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Auto Blog Ceará

por Sílvio Mauro

Documento e CNH digital e outras comodidades: aos poucos, a burocracia está diminuindo

Por silviomauro em Serviço

19 de Fevereiro de 2019

Um dos maiores pesadelos para qualquer brasileiro, a burocracia vai, lentamente sendo vencida pelas facilidades da tecnologia e a agilidade dos dispositivos móveis. Para quem é motorista e/ou tem veículo, desde o ano passado o Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran) tem tentado divulgar entre os usuários que algumas comodidades já estão disponíveis para, através do smartphone, se livrar da obrigação (e do risco) de andar com o documento do carro e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Hoje, para quem não sabe, mais de 42 mil motoristas em todo o Ceará – aproximadamente a metade deles em Fortaleza – não precisam mais andar com a CNH na carteira para apresentar em uma blitz ou simplesmente se identificar. Desde junho do ano passado está disponível a CNH digital. De acordo com o órgão de trânsito do Estado, “a versão digital tem o mesmo valor jurídico da impressa, mas com mais praticidade”.

A CNH digital é uma versão do documento impresso que fica disponível no smartphone através do aplicativo Carteira Digital de Trânsito. Este último pode ser baixado tanto no Google Play quanto na Apple Store. Além da sua apresentação em blitzes ser aceita, a CNH digital pode, de acordo com o Detran, ser usada em situações como o embarque em todos os aeroportos do país, junto com o cartão de embarque (que hoje também pode ser virtual).

Augusto Maia, responsável pela área de Tecnologia da Informação do Detran, lembra que a principal vantagem é a diminuição do risco de sair de casa e ser pego desprevenido. “Hoje em dia as pessoas as pessoas esquecem a carteira, mas não esquecem o celular”. Outra vantagem é em relação à segurança. Em um assalto – risco mais que real para qualquer brasileiro, atualmente – o motorista não vai precisar passar pela chateação de tirar outra CNH. Além disso, como o controle é digital, Augusto assegura que não existe perigo de falsificação ou uso do documento por outra pessoa.

A má notícia é que só é possível fazer o cadastro da CNH digital para quem tem a habilitação no modelo mais recente, com QR Code. Hoje, no Ceará, a divisão entre quem possui o código e quem tem o modelo antigo é quase meio a meio: pouco mais de um milhão de usuários têm a carteira sem código e cerca de 900 mil têm a carteira nova. Os interessados na comodidade da CNH digital, portanto, têm de pedir uma habilitação nova para poderem fazer o cadastro. Só que para isso, o Detran exige um Boletim de Ocorrência registrado na polícia. Ou seja, só em caso de perda ou roubo do documento é possível mudar para o modelo novo.

A outra comodidade é a versão digital do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV, nome técnico do do documento do carro). Nesse caso, o processo é mais simples. Disponível em nove estados (sendo o Ceará um deles), ele exige apenas que o proprietário possua a folha de transferência do veículo (aquela onde é feita a assinatura no ato da compra ou da venda).

É nela que está um dos códigos em números que são exigidos pelo aplicativo (o outro é o Renavam do carro). O serviço é ainda mais recente que a CNH digital, começou em outubro do ano passado. Por isso, o número de veículos cadastrados é praticamente insignificante: em um universo de quase 3,2 milhões de cadastrados no Ceará, menos de 8 mil fizeram a versão digital.

Augusto explica que no caso do CRLV digital, o aplicativo gera um QR Code que é lido pelo agente de fiscalização da blitz. Uma informação importante: depois de feito o cadastro, não é preciso ter internet para acessar os dados, tanto da CNH quanto do CRLV digitais. “O usuário só precisa lembrar de ter sempre carga na bateria”, ressalta o representante do Detran. Isso, no entanto, não é um problema, já que em último caso basta um adaptador para ligar o aparelho na tomada de 12V do veículo.

Além do CRLV e da CNH digital, recursos tecnológicos podem significar economia

Augusto ressalta outros dois recursos disponíveis para os usuários do Ceará que podem trazer, além da agilidade, benefícios para o bolso. Alguém lembra de verificar periodicamente a data de vencimento da CNH, por exemplo, ou obter informações sobre a situação cadastral do veículo?

No aplicativo Meu Detran, para dispositivos móveis, o usuário cadastra um e-mail e fica recebendo diretamente do órgão estadual as ocorrências mais importantes sobre sua rotina de motorista e proprietário de veículo. O principal benefício é se antecipar a eventuais fiscalizações e evitar multas em blitzes.

Uma última comodidade que, segundo Augusto, muitos usuários não conhecem é em relação aos procedimentos ligados à compra de um carro novo. No site do Detran, explica ele, o proprietário pode emitir e pagar o IPVA e o seguro obrigatório, na opção “Primeiro licenciamento”, sem ter de recorrer a serviços de terceiros – que cobram por isso. “Muitas pessoas não conhecem esse recurso e acabam pagando por um serviço que não precisam”, destaca o representante do Detran.

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Eusébio Classic Car promove Carnaval à moda antiga no Shopping Eusébio

Por silviomauro em Evento

15 de Fevereiro de 2019

O Shopping Eusébio vai sediar neste sábado, 16, o 50º encontro do Eusébio Classic Car, clube de carros antigos e raros do município da Região Metropolitana de Fortaleza. Cerca de 70 automóveis estarão em exposição no estacionamento do shopping e o tema desta edição não poderia ser outro: Carnaval à moda antiga. O bloco “Sai da frente que não tem freio” promete animar o público com marchinhas tradicionais.

Diversos modelos clássicos do século passado como Fusca, Puma, Impala, Cadillac, Maverick e Jeep sairão em desfile pela CE-040 até chegar no estacionamento do shopping, onde ficarão disponíveis para a apreciação dos amantes de carros.

Os organizadores informam que o evento é aberto para quem quiser participar como expositor. É só estacionar o automóvel antigo no estacionamento do Shopping Eusébio. Eles garantem que não vai faltar gente para trocar ideias sobre compra e venda de veículos ou peças, combinar viagens ou passeios, tirar dúvidas sobre dicas de oficinas e manutenções preventivas necessárias ou apenas para uma boa conversa. O acesso também é livre e gratuito para quem quer só apreciar os carros.

Eusébio Classic Car nasceu em 2014
Segundo o médico Arnóbio Tomaz, um dos fundadores e presidente do Eusébio Classic Car, o clube nasceu no ano em que ele se mudou para a cidade vizinha a Fortaleza e percebeu que lá não havia nenhum grupo formal voltado para carros antigos. A iniciativa foi bem sucedida: mesmo recente, o clube já reúne mais de 350 sócios. “Meu sonho era fundar esse clube e hoje já somos o maior carros antigos do Brasil”, afirma Arnóbio. A entidade faz encontros em todos os terceiros sábados de cada mês.

Ele destaca a importância do Shopping Eusébio, lembrando que, na época, havia a somente a ideia de criar o clube, mas uma das demandas era um local com estrutura para receber os encontros dos futuros sócios. Por isso, a chegada do shopping ao município foi a oportunidade que faltava para colocar em prática o desejo. Graças ao centro comercial, o projeto engatou e permitiu acelerar os planos de fundação do Eusébio Classic Car.

Serviço
50º Encontro do Eusébio Classic Car e festa do bloco “Sai da frente que não tem freio”
Data: Sábado, 16/02
Horário: 16h às 21h
Local: Pátio do Shopping Eusébio (Av. Eusébio de Queiroz, 1890, Tamatanduba, às margens da CE-040)
Acesso: GRATUITO

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Coleção de miniaturas: os pequenos notáveis

Por silviomauro em Sem categoria

13 de Fevereiro de 2019

“DESCULPEM, MAS ACEITO CONVITE PARA AMIZADES APENAS DE COLECIONADORES DE MINIATURAS”. Esta introdução da página no Facebook do médico cearense Suitberto Sobreira Junior, mais conhecido como Suit Júnior, reproduzida exatamente como a original (com todas as maiúsculas), resume bem para que ele mantém sua presença na rede social: Apenas para divulgar e trocar ideias com quem divide com ele a paixão pelas miniaturas de carros.

E não são poucos, vale ressaltar. O grupo mais ativo do qual Suit Junior participa, o BR Autos Miniaturas (www.facebook.com/groups/BRAutosminiaturas/), tem mais de 18 mil deles. É verdade que nem todos são colecionadores, mas acompanham com atenção as muitas postagens que ocorrem todo dia, com imagens em vários ângulos dos carrinhos. Algumas reproduções são tão fiéis dos veículos originais que ficaria difícil, para leigos, saber se são miniaturas ou automóveis reais. O número de membros do BR Autos Miniaturas impressiona ainda mais pelo fato de ser um grupo fechado, ou seja, para entrar é preciso ser convidado por quem já está lá.

Com uma coleção de 600 modelos, alguns dos quais ilustram esta matéria, Suit Junior costuma vencer com certa frequência os desafios semanais do grupo, que dão direito a uma imagem das miniaturas do vencedor na capa da página do grupo. Esses desafios podem ser, por exemplo, das traseiras ou das frentes dos carrinhos. De acordo com Cléverton Sobreira, um dos administradores do BR Autos Miniaturas, a comunidade foi criada em 2016 e se mantém bastante ativa desde então, inclusive com membros de fora do Brasil.

“A galera troca dicas de quais miniaturas são melhores, como iniciar uma coleção, locais confiáveis de vendas e coleções lançadas. É um espaço voltado para o hobby de colecionar miniaturas”, explica ele, ressaltando que todas as interações são apenas virtuais, ou seja, não há encontros de colecionadores, nem mesmo dos que moram na mesma cidade.

Um detalhe interessante é que os aficionados não se contentam em comprar as miniaturas já prontas. Eles mexem nos carros, incrementam, colocam acessórios como spoilers e aerofólios e divulgam as atividades no grupo. Suit Junior, por exemplo, mantém uma “oficina” em casa para fazer as mudanças nos seus modelos. Segundo ele, colecionar miniaturas tem algumas vantagens em relação a outro hobby conhecido entre os amantes de veículos, que é o antigomobilismo – que consiste em possuir e manter veículos reais com no mínimo 30 anos de idade.

“Quando você lida com carros reais, uma grande alegria é quando troca. Mas depois de seis meses, você já cansou dele. Com as miniaturas, você pode mexer, criar acessórios. É uma terapia. Além do mais, elas não têm IPVA nem gasto com manutenção”, explica. Suit Junior revela que o único problema que já teve com o hobby foi a empolgação. “Já teve época em que eu comprava seis miniaturas por mês. Minha esposa me controlou e não faço mais isso”, brinca.

Falando em peso no bolso, apesar de incomparavelmente mais em conta que o antigomobilismo, o hobby de colecionar miniaturas não é exatamente um hábito barato. As opções mais em conta saem por algo próximo de 200 reais. “As mais caras beiram os R$ 3 mil”, afirma Cléverson. Ele ressalta que o preço vai depender de alguns fatores, como tamanho, material usado e nível de detalhes. Alguns modelos chegam a reproduzir o motor com tamanha fidelidade que até os cabos de velas são colocados.

O tamanho, explica o administrador do BR Autos Miniaturas, é calculado pela proporção. Os mais frequentes, de acordo com ele, são 1:64, 1:43, 1:24 e 1:18. A fração representa o quanto a miniatura é menor que o carro real, ou seja, 1:18, por exemplo, significa que ela é 18 vezes menor que o veículo.

Os materiais mais comuns, segundo os colecionadores, são o metal, o plástico e a resina. As que são feitas com o primeiro elemento costumam ser as mais caras, mas o nível de detalhamento também influencia bastante o preço. As compras dos colecionadores são feitas pela internet e os modelos podem vir de fábricas alemãs, italianas e – principalmente – chinesas.

Para quem confunde uma miniatura com um brinquedo, Cléverson explica que há diferenças significativas. “As miniaturas são peças de coleção, com muitos detalhes, e esses detalhes são frágeis, por isso não são recomendados para crianças”. Além disso, Suit Junior dá uma ideia de como, realmente, o hobby é para “crianças grandes”. Ele avalia que sua coleção, iniciada há 29 anos, vale pelo menos 150 mil reais.

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Sonhos de consumo: veja modelos e marcas mais buscados no Google em 2018

Por silviomauro em Curiosidades

07 de Fevereiro de 2019

Os carros e marcas com os quais os brasileiros sonham são efetivamente os que eles podem comprar? Existe uma equivalência entre os interesses dos consumidores nacionais e o comportamento das vendas? Movidos por esta curiosidade, pedimos ajuda ao Google, maior mecanismo de buscas do mundo, para saber o que as pessoas mais pesquisam em seu site quando o assunto é automóvel.

Também pedimos à gigante da tecnologia os dados dos consumidores cearenses, para saber se eles coincidem com as médias nacionais. Considerando apenas o universo dos automóveis (aí incluídos os SUVs), há coincidências e resultados interessantes. Volkswagen e GM, as duas marcas mais vendidas do mercado nacional, também são as que despertam mais interesse nas buscas, embora com uma inversão: primeira no ranking de vendas, a GM aparece depois da Volkswagen nas buscas. No Ceará, no entanto, a posição das montadoras nas buscas é a mesma das vendas, com a GM em primeiro.

A partir da terceira posição, no entanto, aparecem detalhes curiosos nas buscas. A Honda, marca de carros com valor mais alto e que não tem nenhum modelo na faixa dos “populares” compactos, está na oitava posição do mercado quando o assunto é total de unidades comercializadas. Mas em relação ao interesse dos consumidores, ela é a terceira marca mais procurada no Brasil e a quarta no Ceará. Será que um modelo compacto e mais em conta da montadora japonesa faria sucesso por aqui? Parece que sim.

O Google também confirma um dado que é facilmente perceptível no Ceará: o fascínio dos consumidores de carros do Estado pela marca e pelos modelos da Toyota – especialmente o Corolla e a Hilux. No ranking dos sedans mais buscados em todo o país, o Honda Civic é o primeiro. Já nas buscas cearenses, o Corolla é o líder. No caso das picapes, o fenômeno é parecido. Quando são consideradas as pesquisas de todo o território nacional, a Volkswagen Saveiro e a Fiat Toro são as primeiras do ranking e a Hilux aparece em terceiro. Já no “país Ceará”, a picape da marca japonesa é a líder inconteste.

Em outra informação fornecida pelo site, a que revela os modelos mais buscados em geral (sem considerar o segmento), o desejo dos cearenses pelos modelos da Toyota se revela. No cenário nacional, o carro mais buscado é o GM Ônix. Depois dele vem o Honda Civic. O Corolla aparece na 5ª posição. Já no Ceará, o modelo da Toyota é o segundo no ranking de interesse, e o Civic não figura nem entre os 10 primeiros.

Outra peculiaridade dos consumidores cearenses, que é o deslumbramento por carros que denotem status pelo tamanho e pelo preço, se revela nas pesquisas do Google. No ranking nacional de buscas, não aparece nenhum SUV. Já no cearense estão presentes o Hyundai Creta e – sempre ela – a picape Hilux.

Uma característica das buscas que coincide com as vendas no mercado é a concentração em um universo limitado de marcas. Apesar de 24 marcas estarem presentes nos membros da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), entidade que concentra os produtores de veículos do País, 94% do mercado está concentrado em 10 delas: GM, Volkswagen, Ford, Hyundai, Renault, Fiat, Toyota, Honda, Jeep e Nissan. E são basicamente essas que aparecem entre as mais buscadas pelos consumidores, tanto se considerarmos o cenário nacional quanto o cearense. As marcas chinesas, por exemplo, que vêm tentado conquistar a confiança dos consumidores, ainda não parecem ter despertado interesse.

Uma conclusão final que se pode tirar da pesquisa é a seguinte: os consumidores, tanto em nível nacional como local, precisam saber que o mercado é vasto e muitos produtos merecem ser mais conhecidos. Menos concentração no interesse por modelos e marcas certamente ajudaria a aumentar a concorrência e, quem sabe, resultar em carros um pouco menos caros para todos.

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Volkswagen vai apresentar buggy elétrico no Salão de Genebra

Por silviomauro em Curiosidades

31 de Janeiro de 2019

A Volkswagen anuncia que irá expor, no 89° Salão Internacional de Genebra, entre 7 a 17 de março, o modelo conceito (carro feito para que as montadoras apontem as tendências de seus investimentos) de um buggy totalmente elétrico. De acordo com a montadora, o veículo remete aos antecessores que começaram na California, nos Estados Unidos. Eles eram feitos usando o chassi do Fusca como base. Essa moda, vale ressaltar, fez sucesso no Brasil até a década de 1990. Em Fortaleza, os buggies da Fyber fizeram muito sucesso.

Batizada de MEB, a reinterpretação do buggy é fiel às origens: não tem teto fixo nem portas convencionais, as rodas são calçadas com pneus off-road e as soleiras laterais são abertas. “Um buggy é mais do que um carro. É vibração e energia em quatro rodas. Esses atributos estão encorpados em um novo e-buggy, que demonstra como pode ser a interpretação moderna e não-retrô de um clássico. E, mais do que qualquer outra coisa, a ligação emocional que a mobilidade elétrica pode criar”, afirma Klaus Bischoff, Head Designer da Volkswagen.

Com o modelo, a Volkswagen afirma que a plataforma totalmente elétrica pode ser usada não só para modelos de produção em série de larga escala. “Assim como o chassi do Fusca no passado, a matriz modular para veículos elétricos tem potencial para facilitar o desenvolvimento de séries de nicho em baixo volume”, informa a montadora.

O histórico de veículos recreacionais com tecnologia Volkswagen é de longa data: desde modelos conversíveis e carrocerias especiais produzidas por companhias como Hebmüller e Rometsch até o design totalmente aberto feito para o buggy Meyers Manx, o chassi do Fusca permitiu soluções criativas por décadas. Globalmente, cerca de 250 mil unidades foram construídas como modelo único ou de baixo volume ao longo da década de 1980.

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Toyota faz recall gigantesco para troca de peça do airbag

Por silviomauro em Serviço

24 de Janeiro de 2019

A Toyota do Brasil informa que iniciou hoje (24 de janeiro) a campanha de divulgação de um recall para a troca dos deflagradores de airbags de motoristas e passageiros. Ela envolve os modelos Corolla, Fielder, Etios hatch e sedã, Hilux e SW4 que foram fabricados entre 2015 e 2017. São 379.689 unidades e um total previsto de 527.595 reparos.

De acordo com a montadora, no decorrer de uma investigação realizada pelo fornecedor, no Japão, constatou-se a degradação da substância propelente do deflagrador após longos períodos de exposição dos veículos a altas temperaturas, grandes variações de temperatura ou a alta umidade relativa do ar. Isso torna o deflagrador mais suscetível ao acionamento inadequado, no caso de colisão do veículo, o que pode provocar a ruptura da carcaça do deflagrador com a dispersão de fragmentos metálicos junto com a bolsa do airbag.

Os riscos são de lesões físicas graves ou até mesmo fatais para motorista, passageiro e demais ocupantes do veículo. no caso de colisão frontal com a deflagração inadequada da bolsa do airbag.

O tempo de reparo na concessionária é estimado entre 1 hora e meia a 5 horas. As trocas começarão a ser feitas a partir do próximo dia 28. Os proprietários devem entrar em contato com uma concessionárias autorizada para fazer o agendamento.

AUTORIZADAS TOYOTA NO CEARÁ
Fortaleza
Av. da Abolição nº 5.301, Mucuripe
recepcaoabo@newland.com.br
(85) 40086900

Av. Washington Soares, 1.550 loja 02, Edson Queiroz
recepcaows@newland.com.br
(85) 40051400

Juazeiro do Norte
Av. Padre Cícero, 2980 km 2, Triângulo
recepcaojua@newland.com.br
(88) 21013000

Sobral
Avenida Monsenhor José Aloisio Pinto, 1100, Dom Expedito
sobral@newland.com.br
(88) 3677-8100

MODELOS DO RECALL
Modelo: Hilux
Airbag envolvido: Motorista
Data de fabricação: 02/01/2015 a 09/10/2015
Chassis
8AJDY22G* F7007651 a F7010233
8AJEX32G* F4039751 a F4040512
8AJEX39G* F3001418 a F3004319
8AJFX22G* F6005170 a F6005183
8AJFX29G* F6607506 a F6609485
8AJFY22G* F8020976 a F8028378

8AJFY29G* F8580373 a F8593513

Modelo: SW4
Airbag envolvido: Motorista
Data de fabricação: 02/01/2015 a 26/09/2015
Chassis
8AJYY59G* F6529299 a F6533154
8AJZX62G* F5008357 a F5011519

Modelo: COROLLA
Airbag envolvido: Motorista
Data de fabricação: 12/01/2015 a 24/02/2017
9BRBD3HE* F0250222 a H0346194
9BRBDWHE* F0250219 a H0346204
9BRBLWHE* F0022220 a H0104445

Airbag envolvido: Passageiro
Data de fabricação: 31/05/2002 a 12/02/2008 e 15/01/2014 a 14/02/2014
Chassis
9BR53ZEC* 38500021 a 88714544
9BRBD48E* E2642174 a E2645306
9BRBL42E* E4789171 a E4789171

Modelo: FIELDER
Airbag envolvido: Passageiro
Data de fabricação: 06/04/2004 a 17/07/2008
Chassis
9BR72ZEC* 58546105 a 88716911

Modelo: ETIOS (HATCH/SEDAN)
Airbag envolvido: Motorista
Data de fabricação: 12/01/2015 a 22/03/2017
9BRB29BT* F2069073 a J2157627
9BRK19BT* F2045057 a J2091289
9BRK29BT* F0051748 a J0120598

Airbag envolvido: Passageiro
Data de fabricação: 12/01/2015 a 31/03/2017
Chassis
9BRB29BT* F2069095 a J2159198
9BRK19BT* F2045057 a J2092024
9BRK29BT* F0051790 a J0121630

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Fórum Econômico Mundial em Davos usa carros totalmente elétricos da Audi

Por silviomauro em Curiosidades

22 de Janeiro de 2019

Uma medida simbólica dos novos tempos de preocupação com o meio ambiente está dando visibilidade para veículos não poluentes. Como parceira de transporte do Fórum Econômico Mundial, que está sendo realizado em Davos, a Audi forneceu uma frota de 50 Audi e-trons para o encontro.

“Estamos com foco em soluções de mobilidade sustentável para o futuro,” enfatiza o Presidente do Conselho de Administração da Audi AG, Bram Schot. “No Fórum Econômico Mundial desse ano podemos apresentar a nossa definição de mobilidade elétrica ao vivo e possibilitar que muitas pessoas a vivenciem diretamente.”

O Audi e-tron é o primeiro modelo totalmente elétrico produzido em série pela montadora. Mais de 20 mil reservas já foram recebidas para ele, que chegará aos showrooms da Europa na próxima semana. Com a frota de transporte em Davos, um dos objetivos da empresa é mostrar a praticidade do carro no clima e na topografia desafiadores da região.



A Audi também aproveitou o evento para divulgar um projeto de pesquisa de reuso de baterias de carros elétricos. Foram levados três contêineres de recarga móvel com potência total de 700 kW e capacidade de 1.14 MWh, que garantirão o fornecimento rápido de eletricidade para a frota. Após o término da fase de utilização nos carros, as baterias de alta-voltagem continuam a ser adequadas para várias aplicações de armazenagem de energia.

O projeto, segundo a Audi, é parte do seu compromisso com os valores da Aliança Global de Bateria do Fórum Econômico Mundial, que a montadora integra desde 2017. Ela almeja assegurar a sustentabilidade social e ecológica das matérias-primas usadas nas baterias. A Aliança contem diretrizes para as condições de extração da matéria-prima, conceitos sustentáveis de reciclagem (economia de ciclo fechado) e inovações que promovam a sustentabilidade da bateria.

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Comparativo – sedans compactos

Por silviomauro em Serviço

11 de Janeiro de 2019

 

 

Já vai relativamente longe o tempo dos antiquados Corsa Classic, Siena e Fiesta Sedan. Hoje os principais sedans de entrada do mercado brasileiro são modelos com mais itens de conforto, design renovado e motores pequenos, mas dispostos. Mas qual se adequa ao seu gosto e sua necessidade? O que é mais importante, preço, espaço ou equipamentos? Auto Revista Ceará fez um levantamento das principais características dos seis modelos mais vendidos do mercado brasileiro.

Foram consideradas as versões mais básicas e baratas possíveis que tivessem equipamento de som e pintura metálica ou perolizada, já que em todos os modelos pesquisados os itens direção hidráulica (ou elétrica), vidros elétricos dianteiros e ar condicionado já são de série. Todas as versões, à exceção do Nissan Versa, foram montadas nos sites das montadoras.

No Versa, fizemos consulta a concessionária local para incluir a configuração e checar o preço. É importante lembrar que os preços de todos os carros são de tabela, ou seja, é possível que haja descontos promocionais nas revendas. Todas as informações sobre os principais itens foram obtidas nos sites das montadoras.

Foram considerados apenas os números de potência e torque com gasolina, já que usar álcool em Fortaleza há muitos anos não é vantajoso economicamente por causa do preço deste último combustível. Em relação ao consumo, não foram considerados os números fornecidos pelas montadoras, porque os índices reais dependem de várias condições de uso e podem variar consideravelmente de acordo com cada motorista.

Veja o comparativo abaixo, listado em ordem decrescente de posição no ranking dos campeões de vendas.

Chevrolet Prisma

O sedan compacto mais comercializado do Brasil segue o sucesso do “irmão” Ônix e é o mais vendido do país em sua categoria. Isso significa duas coisas: bom preço de revenda e facilidade de encontrar peças, pelo grande volume de carros circulando. O Prisma se destaca pelo design moderno, o câmbio de 6 marchas e o segundo maior porta-malas de todos os modelos pesquisados, perdendo apenas para o Fiat Cronos. O câmbio, vale ressaltar, é o único com seis velocidades e representa uma vantagem: esse tipo de recurso está diretamente ligado com melhor desempenho e menor consumo, já que o motor tem um estágio a mais para diminuir os giros. Este modelo tem uma versão Joy, de entrada, que está disponível no site da GM, mas ela não tem sistema de som instalado nem opção de incluí-lo. Portanto, para o comparativo foi colocada a versão LT 1.4. Considerando esta configuração, o Prisma é o mais caro entre todos os pesquisados neste comparativo.

Modelo LT 1.4
Preço R$ 61.780,00

Principais itens
Camera de Ré
Transmissão manual de seis velocidades
Chevrolet MyLink, com Tela LCD sensível ao toque de 7″, integração com smartphones através do Android Auto e Apple CarPlay, Radio AM-FM, Entrada USB e Aux-in, Função Audio Streaming, Conexão Bluetooth para Celular e configurações do veículo
Alarme Anti-furto
Lanterna de neblina
Monitoramento de pressão de pneus
Espelhos retrovisores externos elétricos
Abertura do porta malas por controle remoto
Sensor de estacionamento traseiro
Trava elétrica nas portas
Vidro elétrico nas portas dianteiras com acionamento por “um toque”, anti esmagamento e fechamento
Volante com controle das funções do rádio e telefone
Banco do motorista com regulagem de altura
Banco traseiro rebatível
Computador de bordo

Motor
Número de cilindros 4
Taxa de compressão 12,4
Potência 98 cv (Gasolina) / 106 cv (Etanol) – 6.000 rpm
Torque 13,0 kgf.m (Gasolina) / 13,9 kgf.m (Etanol) – 4.800 rpm
Transmissão
Número de marchas 6
Direção
Tipo Elétrica
Freios
Dianteiros Disco
Traseiros Tambor
Rodas e pneus
Rodas Alumínio
Pneus 185/65 R15
Dimensões
Comprimento (mm) 4.282
Largura (mm) 1.705
Altura (mm) 1.478
Distância entre eixos (mm) 2.528
Tanque de combustível (l) 54
Capacidade do porta-malas (l) 500
Capacidade de carga (kg) 375
Peso em ordem de marcha (kg) 1.048

Ford Ka Sedan

Espaço não é exatamente o destaque deste modelo, que tem o menor porta-malas entre os carros do comparativo e a segunda menor distância entre-eixos (medida que está diretamente ligada ao conforto dos passageiros do banco de trás). Mas tem design bonito e moderno e uma quantidade razoável de recursos e equipamentos para o preço que custa. Além disso, está em segundo lugar nos quesitos potência e torque do motor. Só perde para o Fiat Cronos, mas este último tem motorização 1.3, enquanto o modelo da Ford é 1.0 com apenas três cilindros. Isso significa um projeto moderno e eficiente, que tende a apresentar bom desempenho em relação ao consumo.

Modelo SE 1.0
Preço R$ 51.340

Principais itens
My Connection com Comandos de Voz, Bluetooth®1, entradas USB.
MyFord Dock, compartimento para smartphone com entrada USB
Vidros elétricos dianteiros que sobem ou abaixam com um único toque
Ajuste de altura do banco do motorista
Ajuste de altura do volante
Apoios de cabeça dianteiros com regulagem de altura
Apoios de cabeça traseiros com regulagem de altura 3
Aviso de portas abertas
Aviso dos faróis acesos
Banco traseiro rebatível
Desembaçador do vidro traseiro
Iluminação do porta-luvas
Iluminação do porta-malas
Luz de cortesia Dianteira com temporizador
Pára-sol do motorista com espelho de cortesia
Pára-sol do passageiro com espelho de cortesia
Porta-malas com abertura elétrica
Vidro elétrico do motorista com sistema de abertura e fechamento com um toque
Acendimento automático das luzes de emergência após frenagem brusca (EBL)
Alerta de manutenção programada por tempo e/ou quilometragem
Barras de proteção laterais
Cintos de segurança dianteiros com ajuste de altura
Cintos de segurança traseiros laterais e central de 3 pontos
Faróis com temporizador (Follow me Home)
Farol de neblina dianteiro
Freios ABS com EBD
Isofix – ganchos de ancoragem e fita para segurança de cadeiras de crianças
Luz elevada de freio (Brake-light)
PATS – Sistema Ford anti-furto
Trava de segurança para crianças nas portas traseiras
Trava elétrica das portas
Travamento automático das portas
Computador de bordo
Conexão bluetooth
Entrada USB
Limpador do pára-brisa com temporizador e velocidade variável
My Connection com Comandos de Voz
My Ford Dock (com entrada USB para carregamento)
Radio AM/FM

Motor
Número de cilindros 3
Potência 80 cv (Gasolina) / 85 cv (Etanol)
Torque 10,1 kgf.m (Gasolina) / 10,7 kgf.m (Etanol)
Transmissão
Número de marchas 5 Velocidades
Direção
Tipo Elétrica
Freios
Dianteiros Disco
Traseiros Tambor
Rodas e pneus
Rodas Aço
Pneus 175/65 R14
Dimensões
Comprimento (mm) 4.275
Altura (mm) 1.525
Largura (mm) 1.695
Distância entre-eixos (mm) 2.490
Peso bruto total (kg) 1.460
Porta-malas (l) 445
Tanque de combustível (l) 51
Capacidade de carga (kg) 415
Peso em ordem de marcha (kg) 1.045

Volkswagen Voyage

Com visual relativamente “cansado”, já que vem de um projeto de muitos anos, o Voyage resiste bravamente no mercado graças a fatores como o terceiro melhor porta-malas (só perde para o Cronos e o Prisma), ao torque que, se não é grande, aparece em baixas rotações (apenas 3 mil rpm), e à força da marca Volkswagen, sempre associada a robustez. Mas são dele os números mais baixos de capacidade do porta-malas e de potência do motor. Além disso, apenas ele e o HB20S têm direção hidráulica. Todos os demais concorrentes são equipados com direção elétrica, recurso que exige menos do motor (o que influencia na redução do consumo) e também do motorista, já que é mais leve.

Modelo 1.0
Preço R$ 61.115,00

Principais itens
Sistema de alarme com comando remoto
Sensor de estacionamento traseiro
2 Luzes de leitura dianteiras e 2 luzes de leitura traseiras
Coluna de direção com ajuste de altura e profundidade
Espelhos retrovisores externos eletricamente ajustáveis com função tilt-down no lado do passageiro
Espelhos retrovisores externos com luzes indicadoras de direção integradas
Faróis de neblina
Lanternas traseiras escurecidas
Para-sol com espelho iluminado para motorista
Para-sol com espelho iluminado para passageiro
Pneus 195/55 R15
Rodas de liga leve 15″
Tampa do porta-malas com abertura elétrica
Travamento elétrico das portas
Computador de bordo
Sistema de som touchscreen “Composition Touch” com App-connect
Volante multifuncional com comando do sistema de som e “I-System”

Motor
Número de cilindros
Taxa de compressão
Potência 75 cv (Gasolina) / 82 cv (Etanol) – 6.250 rpm
Torque 9,75 kgf.m (Gasolina) / 10,4 kgf.m (Etanol) – 3.000 a 3.800 rpm
Transmissão
Número de marchas 5
Direção
Tipo Hidráulica
Freios
Dianteiros Disco
Traseiros Tambor
Rodas e pneus
Rodas Aço
Pneus 175/70 R14
Dimensões
Comprimento (mm) 4.218
Altura 1.463
Largura (mm) 1.656
Distância entre eixos (mm) 2.467
Capacidade do porta-malas (l) 480
Tanque de combustível (l) 55
Capacidade de carga (kg) 483
Peso em ordem de marcha (kg) 947

HB20 S

O design do HB20S não é tão antigo quanto o do Voyage, mas também já está há bastante tempo no mercado. Há até especulações de que um novo virá em 2019. Também como o Voyage, o HB20S tem direção hidráulica, ao invés da elétrica que equipa os demais concorrentes deste comparativo. Mas ele continua sendo um carro bonito e de visual moderno. Além disso, o motor tem bloco e cabeçote em alumínio (mais leve e resistente do que o aço) e é resultado de um projeto moderno, com apenas três cilindros. O carro também vem equipado com uma quantidade razoável de equipamentos, com boa relação custo-benefício. Por fim, é o que tem o menor preço entre todos os carros pesquisados.

Modelo Unique 1.0 Manual
Preço R$ 48.840,00

Principais itens
Isofix – ganchos de ancoragem e fita para segurança de cadeiras de crianças
Coluna de direção colapsável
Vidros elétricos dianteiros e traseiros com função one touch (descida) para motorista
Travas elétricas nas portas e porta-malas
Computador de bordo com 7 funções: autonomia, consumo médio em km/l, consumo instantâneo em km/l, tempo de viagem, hodômetro parcial (x2) e aviso de revisão
Banco do motorista com regulagem de altura
Comando interno de abertura do tanque de combustível
Comando interno de abertura do porta-malas
Rádio blueAudio integrado ao painel com conexão Bluetooth, streaming de áudio, MP3 player, conexões USB e auxiliar e comandos de áudio e telefonia no volante.

Motor
Número de cilindros 3
Taxa de compressão 12,5
Bloco e cabeçote do motor Alumínio
Potência 75 (Gasolina) / 80 cv (Etanol) – 6.200 rpm
Torque 9,4 kgf.m (Gasolina) / 10,2 kgf.m (Etanol) – 4.500 rpm
Transmissão
Número de marchas 5
Direção
Hidráulica
Freios
Dianteiro Disco
Traseiro Tambor
Pneus e rodas
Rodas Aço
Pneus 185/60 R15
Dimensões
Comprimento (mm) 4.230
Largura (mm) 1.680
Altura (mm) 1.470
Distância entre-eixos (mm) 2.500
Capacidade do porta-malas (l) 450
Tanque de combustível (l) 50
Capacidade de carga (kg) 440
Peso em ordem de marcha (kg) 1.010

Cronos

A Fiat simplesmente ignorou a existência do motor 1.0 no seu sedan compacto. Isso faz com seus números sejam bons: são dele os maiores torque e potência. Além disso, é dele o porta-malas mais generoso. Lançado ainda este ano, o Cronos é um dos projetos mais modernos entre todos os veículos do comparativo e tem uma quantidade razoável de equipamentos e recursos tecnológicos.

Modelo 1.3 Flex Manual
Preço R$ 58.720,00

Principais itens
Alertas de limite de velocidade e manutenção programada
Banco do motorista com regulagem de altura
Chave canivete com telecomando para abertura das portas, vidros e porta-malas
Computador de Bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso)
Desembaçador do vidro traseiro temporizado
Drive by Wire (Controle eletrônico da aceleração)
ESS (Sinalização de frenagem de emergência)
Follow me home
Isofix – ganchos de ancoragem e fita para segurança de cadeiras de crianças
HSD (High Safety Drive) – Airbag duplo (motorista e passageiro) e ABS com EBD
Iluminação do porta-malas
Quadro de instrumentos 3,5″ com relógio digital, calendário e informações do veículo em TFT personalizável
Rádio Connect AUX/USB/MP3/AM/FM, Audio Streaming, Viva-voz Bluetooth
Volante com comandos do rádio e telefone
Sistema de monitoramento de pressão dos pneus
Travamento automático a 20 km/h
Indicador de portas abertas
Vidros elétricos dianteiros com one touch e antiesmagamento
Volante com comandos de rádio e telefone
Volante com regulagem de altura

Motor
Número de cilindros 4
Taxa de compressão 13,2:1
Potência 101 cv a 6.000 rpm (Gasolina)/ 109 cv a 6.250 rpm (Etanol)
Torque 13,7 kgfm (Gasolina)/ 14,2 kgfm (Etanol) – 3.500 rpm
Transmissão
Número de marchas 5
Direção
Tipo Elétrica
Freios
Dianteiros Disco
Traseiros Tambor
Pneus e rodas
Rodas Aço
Pneus 185/60 R15
Dimensões
Comprimento (mm) 4.364
Largura (mm) 1.726
Altura (mm) 1.508
Distância entre-eixos (mm) 2.521
Capacidade do porta-malas (l) 525
Tanque de combustível: 48 l
Capacidade de carga (kg) 400
Peso em ordem de marcha (kg) 1.139

Versa

A própria Nissan já fez, em comerciais, brincadeira com o aspecto “tiozão” dos seus sedans. O Versa não foge à regra e tem um design mais para o conservador, com linhas longas e não muito arrojadas. Pelo menos isso traz uma vantagem: é do modelo a maior distância entre-eixos, entre todos os pesquisados. Nos demais números, ele fica sempre na média, nem próximo dos piores nem dos melhores. Destaque para o motor 1.0 de três cilindros e bloco de alumínio, que

Modelo 1.0 Conforto
Preço: 53.549,00

Principais itens

Comando de áudio e telefone no volante
Bloco de alumínio
Abertura interna do tanque de combustível
Banco do motorista com regulagem de altura
Computador de bordo
Vidros dianteiros elétricos com função “one touch down” para o motorista
Vidros traseiros elétricos
Volante com regulagem de altura
Alarme com acionamento por controle remoto
Alarme de advertência sonora para chave no contato e lanternas acesas
Bloqueio de ignição através de imobilizador do motor
Trava elétrica com acionamento por controle remoto
Travamento automático das portas e do porta-malas com o veículo em movimento
Conexão de músicas via Bluetooth Streaming com comandos no volante
Rádio CD Player com função RDS, entrada auxiliar para MP3 Player/iPod e conector USB Retrovisores externos com regulagem elétrica

Motor
Número de cilindros 3
Taxa de compressão 11,2:1
Potência 77 cv – 6.200 rpm (Etanol/Gasolina)
Torque 10 kgf.m – 4.000 rpm (Etanol/Gasolina)
Transmissão
Número de marchas 5
Direção
Tipo Elétrica
Freios
Dianteiros Disco
Traseiros Tambor
Pneus e rodas
Rodas Aço
Pneus 185/65 R15
Dimensões
Comprimento (mm) 4.492
Largura (mm) 1.695
Altura (mm) 1.506
Distância entre eixos (mm) 2.600
Capacidade do porta-malas (l) 460
Tanque de combustível (l) 41
Peso em ordem de marcha 1.056,2 kg

 

 

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Golf: exemplo bem sucedido de tecnologias autônomas

Por silviomauro em Test-drive

20 de dezembro de 2018

Já ouviu falar em carros que andam sozinhos? Em tempos de tantos debates e notícias sobre as tecnologias de veículos autônomos, é muito interessante quando se tem, no Brasil, país no qual as novidades da indústria automotiva demoram a chegar, oportunidade de conhecer algumas prévias do que o futuro nos reserva na área de carros que irão dirigir por nós. O Volkswagen Golf, hatch médio que tivemos oportunidade de guiar por alguns dias em Fortaleza, é um exemplo de modelo que está, a um preço, digamos, relativamente acessível para parte do público consumidor, trazendo mais para perto de nós esse universo.

Isso porque o veículo é equipado com um recurso que foi o que mais chamou a atenção em todo o test-drive. Ele se chama “piloto automático adaptativo” (a sigla é ACC, de Automatic Cruise Control) e sua tecnologia usa um radar para acompanhar a velocidade dos carros ao redor. O motorista escolhe uma velocidade limite e o Golf vai seguindo o trânsito. Se os outros reduzem, ele faz o mesmo. Se aceleram, sua velocidade também aumenta. E se o veículo da frente para completamente, o modelo da Volkswagen para e manda o motorista apertar o freio para encerrar a operação.

O ACC não é uma novidade no Golf, está presente como opcional de algumas versões desde 2016. Mas a sensação de experimentar o recurso no dia-a-dia, vendo como ele pode facilitar a vida nos cansativos percursos do trânsito de Fortaleza, foi um alento e tanto. Na BR 116, via que tem trânsito expresso (sem semáforos), foram cerca de 5 km andando com o Golf sem a necessidade de apertar qualquer pedal.

O recurso se torna mais interessante pelo fato do Golf ser o único, entre os três hatchs médios mais vendidos do mercado, a oferecê-lo. No ranking de emplacamentos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) que pesquisamos, o carro da Volkswagen está em terceiro, ficando atrás do Chevrolet Cruze e do Ford Focus. E destes dois, apenas o Focus tem um tecnologia que se aproxima, mas não é tão evoluída quanto a do Golf: chama-se Active City Stop e faz apenas a frenagem do veículo em caso de detecção do perigo de uma batida.

A versão guiada foi a Highline 1.4 TSI equipada com os opcionais “Rodas de liga leve aro 17”, “Teto solar elétrico” e “Pacote Premium”. É neste último que vem o ACC. O pacote também inclui recursos como “Park Assist” (assistente de estacionamento automático) e “Detector de fadiga”. Com todos os opcionais citados mais pintura metálica, o valor do carro (obtido no montador virtual do site da Volkswagen) é R$ 131.090,00.

Este conjunto de tecnologias que tornam o Golf mais autônomo, aliados ao câmbio automático de seis velocidades, à direção elétrica levíssima e ao sistema Start&Stop, que desliga o motor quando o carro para no trânsito para economizar energia, deixa a tarefa de dirigir bem mais leve. Na loucura do trânsito da cidade, acreditem, isso faz enorme diferença. E leva o motorista sonhar com o dia em que ele irá no banco de trás, de preferência dormindo, enquanto o carro o transporta para seu destino.

Vale ressaltar, no entanto, que mesmo que um dia o Golf consiga ficar completamente autônomo, é bom que a Volkswagen deixe sempre disponível a opção de dirigi-lo. O motor 1.4 TSI é diversão na certa. Com um ronco discreto, mas agradavelmente perceptível, ele traz a potência e o torque na medida certa, deixando o carro extremamente leve e com o comportamento de um pequeno foguete ao menor toque mais empolgado no acelerador. Isso garante a esportividade que os amantes do automobilismo (como é o nosso caso) possam se deleitar.

Este motor, aliás, é representativo de outra tendência da indústria automobilística, além da autonomia veicular que já citamos: a combinação de muita potência e torque (150 cv a 4.500 rpm e 25,5 kgfm a apenas 1.500 rpm) com o recurso do turbo, que otimiza o processo de combustão, e a baixa cilindrada. Toda essa combinação resulta em um carro que precisa de pouco toque no acelerador para responder bem e, por isso, economiza combustível. No nosso caso,  foram quase 10 dias rodando com o carro e o tanque, de 51 litros, não chegou nem a 1/4 .

Um detalhe adicional sobre o comportamento do motor é o silêncio com que ele trabalho e a quase total ausência de qualquer vibração. Isso, inclusive, levou a um fato curioso. O Golf que guiamos, como já foi dito, era equipado com o Start&Stop, que desliga o carro automaticamente quando ele não está em movimento. Como o motor é extremamente silencioso, não era possível identificar, quando chegávamos em alguma garagem, se ele estava desligado ou não. Era preciso sempre olhar o conta-giros no painel para saber se ele estava indicando algum funcionamento e se era preciso acionar o botão de desligamento.

O Golf está inserido em um segmento que não vende muito, considerando os números globais do mercado brasileiro. Mas é, sem dúvida, um ícone da Volkswagen por várias de suas características, como esportividade, conforto, luxo, estabilidade e robustez. Tanto que a Volkswagen, quando lançou o Polo, fez questão de dizer que ele era uma espécie de “mini Golf” apelando para o imaginário dos consumidores que sonham com um Golf, mas não podem compra-lo. Vamos torcer, então, para que os recursos de condução autônoma deste maravilhoso modelo cheguem o quanto antes não só para o Polo mas para outros veículos de preço mais acessível da montadora.   

 

Golf

Ficha técnica – Golf Highline 1.4 TSI

Motor
Cilindrada 1.395 cm³
Potência 150 cv (G) / 150cv (E) – 4.500 rpm
Torque 25,5 kgfm (G) / 25,5 (E) – 1.500 rpm
Freios
Dianteiros Disco ventilado
Traseiros Disco
Principais dimensões
Comprimento (mm) 4.255
Distância entre eixos (mm) 2.638
Largura (mm) 1.799
Altura mm 1.468
Peso em ordem de marcha (kg) 1.279
Carga útil máxima (kg) 551
Capacidade do porta-malas (l) 313
Direção
Tipo Elétrica
Transmissão
Automática de 6 velocidades
Rodas e pneus
Rodas 6,5Jx16 / 7,0Jx17
Pneus 205/55 R16 / 225/45 R17

Preço (montado no site da Volkswagen)
R$ 121.190,00

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Carros flex: saiba mais sobre eles

Por silviomauro em Curiosidades

11 de dezembro de 2018

Em 2003, o Brasil conheceu a tecnologia dos veículos bicombustíveis a partir da entrada no mercado do Volkswagen Gol TotalFlex. No mesmo ano, a empresa lançaria o Fox, também com o mesmo recurso. Aos poucos, as outras montadoras foram seguindo o exemplo da pioneira e os modelos também conhecidos como carros flex foram ganhando a confiança dos consumidores em relação à eficiência e à qualidade dos motores.

Hoje, praticamente todos os automóveis fabricados no Brasil vêm com a disponibilidade de rodar com gasolina ou álcool. No texto a seguir, veja informações sobre o modo de funcionamento deles, suas particularidades e alguns cuidados necessários para garantir que, quando for colocar, por exemplo, seu Prisma usado bicombustível à venda, ele esteja em ótimo estado para garantir um bom preço.

Uma das primeiras características a destacar em relação ao motor bicombustível é que ele funciona praticamente da mesma maneira independentemente da mistura que estiver no tanque (100% gasolina, 100% álcool ou partes de cada um). Há um leve ganho de potência e torque com o álcool, mas é quase imperceptível para o motorista, porque a diferença é mínima. Nas fichas técnicas dos veículos, disponíveis nos sites das montadoras, é possível conferir como o ganho com o álcool é quase insignificante, de apenas 1% ou 2% em relação à gasolina.

Outro dado importante para carros flex é a relação custo-benefício na hora de abastecer. A regra geral é usar a fórmula dos 70%: como o álcool rende menos que a gasolina, o recomendável é usar o primeiro combustível apenas no caso do seu preço ser menor que 70% do preço do segundo. Mas como o consumo de um carro depende de muitos fatores, o ideal, mesmo, é encher o tanque com álcool, verificar quanto o carro anda com ele e fazer o mesmo com a gasolina. E depois dessas duas ações, verificar qual combustível, considerando as diferenças, resultou em maior economia para o bolso.

Em relação à vida útil do motor, embora o álcool seja um combustível mais corrosivo do que a gasolina, os veículos flex modernos vêm preparados para lidar com essa característica e seu uso exclusivo não significa desgaste dos componentes do motor. O sistema, vale lembrar, é projetado para funcionar com qualquer quantidade de ambos os combustíveis.

Para mais esclarecimentos sobre o universo dos carros flex, seguem abaixo respostas para algumas dúvidas que podem surgir em relação a eles:

É possível fazer alteração em qualquer tempo de um combustível para o outro?

Sim. O sistema de injeção identifica qual combustível foi colocado no tanque e assim regula os parâmetros para obter o melhor rendimento possível. Mas é recomendável não forçar muito o motor logo que a mudança for feita. Rode um pouco com o veículo de forma suave para que haja o reconhecimento.

Usar sempre apenas um tipo de combustível pode trazer prejuízos para o motor?

Não. É mito a ideia de que o motor do automóvel flex pode “viciar” ao fazer uso de apenas um tipo de combustível.

Qual a utilidade do tanque de partida a frio?

Uma das características da maioria dos carros flex é contar um pequeno tanque de gasolina localizado perto do motor. Sua função é auxiliar a ligação em caso de de haver apenas álcool no tanque e o veículo estar em algum lugar muito frio. Isso acontece porque o álcool tem o ponto de combustão (temperatura na qual um combustível libera vapor em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável) bem maior que a gasolina. No entanto, para quem mora em um lugar quente como Fortaleza, por exemplo, essa preocupação não existe. Vale ressaltar, ainda, que as montadoras têm investido em tecnologias para melhorar o processo e alguns modelos mais novos nem vêm mais com o tanque de partida a frio.

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Carros flex: saiba mais sobre eles

Por silviomauro em Curiosidades

11 de dezembro de 2018

Em 2003, o Brasil conheceu a tecnologia dos veículos bicombustíveis a partir da entrada no mercado do Volkswagen Gol TotalFlex. No mesmo ano, a empresa lançaria o Fox, também com o mesmo recurso. Aos poucos, as outras montadoras foram seguindo o exemplo da pioneira e os modelos também conhecidos como carros flex foram ganhando a confiança dos consumidores em relação à eficiência e à qualidade dos motores.

Hoje, praticamente todos os automóveis fabricados no Brasil vêm com a disponibilidade de rodar com gasolina ou álcool. No texto a seguir, veja informações sobre o modo de funcionamento deles, suas particularidades e alguns cuidados necessários para garantir que, quando for colocar, por exemplo, seu Prisma usado bicombustível à venda, ele esteja em ótimo estado para garantir um bom preço.

Uma das primeiras características a destacar em relação ao motor bicombustível é que ele funciona praticamente da mesma maneira independentemente da mistura que estiver no tanque (100% gasolina, 100% álcool ou partes de cada um). Há um leve ganho de potência e torque com o álcool, mas é quase imperceptível para o motorista, porque a diferença é mínima. Nas fichas técnicas dos veículos, disponíveis nos sites das montadoras, é possível conferir como o ganho com o álcool é quase insignificante, de apenas 1% ou 2% em relação à gasolina.

Outro dado importante para carros flex é a relação custo-benefício na hora de abastecer. A regra geral é usar a fórmula dos 70%: como o álcool rende menos que a gasolina, o recomendável é usar o primeiro combustível apenas no caso do seu preço ser menor que 70% do preço do segundo. Mas como o consumo de um carro depende de muitos fatores, o ideal, mesmo, é encher o tanque com álcool, verificar quanto o carro anda com ele e fazer o mesmo com a gasolina. E depois dessas duas ações, verificar qual combustível, considerando as diferenças, resultou em maior economia para o bolso.

Em relação à vida útil do motor, embora o álcool seja um combustível mais corrosivo do que a gasolina, os veículos flex modernos vêm preparados para lidar com essa característica e seu uso exclusivo não significa desgaste dos componentes do motor. O sistema, vale lembrar, é projetado para funcionar com qualquer quantidade de ambos os combustíveis.

Para mais esclarecimentos sobre o universo dos carros flex, seguem abaixo respostas para algumas dúvidas que podem surgir em relação a eles:

É possível fazer alteração em qualquer tempo de um combustível para o outro?

Sim. O sistema de injeção identifica qual combustível foi colocado no tanque e assim regula os parâmetros para obter o melhor rendimento possível. Mas é recomendável não forçar muito o motor logo que a mudança for feita. Rode um pouco com o veículo de forma suave para que haja o reconhecimento.

Usar sempre apenas um tipo de combustível pode trazer prejuízos para o motor?

Não. É mito a ideia de que o motor do automóvel flex pode “viciar” ao fazer uso de apenas um tipo de combustível.

Qual a utilidade do tanque de partida a frio?

Uma das características da maioria dos carros flex é contar um pequeno tanque de gasolina localizado perto do motor. Sua função é auxiliar a ligação em caso de de haver apenas álcool no tanque e o veículo estar em algum lugar muito frio. Isso acontece porque o álcool tem o ponto de combustão (temperatura na qual um combustível libera vapor em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável) bem maior que a gasolina. No entanto, para quem mora em um lugar quente como Fortaleza, por exemplo, essa preocupação não existe. Vale ressaltar, ainda, que as montadoras têm investido em tecnologias para melhorar o processo e alguns modelos mais novos nem vêm mais com o tanque de partida a frio.