Arquivos dezembro 2013 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

dezembro 2013

Combate ao desmatamento é intensificado

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

30 de dezembro de 2013

   Conforme notícia de Lucas Tolentino, do site do MMA, o governo federal trabalhará em conjunto com os nove Estados da Amazônia Legal para combater o desmatamento na região. Um acordo de cooperação firmado entre o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e as autoridades locais deve permitir a gestão florestal do bioma. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou que o acordo vai promover maior integração entre os governos locais e a esfera federal Conforme Lucas Tolentino, a parceria valerá pelos próximos três anos e atuará, entre outras ações, no aperfeiçoamento dos documentos de origem da madeira e no rastreamento dos veículos que fazem o transporte do material em território amazônico.

    Ainda segundo Lucas Tolentino, a medida vai apoiar as políticas públicas do Ministério do Meio Ambiente (MMA) que têm contribuído para atingir taxas recordes de preservação florestal na região. O Brasil cumpriu 76% da meta voluntária de redução do desflorestamento prevista para 2020.

Fonte: MMA/Lucas Tolentino

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A sustentabilidade é possível? (parte 4 -final)

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

26 de dezembro de 2013

     “Devemos reconhecer que a noção de crescimento perpétuo é apenas uma construção social, iniciada como uma estratégia de transição para resgatar a economia após a Segunda Guerra Mundial”, informa a publicação “Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível?”.

      Após fazer uma retrospectiva das conferências mundiais e de seus acordos, Moore e Rees apontam para a necessidade de se criar um novo contrato social, que reconheça o interesse coletivo da humanidade em desenhar uma melhor forma de prosperidade para um mundo onde os limites ecológicos sejam respeitados.

     A pergunta: é os interesses individuais convergiriam com os interesses coletivos, a exemplo de proteção de biodiversidade? Qual a motivação que nos falta para iniciarmos o processo de mudança?

    Moore e Rees enfatizam a necessidade de se iniciarem os processos nacionais de planejamento e de se escreverem os acordos internacionais necessários para implementar escolhas de um futuro economicamente seguro, ecologicamente estável e socialmente justo.

 Fonte: Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível? Organização: Erik Assadourian e Tom Prugh 1ª ed.. Salvador: Worldwatch Institute, 2013.

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Natal… tempo de renovação

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

25 de dezembro de 2013

     Hoje, 25 de dezembro, dia do nascimento de Jesus!

    Que as esperanças se renovem, que o coração de cada ser humano se abra para a solidariedade e a paz.

     Solidariedade para transformarmos este Planeta em um mundo melhor para se viver e conviver com os irmãos. Paz a todos que acreditam na força do amor e do perdão.

      Deixo expressa a frase do papa Francisco: “se nos comportarmos como filhos de Deus, sentindo-nos amados por Ele, a nossa vida será nova, cheia de serenidade e de alegria”.

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A sustentabilidade é possível? (parte 3)

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

24 de dezembro de 2013

    Sociedades de alto consumo superexploram seus ecossistemas. Jennie Moore e William Rees trazem, no capítulo 4 da publicação “Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível?”, contribuições acerca da necessidade de se viver dentro dos limites impostos pelo Planeta.

     Moore e Rees informam que estudos de Pegada Ecológica revelam que o mundo está sofrendo uma superexploração na ordem de até 50%. A atividade humana está explorando recursos naturais mais rapidamente do que eles podem se regenerar. A pergunta é: uma espécie de fato inteligente se arriscaria a destruir permanentemente os próprios ecossistemas que a sustentam, em troca de benefícios questionáveis de crescimento desigual?

     Em 1969, Garret Hardin, em seu artigo The Tragedy of the commons (A tragédia dos Comuns) já levantava esse questionamento sobre a superexploração dos bens comuns, dos recursos naturais, motivados pelas iniciativas individuais, dentro do modo de produção capitalista (que privilegia o acúmulo de bens e capital, no menor espaço de tempo, o lucro e a propriedade privada) e sua consequente tragédia para todos os agentes sociais.

    Conforme Moore e Rees, para alcançar a sustentabilidade (isto é, para viver dentro das capacidades naturais da Terra), as pessoas teriam de viver, em média, dentro da capacidade biológica produtiva e assimilativa de 1,7 gha per capita (gha: global hectare, unidade que quantifica a biocapacidade da Terra). Assim, mencionados autores consideram 1,7 gha per capita como sendo a “parcela Terra-justa” da biocapacidade global.

     Uma das ações necessárias para alcançar a sustentabilidade, segundo os mencionados autores, seria a reconsideração do estilo de vida, para que provoquem impactos menos significativos. Mas a pergunta é: todos os cidadãos estão dispostos a fazer sua parte?

 Fonte: Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível? Organização: Erik Assadourian e Tom Prugh 1ª ed.. Salvador: Worldwatch Institute, 2013.

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A sustentabilidade é possível? (parte 2)

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

23 de dezembro de 2013

    Na publicação “Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível?” é feito um questionamento importante para sociedades que queiram seguir em direção ao desenvolvimento sustentável, que seria: qual a maior fonte de pressão sobre os limites planetários? Aqueles nove limites definidos pelo Grupo de Rockström?

     Kate Raworth acredita que seriam os níveis excessivos de consumo dos 10% mais ricos da população do mundo, pois controlam 57% da renda mundial. Assim, o estilo de vida dos mais ricos do mundo seria um dos alvos para reduzir a intensidade do uso dos recursos ambientais.

      Padrões de produção que sejam muito mais eficientes no uso dos recursos, incluindo as tecnologias que economizem recursos, investimentos e infraestrutura, são essenciais para tornar possível a redução do estilo de vida dos mais ricos do mundo, afirma Kate Raworth. E com isso trabalhar o desenvolvimento operando no espaço entre os limites sociais e os planetários.

 Fonte: Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível? Organização: Erik Assadourian e Tom Prugh 1ª ed.. Salvador: Worldwatch Institute, 2013.

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Frases para refletir… sobre vida e meio ambiente

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

22 de dezembro de 2013

     Domingo chegou. E estamos tão perto da data natalina. Que tal permitir-se no dia de hoje pensar um pouco sobre tudo o que aconteceu no ano?

     Importante saber que todos os momentos da vida nos trazem lições, que devem ser apreendidas e incorporadas em nosso ser. Fazem parte, portanto, das marcas que trazemos no rosto: essas linhas de expressão que, com o tempo, insistem em ficarem mais fortes.

    As frases de hoje são de Mahatma Ghandi.

“É melhor que fale por nós a nossa vida, que nossas palavras”. (Mahatma Ghandi)

“A vida merece algo além do aumento da sua velocidade”. (Mahatma Ghandi)

“Uma vida sem religião é como um barco sem leme”. (Mahatma Ghandi)

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A sustentabilidade é possível? (parte 1)

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

21 de dezembro de 2013

   Em recente publicação da Universidade Livre da Mata Atlântica, denominada “O Estado do Mundo 2013: a sustentabilidade ainda é possível?” encontram-se informações importantes para que a sociedade conheça um pouco mais dos limites da natureza. O Blog Verde esta semana traz algumas informações que constam dessa publicação.

    Considerando a necessidade de um espaço justo e seguro para a humanidade, Kate Raworth comenta sobre os nove limites planetários, que o grupo de Johan Rockström propôs, em 2009. O grupo considera que três dos nove limites já foram ultrapassados, a saber: os das mudanças climáticas, o do ciclo do nitrogênio e o da perda da biodiversidade.

     Os nove limites planetários, definidos pelo grupo de Rockström, são:

– uso de água potável;

– mudanças climáticas;

– ciclos do fósforo e do nitrogênio;

– acidificação dos oceanos;

– poluição química;

– acúmulo de aerossóis na atmosfera;

– destruição da camada de ozônio;

– perda da biodiversidade; e

– alterações no uso dos solos.

     A proposta de Kate Raworth é que sejam consideradas as 11 prioridades sociais, levantadas na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, como pisos sociais, ou seja, que devem ser atendidos em sua plenitude, considerando os limites planetários. As 11 prioridades sociais são: privação de alimentos, água, saúde, renda, educação, energia, empregos, voz, igualdade de gêneros, justiça social e resiliência contra os choques.

     Acredita Kate Raworth que combinar os limites planetários com as prioridades sociais (ou pisos sociais) possa criar uma nova perspectiva do desenvolvimento sustentável.

 Fonte: Estado do mundo 2013: A Sustentabilidade Ainda é Possível? Organização: Erik Assadourian e Tom Prugh 1ª ed.. Salvador: Worldwatch Institute, 2013.

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A Revista Nature destaca temas mais relevantes de 2013

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Mudanças Climáticas

20 de dezembro de 2013

     Para a Revista Nature, alguns dos temas científicos mais relevantes, no ano de 2013, são: o impacto do meteorito na Rússia, o tufão que afetou as Filipinas, em novembro passado e ainda, os avanços sobre a pesquisa com clonagem humana.

      Foram publicados dez temas mais relevantes que foram protagonizados, pela Ciência, em 2013. A Revista Nature reconheceu a figura de pesquisadores como Feng Zhang, biólogo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, que criou uma empresa sobre pesquisa de genomas.

      A Revista Nature nomeou como uma das personalidades do ano o delegado das Filipinas na Cúpula do Clima das Nações Unidas, o Sr. Naderev Saño, por suas declarações sobre o tufão que afetou aquele país e que provocou milhares de mortes.

     Finalmente, a Revista Nature ressaltou outras figuras, a exemplo de Chris Field, que está estudando sobre o impacto das mudanças climáticas.

Fonte: Efeverde

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Brasil – Orgânico e Sustentável

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

18 de dezembro de 2013

Fonte: MInistério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Fonte: MInistério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

O Programa das Nações Unidas para o Ambiente (UNEP) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome do Brasil assinaram um memorando de entendimento para combinar esforços em atividades que abordem o desenvolvimento de uma cadeia sustentável de alimentos no Brasil, formas de reduzir o desperdício  e perda de alimentos, e estratégias para melhorar o acesso a alimentos orgânicos e saudáveis. A representante do PNUMA no Brasil, Sra. Denise Hamú , e a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Sra. Tereza Campello, lançaram a parceria durante um evento da campanha Brasil Orgânico e Sustentável, uma iniciativa promovida pelo governo brasileiro, que deve ser agora aprovada pelo PNUMA .

     O Brasil Orgânico e Sustentável é uma campanha de conscientização pública focada na promoção do consumo consciente de alimentos orgânicos durante a Copa do Mundo FIFA 2014, estimulando a produção de alimentos orgânicos. A parceria entre o PNUMA e o Ministério brasileiro inclui também o turismo sustentável, por meio da campanha Passaporte Verde e a o programa Think.Eat.Save. O memorando de entendimento com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome expande trabalho do PNUMA no Brasil a um contexto social relacionado com atividades de desenvolvimento sustentável.

Fonte: UNEP

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Plano Clima deve ser revisado no primeiro trimestre de 2014

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

16 de dezembro de 2013

    Com informações de Tinna Oliveira, o site do MMA divulga que a sociedade civil contribuiu, por meio de consulta pública, para a atualização do Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima), que se constitui no principal instrumento para a implantação da Política Nacional sobre Mudança do Clima.

     Mencionada consulta pública eletrônica ficou aberta de 25 de setembro a 8 de novembro. Durante o período, qualquer cidadão brasileiro pode oferecer suas contribuições, por meio do formulário disponível na internet. Do total de 27 formulários enviados, foram totalizadas 111 contribuições da consulta pública eletrônica. A versão final do plano revisado deve ser apresentada no primeiro trimestre de 2014. Na última quinta-feira (12/12) aconteceu a última reunião presencial.

      Conforme Tinna Oliveira, apresentado em 2008 pelo governo federal, o Plano Clima visa incentivar o desenvolvimento e o aprimoramento das ações de mitigação no Brasil, colaborando com o esforço mundial de redução das emissões de gases de efeito estufa, bem como objetiva a criação das condições internas para lidar com os impactos da mudança global do clima (adaptação).

Fonte: MMA

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Plano Clima deve ser revisado no primeiro trimestre de 2014

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

16 de dezembro de 2013

    Com informações de Tinna Oliveira, o site do MMA divulga que a sociedade civil contribuiu, por meio de consulta pública, para a atualização do Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima), que se constitui no principal instrumento para a implantação da Política Nacional sobre Mudança do Clima.

     Mencionada consulta pública eletrônica ficou aberta de 25 de setembro a 8 de novembro. Durante o período, qualquer cidadão brasileiro pode oferecer suas contribuições, por meio do formulário disponível na internet. Do total de 27 formulários enviados, foram totalizadas 111 contribuições da consulta pública eletrônica. A versão final do plano revisado deve ser apresentada no primeiro trimestre de 2014. Na última quinta-feira (12/12) aconteceu a última reunião presencial.

      Conforme Tinna Oliveira, apresentado em 2008 pelo governo federal, o Plano Clima visa incentivar o desenvolvimento e o aprimoramento das ações de mitigação no Brasil, colaborando com o esforço mundial de redução das emissões de gases de efeito estufa, bem como objetiva a criação das condições internas para lidar com os impactos da mudança global do clima (adaptação).

Fonte: MMA