Publicidade

Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

marca

Lexus lança documentário de 60 mil horas de duração

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

18 de Março de 2019

Você gosta de assistir a documentários? De qualquer tipo? E se ele tivesse 60 mil horas de duração? Bem, mesmo que você topasse o desafio, a tarefa seria ingrata – e provavelmente impossível. Seria preciso quase sete anos, sem parar, para ver um filme deste tamanho.

A fabricante automotiva lexus, mesmo sabendo que nenhum consumidor seu jamais terá sete anos livres para essa tarefa, lançou um documentário de 60 mil horas. O filme explora o conceito de “artesão” e a arte de se dedicar com paciência a uma tarefa manual até atingir o nível da perfeição. Os japoneses chamam a isso de “takumi” – e eles são conhecidos pelas artes milenares extremamente aperfeiçoadas.

Com o conceito, a Lexus quer explorar a ideia de que ela, enquanto marca, também quer se dedicar com extremo afinco à arte de fabricar carros – e que se importa muito com o resultado final entregue ao consumidor. Tenta dizer que ela se importa tanto que chega ao nível dos “takumis” japoneses. A ideia é o oposto da automação da inteligência artificial, conceito explorado pela Lexus em 2018, quando ela lançou um comercial cujo roteiro havia sido escrito por uma IA e buscava refletir sobre quanto um “robô” poderia trazer de intuição ao processo criativo.

Para tal oposto, ou seja, a arte não feita por algoritmos, mas pela dedicação de centenas de horas de um ser humano, o documentário da Lexus gravou cenas com quatro artesãos japoneses: um carpinteiro, uma artista que trabalha com tradicionais recortes de papel, um chef e um designer automotivo (que trabalha para a Lexus). Que fique claro: era impossível gravar 60 mil horas de material inédito. Seria preciso três décadas para uma equipe conseguir gravar tanto material – como em qualquer filme, cada minuto de gravação exige muitas horas de trabalho.

O que a Lexus fez foi gravar entre três e cinco minutos de material de cada um dos quatro artesãos e depois criar uma sequência de loops, repetindo as cenas e criando as tais 60 mil horas. Mas a metáfora é clara: a repetição “infinita” da tarefa dos artesãos, exemplificando dedicação e concentração absolutas. Para quem não quer encarar as 60 mil horas, a marca vai lançar uma versão mais “normal” do vídeo: apenas 54 minutos. A campanha foi criada pela agência britânica The&Partnership.

O nome oficial do filme é “Takumi: A 60,000-Hour Story on the Survival of Human Craft”. ele estará disponivel em um site criado para a campanha. Já a versão de 54 minutos estreia em 19 de março no Amazon Prime Video, Google Play, e iTunes. Os artesãos que estrelam a campanha são o carpinteiro Shigeo Kiuchi, o chef Hisato Nakahigashi (estrelado pela Michelin), a artista Nahoko Kojima e o “takumi” Katsuaki Suganuma, que trabalha para a Lexus há 32 anos e cuida de fazer a inspeção final dos carros que saem da linha de produção, garantindo que estão “perfeitos”, ao melhor estilo do olhar atento oriental.

Na América do Norte, a Lexus vendeu 298.310 veículos em 2018, 2,2% menos que em 2017. É um pouco menos que a venda de modelos Corolla em 2018 (303.732).

Confira o trailer:

 

 

Publicidade

As 10 tendências globais de consumo em 2019

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

27 de Fevereiro de 2019

O comportamento e o interesse dos consumidores estão mudando – e as marcas precisam entender os novos movimentos que se anunciam se quiserem continuar a falar com o seu público de modo eficiente e inovador.

Um novo estudo da empresa de pesquisa de mercado Euromonitor International revela as principais tendências de consumo que surgem em 2019 e que deverão ditar os próximos anos.

No geral, a pesquisa assinala que inteligência para saber usar o imenso leque de opções e poder de decisão disponíveis é essencial em 2019. “O grande desafio é saber dar sentido a tudo”, diz o estudo.

As autoras destacam que os consumidores estão ficando mais inteligentes (“todos são especialistas”) e autossuficientes. Além disso, demandam cada vez mais autenticidade e imediatismo. “Consumidores estão buscando por autenticidade, produtos diferenciados e experiências para que eles possam expressar sua individualidade. Consumidores em países em desenvolvimento estão reavaliando seus hábitos de consumo, abandonado o materialismo exagerado e buscando simplicidade, autenticidade e individualidade”, escrevem Angus e Westbrook.

Questões éticas e sobre o meio-ambiente também estão deixando de ser demandas de nicho e pautas de poucas marcas para se tornarem pontos essenciais para qualquer um. O movimento anti-plástico de 2018 (contra os canudinhos, por exemplo) mostrou que a preocupação ambiental veio para ficar.

As autoras também destacam a valorização do tempo individual, para uma “solitude” (que é diferente de solidão), a facilidade de contato via plataformas digitais e também a questão do envelhecimento: gerações mais velhas querem ser lembradas pelas marcas. “Os baby-boomers têm muito mais em comum em torno de valores e prioridades com os millennials e gerações mais jovens que muitos podem imaginar”, escrevem.

Confira, a seguir, as 10 tendências de consumo em 2019:

1. Pessoas mais velhas querem se sentir e agir como mais novas – e ser tratadas como tal
Em 2019, surgem os “agnósticos da idade”, aqueles que não acreditam mais que idade ou velhice é sinônimo de “piorar”. Eles não têm uma visão passiva sobre o envelhecimento e cuidam cada vez mais da aparência e da saúde. Pesquisas mostram que a geração que nasceu entre 1946 e 1964 também se preocupa com inovações tecnológicas, novos apps e novos smartphones.

Com populações envelhecendo em todo o mundo (no Japão, mais da metade da população terá mais de 50 anos em 2025), essa fatia de consumidores se torna essencial para marcas e empresas, que devem enxergar um potencial de crescimento na faixa etária. Aliás, essa faixa da população tem mais poder de compra que os mais jovens.

2. De volta ao básico: menos é mais
Consumidores tendem, cada vez mais, a rejeitar o genérico, os produtos massificados. A preferência, agora, é dada aos produtos simplificados e focados. Consumidores também estão reavaliando seus hábitos de consumo, rejeitando o materialismo e o consumismo e dando preferência a experiências mais simples e autênticas. Comprar comida localmente, de pequenos produtores, exemplifica a tendência.

No mercado de bebidas, o aumento no consumo de produtos artesanais (como as craft beers) reflete a tendência anti-massificação. No mercado de beleza, os produtos chamados DIY (Do It Yourself – faça você mesmo) também tem visto um boom de interesse e consumo. Segundo Kseniia Galenytska, analista sênior do Euromonitor: “A demanda por produtos que usam ingredientes naturais tem crescido. 29% dos consumidores buscam produtos de pele totalmente naturais e a demanda por transparência total de ingredientes alcançou 19% dos consumidores”.

3. Consumo consciente
Consumidores estão cada vez mais conscientes e buscam decisões positivas na maneira de comprar e consumir um produto ou serviço. O “mindfulness” chegou ao consumo. Essa parcela crescente de consumidores tem consciência do impacto negativo que o consumo exagerado e irresponsável está causando no mundo. Essa consciência abarca seres humanos, animais e meio-ambiente.

O veganismo e os produtos eco-friendly ganham mais espaço com essa tendência entre os consumidores ao redor do globo. Em países em desenvolvimento, consumir carne vermelha ainda é visto como sinal de maior poder aquisitivo e prosperidade. Mas, mesmo nesses países, como Nigéria, Paquistão e Brasil, as dietas vegetarianas ganharam espaço. Os produtos que não promovem testes em animais também estão sendo cada vez mais exigidos. Segundo o estudo, “a ética se tornou mainstream”, ou seja, se popularizou, e o conceito de negócio eticamente responsável mudou, abrangendo muito mais tópicos.

4. Digitalmente unidos
A transformação dos meios digitais e da tecnologia, que na última década evoluiu de “facilitador da comunicação” à criação de novas e multidimensionais formas de interação, vai continuar a criar novas experiências coletivas e moldar a maneira pela qual consumidores se conectam e colaboram.

Indústrias inteiras já estão se transformando para oferecer soluções e opções virtuais, como as áreas médica e do Direito. Os trabalhos e interações virtuais, onde será possível trabalhar e colaborar em equipe, mesmo à distância, serão cada vez mais comuns.

Segundo Mattew Hudak, analisa de pesquisa do Euromonitor, a realidade virtual surgida no mundo dos videogames vai se expandir para todas as áreas profissionais. Segundo ele, o desafio da próxima geração de novas tecnologias será o de fazer um balanço entre a facilidade do uso do consumidor (tecnologia user-friendly) e as altas capacidades técnicas do serviço ou produto em questão.

5. Todo mundo é especialista: conhecimento é poder
Em uma era de alta acessibilidade, onde tudo está ao alcance de um botão, consumidores sabem que podem contar com informações instantâneas para decidir suas compras. A relação entre varejista e consumidor mudou. Se antes estes buscavam certas marcas ou especialistas em quem podiam confiar para tomar suas decisões, agora consumidores muito bem informados tomam decisões por conta própria e conversam entre si em busca de conselhos e informações.

Nas redes sociais, consumidores não precisam das marcas para relatar problemas, fazer críticas, ou elogiar um produto ou serviço. O poder da informação está na mão de quem consome. Além disso, só crescem o poder dos “influenciadores” nas redes sociais. Nessa onda, a velha máxima “o cliente tem sempre razão” se tornou ainda mais uma verdade inquestionável.

O poder desses consumidores molda o e-commerce, onde sites contam com avaliações e rankings criados pelos compradores, que monitoram a todo instante preços e qualidade de produtos e atendimentos. Não há espaço para falta de transparência. Qualquer erro é imediatamente relatado e compartilhado.

6. Espaço próprio: o valor de “ficar sozinho”
O tempo onde a fronteira privada e profissional desaparecia (gerando o problema dos “workaholics”) ficou para trás, assim como aquele tempo criado pelas redes sociais onde as pessoas sofriam de ansiedade por sentirem que, ao ficar em casa, estavam “perdendo alguma coisa”. Em 2019, a valorização do tempo sozinho, do momento “eu”, veio para ficar. Não tem nada de errado em ficar em casa curtindo a própria companhia, longe do e-mail, dos eventos e das redes sociais.

Outra tendência mostra consumidores mais cuidadosos com o que compartilhavam online, valorizando mais a privacidade. Muita gente percebeu que não dava para ficar 24 horas por dia “competindo” em termos de experiência e felicidade nas redes sociais. As experiências da “vida real” voltaram a ser valorizados como escape do estresse constante da vida online.

7. “Deixa que eu faço” – Consumidores podem cuidar deles mesmos
Consumidores estão cortando o “meio de campo”, os profissionais intermediários, e fazendo eles mesmos. Sem consultar um profissional, pessoas resolvem seus próprios problemas com versatilidade. E se antes consumidores se deixavam levar pelo “hype” de novos produtos, agora eles buscam soluções simples e eficazes, que se encaixem no que eles desejam. De olho, por exemplo, na saúde, esses novos consumidores buscam soluções práticas de alimentos, valorizando produtos orgânicos.

Para atingir resultados pessoais de felicidade e saúde, esses consumidores estão dispostos a gastar mais se preciso. Sarah Petersson, pesquisadora sênior do Euromonitor, diz: “Ser capaz de ‘cuidar de si mesmo’ é visto como um luxo que permite às pessoas serem mais versáteis, expandirem suas possibilidades. Essa tendência reflete no modo como as pessoas comem, bebem e cuidam da sua saúde”.

8. Um mundo sem plástico – Consumidores mais atentos ao desperdício
A luta por uma sociedade livre da “escravidão do plástico” ganhou força nos últimos anos e só crescerá em 2019, com consumidores mais atentos que rejeitam produtos cuja embalagem plástica é descartada com apenas um uso ou aqueles produtos de beleza que trazem micropartículas plásticas que poluem gravemente os oceanos. Pela versatilidade, 63% das embalagens de produtos como alimentos, produtos de beleza e produtos para o lar vêm em embalagens plásticas. Mas o uso pelos consumidores será mais consciente, buscando reciclagem, reuso e consumo consciente.

Com essa tendência, consumidores vão se mostrar a gastar mais em produtos com materiais recicláveis e cujas marcas se preocupam efetivamente com o meio-ambiente.

9. Eu quero agora! – Soluções rápidas e sem problemas
Eficiência é a palavra-chave. Consumidores estão mais atarefados e desejam serviços e produtos que são entregues rapidamente e da maneira mais simples possível, sem problemas. Preocupados em ter mais tempo e dar mais atenção aos seus trabalhos e vida pessoal, esses consumidores querem se preocupar o menos possível com as questões práticas da vida: uma compra no mercado, um novo serviço no celular: tudo precisa ser feito da maneira mais suave possível, requerendo a menor preocupação possível.

Tempo também é, cada vez mais, precioso. Uma boa parcela dos consumidores em 2019 tenderão a gastar mais dinheiro caso o serviço ou produto poupe-lhes tempo. A tecnologia 5G, o big data e a inteligência artificial colocarão à disposição serviços e produtos que salvarão muito tempo de seus consumidores cativos.

10. Amando a vida de solteiro
Pessoas acima dos 50 anos estão ficando mais solteiras e aproveitando essa nova vida. Solteiros por toda a vida ou recentemente viúvos ou separados, esses consumidores têm mais poder de consumo e estão adotando um estilo de vida típico dos jovens solteiros. Na próxima década, o crescimento no número de lares com solteiros será maior que o crescimento de qualquer outro tipo de lar.

Questão de conveniência e custo são essenciais para esses consumidores. Eles priorizam a segurança financeira e pensam na hora de tomar decisões de consumo mais que gerações mais jovens.

leia tudo sobre

Publicidade

Comercial da Apple faz “inundação de cores” para promover iPhone Xr

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

03 de Janeiro de 2019

Dezenas de pessoas correndo pelas ruas com roupas multicoloridas, simulando uma enchente de amarelos, azuis, vermelhos e roxos, com direito a movimentos e saltos audaciosos de parkour.

Esse é o cenário do novo comercial da Apple chamado “Color Flood” (inundação de cor) para promover o iPhone XR, novo modelo mais barato de smartphone da marca, lançado no final de 2018.

À medida que se movimentam pela cidade, mais e mais corredores coloridos se juntam ao grupo. Quando se aproxima do fim, o vídeo mostra a praça da cidade se enchendo de um arco-íris de corredores, criando fluxos de cores em várias direções, ao som da música “Come Along”, de Cosmo Sheldrake.

O anúncio termina com o slogan “Dê espaço para a cor” mostrando o mar de pessoas e depois uma tela do iPhone XR, que possui um display de retina líquida de 6,1 polegadas. Confira:

Publicidade

esposta irônica do Burger King é o post de marca mais “amado” do Twitter

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

25 de dezembro de 2018

No dia 5 de novembro, o rapper americano e produtor musical Kanye West, também conhecido por Ye, declarou sua predileção pela rede de fast-food McDonald´s em sua conta no Twitter: “É meu restaurante favorito”, afirmou.

O concorrente BK do reino unido, aproveitou a oportunidade para se promover com uma resposta irônica : “[Isso] explica muita coisa”.

Curta e simples, a mensagem seria uma referência às polêmicas em torno do artista, que já protagonizou brigas com cantoras do pop e fez declarações políticas controversas.

A “alfinetada” do Burger King no rapper e na marca rival viralizou na rede social: o tuíte foi compartilhado mais de 270.000 vezes e “amado” por mais de 1 milhão de usuários, o que rendeu o título de post de marca mais “amado” no Twitter. Diferentemente do Facebook, que tem o “joinha” para curtir uma publicação, o Twitter usa um coração.

A Coorls, agência de marketing digital que administra as redes sociais do Burger King no Reino Unido compartilhou recentemente com o site The Drum a histporia do desenvolvimento do tuíte.

“Dizem que o alcance orgânico está morto nas mídias sociais e nós não concordamos. Com a estratégia certa, um tom de voz claro e um pouco de coragem, você pode conectar marcas à cultura popular de maneira autêntica, e criar ideias que podem viajar pelo mundo!”, disse Adam Clyne, diretor executivo da Coolr.

Alcance orgânico indica a quantidade de pessoas que recebeu uma publicação não paga na própria página do Facebook.

leia tudo sobre

Publicidade

Coca-Cola Brasil aposta na diversidade lançando nova logomarca

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

18 de dezembro de 2018

A Coca Cola Brasil em parceria com a WMcCann, lançou sua nova campanha intitulada “Coca-Cola Brasil é para todos“, buscando mostrar que a empresa não tem apenas o refrigerante como sua marca forte.

Atualmente, a companhia apresenta mais de 200 produtos, entre sucos, chás, águas, lácteos, além do refrigerante.

A campanha exibe a nova logomarca, em forma de mandala, para abraçar a variedade de bebidas que compõem o portfólio do grupo oferecido no país.

Veja abaixo o vídeo da campanha:

 

*Este conteúdo foi publicado originalmente no ADNews.

Publicidade

Errar é humano, ACABAR COM O ERRO É HALLS!

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

13 de dezembro de 2018

A halls foi muito inteligente nessa campanha ao escutar seu consumidor.
Se houve falha de pesquisa de mercado sobre desenvolvimento de um novo produto, a empresa foi muito perspicaz no momento que absorveu as criticas, e ao invés de ficar apanhando do mercado, deu um passo atrás, e através do humor, oportunizou o lançamento de um produto pra substituir o que não perfomou bem.
No comercial, a empresa diz: “ se vocês não estão felizes, nós também não”. Isso é valorizar o maior ativo de qualquer organização, o seu cliente. Ela deu voz e poder de decisão àquele que é o centro de tudo, e norteia a proposta de valor do negócio.
Marketing de relacionamento é isso, ao invés de mostrar uma postura distante e petulante, ao reconhecer o erro, a empresa acaba se humanizando, e se aproximando do seu publico.
O gerente inicia o comercial dentro de um escritório estando com o estilo “engomadinho” (um visual típico de distanciamento e isolamento), e ao participar in loco da eliminação do produto (se sujando inclusive), ele se mostra engajado com as reclamações do seu publico, como se não medisse esforços para entregar o que o mercado tem demandado.
Na ultima cena do comercial, o gerente do SAC caminha sozinho, e recolhe sua maleta de trabalho do chão. É uma mensagem clara: “estamos de volta ao jogo”
Ponto pra Halls!

leia tudo sobre

Publicidade

O que o fim de um relacionamento e um chocolate têm em comum?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

05 de dezembro de 2018

Por que uma marca de chocolates faria um comercial todo sobre fim de relacionamento?

Porque as empresas querem cada vez mais participar da vida dos clientes, bem como sentir suas dores, pra ativar a marca através desse gatilho mental de identificação.. ” essa marca me entende, é das minhas”. Isso é estrategia de espelhamento, ativar o inconsciente sugerindo que um chocolate e um amor, são prazeres que a vida nos dá, mas caso voce ainda não os tenha, enxergar que os mais “gostosos” são sempre aqueles que você ainda pode vir a ter, ou comprar.

No marketing, o chocolate e relacionamentos são palavras chave que dão fit, porque chocolate é sempre um produto destino em datas importantes para casais, por isso a importancia de reforçar o branding para converter na primeira oportunidade.

A campanha também entrega uma metáfora.

Onde se escuta fim de relacionamento, leia-se fim da sua auto estima ao consumir um chocolate. O relacionamento entre casais no vídeo = seu relacionamento com o chocolate que você consumiu.
A paixão pro relacionamento equivale ao desejo pelo chocolate; por mais triste que esteja pelo fato consumado, o tempo vai te fazer desejar outro. Porque o amor ou chocolate, sempre valem a pena

leia tudo sobre

Publicidade

O sobe e desce dos combustíveis: como e por que a gasolina e o diesel aumentam

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

03 de dezembro de 2018

A alteração no preço dos combustíveis, seja para mais ou para menos, é uma constante no mercado. Quando para mais, se torna um grande temor dos consumidores. Quando para menos, nem sempre o preço chega às bombas com agilidade, fato que pode gerar grande descontentamento nos clientes. Porém, os motivos pelos quais há uma variação nos preços com tanta frequência são vários, e vão muito além das modificações nos preços das refinarias, cujas alterações podem demorar para chegar até o cliente final.

Esse, é claro, é um dos fatores essenciais: junto ao aumento dos impostos, o preço estipulado pela Petrobras é uma das variáveis mais importantes para haver uma alteração do preço dos combustíveis. Porém, a chamada “cadeia de combustíveis” é composta não só pelas refinarias, mas também pelas distribuidoras e postos de combustível, o que pode tornar o processo de entrega ao consumidor final com novo preço mais lento.

Essa demora é causada, muitas vezes, pela ausência de repasse dos preços mais baixos aos postos pelas distribuidoras – pois, já que estas adquiriram os combustíveis por um preço mais alto, perderiam lucro ao diminuir o repasse antes de comprar novas reservas por um preço menor. “Como não é possível comprar direto das refinarias, precisamos esperar que o fluxo da cadeia de combustíveis chegue até nós, de maneira que não percamos o dinheiro investido inicialmente, para então repassar para o consumidor”, explica Novais Neto, presidente do Sindipostos Ceará.

A gasolina além da cadeia de produção

Outra variável se dá a partir da livre concorrência entre os postos, especialmente no que diz respeito a preços locais ou regionais. “Cada dono de posto tem liberdade para estipular seus valores, e muitos deles baixam para obter lucro mais rápido, sendo seguidos pelos concorrentes, para evitar que seu empreendimento seja prejudicado. Dessa maneira, quando há uma baixa em momentos como esse, já não é mais possível baixar o preço, pois o desconto foi feito previamente”, explica.

Além disso, lembra o Sindipostos, há os custos de transporte, manutenção e segurança dos postos, que costumam variar entre 70% e 80% do lucro mensal obtido, e a variação do mercado internacional, do dólar e dos fretes, que interferem diretamente na margem de lucro. “Há também, como em toda categoria trabalhista, o impacto das negociações coletivas sobre os direitos do trabalhador, que influem no preço final do combustível, a depender de suas atualizações e das demandas da categoria”, completa Novais Neto.

Em casos de possíveis abusos de preços em postos de combustíveis, o sindicato recomenda contato com a ouvidoria através do e-mail sindipostos@sindipostos-ce.com.br, canal aberto para dúvidas e esclarecimentos do consumidor.

leia tudo sobre

Publicidade

As 25 marcas brasileiras mais valiosas de 2018, segundo ranking Interbrand

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

02 de dezembro de 2018

Marcas do setor financeiro e de cervejas estão na mente dos brasileiros. Itaú, Bradesco, Skol, Brahma e Banco do Brasil são as mais lembradas pelos consumidores em 2018, segundo ranking elaborado pela consultoria global Interbrand.

Somados, os valores de marca das cinco líderes representam 75,8% do portfólio do levantamento, que reúne 25 marcas no valor total de U$120 bilhões.

Quinze das 25 marcas apresentaram uma variação positiva no comparativo com o ano anterior. Quatro delas viram seus valores de marca crescerem dois dígitos percentuais ante 2017: Magazine Luiza, com 50%, apresentando o crescimento mais expressivo desde 2013; CVC, com 21%; Porto Seguro, com 12%; e Localiza, com 10%.

O ranking deste ano ainda traz o estudo “A Era do Eu”, que revela que o personal branding nunca esteve tão em evidência e tão próximo do mundo corporativo.

“Inclusive, muitas marcas levam o nome de seus fundadores, como é o caso daquela com o maior crescimento no ranking, a Magazine Luiza, fundada por Luiza Trajano, um símbolo de um processo natural e histórico de construção de marca. Em alguma medida, dá para afirmar que o branding nasce do personal branding“, comenta  Daniella Bianchi, diretora geral da Interbrand São Paulo.

Confira abaixo o ranking completo de marcas mais valiosas, que em 2018 traz um novo integrante, a marca Assaí, rede de atacarejo do Grupo Pão de Açúcar, ocupando a 23ª posição, com um valor de R$ 459 milhões.

leia tudo sobre

Publicidade

Casas Bahia faz leilão na Black Friday e menor lance único leva

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

26 de novembro de 2018

A Casas Bahia resolveu resgatar um bordão antigo da marca, o “Quer pagar quanto”, para engajar os consumidores na edição 2018 da Black Friday.

No dia 22 (quinta-feira), a partir das 10 horas, os clientes serão convidados a participar de um leilão por meio do Facebook e do Instagram. O curioso é que o menor lance único levará o produto. Por exemplo, se alguém oferece 10 reais por um produto e este for o menor lance feito isoladamente, o cliente vence o leilão. As pessoas não poderão ver o lance das outras e poderão dar até 3 lances por produto.

A ação será intermediada por chatbot (aquele programinha de computador que tenta simular um ser humano na conversação com as pessoa) e contemplará 38 produtos, leiloados 1 por hora, entre eles, um iphone XR, smartphone Samsung S9, TV Qled Samsung de 55 polegadas, entre outros.

“Nós temos que ir aonde o publico está. E o que as pesquisas mostram é que os consumidores estão cada vez mais multicanais”, diz Othon Vela, diretor de marketing da Via Varejo, dona da Casas Bahia. A rede tem se esforçado para se aproximar das tendências de compra pela internet e
atendimento omnicanal.

Para a Black Friday, a marca realizou pesquisas e ouviu os clientes para entender o que eles gostariam de ver na promoção da data e com base nas respostas reuniu os produtos mais desejados com promoções.

Além disso, o aplicativo da Casas Bahia agora usa tecnologia e big data para fazer ofertas personalizadas ao cliente, com base em suas compras, buscas recentes e até no local onde ele mora.

As vendas de produtos com descontos da Black Friday nas lojas, site e aplicativo das Casas Bahia e também do Pontofrio (outra marca pertencente à Via Varejo) começarão na quinta-feira, 22, a partir das 11h da manhã. As lojas fecharão na quarta-feira normalmente e reabrirão apenas às 11h da quinta-feira, já com as ofertas da campanha, que se estenderão até a sexta-feira.

leia tudo sobre

Publicidade

Casas Bahia faz leilão na Black Friday e menor lance único leva

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

26 de novembro de 2018

A Casas Bahia resolveu resgatar um bordão antigo da marca, o “Quer pagar quanto”, para engajar os consumidores na edição 2018 da Black Friday.

No dia 22 (quinta-feira), a partir das 10 horas, os clientes serão convidados a participar de um leilão por meio do Facebook e do Instagram. O curioso é que o menor lance único levará o produto. Por exemplo, se alguém oferece 10 reais por um produto e este for o menor lance feito isoladamente, o cliente vence o leilão. As pessoas não poderão ver o lance das outras e poderão dar até 3 lances por produto.

A ação será intermediada por chatbot (aquele programinha de computador que tenta simular um ser humano na conversação com as pessoa) e contemplará 38 produtos, leiloados 1 por hora, entre eles, um iphone XR, smartphone Samsung S9, TV Qled Samsung de 55 polegadas, entre outros.

“Nós temos que ir aonde o publico está. E o que as pesquisas mostram é que os consumidores estão cada vez mais multicanais”, diz Othon Vela, diretor de marketing da Via Varejo, dona da Casas Bahia. A rede tem se esforçado para se aproximar das tendências de compra pela internet e
atendimento omnicanal.

Para a Black Friday, a marca realizou pesquisas e ouviu os clientes para entender o que eles gostariam de ver na promoção da data e com base nas respostas reuniu os produtos mais desejados com promoções.

Além disso, o aplicativo da Casas Bahia agora usa tecnologia e big data para fazer ofertas personalizadas ao cliente, com base em suas compras, buscas recentes e até no local onde ele mora.

As vendas de produtos com descontos da Black Friday nas lojas, site e aplicativo das Casas Bahia e também do Pontofrio (outra marca pertencente à Via Varejo) começarão na quinta-feira, 22, a partir das 11h da manhã. As lojas fecharão na quarta-feira normalmente e reabrirão apenas às 11h da quinta-feira, já com as ofertas da campanha, que se estenderão até a sexta-feira.