Arquivos setembro 2013 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

setembro 2013

Frases para refletir… sobre vida e meio ambiente

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

29 de setembro de 2013

     A vida passa independente de querermos. Não há como controlar determinados eventos em nossa vida. Mas, certamente, somos responsáveis pelas escolhas que fazemos diante dos desafios que nos são postos diariamente. Ter fé em Deus e seguir adiante, sempre.

    As frases de hoje são de John Fitzgerald Kennedy, ex-presidente dos Estados Unidos da América.

“A mudança é a lei da vida. E aqueles que apenas olham para o passado ou para o presente irão com certeza perder o futuro”. (John Kennedy)

“O laço essencial que nos une é que todos nós habitamos este pequeno planeta. Todos respiramos o mesmo ar. Todos nos preocupamos com o futuro dos nossos filhos. E todos somos mortais”. (John Kennedy)

“Todos nós temos talentos diferentes, mas todos nós gostaríamos de ter iguais oportunidades para desenvolver os nossos talentos”. (John Kennedy)

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Sumário Executivo para Tomadores de Decisão – Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

28 de setembro de 2013

     Caríssimos leitores do Blog Verde, ao longo deste ano de 2013, colocamos vários posts abordando a temática das mudanças climáticas, dos resultados do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), do Clima Extremo no Brasil e no Mundo. Todas as informações foram oriundas dos Relatórios advindos dos Grupos de Trabalho do PBMC e do IPCC.

Fonte: IPCC

Fonte: IPCC

     O Sumário Executivo do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) para os Tomadores de Decisão foi publicado ontem, 27/09, e está disponível no sítio do IPCC. Está disponível também aqui para que gestores (em todos os níveis: local, estadual e nacional) possam estabelecer novas políticas ou readequar as já existentes, no sentido de enfrentar os desafios que se avizinham.

      Portanto, meus caros, as informações necessárias para que sejam feitas as readequações à gestão ambiental local, estadual e nacional em curto, médio e longo prazo estão nas 36 páginas do Sumário Executivo para Tomadores de Decisão, à disposição de todos.

        Uma das mais importantes informações, a meu ver, que o 5º. Relatório de Avaliação do IPCC (AR5) traz é: “a influência do Homem tem sido relacionada com o aquecimento da atmosfera e dos oceanos, em mudanças no ciclo global da água, nas reduções de gelo e neve, no aumento global do nível do mar e nas mudanças em alguns dos climas extremos. A evidência da influência humana cresceu quando comparada aos resultados do 4º. Relatório (AR4). É extremamente provável que a influência humana é a causa dominante do aquecimento global, desde a metade do século XX”.

       Divulguem e compartilhem a informação! Cidadãos informados, cônscios de seu dever em relação ao meio que o cerca, ciente dos direitos que lhe são devidos, realiza melhor sua missão aqui neste planeta que chamamos Terra.

      Somos, sim, responsáveis, por cada escolha que fazemos ao longo do nosso caminhar. Acredito, plenamente, que os nossos representantes (gestores) irão envidar os esforços necessários para reorientar as políticas voltadas à adaptação das mudanças climáticas que já estão sendo “sentidas” em todo território.

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Relatório do IPCC e o impacto humano

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

27 de setembro de 2013

     A estimativa central do 5º Relatório do IPCC (AR5) é que o aquecimento global é provavelmente superior a 2º C, este limite é além do qual os cientistas pensam que o aquecimento global pode começar a causar sérias mudanças para o planeta. Esse limiar é susceptível de ser alcançado, mesmo se ocorrerem redução das emissões globais de gases de efeito estufa, o que até agora não aconteceu, de acordo com o Relatório.

     Conforme o 5º Relatório do IPCC:

• As concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2), metano e óxido nitroso estão agora em níveis “sem precedentes pelo menos nos últimos 800 mil anos”. A queima de combustíveis fósseis é a principal razão deste aumento de 40% das concentrações de CO2 desde a revolução industrial.

• Desde a década de 1950 é “muito provável” (95%) que as atividades humanas têm sido a causa dominante do aumento da temperatura.

• As temperaturas globais devem subir de 0,3ºC para 4,8ºC, até o final do século, dependendo de quanto os governos consigam controlar as emissões de carbono para a atmosfera.

• Os níveis do mar devem subir de 26 a 82 centímetros até o final do século.

     Thomas Stocker, co-presidente do grupo de trabalho sobre ciência física, alerta de forma clara: “damos orientação muito relevante no AR5 sobre a quantidade total de carbono que não pode ser emitida, para atender o patamar de aumento de temperatura entre 1,5º C a 2º C, meta que foi acordada pelos governos do mundo. Nós não estamos no caminho que nos levaria a respeitar essa meta.”

Fonte: IPCC

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O mundo ainda pode evitar níveis perigosos do aquecimento global

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

25 de setembro de 2013

   Há uma chance de que o mundo possa ficar abaixo dos níveis perigosos de aquecimento global, disse na abertura da Conferência em Estocolmo, o co-presidente do painel Ciência do Clima da ONU, Thomas Stocker.

      Conforme Thomas Stocker, as análises do IPCC mostram que há uma escolha na formação do futuro. “Alguns cenários devem receber fortes intervenções e as mitigações às mudanças climáticas podem manter o aquecimento global abaixo da média de 1,5 ºC”.

      Ele acrescentou: “Por outro lado, os cenários que preveem a continuação das emissões de CO2 ou, ainda, a opção de adiar o prazo de redução destas emissões indicam que o potencial aquecimento global de 2 ºC pode se tornar inalcançável”. Finaliza o Co- Presidente que a “escolha para moldar o futuro é nossa, e, felizmente, não iremos fazer as escolhas às cegas, pois as avaliações regulares do IPCC garantem que a base para tomada de decisões é robusta”.

Fonte: IPCC

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6ª Web Conferência – IV Conferência Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Educação Ambiental, Meio Ambiente

24 de setembro de 2013

      Hoje, dia 24/09, às 15h, tem a 6ª Web Conferência, realizada pelo MEC (Ministério da Educação) sobre IV Conferência Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente.

Fonte:MEC

Fonte:MEC

     Participam da 6ª Web Conferência, o Prof. José Vicente de Freitas – Coordenador Geral de Educação Ambiental do Ministério da Educação (CGEA/SECADI/MEC), o Prof. Nilo Diniz – Diretor do Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (DEA/MMA), a Profa. Daisy Elisabete de Vasconcelos Cordeiro – Coordenadora Geral da IV CNIJMA (CGEA/SECADI/MEC) e a Profa. Naiara Moreira Campos – Coordenadora de Metodologia da IV CNIJMA (CGEA/SECADI/MEC).

    O público alvo é constituído pelos profissionais da educação (professores, gestores, funcionários) e estudantes das escolas que realizaram a etapa de Conferência na Escola; membros das Comissões Organizadoras Estaduais – COEs, das Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, das Secretarias Estaduais e Municipais de Meio Ambiente.

      Para acessar, clique aqui.

 

 

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Clima Global 2013 – Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas

23 de setembro de 2013

Ao todo 209 autores principais e 50 editor-revisores de 39 países e mais de 600 autores colaboradores de 32 países contribuíram para a elaboração do 5º Relatório de Avaliação (5AR) do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas).

O Grupo de Trabalho 1 (WG1 – Working Group 1) elaborou o 5º Relatório com base de ciências físicas sobre mudanças climáticas em 14 capítulos. A partir de hoje, 23 de setembro, até 26/09, em Estocolmo, haverá discussão do documento referência do 5AR e do Sumário Executivo para Tomadores de Decisão.

O Sumário Executivo do 5AR (Fifth Assessment Report) para Tomadores de Decisão está disponível, a partir de 30 de setembro, aqui (http://www.climatechange2013.org/)

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III Mostra de Educação Ambiental no Ceará

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

22 de setembro de 2013

Uma das estratégias em Educação Ambiental do Ceará, a Mostra de Educação Ambiental da Rede Estadual de Ensino do Ceará está em sua terceira edição. Surgiu no estado do Ceará em 2011, tendo sido realizada em 2011, 2012 e, agora, 2013, com o objetivo de promover a troca de experiências a partir da socialização das ações em Educação Ambiental, por meio de projetos ambientais em duas modalidades: científicos e artístico-culturais
O evento ocorre em 24 de setembro de 2013, na Escola Estadual de Educação Profissional Jaime Alencar, das 8h às 17h; onde haverá exposições dos trabalhos científicos e dos trabalhos artístico-culturais produzidos pelos alunos das escolas estaduais que foram vencedores nas Mostras Regionais.
Fonte: SEDUC

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Prêmio concedido à Ministra do Meio Ambiente do Brasil

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

21 de setembro de 2013

     Na noite de quinta, dia 18 de setembro, a ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, recebeu da ONU-PNUMA (Programa das Nações Unidas sobre Meio Ambiente), no Museu Americano de História Natural, em Nova Yorque, o prêmio Campeões da Terra 2013, na categoria Liderança Política.

     O prêmio foi também concedido, na mesma categoria para Sra. Janez Potocnik, da Eslovênia. Foram também ganhadores o Professor VeerabhadranRamanathan, India/USA, na categoria Ciência e Inovação; a Sra. Martha Isabel Ruiz Corzo, do México e o Sr. Carlo Petrini, da Itália na categoria Inspiração e Ação.

     Mencionado prêmio é destinado a líderes de governo, da sociedade civil e do setor empresarial que se destacaram na atuação pelo meio ambiente.

     A premiação para a Ministra Izabella Teixeira ocorreu em virtude de ter desempenhado reconhecido papel na redução do desmatamento na Amazônia e pela atuação internacional pelo meio ambiente.

Fonte: MMA

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IV Conferência Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente – Ceará é o estado com mais escolas participantes

     O Ministério da Educação (MEC) divulgou ontem, 16/09, o número total de escolas no Brasil que realizaram a Conferência Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente. Ao todo, foram 16.945 escolas que realizaram suas conferências e cadastraram seus projetos ambientais no site do MEC, até setembro/2013.

Fonte:MEC

Fonte:MEC

     O Ceará, em 2013, realizou 2226 conferências nas escolas, que representa 13,10% do total de escolas brasileiras participantes da IV Conferência Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente, sendo o estado que mais realizou as conferências, no âmbito escolar. O segundo e terceiro estados que mais realizaram as conferências na escola foram, respectivamente, a Bahia com 1777 e São Paulo com 1677 escolas participantes.

     No Ceará, em 2003, na I Conferência Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente foram envolvidas 1.969 escolas de 190 municípios, dos quais participaram 488.224 pessoas, entre estudantes do ensino fundamental II, professores e comunidades. Nos anos 2005 e 2006, foi realizada a II Conferência Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente (II CNIJMA), sendo o Ceará o Estado que realizou o maior número deConferências nas escolas, num total de 2.196. Em 2009 aconteceu a III Conferência Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente (III CNIJMA), e a participação do Ceará teve 2.241 escolas debatendo o tema “Mudanças Ambientais Globais”.

      Destaca-se que as conferências na escola são uma etapa inicial e imprescindível, pois a comunidade escolar tem a possibilidade de discutir as temáticas ambientais, no intuito de internalizar o viés de sustentabilidade na escola e, assim, se tornarem, paulatinamente, espaços educadores sustentáveis.

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Enquadramento de corpos hídricos

Por Nájila Cabral em Água, Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

17 de setembro de 2013

     Um dos importantes instrumentos de gestão de águas é o enquadramento dos corpos hídricos. A Política Nacional de Recursos Hídricos, instituída por meio da Lei 9433/1997, traz este instrumento dentre outros: Plano Nacional de Recursos Hídricos, cobrança, outorga e o sistema de informações.

     Alguns estados brasileiros possuem sua Política Estadual de Recursos Hídricos, em que estabelece o enquadramento dos corpos hídricos como um de seus instrumentos.

     Como curiosidade, o primeiro estado da Federação a instituir a Política Estadual de Recursos Hídricos foi o Ceará, por meio da Lei n. 11.996, de 24/07/1992, logo após a realização, aqui no Brasil, da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a denominada Rio92. Atualmente mencionada lei foi revogada pela Lei n. 14844, de 28/12/2010.

      No caso específico do Ceará, a Lei 14.844/10 traz em seu Art. 5º, sete instrumentos, a saber: outorga, cobrança, plano estadual de recursos hídricos, Fundo Estadual de Recursos Hídricos, sistema de informações, enquadramento e fiscalização de recursos hídricos. No entanto, o estado do Ceará não possui enquadramento de corpos hídricos, assim como outros estados brasileiros.

     As principais regulamentações para estabelecer enquadramento de corpos hídricos são as resoluções do CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente) e do CNRH (Conselho Nacional de Recursos Hídricos), dentre elas:

resolução CONAMA 357/2005 – que dispõe sobre a classificação das águas superficiais;

resolução CONAMA 397/2008 – que altera o Art. 34 da resolução CONAMA 357/2005, que dispõe sobre a classificação das águas superficiais;

resolução CONAMA 396/2008 – que dispõe sobre a classificação das águas subterrâneas; e

resolução CNRH 91/2008 – que estabelece os procedimentos gerais para o enquadramento dos corpos hídricos superficiais e subterrâneos.

     E seu estado possui enquadramento? Procure se informar. Este, na minha concepção, é um imprescindível instrumento para viabilizar a gestão ambiental, inclusive a gestão das águas, no território. Auxilia, complementarmente a outros instrumentos de gestão, a sustentabilidade ambiental que tanto se almeja no recorte territorial.

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Enquadramento de corpos hídricos

Por Nájila Cabral em Água, Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

17 de setembro de 2013

     Um dos importantes instrumentos de gestão de águas é o enquadramento dos corpos hídricos. A Política Nacional de Recursos Hídricos, instituída por meio da Lei 9433/1997, traz este instrumento dentre outros: Plano Nacional de Recursos Hídricos, cobrança, outorga e o sistema de informações.

     Alguns estados brasileiros possuem sua Política Estadual de Recursos Hídricos, em que estabelece o enquadramento dos corpos hídricos como um de seus instrumentos.

     Como curiosidade, o primeiro estado da Federação a instituir a Política Estadual de Recursos Hídricos foi o Ceará, por meio da Lei n. 11.996, de 24/07/1992, logo após a realização, aqui no Brasil, da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a denominada Rio92. Atualmente mencionada lei foi revogada pela Lei n. 14844, de 28/12/2010.

      No caso específico do Ceará, a Lei 14.844/10 traz em seu Art. 5º, sete instrumentos, a saber: outorga, cobrança, plano estadual de recursos hídricos, Fundo Estadual de Recursos Hídricos, sistema de informações, enquadramento e fiscalização de recursos hídricos. No entanto, o estado do Ceará não possui enquadramento de corpos hídricos, assim como outros estados brasileiros.

     As principais regulamentações para estabelecer enquadramento de corpos hídricos são as resoluções do CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente) e do CNRH (Conselho Nacional de Recursos Hídricos), dentre elas:

resolução CONAMA 357/2005 – que dispõe sobre a classificação das águas superficiais;

resolução CONAMA 397/2008 – que altera o Art. 34 da resolução CONAMA 357/2005, que dispõe sobre a classificação das águas superficiais;

resolução CONAMA 396/2008 – que dispõe sobre a classificação das águas subterrâneas; e

resolução CNRH 91/2008 – que estabelece os procedimentos gerais para o enquadramento dos corpos hídricos superficiais e subterrâneos.

     E seu estado possui enquadramento? Procure se informar. Este, na minha concepção, é um imprescindível instrumento para viabilizar a gestão ambiental, inclusive a gestão das águas, no território. Auxilia, complementarmente a outros instrumentos de gestão, a sustentabilidade ambiental que tanto se almeja no recorte territorial.