas (ONU) apresenta uma avaliação dos atuais esforços nacionais de mitigação e as ambições que os países apresentaram em suas Contribuições Nacionalmente Determinadas, que formam a base do Acordo de Paris. O objetivo do Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas, conforme acordado na Conferência das Partes em 2015, é manter a elevação da temperatura global neste século abaixo dos 2 graus Celsius, considerando os níveis pré-industriais. 

   O Relatório de 2018 traz a atualização sobre as emissões globais e uma avaliação das emissões associadas às Contribuições Nacionalmente Determinadas e às políticas atuais de cada um dos membros do G20, incluindo a União Européia. O Relatório apresenta novas informações sobre a “lacuna de emissões”, que é a lacuna entre onde provavelmente estaremos e onde precisamos estar. Leva em consideração as informações científicas mais recentes, incluindo o Relatório Especial do IPCC, em 1.5 ° C.

     O relatório foi preparado por uma equipe internacional de cientistas líderes, avaliando todas as informações disponíveis. Aos interessados em ler o sumário executivo, cliquem aqui.

Fonte: ONU, 2018.

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Resultados da COP 24 – Conferência do Clima

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

17 de dezembro de 2018

    A Conferência das Partes (COP24), em Katowice, na Polônia, finalizou dia 14/12/2018, com importantes resultados que terão reflexo nas ações globais de mitigação e adaptação de mudanças climáticas. Os governos adotaram um conjunto robusto de diretrizes para implementar o marco realizado em 2015, o Acordo de Mudança Climática de Paris. A implementação desse acordo beneficiará pessoas de todas as esferas da vida, especialmente as mais vulneráveis.

    Conforme as informações para a imprensa, o “Pacote Climático de Katowice” foi elaborado para operacionalizar o regime de mudança climática contido no Acordo de Paris. Sob os auspícios do Secretariado das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, mencionado pacote promoverá a cooperação internacional e incentivará uma maior ambição. Suas diretrizes promoverão a confiança entre as nações de que todos os países estão desempenhando seu papel no enfrentamento do desafio da mudança climática.

    O Presidente da COP24, o Sr. Michal Kurtyka da Polônia, disse: “todas as nações trabalharam incansavelmente. Todas as nações mostraram seu compromisso. Todas as nações podem deixar Katowice com um sentimento de orgulho, sabendo que seus esforços valeram a pena. As diretrizes contidas no Katowice Climate Package  (Pacote Climático de Katowice) fornecem a base para a implementação do acordo a partir de 2020 ”.

O pacote Katowice inclui diretrizes que operacionalizarão a estrutura de transparência; define como os países fornecerão informações sobre suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) que descrevem suas ações climáticas domésticas. Essas informações incluem medidas de mitigação e adaptação, bem como detalhes do apoio financeiro para a ação climática nos países em desenvolvimento. O pacote também inclui diretrizes relacionadas ao processo de estabelecimento de novas metas de financiamento a partir de 2025, a partir do objetivo atual de mobilizar US $ 100 bilhões por ano a partir de 2020 para apoiar os países em desenvolvimento; bem como traz de que maneira avaliar o progresso no desenvolvimento e transferência de tecnologia.

     A Chefe do Clima da ONU, Patricia Espinosa, disse: “Esta é uma excelente conquista! O sistema multilateral apresentou um resultado sólido. Este é um roteiro para a comunidade internacional abordar de forma decisiva as mudanças climáticas ”. As principais questões ainda a serem solucionadas dizem respeito ao uso de abordagens cooperativas, bem como ao mecanismo de desenvolvimento sustentável, como consta do artigo 6 do Acordo de Paris. Isso permitiria aos países cumprir uma parte de suas metas nacionais de mitigação através do uso de chamados “mecanismos de mercado”.  Esse mecanismos de mercado fornecem instrumentos flexíveis para reduzir os custos do corte de emissões, como os mercados de carbono.

 

     Continuou Patrícia Espinosa: “Depois de muitos intercâmbios ricos e discussões construtivas, a grande maioria dos países estava disposta a concordar e incluir as diretrizes para operacionalizar os mecanismos de mercado no pacote global”, disse ela. “Infelizmente, no final, as diferenças não puderam ser superadas”. Por isso, os países concordaram em finalizar os detalhes dos mecanismos de mercado no próximo ano, a fim de adotá-los na próxima Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP25). A COP 25 ocorrerá no Chile, marcada para o período de 11 a 22 de novembro de 2019.

   O documento resultado da COP24 destaca, então,  a importância de reforçar a apropriação por parte dos países nos programas de impacto de reposição do Fundo Mundial para o Ambiente; Solicita que o Fundo Mundial para o Meio Ambiente, conforme apropriado, assegure que suas políticas e procedimentos relacionados à consideração e revisão das propostas de financiamento sejam devidamente seguidos de maneira eficiente; bem como aguarda, com expectativa, a entrega prevista de reduções das emissões de gases de efeito de estufa no sétimo período de reposição, o que representa o dobro do previsto para a sexta rodada. Aos interessados em ler na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: Press Release (15/12/2018- COP24, UNFCCC). Fotos: UNFCCC, 2018.

 

 

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Conferência de Mudanças Climáticas – Katowice 2018 (COP24)

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

11 de dezembro de 2018

     No período de 2 a 14 de dezembro, está acontecendo a 24ª Conferência das Partes (COP24) no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), em Katowice na Polônia.

     Decisões importantes devem ser resultados dessa COP 24, na qual estão reunidos 22771 participantes de 189 países. Desses participantes 6046 são oriundos de organizações não-governamentais; 13898 representantes de países, 791 de organizações internacionais e 1541 profissionais de mídia/jornalismo (clique aqui para ver lista completa ).

            No dia 8 de dezembro, ocorreu o Dia de Ação dos Oceanos (Oceans Action Day), evento organizado pelo: Global Ocean Forum; Comissão Oceanográfica Intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (IOC / UNESCO); Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO); União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN); dentre outras instituições. Com mais de 400 participantes, incluindo enviados especiais da ONU, ministros, embaixadores e representantes da academia, governos, sociedade civil e setor privado, as discussões e debates destacaram questões que ligam o oceano e seus recursos a saber: adaptação e mitigação das alterações climáticas; segurança alimentar; redução do risco de desastres; comércio; pesquisa científica; financiamento; e deslocamento e migração.

     Um dos esforços dessa Conferência é viabilizar financiamento dos países envolvidos na UNFCC, em longo prazo, para as necessárias ações de mitigação e adaptação, reconhecendo a importância da adaptação, do financiamento e da necessidade de recursos públicos e de subsídios para adaptação.

      Aos interessados em acessar os documentos oficiais da COP 24, cliquem aqui.

Fonte: UNFCCC/COP24, 2018.

 

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Fórum da Paz de Paris

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

11 de novembro de 2018

    O Fórum da Paz de Paris, o primeiro deste tipo, é uma iniciativa do governo francês. Realizado no período de 11 a 13 de novembro na capital francesa, tem o objetivo de se constituir em um fórum global para projetos de governança. A intenção é reunir dezenas de líderes mundiais e representantes de organizações internacionais, para uma série de mesas redondas para discutir e reafirmar o compromisso comum de enfrentar os grandes desafios do mundo hoje.

     No dia em que se comemora cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial, o Secretário Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Antônio Guterres disse aos líderes mundiais no Fórum da Paz de Paris que os problemas globais exigem “mais do que nunca” o fortalecimento da cooperação internacional.

    No seu discurso, Antonio Guterres chamou atenção para três grandes desafios: o primeiro sobre as mudanças climáticas, pedindo especial atenção e compromissos dos países para a 24a. Conferência das Partes (COP24), que acontecerá em dezembro próximo, na Polônia.  Citando a demografia e a migração como o segundo grande desafio do nosso tempo, Guterres conclamou os líderes mundiais para a preocupação com o fenômeno da migração, dentro do “contexto de mudanças climáticas, desigualdades e conflitos”. Afirmou: “Sem a cooperação internacional, e se nos refugiarmos atrás de nossas fronteiras nacionais, vamos sacrificar nossos valores coletivos, e vamos perpetuar a tragédia dos migrantes sendo explorados pelos piores traficantes”.

     O Secretário Geral da ONU identificou a tecnologia como o terceiro grande desafio mundial pela frente. Ele citou a inteligência artificial redefinindo o mercado de trabalho e a natureza do trabalho em si, a disseminação do cibercrime e a lacuna entre a inovação e nossos marcos legais.

    Dentre os participantes  no primeiro dia do Fórum da Paz de Paris estavam a chanceler alemã, Angela Merkel; o vice-presidente da Índia, Venkaiah Naidu; o primeiro-ministro da Suécia, Stefan Löfven; Christine Lagarde, diretora do Fundo Monetário Internacional e o presidente da Comissão da União Africana, Moussa Faki.

    Fonte: ONU, 2018.

 

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Recursos financeiros, não reembolsáveis, para municípios – Fundo Clima

     O Fundo Nacional de Mudanças Climáticas (Fundo Clima) e o Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA) lançaram o edital no. 1/2018 com recursos financeiros, não reembolsáveis, para implementação de iniciativas socioambientais de redução de vulnerabilidade à mudança do clima em áreas urbanas.

     As propostas dos municípios devem agregar a execução de iniciativas socioambientais, em áreas urbanas do município, com participação ativa dos munícipes, nos seguintes eixos temáticos:
– Áreas verdes urbanas e gestão de áreas legalmente protegidas;
– Manejo de água e segurança hídrica;
– Agricultura urbana, segurança alimentar e nutricional.

     Os municípios podem propor ações nos seguintes temas: recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APP); implantação, proteção e/ou ampliação de áreas verdes urbanas;  Implementação de ações previstas em instrumentos de gestão: Plano de manejo de unidades de conservação municipais, plano de gestão territorial e ambiental de terras indígenas, plano de gestão territorial e ambiental de territórios quilombolas ou instrumentos de gestão similares; Uso sustentável, proteção e recuperação de recursos hídricos; Água: implantação ou ampliação de sistemas de captação, distribuição e armazenamento, reúso; implantação/Ampliação de hortas orgânicas comunitárias; Implantação/Ampliação de sistemas agroflorestais em quintais ou espaços coletivos; Fortalecimento/Estímulo à produção e ao consumo de produtos locais, orgânicos, éticos e de comércio justo, sobretudo da agricultura familiar.

      As propostas necessariamente devem abordar um dos temas anteriormente mencionados e devem ser aplicadas nas áreas urbanas dos municípios. O valor mínimo por proposta deverá ser de R$ 300.000,00 e o máximo de R$ 500.000,00. O prazo de execução deverá ser no mínimo de 18 meses e no máximo de 36 meses.

      Os municípios podem se inscrever  e enviar suas propostas até 11/09/2018. As propostas deverão ser enviadas, exclusivamente, via Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse – SICONV (www.convenios.gov.br) no Programa 4420420180001.

     No Ceará, são 59 municípios aptos a enviarem suas propostas, conforme o quadro a seguir.

    Aos interessados em ler na íntegra o edital FNMA/FNMC n.1/2018 – Iniciativas socioambientais para redução de vulnerabilidade à mudança do clima em áreas urbanas, cliquem aqui.

   Fonte: MMA, 2018

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II Conferência da Caatinga – Desenvolvimento Humano e Sustentabilidade

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas, Semiárido

14 de junho de 2018

As inscrições para a II Conferência da Caatinga se encerram hoje, 14 de junho.

    O evento tem por tema “Desenvolvimento Humano e Sustentabilidade”. É uma realização da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará e o Governo do Estado do Ceará, com coordenação do Conselho de Altos Estudos e Assuntos Estratégicos. Conforme Dr. Mailson Cruz,  o objetivo é discutir os graves problemas que preocupam governos e sociedade civil organizada em torno do bioma Caatinga, com ênfase na crise hídrica, na sustentabilidade e no processo crescente de desertificação, tendo como eixo central o ser humano.

     As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui.

No dia 19 de junho, na abertura do evento, será entregue a Medalha Chico Mendes ao Prof. Artur Bruno, Secretário da Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Ceará, às 18:30h

Fonte: ALCE, 2018

 

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Fórum de Energia de Viena: Sessão Especial de 2018

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

17 de Maio de 2018

     No período de 14 a 16 de maio de 2018, ocorreu a sessão especial do Fórum de Energia de Viena, no Centro Internacional de Viena, na Áustria, organizado sob os auspícios da Organização para o Desenvolvimento Industrial da ONU (UNIDO), Ministério Federal Austríaco para a Europa, Integração e Relações Exteriores (BMEIA), Agência Austríaca de Desenvolvimento (ADA), Instituto Internacional para Análise de Sistemas Aplicados (IIASA) e Energia Sustentável para Todos (SEforALL).

   O Fórum reuniu mais de 430 líderes de governos, sociedade civil, organizações internacionais e do setor privado. Incluiu plenárias e mesas redondas de alto nível em 14 de maio, seguidas por eventos paralelos e eventos especiais em 15 e 16 de maio. 

     O Fórum de Energia de Viena foi estabelecido em 2008 pelo governo austríaco, IIASA e UNIDO. O Fórum é realizado a cada dois anos e tem por finalidade explorar como a energia pode contribuir para enfrentar os desafios do desenvolvimento global, com base na premissa de que questões como pobreza, mudanças climáticas, segurança, saúde e renda estão intimamente ligadas à natureza, acessibilidade e acessibilidade dos sistemas energéticos existentes.

     O primeiro Fórum de Energia de Viena reuniu-se em Viena, na Áustria, de 22 a 24 de junho de 2009, com o tema “Rumo a uma agenda integrada de energia após 2020: assegurando políticas e investimentos sustentáveis”.

     O segundo Fórum de Energia de Viena, intitulado “Energia para Todos – Tempo de Ação”, esteve reunido em Viena de 21 a 23 de junho de 2011.

     Intitulado “Um Ano depois da Rio + 20: O Futuro Energético que Queremos”, o terceiro Fórum de Energia de Viena aconteceu em Viena de 28 a 30 de maio de 2013. O Fórum abordou energia sustentável no contexto da negociação da agenda de desenvolvimento pós-2015, um processo iniciado na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável de 2012 (Rio + 20).

    O quarto Fórum de Energia de Viena intitulado “Energia Sustentável para o Desenvolvimento Inclusivo” foi realizado de 18 a 20 de junho de 2015, em Viena. O Fórum teve como objetivo contribuir para a agenda de desenvolvimento e os processos climáticos pós-2015, enfatizando seus múltiplos benefícios e mostrando as melhores práticas e ações no terreno.

    De 9 a 12 de maio de 2017 em Viena, Áustria, o quinto Fórum de Energia de Viena, intitulado “Energia Sustentável para a Implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e o Acordo de Paris”. O evento teve como objetivo promover o diálogo sobre: o nexo entre energia, clima, transportes, alimentação, água e saúde; vínculos na implementação dos ODS e no Acordo de Paris sobre Mudança do Clima; e o papel da inovação como um impulsionador global para o crescimento sustentável.

Fonte: IISD, 2018.

    

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Riscos e oportunidades relacionados ao clima

Por Nájila Cabral em Impacto Ambiental, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

02 de Maio de 2018

      No final do mês passado, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (sigla em inglês, UNEP) e dezesseis bancos, dos quatro continentes, publicaram uma metodologia desenvolvida, em conjunto, para aumentar a compreensão dos bancos sobre como as mudanças climáticas e as ações climáticas podem impactar seus negócios.

      Conforme a publicação, esse entendimento é fundamental para permitir que os bancos sejam mais transparentes sobre sua exposição a riscos e oportunidades relacionados ao clima. A publicação fornece as estratégias dos bancos para contribuir e se beneficiar da transição econômica de baixo carbono e ajudá-los a envolver e apoiar seus clientes nesse sentido. Isso é fundamental porque os riscos e oportunidades relacionados ao clima que os bancos enfrentam surgem, principalmente, de seus serviços para os clientes.

     A publicação, resultado do esforço conjunto realizado em mais de dez meses, inclui risco de crédito, testes de estresse, sustentabilidade e desenvolvimento de negócios com os principais cientistas e especialistas em gestão de riscos e investimentos.

     Mais especificamente, conforme a UNEP,  a metodologia ajuda os bancos a aplicarem os mais avançados cenários globais de mudanças climáticas disponíveis hoje – como aqueles desenvolvidos e oferecidos pelo Potsdam Institute for Climate Impact Research (PIK), pelo Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados (IIASA) e pela Agência Internacional de Energia (IEA) – para avaliar os riscos e oportunidades que a transição econômica de baixo carbono pode apresentar às suas carteiras de empréstimos.

   Aos interessados, a metodologia, na íntegra, está aqui.

Fonte: UNEP, 2018.

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Fundo Verde do Clima

Por Nájila Cabral em Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

22 de novembro de 2017

      Encontra-se aberto, até o dia 08/12/2017, o processo de consulta pública do documento base da Estratégia do Brasil para o Fundo Verde do Clima. A consulta pública constitui uma base de diálogo entre o governo e a sociedade.

    O Fundo Verde para o Clima é uma iniciativa da Convenção-Quadro das Nações Unidas para Mudança do Clima UNFCCC). Tem como objetivo financiar projetos e programas para redução de emissões de gases de efeito estufa (mitigação) e para o aumento da resiliência aos efeitos da mudança do clima (adaptação), alocando montantes iguais de financiamento para as duas áreas.

     Os interessados poderão realizar comentários sobre o documento-base e apresentar sugestões quanto às prioridades identificadas, fornecendo insumos para o aprimoramento da estratégia brasileira. Para acessar o documento, na íntegra, cliquem aqui. 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente, 2017.

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Conferência do Clima – COP23

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

15 de novembro de 2017

   A 23a. Conferência das partes (COP 23) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) está acontecendo em Bonn, Alemanha, desde o dia 06/11 até 17/11/2017. Hoje tem início, dentro do âmbito da COP 23, o segmento de Alto Nível.

   Na COP23, os países estão reunidos para avançar na implementação do Acordo de Paris. O foco está no desenvolvimento de diretrizes sobre como as disposições do Acordo de Paris serão implementadas, incluindo transparência, adaptação, redução de emissões, provisão de finanças, capacitação e tecnologia. O objetivo é progredir em todas essas áreas para que as diretrizes possam ser preenchidas pela COP24 na Polônia em 2018.

 A COP23 conta com 19.115 participantes, sendo 4.660 de organizações não governamentais, 687 de organizações internacionais, 376 de agências especializadas, 453 das Nações Unidas, 11.300 dos 195 países, 6 do país observador e 1.663 da mídia/imprensa.  Do Brasil, são 128 participantes, membros do staff governamental e de agências de desenvolvimento, pesquisa e organizações não governamentais.

Fonte: UNFCCC, 2017.

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Conferência do Clima – COP23

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

15 de novembro de 2017

   A 23a. Conferência das partes (COP 23) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) está acontecendo em Bonn, Alemanha, desde o dia 06/11 até 17/11/2017. Hoje tem início, dentro do âmbito da COP 23, o segmento de Alto Nível.

   Na COP23, os países estão reunidos para avançar na implementação do Acordo de Paris. O foco está no desenvolvimento de diretrizes sobre como as disposições do Acordo de Paris serão implementadas, incluindo transparência, adaptação, redução de emissões, provisão de finanças, capacitação e tecnologia. O objetivo é progredir em todas essas áreas para que as diretrizes possam ser preenchidas pela COP24 na Polônia em 2018.

 A COP23 conta com 19.115 participantes, sendo 4.660 de organizações não governamentais, 687 de organizações internacionais, 376 de agências especializadas, 453 das Nações Unidas, 11.300 dos 195 países, 6 do país observador e 1.663 da mídia/imprensa.  Do Brasil, são 128 participantes, membros do staff governamental e de agências de desenvolvimento, pesquisa e organizações não governamentais.

Fonte: UNFCCC, 2017.