Arquivos Janeiro 2015 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Janeiro 2015

Circuito Tela Verde

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) está com inscrições abertas até amanhã, dia 31/01/2015, para a 6ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente, do Circuito Tela Verde (CTV).

    Podem participar escolas, redes de meio ambiente e educação ambiental, estruturas educadoras, entidades da sociedade civil, comunidades e produtores com vídeos (documentários, curtas, vinhetas e animações), produzidos a partir de filmadoras, câmeras digitais, celulares ou qualquer outro equipamento que capture imagem e som.

     Conforme Assessoria de Comunicação do MMA, o objetivo da mostra nacional do Tela Verde é divulgar e estimular atividades de educação ambiental, participação e mobilização social por meio da produção independente audiovisual, e atender a demanda de espaços educadores por materiais pedagógicos multimídias.

     Para saber mais e como se inscrever, acessem o sítio do MMA, aqui.

Fonte: MMA

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Especialização em Gestão Ambiental

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

28 de Janeiro de 2015

    Aos interessados em cursar Especialização em Gestão Ambiental, a Estácio FIC, no Ceará, está com inscrições abertas até 13/04/2015.

    Mencionado curso, com duração de 18 meses, se propõe a formar profissional capacitando-o a utilizar as áreas do conhecimento em meio ambiente, em especial, na gestão e planejamento, preparando-o para a solução de problemas organizacionais ou administrativos de diversos tipos de empresas, sejam elas industriais, de prestação de serviços, de consultoria, empresas públicas e estatais entre outras na área ambiental.

  O público alvo são profissionais da área ambiental, atuantes em órgão públicos, profissionais liberais e consultores. Os interessados devem possuir diploma de curso superior.

As inscrições podem ser feitas aqui e as aulas devem começar em 18/04/2015.

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Relatório da ONU identifica inovações para o Investimento em Desenvolvimento Sustentável

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

26 de Janeiro de 2015

     O relatório divulgado pelo Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP), da ONU, identificou inovações críticas no sistema financeiro global dos EUA de mais de 300 trilhões de dólares, que poderiam ajudar a fechar as lacunas de investimento do desenvolvimento sustentável. O relatório foi lançado, na semana passada, durante no Fórum Econômico Mundial, em Davos – uma vez que este ano de 2015 promete ser um ano importante para o desenvolvimento sustentável.

    Na sequência da crise financeira, o foco é: como o sistema financeiro pode cumprir o seu propósito primordial de servir à saúde da economia global em longo prazo. Este Relatório, intitulado Pathways to Scale, é o terceiro relatório do UNEP, dentro do programa de sistema financeiro sustentável, e traz em seu bojo o trabalho desenvolvido em 12 países e por setores críticos como o setor bancário, de seguros, de investimentos e de valores mobiliários. Um dos principais problemas é que os mercados financeiros ainda não “precificaram”, efetivamente, os recursos ambientais, com o consequente resultado que o valor dos estoques do capital natural (tais como ar puro, solos produtivos e água abundante) está caindo em 116 dos 140 países em todo o mundo.

Fonte: UNEP.

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Resultados do Fórum Econômico Mundial – 2015

     Hoje se encerra o Fórum Econômico Mundial, que teve em seu período de realização (21 a 24 de janeiro/2015) mais de 2.500 participantes.

     As discussões, de alto nível, tiveram a tônica da necessária ação em nível global, uma vez que a mensagem dos líderes mundiais foi: caso o setor político, o setor privado e as organizações internacionais não agirem sobre as alterações climáticas e sobre o desenvolvimento sustentável neste ano de 2015, a oportunidade de criar um crescimento de baixo carbono e reduzir a pobreza poderá ser perdida.

     No próximo julho, acontecerá a 3ª Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento, evento importante para reorientar os caminhos rumo ao desenvolvimento sustentável.

     A Cúpula das Nações Unidas em Nova York, no próximo setembro, deve adotar a agenda de desenvolvimento pós-2015 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que vem sendo discutidos há mais de três anos, num processo que teve início em 2012, logo após a realização da Rio+20. Ainda este ano, em Paris, em dezembro, 196 países vão se reunir para chegar a um novo acordo sobre as alterações climáticas.

    O Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, comentou: “Estou muito animado. A cúpula do clima, em setembro passado, criou um novo impulso político. Foi uma decisão de liderança de longo alcance para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 20% até 2040”. Acrescentou: “O crescimento deve ser mais inclusivo e mais verde”, Em 2030 o mundo deve fazer um investimento maciço em infraestrutura, cidades e agricultura. “Se esse gasto for direcionado para o crescimento de baixo carbono, estaremos no caminho para sociedades resistentes ao clima”.

     Ban Ki-moon lembrou aos participantes que a liderança é necessária e o crescimento e infraestrutura devem ser consideradas em conjunto. “Conclamo-os a escolher com sabedoria e investir no caminho de baixo carbono”, disse ele.

Fonte: WEF/ONU

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Fórum Econômico Mundial – 2015 e as mudanças climáticas

    Desde ontem, 21/12, líderes mundiais e representantes de diversos países estão reunidos em Davos, na Suíça, para discutirem suas estratégias econômicas. O Fórum segue até dia 24/12.

    Com uma apresentação visual de forte impacto, Al Gore, ontem, mostrou à plateia a situação histórica da emissão de gases de efeito estufa para atmosfera e suas consequências para o aquecimento global, com sérios impactos adversos nos setores da economia global. O ano de 2014 foi o que apresentou as temperaturas mais elevadas nos últimos 20 anos.

Al_Gore_WEF_2015

     Advertiu que mais eventos extremos no clima devem ocorrer no mundo, bem como apresentou a constatação, em 2014, de anomalias na temperatura da superfície dos oceanos.

     Al Gore, em sua apresentação, mostrou que a poluição atmosférica na China reduziu em 5 anos e meio a expectativa de vida dos chineses que moram no norte do País.

    “Este é o ano do Clima. Paris é crucial para a negociação”, comentou Al Gore, referindo-se a Reunião da Cúpula do Clima que deve acontecer este ano em Paris, onde um novo acordo mundial deve ser assinado pelos países.

       E o que vai acontecer depois? Quais caminhos percorrer? O que os países devem fazer? Quais compromissos os países devem assumir e cumprir para os próximos anos no sentido de conviver com as alterações climáticas que já estão ocorrendo?

Fonte: WEF, 2015.

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Previsão de chuvas para o Ceará – 2015

A Funceme divulgou ontem a previsão de chuvas para o ano de 2015 para  o estado do Ceará. Os modelos apontam 64% de chances do acumulado de precipitações ficar abaixo da média histórica, nos meses de fevereiro, março e abril.

Conforme a assessoria de comunicação da Funceme, o Governo do Estado já planeja medidas para uma melhor convivência com a seca em 2015. O motivo da preocupação diz respeito ao resultado das análises feitas pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Como o prognóstico climático aponta para o próximo trimestre e a quadra chuvosa oficial no Ceará engloba os meses de fevereiro, março, abril e maio, a Funceme fará, no fim de fevereiro, nova avaliação dos modelos para apontar as probabilidades de como serão as precipitações acumuladas de março a maio.

Imporetante ressaltar que a Funceme já havia, em novembro de 2013, antecipado aos setores do Governo a preocupação com a persistência da estiagem em 2015, que chega ao quarto ano consecutivo. Agora, a instituição cearense mostra forte sinal de que as precipitações acumuladas no período dos próximos três meses não atinjam a média histórica, que é de 517,6mm.

  O prof. Eduardo Sávio salienta “Estamos com uma previsão objetiva, com base nos modelos do Superconjunto Nacional e composto pela modelagem global da Funceme juntamente com o Centro de Previsão do Tempo de Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/INPE) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Chegamos nesse patamar de 64% de chance de ser um ano seco e acreditamos que essa informação será bem utilizada pelos gestores estaduais. Já passamos da época em que esperávamos o fim da quadra chuvosa para começar a agir”. Para o prof. Eduardo Sávio, as ações estaduais para amenizar os efeitos da estiagem estão na direção correta, mas podem ser ainda mais eficientes se articuladas com os governos dos estados nordestinos e com a União. “Para isso estamos perto de tornar operacional o Monitor de Secas do Nordeste, que é um mapa colaborativo com informações sobre a severidade da seca fornecidas mensalmente pelos estados e coordenada pelo Governo Federal. É um importante passo para a criação de políticas públicas de convivência com a seca”.

  Abaixo figura com média de precipitação e previsão climática para o Ceará até abril/2015.

Conforeme a Assessoria de Comunicação da Funceme, o Governo Estadual, sensibilizado pela gravidade do panorama da seca no Ceará, que chega em 2015 ao quarto ano consecutivo, enxerga a importância do prognóstico e trata a questão dos recursos hídricos como prioridade. Atualmente, 176 dos 184 municípios cearenses têm decretos de estado de emergência por consequência da estiagem. E a situação dos açudes também preocupa, pois nos 149 reservatórios monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), há disponíveis somente 20,2% da capacidade de armazenamento de água. Há um total de 130 açudes, em várias regiões do Estado, cujos níveis estão abaixo dos 10%.

Fonte: Funceme/ Assessoria de Comunicação

 

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O Protocolo de Montreal e a diminuição do risco de câncer de pele

    O Relatório divulgado ontem, intitulado Efeitos ambientais da redução do ozônio e suas interações coma as Mudanças Climáticas (Environmental effects of ozone depletion and its interaction with climate change), traz uma importante notícia para todos: a ameaça do aumento do risco de câncer de pele tem sido evitado devido ao sucesso do Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio, no controle da destruição do ozônio

    Mencionado relatório foi produzido pelo Painel de Avaliação dos Efeitos Ambientais (EEAP) do Protocolo de Montreal, na sequência da sua última avaliação quadrienal, tendo sido publicado em 16/01/2015.

     Escrito por mais de 40 cientistas de todo o mundo, o Relatório fornece as principais conclusões sobre saúde e meio ambiente desde a última avaliação completa realizada em 2010. O Relatório destaca as mudanças na radiação ultravioleta (UV) que ocorreram como resultado da redução do ozônio e outras mudanças ambientais.

   Segundo o Relatório, até 2 milhões de casos de câncer de pele serão evitados a cada ano até 2030, graças ao sucesso da implementação do Protocolo de Montreal e suas emendas.

    Notícias como estas trazem esperança de que as políticas públicas quando efetivamente implementadas têm consequências positivas. Estamos em um momento ímpar em que tomadores de decisão devem ficar atentos às mudanças climáticas, sendo importante introduzir nas políticas públicas locais, regionais e nacionais os elementos favoráveis à adaptação às mudanças climáticas e à mitigação de seus efeitos.

    Aos que se interessam em ter acesso ao Relatório Environmental effects of ozone depletion and its interaction with climate change na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: UNEP

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Países mais preparados para enfrentar as mudanças climáticas

     A Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, publicou recentemente o Índice de Adaptação Global (ND-GAIN), que inclui uma lista de países com maior e menor potencial para enfrentar os desafios das mudanças climáticas.

     O país com maiores condições de suportar e enfrentar as alterações climáticas é a Noruega. A figura abaixo mostra o cenário mundial com relação ao ND-GAIN, sendo a cor verde a que representa o menor risco com relação às alterações climáticas e a cor roxa a de países com maior risco.

ND_GAIN_2014

Fonte: Eco-Sitio e ND-GAIN Index

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Ano Internacional dos Solos – 2015

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

17 de Janeiro de 2015

      A Organização das Nações Unidas definiu o ano de 2015 como o Ano Internacional dos Solos.

    Conforme a ONU, os solos da Terra estão em perigo, em virtude da expansão das cidades, dos processos de desmatamento, da poluição e das alterações climáticas. A taxa atual de degradação do solo pode ser um condicionante para que as futuras gerações não tenham como atender suas necessidades.

2015_ano_internacional_Solos_ONU

   Assim, a agricultura sustentável, a segurança alimentar e a provisão dos serviços ecossistêmicos são importantes compromissos que podem minimizar os riscos atuais dos solos.

    Os objetivos do Ano Internacional dos Solos são:

– promover investimentos em manejo de atividades para solos sustentáveis,

– educação para o público;

– dar suporte a políticas e ações efetivas de proteção dos recursos dos solos;

– aumentar a consciência na sociedade civil e entre os tomadores de decisão;

– fortalecer as iniciativas que tenham relação com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e com a agenda pós-2015.

Fonte: ONU

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Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável do Nordeste

Por meio de um processo amplo e participativo, em setembro de 2014, foi lançado o Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, que está disponível para download no sítio do CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos).

Mencionado Plano tem a intenção de contribuir para a consolidação de uma Ciência, tecnologia e Inovação (CT&I) atuante no Nordeste.

Conforme consta no Plano: “a diversidade cultura, ambiental, econômica e social que caracteriza a região é um ativo inigualável”. A proteção ambiental, o combate à desertificação, dentre outros, impõem desafios que precisam ser superados, tendo como um importante instrumento a CT&I.

Aos interessados em ler na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: CGEE

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Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável do Nordeste

Por meio de um processo amplo e participativo, em setembro de 2014, foi lançado o Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, que está disponível para download no sítio do CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos).

Mencionado Plano tem a intenção de contribuir para a consolidação de uma Ciência, tecnologia e Inovação (CT&I) atuante no Nordeste.

Conforme consta no Plano: “a diversidade cultura, ambiental, econômica e social que caracteriza a região é um ativo inigualável”. A proteção ambiental, o combate à desertificação, dentre outros, impõem desafios que precisam ser superados, tendo como um importante instrumento a CT&I.

Aos interessados em ler na íntegra, cliquem aqui.

Fonte: CGEE