Governos Locais Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Governos Locais

Recursos financeiros, não reembolsáveis, para municípios – Fundo Clima

     O Fundo Nacional de Mudanças Climáticas (Fundo Clima) e o Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA) lançaram o edital no. 1/2018 com recursos financeiros, não reembolsáveis, para implementação de iniciativas socioambientais de redução de vulnerabilidade à mudança do clima em áreas urbanas.

     As propostas dos municípios devem agregar a execução de iniciativas socioambientais, em áreas urbanas do município, com participação ativa dos munícipes, nos seguintes eixos temáticos:
– Áreas verdes urbanas e gestão de áreas legalmente protegidas;
– Manejo de água e segurança hídrica;
– Agricultura urbana, segurança alimentar e nutricional.

     Os municípios podem propor ações nos seguintes temas: recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APP); implantação, proteção e/ou ampliação de áreas verdes urbanas;  Implementação de ações previstas em instrumentos de gestão: Plano de manejo de unidades de conservação municipais, plano de gestão territorial e ambiental de terras indígenas, plano de gestão territorial e ambiental de territórios quilombolas ou instrumentos de gestão similares; Uso sustentável, proteção e recuperação de recursos hídricos; Água: implantação ou ampliação de sistemas de captação, distribuição e armazenamento, reúso; implantação/Ampliação de hortas orgânicas comunitárias; Implantação/Ampliação de sistemas agroflorestais em quintais ou espaços coletivos; Fortalecimento/Estímulo à produção e ao consumo de produtos locais, orgânicos, éticos e de comércio justo, sobretudo da agricultura familiar.

      As propostas necessariamente devem abordar um dos temas anteriormente mencionados e devem ser aplicadas nas áreas urbanas dos municípios. O valor mínimo por proposta deverá ser de R$ 300.000,00 e o máximo de R$ 500.000,00. O prazo de execução deverá ser no mínimo de 18 meses e no máximo de 36 meses.

      Os municípios podem se inscrever  e enviar suas propostas até 11/09/2018. As propostas deverão ser enviadas, exclusivamente, via Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse – SICONV (www.convenios.gov.br) no Programa 4420420180001.

     No Ceará, são 59 municípios aptos a enviarem suas propostas, conforme o quadro a seguir.

    Aos interessados em ler na íntegra o edital FNMA/FNMC n.1/2018 – Iniciativas socioambientais para redução de vulnerabilidade à mudança do clima em áreas urbanas, cliquem aqui.

   Fonte: MMA, 2018

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Revitalização de Bacias Hidrográficas e recuperação de rios urbanos

Por Nájila Cabral em Água, Desenvolvimento Sustentável, Governos Locais, Meio Ambiente

18 de Fevereiro de 2018

     A água é um bem indispensável à vida. Seus múltiplos usos devem ser garantidos para esta e para as futuras gerações.

     De maneira não isolada, os recursos hídricos superficiais foram sendo pressionados além de sua capacidade de suporte, culminando na perda de qualidade ambiental. Esse cenário possui visibilidade, também, em centros urbanos, de pequenas, médias e grandes cidades.

     Com o objetivo principal de discutir as diretrizes para o desenvolvimento de um Programa para recuperação e preservação de rios urbanos em pequenas e grandes cidades, o Ministério do Meio Ambiente (MMA), deve promover nos dias 06 e 07 de março de 2018, o Seminário Nacional Revitalização de Bacias Hidrográficas com Foco em Rios Urbanos.

     A iniciativa atende a Resolução nº 181/2016 do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) que aponta, entre as prioridades até 2020, a destinação de recursos financeiros para a implantação de projetos de instituições públicas ou privadas e pessoas físicas que promovam a recuperação e conservação de bacias hidrográficas.

     Os interessados devem enviar dados pessoais (nome, instituição e e-mail) para o endereço eletrônico drh.srhq@mma.gov.br. O evento deve ocorrer na sede do IICA, na SHIS QI5, Chácara 16, Lago Sul, em Brasília- DF.

 

Fonte: MMA (Assessoria de Comunicação), 2018.

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Política Nacional de Saneamento Básico – 11 anos

Por Nájila Cabral em Governos Locais, Legislação Ambiental, Meio Ambiente, Saneamento Ambiental

09 de Janeiro de 2018

     Em 05 de janeiro, a Política Nacional de Saneamento Básico completou onze anos. Instituída por meio da Lei 11.455, mencionada Política estabeleceu diretrizes nacionais para o setor do saneamento básico, introduziu importantes instrumentos de gestão para alcançar os objetivos da política, dentre estes a universalização dos serviços de saneamento.

   Nos últimos dias de dezembro de 2017, precisamente em 29/12/2017, o Decreto Federal no. 9254 alterou o prazo de obrigatoriedade dos municípios, para o dia 31/12/2019, para que elaborem seus Planos Municipais de Saneamento Básico. Esse prazo vem sendo alterado seguidamente (quatro vezes), o que enfraquece um dos importantes instrumentos de gestão de saneamento, em nível municipal, responsável pelo planejamento das ações e pela concretização efetiva da universalização dos serviços de saneamento, no recorte municipal.

    O texto, a seguir, intitulado Planejando o Saneamento Básico, de autoria do Dr. Alceu Galvão, datado de 05/01/2018, traz sua visão sobre essa temática. O texto está na íntegra e tem autorização do autor para publicação nesse Blog Verde.

     “Hoje, completa-se o décimo primeiro aniversário do marco regulatório do setor de saneamento básico, a Lei 11.455/2007. Infelizmente, há pouco para se comemorar, pois ao contrário dos setores de energia e telefonia, a universalização do saneamento básico ainda levará décadas, notadamente em relação ao esgotamento sanitário. O marco regulatório trouxe perspectivas para o setor ao introduzir novas funções no ambiente institucional, tais como o controle social, planejamento e regulação, elementos esses indutores aos investimentos na infraestrutura. O planejamento, consubstanciado no Plano Municipal de Saneamento Básico, teria como objetivo prover metas, programas, projetos e ações para o alcance da universalização, sendo o principal norteador da gestão municipal nesta área”.

     “Para se garantir uma maior efetividade aos Planos, sabiamente o instrumento foi definido pelo legislador com a condição vinculante para a validade dos contratos, e na regulamentação da lei, foi colocado pelo Governo Federal como norteador de captação de recursos da União, onerosos ou não. Assim, se o município quisesse pleitear recursos para o saneamento, o mesmo deveria ser aplicado em obras previstas no plano, trazendo maior sustentabilidade à prestação de serviços, e tangencialmente aos tradicionais critérios políticos de alocação de recursos, que em geral resultam em obras de pouca eficácia para a população”.

    “Porém, após 11 anos, o Governo Federal postergou pela quarta vez, no apagar das luzes de 2017, o adiamento desta condicionante. Em suma, desmoralizou e enterrou um instrumento tão importante para a universalização do setor. Prefeituras que se esforçaram para elaborar seus planos, com recursos próprios ou de repasse, se veem agora desestimuladas, haja vista que as sucessivas prorrogações denotam não só a falta de seriedade do Governo federal, mas a falta de compromisso deste com o saneamento”.

   “Cabe ao eleitor mudar o cenário este ano ao votar em candidatos que de fato se comprometam com o setor. Porém, é preciso primeiro, conscientizar o eleitor da importância do saneamento, subvalorizado quando comparado à necessidade de utilização do telefone celular, por exemplo, e por vezes não entender a importância desse setor para sua saúde e qualidade de vida“.

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Resultados da COP 13 – Convenção sobre Diversidade Biológica

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Governos Locais, Meio Ambiente, Preservação

21 de dezembro de 2016

Em 17 de dezembro encerrou-se em Cancun, no México, A 13ª Conferência das Partes no âmbito da Convenção sobre Diversidade Biológica. Importantes resultados foram alcançados, dentre estes:

– compromissos e acordos em estabelecer ações para integrar a biodiversidade na silvicultura, agricultura e pesca;

– aumento do compromisso de expansão de áreas protegidas, terrestres e nos oceanos e mares, para 23%;

– agenda marítima com avanço nos trabalhos sobre detritos marinhos;

– estratégia de capacitação para a Convenção e seus Protocolos;

– Compromissos de apoio ao Plano Estratégico de Biodiversidade a ser realizado por empresas, juventude, cidades e regiões.

      Os governos de 167 países, ali reunidos, decidiram ampliar a articulação da agenda da biodiversidade com outras agendas globais, incluindo os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e o Acordo Climático de Paris.

    Ainda, acordaram em uma série de medidas que intensificarão a implementação das Metas de Aichi para a Biodiversidade, incluindo a integração, o desenvolvimento de capacidades e a mobilização de recursos financeiros, bem como ações sobre áreas protegidas.

    Conforme Braúlio Dias, brasileiro, Secretário Executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica, “a comunidade mundial também percebeu a importância do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança e do Protocolo de Nagoya sobre Acesso aos Recursos Genéticos e Participação de Benefícios na contribuição efetiva para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”.

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Programa Selo Município Verde – Edição 2015/2016

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Governos Locais, Meio Ambiente

07 de novembro de 2016

    Hoje, o Comitê Gestor do Programa Selo Município Verde divulgou os resultados dos municípios cearenses que receberam a certificação ambiental pública do biênio 2015/2016.

     Mencionado Programa foi instituído em 2003, tendo sua primeira edição em 2004. O objetivo do Programa Selo Município Verde é fortalecer o sistema municipal de meio ambiente e, também, auxiliar a gestão ambiental municipal na busca da sustentabilidade em território local.

     Dos 32 municípios que, voluntariamente, se inscreveram nesta edição, 13 não obtiveram pontuação suficiente para serem classificados em uma das três categorias, considerando o Índice de Sustentabilidade Ambiental (ISA). A pontuação mínima para classificação em uma das três categorias é de 50 pontos de um total de 100 pontos.

     Pela primeira vez, em 13 anos de edição do Programa Selo Município Verde, um município recebeu a certificação na categoria A, que significa que alcançou entre 90 a 100 pontos de um total de 100 pontos possíveis. Este município foi a capital, Fortaleza, que alcançou 90 pontos.

     Foram agraciados na categoria B (intervalo de 70 a 89 pontos), os seguintes municípios cearenses: Barreira, Crateús, Crato, Iguatu e Sobral. Foram agraciados na categoria C (intervalo de 50 a 69 pontos), os seguintes municípios: Acaraú, Beberibe, Bela Cruz, Brejo Santo, Caucaia, Eusébio, Farias Brito, General Sampaio, Maracanaú, Morada Nova, Novo Oriente, Piquet Carneiro e Tauá.

     Aos municípios certificados no Programa Selo Município Verde, nossos parabéns! A gestão ambiental municipal se constitui em um desafio constante entre a concepção de políticas públicas que atendam às premissas de sustentabilidade e a realidade da operacionalização das necessárias ações municipais.

     Ao serem agraciados, esses municípios demonstraram, inicialmente, valorizar o processo de certificação ambiental pública, considerando o aspecto de transparência e referência do processo de avaliação.

    Os resultados satisfatórios para esses municípios agraciados, com ênfase no município que recebeu a categoria A, demonstram que a gestão ambiental municipal pode, e deve, ser entendida como um importante investimento local na perspectiva da sustentabilidade.

     Para finalizar, é oportuno dizer que a gestão ambiental municipal deve ser entendida como um valor significativo no processo de planejamento, nos compromissos e no comprometimento de uma agenda ambiental mínima que permita o desenvolvimento socioeconômico com a manutenção da qualidade ambiental.

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Nova Agenda Urbana – Habitat III

Estamos a poucos meses da 3ª Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável, também denominada de Habitat III, que deve acontecer em Quito, no Equador no período de 17 a 20 de outubro.

    O documento final, resultado das negociações no âmbito da terceira sessão do Comité Preparatório da Conferência Habitat III (PrepCom3), realizada em Surabaya, Indonésia, no período de 25 a 27 de Julho de 2016, traz os compromissos e a Nova Agenda Urbana que os países devem, caso mencionado documento seja aprovado na Habitat III, nos próximos vinte anos.

    Conforme estabelecido no Zero Draft (Rascunho zero) da Habitat III, o documento deverá se chamar “Declaração de Quito sobre Cidades Sustentáveis para todos” e traz compromissos com relação a mudança do paradigma urbano para uma nova agenda urbana que:

(a) redirecione a forma de planejar, financiar, desenvolver, administrar e gerenciar cidades e assentamentos humanos, reconhecendo o desenvolvimento urbano e territorial sustentável como essencial para a realização do desenvolvimento sustentável e de prosperidade para todos.

(b) reconheça o importante papel dos governos na definição e implantação das políticas urbanas inclusivas e de legislação para o desenvolvimento urbano sustentável,

(c) adoção de desenvolvimento territorial sustentável, centrado nas pessoas, com abordagem integrada, através de políticas, estratégias, desenvolvimento de capacidades e ações em todos os níveis, com base em fatores fundamentais da mudança, incluindo:

1- Desenvolvimento e implementação de políticas ou estratégias urbanas nacionais no âmbito de parcerias locais, nacionais, conforme o caso, a construção de sistemas nacionais de cidades e assentamentos humanos integrados, para a consecução dos objetivos nacionais de desenvolvimento;

2- O reforço da governação urbana, com instituições sólidas e mecanismos que capacitam e incluem partes interessadas urbanas, bem como controles adequados, oferecendo previsibilidade e coerência no desenvolvimento de planos urbanos, para permitir a inclusão social sustentável, o crescimento econômico e a proteção do meio ambiente;

3- Apoio a estruturas e instrumentos eficazes, inovadoras e sustentáveis de financiamento, permitindo que as finanças municipais sejam fortalecidas a fim de criar, sustentar e compartilhar o valor gerado pelo desenvolvimento urbano sustentável de forma inclusiva.

    Aos interessados em ler, na íntegra, o Draft Zero, cliquem aqui. 

Fonte: Habitat III/UN

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Olimpíadas 2016 e o saneamento ambiental

Por Nájila Cabral em Água, Desenvolvimento Sustentável, Governos Locais, Impacto Ambiental, Meio Ambiente

05 de agosto de 2016

As Olimpíadas 2016, no Rio de Janeiro, têm sua abertura hoje.

    As agências de notícias ambientais divulgam sua preocupação com a ausência de saneamento, que era um dos compromissos brasileiros para a realização dos jogos no País, notadamente a preocupação com a baixa qualidade das águas na Baía de Guanabara.

    Um artigo do jornal “The New York Times” (NYT) relata que as condições sanitárias da água da Baía de Guanabara apresentam alto grau de contaminação, podendo, em caso de ingestão da água, causar infecções urinárias, gastroenterites e outras doenças, conforme o Dr. Daniel Becker, especialista no assunto consultado pelo NYT.

    Mencionado artigo relata os esforços brasileiros em cumprir os compromissos de tratamento da água e reversão do passivo ambiental presente naquela área, inclusive de resíduos sólidos. No entanto, ressalta que a realidade mostrou estarem as águas muito mais contaminadas do que o que se imaginava.

    Conforme o Primeiro Relatório de Sustentabilidade Rio 2016, publicado em 2014, o “Governo do Estado do Rio de Janeiro tem um sistema integrado e um plano de saneamento ambiental em vigor para a região, com 12 ações em curso, implementado para trazer melhorias duradouras para a qualidade da água, incluindo a ampliação da coleta de esgoto e seu tratamento, prevenção de enchentes e melhoria do tratamento de resíduos”. O Relatório apontava que as taxas de tratamento de esgotos saltaram de 12% em 2007 para cerca de 50%em 2013, e que para 2016, a meta era de 70%.

Fonte: El Heraldo/ NYT, 2016 e Rio2016

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Consenso de Nairobi – colaboração e igualdade no comércio e investimentos para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Governos Locais, Impacto Ambiental, Meio Ambiente

29 de julho de 2016

     Reunidos em Nairobi no período de 17 a 22 de julho, mais de 5.000 delegados de 149 países participaram da conferência UNCTAD14, a 14ª. Da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UN Conference on Trade and Development), que após debates, mesas redondas de alto nível, eventos temáticos, do Fórum Mundial de Investimentos, do Fórum Global de Commodities, do Fórum dos Jovens e do Fórum da Sociedade Civil, produziu uma Declaração, como importante resultado desta Conferência.

UNCTAD14_2016

    A declaração final, também chamada de Consenso de Nairobi, discute: os benefícios da globalização; os contínuos impactos da crise econômica e financeira global; a importância do trabalho, a igualdade de gênero e o empoderamento e promoção do espírito empresarial das mulheres e jovens, assim como traz ações para favorecer parcerias globais para erradicar a pobreza e viabilizar o desenvolvimento sustentável.

     A UNCTAD14 destacou questões relacionadas com medidas não tarifárias, a dívida e os fluxos financeiros ilícitos, e incluiu o lançamento de uma iniciativa e-comércio, bem como um fundo fiduciário multilateral sobre o comércio e capacidade produtiva.

     Outro importante resultado da UNCTAD 14, foi a assinatura, por mais de 90 países, de um roteiro sobre subsídios à pesca, cuja declaração conjunta apela à comunidade internacional a cumprir a meta 14 dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (conservação e utilização sustentável dos oceanos, mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável), e, especificamente, para alcançar a meta 14.6, sobre a proibição de subsídios à pesca que levam ao excesso de capacidade e a sobrepesca, eliminando subsídios que contribuem para a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada.

    Aos interessados em ler na íntegra o Consenso de Nairobi ou, em língua Swahili, chamado Nairobi Azimio, cliquem aqui. 

     Aos interessados em ler, na íntegra, o Relatório “Das decisões para as ações”, resultado final da UNCTAD 14, no sentido de auxiliar a reorientações de políticas e ações em nível local, regional e nacional, cliquem aqui.

 

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Cursos gratuitos no Ministério do Meio Ambiente

    Seguem até 12 de junho as inscrições de vários cursos de curta duração, na modalidade Educação a Distância. Abaixo, os cursos que estão com inscrições abertas e que terão início em 13 de junho.

Estrutura da Gestão Ambiental

 Objetivo:Estruturação da gestão ambiental municipal, por meio de processos formativos.

Carga horária: 60 horas

Período de realização: 13/06/2016 a 27/07/2016

Número de vagas: 2.000

 

Estilos de Vida Sustentável

Objetivo: Incentivar a reflexão, discussão e ação interativas com informações e conceitos sobre mudança em favor de estilos de vida sustentáveis.

Carga horária: 30 horas

Período de realização: 13/06/2016 a 22/07/2016

Número de vagas: 1.000

 

Crianças e o Consumo Sustentável

Objetivo: Trabalhar o conhecimento dos pais e educadores para que construam valores mais sustentáveis com as suas crianças, desestimulando o consumir por consumir e incentivando a prática de brincadeiras, hábitos e atitudes muito mais saudáveis e sustentáveis.

Carga horária: 30 horas

Período de realização: 13/06/2016 a 22/07/2016

Número de vagas: 1.000

 

Produção e Consumo Sustentável

Objetivo: Sensibilização e divulgação de informações pertinentes á área ambiental, oportunizando conhecimentos específicos em produção e consumo sustentáveis, desenvolvendo ações e acompanhamento do sistema de gestão ambiental e economia verde.

Carga horária: 40 horas

Período de realização: 13/06/2016 a 05/08/2016

Número de vagas: 2.000

 

Sustentabilidade a Administração Pública

Objetivo: Oferecer subsídios e apoio técnico para a implementação da Agenda Ambiental na Administração Pública – A3P nos órgãos e entidades da administração pública de todas as esferas e poderes.

Carga horária: 12 horas

Período de realização: 13/06/2016 a 24/06/2016

Número de vagas: 2.000

 

Igualdade de Gênero e Desenvolvimento Sustentável

Objetivo: Sensibilizar e capacitar os gestores públicos de todas as áreas sobre a problemática da desigualdade de gênero e a importância da transversalização dos temas “gênero” e “desenvolvimento sustentável”.

Carga horária: 20 horas

Período de realização: 13/06/2016 a 07/07/2016

Número de vagas: 1.000

Aos interessados em se inscrever, cliquem aqui.

Fonte: MMA,2016.

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Curso de Especialização em Recursos Hídricos – Prorrogação de prazo de inscrição

     O Curso de Especialização em Elaboração e Gerenciamento de Projetos para a Gestão Municipal de Recursos Hídricos teve suas inscrições adiadas até 20 de maio.

     Mencionado curso é oferecido pelo Instituto Federal de Ciência, Tecnologia e Educação do Ceará (IFCE) em parceria com a Agência Nacional das Águas (ANA), na modalidade semipresencial.

    O curso tem o objetivo de capacitar técnicos dos serviços público municipal, estadual e federal, de setores relacionados com recursos hídricos a atuarem na elaboração de projetos ligados às políticas de âmbito municipal (ambiente, saneamento, uso e ocupação do solo) com potencial de impacto sobre os recursos hídricos.

     Os interessados em concorrer a uma das vagas precisam preencher alguns pré-requisitos, como possuir graduação em qualquer área do conhecimento; ser servidor com vínculo efetivo com a administração pública municipal, estadual ou federal e estar liberado e autorizado pelo órgão de origem para as atividades presenciais e a distância.

As inscrições devem ser feitas, exclusivamente, pela internet.

    O sistema do curso é semipresencial, com atividades obrigatórias em encontros presenciais, previamente agendados nas cidades Polos Regionais (Fortaleza, Manaus, Brasília, São Paulo e Florianópolis). O curso tem duração de 18 meses e nos primeiros 12 meses estão previstas três atividades presenciais nas cidades polos.

    Aos interessados em realizar inscrição para preenchimento de uma das 400 vagas, cliquem aqui.

Fonte: IFCE e ANA

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Curso de Especialização em Recursos Hídricos – Prorrogação de prazo de inscrição

     O Curso de Especialização em Elaboração e Gerenciamento de Projetos para a Gestão Municipal de Recursos Hídricos teve suas inscrições adiadas até 20 de maio.

     Mencionado curso é oferecido pelo Instituto Federal de Ciência, Tecnologia e Educação do Ceará (IFCE) em parceria com a Agência Nacional das Águas (ANA), na modalidade semipresencial.

    O curso tem o objetivo de capacitar técnicos dos serviços público municipal, estadual e federal, de setores relacionados com recursos hídricos a atuarem na elaboração de projetos ligados às políticas de âmbito municipal (ambiente, saneamento, uso e ocupação do solo) com potencial de impacto sobre os recursos hídricos.

     Os interessados em concorrer a uma das vagas precisam preencher alguns pré-requisitos, como possuir graduação em qualquer área do conhecimento; ser servidor com vínculo efetivo com a administração pública municipal, estadual ou federal e estar liberado e autorizado pelo órgão de origem para as atividades presenciais e a distância.

As inscrições devem ser feitas, exclusivamente, pela internet.

    O sistema do curso é semipresencial, com atividades obrigatórias em encontros presenciais, previamente agendados nas cidades Polos Regionais (Fortaleza, Manaus, Brasília, São Paulo e Florianópolis). O curso tem duração de 18 meses e nos primeiros 12 meses estão previstas três atividades presenciais nas cidades polos.

    Aos interessados em realizar inscrição para preenchimento de uma das 400 vagas, cliquem aqui.

Fonte: IFCE e ANA