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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

mercado

Guia de benefícios movimenta gastronomia em Fortaleza

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Foco, Marketing

02 de outubro de 2018

Mais de 50 restaurantes de Fortaleza integram o Duo Gourmet, um serviço gastronômico de assinatura que já levou mais de duas mil pessoas a consumirem nos estabelecimentos parceiros da cidade. Lançado oficialmente no último mês de agosto na Capital cearense, o guia traz benefícios tanto para os consumidores quanto para os restaurantes. “Nestes primeiros meses de presença no mercado cearense, o Duo Gourmet já gerou mais de R$ 150 mil de faturamento para os nossos parceiros, conforme dados que foram gerados pelo aplicativo e guia impresso”, explica um dos idealizadores do projeto, Nilson Gouvêa.

Em outubro, o Duo Gourmet também estará presente na CASACOR Ceará. “Ao longo do mês, durante as quartas-feiras, o Mercadinho São Luiz, que é um dos nossos parceiros, estará realizando cursos e oficinas de gastronomia dentro da CASACOR e nós estaremos apresentando e presenteando os participantes com guias impressos. A ideia é que as pessoas conheçam o Duo e indiquem para os amigos”, explica o diretor de operações da marca, Luiz Seabra.

Como funciona

Na versão impressa, cada página funciona como voucher de um restaurante parceiro, com as indicações de dias e regras de utilização. Ao pedir a conta, basta destacar e apresentar ao garçom para garantir o prato de cortesia. O guia impresso custa R$ 60,00, possui validade até 31 de janeiro de 2019 e pode ser adquirido em diversos pontos de vendas como nas lojas do Mercadinho São Luiz, Academia Central do Corpo, Doceville, Dog Zone, Sablé Diamant, Hotel Sonata de Iracema ou no site da empresa www.duogourmet.com.br, com frete grátis. Com a versão impressa, o cliente também ganha um mês de assinatura no aplicativo grátis (basta usar o código que é disponibilizado no guia).

Já a versão digital oferece dois planos de assinatura – mensal, no valor de R$ 25; e anual, no valor de R$ 210 –, que podem ser adquiridos no site da empresa ou no próprio aplicativo, disponível para Android e iOS. O plano mensal é recorrente, ou seja, o cliente insere os dados do cartão de crédito uma única vez e a assinatura renova-se automaticamente todo mês. O plano anual tem 30% de desconto se comparado ao valor do pacote mensal e é válido por 365 dias a contar da data de assinatura.

Para utilizar é bem simples: o cliente valida o restaurante pelo app e gera um código que deve ser mostrado ao garçom quando pedir a conta. Assinantes do app podem retornar aos restaurantes disponíveis quantas vezes desejarem e ainda utilizar o benefício em todas as cidades participantes: Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Maceió (AL) e Ribeirão Preto (SP). Neste mês de agosto, o projeto também está iniciando suas operações no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Há quase cinco anos no mercado nacional, o Duo Gourmet gera ao cliente o benefício de comprar um prato e ganhar outro de igual ou menor valor. Com esta estratégia, os restaurantes parceiros conseguem atrair mais pessoas, além de divulgar seus serviços em diversos canais.

O Duo Gourmet

Idealizado pelos jovens empresários Ana Laura Garcia e Nilson Gouvêa, o Guia Duo Gourmet surgiu em 2013 com o objetivo de fomentar a gastronomia em Belo Horizonte (MG). De acordo com Nilson Gouvêa, com o Duo Gourmet, o cliente passa a conhecer o melhor da gastronomia sem se preocupar com o valor da conta, aumentando sua frequência nos estabelecimentos. “Por isso, queremos ampliar nossa atuação a fim de possibilitar que mais pessoas tenham acesso ao benefício”, destaca.

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O Boticário chega a Dubai

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

27 de setembro de 2018

O Boticário, maior rede de cosméticos do mundo, abre as portas essa semana de sua primeira loja em Dubai, nos Emirados Árabes. A inauguração em uma das cidades mais modernas, inovadoras e sofisticadas do mundo é resultado de uma parceria firmada com a Milennium Capital, fundo de investimento local, e vai levar para o Oriente Médio um portfólio de mais de 400 itens de grande sucesso da marca.

 “Somos hoje uma marca forte, consolidada e muito admirada no Brasil. Temos uma proposta de valor e um portfólio capaz de competir em qualquer mercado do mundo. A qualidade dos nossos produtos nos credencia para chegar agora em Dubai, uma cidade tão cosmopolita, na qual as pessoas têm acesso a opções do mundo todo”, explica o vice-presidente de Franquias do Boticário, André Farber. “Isso nos enche de orgulho porque é resultado da força que temos no Brasil e do processo consistente de internacionalização da marca.”

A negociação com a Milennium Capital começou há pouco mais de um ano, quando a empresa estudava as principais marcas da América Latina. “Há um nicho no Oriente Médio para marcas com qualidade e preço acessível. Neste cenário, eles entenderam que O Boticário seria a melhor opção. Do nosso lado, foi uma oportunidade irrecusável de ampliar a nossa atuação internacional, de levar a alquimia única e a qualidade dos nossos produtos para novos consumidores”, completa.

Entre os principais produtos que chegarão aos exigentes consumidores de Dubai estão as perfumarias de maior sucesso, como Malbec, Lily e Elysée. Além da marca premium de maquiagem, Make B., e cuidados pessoais de Nativa SPA e Cuide-se Bem e de cabelos, Match.

Muito mais sustentável

A loja, instalada no Mirdif Mall, segue o novo padrão arquitetônico dos pontos de venda da marca. Em um formato pensado na experiência completa do consumidor, o espaço expressa toda a alquimia do Boticário, que encanta e faz parte da história de tantos consumidores apaixonados no Brasil. Ela foi criada para contar o que há por trás dos produtos: desenvolvidos a partir de ingredientes e técnicas especiais, para tocar não apenas a pele, mas o coração das pessoas.

O novo modelo também traz importantes avanços de sustentabilidade. O mobiliário modular exige menos intervenções com obras civis, reduzindo consideravelmente a produção de resíduos. Seu projeto prevê menos uso de acrílico e plástico, e a otimização das necessidades de aço (100% reciclado), alumínio e chapas de MDF. Toda a madeira utilizada na loja tem certificação FSC e a iluminação é feita 100% em LED, projetada de forma a criar um ambiente mais aconchegante com mais economia. A redução do consumo energético pode chegar a 20%, em média.

No Brasil, o modelo já está em lojas do Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador e Fortaleza. “O Boticário tem a inovação no seu DNA. Somos especialistas em fazer as coisas de um jeito diferente, inovar em processos e produtos. Além de um ponto de vendas e de contato com o consumidor, queremos que nossas lojas revelem a alma do Boticário. Que elas expressem a essência característica da marca – a relação emocional com o consumidor e suas histórias. Para que cada um que passar por ela possa sair muito melhor do que quando entrou”, explica Farber.

Atuação internacional

O Boticário tem hoje atuação em 12 países além do Brasil, por meio de lojas próprias, e-commerce, venda direta e operação em conjunto com parceiros locais para distribuição de produtos em lojas de departamento e multimarcas.

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Inbound marketing – Como esta técnica simples de marketing já salvou muitas empresas

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

23 de setembro de 2018

Quando se pensam em estrategias de marketing, a primeira que vem à mente é a de inserir comerciais: você está assistindo a uma novela na televisão e, de repente, uma propaganda aparece.

Os tempos mudaram. Hoje, o mundo do marketing prefere um modelo mais parecido com o da Netflix: direcionar a série certa para o público certo é que gerará mais vendas, e não a inserção de publicidade.

É mais ou menos assim que o inbound marketing – um termo que ganhou notoriedade no mundo das empresas nos últimos anos – funciona. Por meio de produção de conteúdo relevante e de relacionamento com o consumidor, um negócio consegue atrair seus clientes e gerar vendas mais qualificadas de seus produtos e serviços.

inbound tem apresentado resultados relevantes:segunddo a startup resultados digitais, 93% das compras efetuadas em ambiente online começam com uma simples pesquisa em buscadores. Além disso, 80% dos consumidores preferem buscar informações sobre um determinado produto em um artigo completo do que em um anúncio publicitário.

O lado bom disso tudo: agora, as pequenas e médias empresas conseguem fazer um marketing tão eficiente quanto as gigantes, já que a regra é ser relevante e não pagar anúncios vultosos em grandes canais de mídia.

Mas como sua pequena empresa pode aproveitar o inbound marketing, que não envolve grandes custos, para incrementar as vendas durante a recessão econômica? Confira, a seguir, como fazer bom uso dessa estratégia:

A base do inbound marketing

O primeiro passo para fazer o inbound marketing é saber o que seu público-alvo deseja. “Você pode descobrir o que eles querem por meio de pesquisa de volumes de buscas no Google, por exemplo, e isso pode ser feito com softwares gratuitos ou pagos”, explica Peçanha, da Rock Content.

Depois de descobrir interesses, sua empresa deve produzir informações que façam sentido com tais buscas – e o post deve ser tão bem executado que atraia vários potenciais clientes.

“Alguns deles irão se identificar, e aí você conseguirá vender. Esse processo de seleção é conhecido justamente pelo nome de funil de vendas.”

Um exemplo prático do inbound em ação são os blogs: eles produzem postagens relevantes para seu público-alvo, gerando vendas por meio de um modelo que integra conteúdo e publicidade. “Antes, os blogs eram apenas diários pessoais. Agora, são sites estruturados de conteúdo de nicho – ou seja, são o inboundpersonificado”, explica Celso Fortes, diretor da agência digital Novos Elementos.

Dicas extras para fazer um inbound marketing excepcional

1 – Deixe de lado as propagandas

A primeira dica para sua empresa fazer um inbound marketing excepcional é, claro, não pensar que seus posts são propagandas. “Não corte o conteúdo para falar ‘compre da minha empresa’ ou algo parecido. Seu negócio irá vender como consequência de seu conteúdo ser relevante”, explica Peçanha, da Rock Content.

2 – A mentira não compensa

Da mesma maneira, mantenha o compromisso com seu público-alvo e entregue o que promete em seus títulos e chamadas de busca. “Se a cada etapa, da leitura até a compra, o usuário não receber exatamente o que está procurando, o funil de vendas do inbound marketing é quebrado”, afirma Fortes, da Novos Elementos. “Não adianta você anunciar algo e, quando o cliente entra, ver outra coisa. Há até ferramentas no Google que coíbem esse tipo de anúncio.”

3 – Assuma o compromisso de publicar sempre

Quanto aos posts em si, Peçanha recomenda sempre atualizar o blog da sua empresa com novos conteúdos. “Cada post atrai uma parcela do seu público-alvo. Cobrindo mais temas do universo do seu mercado, suas possibilidades de venda aumentam. Pense em sua marca como uma editora.”

4 – Aposte em conteúdos duradouros

Outra dica é apostar em informações que não percam valor ao longo do tempo – um tipo de conteúdo chamado de evergreen.

Pense em um post como “Cinco receitas para cozinhar com bacon”, por exemplo. “Há informações nesse conteúdo que podem ser relevantes a qualquer momento. Na internet, essa qualidade é muito importante: as pessoas podem pesquisar seu post independentemente do noticiário, gerando tráfego recorrente”, diz Peçanha.

5 – Atenção com as métricas

Mesmo a base do inbound marketing sendo a produção de informações relevantes, a técnica vai além de um simples “marketing de conteúdo”. Uma parte igualmente essencial é a medição dos resultados em termos de receita para sua empresa.

“Muita gente esquece da parte de ter uma metodologia para transformar toda essa audiência em vendas. Acompanhe todas as métricas: visitas globais, visitas de cada post e, principalmente, quanto é vendido a cada mil visitas”, conclui Peçanha.

  • Conteudo Originalmente publicado por Marina Fonseca para a Revista Exame

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Empreendedor Digital: Como Ganhar Dinheiro com Cupons de Desconto?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

18 de setembro de 2018

Todos os dias surgem novos empreendedores digitais, atraídos principalmente pela possibilidade de escalar o negócio para um número muito grande de clientes, e podendo trabalhar em qualquer horário e de qualquer lugar. Em um mundo em constante evolução, o comércio eletrônico ganha força, e além de economizar em suas compras online, você também pode ganhar dinheiro com cupons de desconto.

Já comentei em uma postagem de 2016 sobre o sucesso dos cupons de desconto nos Estados Unidos. Apesar de ainda não ter se desenvolvido tanto quanto lá fora, no Brasil a busca e o uso de cupons de desconto vem crescendo, principalmente no ambiente digital. Com o crescimento do e-commerce no Brasil, cada vez mais cresce a busca online por cupons de desconto, conforme gráfico abaixo extraído do Google Trends. Os picos de acesso são sempre em novembro, época da famosa promoção Black Friday.

Fonte: Google Trends, consulta em 02/09/18

O aumento das buscas por cupom de desconto vem sendo puxada também pelo crescimento das vendas online em geral. No primeiro semestre de 2018, foram mais de 27,4 milhões de Brasileiros comprando online, onde 4,5 milhões de usuários fizeram a sua primeira compra online nesse período. A expectativa é de fechar o ano de 2018 com crescimento de 12% no faturamento do e-commerce, atingindo o patamar de R$ 53,4 bilhões no Brasil, segundo o recém divulgado estudo Webshoppers 38 da Ebit/Nielsen.

Chama a atenção nesse estudo também, o crescimento dos pedidos feitos via dispositivos móveis, que cresceram 41% ante o primeiro semestre de 2017, representando 32% das vendas totais do e-commerce brasileiro. E com a nova geração cada vez mais conectada desde cedo, não é nenhuma surpresa que esse segmento deve continuar crescendo em ritmo muito mais acelerado em relação à média da economia.

Abre-se assim uma excelente oportunidade para quem quiser empreender no comércio digital. Entre as inúmeras vantagens que poderíamos citar sobre as compras online, soma-se também o crescimento da violência nas grandes cidades, que amedronta a população, que prefere sair de casa cada vez menos. São diversos catalisadores que impulsionam o e-commerce, mas a melhor notícia é que você não precisa ter a sua própria loja virtual para poder ganhar dinheiro na internet.

Conheça agora o Mercado de Afiliados

Empreender no Brasil é para heróis. Em épocas de eleições, esse assunto sempre é pertinente, pois está cada vez mais difícil conseguir o emprego dos sonhos, ainda mais na atual conjuntura econômica. Muito mais do que desejo, empreender por conta própria acaba sendo uma necessidade. Uma bela maneira de conseguir renda extra com investimento inicial baixo é através do marketing de afiliados.

Por definição, afiliado é aquele que se afilia, que faz parte de uma sociedade ou associação. No caso do marketing de afiliados, você se afilia a uma empresa, que pode ser diretamente com uma loja virtual ou com grandes redes de afiliados, podendo ser remunerado de algumas maneiras, sendo o mais comum o custo por aquisição (CPA). Fazendo uma alusão mais familiar, imagine que um afiliado é basicamente um representante comercial que ganha comissões sobre as suas vendas.

Para vender, o afiliado precisa ter um espaço de divulgação virtual, que pode ser por exemplo um site ou blog, perfis em redes sociais, grupos de vendas, etc. Lembrando que precisa ser digital porque cada afiliado possui um link específico para rastreamento, e compras feitas através desse link são remuneradas para os respectivos afiliados. Normalmente é necessário ter um CNPJ para poder receber suas comissões, mas pode ser um MEI (microempreendedor individual).

A remuneração é feita após a aprovação do pagamento por parte do cliente, conforme política de cada anunciante. No Brasil, são poucas lojas virtuais que mantém o próprio programa de afiliação. Na maioria das vezes, é mais rápido e barato utilizar as redes de afiliação, que tem todo o sistema preparado para rastreio das vendas, além de grande base de afiliados sedentos para divulgar as marcas e os produtos. Para o afiliado, o trabalho com essas grandes redes é muito bom, porque permite ter um grande portfólio de marcas para trabalhar com o seu público, além de centralizar e facilitar o recebimento do pagamento das comissões.

Entendendo o Funil de Vendas

Quando falamos em mercado digital, é importante entendermos o conceito de funil de vendas. O funil (também conhecido por pipeline) nada mais é do que algumas etapas que o cliente passa até tomar a ação final de fechar a compra o item. Explicando bem resumidamente a jornada, o potencial cliente precisa ser atraído na etapa inicial (topo do funil), onde ele descobre e aprende mais sobre o produto ou serviço. A etapa seguinte (meio do funil) é o reconhecimento do problema e a consideração da solução. Na última etapa (fundo do funil) está a busca por empresas que podem fornecer o produto/serviço que o cliente assume que precisa.

Fonte: Reprodução Internet

Nos seus canais na web, você pode tentar interceptar leads em todos os estágios desse funil, mas não precisa de muita análise para sacar que o potencial cliente no fundo do funil dá retorno mais rápido, onde a conversão em vendas tende a ser muito maior.

Cupons de desconto e o final do funil

É justamente no final do funil de vendas que atuam os sites de cupons de desconto. Oferecer um código promocional para um consumidor que já passou por todas as etapas do funil é algo de extremo valor. Na maioria das vezes o consumidor busca por esses cupons no Google, ou em outros sites de pesquisas. Isso porque são poucos sites que tem uma base realmente grande de lojas virtuais, com cupons atualizados e funcionando.

Apesar de ser um nicho de mercado bem saturado, onde temos mais de 100 sites específicos com esse propósito, é possível aparecer para o cliente certo na hora certa utilizando links patrocinados, seja no Google, Bing, Facebook, etc. É necessário sempre observar as políticas de cada anunciante, pois muitos deles não permitem esse impulsionamento, o que pode acarretar em cancelamentos de comissões ou até exclusão da afiliação.

Os links patrocinados tem sido alvo de grandes investimentos por parte desses sites, e com a ajuda do Agora Cupom, apresentamos um mapeamento dos investimentos dos principais sites do mercado brasileiro exclusivamente de cupons de desconto, que estão na tabela abaixo. Foi utilizado o site SimilarWeb para extrair os dados, com base no mês de julho/2018, e para cálculo do investimento em pesquisa paga de cada site, foi estimado um CPC (custo por clique) padrão de R$ 0,60.

Fonte: Autor, montado com SimilarWeb Referência Julho 2018 – Consulta em 02/09/2018

Como podemos perceber, são grandes players que dominam o mercado. Percebe-se também que a grande maioria dos sites desse nicho é dependente das pesquisas para ter tráfego, com grande relevância da pesquisa paga. Existem especialistas que afirmam que a média de retorno para cada real investido em anúncios na internet é de 100%, ou seja, para cada real retorna 2 reais, sendo lucro de 1 real.

Mas não se engane achando que investir dinheiro nisso é garantia de retorno. Como todos os negócios, existe uma grande curva de aprendizado, e só com o tempo você vai conseguir maturação suficiente para ter bons resultados. Mas dá para começar com pouco investimento um site desse nicho de cupons de desconto. Mas para que ele se torne relevante, com certeza o investimento precisa ser bem maior.

Conclusão

O mercado de afiliados é muito grande, e está se fortalecendo cada vez mais no Brasil. Com a evolução e crescimento do e-commerce, espera-se que cada vez mais transações de compras e vendas aconteçam nesse espaço.

Espero que esse artigo agregue valor para você, e que sirva de encorajamento para tirar do papel o sonho de ter o seu próprio negócio. Fácil nunca será, mas com muito estudo e trabalho, tenho certeza que você pode ter muito sucesso no mercado de afiliados. E se empreender não é o seu foco agora, aproveite para conhecer esses sites de cupons e conseguir uma economia extra na próxima compra online.

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4 previsões para o futuro da publicidade mobile em vídeo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

02 de setembro de 2018

Publicidade em vídeo: o que o futuro aguarda para o segmentoQual será o cenário da publicidade em vídeo in-app a partir de 2018? É isso que o recente relatório “State of Mobile Video Advertising 2018”, produzido pela Logan e a InMobi, analisou, destacando como os anunciantes e editores têm adotado cada vez mais esse tipo de publicidade nos últimos dois anos. Mas como será daqui para frente? De acordo com as tendências atuais, essas são as quatro previsões ousadas que veremos acontecer:

1. Anúncios curtos e “na sua cara” será a norma

Embora a quantidade de tempo que as pessoas gastam em seus telefones continue a crescer, os usuários não querem que sua experiência seja interrompida com muita publicidade. Cada vez mais os anúncios em vídeos curtos são a melhor opção para os anunciantes. Estudos mostram que os vídeos entre 16 e 20 segundos têm melhores taxas de conversão, enquanto um experimento descobriu que é mais provável que ele se lembre de uma versão de 15 segundos do anúncio do que uma versão de 30 ou 120 segundos. Os anunciantes usam visualmente publicidade distinta para alcançar efetivamente seu público.

Durante o primeiro semestre de 2017, os dados da Logan e InMobi mostraram que 76% de todo o investimento em vídeo foi alocado para anúncios em tela cheia. Enquanto isso, 58% – ou seja, mais da metade – de todo o inventário de vídeos já estão no formato tela cheia. Isso mostra que os anúncios em vídeo exibidos de maneira imersiva se tornarão cada vez mais comuns no futuro.

2. A divisão atual de quem está comprando anúncios em vídeo permanecerá intacta

Quando a publicidade em vídeo in-app estava disponível inicialmente, as marcas nativas digitais com fortes métricas para sustentar suas campanhas foram as primeiras a adotar esse tipo de anúncio. No entanto, como este tipo de publicidade deixou de ser relativamente desconhecida para ser confiável e conhecida, os anunciantes que buscavam principalmente reconhecimento e impressões tornaram-se ávidos compradores de anúncios em vídeo.

Entre 2016 e os primeiros três meses de 2018, essas campanhas de conscientização de marca passaram de 43% a 70% do investimento em vídeo global. Num futuro próximo, esses resultados do primeiro trimestre de 2018 certamente permanecerão intactos: 70% dos anunciantes e 30% dos KPIs.

3. Espere mais sobre inventário de vídeos in-app no futuro

Tanto o investimento em anúncios em vídeo quanto o inventário cresceram consideravelmente desde 2016, embora o investimento em publicidade tenha excedido o estoque global. Por exemplo, entre 2016 e 2017, enquanto o investimento em publicidade global cresceu 109%, o inventário de vídeo global em aplicativo cresceu apenas 31%.

No entanto, é improvável que esses índices continuem por muito tempo. Nos próximos meses e anos, espera-se que muito mais inventário de vídeos em aplicativo esteja disponível. Na verdade, isso já está acontecendo nos EUA. Entre o primeiro trimestre de 2018 e o mesmo período de 2017, o investimento em vídeo em aplicativo aumentou 75%, enquanto o estoque cresceu 414%. Muito em breve, o mundo alcançará os EUA nesse sentido.

4. O mundo alcançará os Estados Unidos

Em nenhum outro lugar do mundo a publicidade em vídeo in-app foi adotada como pelos anunciantes americanos. Durante os primeiros três meses deste ano, 53% do investimento dedicado ao vídeo in-app vem dos EUA.

Mas não espere que o país reine por muito mais tempo. O investimento em vídeo em aplicativo está crescendo rapidamente em praticamente todos os cantos do mundo, a exemplo da China, com crescimento de 470% entre o primeiro trimestre de 2017 e o primeiro trimestre de 2018.

Naturalmente, como outras previsões, estas podem não se estabilizarem. Novas tecnologias podem surgir para alterar drasticamente este panorama. Mas, com base nos números do recente relatório da Logan e da InMobi, existe uma forte probabilidade de que as previsões se tornem realidade no futuro próximo.

Este artigo foi publicado originalmente no site AdNews.

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Astro de Deadpool usa tática inusitada para promover sua marca de gim

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

17 de agosto de 2018

O gim está com tudo. Tradicional na coquetelaria internacional, a bebida vive um momento de renovado interesse global, com um mercado que deverácrescer quase 5% ao ano na europa e 3% nos EUA. No Brasil, as vendas subiram 66% no ano passado, em meio a um mercado estacionado para destilados.

Queridinha dos millennials (aquela geração de nascidos após 1980), a bebida não para de angariar novos fãs. É o caso do ator canadense Ryan Reynolds, astro da franquia de filmes Deadpool, que resolveu ter uma marca própria tamanho o gosto pelo destilado.

No começo do ano, o ator anunciou a compra da empresa Aviation Gin, que funciona há mais de uma década na cidade americana de Portland, no Oregon.

De quebra, emprestou seu rosto familiar para as estratégias de marketing da marca. E seu senso de oportunidade também: Reynolds não se incomoda em anunciar para todo mundo seu e-mail para contato (o Ryan@AviationGin.com).

Foi o que fez durante o programa de TV americano The Tonight Show, comandado por Jimmy Fallon, na última terça-feira (14), no canal NBC.

O que ninguém espera é receber em resposta uma mensagem automática, e que não se parece em nada com um email tradicional de quem está ausente do escritório. As respostas automáticas do CEO da Aviation Gin chegam com mais de cinco parágrafos recheados de bom humor.

“Obrigado por seu email e interesse na Aviation American Gin! Estou longe da minha mesa no momento, mas responderei no momento em que me derem uma mesa” e “Obrigado pelo seu e-mail, mas infelizmente estou fora do escritório em negócios oficiais. Eu realmente não posso dizer mais do que isso. É oficial. É negócio . E é isso.” são alguns dos trechos iniciais entre as dezenas de respostas automáticas escritas por Reynolds.

Tudo, claro, é uma tremenda estratégia de marketing do astro do Deadpool. Após a aparição do ator no Tonight Show (e a divulgação pública de seu email), os servidores da empresa AviationGin foram “derrubados” por milhares de mensagens vindas de todo o país.

É claro que Reynolds não deixou esse “inconveniente” passar em branco e fez graça da situação em seu perfil no Twitter: ” AviationGin tem chamado bastante atenção ultimamente. 20 mil emails por dia derrubaram nossos servidores. Eu não fazia ideia que tínhamos Departamento de TI até uma hora atrás. Eles parecem super sóbrios”, diz o post.

 

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Storytelling – que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de julho de 2018

Contar uma história para humanizar a marca, uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que ative conexão emocional com seu publico, e se aproximar de quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano tende a se retrair em tribos comportamentais, em criar vinculo emocional àquele clã que pensa semelhante.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.
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O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional.

Aposte em StoryTelling!

Como o Storytelling afeta o cérebro

Você já deve ter notado no YouTube, que os anúncios vem seguindo uma tendência de história narrada por algum personagem, sendo ele fictício ou não. Saiba como essa estratégia de storytelling afeta seu cérebro.

Transforma história em ideias: Uma história ativa partes do cérebro que permite que o ouvinte para transforme a história em sua própria ideia e experiência graças a um processo chamado de acoplamento neuronal.

Experimenta, comenta e compartilha: As pessoas não só vão ativar a  atividade cerebral através da sua história, mas também irão compartilhar e comentar da sua história.

É lembrada com maior precisão: O cérebro libera dopamina no sistema quando ele experimenta um evento emocionalmente carregado, tornando-o mais fácil de lembrar com maior precisão.

Histórias bem contadas envolvem muitas áreas do cérebro: Ao processar fatos, duas áreas do cérebro são ativadas (área de Wernicke e de Broca). Uma história bem contada pode envolver muitas áreas adicionais, incluindo o córtex motor, córtex sensorial, e no córtex frontal.

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Samsung não perdoa Apple em comerciais cheios de piadas sobre concorrente

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

27 de julho de 2018

Não é de hoje que Samsung e Apple se alfinetam em comerciais e campanhas. Às vezes de modo mais sutil, outras vezes descaradamente.

Nesse round, foi a vez da Samsung aplicar alguns golpes.

Em nova campanha “Ingenius”, composta por três vídeos, a marca coreana simula uma loja da Apple, onde consumidores travam diálogos hilários com um atendente Apple.

Nos vídeos, o fato de um usuário não poder usar seus fones de ouvido no iPhone (porque este, há tempos, eliminou a entrada para áudio) vira motivo de piada. A velocidade do iPhone e a duração de sua bateria também entram no rol de piadas.

A ideia da Samsung é mostrar algumas inconveniências dos aparelhos Apple em termos de design e complementos.

Ao final, a frase “Upgrade to Galaxy” é matadora: a marca diz que não é questão de fazer um upgrade, por exemplo, de um iPhone 7 para um iPhone X. Sim que é preciso trocar de marca e ir para o time Samsung. 

Assista:

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Abertas as inscrições para o Festival Costume Saudável

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

24 de julho de 2018

Entre os dias 24 e 26 de agosto, o Festival Costume Saudável, que já está em sua 6ª edição, irá reunir profissionais e pessoas interessadas em levar uma vida melhor. Indo muito além da alimentação e do “mundo fitness”, o evento visa reunir familiares e amigos para confraternizar, compartilhar, debater e se informar sobre assuntos como alimentação, restrições alimentares, maternidade, qualidade de vida, atividades físicas, meio ambiente e saúde. O evento vai oferecer mais de 200 atividades entre aulas em academias, palestras, apresentações culturais, oficinas culinárias, dentre outras.

Este ano, mais uma vez, as inscrições podem ser feitas pelo aplicativo Minha Cidade Saudável, uma ferramenta de sucesso que vai além do evento. O app já está disponível na App Store e Google Play. A participação nos três dias de Festival custa R$ 30 (R$ 15 meia entrada) e cada dia sai por R$ 20 (R$ 10 meia entrada), com pagamento via cartão de crédito. Na entrada do evento, o pagamento deve ser em dinheiro. Toda renda arrecadada com a venda dos ingressos será destinada ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

Já está disponível também o site do Festival Costume Saudável, mais uma ferramenta para auxiliar o público que aprecia e quer participar do evento e pretende acompanhar toda a programação que será atualizada diariamente. Através do site, tanto quem deseja participar como palestrante, ou ministrar uma aula de atividade física, ensinar um workshop de culinária, expor em um stand, ou até mesmo fazer uma cobertura jornalística poderá se inscrever. No espaço também é possível ver informações sobre as inscrições da Babu Games, um tipo de competição cross que acontecerá dentro do Festival e dará mais de 10 mil reais em premiações.

Que tal conferir o histórico das edições do festival em vídeo? No site você pode acessar essa opção, como também acompanhar as publicações do instagram e da #minhaatitudesaudavel, ação de incentivo para as pessoas publicarem vídeos ou fotos contando o que elas fazem no dia a dia, referente a atitudes saudáveis.

No site também estarão disponíveis as fotos do evento e pra quem não participou e quer conferir, ou para quem quer relembrar as edições anteriores, lá também está registrado os melhores momentos das edições passadas. O público poderá ter acesso a lista de patrocinadores, ao mapa do evento dentro do Rio Mar Fortaleza, além de toda a programação separada por dia e por local.

 

SERVIÇO:

Festival Costume Saudável

Data: 24, 25 e 26 de agosto

Local: Estacionamento do Shopping RioMar Fortaleza

Valor: R$ 30, pelo aplicativo Minha Cidade Saudável

www.costumesaudavel.com.br

*Valor arrecadado será doado ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

 

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O jeito Apple de tratar os amantes da marca

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

02 de junho de 2018

Cena Real. Domingo 3pm na Applestore do Montgomey Mall em Bethesda, MD, USA: “Eu amoooooo esse modelo de Ipod”, diz uma efusiva garota. Inesperadamente, uma sorridente funcionária surge rebatendo: “nossa marca também ama você”.

Não se trata de um discurso leviano. A Apple ama amar seus clientes, porque o foco no consumidor norteia cada decisão ou estratégia adotada pela empresa. Isso agrega valor ao produto, o branding que a empresa desenvolve permite cobrar mais por cada aparelho; quer você ame, ou odeie a Apple, não há dúvidas de que você percebe a experiência que a empresa cria, a marca da maçã não vende simplesmente um celular, ela entrega uma experiência de consumo acima da média para o seu cliente. Porque apesar de ser empresa de tecnologia e inovação, a Apple fala a linguagem do cliente desde da etapa de reconhecimento de necessidade e captação de informações, até a fase final do pós-venda.

Cada funcionário da empresa criada por Steve Jobs é na verdade um defensor da marca, e carrega consigo o objetivo de tornar uma simples visita a Apple Store, numa experiência única e inesquecível.

De acordo com o depoimento real de alguns funcionários, a etapa  durante o fim do treinamento denomina-se “get shirtified” – algo como “encamisado”, significa que o funcionário vestiu a camisa da empresa. Esqueçam a camisa, o comprometimento se incorpora a alma através dos valores Apple de ser, uma aula de endomarketing que resulta em produtividade.

Para a Apple, o essencial é invisível aos olhos:  você vale pelo que você pensa. Quando a empresa abandona o status quo de estereótipo de funcionário, e contrata como vendedor o idoso, o jovem tatuado de bermuda, a garota com estilo gótico; ela transmite uma mensagem, “pra nossa empresa, são todos possíveis clientes, prováveis promotores da marca, e nossa maior preocupação é que se sintam confortáveis em serem atendidos por vendedores que transmitam nossos valores como organização, de uma maneira fácil de ser entendida, ou pelo menos mais agradável de ser escutada.” Pra tudo na vida é assim, o diferente geralmente causa estranheza, mas tudo aquilo que se assemelha provoca empatia.

O vendedor precisa absorver a premissa e vender a idéia de um produto simples, como um computador, em um objeto de desejo, com usabilidade amigável; trata-se do famoso mantra dentro da empresa:  keep it simple, uma maneira de garantir que qualquer usuário, de qualquer nível, consiga operar um produto Apple com poucos minutos de interação.

Assim, os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma melhor experiência e exclusividade, em fazer parte de um grupo seleto de amantes da marca. Isso justifica em parte o sucesso da Apple em relação às suas concorrentes.

O segredo da empresa é saber quem é verdadeiramente seu público, e identificar exatamente quais são os valores que estes priorizam. Preço é o que você paga, valor, o que você leva. É um processo, valor incorporado a produto, precisa ser percebido pelo visitante, e precisa ser capturado como venda. Valor percebido é importante pra marca, valor capturado é importante pra empresa.

Quer saber se tá dando certo? Pergunta a alguém que acabou de adquirir um Macbook o que ele comprou? Ele nunca vai dizer que comprou um notebook, ele vai estufar o peito e responder com toda emoção, “comprei um Apple”

Em um próximo post, iremos falar mais sobre Branding, Net Promoter Score, Lock in, estratégias da Apple para manter a fidelização de seus clientes.

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O jeito Apple de tratar os amantes da marca

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

02 de junho de 2018

Cena Real. Domingo 3pm na Applestore do Montgomey Mall em Bethesda, MD, USA: “Eu amoooooo esse modelo de Ipod”, diz uma efusiva garota. Inesperadamente, uma sorridente funcionária surge rebatendo: “nossa marca também ama você”.

Não se trata de um discurso leviano. A Apple ama amar seus clientes, porque o foco no consumidor norteia cada decisão ou estratégia adotada pela empresa. Isso agrega valor ao produto, o branding que a empresa desenvolve permite cobrar mais por cada aparelho; quer você ame, ou odeie a Apple, não há dúvidas de que você percebe a experiência que a empresa cria, a marca da maçã não vende simplesmente um celular, ela entrega uma experiência de consumo acima da média para o seu cliente. Porque apesar de ser empresa de tecnologia e inovação, a Apple fala a linguagem do cliente desde da etapa de reconhecimento de necessidade e captação de informações, até a fase final do pós-venda.

Cada funcionário da empresa criada por Steve Jobs é na verdade um defensor da marca, e carrega consigo o objetivo de tornar uma simples visita a Apple Store, numa experiência única e inesquecível.

De acordo com o depoimento real de alguns funcionários, a etapa  durante o fim do treinamento denomina-se “get shirtified” – algo como “encamisado”, significa que o funcionário vestiu a camisa da empresa. Esqueçam a camisa, o comprometimento se incorpora a alma através dos valores Apple de ser, uma aula de endomarketing que resulta em produtividade.

Para a Apple, o essencial é invisível aos olhos:  você vale pelo que você pensa. Quando a empresa abandona o status quo de estereótipo de funcionário, e contrata como vendedor o idoso, o jovem tatuado de bermuda, a garota com estilo gótico; ela transmite uma mensagem, “pra nossa empresa, são todos possíveis clientes, prováveis promotores da marca, e nossa maior preocupação é que se sintam confortáveis em serem atendidos por vendedores que transmitam nossos valores como organização, de uma maneira fácil de ser entendida, ou pelo menos mais agradável de ser escutada.” Pra tudo na vida é assim, o diferente geralmente causa estranheza, mas tudo aquilo que se assemelha provoca empatia.

O vendedor precisa absorver a premissa e vender a idéia de um produto simples, como um computador, em um objeto de desejo, com usabilidade amigável; trata-se do famoso mantra dentro da empresa:  keep it simple, uma maneira de garantir que qualquer usuário, de qualquer nível, consiga operar um produto Apple com poucos minutos de interação.

Assim, os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma melhor experiência e exclusividade, em fazer parte de um grupo seleto de amantes da marca. Isso justifica em parte o sucesso da Apple em relação às suas concorrentes.

O segredo da empresa é saber quem é verdadeiramente seu público, e identificar exatamente quais são os valores que estes priorizam. Preço é o que você paga, valor, o que você leva. É um processo, valor incorporado a produto, precisa ser percebido pelo visitante, e precisa ser capturado como venda. Valor percebido é importante pra marca, valor capturado é importante pra empresa.

Quer saber se tá dando certo? Pergunta a alguém que acabou de adquirir um Macbook o que ele comprou? Ele nunca vai dizer que comprou um notebook, ele vai estufar o peito e responder com toda emoção, “comprei um Apple”

Em um próximo post, iremos falar mais sobre Branding, Net Promoter Score, Lock in, estratégias da Apple para manter a fidelização de seus clientes.