Arquivos Maio 2013 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Maio 2013

Construindo resiliência para riscos globais – parte 3 -final

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

31 de Maio de 2013

     O Relatório Riscos Globais 2013 traz uma Pesquisa de Percepção de Riscos Globais (GRPS): Resiliência, em que foram convidados mais de 1.000 países entrevistados, por risco, para responder a seguinte pergunta: “Se este risco se materializar em seu país , qual é a capacidade do país para se adaptar e/ou recuperar do impacto?”

     Conforme o Relatório, esta questão permite compreender as percepções da capacidade de um país para se adaptar e/ou recuperar do impacto de riscos globais. Na pesquisa, os entrevistados avaliaram essa habilidade a respeito das cinco categorias de riscos globais: econômico, ambiental, geopolítica, sociedade e tecnologia.

     Assume-se que os riscos globais econômicos têm probabilidade alta de impactar o subsistema econômico do país, e os riscos globais ambientais de impactar, com alta probabilidade, o subsistema ambiental do país.

      Os dados coletados a partir da pesquisa permitiram conhecer a análise de 10 países: Brasil, China, Alemanha, Índia, Itália, Japão, Suíça, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos.

    Os resultados apontam que a Suíça é o país com maior capacidade de adaptação e/ou recuperação de riscos globais econômicas e ambientais. A Itália e a Índia foram classificadas em nível de capacidade de resiliência relativamente baixa. O Japão tem uma capacidade de resiliência comparável à Suíça para se adaptar e recuperar-se de riscos ambientais, ma em termos de riscos econômicos a capacidade de resiliência é inferior. Isto pode ser um reflexo da frustração sobre a posição econômica do Japão e o risco de recessão.

Fonte: WEF, 2013.

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Construindo resiliência para riscos globais – parte 2

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

30 de Maio de 2013

     O Relatório Riscos Globais 2013 apresenta uma ferramenta de diagnóstico, concebida para medir a resistência de um país aos riscos globais por tratá-la como um sistema composto de subsistemas.

     O que faz um sistema econômico resiliente é diferente do que faz um sistema ecológico resiliente (não são apenas diferentes as ameaças e riscos, mas as interconexões com outros sistemas).

    O Relatório apresenta um quadro protótipo para medir a resistência global de um país através de cinco partes, compostas por subsistemas básicos, a saber:

1. Subsistema econômico: inclui aspectos como a ambiente macroeconômico, mercado de bens e serviços, mercado financeiro, mercado de trabalho, sustentabilidade e produtividade.

2. Subsistema ambiental: inclui aspectos como recursos naturais, a urbanização e o sistema ecológico.

3. Subsistema de Governança: inclui aspectos como instituições, governo, liderança, políticas e legislações.

4. Subsistema de infraestrutura: inclui aspectos como infraestrutura crítica (ou seja, comunicações, energia, transportes, água e saúde); e

5. Subsistema social: inclui aspectos como o capital humano, saúde, da comunidade e do indivíduo.

Fonte: WEF, 2013.

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Construindo resiliência para riscos globais – parte 1

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

29 de Maio de 2013

     Em janeiro de 2013, o Fórum Econômico Mundial (sigla em inglês – WEF) publicou o Relatório Riscos Globais 2013, que já tivemos oportunidade, no Blog Verde, em comentar sobre alguns de seus aspectos.

    Um dos pontos importantes abordados no Relatório é sobre a construção de resiliência para os riscos globais. Conforme o Relatório, a realidade é que os países e suas comunidades estão na linha da frente quando se trata de choques sistêmicos e eventos catastróficos. Num mundo cada vez mais interdependente e hiperconectado, a falha de um país para tratar de um risco global pode ter um efeito cascata sobre os outros. Resiliência aos riscos globais – incorporando a capacidade de suportar, adaptar e se recuperar de choques – é, então, algo importante e significativo.

     Existem três tipos distintos de riscos:

1. Os riscos evitáveis, tais como falhas em processos e erros humanos;

2. Riscos Estratégicos, que são realizados voluntariamente após sua ponderação em relação às recompensas potenciais;

3. Os riscos externos, que estão além de sua capacidade de influenciar ou que estão fora do controle.

     Outra forma de categorizar o risco é fazer o seguinte questionamento: Qual sua previsibilidade e a sua probabilidade e impacto potencial? Quanto sabemos sobre como lidar com o evento potencial? Se pudermos prever o evento potencial e o quanto sabemos sobre isso, é possível avançar com estratégias específicas para antecipar o risco, mitigar os seus efeitos e minimizar as perdas.

     A resiliência é mais importante para os riscos que são difíceis de prever ou onde há pouco conhecimento sobre como lidar com esses riscos.

Fonte: WEF, 2013.

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Criada mais uma reserva privada no Ceará

    Neste mês de maio, mais uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) foi criada no Ceará: A RPPN Luizinho Alencar. Localizada no município de Itatira, tem 200 hectares de área protegida.

    Ao todo, no território cearense, são agora 23 reservas privadas, sendo 16 RPPN, todas criadas em âmbito federal, e 07 REP (Reserva Ecológica Particular), criadas no âmbito do estado do Ceará.

    As informações dos quadros, a seguir, são do Grupo de Pesquisa Áreas Protegidas, do IFCE/CNPq.

Quadro 1 – RPPNs cearenses criadas em âmbito federal, dispositivo legal de criação, localidade e extensão territorial

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NO ESTADO DO CEARÁ

 Unidade de Conservação 

Dispositivo legal

 Município 

Área (ha) UC

1

RPPN FAZENDA OLHO D’ÁGUA DO URUCU Port. IBAMA nº 719-P, de 26.03.91

Parambu

2.610,00

2

RPPN MERCÊS SABIAGUABA E NAZÁRIO Port. IBAMA nº 113-N, de 25.10.93

Amontada

50,00

3

RPPN SÍTIO AMEIXAS – POÇO VELHO Port. IBAMA nº 007, de 28 .01.94

Itapipoca

464,33

4

RPPN FAZENDA NÃO ME DEIXES Port. IBAMA nº 148-N, de 05.11.98

Quixadá

300

5

RPPN ARAJARA PARK Port. IBAMA nº 024-N, de 23.02.99

Barbalha

27,81

6

RPPN SERRA DAS ALMAS Port. IBAMA nº 051, de 08.09.00

Crateús

4.749,58

7

RPPN AMBIENTALISTA FRANCY NUNES Port. IBAMA nº 054, de 08.09.00

General Sampaio

200

8

RPPN MONTE ALEGRE Port. IBAMA nº 151, de 24.10.01

Pacatuba

263,17

9

RPPN RIO BONITO Port. IBAMA nº 174, de 21.11.01

Quixeramobim

441

10

RPPN SERRA DAS ALMAS II Port. IBAMA nº 117, de 09.09.02

Crateús

494,5

11

RPPN CHANCELER EDSON QUEIROZ (SITIO CÉU) Port. IBAMA nº 05, de 30.01.06

Guaiúba

129,61

12

RPPN SÍTIO PALMEIRAS Port. ICMBIO nº 46, de 2008

Baturité

75,47

13

RPPN SERRA DA PACAVIRA Port. ICMBIO nº 47, de 2008

Pacoti

33,561

14

RPPN MÃE DE LUA Port. ICMBIO nº 58, de 2009

Itapagé

764,08

15

RPPN ELIAS ANDRADE Port. ICMBIO nº 93, de 2009

General Sampaio

207,92

16

RPPN LUIZINHO ALENCAR Port. ICMBIO nº 186, de 2013

Itatira

200

 

Quadro 2 – REPs cearenses, criadas em âmbito estadual, dispositivo legal de criação , localidade e extensão territorial.

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NO ESTADO DO CEARÁ

  Área Protegida

 Dispositivo legal

 Município 

Área (ha) UC 

1

REP DE SAPIRANGA Port. SEMACE nº 031, de 03.02.97

Fortaleza

58,762

2

REP FAZENDA SANTA ROSA Port. SEMACE nº176, de 13.11.98

Santa Quitéria

280,00

3

REP FAZENDA CACIMBA NOVA Port. SEMACE nº177, de 13.11.98

Santa Quitéria

670,00

4

REP DO SÍTIO OLHO D’ÁGUA Port. SEMACE nº 222, de 17.10.00

Baturité

383,3366

5

REP JANDAIRA Port. SEMACE nº 234, de 06.12.02

Trairi

54,53

6

REP MATA FRESCA Port. SEMACE nº 92, de 01.07.04          Termo de Retificação à Portaria 92, de 15.09.04

Meruoca

107.968,60

7

 REP LAGOA ENCANTADA Port. SEMACE nº166, de 08.10.07

Aquiraz

40,00

 

Fonte: Grupo de Pesquisas Áreas Protegidas – IFCE/CNPq, 2013.

     Áreas Protegidas são espaços do território nacional que possuem proteção amparada em dispositivos legais. São, no meu ponto de vista, um dos mais importantes instrumentos de gestão e política ambiental preconizados pela Política Nacional do Meio Ambiente.

 

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III Mostra de Educação Ambiental no Ceará

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

27 de Maio de 2013

     O Ceará, por meio da SEDUC (Secretaria Estadual de Educação) iniciou, em 2011, estratégia em Educação Ambiental por meio das Mostras em Educação Ambiental. O objetivo é desenvolver programas educativos que concorram para melhorar a divulgação e compreensão dos projetos ambientais desenvolvidos pelas escolas estaduais.

     Este ano, a III Mostra da Educação Ambiental da Rede Estadual de Ensino e a II Mostra Regional da Educação Ambiental da Rede  Estadual de Ensino, segue a mesma proposta da IV Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (IV CNIJMA) que tem como foco temático: Fogo, Terra, Água e Ar, dentro da perspectiva da construção de escolas como Espaços Educadores Sustentáveis, ou seja, escolas sustentáveis.

     Podem participar estudantes e professores da rede estadual de ensino. As inscrições de cada escola são feitas nas CREDE/SEFOR, no período de 29 de abril a 29 de maio/2013.

    No período de 05/06 a 09/08 devem ser realizadas as Mostras Regionais e até o dia 16/08 devem ser enviados, pelas CREDE/SEFOR, os projetos ambientais selecionados para a III Mostra Estadual, que acontece nos dias 11 e 12 de setembro de 2013.

     Prezados leitores do Blog Verde, divulguem, participem, compartilhem!

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Frases para refletir… sobre vida e meio ambiente

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

26 de Maio de 2013

    Assim como em todos os domingos, o Blog Verde traz frases que permitem reflexão sobre meio ambiente, sobre vida e quão bom estar aqui neste pedacinho de mundo, cumprindo nossa missão. Sem medo de fazer a diferença e auxiliar a transformar o mundo em um local bem melhor de se viver.

    As frases de hoje são de Eleonor Roosevelt, primeira-dama dos USA de 1933 a 1945, que, nos anos 1940, apoiou a criação da Organização das Nações Unidas (ONU) e que presidiu a comissão que elaborou e aprovou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

     “As pessoas crescem através da experiência se elas enfrentam a vida honesta e corajosamente. É assim que o caráter é construído”. (Eleonor Roosevelt).

     “Eu sou quem eu sou hoje, por causa das escolhas que eu fiz ontem”. (Eleonor Roosevelt).

     “Aprenda com os erros dos outros. Você não consegue viver tempo suficiente para cometer todos por si mesmo”. (Eleonor Roosevelt).

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Em defesa da Caatinga – chamada de projetos

     O Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF), do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), e o Fundo Clima, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), lançaram em parceria chamada de projetos que visa fortalecer o uso sustentável da Caatinga.

     O foco são as instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos que realizam assistência técnica e extensão rural (Ater). Será oferecida capacitação em manejo florestal comunitário, abrangendo temas como organização social, técnicas de manejo e licenciamento. Os candidatos devem atuar na Caatinga da região Nordeste.

     Os interessados têm até o dia 16 de junho para encaminharem seus projetos por meio de um formulário eletrônico disponível no site do SFB (serviço Florestal Brasileiro). Essas propostas serão avaliadas e classificadas pelo SFB, que após concluir essa etapa, fará licitação pública para contratar instituições especializadas em cada tema, que executarão os serviços àqueles que tiveram seus projetos selecionados.

     Atualmente, o apoio do FNDF na Caatinga envolve mais de 1.000 famílias em assentamentos para o manejo florestal comunitário em cerca de 10 mil hectares. Estudos realizados com comunidades beneficiadas mostraram que o manejo chega a gerar R$ 8.400,00 de renda no ano por família, com a manutenção da vegetação, proporcionando aumento de renda e conservação de mais de 50% da cobertura florestal dos assentamentos.

Fonte: MMA

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O Dia Mundial do Meio Ambiente-2013 reforça campanha contra desperdício de alimentos

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

24 de Maio de 2013

    Conforme o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – sigla em inglês: UNEP), neste ano de 2013, o Dia Mundial do Meio Ambiente reforça o tema da campanha Pensar, Comer, Conservar (Think-Eat-Save) que visa diminuir a significativa quantidade de alimentos, próprios para o consumo, que é desperdiçada por consumidores e comerciantes.

Fonte:UNEP

Fonte:UNEP

    Aqui no Blog Verde, em 24/01/2013, no post intitulado “Repensando atitudes e reciclando ações”, comentamos sobre a necessidade de se repensar o desperdício e diminuir a pegada ecológica de cada um (Veja aqui ).

    A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), parceira do PNUMA na campanha, informa que 1,3 bilhão de toneladas de comida por ano são jogadas fora. Isso é equivalente ao produzido na África Subsaariana no mesmo período. Uma em cada sete pessoas no mundo passa fome, e mais de 20 mil crianças com menos de 5 anos morrem todos os dias por causa de desnutrição.

 Pensar – Comer – Conservar

      O PNUMA convida todos a se juntar a esta celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente. Caros leitores do Blog Verde, todos estão convidados a realizar algo como: organizar limpeza comunitária de um espaço público, reduzir o uso de sacolas plásticas, combater o desperdício de alimentos, procurar formas alternativas de transporte… Tudo isso conta!

    A sua ação pode fazer parte deste esforço global para o Dia Mundial do Meio Ambiente. Então, vamos lá! Caso queiram registrar suas atividades, cliquem aqui. Vamos fazer a diferença!

Fonte: UNEP

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5a. Conferência Nacional das Cidades – etapa municipal em Fortaleza

Hoje, 23 e amanhã, 24 de maio, Fortaleza realiza a sua etapa municipal do processo da 5ª. Conferência Nacional das Cidades, no Hotel Oásis Atlântico.

Fonte: Ministério das Cidades, 2013

Fonte: Ministério das Cidades, 2013

     Com o lema: Quem muda a cidade somos nós: Reforma Urbana já!, os municípios  brasileiros deveriam realizar suas etapas municipais para a 5ª Conferência Nacional das Cidades, entre 1º de março a 15 de maio de 2013, conforme calendário oficial nacional.

     As etapas estaduais devem ocorre de 1º de julho a 28 de setembro de 2013 e a etapa nacional de 20 a 24 de novembro de 2013, em Brasília. Durante as conferências municipais e estaduais, devem ser definidas as diretrizes a serem debatidas na Conferência Nacional.

     A 5ª Conferência Nacional das Cidades teve seu processo inicial em 2012. A resolução Normativa n. 14, de 06/06/2012 aprovou o regimento interno da 5ª. Conferência Nacional das Cidades. Conforme mencionada Resolução, os objetivos da Conferência são:

I – propor a interlocução entre autoridades e gestores públicos dos Estados, Distrito Federal, Municípios e União com os diversos segmentos da sociedade sobre assuntos relacionados à Política e Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano;

II – sensibilizar e mobilizar a sociedade brasileira para o estabelecimento de agendas, metas e planos de ação para enfrentar os problemas existentes nas cidades brasileiras;

III – propiciar a participação popular de diversos segmentos da sociedade, considerando as diferenças de sexo, idade, raça e etnia, para a formulação de proposições e realização de avaliações sobre as formas de execução da Política e Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano e suas áreas estratégicas, e

 IV – propiciar e estimular a organização de conferências das cidades como instrumento para garantia da gestão democrática das políticas de desenvolvimento urbano nas regiões, Estados, Distrito Federal e Municípios.

    Portanto, a 5ª Conferência Nacional das Cidades tem por finalidade: avançar na construção da Política e do Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano; eindicar prioridades de atuação ao Ministério das Cidades.

     Para saber mais sobre o processo desta conferência, cliquem aqui.

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Construindo a agenda de desenvolvimento global – Meu Mundo

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

22 de Maio de 2013

     A agenda de desenvolvimento pós-2015 deve ser um projeto mais global do que os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que tem até 2015 como data limite para seus alcances. A agenda pós-2015 está envolvendo mais países, tanto na concepção quanto na implementação de novas metas.

     Para ser politicamente viável, ela terá de ser informada pelas prioridades de todos os cidadãos do mundo. As prioridades mundiais da campanha Meu Mundo (My World), em diferentes regiões, ilustram algumas das prioridades comuns, e alguns focos potenciais para acordo global sobre os objetivos pós-2015.

    Até o presente momento, têm-se as seguintes prioridades, concernente aos diversos continentes (estão listadas as três primeiras prioridades e a quantidade total de votantes):

Fonte: ONU

Fonte: ONU

 África (273.541 votos)

(1) melhores cuidados com a saúde;

(2) uma boa educação;

(3) um governo honesto e responsável.

 Ásia (137.573 votos)

(1) melhores cuidados com a saúde;

(2) uma boa educação;

(3) Melhores oportunidades de emprego.

 América Latina (31.445 votos)

(1) uma boa educação;

(2) um governo honesto e responsável;

(3) proteção das florestas, rios e oceanos.

 Europa (54.658 votos)

(1) uma boa educação;

(2) um governo honesto e responsável.

(3) melhores cuidados com a saúde;

 América do Norte (17.045 votos)

(1) uma boa educação;

(2) um governo honesto e responsável;

(3) acesso à água potável e saneamento.

 Oceania (10.476 votos)

(1) proteção das florestas, rios e oceanos;

(2) acesso à água potável e saneamento;

(3) Segurança alimentar.

    Prezados leitores do Blog Verde, caso queiram saber mais sobre os resultados preliminares, de maio/2013, sobre Meu Mundo (My World), cliquem aqui.

Fonte: ONU, 2013.

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Construindo a agenda de desenvolvimento global – Meu Mundo

Por Nájila Cabral em Desenvolvimento Sustentável, Educação Ambiental, Meio Ambiente

22 de Maio de 2013

     A agenda de desenvolvimento pós-2015 deve ser um projeto mais global do que os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que tem até 2015 como data limite para seus alcances. A agenda pós-2015 está envolvendo mais países, tanto na concepção quanto na implementação de novas metas.

     Para ser politicamente viável, ela terá de ser informada pelas prioridades de todos os cidadãos do mundo. As prioridades mundiais da campanha Meu Mundo (My World), em diferentes regiões, ilustram algumas das prioridades comuns, e alguns focos potenciais para acordo global sobre os objetivos pós-2015.

    Até o presente momento, têm-se as seguintes prioridades, concernente aos diversos continentes (estão listadas as três primeiras prioridades e a quantidade total de votantes):

Fonte: ONU

Fonte: ONU

 África (273.541 votos)

(1) melhores cuidados com a saúde;

(2) uma boa educação;

(3) um governo honesto e responsável.

 Ásia (137.573 votos)

(1) melhores cuidados com a saúde;

(2) uma boa educação;

(3) Melhores oportunidades de emprego.

 América Latina (31.445 votos)

(1) uma boa educação;

(2) um governo honesto e responsável;

(3) proteção das florestas, rios e oceanos.

 Europa (54.658 votos)

(1) uma boa educação;

(2) um governo honesto e responsável.

(3) melhores cuidados com a saúde;

 América do Norte (17.045 votos)

(1) uma boa educação;

(2) um governo honesto e responsável;

(3) acesso à água potável e saneamento.

 Oceania (10.476 votos)

(1) proteção das florestas, rios e oceanos;

(2) acesso à água potável e saneamento;

(3) Segurança alimentar.

    Prezados leitores do Blog Verde, caso queiram saber mais sobre os resultados preliminares, de maio/2013, sobre Meu Mundo (My World), cliquem aqui.

Fonte: ONU, 2013.