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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

marketing

Astro de Deadpool usa tática inusitada para promover sua marca de gim

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

17 de agosto de 2018

O gim está com tudo. Tradicional na coquetelaria internacional, a bebida vive um momento de renovado interesse global, com um mercado que deverácrescer quase 5% ao ano na europa e 3% nos EUA. No Brasil, as vendas subiram 66% no ano passado, em meio a um mercado estacionado para destilados.

Queridinha dos millennials (aquela geração de nascidos após 1980), a bebida não para de angariar novos fãs. É o caso do ator canadense Ryan Reynolds, astro da franquia de filmes Deadpool, que resolveu ter uma marca própria tamanho o gosto pelo destilado.

No começo do ano, o ator anunciou a compra da empresa Aviation Gin, que funciona há mais de uma década na cidade americana de Portland, no Oregon.

De quebra, emprestou seu rosto familiar para as estratégias de marketing da marca. E seu senso de oportunidade também: Reynolds não se incomoda em anunciar para todo mundo seu e-mail para contato (o Ryan@AviationGin.com).

Foi o que fez durante o programa de TV americano The Tonight Show, comandado por Jimmy Fallon, na última terça-feira (14), no canal NBC.

O que ninguém espera é receber em resposta uma mensagem automática, e que não se parece em nada com um email tradicional de quem está ausente do escritório. As respostas automáticas do CEO da Aviation Gin chegam com mais de cinco parágrafos recheados de bom humor.

“Obrigado por seu email e interesse na Aviation American Gin! Estou longe da minha mesa no momento, mas responderei no momento em que me derem uma mesa” e “Obrigado pelo seu e-mail, mas infelizmente estou fora do escritório em negócios oficiais. Eu realmente não posso dizer mais do que isso. É oficial. É negócio . E é isso.” são alguns dos trechos iniciais entre as dezenas de respostas automáticas escritas por Reynolds.

Tudo, claro, é uma tremenda estratégia de marketing do astro do Deadpool. Após a aparição do ator no Tonight Show (e a divulgação pública de seu email), os servidores da empresa AviationGin foram “derrubados” por milhares de mensagens vindas de todo o país.

É claro que Reynolds não deixou esse “inconveniente” passar em branco e fez graça da situação em seu perfil no Twitter: ” AviationGin tem chamado bastante atenção ultimamente. 20 mil emails por dia derrubaram nossos servidores. Eu não fazia ideia que tínhamos Departamento de TI até uma hora atrás. Eles parecem super sóbrios”, diz o post.

 

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Storytelling – que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de julho de 2018

Contar uma história para humanizar a marca, uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que ative conexão emocional com seu publico, e se aproximar de quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano tende a se retrair em tribos comportamentais, em criar vinculo emocional àquele clã que pensa semelhante.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.
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O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional.

Aposte em StoryTelling!

Como o Storytelling afeta o cérebro

Você já deve ter notado no YouTube, que os anúncios vem seguindo uma tendência de história narrada por algum personagem, sendo ele fictício ou não. Saiba como essa estratégia de storytelling afeta seu cérebro.

Transforma história em ideias: Uma história ativa partes do cérebro que permite que o ouvinte para transforme a história em sua própria ideia e experiência graças a um processo chamado de acoplamento neuronal.

Experimenta, comenta e compartilha: As pessoas não só vão ativar a  atividade cerebral através da sua história, mas também irão compartilhar e comentar da sua história.

É lembrada com maior precisão: O cérebro libera dopamina no sistema quando ele experimenta um evento emocionalmente carregado, tornando-o mais fácil de lembrar com maior precisão.

Histórias bem contadas envolvem muitas áreas do cérebro: Ao processar fatos, duas áreas do cérebro são ativadas (área de Wernicke e de Broca). Uma história bem contada pode envolver muitas áreas adicionais, incluindo o córtex motor, córtex sensorial, e no córtex frontal.

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Samsung não perdoa Apple em comerciais cheios de piadas sobre concorrente

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

27 de julho de 2018

Não é de hoje que Samsung e Apple se alfinetam em comerciais e campanhas. Às vezes de modo mais sutil, outras vezes descaradamente.

Nesse round, foi a vez da Samsung aplicar alguns golpes.

Em nova campanha “Ingenius”, composta por três vídeos, a marca coreana simula uma loja da Apple, onde consumidores travam diálogos hilários com um atendente Apple.

Nos vídeos, o fato de um usuário não poder usar seus fones de ouvido no iPhone (porque este, há tempos, eliminou a entrada para áudio) vira motivo de piada. A velocidade do iPhone e a duração de sua bateria também entram no rol de piadas.

A ideia da Samsung é mostrar algumas inconveniências dos aparelhos Apple em termos de design e complementos.

Ao final, a frase “Upgrade to Galaxy” é matadora: a marca diz que não é questão de fazer um upgrade, por exemplo, de um iPhone 7 para um iPhone X. Sim que é preciso trocar de marca e ir para o time Samsung. 

Assista:

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Abertas as inscrições para o Festival Costume Saudável

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

24 de julho de 2018

Entre os dias 24 e 26 de agosto, o Festival Costume Saudável, que já está em sua 6ª edição, irá reunir profissionais e pessoas interessadas em levar uma vida melhor. Indo muito além da alimentação e do “mundo fitness”, o evento visa reunir familiares e amigos para confraternizar, compartilhar, debater e se informar sobre assuntos como alimentação, restrições alimentares, maternidade, qualidade de vida, atividades físicas, meio ambiente e saúde. O evento vai oferecer mais de 200 atividades entre aulas em academias, palestras, apresentações culturais, oficinas culinárias, dentre outras.

Este ano, mais uma vez, as inscrições podem ser feitas pelo aplicativo Minha Cidade Saudável, uma ferramenta de sucesso que vai além do evento. O app já está disponível na App Store e Google Play. A participação nos três dias de Festival custa R$ 30 (R$ 15 meia entrada) e cada dia sai por R$ 20 (R$ 10 meia entrada), com pagamento via cartão de crédito. Na entrada do evento, o pagamento deve ser em dinheiro. Toda renda arrecadada com a venda dos ingressos será destinada ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

Já está disponível também o site do Festival Costume Saudável, mais uma ferramenta para auxiliar o público que aprecia e quer participar do evento e pretende acompanhar toda a programação que será atualizada diariamente. Através do site, tanto quem deseja participar como palestrante, ou ministrar uma aula de atividade física, ensinar um workshop de culinária, expor em um stand, ou até mesmo fazer uma cobertura jornalística poderá se inscrever. No espaço também é possível ver informações sobre as inscrições da Babu Games, um tipo de competição cross que acontecerá dentro do Festival e dará mais de 10 mil reais em premiações.

Que tal conferir o histórico das edições do festival em vídeo? No site você pode acessar essa opção, como também acompanhar as publicações do instagram e da #minhaatitudesaudavel, ação de incentivo para as pessoas publicarem vídeos ou fotos contando o que elas fazem no dia a dia, referente a atitudes saudáveis.

No site também estarão disponíveis as fotos do evento e pra quem não participou e quer conferir, ou para quem quer relembrar as edições anteriores, lá também está registrado os melhores momentos das edições passadas. O público poderá ter acesso a lista de patrocinadores, ao mapa do evento dentro do Rio Mar Fortaleza, além de toda a programação separada por dia e por local.

 

SERVIÇO:

Festival Costume Saudável

Data: 24, 25 e 26 de agosto

Local: Estacionamento do Shopping RioMar Fortaleza

Valor: R$ 30, pelo aplicativo Minha Cidade Saudável

www.costumesaudavel.com.br

*Valor arrecadado será doado ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

 

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Alibaba cria inteligência artificial que escreve textos de seu e-commerce

Por rodrigogoyanna em Marketing

21 de julho de 2018

O futuro indica que os copywriters vão perder seus empregos para os robôs. Ou, no mínimo, a concorrência será grande.

O gigante Alibaba anunciou, nessa semana, a estreia de uma inteligência artificial que fará as vezes de copywriter, escrevendo os textos e descrições dos produtos à venda.

A notícia foi anunciada pela Alimama, braço de marketing digital da Alibaba. A IA será usada nos e-commerces Tmall, Taobao, Mei.com e 1688.com.

Para fazer o copywriting nos sites, a IA trabalhará com deep learning e tecnologia de processamento de linguagem natural, aprendendo sua função a partir de milhões de “bons exemplos” de descrições de produtos.

Marcas e anunciantes que queiram usar a ferramenta podem inserir as descrições em seus produtos a partir do botão “Produce Smart Copy”. Como resultado, aparecerão vários exemplos de textos.

As marcas também podem ditar o tipo de descrição, avisando antes se querem um texto, por exemplo, promocional, funcional, divertido, poético, ou sensível.

Alibaba: e-commerce agora tem descrições feitas com inteligência artificial Alibaba: e-commerce agora tem descrições feitas com inteligência artificial
Alibaba: e-commerce agora tem descrições feitas com inteligência artificial (Alibaba/Divulgação)

Segundo a Alimama, a ferramenta passou no Teste de Turing e foi capaz de gerar vinte mil linhas de texto em um segundo.

A marca garante que o trabalho dos copywriters humanos não está em risco, sim ficará mais eficiente: será trabalho deles ver, dentre as opções geradas pela IA, qual se adequa mais ao perfil que buscam para o produto ou campanha.

Em comunicado oficial, Christina Lu, gerente de marketing da Alimama, disse que, já que a máquina aprendeu a partir dos milhões de textos feitos por seres humanos, “a criatividade humana é a pedra fundamental dessa máquina, que não é capaz de substitui-la”.

Pode até ser. Resta saber até quando.

Outra novidade da marca é a criação de uma loja conceito que promete mudar a cara do varejo de moda e também se baseia na inteligência artificial.

A FashionAI abriu ontem (4), na Hong Kong Polytechnic University, como loja-piloto para demonstrações iniciais. A marca promete uma loja “livre de estresse” (sim, o ato de escolher, provar e comprar roupas geralmente vem acompanhado de estresse).

Entre as novidades, um “espelho inteligente”, que mostra informações dos produtos de modo automático, enquanto o cliente toca na roupa na arara. Ele ainda monta “looks” e sugere combinações de roupas a partir do que o cliente toca ou experimenta. Ele também indica onde determinado produto está localizado dentro da loja.

A ideia é otimizar suas escolhas e tempo: em vez de, por exemplo, você escolher uma blusa e depois passar uma hora tentando encontrar a calça ou o casaco que combina com ela, a loja já vai lhe indicar sugestões de combinações e informações de preço e localização de tais peças.

A loja também vai aprender com seus clientes e descobrir peças, cores e estilos mais ou menos buscados: cada roupa conta com um “cadeado inteligente” que vai salvando informações ao longo do dia: por rádio frequência, Bluetooth e sensores giroscópicos, os cadeados vão saber quando uma roupa foi tirada da arara, apreciada, provada, observada etc.

A máquina foi alimentada, inicialmente, com 500 mil combinações de roupas, criadas por estilistas da Taobao, braço da Alibaba, e especialistas em moda.

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Kikazza – a importancia de uma boa identidade visual

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

24 de junho de 2018

Toda marca deveria ser uma promessa, porque é a primeira oportunidade de gerar interesse, ou no mínimo curiosidade de a partir de um primeiro contato visual, converter esse traunsente em cliente.

Semana passada vi essa logo em um shopping de Natal/ RN. Adorei ela!  Ativar a marca junto a um cliente não é fácil. A personalidade da marca reflete muito o comportamento não somente da empresa, mas o target que ela pretende atingir. Esse esforço de branding provoca ativação da marca, conversão, encantamento, e consequentemente, retenção e retorno através de clientes fidelizados.

A fonética da KIKAZZA entrega logo de cara o Core Business que a empresa possui, como se simulasse a reação de surpresa positiva quando alguém visse sua casa decorada com os moveis da empresa (que casa!). É de tão bom gosto, que quase imaginei um sotaque italiano pronunciar o nome da empresa, já que o pais da velha bota carrega consigo a cultura de produzir moveis de bom gosto e requinte.

A tipografia diferenciada, apesar de poder ocasionar perda de trafego no online, remete a um publico exclusivo, avesso ao que considera muito simples.

Os traços pretos grossos remetem a segurança, e já que o ticket médio de quem consome decoração é alto, é preciso confiança na empresa a qual se vai gastar tanto. Nesse segmento, o atributo durabilidade é muito importante. 

A variedade de cores da Logo, nesse caso, entrega que pra qualquer necessidade, a empresa terá uma solução pra te oferecer. De acordo com a semiótica das cores: cor quente como o vermelho te remete a urgência e impulsividade, o amarelo a otimismo,  o azul é a cor da credibilidade, e o verde é a cor da harmonia.

Muito legal conhecer uma empresa que reconhece a importancia desse tipo de estudo. Parabéns Kikazza! Muito sucesso na caminhada!!!

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Pela 1ª vez, cai patrocínio de marcas à Copa do Mundo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

23 de junho de 2018

Antes da Copa de 2002, na Coreia do Sul e Japão, a fifa não era uma máquina de ganhar dinheiro. Na Copa de 98, na França, o futebol ainda vivia na “era moderna” do século 20. Dinheiro não era, exatamente, a prioridade. Faltava o mundo contemporâneo.

Quatro anos depois e em um novo século e milênio, a globalização e a internet tornaram o futebol mais profissional, mais globalizado e mais capitalista. Os fãs aumentaram, assim como os telespectadores e os salários astronômicos dos jogadores. Mais coisa estava em jogo (dentro e fora do campo).

Desde 2002, a Fifa viu as suas receitas dispararem, dos direitos de transmissão dos jogos aos patrocínios. Mas, na Copa do mundo da russia , pela primeira vez, o dinheiro vindo dos apoios de marcas caiu. Um cartão amarelo para a entidade.

Levantamento da Sports Value, empresa especializada em marketing esportivo, mostra que, em 2018, a Fifa arrecadou US$ 1,33 bilhão de seus patrocinadores. É 18% menos que na Copa do Mundo do Brasil, em 2014, quando de marcas veio US$ 1,63 bilhão.

Este ano, sete marcas são as “parceiras oficiais” da Fifa e da Copa, ou seja, as marcas da “cota master” dos patrocínios, o lugar de mais destaque: adidas, coca cola, Wanda Group, Gazprom, Hyundai, Qatar Airways e Visa.

Já entre os “patrocinadores oficiais” (uma cota menor) estão Budweiser, McDonald’s, Hisense, Mengniu e Vivo (marca chinesa de tecnologia e celulares, não a empresa brasileira de telefonia).

O motivo da queda? A saída de algumas marcas grandes, que cortaram seus patrocínios antes da Copa, como Johnson & Johnson, Castrol e Continental, além da pisada no freio de outras marcas que mantiveram o apoio.

Na visão de Amir Somoggi, sócio-diretor da Sports Value, o receio dessas marcas se deve aos escândalos de corrupção que envolveram a entidade nos últimos anos e que estourou em 2015, derrubando o presidente Joseph Blatter.

Amir Somoggi também analisa que as marcas estão mais cautelosas, já que é caro patrocinar a Copa e o retorno é difícil e incerto.

“É caro para as marcas. Se elas não conseguem ativar (promover ações durante o evento e dentro dos estádios, montar estandes, promover mídia durante os jogos), só sai caro e não há retorno. Marcas mais populares conseguem ativar bem, como Coca-Cola e Adidas. Outras, não”, explica Somoggi.

Apesar da queda, o faturamento com patrocínios ainda sem mantém elevado. Em 2002, por exemplo, era de apenas 512 milhões de dólares. De 2006 a 2014, um crescimento acelerado. De 562 milhões de dólares, passou para 1,63 bilhão de dólares.

Faturamento

Mesmo com a queda nos patrocínios de marca, a receita da Fifa vai crescer na Rússia. O motivo é o aumento do faturamento com direitos de transmissão. É o carro-chefe da entidade quanto o assunto é ganhar dinheiro.

Na Rússia, a Fifa espera arrecadar, no total, US$ 5,2 bilhões.  Isso é 8% mais que no Brasil, em 2014, quando faturou US$ 4,8 bilhões. Novamente, uma crescente que disparou de 2002 para cá. No Catar, em 2022, espera-se faturamento de US$ 6,5 bilhões.

Neste ano, a receita com direitos de transmissão de TV deve ser de US$ 2,76 bilhões, 11% mais que na Copa do Brasil (já em 2002, era apenas US$ 991 milhões).

Novas marcas

Se algumas marcas abandonaram o barco da Copa por conta dos escândalos de corrupção, outras aproveitaram o vácuo deixado.

A Wanda Group, empresa chinesa, é uma delas. Pela primeira vez, patrocina a Copa e fechou acordo até 2030, ou seja, para a Copa da Rússia e mais três torneios.

Entre as empresas do grupo está a InFront Media, empresa de marketing esportivo e que retém direitos de mídia da Copa em 26 países asiáticos.

Além disso, o grupo é dono de 20% do clube Atlético de Madrid.

A chegada da Wanda (que já chamou a atenção dos telespectadores brasileiros por sempre mostrar seu logotipo durante os jogos) mostra o interesse crescente do mercado chinês pelo futebol e pela Copa.

A China ainda marca presença com a Vivo e com a Mengniu, empresa de sorvetes e laticínios.

Outra novata é a Gazprom, empresa de energia russa. Claro, uma grande empresa russa precisava estar interessada na Copa de seu país. Entre as ideias ousadas da empresa está a construção de um gasoduto que passaria pela Coreia do Sul e norte.

Futuro do dinheiro

Apesar do crescimento no faturamento, o salto da receita foi de apenas 8% entre a Copa do Brasil e a Copa da Rússia. Crescimento modesto, dado que, em outros anos, houve saltos de 59% (entre 2010 e 2006) e 65% (entre 2006 e 2002).

Esse crescimento fraco, ao lado da queda da receita de patrocínio, deixa a Fifa preocupada. O que fazer, então, para ganhar mais dinheiro (tomando como base que esse é o interesse primordial da entidade)?

Na visão da atual diretoria e do presidente Gianni Infantino, a resposta é óbvia: aumentar o número de seleções. Em 2026, na Copa da América do Norte (Canadá, EUA e México), serão 48 seleções no lugar das atuais 32. A Fifa ainda pressiona para que essa novidade já comece em 2022, no Catar.

Mais seleções significa mais jogos e espectadores ao redor do globo. Mais jogos significa mais cota de patrocínio, mais espaço para mídia e mais dinheiro com direitos de transmissão.

Há um porém. O torneio com 48 times permitirá a presença de seleções muito fracas e jogos francamente ruins. A marca perderá um pouco do valor percebido de exclusividade e prestígio, podendo ver sua marca se desvalorizar e afugentar patrocinadores.

Outra preocupação da Fifa é com as novas tecnologias. No futuro, mais pessoas assistirão os jogos do celular, via streaming e redes sociais. A entidade teme que o faturamento com TV caia. Aumentar o número de seleções significaria chegar a países mais pobres da Ásia e África, onde e TV ainda é a realidade.

CBF

Não foi só a Fifa que sofreu com a saída de patrocinadores. A CBF, também envolvida em denúncias de corrupção, perdeu o apoio da Chevrolet, que lhe dava, antes, 54 milhões de reais.

Para a Copa na Rússia, a CBF não conseguiu encontrar substituto à altura. A entidade ainda tem Nike, Vivo, Guaraná Antarctica e Itaú entre seus parceiros. Também há um contrato com a Technogym.

Com a saída da Chevrolet, o faturamento da CBF com patrocínio caiu drasticamente. De R$ 410,9 milhões em 2016 para R$ 353,3 milhões em 2017, número semelhante a 2015 a 2014.

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TouchDown!

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

20 de Maio de 2018

O árbitro apita o fim do primeiro tempo! Hora de ir ao banheiro? Preparar a pipoca? Nos Estados Unidos não! Com o jeito americano de ser, eles conseguiram transformar o Superbowl, a final do Football Americano, segundo esporte mais popular do país, em um dos business entertainment mais rentáveis da história, e como quase tudo que se propõe a fazer, dão uma verdadeira aula de gestão; é um case de sucesso, onde quem gere o futebol brasileiro precisaria pagar ingresso, e assistir como se faz.

Em 2015, durante o intervalo do Superbowl, a cantora Katy Perry sobrevoou o campo, montou sob um gigante felino cenográfico, transformou o palco em um grande tabuleiro de xadrez, e cantou, tudo isso em menos de 13 minutos! A consequeência disso? Centenas de milhares de citações no Twitter e Facebook, reforço de branding, um gigantesco trafego de visitantes nas mídias dos parceiros, e outra multidão de curiosos interessados em conhecer esse esporte; são pessoas de todo o mundo, de diferentes idiomas, falando sobre o mesmo assunto. Enquanto isso, em terras tupiniquins, durante a final da Copa do Brasil, nós temos a opção de ver o Galvão Bueno comentar os melhores momentos no intervalo, ou escutar o Léo Batista narrar os gols da rodada. E tome gol da Alemanha.

A maneira com que os dirigentes esportivos nacionais enxergam o nosso futebol, deveria ser revista, a gestão do esporte que ainda é paixão nacional deveria se posicionar com mais racionalidade, profissionalismo e transparência, sob pena de perdermos a estigma de pais do futebol para nações que saíram da inércia e fizeram um benchmarking da forma americana de tratar esporte como business. Não é difícil, só é muito trabalho.

Ao invés de discutirmos onde estamos errando, criarmos indicadores de crescimento e projetarmos uma evolução do nosso esporte preferido, precisamos escutar notícias policiais se misturarem às futebolísticas. O resultado? Hoje infelizmente nós não fazemos mais parte do mainframe futebolístico, e não há previsão sobre o surgimento de dispositivos de controle de governança corporativa, que nos dê condições de “ajeitar nossa defesa”, ter um time “bem postado em campo”, e voltarmos as “quatro linhas” do futebol mundial “no ataque”. Nós precisamos de uma visão corporativa atuante para recuperar nosso prestigio como país do futebol. Seria um golaço.

Não precisamos que um juiz nos cobre arbitrariamente conceitos conhecidos do mundo corporativo, como compliance, endomarketing e meritocracia, é praxe para quem quer vencer, absorver a tática que o leve até o gol, os players do nosso mercado precisam “vestir a camisa” e acreditar que apesar da desvantagem competitiva, ainda dá pra vencer.

Não se trata de um esporte qualquer, é uma economia que gira em torno de um jogo, que se aquece a medida que as vitorias vão surgindo, é Vencer para Vender, e Vender para Ter, isso mesmo, Ter condições de novos auto investimentos que garantam a possibilidade de voltarmos a ser líder de mercado nesse esporte. Em algum momento do passado, os americanos enxergaram que isso era possível para com o American Football, e porque eles acreditaram, conseguiram atingir os incríveis números relacionados ao consumo do Superbowl 2015:

1 – A National Chicken Council, uma associação comercial que representa a indústria aviária nos EUA, calculou que aproximadamente 1,25 bilhão de asinhas de frango foram devoradas durante o Super Bowl 2015;

2 – A Domino’s Pizza e a Pizza Hut se planejaram para vender 29 milhões de fatias de pizza no dia do jogo;

3 – Um total de 112,2 milhões de pessoas assistiram ao Super Bowl no ano de 2014, tornando o evento o programa mais assistido na história da televisão norte-americana; em 2015, a expectativa é de que 1 em cada 3 norte-americanos, ou 169 milhões em todo o mundo, tenham assistido o jogo, que foi transmitido em 180 países e em mais de 30 idiomas. O gasto médio de consumo de quem viu o jogo pela TV foi de aproximadamente 78 dólares (custos com alimentação, equipamentos de TV e merchandising e camisas dos times.)

4 – Cada comercial de 30 SEGUNDOS veiculado pelo canal de TV NBC custou US$ 4,5 milhões aos anunciantes (4,5 MILHOES DE DOLÁRES POR 30 SEGUNDOS!). Devido ao investimento, cada anunciante contratava agências para produzirem comerciais únicos e especiais para a final do Superbowl.

5 – Quando o U2 comandou o show do intervalo em 2002, Bono Vox mostrou a bandeira dos EUA durante uma das músicas. Essa simples ação fez com que o álbum do grupo pulasse da 108ª posição para a 8ª no ranking Billboard;

6 – Depois que a banda The Black Eyed Peas se apresentou no Super Bowl em 2011, as vendas da música “Where is the Love” aumentaram 332%.

7 – Os bilhetes para o Super Bowl custam, em média, 4.676 dólares, um aumento de 23% face a 2014. O estádio da final de 2015 tem capacidade para 71.000 lugares, e estava lotado!

A sorte está lançada, dizem que o jogo só termina quando o juiz acaba, mas enquanto a gente não mudar, GOL da Alemanha, ou melhor Touchdown pros americanos!

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Afinal, o que é branding?

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

19 de Maio de 2018

Se for procurar nos livros, provavelmente vai encontrar que branding são ações alinhadas ao posicionamento, propósito e aos valores da marca que ajudam a construir uma imagem na mente do cliente.

Na prática, branding é quando uma marca se humaniza a ponto de te encantar.

O objetivo do branding, ou gestão de marca,  é não somente conquistar a cabeça do cliente, mas também seu coração. É uma parceria que se inicia a partir de uma variável que te conquistou.

Sempre que trabalhar branding, o objetivo é despertar sensações e criar conexões conscientes e inconscientes, importantes para que o cliente escolha a sua marca no momento de decisão de compra do produto ou serviço. É paixão pela experiência, em qualquer contato com a marca, e não somente na etapa do consumo.

Essas práticas auxiliam na criação de valor além do produto, e o tornam mais especial, aos olhos de do seu publico.  É mais que o produto, é quem a marca é.

 

Uma marca é um conjunto de expectativas, memórias, histórias e relacionamentos que, juntos, são responsáveis por fazer o consumidor escolher um produto ou serviço em vez de outro. (Seth Godin)

Gerenciar uma marca não é tarefa simples, as variáveis estão ancoradas no imprevisível comportamento humano.

No entanto, marcas são ativos que impactam a performance da empresa, de acordo com sua capacidade maior ou menor de mudar comportamentos. Por isso, apesar da dificuldade, há de se admitir quão indispensável é para uma empresa que busca criar uma identidade própria, sempre buscar ações de branding. Para isso, é importantes se pensar em alguns tópicos:

  1. Propósito

O atributo mais comum entre marcas fortes, entre todos os grandes “cases” de branding, é ter uma visão crítica, questionadora, sobre o mercado. Esta prática de branding reverteu a lógica do marketing tradicional, de que o cliente conhece suas próprias necessidades e, portanto, bastava perguntar a ele.

Na verdade, quando todos os concorrentes vão em busca da mesma fonte, e esta fonte responde o mesmo para todos, o mercado chega a um nível paralisante de semelhança entre suas ofertas. Todos começam a fazer igual, sempre ancorados na defesa de que “foi o cliente que pediu”.

Para fugir desta dinâmica perversa, algumas marcas descobriram que poderiam contrariar e questionar o que o mercado dizia.

Quando uma marca conhece seu mercado e tem um propósito, uma opinião, ela tem condições de propor o novo, o inesperado. E é isso que os clientes esperam: um especialista que possa trazer o que existe de novo.

Quando a Natura questionou o paradigma de que cosméticos deveriam esconder a realidade e fazer promessas falsas, ela criou inovação verdadeira. Sua primeira assinatura — “Verdade em cosmética” — traduzia uma crença profunda de seus fundadores. Não era um posicionamento tradicional de mercado, um insight. Toda a empresa estava voltada para entregar esta crença na prática. Como, por exemplo, na revolucionária campanha de Chronos, “Mulher bonita de verdade”, que utilizava modelos reais, mostrando suas idades reais e falando de benefícios verdadeiros de um creme antissinais — não de um “anti-idade. Anos mais tarde, quando a marca concorrente Dove iniciou uma campanha muito parecida, pela “Real beleza”, não era mais inovadora e não chegou perto do impacto de sua concorrente brasileira.

A complexidade desta prática é que ela demanda uma mudança de postura organizacional. Em outras palavras, precisa partir de um visionário, que muitas vezes se encontra na posição de fundador ou acionista. Não é uma prática que o departamento de marketing consiga conduzir de forma isolada. Não se trata de imagem, de comunicação, mas de uma identidade e propósito claros.

2 Experiência — ponto de contato

Uma marca só acontece de verdade e se torna real quando interage e entrega uma experiência a seus públicos, em qualquer que seja o ponto de contato — e não apenas pela via da comunicação.

O branding sempre procura conduzir a marca, de seu pensamento inicial, sua intenção estratégica, até seu “momento da verdade”. Uma marca não existe apenas na cabeça de seus gestores, na intenção de realizar algo ou passar uma mensagem bonita. Ela precisa ir para o mundo real e mudar comportamentos de clientes, prospects, funcionários, investidores, governos, imprensa, entre outros.

Algumas marcas, com o uso intensivo da comunicação, ficam apenas no discurso, em um passo anterior, que é sua promessa. Mas o que chamamos de mundo real? É o momento da entrega concreta de sua promessa, em uma experiência de interação que confirme na prática o seu discurso.

Quando uma marca pensa em experiência, ela olha para múltiplos meios e plataformas. Por exemplo, quando o Shopping Iguatemi pensa em uma experiência superior de varejo, olha além da comunicação publicitária. Tudo se volta para a interação com o cliente: suas lojas, espaço físico, sinalização, conceito, anúncios, fachada, segurança e serviços. E vai além: estar no Iguatemi é fazer parte de um estilo de vida, de um jeito de ver o mundo e se relacionar.

3 Pensar em vários públicos ao mesmo tempo

Uma grande mudança de nossa época, alavancada pela tecnologia da informação e convergência de meios, é a obrigatoriedade de atuação com diversos públicos ao mesmo tempo.

Foi-se o tempo em que as empresas decidiam falar com um público e ignorar os demais. Atualmente, as pessoas passaram a assumir, de forma natural, diferentes papéis em sua relação com as marcas. Alguém pode ser cliente e ao mesmo tempo um formador de opinião, um jornalista. Pode ser um colaborador e um investidor.

Por isso, a marca se torna importante, como origem e referência comum de todas as mensagens. Não importa com quem a empresa esteja falando, não importa a situação: a mensagem precisa fazer sentido e ser consistente para qualquer público. Sem uma mensagem alinhada, a marca corre o risco de se tornar “esquizofrênica”, enviando mensagens diferentes para cada público — por exemplo, dizer aos colaboradores que precisam se esforçar mais porque será um ano difícil e, ao mesmo tempo, anunciar perspectivas positivas a seus investidores.

A Vale construiu um dos maiores cases de reputação corporativa do Brasil, quando percebeu que sua imagem não deveria ser construída apenas junto ao público tradicional, os clientes. Na verdade, um cliente de minério na China pode dar pouca importância à marca. Mas para operar com segurança, com o “goodwill”, conquistar seus demais públicos, a Vale entendeu e passou a levar sua mensagem de progresso e sustentabilidade a formadores de opinião, governos de todas as esferas, ONGs, colaboradores, mercado de talentos, fornecedores.

4 Linguagem integrada

Perceber que a todo momento sua marca está “con-ver-sando” com seu público é uma prática central em branding. Toda marca possui uma estética, ou seja, emite sinais visuais e de comportamento para seus públicos, buscando construir uma imagem. Esta linguagem aparece na comunicação publicitária, em uma loja, em uma maneira de atender um cliente ou responder a uma reclamação. E em todas estas manifestações, uma imagem está sendo formada.

Quando passa a se preocupar com esta linguagem, uma marca passa
a
olhar para todas as suas manifestações, além da comunicação tradicional. Por exemplo, descobre que o atendimento é uma manifestação estética, ou seja, transmite sinais comportamentais e visuais que contribuem para a consistência de sua imagem.

O Banco Itaú descobriu isso há muito tempo. O alinhamento estético/visual de todos os seus pontos de contato, das agências à sua comunicação digital, garante uma presença de marca ímpar, com reconhecimento imediato. Isso permitiu à marca Itaú alcançar um objetivo de sonho para as marcas: apropriar-
se, imageticamente, de uma cor — no seu caso, o laranja. Hoje quando vemos um filme publicitário utilizando intensivamente a cor laranja, por exemplo, antes de ver o anunciante, sabemos de quem se trata.

5 Relevância de conteúdo

Vivemos em um contexto de excesso de informação e de oferta. Temos muitas opções de escolha para quase tudo que demandamos, mas também muito pouco tempo para exercer estas escolhas.

Por isso o indicador-chave em branding é relevância, ou, em outras palavras, percepção de valor.

Uma marca pode buscar ser conhecida e top of mind, por meio de comunicação intensiva; ou se diferenciar, através de um posicionamento bem definido e pesquisado. Mas isso o ferramental de marketing sabe resolver.

No entanto, entre uma marca conhecida, diferente, genial, engraçada, e uma marca relevante, esta última vai prevalecer. Apenas uma marca relevante pode levar os públicos da empresa, principalmente o cliente, a mudar seu comportamento.

É a relevância que transforma potenciais em futuros clientes reais; que torna um cliente mais leal e permite maiores margens; que atrai e mantém talentos; que transmite confiança a investidores.

A marca Brahma, mesmo não sendo corporativa, soube aumentar sua relevância ao longo dos anos, em um mercado ultracompetitivo. Sua relevância vem através de dois elementos: conexão máxima com seu público, o “brameiro”, desde seu comportamento, seu jeito de pensar, até a presença em seu momento de lazer — o futebol. A Brahma construiu uma posição de relevância e ao mesmo tempo de diferenciação, que são alavancas fundamentais de preferência e, consequentemente, de vendas.

6 Marca e negócio são uma coisa só

Por fim, mais que uma prática, uma das maiores forças que encontramos em marcas de sucesso é o reconhecimento, por parte da alta gestão, de que a marca representa e alavanca o negócio como um todo. É um ativo da empresa, e não uma logomarca gerenciada pelo departamento de marketing.

Quando a empresa se manifesta, em qualquer iniciativa, a imagem de sua marca será impactada, tornando-se a depositária de percepções positivas — ou negativas. A separação tradicional dos objetivos “de negócio” e “de marca” levou a um afastamento da agenda dos presidentes em relação ao pessoal de marketing e comunicação. Mas, apesar de tentar ser didática, esta separação era falsa. Quando um presidente ou diretor de relações com investidores dá uma entrevista,  está contribuindo, para o bem ou para o mal, para a reputação da empresa. E esta reputação é sustentada, referenciada, pela marca.

A noção de que marca e negócio são dois lados da mesma moeda tem levado, por exemplo, o pessoal do departamento de RH nas empresas a falar em branding, em atributos de marca, em posicionamento. Claro: eles são responsáveis por construir a imagem da marca para um público crucial, o público interno.

A Telefonica Vivo tem clareza sobre isso. As diretrizes estratégicas de suas marcas sempre procuram abranger e fazer sentido para todos os públicos. Seus valores são tratados como valores de marca, que devem mudar comportamentos, e não algo abstrato, em um quadro na parede. Isso cria um nível de consistência e atratividade difícil de ser combatido pelos concorrentes

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As 10 marcas cujos influenciadores no Instagram mais têm seguidores falsos

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

01 de Maio de 2018

No instagram, já é praxe grandes marcas pagarem para influenciadores divulgarem os seus produtos e serviços. Mas quantos seguidores desses “influencers” seriam verdadeiros (assim, consumidores reais sendo “influenciados”) e quantos seriam, na verdade, contas falsas?

 Um novo estudo americano da Points North Group traz essa resposta.

Divulgado pela revista AdAge, a pesquisa traz a lista das marcas cujos influenciadores contratados por elas mais têm perfis fake entre seus seguidores. As porcentagens, entre alguns marcas, são altas.

Isso mostra como o departamento de marketing de muitas empresas pode estar contratando um influenciador por achar que ele possui um alcance alto, quando, na verdade, este pode ser bem baixo.

O índice elevado de seguidores falsos nos perfis dos supostos influenciadores também mostra como a contagem do “nível de influência” (quantos seguidores a pessoa tem) e o cálculo de seu pagamento pode ser uma furada: quantos ali o post realmente alcança e quantos ali são fake ou têm um perfil inativo, as marcas costumam não saber.

Segundo a Point North Group, a média de preço de um seguidor por post é de 0,3 centavos de dólar entre marcas no Instagram.

Confira o top 10 de marcas cujos influenciadores têm seguidores falsos:

Posição Marca % de seguidores falsos
1 Ritz-Carlton 78
2 Aquaphor 52
3 L’Occitane 39
4 Pampers 32
5 DSW 29
6 Crocs 25
7 Lulus 22
8 Neiman Marcus 22
9 Magnum Ice Cream 20
10 Olay 19

O relatório também trouxe a lista das marcas que mais gastam com posts de influenciadores no Instagram e aquelas que estão se dando bem: as mais eficientes na relação gastos com influenciadores/retorno real.

Confira a lista dos que mais gastam:

Posição Marca Gasto (em dólares)
1 Flatty Tummy Co. 1.560.178
2 Amazon 646.212
3 Mercedes-Benz 515.697
4 Land O’Lakes 455.586
5 Stella Artois 423.175
6 Walmart 329.957
7 Waist Gang Society 317.783
8 SugarBear Hair 316.182
9 Freeform 304.357
10 Calvin Klein 250.763

Confira a lista das marcas mais eficientes. CPM é a sigla em inglês para “custo por mil impressões”, ou seja, quanto custa cada grupo de mil alcances reais de usuários/consumidores.

Posição Marca C.P.M. (em dólares)
1 Heinz Ketchup 1,78
2 Ulta Beauty 2,02
3 Hidden Valley 2,11
4 Suspicious Antwerp 2,13
5 Marc Jacobs Beauty 2,56
6 Chloé 2,97
7 Vicks 3,09
8 Call of Duty 3,12
9 Justice 3,16
10 BioClarity 3,19
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As 10 marcas cujos influenciadores no Instagram mais têm seguidores falsos

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

01 de Maio de 2018

No instagram, já é praxe grandes marcas pagarem para influenciadores divulgarem os seus produtos e serviços. Mas quantos seguidores desses “influencers” seriam verdadeiros (assim, consumidores reais sendo “influenciados”) e quantos seriam, na verdade, contas falsas?

 Um novo estudo americano da Points North Group traz essa resposta.

Divulgado pela revista AdAge, a pesquisa traz a lista das marcas cujos influenciadores contratados por elas mais têm perfis fake entre seus seguidores. As porcentagens, entre alguns marcas, são altas.

Isso mostra como o departamento de marketing de muitas empresas pode estar contratando um influenciador por achar que ele possui um alcance alto, quando, na verdade, este pode ser bem baixo.

O índice elevado de seguidores falsos nos perfis dos supostos influenciadores também mostra como a contagem do “nível de influência” (quantos seguidores a pessoa tem) e o cálculo de seu pagamento pode ser uma furada: quantos ali o post realmente alcança e quantos ali são fake ou têm um perfil inativo, as marcas costumam não saber.

Segundo a Point North Group, a média de preço de um seguidor por post é de 0,3 centavos de dólar entre marcas no Instagram.

Confira o top 10 de marcas cujos influenciadores têm seguidores falsos:

Posição Marca % de seguidores falsos
1 Ritz-Carlton 78
2 Aquaphor 52
3 L’Occitane 39
4 Pampers 32
5 DSW 29
6 Crocs 25
7 Lulus 22
8 Neiman Marcus 22
9 Magnum Ice Cream 20
10 Olay 19

O relatório também trouxe a lista das marcas que mais gastam com posts de influenciadores no Instagram e aquelas que estão se dando bem: as mais eficientes na relação gastos com influenciadores/retorno real.

Confira a lista dos que mais gastam:

Posição Marca Gasto (em dólares)
1 Flatty Tummy Co. 1.560.178
2 Amazon 646.212
3 Mercedes-Benz 515.697
4 Land O’Lakes 455.586
5 Stella Artois 423.175
6 Walmart 329.957
7 Waist Gang Society 317.783
8 SugarBear Hair 316.182
9 Freeform 304.357
10 Calvin Klein 250.763

Confira a lista das marcas mais eficientes. CPM é a sigla em inglês para “custo por mil impressões”, ou seja, quanto custa cada grupo de mil alcances reais de usuários/consumidores.

Posição Marca C.P.M. (em dólares)
1 Heinz Ketchup 1,78
2 Ulta Beauty 2,02
3 Hidden Valley 2,11
4 Suspicious Antwerp 2,13
5 Marc Jacobs Beauty 2,56
6 Chloé 2,97
7 Vicks 3,09
8 Call of Duty 3,12
9 Justice 3,16
10 BioClarity 3,19