Desertificação Archives - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Desertificação

II Conferência da Caatinga – Desenvolvimento Humano e Sustentabilidade

     O Ceará deve sediar a II  Conferência da Caatinga no período de 19 a 21 de junho de 2018. O Objetivo de mencionada conferência é  disseminar o conhecimento sobre programas, projetos e ações desenvolvidos no Bioma Caatinga, que tem contribuído de forma efetiva para o desenvolvimento humano e sustentável, para o alcance das metas previstas nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e que podem ser referência para as políticas públicas a serem implementadas na região.

    Dentro da programação da II Conferência da Caatinga haverá a apresentação das experiências exitosas implementadas nos Estados. Cada Estado poderá encaminhar à Coordenação Geral da II Conferência da Caatinga a indicação de 10 (dez) experiências exitosas, devidamente priorizadas, sendo que 5 (cinco) serão selecionadas.

     Os critérios para a indicação dos projetos, planos e ações, a serem apresentados pelos Estados,  deverão ter, no mínimo, 5 (cinco) anos de implantação e apresentarem resultados que comprovem sua eficiência. As experiências deverão se relacionar aos seguintes eixos temáticos: Meio ambiente; Segurança hídrica e saneamento; Agropecuária; Desenvolvimento econômico e social.

      Os resultados das experiências devem contribuir para o atingimento das metas de, pelo menos, um dos seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável  (ODS):

ODS 1 : Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares;

ODS 2: Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável;

ODS 4: Assegurar educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos;

ODS 6: Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos;

ODS 8: Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos;

ODS 15: Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra, e deter a perda da biodiversidade.

     Fonte: Conselho de Altos Estudos/ALCE, 2018.

 

 

 

 

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Degradação da terra e mudanças climáticas

    O que esperar do futuro? Essa indagação tem fortes implicações nos dias de hoje, notadamente, quando estamos vivenciando um tempo diferente… Tempo de mudanças climáticas.

    Todos nós devemos nos preparar para o que está por vir. Os cenários que se avizinham, considerando as alterações climáticas no Planeta, não são nada animadores: eventos extremos com mais frequência e com maior magnitude estão previstos.

    Não tenho certeza se estamos preparados. Mas tenho absoluta certeza de que podemos, sim, nos preparar. Para isso, importante que tenhamos a informação e o conhecimento, para que possamos indagar dos tomadores de decisão que optem pelas escolhas que permitam a continuidade da vida com manutenção de sua qualidade.

    A publicação da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD) intitulada Mudanças Climáticas e degradação das Terras: assegurar os conhecimentos às partes interessadas, lançada em setembro deste ano, traz as seguintes importantes informações como caminhos a serem seguidos:

– fomentar estudos integrados e multidisciplinares em relação às interfaces entre mudanças climáticas e degradação das terras;

– gerar maior compatibilidade entre os métodos de diagnóstico das limitações do meio ambiente com o propósito de melhorar as respostas;

– reforçar a cooperação regional na análise da correlação entre mudanças climáticas e desastres naturais;

– desenvolver índices qualitativos para os serviços derivados dos ecossistemas que não podem ser monetizados facilmente, a exemplo dos índices culturais e espirituais e que são bastante relevantes para as questões de segurança alimentar e uso sustentável da terra;

– adotar planejamentos sistêmicos e integrados na escala de paisagem para avaliar a vulnerabilidade;

– utilizar modelos, ferramentas de participação e cenários para oferecer aos responsáveis pela tomada de decisão política e outras partes interessadas as alternativas acessíveis para adotar opções de adaptação baseadas no uso da terra.

     Aos que quiserem ler o documento na íntegra, a versão em espanhol está aqui. 

Fonte: UNCCD.

 

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Workshop sobre Panorama das Terras Secas da América Latina e Caribe

    Encerra-se hoje, 31 de março, em Fortaleza, Ceará, um Worksop que validará o estudo, realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos em parceria com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), intitulado “Estado da arte da desertificação, degradação da terra e seca no Semiárido brasileiro: tecnologias e experiências de recuperação e mapeamento das áreas vulneráveis”.

     O Prof. Antônio Rocha Magalhães, coordenador do estudo, relata que este é um importante momento para se debater questões relacionadas à temática seca: “No Brasil, a incidência de secas e desertificação é uma realidade, em particular na região semiárida do Nordeste. Agora, esse assunto torna-se ainda mais importante devido aos problemas enfrentados pelas regiões metropolitanas de São Paulo e, mais recentemente, Rio de Janeiro e Belo Horizonte”.

    Mencionado estudo é a contribuição brasileira para o Panorama das Terras Secas da América Latina e Caribe Caribe (LAC Drylands Outlook). Conforme Assessoria de Comunicação do CGEE, esse trabalho será construído pela Iniciativa de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento das Terras Secas da América Latina e o Caribe (AridasLAC), organização de instituições que trabalham com desenvolvimento sustentável nas terras secas da região, sob coordenação da Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina (Cepal).

     O Workshop, do período: 30 e 31 de março, realizado na sede da Funceme, tem a participação de especialistas de cada estado nordestino, que examinam os resultados e conclusões do trabalho do CGEE. Com base nessa oficina, o estudo será revisado e preparado para publicação e disseminação, inclusive com sua entrega aos demais parceiros da Iniciativa AridasLAC.

Fonte: CGEE

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Sistema de Alerta Precoce à Desertificação

  O objetivo do Sistema de Alerta Precoce à Desertificação (SAP) é prover as bases técnicas para formular estratégias que reduzam desastres e, ainda, serve de fonte de informação para sociedade e para os governos.

   O SAP desenvolvido pelo INPE (Institutop nacional de pesquisas Espaciais) permite a integração e assimilação de dados espaciais e temporais, nos âmbitos biogeofísico e socioeconômico, nas diferentes escalas temporais e espaciais.

   A base de dados do SAP é constituída por dados censitários, precipitação acumulada, pedologia, uso e ocupação do solo, focos de queimadas, índice de aridez, dentre outros. os dados são disponibilizados no formato raster ou vetorial.

    O SAP cobre a área do semiárido nordestino e intenciona identificar os Indicadores Regionais de Desertificação (RDIs) e Áreas Ambientalmente Sensíveis (ESAs), de modo a contribuir com a relação causa e efeito da degradação e da seca, de maneira a fornecer informações importantes aos tomadores de decisão nas ações, necessárias e prementes, de mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.

  Para os que desejam mais informações, cliquem aqui.

Fonte: INPE

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3ª Conferência Científica da UNCCD

     A 3ª Conferência Científica da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD) acontecerá no período de 9 a 12 março de 2015, no México, com o tema geral: “A luta contra a desertificação, contra a degradação dos solos e contra a seca para a redução da pobreza e do desenvolvimento sustentável – a contribuição da ciência, a tecnologia, o conhecimento tradicional e práticas”.

    O evento será realizado durante a quarta sessão especial da Comissão de Ciência e Tecnologia (CST S-4) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD).  Mencionada Conferência Científica tem como objetivo geral aproveitar gama de conhecimentos científicos, locais e tradicionais para alcançar o desenvolvimento sustentável e a redução da pobreza em áreas susceptíveis à desertificação, à degradação do solo e à seca.

    A conferência abordará três grandes desafios:

Diagnóstico de restrições: Como melhor caracterizar e compreender a vulnerabilidade e capacidade de adaptação dos ecossistemas e populações em regiões afetadas, incluindo regiões recém sensíveis às consequências das alterações climáticas?

Respostas: Como a promover a implementação de práticas e tecnologias mais adaptadas baseadas no conhecimento, histórias e lições de sucesso disponíveis?

Monitoramento e avaliação: Quais são os novos métodos de monitorização e avaliação disponível para avaliar a eficácia destas práticas e tecnologias?

    Convite feito. Ainda há tempo participar. Aos interessados, cliquem aqui para mais informações.

Fonte: UNCCD

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Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável do Nordeste

Por meio de um processo amplo e participativo, em setembro de 2014, foi lançado o Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, que está disponível para download no sítio do CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos).

Mencionado Plano tem a intenção de contribuir para a consolidação de uma Ciência, tecnologia e Inovação (CT&I) atuante no Nordeste.

Conforme consta no Plano: “a diversidade cultura, ambiental, econômica e social que caracteriza a região é um ativo inigualável”. A proteção ambiental, o combate à desertificação, dentre outros, impõem desafios que precisam ser superados, tendo como um importante instrumento a CT&I.

Aos interessados em ler na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: CGEE

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Dia Mundial de Combate a Desertificação – 17 de junho

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Desertificação, Meio Ambiente, Semiárido

17 de junho de 2014

    Dia 17 de junho é o Dia Mundial de Combate a Desertificação. Segundo informação da UNFCCC, o Brasil vai celebrar um dia antes, dia 16/06, com um dos jogos da Copa do Mundo FIFA 2014. O Ministério do Meio Ambiente entregará certificados a representantes de projetos reconhecidos pelo programa Dryland Champions, organizado pela Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD). O programa reconhece indivíduos, organizações e empresas cujas ações, iniciativas ou projetos promovam a gestão sustentável do solo e o combate à desertificação e à seca.

    Haverá a abertura de duas exposições fotográficas: uma sobre os projetos contemplados pelo Programa Dryland Champions e outra intitulada “A ave na Caatinga”, do fotógrafo João Vital Evangelista Souto.

Fonte: UNFCCC e MMA.

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Energia e Sustentabilidade – parte 2

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Desertificação, Meio Ambiente

06 de setembro de 2013

O Relatório da Organização das Nações Unidas “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) reforça a necessária atuação dos atores sociais no processo de garantir o acesso universal de energia limpa.

     Dentre os atores sociais está o setor público que deve dar o suporte a novas tecnologias instituindo políticas inteligentes que possam nivelar energias renováveis e eficiência energética, por meio de incentivos aos investimentos privados e outros mecanismos, bem como dando suporte à cooperação internacional e a disseminação do conhecimento.

     Com relação à sociedade civil, esta é um agente social crítico que pode significar mudanças potenciais aos avanços de tecnologias de energias limpas. As Organizações da Sociedade Civil podem formar, então, parcerias e redes de relacionamento no intuito de facilitar o fluxo de informações – transparentes e abertas. Podem, ainda, se engajar com os tomadores de decisão e com o setor privado para auxiliar na implementação de políticas de energias limpas e de suas tecnologias.

    O programa “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) é uma oportunidade de trazer todos os atores sociais à mesa para trabalharem, de forma conjunta, em direção à energia sustentável.

     Uma coisa é certa: tanto países desenvolvidos como os países em desenvolvimento têm necessidade de desenvolver tecnologias de energias renováveis. Oportunidades de alto impacto existem em todos os setores da economia, a saber:

– setor de eletricidade;

– setor de transportes;

– setor da construção civil; e

– setor industrial.

     Acredita-se que o programa “Energia Sustentável para todos” (Sustainable Energy for All) pode auxiliar em diferentes maneiras, dentre as quais:

– uso das redes de conhecimento para dar apoio aos governos locais (municípios) com esforços para implementar programas de energia;

– desenvolver agenda de ação de agora até 2030 para atender aos objetivos, a exemplo da Green Climate Fund (Fundo Verde Clima).

Fonte: ONU

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Um pouco mais sobre a Conferência Internacional sobre Combate à desertificação

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Desertificação, Meio Ambiente

11 de Abril de 2013

     A abertura da Conferência foi feita pelo cearense Antonio Rocha Magalhães, Presidente do Comitê de Ciência e Tecnologia da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD).

    O secretário Executivo da UNCCD, Luc Gnacadja, comentou a respeito da insegurança alimentar, pobreza, perda de biodiversidade e os impactos ambientais globais. Complementou: “a degradação das terras é causada por políticas inapropriadas. Precisamos tomar decisões mais inteligentes no futuro”.

     No segundo dia do evento as discussões envolveram as decisões sobre a conversão de florestas em terras agrícolas que deve ser baseada em adequada análise de custo-benefício. A Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação – REDD pode ser um mecanismo importante de política para compensar os agricultores pela manutenção de serviços ecossistêmicos. Mas interpretar aumento da cobertura arbórea como um sinal de gestão sustentável da terra deve ser feita com cuidado, pois em muitos casos, há custo social, ambiental e econômico envolvido no processo.

      Tomadores de decisão precisam de dados confiáveis a fim de tomar decisões mais inteligentes. Considera-se, então, que a avaliação dos custos e benefícios, com base científica e ambiental, pode auxiliar na construção de um quadro coerente e, portanto, esta avaliação dos serviços ecossistêmicos é necessária.

Fonte: UNCCD, 2013

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Conferência Internacional sobre Combate a Desertificação

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Desertificação, Meio Ambiente

10 de Abril de 2013

       No período de 09 a 13 de abril em Bonn, na Alemanha, acontece a 2ª. Conferência Científica da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação. Mencionada Conferência estava prevista para acontecer no Brasil, no Ceará, em fevereiro deste ano; mas alguns obstáculos impediram que o Brasil fosse a sede da Conferência.

Fonte: UNCCD

Fonte: UNCCD

     Nesses cinco dias pesquisadores do mundo todo devem discutir sobre Avaliação econômica da desertificação, o manejo sustentável das terras secas e a resiliência das áreas subúmidas, secas, áridas e semiáridas.

     Aos interessados em ter acesso aos trabalhos apresentados no evento internacional, cliquem aqui.

     Além dos 800 participantes do evento, as 195 Partes da Convenção (países signatários) enviaram delegados oficiais que devem, juntamente com especialistas, pesquisadores, tomadores de decisão e representantes de ONGs e do terceiro setor contribuírem para os resultados dos dois Grupos de Trabalho:

Impactos sociais e econômicos da desertificação da degradação da terra e da seca; e

– Custos e Benefícios das políticas e práticas direcionadas à desertificação à degradação do solo e à seca.

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Conferência Internacional sobre Combate a Desertificação

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Desertificação, Meio Ambiente

10 de Abril de 2013

       No período de 09 a 13 de abril em Bonn, na Alemanha, acontece a 2ª. Conferência Científica da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação. Mencionada Conferência estava prevista para acontecer no Brasil, no Ceará, em fevereiro deste ano; mas alguns obstáculos impediram que o Brasil fosse a sede da Conferência.

Fonte: UNCCD

Fonte: UNCCD

     Nesses cinco dias pesquisadores do mundo todo devem discutir sobre Avaliação econômica da desertificação, o manejo sustentável das terras secas e a resiliência das áreas subúmidas, secas, áridas e semiáridas.

     Aos interessados em ter acesso aos trabalhos apresentados no evento internacional, cliquem aqui.

     Além dos 800 participantes do evento, as 195 Partes da Convenção (países signatários) enviaram delegados oficiais que devem, juntamente com especialistas, pesquisadores, tomadores de decisão e representantes de ONGs e do terceiro setor contribuírem para os resultados dos dois Grupos de Trabalho:

Impactos sociais e econômicos da desertificação da degradação da terra e da seca; e

– Custos e Benefícios das políticas e práticas direcionadas à desertificação à degradação do solo e à seca.