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Auto Blog Ceará

por Sílvio Mauro

Curiosidades

Sonhos de consumo: veja modelos e marcas mais buscados no Google em 2018

Por silviomauro em Curiosidades

07 de Fevereiro de 2019

Os carros e marcas com os quais os brasileiros sonham são efetivamente os que eles podem comprar? Existe uma equivalência entre os interesses dos consumidores nacionais e o comportamento das vendas? Movidos por esta curiosidade, pedimos ajuda ao Google, maior mecanismo de buscas do mundo, para saber o que as pessoas mais pesquisam em seu site quando o assunto é automóvel.

Também pedimos à gigante da tecnologia os dados dos consumidores cearenses, para saber se eles coincidem com as médias nacionais. Considerando apenas o universo dos automóveis (aí incluídos os SUVs), há coincidências e resultados interessantes. Volkswagen e GM, as duas marcas mais vendidas do mercado nacional, também são as que despertam mais interesse nas buscas, embora com uma inversão: primeira no ranking de vendas, a GM aparece depois da Volkswagen nas buscas. No Ceará, no entanto, a posição das montadoras nas buscas é a mesma das vendas, com a GM em primeiro.

A partir da terceira posição, no entanto, aparecem detalhes curiosos nas buscas. A Honda, marca de carros com valor mais alto e que não tem nenhum modelo na faixa dos “populares” compactos, está na oitava posição do mercado quando o assunto é total de unidades comercializadas. Mas em relação ao interesse dos consumidores, ela é a terceira marca mais procurada no Brasil e a quarta no Ceará. Será que um modelo compacto e mais em conta da montadora japonesa faria sucesso por aqui? Parece que sim.

O Google também confirma um dado que é facilmente perceptível no Ceará: o fascínio dos consumidores de carros do Estado pela marca e pelos modelos da Toyota – especialmente o Corolla e a Hilux. No ranking dos sedans mais buscados em todo o país, o Honda Civic é o primeiro. Já nas buscas cearenses, o Corolla é o líder. No caso das picapes, o fenômeno é parecido. Quando são consideradas as pesquisas de todo o território nacional, a Volkswagen Saveiro e a Fiat Toro são as primeiras do ranking e a Hilux aparece em terceiro. Já no “país Ceará”, a picape da marca japonesa é a líder inconteste.

Em outra informação fornecida pelo site, a que revela os modelos mais buscados em geral (sem considerar o segmento), o desejo dos cearenses pelos modelos da Toyota se revela. No cenário nacional, o carro mais buscado é o GM Ônix. Depois dele vem o Honda Civic. O Corolla aparece na 5ª posição. Já no Ceará, o modelo da Toyota é o segundo no ranking de interesse, e o Civic não figura nem entre os 10 primeiros.

Outra peculiaridade dos consumidores cearenses, que é o deslumbramento por carros que denotem status pelo tamanho e pelo preço, se revela nas pesquisas do Google. No ranking nacional de buscas, não aparece nenhum SUV. Já no cearense estão presentes o Hyundai Creta e – sempre ela – a picape Hilux.

Uma característica das buscas que coincide com as vendas no mercado é a concentração em um universo limitado de marcas. Apesar de 24 marcas estarem presentes nos membros da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), entidade que concentra os produtores de veículos do País, 94% do mercado está concentrado em 10 delas: GM, Volkswagen, Ford, Hyundai, Renault, Fiat, Toyota, Honda, Jeep e Nissan. E são basicamente essas que aparecem entre as mais buscadas pelos consumidores, tanto se considerarmos o cenário nacional quanto o cearense. As marcas chinesas, por exemplo, que vêm tentado conquistar a confiança dos consumidores, ainda não parecem ter despertado interesse.

Uma conclusão final que se pode tirar da pesquisa é a seguinte: os consumidores, tanto em nível nacional como local, precisam saber que o mercado é vasto e muitos produtos merecem ser mais conhecidos. Menos concentração no interesse por modelos e marcas certamente ajudaria a aumentar a concorrência e, quem sabe, resultar em carros um pouco menos caros para todos.

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Volkswagen vai apresentar buggy elétrico no Salão de Genebra

Por silviomauro em Curiosidades

31 de Janeiro de 2019

A Volkswagen anuncia que irá expor, no 89° Salão Internacional de Genebra, entre 7 a 17 de março, o modelo conceito (carro feito para que as montadoras apontem as tendências de seus investimentos) de um buggy totalmente elétrico. De acordo com a montadora, o veículo remete aos antecessores que começaram na California, nos Estados Unidos. Eles eram feitos usando o chassi do Fusca como base. Essa moda, vale ressaltar, fez sucesso no Brasil até a década de 1990. Em Fortaleza, os buggies da Fyber fizeram muito sucesso.

Batizada de MEB, a reinterpretação do buggy é fiel às origens: não tem teto fixo nem portas convencionais, as rodas são calçadas com pneus off-road e as soleiras laterais são abertas. “Um buggy é mais do que um carro. É vibração e energia em quatro rodas. Esses atributos estão encorpados em um novo e-buggy, que demonstra como pode ser a interpretação moderna e não-retrô de um clássico. E, mais do que qualquer outra coisa, a ligação emocional que a mobilidade elétrica pode criar”, afirma Klaus Bischoff, Head Designer da Volkswagen.

Com o modelo, a Volkswagen afirma que a plataforma totalmente elétrica pode ser usada não só para modelos de produção em série de larga escala. “Assim como o chassi do Fusca no passado, a matriz modular para veículos elétricos tem potencial para facilitar o desenvolvimento de séries de nicho em baixo volume”, informa a montadora.

O histórico de veículos recreacionais com tecnologia Volkswagen é de longa data: desde modelos conversíveis e carrocerias especiais produzidas por companhias como Hebmüller e Rometsch até o design totalmente aberto feito para o buggy Meyers Manx, o chassi do Fusca permitiu soluções criativas por décadas. Globalmente, cerca de 250 mil unidades foram construídas como modelo único ou de baixo volume ao longo da década de 1980.

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Fórum Econômico Mundial em Davos usa carros totalmente elétricos da Audi

Por silviomauro em Curiosidades

22 de Janeiro de 2019

Uma medida simbólica dos novos tempos de preocupação com o meio ambiente está dando visibilidade para veículos não poluentes. Como parceira de transporte do Fórum Econômico Mundial, que está sendo realizado em Davos, a Audi forneceu uma frota de 50 Audi e-trons para o encontro.

“Estamos com foco em soluções de mobilidade sustentável para o futuro,” enfatiza o Presidente do Conselho de Administração da Audi AG, Bram Schot. “No Fórum Econômico Mundial desse ano podemos apresentar a nossa definição de mobilidade elétrica ao vivo e possibilitar que muitas pessoas a vivenciem diretamente.”

O Audi e-tron é o primeiro modelo totalmente elétrico produzido em série pela montadora. Mais de 20 mil reservas já foram recebidas para ele, que chegará aos showrooms da Europa na próxima semana. Com a frota de transporte em Davos, um dos objetivos da empresa é mostrar a praticidade do carro no clima e na topografia desafiadores da região.



A Audi também aproveitou o evento para divulgar um projeto de pesquisa de reuso de baterias de carros elétricos. Foram levados três contêineres de recarga móvel com potência total de 700 kW e capacidade de 1.14 MWh, que garantirão o fornecimento rápido de eletricidade para a frota. Após o término da fase de utilização nos carros, as baterias de alta-voltagem continuam a ser adequadas para várias aplicações de armazenagem de energia.

O projeto, segundo a Audi, é parte do seu compromisso com os valores da Aliança Global de Bateria do Fórum Econômico Mundial, que a montadora integra desde 2017. Ela almeja assegurar a sustentabilidade social e ecológica das matérias-primas usadas nas baterias. A Aliança contem diretrizes para as condições de extração da matéria-prima, conceitos sustentáveis de reciclagem (economia de ciclo fechado) e inovações que promovam a sustentabilidade da bateria.

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Carros flex: saiba mais sobre eles

Por silviomauro em Curiosidades

11 de dezembro de 2018

Em 2003, o Brasil conheceu a tecnologia dos veículos bicombustíveis a partir da entrada no mercado do Volkswagen Gol TotalFlex. No mesmo ano, a empresa lançaria o Fox, também com o mesmo recurso. Aos poucos, as outras montadoras foram seguindo o exemplo da pioneira e os modelos também conhecidos como carros flex foram ganhando a confiança dos consumidores em relação à eficiência e à qualidade dos motores.

Hoje, praticamente todos os automóveis fabricados no Brasil vêm com a disponibilidade de rodar com gasolina ou álcool. No texto a seguir, veja informações sobre o modo de funcionamento deles, suas particularidades e alguns cuidados necessários para garantir que, quando for colocar, por exemplo, seu Prisma usado bicombustível à venda, ele esteja em ótimo estado para garantir um bom preço.

Uma das primeiras características a destacar em relação ao motor bicombustível é que ele funciona praticamente da mesma maneira independentemente da mistura que estiver no tanque (100% gasolina, 100% álcool ou partes de cada um). Há um leve ganho de potência e torque com o álcool, mas é quase imperceptível para o motorista, porque a diferença é mínima. Nas fichas técnicas dos veículos, disponíveis nos sites das montadoras, é possível conferir como o ganho com o álcool é quase insignificante, de apenas 1% ou 2% em relação à gasolina.

Outro dado importante para carros flex é a relação custo-benefício na hora de abastecer. A regra geral é usar a fórmula dos 70%: como o álcool rende menos que a gasolina, o recomendável é usar o primeiro combustível apenas no caso do seu preço ser menor que 70% do preço do segundo. Mas como o consumo de um carro depende de muitos fatores, o ideal, mesmo, é encher o tanque com álcool, verificar quanto o carro anda com ele e fazer o mesmo com a gasolina. E depois dessas duas ações, verificar qual combustível, considerando as diferenças, resultou em maior economia para o bolso.

Em relação à vida útil do motor, embora o álcool seja um combustível mais corrosivo do que a gasolina, os veículos flex modernos vêm preparados para lidar com essa característica e seu uso exclusivo não significa desgaste dos componentes do motor. O sistema, vale lembrar, é projetado para funcionar com qualquer quantidade de ambos os combustíveis.

Para mais esclarecimentos sobre o universo dos carros flex, seguem abaixo respostas para algumas dúvidas que podem surgir em relação a eles:

É possível fazer alteração em qualquer tempo de um combustível para o outro?

Sim. O sistema de injeção identifica qual combustível foi colocado no tanque e assim regula os parâmetros para obter o melhor rendimento possível. Mas é recomendável não forçar muito o motor logo que a mudança for feita. Rode um pouco com o veículo de forma suave para que haja o reconhecimento.

Usar sempre apenas um tipo de combustível pode trazer prejuízos para o motor?

Não. É mito a ideia de que o motor do automóvel flex pode “viciar” ao fazer uso de apenas um tipo de combustível.

Qual a utilidade do tanque de partida a frio?

Uma das características da maioria dos carros flex é contar um pequeno tanque de gasolina localizado perto do motor. Sua função é auxiliar a ligação em caso de de haver apenas álcool no tanque e o veículo estar em algum lugar muito frio. Isso acontece porque o álcool tem o ponto de combustão (temperatura na qual um combustível libera vapor em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável) bem maior que a gasolina. No entanto, para quem mora em um lugar quente como Fortaleza, por exemplo, essa preocupação não existe. Vale ressaltar, ainda, que as montadoras têm investido em tecnologias para melhorar o processo e alguns modelos mais novos nem vêm mais com o tanque de partida a frio.

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Carros flex: saiba mais sobre eles

Por silviomauro em Curiosidades

11 de dezembro de 2018

Em 2003, o Brasil conheceu a tecnologia dos veículos bicombustíveis a partir da entrada no mercado do Volkswagen Gol TotalFlex. No mesmo ano, a empresa lançaria o Fox, também com o mesmo recurso. Aos poucos, as outras montadoras foram seguindo o exemplo da pioneira e os modelos também conhecidos como carros flex foram ganhando a confiança dos consumidores em relação à eficiência e à qualidade dos motores.

Hoje, praticamente todos os automóveis fabricados no Brasil vêm com a disponibilidade de rodar com gasolina ou álcool. No texto a seguir, veja informações sobre o modo de funcionamento deles, suas particularidades e alguns cuidados necessários para garantir que, quando for colocar, por exemplo, seu Prisma usado bicombustível à venda, ele esteja em ótimo estado para garantir um bom preço.

Uma das primeiras características a destacar em relação ao motor bicombustível é que ele funciona praticamente da mesma maneira independentemente da mistura que estiver no tanque (100% gasolina, 100% álcool ou partes de cada um). Há um leve ganho de potência e torque com o álcool, mas é quase imperceptível para o motorista, porque a diferença é mínima. Nas fichas técnicas dos veículos, disponíveis nos sites das montadoras, é possível conferir como o ganho com o álcool é quase insignificante, de apenas 1% ou 2% em relação à gasolina.

Outro dado importante para carros flex é a relação custo-benefício na hora de abastecer. A regra geral é usar a fórmula dos 70%: como o álcool rende menos que a gasolina, o recomendável é usar o primeiro combustível apenas no caso do seu preço ser menor que 70% do preço do segundo. Mas como o consumo de um carro depende de muitos fatores, o ideal, mesmo, é encher o tanque com álcool, verificar quanto o carro anda com ele e fazer o mesmo com a gasolina. E depois dessas duas ações, verificar qual combustível, considerando as diferenças, resultou em maior economia para o bolso.

Em relação à vida útil do motor, embora o álcool seja um combustível mais corrosivo do que a gasolina, os veículos flex modernos vêm preparados para lidar com essa característica e seu uso exclusivo não significa desgaste dos componentes do motor. O sistema, vale lembrar, é projetado para funcionar com qualquer quantidade de ambos os combustíveis.

Para mais esclarecimentos sobre o universo dos carros flex, seguem abaixo respostas para algumas dúvidas que podem surgir em relação a eles:

É possível fazer alteração em qualquer tempo de um combustível para o outro?

Sim. O sistema de injeção identifica qual combustível foi colocado no tanque e assim regula os parâmetros para obter o melhor rendimento possível. Mas é recomendável não forçar muito o motor logo que a mudança for feita. Rode um pouco com o veículo de forma suave para que haja o reconhecimento.

Usar sempre apenas um tipo de combustível pode trazer prejuízos para o motor?

Não. É mito a ideia de que o motor do automóvel flex pode “viciar” ao fazer uso de apenas um tipo de combustível.

Qual a utilidade do tanque de partida a frio?

Uma das características da maioria dos carros flex é contar um pequeno tanque de gasolina localizado perto do motor. Sua função é auxiliar a ligação em caso de de haver apenas álcool no tanque e o veículo estar em algum lugar muito frio. Isso acontece porque o álcool tem o ponto de combustão (temperatura na qual um combustível libera vapor em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável) bem maior que a gasolina. No entanto, para quem mora em um lugar quente como Fortaleza, por exemplo, essa preocupação não existe. Vale ressaltar, ainda, que as montadoras têm investido em tecnologias para melhorar o processo e alguns modelos mais novos nem vêm mais com o tanque de partida a frio.