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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

Vida

Campanha “Natal Solidário” do Supermercado Guará une clientes e fornecedores em ação especial

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing, Vida

05 de dezembro de 2018

O Supermercado Guará uniu fornecedores e clientes em uma corrente solidária na campanha especial de Natal. Até o dia 08 de dezembro, a cada quantidade determinada de venda de produtos pré-selecionados, marcas parceiras farão doações dos mesmos produtos adquiridos pelo público. Junto com o Supermercado Guará, abraçaram a ação as marcas Bauducco, Camil, Chocolatto, Itambé, Kicaldo, MDias Branco e MID. A arrecadação será destinada à Associação Peter Pan, que receberá as doações no dia 18 de dezembro. A estimativa da campanha é conseguir mais de 4 toneladas de alimentos.


Confira a mecânica da ação para cada marca parceira:

* Bauducco: a cada 10 Biscoitos Waffer Bauducco 78g, será doada 1 unidade do mesmo produto.

* Camil: a cada 120 unidades de arroz Camil ou Pai João (pct 1kg), será doada 1 unidade de arroz Pai João parboilizado; a cada 10 latas de Sardinha Pescador (Lt 125g), será doada 1 unidade do mesmo produto; e a cada 2 pacotes de mistura para bolo União (400g), será doada 1 unidade de açúcar refinado União.

* Chocolatto: a cada 10 achocolatados Chocolatto (sch 700g), será doada 1 unidade do mesmo produto.

* Itambé: a cada 3 leites em pó Itambé (integral ou instantâneo – sch 800g), será doado 1 leite em pó Precioso (sch 200g).

* Kicaldo: a cada 30 unidades de feijão carioca Kicaldo (pct 1kg), será doada 1 unidade do mesmo produto.

* MDias Branco: a cada 5 unidades de Bolinho Animados Zoo ou Pelaggio (40g), será doada 1 unidade do mesmo produto; a cada 5 unidades da Lasanha Fortaleza Sêmola (500g), será doada 1 unidade do mesmo produto.

* MID: a cada 10 refrescos em pó MID (25g), será doada 1 unidade do mesmo produto.

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A lição Ana Alice

Por rodrigogoyanna em Relacionamento interpessoal, Vida

07 de setembro de 2017

.Faz 24h que só penso na Ana Alice.

Domingo. 03/09. 16h. Hospital de Messejana. Fim de ação no projeto social.

Entre a sensação de dever cumprido e a vontade de resenhar sobre cada experiência vivida naquele dia, surge do outro lado da passarela, um par de olhos claros, e um sorriso como quem gritasse pra gente ir ali.

Enfermeira: “ vocês querem ir até la?”….Calmaaaaa, me espera!

A cicatriz no meio do peito contava uma história que a gente preferia não ter ouvido, mas o sorriso que não saía do rosto fez com que a gente doasse para aquele coraçãozinho doente, um pouco de sentimento de cada um dos nossos corações.

Ontem recebi a noticia que a Ana Alice virou um anjinho de Deus, e junto com a alegria de haver a conhecido, veio o aprendizado do quanto a gente é medíocre por reclamar mais do que viver.

Com um sorriso no rosto e um rasgão no peito, ela provocou a duvida sobre o que temos feito de nossas vidas: trabalhar até atingir a meta de comprar um carro que outros invejem? Chamar dependência de amor e postar nas mídias sociais? Ser um outdoor ambulante e conquistar seguidor como um prostituto de valores?

Com um coração com bateria para mais algumas horas de vida, a pequena Ana Alice não recusou um abraço. Não soltou um choro. Não reclamou de nada. E não teve tempo pra fazer a vida valer a pena, como a gente tem, e desperdiça.

Meu time não ganhou. Tive poucas curtidas. Minha calça não entra mais. Meu namorado não me quer. Meu chefe não me valoriza. Tudo justificativa que a gente busca, pra de forma ingrata, se declarar que não é feliz.

A gente tem uma vida perfeita, e ainda que problemas existam, é perfeitamente possível com um sorriso no rosto, e sem reclamar de nada, mudar a própria história. A Ana Alice não teve essa chance, e a gente tá jogando fora.

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Do que se trata o Fortal

Por rodrigogoyanna em Vida

25 de julho de 2017

Não é sobre Bell, Durval ou Ivete, não é e nunca foi. É sobre acreditar que a musica alta emudece a cobrança do dia a dia, sobre quanto você precisa na maioria das vezes não ser você.

Não é sobre pagar caro por um abadá, é ter a certeza de que caro mesmo seria se tornar expectador da felicidade alheia, e ter a nociva sensação de estar vendo a vida passar.

Não é sobre 2 voltas atrás de um caminhão, é esquecer de um caminhão de sentimento que fica estacionado no muro da razão de segunda a sexta, e durante o Fortal, ser motorista do seu próprio destino, assumindo o controle nessa estrada de emoções que a gente insiste em desviar.

Não é sobre olhar pro lado pra ver quem pula mais alto, é sobre olhar pra si, e perceber que não dá pra parar de pular, de cabeça, nesse corredor sem volta, que é brincar de viver.

Não é sobre beijar muitas, é se preocupar pouco com o que isso representa, e acreditar, sem culpa e sem pressão, que qualquer beijo pode ser o primeiro de muitos diferentes, ou quem sabe muitos de uma única só.

É sobre perceber que quando acaba o Fortal, a gente pode sim começar a diversão da vida real, desde que façamos da micareta um professor, e entender que o roteiro do seu show, é você, a estrela da festa, quem faz; porque a voz mais importante ainda é a que vem de dentro, ainda que hoje você insista em não escutar.

Temos nos importado com a opinião de uma platéia acostumada a só vaiar.

Talvez o segredo seja reproduzir a melodia da verdade que você acredita, com os holofotes desligados para quem está ali só para julgar, e deixar tocar na sua banda somente aqueles que não vão desafinar quando seu microfone falhar, porque ainda que isso aconteça, o show tem sempre que continuar.

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Do que se trata o Fortal

Por rodrigogoyanna em Vida

25 de julho de 2017

Não é sobre Bell, Durval ou Ivete, não é e nunca foi. É sobre acreditar que a musica alta emudece a cobrança do dia a dia, sobre quanto você precisa na maioria das vezes não ser você.

Não é sobre pagar caro por um abadá, é ter a certeza de que caro mesmo seria se tornar expectador da felicidade alheia, e ter a nociva sensação de estar vendo a vida passar.

Não é sobre 2 voltas atrás de um caminhão, é esquecer de um caminhão de sentimento que fica estacionado no muro da razão de segunda a sexta, e durante o Fortal, ser motorista do seu próprio destino, assumindo o controle nessa estrada de emoções que a gente insiste em desviar.

Não é sobre olhar pro lado pra ver quem pula mais alto, é sobre olhar pra si, e perceber que não dá pra parar de pular, de cabeça, nesse corredor sem volta, que é brincar de viver.

Não é sobre beijar muitas, é se preocupar pouco com o que isso representa, e acreditar, sem culpa e sem pressão, que qualquer beijo pode ser o primeiro de muitos diferentes, ou quem sabe muitos de uma única só.

É sobre perceber que quando acaba o Fortal, a gente pode sim começar a diversão da vida real, desde que façamos da micareta um professor, e entender que o roteiro do seu show, é você, a estrela da festa, quem faz; porque a voz mais importante ainda é a que vem de dentro, ainda que hoje você insista em não escutar.

Temos nos importado com a opinião de uma platéia acostumada a só vaiar.

Talvez o segredo seja reproduzir a melodia da verdade que você acredita, com os holofotes desligados para quem está ali só para julgar, e deixar tocar na sua banda somente aqueles que não vão desafinar quando seu microfone falhar, porque ainda que isso aconteça, o show tem sempre que continuar.