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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

marca

Afinal, o que é branding?

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

19 de Maio de 2018

Se for procurar nos livros, provavelmente vai encontrar que branding são ações alinhadas ao posicionamento, propósito e aos valores da marca que ajudam a construir uma imagem na mente do cliente.

Na prática, branding é quando uma marca se humaniza a ponto de te encantar.

O objetivo do branding, ou gestão de marca,  é não somente conquistar a cabeça do cliente, mas também seu coração. É uma parceria que se inicia a partir de uma variável que te conquistou.

Sempre que trabalhar branding, o objetivo é despertar sensações e criar conexões conscientes e inconscientes, importantes para que o cliente escolha a sua marca no momento de decisão de compra do produto ou serviço. É paixão pela experiência, em qualquer contato com a marca, e não somente na etapa do consumo.

Essas práticas auxiliam na criação de valor além do produto, e o tornam mais especial, aos olhos de do seu publico.  É mais que o produto, é quem a marca é.

 

Uma marca é um conjunto de expectativas, memórias, histórias e relacionamentos que, juntos, são responsáveis por fazer o consumidor escolher um produto ou serviço em vez de outro. (Seth Godin)

Gerenciar uma marca não é tarefa simples, as variáveis estão ancoradas no imprevisível comportamento humano.

No entanto, marcas são ativos que impactam a performance da empresa, de acordo com sua capacidade maior ou menor de mudar comportamentos. Por isso, apesar da dificuldade, há de se admitir quão indispensável é para uma empresa que busca criar uma identidade própria, sempre buscar ações de branding. Para isso, é importantes se pensar em alguns tópicos:

  1. Propósito

O atributo mais comum entre marcas fortes, entre todos os grandes “cases” de branding, é ter uma visão crítica, questionadora, sobre o mercado. Esta prática de branding reverteu a lógica do marketing tradicional, de que o cliente conhece suas próprias necessidades e, portanto, bastava perguntar a ele.

Na verdade, quando todos os concorrentes vão em busca da mesma fonte, e esta fonte responde o mesmo para todos, o mercado chega a um nível paralisante de semelhança entre suas ofertas. Todos começam a fazer igual, sempre ancorados na defesa de que “foi o cliente que pediu”.

Para fugir desta dinâmica perversa, algumas marcas descobriram que poderiam contrariar e questionar o que o mercado dizia.

Quando uma marca conhece seu mercado e tem um propósito, uma opinião, ela tem condições de propor o novo, o inesperado. E é isso que os clientes esperam: um especialista que possa trazer o que existe de novo.

Quando a Natura questionou o paradigma de que cosméticos deveriam esconder a realidade e fazer promessas falsas, ela criou inovação verdadeira. Sua primeira assinatura — “Verdade em cosmética” — traduzia uma crença profunda de seus fundadores. Não era um posicionamento tradicional de mercado, um insight. Toda a empresa estava voltada para entregar esta crença na prática. Como, por exemplo, na revolucionária campanha de Chronos, “Mulher bonita de verdade”, que utilizava modelos reais, mostrando suas idades reais e falando de benefícios verdadeiros de um creme antissinais — não de um “anti-idade. Anos mais tarde, quando a marca concorrente Dove iniciou uma campanha muito parecida, pela “Real beleza”, não era mais inovadora e não chegou perto do impacto de sua concorrente brasileira.

A complexidade desta prática é que ela demanda uma mudança de postura organizacional. Em outras palavras, precisa partir de um visionário, que muitas vezes se encontra na posição de fundador ou acionista. Não é uma prática que o departamento de marketing consiga conduzir de forma isolada. Não se trata de imagem, de comunicação, mas de uma identidade e propósito claros.

2 Experiência — ponto de contato

Uma marca só acontece de verdade e se torna real quando interage e entrega uma experiência a seus públicos, em qualquer que seja o ponto de contato — e não apenas pela via da comunicação.

O branding sempre procura conduzir a marca, de seu pensamento inicial, sua intenção estratégica, até seu “momento da verdade”. Uma marca não existe apenas na cabeça de seus gestores, na intenção de realizar algo ou passar uma mensagem bonita. Ela precisa ir para o mundo real e mudar comportamentos de clientes, prospects, funcionários, investidores, governos, imprensa, entre outros.

Algumas marcas, com o uso intensivo da comunicação, ficam apenas no discurso, em um passo anterior, que é sua promessa. Mas o que chamamos de mundo real? É o momento da entrega concreta de sua promessa, em uma experiência de interação que confirme na prática o seu discurso.

Quando uma marca pensa em experiência, ela olha para múltiplos meios e plataformas. Por exemplo, quando o Shopping Iguatemi pensa em uma experiência superior de varejo, olha além da comunicação publicitária. Tudo se volta para a interação com o cliente: suas lojas, espaço físico, sinalização, conceito, anúncios, fachada, segurança e serviços. E vai além: estar no Iguatemi é fazer parte de um estilo de vida, de um jeito de ver o mundo e se relacionar.

3 Pensar em vários públicos ao mesmo tempo

Uma grande mudança de nossa época, alavancada pela tecnologia da informação e convergência de meios, é a obrigatoriedade de atuação com diversos públicos ao mesmo tempo.

Foi-se o tempo em que as empresas decidiam falar com um público e ignorar os demais. Atualmente, as pessoas passaram a assumir, de forma natural, diferentes papéis em sua relação com as marcas. Alguém pode ser cliente e ao mesmo tempo um formador de opinião, um jornalista. Pode ser um colaborador e um investidor.

Por isso, a marca se torna importante, como origem e referência comum de todas as mensagens. Não importa com quem a empresa esteja falando, não importa a situação: a mensagem precisa fazer sentido e ser consistente para qualquer público. Sem uma mensagem alinhada, a marca corre o risco de se tornar “esquizofrênica”, enviando mensagens diferentes para cada público — por exemplo, dizer aos colaboradores que precisam se esforçar mais porque será um ano difícil e, ao mesmo tempo, anunciar perspectivas positivas a seus investidores.

A Vale construiu um dos maiores cases de reputação corporativa do Brasil, quando percebeu que sua imagem não deveria ser construída apenas junto ao público tradicional, os clientes. Na verdade, um cliente de minério na China pode dar pouca importância à marca. Mas para operar com segurança, com o “goodwill”, conquistar seus demais públicos, a Vale entendeu e passou a levar sua mensagem de progresso e sustentabilidade a formadores de opinião, governos de todas as esferas, ONGs, colaboradores, mercado de talentos, fornecedores.

4 Linguagem integrada

Perceber que a todo momento sua marca está “con-ver-sando” com seu público é uma prática central em branding. Toda marca possui uma estética, ou seja, emite sinais visuais e de comportamento para seus públicos, buscando construir uma imagem. Esta linguagem aparece na comunicação publicitária, em uma loja, em uma maneira de atender um cliente ou responder a uma reclamação. E em todas estas manifestações, uma imagem está sendo formada.

Quando passa a se preocupar com esta linguagem, uma marca passa
a
olhar para todas as suas manifestações, além da comunicação tradicional. Por exemplo, descobre que o atendimento é uma manifestação estética, ou seja, transmite sinais comportamentais e visuais que contribuem para a consistência de sua imagem.

O Banco Itaú descobriu isso há muito tempo. O alinhamento estético/visual de todos os seus pontos de contato, das agências à sua comunicação digital, garante uma presença de marca ímpar, com reconhecimento imediato. Isso permitiu à marca Itaú alcançar um objetivo de sonho para as marcas: apropriar-
se, imageticamente, de uma cor — no seu caso, o laranja. Hoje quando vemos um filme publicitário utilizando intensivamente a cor laranja, por exemplo, antes de ver o anunciante, sabemos de quem se trata.

5 Relevância de conteúdo

Vivemos em um contexto de excesso de informação e de oferta. Temos muitas opções de escolha para quase tudo que demandamos, mas também muito pouco tempo para exercer estas escolhas.

Por isso o indicador-chave em branding é relevância, ou, em outras palavras, percepção de valor.

Uma marca pode buscar ser conhecida e top of mind, por meio de comunicação intensiva; ou se diferenciar, através de um posicionamento bem definido e pesquisado. Mas isso o ferramental de marketing sabe resolver.

No entanto, entre uma marca conhecida, diferente, genial, engraçada, e uma marca relevante, esta última vai prevalecer. Apenas uma marca relevante pode levar os públicos da empresa, principalmente o cliente, a mudar seu comportamento.

É a relevância que transforma potenciais em futuros clientes reais; que torna um cliente mais leal e permite maiores margens; que atrai e mantém talentos; que transmite confiança a investidores.

A marca Brahma, mesmo não sendo corporativa, soube aumentar sua relevância ao longo dos anos, em um mercado ultracompetitivo. Sua relevância vem através de dois elementos: conexão máxima com seu público, o “brameiro”, desde seu comportamento, seu jeito de pensar, até a presença em seu momento de lazer — o futebol. A Brahma construiu uma posição de relevância e ao mesmo tempo de diferenciação, que são alavancas fundamentais de preferência e, consequentemente, de vendas.

6 Marca e negócio são uma coisa só

Por fim, mais que uma prática, uma das maiores forças que encontramos em marcas de sucesso é o reconhecimento, por parte da alta gestão, de que a marca representa e alavanca o negócio como um todo. É um ativo da empresa, e não uma logomarca gerenciada pelo departamento de marketing.

Quando a empresa se manifesta, em qualquer iniciativa, a imagem de sua marca será impactada, tornando-se a depositária de percepções positivas — ou negativas. A separação tradicional dos objetivos “de negócio” e “de marca” levou a um afastamento da agenda dos presidentes em relação ao pessoal de marketing e comunicação. Mas, apesar de tentar ser didática, esta separação era falsa. Quando um presidente ou diretor de relações com investidores dá uma entrevista,  está contribuindo, para o bem ou para o mal, para a reputação da empresa. E esta reputação é sustentada, referenciada, pela marca.

A noção de que marca e negócio são dois lados da mesma moeda tem levado, por exemplo, o pessoal do departamento de RH nas empresas a falar em branding, em atributos de marca, em posicionamento. Claro: eles são responsáveis por construir a imagem da marca para um público crucial, o público interno.

A Telefonica Vivo tem clareza sobre isso. As diretrizes estratégicas de suas marcas sempre procuram abranger e fazer sentido para todos os públicos. Seus valores são tratados como valores de marca, que devem mudar comportamentos, e não algo abstrato, em um quadro na parede. Isso cria um nível de consistência e atratividade difícil de ser combatido pelos concorrentes

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As 10 marcas cujos influenciadores no Instagram mais têm seguidores falsos

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

01 de Maio de 2018

No instagram, já é praxe grandes marcas pagarem para influenciadores divulgarem os seus produtos e serviços. Mas quantos seguidores desses “influencers” seriam verdadeiros (assim, consumidores reais sendo “influenciados”) e quantos seriam, na verdade, contas falsas?

 Um novo estudo americano da Points North Group traz essa resposta.

Divulgado pela revista AdAge, a pesquisa traz a lista das marcas cujos influenciadores contratados por elas mais têm perfis fake entre seus seguidores. As porcentagens, entre alguns marcas, são altas.

Isso mostra como o departamento de marketing de muitas empresas pode estar contratando um influenciador por achar que ele possui um alcance alto, quando, na verdade, este pode ser bem baixo.

O índice elevado de seguidores falsos nos perfis dos supostos influenciadores também mostra como a contagem do “nível de influência” (quantos seguidores a pessoa tem) e o cálculo de seu pagamento pode ser uma furada: quantos ali o post realmente alcança e quantos ali são fake ou têm um perfil inativo, as marcas costumam não saber.

Segundo a Point North Group, a média de preço de um seguidor por post é de 0,3 centavos de dólar entre marcas no Instagram.

Confira o top 10 de marcas cujos influenciadores têm seguidores falsos:

Posição Marca % de seguidores falsos
1 Ritz-Carlton 78
2 Aquaphor 52
3 L’Occitane 39
4 Pampers 32
5 DSW 29
6 Crocs 25
7 Lulus 22
8 Neiman Marcus 22
9 Magnum Ice Cream 20
10 Olay 19

O relatório também trouxe a lista das marcas que mais gastam com posts de influenciadores no Instagram e aquelas que estão se dando bem: as mais eficientes na relação gastos com influenciadores/retorno real.

Confira a lista dos que mais gastam:

Posição Marca Gasto (em dólares)
1 Flatty Tummy Co. 1.560.178
2 Amazon 646.212
3 Mercedes-Benz 515.697
4 Land O’Lakes 455.586
5 Stella Artois 423.175
6 Walmart 329.957
7 Waist Gang Society 317.783
8 SugarBear Hair 316.182
9 Freeform 304.357
10 Calvin Klein 250.763

Confira a lista das marcas mais eficientes. CPM é a sigla em inglês para “custo por mil impressões”, ou seja, quanto custa cada grupo de mil alcances reais de usuários/consumidores.

Posição Marca C.P.M. (em dólares)
1 Heinz Ketchup 1,78
2 Ulta Beauty 2,02
3 Hidden Valley 2,11
4 Suspicious Antwerp 2,13
5 Marc Jacobs Beauty 2,56
6 Chloé 2,97
7 Vicks 3,09
8 Call of Duty 3,12
9 Justice 3,16
10 BioClarity 3,19
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McDonald’s apresenta seus oito sanduíches da Copa do Mundo 2018

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

15 de Abril de 2018

O MCDONALDS divulgou, ontem (11), os seus sanduíches especiais para a Copa do Mundo.

A marca, tradicionalmente, lança novos lanches especiais, um para cada país e para cada dia da semana, trazendo ingredientes marcantes de cada culinária. É a quinta vez que o McDonald’s Brasil investe na ação.

Dessa vez, contudo, são oito lanches. Sete para cada dia da semana e o McBrasil, que poderá ser comprado em qualquer dia.

Outra novidade desse ano são as McFritas ou Batatas Rústicas personalizadas para cada país.

Chama a atenção a presença do McItália, já que a seleção, tragicamente, não se classificou para a Copa.

Uma ausência curiosa é um imaginado McRússia, o país anfitrião do evento. Seria interessante ver o lanche do país que receberá as seleções.

A explicação para tal escalação é simples: o McDonald’s decidiu que esse ano a marca homenagearia as oito seleções que já foram campeãs: Brasil, Alemanha, Espanha, Uruguai, Argentina, Inglaterra, Itália e França.

Os lanches estarão à venda a partir de 24 de abril.

O preço do combo (lanche, frita e refrigerante) deverá sair por 29,90 reais.

Confira, a seguir, cada lançamento:

McItália – Domingo

Composto por queijo muçarela, polpetone, tomate, pepperoni e melt de muçarela com tomate seco no pão de brioche. McFritas tradicionais com molho de muçarela com tomate seco e bacon picado.

McItália: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McItália: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McItália: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McFrança – Segunda-feira

Composto por cogumelos caramelizados, dois hambúrgueres, queijo emental, mix de folhas, cebola crispy e Melt Brie no pão com gergelim. Batatas Rústicas com molho Melt Brie e bacon picado.

McFrança: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McFrança: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McFrança: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McEspanha – Terça-feira

Composto por queijo muçarela, dois hambúrgueres, mix de folhas, tomate, copa fatiada e maionese de oliva no pão de brioche. Batatas rústicas com molho de maionese de oliva e bacon picado.

McEspanha: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McEspanha: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McEspanha: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McAlemanha – Quarta-feira

Composto por cebola caramelizada, 2 fatias de queijo emental entre dois hambúrgueres, bacon, tomate e mostarda rústica no pão com gergelim. Batatas rústicas com molho de maionese e bacon picado.

McAlemanha: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McAlemanha: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McAlemanha: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McUruguai – Quinta-feira

Composto por 2 fatias de queijo emental entre 2 hambúrgueres, copa fatiada, cebola crispy e maionese chimichurri no pão de brioche. McFritas tradicionais com molho de maionese chimichurri e bacon picado.

McUruguai: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McUruguai: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McUruguai: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McInglaterra – Sexta-feira

Composto por 2 fatias de queijo emental entre 2 hambúrgueres, picles, fatias de bacon, cebola crispy e molho barbecue no pão com gergelim. McFritas tradicionais com molho cheddar e bacon picado.

McInglaterra: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McInglaterra: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McInglaterra: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McArgentina – Sábado

Composto por 2 fatias de queijo cheddar entre 2 hambúrgueres, bacon, tomate, alface crespa e maionese chimichurri no pão de brioche. Batatas rústicas com molho de maionese verde e bacon picado.

McArgentina: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McArgentina: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McArgentina: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McBrasil – Todos os dias

Composto por dois hambúrgueres, queijo típico brasileiro, mix de folhas, bacon e maionese verde no pão de brioche. McFritas ou Batatas Rústicas especiais do dia.

O McDonald’s ainda não divulgou a imagem do McBrasil.

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Apple e Google já não são mais vistos com tanta estima pelos consumidores

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

10 de Abril de 2018

Uma nova pesquisa nos EUA sobre percepção de marca mostrou que gigantes, como Apple e Google já não têm o respeito dos consumidores como antigamente.

O Reputation Quotation de 2018, da The Harris Poll, mostra o nível da reputação de grandes marcas nos EUA entre seus consumidores. 25.880 pessoas foram entrevistadas para compor o ranking atual de marcas mais respeitadas.

A The Harris Poll mede desde 1999 o respeito pelas 100 principais marcas do ano vigente. São vinte critérios, divididos em seis categorias, como “Responsabilidade social”, “Visão e liderança” e “Apelo emocional”.

A Apple, que já chegou a ficar na quinta posição entre as mais respeitadas em 2017, agora amarga o 29º lugar. Talvez a culpa seja dela mesma: a empresa admitiu que diminuía de propósito a velocidade de aparelhos antigos. Não pegou nada bem no quesito “confiança dos consumidores”.

O Google também caiu diversas posições e agora aparece na 28ª posição. A marca se envolveu em escândalos com o youtuber Logan Paul (muitos acharam que ela demorou a responder a grave questão).

2018

A Amazon figura no topo do ranking como a mais respeitada. Em segundo, vem a rede de mercados Wegmans. 

Nas posições seguintes, aparecem a Tesla Motors, a rede de restaurantes Chick-fil-A e a The Walt Disney Company.

Segmentos

Dividindo as marcas de acordo com os seis grandes critérios da pesquisa, eis as três mais respeitadas em cada segmento:

Produtos e serviços: Amazon, Tesla Motors e Wegmans

Ambiente de trabalho: Wegmans, Chick-fil-A e Tesla Motors

Performance financeira: Amazon, The Walt Disney Company e Berkshire Hathaway

Visão e liderança: Tesla Motors, Amazon e Berkshire Hathaway

Apelo emocional: Amazon, Chick-fil-A e UPS

Responsabilidade social: Tesla Motors, Wegmans e Whole Foods Market

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Magazine Luiza vende colheres para você meter em brigas por aí

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

11 de Março de 2018

Sabe aquele velho ditado (machista)? “Em briga de marido e mulher, não se mete a colher”? Pois a Magazine Luiza resolveu meter a colher.

Em campanha no Dia Internacional da Mulher, a marca coloca a partir de hoje (8), em suas 860 lojas e no e-commerce, colheres à venda.

Não qualquer lugar. Elas vêm com a inscrição “Em briga de marido e mulher, tem que meter a colher, sim. Ligue 180 e denuncie”.

O custo será de R$ 1,80. Todo o dinheiro das vendas será revertido para o Instituto Patrícia Galvão e para a rede colaborativa Mete a Colher, ambas trabalhando em torno da luta contra a violência doméstica e a violência contra mulheres.

A criação é da agência David.

Dentro da empresa, a marca já criara um sistema para ajudar mulheres que tinham passado por alguma situação de violência. As funcionárias têm acesso ao Canal da Mulher, um sistema de denúncias interno. Luiza Trajano tem acesso direto ao sistema e monitora as denúncias que chegam.

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Campeões do Super Bowl: avocado, asas de frango e Cindy Crawford

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

12 de Fevereiro de 2018

Após o super bowl, final da liga de futebol americano dos EUA e principal data do esporte (e do marketing) por lá, não é só um time que sai do campo vencedor (neste ano, o Philadelphia Eagles). Marcas, artistas e até comidas também se consagram.

Um novo estudo da Salesforce, divulgado nesta semana, monitorou anúncios, hashtags e imagens compartilhadas em redes sociais, sites e blogs para descobrir as coisas mais populares do evento.

Confira quem de destacou na noite do último dia 4.

Anúncios mais mencionados

1. Avocados From Mexico (137.073)

2. Pepsi (#Cindycrawford, 38.246)

3. Doritos (26.887)

4. Bud Light (20.667)

5. Kraft (9.890)

Imagens mais compartilhadas

1. Cindy Crawford do anúncio da Pepsi
2. Justin Timberlake no show de intervalo
3. Bud Light do anúncio Tag Your Bud Knight
4. Doritos e Sprite com Peter Dinklage e Morgan Freeman
5. Avocados do anúncio do Avocados From Mexico

Show do Justin Timberlake no Super Bowl, dia 04/02/2018

Show do Justin Timberlake no Super Bowl, dia 04/02/2018 (Matthew Emmons-USA TODAY Sports/Reuters)

Fotos de comidas mais postadas

1. Chicken Wings (asinhas de frango)
2. Pizza
3. Ribs and Grits (costela e canjica)
4. Cerveja
5. Submarine Sandwich (sanduíche na Baguete)

Top 5 hashtags

#Guacworld

#Pepsigenerations

#SpitFire

#DillyDilly

#FamilyGreatly

Top 5 palavras

Guac

Truck

Food

Beautiful

Sweepstakes

Top 5 logos

Avocados From Mexico

Pringles

Philadelphia Eagles

Pepsi

Fox Sports

Pepsi: um dos logos mais destacados durante o Super Bowl 2018

Pepsi: um dos logos mais destacados durante o Super Bowl 2018 (Reprodução/Bloomberg)

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‘Café loiro’ criado pela Starbucks gera polêmica nos EUA

Por rodrigogoyanna em Marketing

30 de Janeiro de 2018

A rede mundial de cafés Starbucks lançou uma linha “Blonde” (loiro, em português) de seus cafés, que promete um sabor mais “suave” e “sutilmente doce”. No entanto, o slogan da campanha gerou polêmica nos Estados Unidos.

A frase “Blonde break rules” (loiros quebram regras) – a mesma utilizada por um comercial de tonalizante loiro de 1963, em que as mulheres eram pedidas em casamento e melhoravam suas habilidades esportivas depois de pintar o cabelo – foi alvo de críticas nas redes sociais por se remeter ao governo do presidente Trump

No Twitter, algumas pessoas notaram o significado ambíguo da campanha, que se encaixa perfeitamente com o momento em que os Estados Unidos vivem, em meio às atitudes polêmicas do magnata.

“Parece que a Starbucks está tentando simpatizar com as pessoas, e prefere desafiá-las a negar as normas e se tornar loiras – mesmo que seja com uma xícara de café expresso”, escreveu a jornalista Sangeeta Singh-Kurtz.

“É uma campanha que ressoa perfeitamente em 2018, quando o presidente dos Estados Unidos tem encorajado o país a abandonar qualquer senso de empatia ou senso comum, e colocá-los em primeiro lugar, quebrando as regras pelo caminho”, completou.

O objetivo com o novo estilo é que o cliente customize sua bebida a sua maneira, podendo escolher entre a linha “Signature” – café original – ou “Blonde” – bebida mais suave, feita com grãos de café levemente tostados da América Latina e do Leste da África.

De acordo com a publicação, a linha “Blonde” foi lançada no mesmo período em que a viagem de Trump ao Fórum Mundial de Davos não foi bem aceita. A nova linha está disponível somente nos Estados Unidos e foi lançada oficialmente em 23 de janeiro.

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Nike e LeBron James lançam filme poderoso sobre igualdade e união

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

21 de Janeiro de 2018

“Até que todos nós ganhemos”. Assim a Nike define “igualdade”.

Em sua nova campanha, “Equality”, a marca volta a defender o poder do esporte para unir as pessoas e criar mais oportunidades e igualdade.

Com narração do astro do basquete LeBron James, o filme mostra como, não importando raça, sexo ou nacionalidade, o esporte permite união e sonhos.

Neymar dá as caras brevemente no vídeo, assim como outros atletas de peso: Roger Federer, Rafael Nadal, Serena Williams e Megan Rapinoe, entre outros.

Dentro da campanha “Equality”, a marca promove parcerias e patrocínios a organizações como Mentor e PeacePlayers International, que trabalham com comunidades e projetos focados na igualdade.

Em 2017, por exemplo, a marca doou US$5 milhões a projetos do tipo.

Nos últimos anos, a Nike tem focado em campanhas que falam muito sobre igualdade, oportunidades, racismo e equidade de gênero.

Citando alguns exemplos: uma campanha sobremulheres atletas na India; um vídeo sobre superação e adversidade Michale Jordan; uma campanha em Xangai sobre liberdade.

A empresa também não fica no muro diante de assuntos políticos. O CEO da Nike não deixou de mostrar sua total desaprovação diante do plano do presidente americano Donald Trump de banir diversas nacionalidades no país e de deportar em massa milhares de imigrantes.

Assista:

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Novo filme do Burger King aposta em humor e beatbox

Por rodrigogoyanna em Marketing

10 de Janeiro de 2018

Comer por uma banda inteira: essa é a desculpa de uma jovem beatboxer para comer em dobro os lanches da promoção 2×15 do BK.

Ao fazer diferentes sons de percussão com a boca, a garota do filme Beatbox, criado pela David dedica um sanduíche para seu “lado batera” e outro para seu “lado DJ” – e come os dois sozinha.

Esse é o mote criativo que norteia a campanha da promoção da rede BK, o King em Dobro. Com lançamento em 3 de janeiro na TV e nas redes sociais, o filme brinca com a ideia de que inventamos qualquer desculpa para fazer o que gostamos muito, especialmente comer nossos lanches preferidos.

Este conteúdo foi originalmente publicado no site da AdNews.

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Metas dos brasileiros em 2018: aumentar a renda e relaxar mais

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

01 de Janeiro de 2018

Ganhar mais, gastar menos e relaxar. Essas serão as três maiores preocupações dos brasileiros em 2018.

Uma nova pesquisa da Kantar TNS descobriu as maiores preocupações e desejos para o novo ano que se aproxima.

Os consumidores brasileiros estão atentos à saúde e também ao bolso.

Para 74% dos consumidores, aumentar a renda será o objetivo principal de 2018. Porcentagem maior que nos últimos anos.

Quando o assunto é saúde e bem-estar, o foco principal é relaxar mais, para 48% dos entrevistados. Outra preocupação que só cresceu desde 2015.

Confira os resultados:

Dinheiro

Maiores preocupações:

  • Aumentar a renda: 74%
  • Poupar dinheiro: 67%
  • Comprar ou trocar de carro: 45%
  • Comprar ou trocar de casa: 44%

Saúde

Maiores preocupações:

  • Relaxar: 48%  
  • Se exercitar: 39%
  • Levar uma dieta balanceada: 35%
  • Parar de fumar: 10%

Felicidade

Maiores preocupações:

  • Procurar novo trabalho ou melhorar as condições atuais: 48%
  • Buscar um novo relacionamento: 19%

A pesquisa foi realizada com 866 pessoas entre 15 e 59 anos, das regiões Sudeste, Sul, Nordeste e Centro do Brasil, nos dias 5 a 18 de dezembro de 2017.

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Metas dos brasileiros em 2018: aumentar a renda e relaxar mais

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

01 de Janeiro de 2018

Ganhar mais, gastar menos e relaxar. Essas serão as três maiores preocupações dos brasileiros em 2018.

Uma nova pesquisa da Kantar TNS descobriu as maiores preocupações e desejos para o novo ano que se aproxima.

Os consumidores brasileiros estão atentos à saúde e também ao bolso.

Para 74% dos consumidores, aumentar a renda será o objetivo principal de 2018. Porcentagem maior que nos últimos anos.

Quando o assunto é saúde e bem-estar, o foco principal é relaxar mais, para 48% dos entrevistados. Outra preocupação que só cresceu desde 2015.

Confira os resultados:

Dinheiro

Maiores preocupações:

  • Aumentar a renda: 74%
  • Poupar dinheiro: 67%
  • Comprar ou trocar de carro: 45%
  • Comprar ou trocar de casa: 44%

Saúde

Maiores preocupações:

  • Relaxar: 48%  
  • Se exercitar: 39%
  • Levar uma dieta balanceada: 35%
  • Parar de fumar: 10%

Felicidade

Maiores preocupações:

  • Procurar novo trabalho ou melhorar as condições atuais: 48%
  • Buscar um novo relacionamento: 19%

A pesquisa foi realizada com 866 pessoas entre 15 e 59 anos, das regiões Sudeste, Sul, Nordeste e Centro do Brasil, nos dias 5 a 18 de dezembro de 2017.