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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

Do que se trata o Fortal

Por rodrigogoyanna em Vida

25 de julho de 2017

Não é sobre Bell, Durval ou Ivete, não é e nunca foi. É sobre acreditar que a musica alta emudece a cobrança do dia a dia, sobre quanto você precisa na maioria das vezes não ser você.

Não é sobre pagar caro por um abadá, é ter a certeza de que caro mesmo seria se tornar expectador da felicidade alheia, e ter a nociva sensação de estar vendo a vida passar.

Não é sobre 2 voltas atrás de um caminhão, é esquecer de um caminhão de sentimento que fica estacionado no muro da razão de segunda a sexta, e durante o Fortal, ser motorista do seu próprio destino, assumindo o controle nessa estrada de emoções que a gente insiste em desviar.

Não é sobre olhar pro lado pra ver quem pula mais alto, é sobre olhar pra si, e perceber que não dá pra parar de pular, de cabeça, nesse corredor sem volta, que é brincar de viver.

Não é sobre beijar muitas, é se preocupar pouco com o que isso representa, e acreditar, sem culpa e sem pressão, que qualquer beijo pode ser o primeiro de muitos diferentes, ou quem sabe muitos de uma única só.

É sobre perceber que quando acaba o Fortal, a gente pode sim começar a diversão da vida real, desde que façamos da micareta um professor, e entender que o roteiro do seu show, é você, a estrela da festa, quem faz; porque a voz mais importante ainda é a que vem de dentro, ainda que hoje você insista em não escutar.

Temos nos importado com a opinião de uma platéia acostumada a só vaiar.

Talvez o segredo seja reproduzir a melodia da verdade que você acredita, com os holofotes desligados para quem está ali só para julgar, e deixar tocar na sua banda somente aqueles que não vão desafinar quando seu microfone falhar, porque ainda que isso aconteça, o show tem sempre que continuar.

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Do que se trata o Fortal

Por rodrigogoyanna em Vida

25 de julho de 2017

Não é sobre Bell, Durval ou Ivete, não é e nunca foi. É sobre acreditar que a musica alta emudece a cobrança do dia a dia, sobre quanto você precisa na maioria das vezes não ser você.

Não é sobre pagar caro por um abadá, é ter a certeza de que caro mesmo seria se tornar expectador da felicidade alheia, e ter a nociva sensação de estar vendo a vida passar.

Não é sobre 2 voltas atrás de um caminhão, é esquecer de um caminhão de sentimento que fica estacionado no muro da razão de segunda a sexta, e durante o Fortal, ser motorista do seu próprio destino, assumindo o controle nessa estrada de emoções que a gente insiste em desviar.

Não é sobre olhar pro lado pra ver quem pula mais alto, é sobre olhar pra si, e perceber que não dá pra parar de pular, de cabeça, nesse corredor sem volta, que é brincar de viver.

Não é sobre beijar muitas, é se preocupar pouco com o que isso representa, e acreditar, sem culpa e sem pressão, que qualquer beijo pode ser o primeiro de muitos diferentes, ou quem sabe muitos de uma única só.

É sobre perceber que quando acaba o Fortal, a gente pode sim começar a diversão da vida real, desde que façamos da micareta um professor, e entender que o roteiro do seu show, é você, a estrela da festa, quem faz; porque a voz mais importante ainda é a que vem de dentro, ainda que hoje você insista em não escutar.

Temos nos importado com a opinião de uma platéia acostumada a só vaiar.

Talvez o segredo seja reproduzir a melodia da verdade que você acredita, com os holofotes desligados para quem está ali só para julgar, e deixar tocar na sua banda somente aqueles que não vão desafinar quando seu microfone falhar, porque ainda que isso aconteça, o show tem sempre que continuar.