Arquivos Fevereiro 2013 - Blog Verde 
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Blog Verde

por Nájila Cabral

Fevereiro 2013

Pesquisador mexicano visita projeto cearense

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

28 de Fevereiro de 2013

      A convite do Laboratório de Energias Renováveis e Conforto Ambiental – LERCA, do IFCE Campus Fortaleza, o Prof. Gabriel Nolasco, da Universidade Autônoma de Chiapas, México, esteve hoje em visita técnica no Projeto Casamar (Casa Maranguape). Este ano o projeto Casamar completa 10 anos de atividades.

      O pesquisador mexicano, em atividades de intercâmbio internacional, traz inovações a respeito de sistemas construtivos alternativos.

      Acompanhou a visita técnica, o Prof. Adeildo Silva, Coordenador do LERCA e Coordenador do projeto de extensão Projeto Casamar, que ressalta “a importância do intercâmbio entre as instituições, bem como a transferência do conhecimento e a troca de experiências com a comunidade”.

     Amanhã, dia 01º/03, o Prof. Gabriel Nolasco faz palestra no Auditório Iran Rauup, no IFCE Campus Fortaleza, na Avenida Treze de Maio, 2081, das 09:00h às 11:00h, sobre Sistemas Construtivos. Convite feito!

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Copa do Mundo 2014 menos poluente

Por Nájila Cabral em Conservação da Natureza, Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente

27 de Fevereiro de 2013

      Conforme notícia de Lucas Tolentino, do MMA, os Governos federal e estaduais fazem esforço para reduzir impacto ambiental em eventos esportivos, especificamente para Copa das Confederações e para Copa do Mundo FIFA 2014.

Fonte: FIFA

Fonte: FIFA

     A ideia é minimizar os impactos ambientais causados pelos futuros eventos esportivos que o país sediará, em uma ação conjunta do governo federal com os estados. O Inventário sobre a gestão de carbono na Copa das Confederações e na Copa do Mundo de 2014 será feito pelas equipes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e das cidades-sedes dos jogos.

      Em terras alencarinas, o esforço conjunto (do Governo estadual e governo municipal) está sendo realizado desde 2011. Houve a realização de workshops em Pegada de Carbono (Carbon Footprint), capitaneados pela Consultoria inglesa Useful Simple Projects, em 2011 e 2012; cujo resultado Carbon Mitigation Strategy and Implementation Plan” está em andamento.

Fonte: MMA

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ONU sela aliança por uma Economia Verde

    Quatro agências das Nações Unidas selaram uma aliança que visa apoiar 30 países para construir, ao longo dos próximos sete anos, as estratégias nacionais de economia verde que ajudarão a criar novos empregos e novas competências, para promover o uso tecnologias limpas e reduzir os riscos ambientais e de pobreza.

     Conforme o site Ambientum, a nova aliança intitulada Ação para a Economia Verde é uma resposta para o documento final aprovado na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), intitulado O futuro que queremos, em que reconhece a importância da economia verde, como um meio de desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza.

    Em um apelo às agências das Nações Unidas, os Governos na Rio +20 solicitaram apoio para ajudar os países, no sentido de acelerar a transição para uma economia verde e inclusiva, dentro de um quadro de desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza .

     Portanto, as quatro agências da ONU que participam desta aliança do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a saber: Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI) e do Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (UNITAR); devem fornecer um pacote global de economia verde que irá permitir aos países transformar suas estruturas econômicas nacionais em novas estruturas capazes de responder às crescentes exigências e desafios do século XXI.

Fonte: Ambientum

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Frases para refletir… sobre vida e meio ambiente

Por Nájila Cabral em Educação Ambiental, Meio Ambiente

24 de Fevereiro de 2013

Domingo de céu nublado. Dia de refletir.

Hoje o Blog Verde está azul. Azul em comemoração pelo Centenário do Colégio Cearense Sagrado Coração. As frases de hoje são de Marcelino Champagnat.

“A Educação é uma obra de amor”. (Marcelino Champagnat)

“A vida de vossos alunos será o que tiverem aprendido convosco. Não poupeis esforços para formar seus corações à virtude”. (Marcelino Champagnat)

“Quando uma educação é boa, as virtudes crescem por si na alma dos jovens”. (Marcelino Champagnat)

“A criança é o campo que Deus nos deu para cultivarmos o rebento novo, a planta frágil, que um dia será árvore carregada de todos os frutos de virtude”. (Marcelino Champagnat)

Fonte: Pensamentos de Marcelino Champagnat, de autoria do Ir. Faustino João. Porto Alegre: Centro Marista de Comunicação, 1998.

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Agindo por um mundo melhor – parte 4 (final)

     A terceira parte do Relatório “TUNZA: Agindo por um mundo melhor” traz o título “Contagem Regressiva para Mudar – Economia Verde”.

    A Economia verde, discutida na Rio+20 como um dos desafios deste século, exige mudanças nos regulamentos nacionais, nas políticas, nos subsídios e incentivos.

     Os jovens reforçam a necessidade de todos os cidadãos do mundo se comprometerem com estilos de vida sustentáveis, por meio de algumas mudanças. Os desafios são:

Divulgação e compartilhamento das informações em base individual, notadamente a respeito da atual crise ambiental;

Convencimento das pessoas em se mover na direção ao desenvolvimento sustentável. Como podemos convencer os indivíduos, as organizações e os governos para fazerem escolhas certas para garantir um futuro sustentável para todos nós?

Mudança de comportamento. Após o convencimento das pessoas, como podemos garantir que as palavras serão convertidas em ação?

Educação para o desenvolvimento sustentável. A juventude entende que o desenvolvimento sustentável é a resposta para degradação ambiental. Por sua vez, a educação é a resposta ao desenvolvimento sustentável. Educação é a base transformadora da sociedade.

     O Relatório traz algumas dicas de como você pode ajudar nas mudanças, em um segundo, um minuto, em uma hora e um dia.

     Em um segundo:

– Desligue a luz quando sair de uma sala.

– Desligue as coisas se eles não estão sendo usados.

– Desligue o computador à noite.

– Utilize papel reciclado.

– Use pilhas recarregáveis em vez de baterias descartáveis.

– Não utilize pesticidas, herbicidas, ou produtos químicos.

     Em uma hora:

– Utilize os transportes públicos. Faça caminhada ou ande de bicicleta.

-Escreva um blog.

– Faça os seus presentes, em vez de comprá-los.

– Seja o seu guardião árvore local – proteja árvores de seu bairro.

     Em um dia:

– Passe o dia em uma floresta e faça uma lista das espécies raras que você encontrar. – Conecte-se com a natureza – acampe no feriado ou vá a lugares que não exija viagens de avião

– Comemore o Dia da Terra em 22 de abril e o Dia Mundial do Meio Ambiente em 5 de junho.

– Escreva um artigo sobre a importância da proteção ambiental e envie aos amigos e a jornais da escola ou da cidade.

    Caros jovens, dedicamos nesta semana o Blog Verde a vocês, que são as pessoas que podem executar as mudanças necessárias à consecução de um mundo melhor. Confio na capacidade e na criatividade de todos vocês.

Fonte: UNEP

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Agindo por um mundo melhor – parte 3

    “Crianças e jovens são reconhecidos na Agenda 21 como os principais interessados no processo do desenvolvimento sustentável. São eles a herdar este mundo. Juventude não é apenas a geração do futuro, mas também a geração atual. Estamos a enfrentar desafios globais e cada um de nós tem a responsabilidade de pôr em marcha uma mudança que leve a todos nós adotar estilos de vida sustentáveis. Estes são tempos cruciais e as tomadas de decisões de agora terão impacto sobre nossos futuros – se é que vamos mesmo ter um”.

     As palavras acima dão início à segunda parte do relatório “TUNZA: Agindo por um mundo melhor”, que traz o processo e o impacto da Rio+20 sob a perspectiva da juventude.

Jovens na Oficina Preparatória da IV CNIJMA, em Fortaleza/CE. Foto: Lindalva Cruz, 2012.

Jovens na Oficina Preparatória da IV CNIJMA, em Fortaleza/CE.
Foto: Lindalva Cruz, 2012.

     Vocês, caros jovens, sabiam que 73% da contribuição do documento final da Rio+20 veio da sociedade civil e de organizações não governamentais? Conforme o relatório, isso demonstra que muitas pessoas se preocupam e que há, sim, esperança para o futuro.

     Houve muita discussão antes e durante a Rio +20, nas quais as negociações pareciam não ter a mesma celeridade se comparada a 1992. Mencionada Conferência correu, inclusive, o “perigo de ser apelidada Rio-20”. Mas um acordo foi alcançado no final. O texto final da Rio +20 é chamado “O futuro que queremos”.

     Há 20 anos, na Rio92, a Juventude advertindo o mundo disse: “Nós queremos que vocês imaginem uma geração que foi condenada. Imaginem um mundo onde as crianças vivem em meio a uma guerra sem fim, uma comunidade onde os seres humanos são escravos dos seus semelhantes, onde a doença e a fome são a ordem do dia”.

     Na Rio+20, a Juventude se pronunciou dessa maneira: “se essas folhas de papel são o nosso futuro comum, então vocês venderam o nosso destino e subsidiaram nossa destruição comum. Onde esteve nossa voz, a voz dos nossos filhos e netos, nisso? Nós temos um planeta. Nosso ser, nosso pensamento e nossa ação não devem ser limitadas por fronteiras nacionais, mas por fronteiras planetárias. Vocês não conseguiram se libertar do auto interesse corporativo e nacional, bem como em reconhecer nossa necessidade de respeitar fronteiras bem maiores”.

    O relatório diz que esta é uma oportunidade de injetar ânimo para o debate sobre desenvolvimento sustentável, com foco no desenvolvimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (agenda de desenvolvimento pós-2015), por meio de: ação orientada; tratar de questões emergentes; concentrar na criação de mudança; parar ou inverter as tendências negativas.

   Para mais informações, cliquem aqui.

Fonte: UNEP

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Agindo por um mundo melhor – parte 2

    “TUNZA: Agindo por um mundo melhor” foi escrito por jovens e para jovens, no intuito de ser um recurso para quem quer saber mais sobre o estado atual do meio ambiente e aprender sobre as formas de tratar as questões ambientais em suas comunidades e no mundo.

     Mencionado relatório é apresentado de uma maneira que pode ser facilmente entendido, com ideias sobre como lidar com os problemas ambientais. Está dividido em três seções principais:

1. Nosso mundo e seus desafios hoje

Esta seção é baseada no Global Environmental Outlook 5 (GEO 5)  com estudos de caso para destacar ações de sucesso no mundo. Isto, combinado a dados científicos e políticos, se espera inspirar os jovens a criar suas próprias histórias de sucesso. Para saber mais sobre GEO 5, cliquem aqui.

2. O futuro que queremos

Esta seção explora o processo e o impacto da Rio +20 a partir da perspectiva da juventude.

3. Alteração da contagem regressiva

Esta seção introduz conceitos importantes, a exemplo da economia verde e da educação para o desenvolvimento sustentável. Apresenta, ainda, ‘Oneone’ – que significa o desafio para cada um fazer uma mudança que leve uma unidade de tempo específico. Assim, o que você pode fazer em um minuto, um segundo, uma hora ou uma semana para iniciar a mudança?

     Na primeira parte do relatório são apresentados estudos de casos sobre florestas, construção civil, consumo, uso do solo, poluição do ar, da água e do solo, economia, crescimento populacional, dentre outros.

     Os desafios são muitos e a juventude pode fazer a diferença, a exemplo de se ter um papel proativo no descarte de lixo, especialmente em relação ao lixo eletrônico (celulares, baterias, computadores, notebooks, palmtops, ipods, dentre tantos): optando por doar os eletrônicos usados a empresas que facilitam a reutilização.

     Conforme o relatório, a poluição do ar e as mudanças climáticas, causadas principalmente pela queima de combustíveis fósseis, não serão resolvidos, a menos que ousadas medidas sejam tomadas por governos, empresas e pelos indivíduos. Como parceiros iguais e beneficiários ou vítimas da tomada de decisão, cada um de nós desempenha um papel crucial na abordagem das questões atmosféricas.

      O Relatório traz, com relação a todas as questões abordadas, alguns desafios, a saber:

1. Reduzir a sua pegada de carbono para níveis sustentáveis. Sua pegada de carbono é o efeito que suas atividades diárias têm sobre as mudanças climáticas, em termos de unidades equivalentes de CO2.

2. Optar por consumo ético e sustentável. Consumir apenas o necessário e evitar qualquer tipo de desperdício. Além disso, use o seu poder de consumo para favorecer ambiente ecológico de produtos e comer menos carne.

3. Pensar em toda a cadeia alimentar. Melhorar o transporte, armazenagem e distribuição de alimentos são uma pequena mudança que pode fazer uma grande diferença. Se possível, promover abordagens inovadoras para produção de alimentos, como a agricultura urbana, no sentido de encurtar o fornecimento das cadeias alimentares;

4. Sensibilizar cada um para tentar mudar o comportamento e os padrões (estilo de vida) em sociedades mais ricas, onde há maior desperdício de alimentos.

5. Limitar a produção de biocombustíveis em terras degradadas ou áreas com solos não adequados para a produção de alimentos.

6. Responsabilizar os governos, ou a quem de direito for, pela forma como trata os seus recursos naturais.

7. Em relação à água, verificar e reparar vazamentos de água, em torneiras e sanitários. Cada gota de água conta. Vazamentos, que podem parecer insignificantes, na verdade, aumentam a conta de água!

8. Pressionar governos e corporações. Os jovens têm poder e voz, que devem ser usadas para um efetivo sistema de gestão da água.

9. Eduque-se sobre biodiversidade (e sua perda) em sua comunidade. Biodiversidade pode soar de maneira estranha para muitos jovens e os esforços para proteger a biodiversidade devem começar em níveis locais e nacionais.

10. Salvar as florestas através da compra, de forma sustentável, de produtos de madeira reflorestada.

11. Consumir de forma sustentável. A maioria da pesca do mundo é sobre-explorada. Garantir que o peixe que cada uma come em casa ou em um restaurante não são espécies em vias de extinção.

12. Não jogue lixo. Limpe sua comunidade. Pense sobre o que acontece com o lixo. Os produtos químicos utilizados são descartados corretamente? Questione-se e pressione governos e empresas.

13. Fazer mudanças em como você pensa sobre resíduos. Você pode reutilizar? Reciclar? Reparar? Reinventar?

     E então, caros jovens, prontos para iniciarem as mudanças necessárias?

Fonte: UNEP

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Agindo por um mundo melhor – parte 1

     Escrito por jovens para jovens, a publicação “TUNZA: Agindo por um mundo melhor” é resultado da Conferência Internacional sobre Meio Ambiente, realizado em Nairóbi, de 10 a 14 de fevereiro. A palavra “Tunza” significa “tratar com cuidado e afeto” em swahili (idioma da África Oriental) e é um programa das Nações Unidas.

    Mencionada publicação examina uma variedade de tendências relacionadas com o Sistema Terra, e explora se os acordos e metas internacionais – como aqueles relacionados às mudanças climáticas, perda de biodiversidade e produtos químicos perigosos – estão sendo alcançados.

    Ban Ki-Moon, Secretário Geral da ONU, diz: “recomendo este relatório para leitores de todas as idades interessadas em assegurar a integridade do pilar ambiental do desenvolvimento sustentável. “TUNZA: Agindo por um mundo melhor” é uma publicação baseada em dados científicos sólidos – a base de informação necessária para ativistas e políticos também. Ao aprender sobre o estado do nosso ambiente e as opções disponíveis para salvaguardá-lo, todos nós podemos contribuir para as soluções eficazes que irão melhorar o estado do nosso planeta”.

    Nas palavras de Achin Steiner, Diretor Executivo do UNEP, “a publicação, inspirada nas conclusões da GEO 5 (Global Environment Outlook: Environment for the Future We Want ) também tem por objetivo inspirar os jovens a fazer mais em suas vidas e em suas carreiras, seja como empresários, cientistas, ativistas ou tomadores de decisão política”.

   Esta semana, no Blog Verde, dedicaremos a falar aos jovens do Brasil, um pouco sobre os resultados desta Conferência e sobre o teor de seu relatório (Report). O Relatório “acabou de sair do forno”; mais atual impossível. Meu dever como cidadã, professora, “blogueira” e tantos outros papéis que desempenhamos na sociedade, é transmitir a informação. O que faço com intensa alegria.

    Vocês, meus caros jovens, são os grandes atores sociais que podem transformar esse mundo. Creio nisso, com todo o meu coração.

 Fonte: UNEP

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Debates sobre Educação Ambiental

    O Ministério do Meio Ambiente promoveu no dia 07 de fevereiro debates sobre Educação Ambiental.

     Conforme Tinna Oliveira, do MMA, o painel de discussões contou com palestras dos educadores José Quintas, ex-coordenador geral de Educação Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); Marcos Sorrentino, assessor especial do Ministro da Educação e livre docente da Universidade de São Paulo (USP); Leila Chalub e Vera Catalão, professoras da Universidade de Brasília (UnB). O encontro teve ainda como debatedor o coordenador-geral de Educação Ambiental do Ministério da Educação (MEC), José Vicente Freitas, além de representantes do Ibama, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Agência Nacional de Águas (ANA), que integram a Comissão Intersetorial de Educação Ambiental do MMA.

     Conforme Nilo Diniz, “o painel de debates encerra um mês de autoformação da equipe do DEA (Departamento de Educação Ambiental), com o objetivo de fortalecer conceitualmente as ações conjuntas, para o ano de 2013, em toda a área ambiental, no que concerne à formação de educadores ambientais. Neste momento de grandes desafios sociais e econômicos, é preciso que a agenda da sustentabilidade socioambiental, por meio de processos educativos, de comunicação e mobilização social, preste a sua colaboração”.

Fonte: MMA

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Frases para refletir…sobre vida e meio ambiente

    Hoje, domingo, dia de refletir… e, que bom, com chuva!

    Esta semana inteira nos dedicamos, no Blog Verde, a falar das várias temáticas ambientais que estão sendo discutidas, no mundo inteiro, para definir a Agenda de Desenvolvimento pós-2015.

    Tratamos de 6 temas: energia, água, governança, educação, desigualdades e saúde. Ao todo são 11 temas. As consultas públicas discutem, também: conflitos e fragilidades; desenvolvimento sustentável; segurança alimentar; crescimento, empregos e dinâmica populacional.

    Oportunidade única, ímpar, de nos envolvermos na discussão mundial e definirmos juntos o “Mundo que Queremos”, para nós e para nossos filhos.

    As frases, a seguir, permitem refletir: como estamos? E o que é mesmo que queremos? Para onde nossas escolhas vão nos levar?

    “Subsídios bem dimensionados podem ter um importante papel na produção de padrões de aproveitamento de recursos sustentáveis. No momento, entretanto, a maior parte dos subsídios está mal direcionada. Os subsídios aos combustíveis fósseis, energia nuclear, transporte rodoviário e pesca tem um efeito perverso devastador.”(Ignacy Sachs, 2008)

     “Na década passada, o número de pessoas vivendo em extrema pobreza reduziu pela metade. Ainda, muitas pessoas permanecem pobres, famintos e vulneráveis a doenças, e a base ambiental que deve prover as oportunidades para prosperidade está sobre pressão sem precedentes. Não podemos mais nos dar o luxo de consumir recursos de maneira imprudente, recursos estes que são escassos. Já não podemos mais poluir e degradar os ecossistemas frágeis. Não podemos ignorar a ameaça representada pelas mudanças climáticas. Não podemos mais minar o nosso futuro satisfazendo necessidades de curto prazo”. (Ban Ki-Moon, 2012)

     “Continuamos a melhorar nossas vidas, mas temos fracassado em fixar diretamente os custos. Esta é uma das razões por que temos um mercado que não reflete o total dos custos ecológicos e humanos das transações, onde os preços falham em tornar transparentes as consequências de ambas: ação e não ação. A poluição, incluindo as emissões de carbono, não pode ser mais livre (grátis). Os subsídios devem ser transparentes e devem ser eliminados para os combustíveis fósseis. Precisamos construir novas maneiras de medir o desenvolvimento, para além do PIB”. (Gro Harlem Brundtland, fevereiro/2013).

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Frases para refletir…sobre vida e meio ambiente

    Hoje, domingo, dia de refletir… e, que bom, com chuva!

    Esta semana inteira nos dedicamos, no Blog Verde, a falar das várias temáticas ambientais que estão sendo discutidas, no mundo inteiro, para definir a Agenda de Desenvolvimento pós-2015.

    Tratamos de 6 temas: energia, água, governança, educação, desigualdades e saúde. Ao todo são 11 temas. As consultas públicas discutem, também: conflitos e fragilidades; desenvolvimento sustentável; segurança alimentar; crescimento, empregos e dinâmica populacional.

    Oportunidade única, ímpar, de nos envolvermos na discussão mundial e definirmos juntos o “Mundo que Queremos”, para nós e para nossos filhos.

    As frases, a seguir, permitem refletir: como estamos? E o que é mesmo que queremos? Para onde nossas escolhas vão nos levar?

    “Subsídios bem dimensionados podem ter um importante papel na produção de padrões de aproveitamento de recursos sustentáveis. No momento, entretanto, a maior parte dos subsídios está mal direcionada. Os subsídios aos combustíveis fósseis, energia nuclear, transporte rodoviário e pesca tem um efeito perverso devastador.”(Ignacy Sachs, 2008)

     “Na década passada, o número de pessoas vivendo em extrema pobreza reduziu pela metade. Ainda, muitas pessoas permanecem pobres, famintos e vulneráveis a doenças, e a base ambiental que deve prover as oportunidades para prosperidade está sobre pressão sem precedentes. Não podemos mais nos dar o luxo de consumir recursos de maneira imprudente, recursos estes que são escassos. Já não podemos mais poluir e degradar os ecossistemas frágeis. Não podemos ignorar a ameaça representada pelas mudanças climáticas. Não podemos mais minar o nosso futuro satisfazendo necessidades de curto prazo”. (Ban Ki-Moon, 2012)

     “Continuamos a melhorar nossas vidas, mas temos fracassado em fixar diretamente os custos. Esta é uma das razões por que temos um mercado que não reflete o total dos custos ecológicos e humanos das transações, onde os preços falham em tornar transparentes as consequências de ambas: ação e não ação. A poluição, incluindo as emissões de carbono, não pode ser mais livre (grátis). Os subsídios devem ser transparentes e devem ser eliminados para os combustíveis fósseis. Precisamos construir novas maneiras de medir o desenvolvimento, para além do PIB”. (Gro Harlem Brundtland, fevereiro/2013).