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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

Vida

Encontro na Vila reuniu a atriz Fernanda Rodrigues e influenciadoras para bate-papo sobre maternidade

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing, Marketing Pessoal, Vida

14 de Maio de 2019

A segunda edição do Encontro na Vila, que aconteceu no último fim de semana na Vila Azul do Mar, centro de convivência do Beach Park, reuniu mães de diferentes perfis para falar sobre maternidade real e individualidade das mulheres. A atriz Fernanda Rodrigues, que voltou ao Beach Park com os filhos, Luísa e Bento, e o marido, Raoni, foi uma das convidadas do evento aberto ao público, e integrou a roda de conversa com as influenciadoras Helen Ramos, Shirley Hilgert e Ingrid Machado.

Durante o bate-papo, a atriz falou sobre o dia a dia, as dificuldades em conciliar maternidade, autocuidado e a vida profissional e sobre os projetos que tem para auxiliar outras mães, como o blog Cheguei ao Mundo e o livro recém-lançado, Meu jeito de ser mãe.

“Encontros como esse são o máximo! Amo essas trocas proporcionadas pela maternidade em que paramos para conversar e nos ouvir, porque percebemos que um problema que parece só nosso é algo pelo qual várias mulheres passam no dia a dia. Foi maravilhoso voltar ao Beach Park com a família toda reunida para uma missão tão especial”, comentou a atriz.

A influenciadora e cineasta Helen Ramos, conhecida na internet como Hel Mother, conversou sobre sua experiência como mãe solo, rede de apoio e a realidade da mãe “possível”, tema constante em seus vídeos no YouTube. “Esse tipo de conversa é necessária porque tira um peso de nós, mães, nos mostrando que não existe um tipo só de maternidade, e sim o que cada mulher consegue fazer. Falar sobre essa diversidade é muito bacana e essencial”, ressaltou.

Também participaram do bate-papo a influenciadora e publicitária Shirley Hilgert, autora do blog Macetes de Mãe, e a cearense Ingrid Machado, que conversaram sobre temas como a desromantização da maternidade, a vinda do segundo filho e a necessária rede de apoio para mães.

Sobre o Beach Park Entretenimento

Com mais de 30 anos de história, o Beach Park Entretenimento é um grupo de empresas genuinamente cearense que atua em diversas áreas de lazer e entretenimento. Localizado na praia do Porto das Dunas, a 17 km de Fortaleza, o complexo turístico Beach Park é uma das opções de lazer mais procuradas pelos turistas do país inteiro. Atualmente, ocupa mais de 160 mil m² e reúne um parque aquático, três resorts, um hotel, além de Restaurante de Praia e a Vila Azul do Mar, espaço de convivência e serviços, ambos abertos ao público. O parque aquático, que conta com 18 grandes atrações, recebeu em 2017 a notável marca de um milhão de visitantes. Também foi eleito o 3º melhor parque aquático do mundo e o melhor da América Latina pelos usuários do TripAdvisor em 2017 e 2018 e foi eleita uma das melhores empresas para se trabalhar do Brasil pelo segundo ano consecutivo pelo Prêmio GPTW. Mais que um destino de férias, hoje se consolida como um grupo de entretenimento por meio de suas diversas atuações como a Rádio Beach Park; a Revista Onda Beach Park, o Beach Park Studios – estúdio de animação próprio; e o Ceará Show, primeiro espetáculo musical permanente no estado. Com a preservação do meio ambiente sendo uma de suas prioridades, o Beach Park possui parceria com a Pordunas (Associação do Porto das Dunas), um reconhecimento internacional de gestão ambiental, o selo ISO 14.001 – norma adotada por grandes empresas de todo o mundo que tem o compromisso de reduzir o impacto ambiental e ampliar os negócios.

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Adidas lança tênis do futuro feito de um único material e 100% reciclável

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing, Vida

25 de Abril de 2019

Fãs de corrida sabem muito bem como é fácil se apegar a um tenis que aguenta o “tranco” dos exercícios, e como é triste ter que se desfazer dele depois de tantos usos. Mas e se fosse possível transformá-lo em outro par novinho reaproveitando todo seu material?

Essa é proposta de uma nova linha de tênis de performance da Adidas que é 100% reciclável: o Futurecraft Loop, definido pela fabricante de artigos esportivos como o “primeiro tênis para corrida feito para ser refeito”.

Apresentado nesta semana nos Estados Unidos a um grupo seleto de jornalistas e esportistas, o tênis traz apenas um material em sua composição — um novo tipo de poliuretano termoplástico, que o reveste por inteiro, da língua e cordões à entressola. 

Essa característica facilita a reciclagem do tênis, já que não é preciso separar os componentes do produto por materiais diferentes. Quando estiverem velhos, os tênis poderão ser devolvidos à Adidas. E aí começa a mágica: ao fim de sua vida útil, os calçados serão lavados, moídos em grânulos e dissolvidos em materiais para gerar um novo par.

Para isso, a fabricante precisou desenvolver um processo de criação loop, ou seja, de ciclo de vida fechado, em que as matérias-primas podem ser reutilizadas várias vezes.  Mas, por se tratar de uma senhora inovação na indústria, ainda há muito espaço para atingir o reaproveitamento integral dos materiais.

Embora o tênis seja totalmente reciclável, o material reciclado só pode constituir 10% da próxima geração de sapato para manter seu nível de desempenho no uso. A Adidas espera melhorar esse índice nos próximos anos, para finalmente alcançar o ideal de circularidade do produto, aproveitando todo material do item antigo.

“O que acontece com seus sapatos depois de usá-los? Você os joga fora, exceto que não existe o ‘fora’. Existem apenas aterros e incineradores e, finalmente, uma atmosfera sufocada com excesso de carbono, ou oceanos cheios de lixo plástico”, declarou Eric Liedtke, membro do Conselho Executivo da Adidas.

“O próximo passo é acabar com o conceito de desperdício inteiramente. Nosso sonho é que você possa continuar usando os mesmos sapatos repetidas vezes”, garantiu o executivo em comunicado da marca.

A investida integra o plano de sustentabilidade da empresa de artigos esportivos para reduzir a geração de resíduos de seu processo produtivo, especialmente plástico.

Desde 2015, a marca trabalha em parceria com o programa Parley for the Oceansna produção de calçados feitos com fios e filamentos recuperados e reciclados de lixo plástico marinho e redes de pesca ilegais encontrados nos oceanos. Em 2019, a Adidas produzirá 11 milhões de pares de calçados dentro desse projeto.

Apenas 200 unidades do Futurecraft Loop foram lançadas como parte de um programa piloto. Elas serão testadas por pessoas selecionadas pela marca ao longo dos próximos meses.

Uma segunda geração do modelo deverá ser lançada em 2021, dessa vez para o público geral. Será o início de uma nova forma de comprar e vender o mesmo tênis, de novo, e de novo….e de novo? A conferir.

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Por rodrigogoyanna em Marketing, Vida

21 de Março de 2019

Três notícias recentes envolvendo as questões “oceanos” e “plásticos” chamaram a atenção para um problema assustador. Primeiro, um estudo divulgado durante o Fórum Econômico Mundial em Davos desse ano previu que, em 2050, o oceano terá mais plástico que peixes. E que 99% das aves que consomem animais marinhos também terão plástico em seus estômagos.

Depois, um artigo publicado na revista Royal Society Open Science mostrou resultados de uma pesquisa que encontrou resíduos plásticos em pontos extremamente profundos do oceano, mostrando que a contaminação se alastrou completamente pelo ecossistema, não ficando restrita às baías e superfícies. Os cientistas encontraram plásticos em “pulgas do mar”, que vivem a milhares de metros abaixo da superfície. Esses pequenos organismos são ingeridos por predadores maiores, gerando uma contaminação em toda a cadeia alimentar.

Finalmente, nessa semana,  uma baleia morta encalhada numa praia nas Filipinas foi examinada postumamente por pesquisadores de uma ONG. Eles encontraram cerca  de 40 quilos de plástico em seu estomago. Entre o lixo, 16 sacos de arroz. Não dá para saber se essa foi exatamente a causa da morte, mas certamente tamanha contaminação em seu estômago não fazia bem.

Esses três fatos preocupantes remetem à mais nova campanha da entidade sea Sheperd, ONG focada na conservação da vida marinha. As peças divulgadas pela organização chocam para atrair a atenção para o problema do lixo plástico nos oceanos. As imagens mostram animais marinhos sufocando com uma simples sacola de supermercado, em desespero e agonia.

O texto dos cartazes diz “O plástico que você usa uma vez tortura os oceanos para sempre”. Fato. Se uma sacola plástica jogada indevidamente no mar foi usada apenas por alguns minutos por um consumidor, ela ficará pelo menos uma centena de anos “viva” nas águas, prejudicando muitas espécies marinhas. Tartarugas marinhas, por exemplo, muitas vezes confundem as sacolas com águas-vivas, essas sim seus alimentos naturais. O engano é fatal.

A campanha foi criada pelas agências Tribal Worldwide São Paulo e pela DDB da Guatemala.

Veja as imagens da campanha:

Campanha da entidade Sea Shepherd: alerta para problema do lixo no oceano (Sea Shepherd/Divulgação)

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Campanha “Natal Solidário” do Supermercado Guará une clientes e fornecedores em ação especial

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing, Vida

05 de dezembro de 2018

O Supermercado Guará uniu fornecedores e clientes em uma corrente solidária na campanha especial de Natal. Até o dia 08 de dezembro, a cada quantidade determinada de venda de produtos pré-selecionados, marcas parceiras farão doações dos mesmos produtos adquiridos pelo público. Junto com o Supermercado Guará, abraçaram a ação as marcas Bauducco, Camil, Chocolatto, Itambé, Kicaldo, MDias Branco e MID. A arrecadação será destinada à Associação Peter Pan, que receberá as doações no dia 18 de dezembro. A estimativa da campanha é conseguir mais de 4 toneladas de alimentos.


Confira a mecânica da ação para cada marca parceira:

* Bauducco: a cada 10 Biscoitos Waffer Bauducco 78g, será doada 1 unidade do mesmo produto.

* Camil: a cada 120 unidades de arroz Camil ou Pai João (pct 1kg), será doada 1 unidade de arroz Pai João parboilizado; a cada 10 latas de Sardinha Pescador (Lt 125g), será doada 1 unidade do mesmo produto; e a cada 2 pacotes de mistura para bolo União (400g), será doada 1 unidade de açúcar refinado União.

* Chocolatto: a cada 10 achocolatados Chocolatto (sch 700g), será doada 1 unidade do mesmo produto.

* Itambé: a cada 3 leites em pó Itambé (integral ou instantâneo – sch 800g), será doado 1 leite em pó Precioso (sch 200g).

* Kicaldo: a cada 30 unidades de feijão carioca Kicaldo (pct 1kg), será doada 1 unidade do mesmo produto.

* MDias Branco: a cada 5 unidades de Bolinho Animados Zoo ou Pelaggio (40g), será doada 1 unidade do mesmo produto; a cada 5 unidades da Lasanha Fortaleza Sêmola (500g), será doada 1 unidade do mesmo produto.

* MID: a cada 10 refrescos em pó MID (25g), será doada 1 unidade do mesmo produto.

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A lição Ana Alice

Por rodrigogoyanna em Relacionamento interpessoal, Vida

07 de setembro de 2017

.Faz 24h que só penso na Ana Alice.

Domingo. 03/09. 16h. Hospital de Messejana. Fim de ação no projeto social.

Entre a sensação de dever cumprido e a vontade de resenhar sobre cada experiência vivida naquele dia, surge do outro lado da passarela, um par de olhos claros, e um sorriso como quem gritasse pra gente ir ali.

Enfermeira: “ vocês querem ir até la?”….Calmaaaaa, me espera!

A cicatriz no meio do peito contava uma história que a gente preferia não ter ouvido, mas o sorriso que não saía do rosto fez com que a gente doasse para aquele coraçãozinho doente, um pouco de sentimento de cada um dos nossos corações.

Ontem recebi a noticia que a Ana Alice virou um anjinho de Deus, e junto com a alegria de haver a conhecido, veio o aprendizado do quanto a gente é medíocre por reclamar mais do que viver.

Com um sorriso no rosto e um rasgão no peito, ela provocou a duvida sobre o que temos feito de nossas vidas: trabalhar até atingir a meta de comprar um carro que outros invejem? Chamar dependência de amor e postar nas mídias sociais? Ser um outdoor ambulante e conquistar seguidor como um prostituto de valores?

Com um coração com bateria para mais algumas horas de vida, a pequena Ana Alice não recusou um abraço. Não soltou um choro. Não reclamou de nada. E não teve tempo pra fazer a vida valer a pena, como a gente tem, e desperdiça.

Meu time não ganhou. Tive poucas curtidas. Minha calça não entra mais. Meu namorado não me quer. Meu chefe não me valoriza. Tudo justificativa que a gente busca, pra de forma ingrata, se declarar que não é feliz.

A gente tem uma vida perfeita, e ainda que problemas existam, é perfeitamente possível com um sorriso no rosto, e sem reclamar de nada, mudar a própria história. A Ana Alice não teve essa chance, e a gente tá jogando fora.

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Do que se trata o Fortal

Por rodrigogoyanna em Vida

25 de julho de 2017

Não é sobre Bell, Durval ou Ivete, não é e nunca foi. É sobre acreditar que a musica alta emudece a cobrança do dia a dia, sobre quanto você precisa na maioria das vezes não ser você.

Não é sobre pagar caro por um abadá, é ter a certeza de que caro mesmo seria se tornar expectador da felicidade alheia, e ter a nociva sensação de estar vendo a vida passar.

Não é sobre 2 voltas atrás de um caminhão, é esquecer de um caminhão de sentimento que fica estacionado no muro da razão de segunda a sexta, e durante o Fortal, ser motorista do seu próprio destino, assumindo o controle nessa estrada de emoções que a gente insiste em desviar.

Não é sobre olhar pro lado pra ver quem pula mais alto, é sobre olhar pra si, e perceber que não dá pra parar de pular, de cabeça, nesse corredor sem volta, que é brincar de viver.

Não é sobre beijar muitas, é se preocupar pouco com o que isso representa, e acreditar, sem culpa e sem pressão, que qualquer beijo pode ser o primeiro de muitos diferentes, ou quem sabe muitos de uma única só.

É sobre perceber que quando acaba o Fortal, a gente pode sim começar a diversão da vida real, desde que façamos da micareta um professor, e entender que o roteiro do seu show, é você, a estrela da festa, quem faz; porque a voz mais importante ainda é a que vem de dentro, ainda que hoje você insista em não escutar.

Temos nos importado com a opinião de uma platéia acostumada a só vaiar.

Talvez o segredo seja reproduzir a melodia da verdade que você acredita, com os holofotes desligados para quem está ali só para julgar, e deixar tocar na sua banda somente aqueles que não vão desafinar quando seu microfone falhar, porque ainda que isso aconteça, o show tem sempre que continuar.

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Do que se trata o Fortal

Por rodrigogoyanna em Vida

25 de julho de 2017

Não é sobre Bell, Durval ou Ivete, não é e nunca foi. É sobre acreditar que a musica alta emudece a cobrança do dia a dia, sobre quanto você precisa na maioria das vezes não ser você.

Não é sobre pagar caro por um abadá, é ter a certeza de que caro mesmo seria se tornar expectador da felicidade alheia, e ter a nociva sensação de estar vendo a vida passar.

Não é sobre 2 voltas atrás de um caminhão, é esquecer de um caminhão de sentimento que fica estacionado no muro da razão de segunda a sexta, e durante o Fortal, ser motorista do seu próprio destino, assumindo o controle nessa estrada de emoções que a gente insiste em desviar.

Não é sobre olhar pro lado pra ver quem pula mais alto, é sobre olhar pra si, e perceber que não dá pra parar de pular, de cabeça, nesse corredor sem volta, que é brincar de viver.

Não é sobre beijar muitas, é se preocupar pouco com o que isso representa, e acreditar, sem culpa e sem pressão, que qualquer beijo pode ser o primeiro de muitos diferentes, ou quem sabe muitos de uma única só.

É sobre perceber que quando acaba o Fortal, a gente pode sim começar a diversão da vida real, desde que façamos da micareta um professor, e entender que o roteiro do seu show, é você, a estrela da festa, quem faz; porque a voz mais importante ainda é a que vem de dentro, ainda que hoje você insista em não escutar.

Temos nos importado com a opinião de uma platéia acostumada a só vaiar.

Talvez o segredo seja reproduzir a melodia da verdade que você acredita, com os holofotes desligados para quem está ali só para julgar, e deixar tocar na sua banda somente aqueles que não vão desafinar quando seu microfone falhar, porque ainda que isso aconteça, o show tem sempre que continuar.