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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

marca

O que o fim de um relacionamento e um chocolate têm em comum?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

05 de dezembro de 2018

Por que uma marca de chocolates faria um comercial todo sobre fim de relacionamento?

Porque as empresas querem cada vez mais participar da vida dos clientes, bem como sentir suas dores, pra ativar a marca através desse gatilho mental de identificação.. ” essa marca me entende, é das minhas”. Isso é estrategia de espelhamento, ativar o inconsciente sugerindo que um chocolate e um amor, são prazeres que a vida nos dá, mas caso voce ainda não os tenha, enxergar que os mais “gostosos” são sempre aqueles que você ainda pode vir a ter, ou comprar.

No marketing, o chocolate e relacionamentos são palavras chave que dão fit, porque chocolate é sempre um produto destino em datas importantes para casais, por isso a importancia de reforçar o branding para converter na primeira oportunidade.

A campanha também entrega uma metáfora.

Onde se escuta fim de relacionamento, leia-se fim da sua auto estima ao consumir um chocolate. O relacionamento entre casais no vídeo = seu relacionamento com o chocolate que você consumiu.
A paixão pro relacionamento equivale ao desejo pelo chocolate; por mais triste que esteja pelo fato consumado, o tempo vai te fazer desejar outro. Porque o amor ou chocolate, sempre valem a pena

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O sobe e desce dos combustíveis: como e por que a gasolina e o diesel aumentam

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

03 de dezembro de 2018

A alteração no preço dos combustíveis, seja para mais ou para menos, é uma constante no mercado. Quando para mais, se torna um grande temor dos consumidores. Quando para menos, nem sempre o preço chega às bombas com agilidade, fato que pode gerar grande descontentamento nos clientes. Porém, os motivos pelos quais há uma variação nos preços com tanta frequência são vários, e vão muito além das modificações nos preços das refinarias, cujas alterações podem demorar para chegar até o cliente final.

Esse, é claro, é um dos fatores essenciais: junto ao aumento dos impostos, o preço estipulado pela Petrobras é uma das variáveis mais importantes para haver uma alteração do preço dos combustíveis. Porém, a chamada “cadeia de combustíveis” é composta não só pelas refinarias, mas também pelas distribuidoras e postos de combustível, o que pode tornar o processo de entrega ao consumidor final com novo preço mais lento.

Essa demora é causada, muitas vezes, pela ausência de repasse dos preços mais baixos aos postos pelas distribuidoras – pois, já que estas adquiriram os combustíveis por um preço mais alto, perderiam lucro ao diminuir o repasse antes de comprar novas reservas por um preço menor. “Como não é possível comprar direto das refinarias, precisamos esperar que o fluxo da cadeia de combustíveis chegue até nós, de maneira que não percamos o dinheiro investido inicialmente, para então repassar para o consumidor”, explica Novais Neto, presidente do Sindipostos Ceará.

A gasolina além da cadeia de produção

Outra variável se dá a partir da livre concorrência entre os postos, especialmente no que diz respeito a preços locais ou regionais. “Cada dono de posto tem liberdade para estipular seus valores, e muitos deles baixam para obter lucro mais rápido, sendo seguidos pelos concorrentes, para evitar que seu empreendimento seja prejudicado. Dessa maneira, quando há uma baixa em momentos como esse, já não é mais possível baixar o preço, pois o desconto foi feito previamente”, explica.

Além disso, lembra o Sindipostos, há os custos de transporte, manutenção e segurança dos postos, que costumam variar entre 70% e 80% do lucro mensal obtido, e a variação do mercado internacional, do dólar e dos fretes, que interferem diretamente na margem de lucro. “Há também, como em toda categoria trabalhista, o impacto das negociações coletivas sobre os direitos do trabalhador, que influem no preço final do combustível, a depender de suas atualizações e das demandas da categoria”, completa Novais Neto.

Em casos de possíveis abusos de preços em postos de combustíveis, o sindicato recomenda contato com a ouvidoria através do e-mail sindipostos@sindipostos-ce.com.br, canal aberto para dúvidas e esclarecimentos do consumidor.

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As 25 marcas brasileiras mais valiosas de 2018, segundo ranking Interbrand

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

02 de dezembro de 2018

Marcas do setor financeiro e de cervejas estão na mente dos brasileiros. Itaú, Bradesco, Skol, Brahma e Banco do Brasil são as mais lembradas pelos consumidores em 2018, segundo ranking elaborado pela consultoria global Interbrand.

Somados, os valores de marca das cinco líderes representam 75,8% do portfólio do levantamento, que reúne 25 marcas no valor total de U$120 bilhões.

Quinze das 25 marcas apresentaram uma variação positiva no comparativo com o ano anterior. Quatro delas viram seus valores de marca crescerem dois dígitos percentuais ante 2017: Magazine Luiza, com 50%, apresentando o crescimento mais expressivo desde 2013; CVC, com 21%; Porto Seguro, com 12%; e Localiza, com 10%.

O ranking deste ano ainda traz o estudo “A Era do Eu”, que revela que o personal branding nunca esteve tão em evidência e tão próximo do mundo corporativo.

“Inclusive, muitas marcas levam o nome de seus fundadores, como é o caso daquela com o maior crescimento no ranking, a Magazine Luiza, fundada por Luiza Trajano, um símbolo de um processo natural e histórico de construção de marca. Em alguma medida, dá para afirmar que o branding nasce do personal branding“, comenta  Daniella Bianchi, diretora geral da Interbrand São Paulo.

Confira abaixo o ranking completo de marcas mais valiosas, que em 2018 traz um novo integrante, a marca Assaí, rede de atacarejo do Grupo Pão de Açúcar, ocupando a 23ª posição, com um valor de R$ 459 milhões.

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Casas Bahia faz leilão na Black Friday e menor lance único leva

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

26 de novembro de 2018

A Casas Bahia resolveu resgatar um bordão antigo da marca, o “Quer pagar quanto”, para engajar os consumidores na edição 2018 da Black Friday.

No dia 22 (quinta-feira), a partir das 10 horas, os clientes serão convidados a participar de um leilão por meio do Facebook e do Instagram. O curioso é que o menor lance único levará o produto. Por exemplo, se alguém oferece 10 reais por um produto e este for o menor lance feito isoladamente, o cliente vence o leilão. As pessoas não poderão ver o lance das outras e poderão dar até 3 lances por produto.

A ação será intermediada por chatbot (aquele programinha de computador que tenta simular um ser humano na conversação com as pessoa) e contemplará 38 produtos, leiloados 1 por hora, entre eles, um iphone XR, smartphone Samsung S9, TV Qled Samsung de 55 polegadas, entre outros.

“Nós temos que ir aonde o publico está. E o que as pesquisas mostram é que os consumidores estão cada vez mais multicanais”, diz Othon Vela, diretor de marketing da Via Varejo, dona da Casas Bahia. A rede tem se esforçado para se aproximar das tendências de compra pela internet e
atendimento omnicanal.

Para a Black Friday, a marca realizou pesquisas e ouviu os clientes para entender o que eles gostariam de ver na promoção da data e com base nas respostas reuniu os produtos mais desejados com promoções.

Além disso, o aplicativo da Casas Bahia agora usa tecnologia e big data para fazer ofertas personalizadas ao cliente, com base em suas compras, buscas recentes e até no local onde ele mora.

As vendas de produtos com descontos da Black Friday nas lojas, site e aplicativo das Casas Bahia e também do Pontofrio (outra marca pertencente à Via Varejo) começarão na quinta-feira, 22, a partir das 11h da manhã. As lojas fecharão na quarta-feira normalmente e reabrirão apenas às 11h da quinta-feira, já com as ofertas da campanha, que se estenderão até a sexta-feira.

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Se um nódulo surgisse nos seios mais tocados do mundo, alguém notaria?

Por rodrigogoyanna em Marketing

04 de novembro de 2018

No mês de outubro se comemora o Outubro Rosa, um movimento mundial que visa estimular a luta contra o Cancer de mama e seu diagnóstico precoce. Por conta disso, várias marcas e instituições globais lançam campanhas para conscientizar o público. Mas uma em especial está dando o que falar pela irreverência.

A Fundação Marie Keating, na Irlanda, resolveu colocar um “nódulo” nos seios da estátua de Molly Malone na cidade de Dublin, que é a personagem de uma famosa canção irlandesa de mesmo nome. Na história, Mollye é uma comerciante que vende peixes e frutos do mar pelas ruas da  cidade.

Reza a lenda que tocar os seios da estátua de bronze traz sorte, o que faz de Molly uma baita atração turística local. Atenta à fama da estátua, a Fundação Marie Keating e a agência Rothco lançaram a campanha “Take Notice” (“Preste atenção”, em português) para responder à pergunta: “E se um nódulo surgisse nos seios mais tocados do mundo, alguém notaria?”.

Durante um dia de filmagens, a equipe de produção acompanhou a interação de centenas de turistas com a estátua para ver se alguém repararia no caroço (uma massinha anexada no seio esquerdo e pintada de bronze). Ninguém reparou.

A brincadeira na verdade é um convite à reflexão sobre uma doença que muitas vezes passa despercebida para as mulheres, por falta de uma prática simples: o ato de apalpar as mamas para identificar precocemente o desenvolvimento de um câncer.

 

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O Boticário cria 1° perfume feito com ajuda de inteligência artificial

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

29 de outubro de 2018

A criação de um novo perfume é um processo demorado, que envolve combinações de centenas de ingredientes e repetidas tentativas e erros até chegar a uma fórmula que agrade ao nariz exigente do perfumista — e, mais importante, encante o consumidor final.

Buscando inovar nesse processo criativo, o grupo paranaense Boticário, maior varejista de cosméticos do país, resolveu invocar a deusa grega do perfume, Phylira — que no mundo real empresta seu nome a um sistema inédito de tecnologia de Inteligencia Artificial(AI, na sigla em inglês) criado pela IBM em parceria com a alemã Symrise, uma das principais fornecedoras de fragrância da empresa.

O resultado são os primeiros perfumes do mundo desenvolvidos com a ajuda de AI. Em duas versões, eles chegam ao mercado em meados de 2019, e ainda não têm nome nem preço definido. Todo o mistério faz parte da estratégia de marketing dos produtos, que miram o grupo de consumidores da geração Y ou Millenials (os nascidos de 1980 a 1995).

Para chegar às novas formulações, o sistema Phylira foi previamente alimentado com milhões de dados referentes a fórmulas, ingredientes, história da perfumaria e taxas de aceitação do consumidor. Com a precisão e capacidade de processamento que só um “cérebro artificial” é capaz de entregar, Phylira buscou e cruzou os dados que mais se aproximavam ao que O Boticário queria.

O resultado foram duas combinações de fragrâncias que levavam um pouco de frutas, flores, doces, especiarias, madeiras e até notas inusitadas, como pepino e leite condensado. Como o Phylira não tem limitação de combinações, pode usar ingredientes que às vezes passam despercebidos por um perfumista por serem muito incomuns.

Outra surpresa foi a redução do tempo de desenvolvimento dos novos produtos, que ocorreu em apenas seis meses, enquanto um processo convencional pode demorar até três anos, em grande medida devido às centenas de repetições de combinações para testes olfativos.

“Essa economia de tempo permite que os perfumistas, o time de marketing e de pesquisa e desenvolvimento se dediquem muito mais às combinações finais, concluindo a fragrância que chegará para o consumidor. Ao otimizarmos o processo, teremos profissionais mais disponíveis para fazer o que máquina não faz, que é a lapidação do produto final, que demanda sentimento e emoção”, afirma o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Boticário, Tiago Martinello.

Se os perfumes feitos com ajuda de inteligência artificial vão agradar os clientes da marca, ainda é um mistério, já que o lançamento só ocorre ano que vem. Mas a recepção do mercado pode ser determinante na decisão da empresa de incorporar ou não a solução hightech em seu processo produtivo.

“É uma tecnologia que está disponível por um tempo limitado para a gente de forma exclusiva e conforme os resultados e a estratégia de negócios avaliaremos se será incorporada. Afinal, inovação tem que trazer resultado”, avalia o executivo.

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McDonald’s cria outdoor para pessoas com dislexia

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

11 de outubro de 2018

Para comemorar o Dia Mundial da Conscientização sobre a Dislexia, o Mc Donalds da Suécia lançou na última quinta-feira (04), uma campanha que mistura as palavras em seus anúncios de rua e em restaurantes para descrever os desafios de uma pessoa disléxica. 

O fast-food sueco uniu-se ao Nord DDB para apresentar os disléxicos ao mundo. Através do ‘’Happy Meals’’ já foram distribuídos 15 milhões de livros incentivando a leitura.

“McDonald’s é grande o suficiente para fazer a diferença, é bom poder usar nossa escala e nossa voz na sociedade para visualizar um problema invisível que muitos sofrem”, disse Christoffer Rönnblad, diretor de marketing do McDonald’s Suécia, em um comunicado à imprensa.

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Guia de benefícios movimenta gastronomia em Fortaleza

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Foco, Marketing

02 de outubro de 2018

Mais de 50 restaurantes de Fortaleza integram o Duo Gourmet, um serviço gastronômico de assinatura que já levou mais de duas mil pessoas a consumirem nos estabelecimentos parceiros da cidade. Lançado oficialmente no último mês de agosto na Capital cearense, o guia traz benefícios tanto para os consumidores quanto para os restaurantes. “Nestes primeiros meses de presença no mercado cearense, o Duo Gourmet já gerou mais de R$ 150 mil de faturamento para os nossos parceiros, conforme dados que foram gerados pelo aplicativo e guia impresso”, explica um dos idealizadores do projeto, Nilson Gouvêa.

Em outubro, o Duo Gourmet também estará presente na CASACOR Ceará. “Ao longo do mês, durante as quartas-feiras, o Mercadinho São Luiz, que é um dos nossos parceiros, estará realizando cursos e oficinas de gastronomia dentro da CASACOR e nós estaremos apresentando e presenteando os participantes com guias impressos. A ideia é que as pessoas conheçam o Duo e indiquem para os amigos”, explica o diretor de operações da marca, Luiz Seabra.

Como funciona

Na versão impressa, cada página funciona como voucher de um restaurante parceiro, com as indicações de dias e regras de utilização. Ao pedir a conta, basta destacar e apresentar ao garçom para garantir o prato de cortesia. O guia impresso custa R$ 60,00, possui validade até 31 de janeiro de 2019 e pode ser adquirido em diversos pontos de vendas como nas lojas do Mercadinho São Luiz, Academia Central do Corpo, Doceville, Dog Zone, Sablé Diamant, Hotel Sonata de Iracema ou no site da empresa www.duogourmet.com.br, com frete grátis. Com a versão impressa, o cliente também ganha um mês de assinatura no aplicativo grátis (basta usar o código que é disponibilizado no guia).

Já a versão digital oferece dois planos de assinatura – mensal, no valor de R$ 25; e anual, no valor de R$ 210 –, que podem ser adquiridos no site da empresa ou no próprio aplicativo, disponível para Android e iOS. O plano mensal é recorrente, ou seja, o cliente insere os dados do cartão de crédito uma única vez e a assinatura renova-se automaticamente todo mês. O plano anual tem 30% de desconto se comparado ao valor do pacote mensal e é válido por 365 dias a contar da data de assinatura.

Para utilizar é bem simples: o cliente valida o restaurante pelo app e gera um código que deve ser mostrado ao garçom quando pedir a conta. Assinantes do app podem retornar aos restaurantes disponíveis quantas vezes desejarem e ainda utilizar o benefício em todas as cidades participantes: Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Maceió (AL) e Ribeirão Preto (SP). Neste mês de agosto, o projeto também está iniciando suas operações no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Há quase cinco anos no mercado nacional, o Duo Gourmet gera ao cliente o benefício de comprar um prato e ganhar outro de igual ou menor valor. Com esta estratégia, os restaurantes parceiros conseguem atrair mais pessoas, além de divulgar seus serviços em diversos canais.

O Duo Gourmet

Idealizado pelos jovens empresários Ana Laura Garcia e Nilson Gouvêa, o Guia Duo Gourmet surgiu em 2013 com o objetivo de fomentar a gastronomia em Belo Horizonte (MG). De acordo com Nilson Gouvêa, com o Duo Gourmet, o cliente passa a conhecer o melhor da gastronomia sem se preocupar com o valor da conta, aumentando sua frequência nos estabelecimentos. “Por isso, queremos ampliar nossa atuação a fim de possibilitar que mais pessoas tenham acesso ao benefício”, destaca.

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O Boticário chega a Dubai

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

27 de setembro de 2018

O Boticário, maior rede de cosméticos do mundo, abre as portas essa semana de sua primeira loja em Dubai, nos Emirados Árabes. A inauguração em uma das cidades mais modernas, inovadoras e sofisticadas do mundo é resultado de uma parceria firmada com a Milennium Capital, fundo de investimento local, e vai levar para o Oriente Médio um portfólio de mais de 400 itens de grande sucesso da marca.

 “Somos hoje uma marca forte, consolidada e muito admirada no Brasil. Temos uma proposta de valor e um portfólio capaz de competir em qualquer mercado do mundo. A qualidade dos nossos produtos nos credencia para chegar agora em Dubai, uma cidade tão cosmopolita, na qual as pessoas têm acesso a opções do mundo todo”, explica o vice-presidente de Franquias do Boticário, André Farber. “Isso nos enche de orgulho porque é resultado da força que temos no Brasil e do processo consistente de internacionalização da marca.”

A negociação com a Milennium Capital começou há pouco mais de um ano, quando a empresa estudava as principais marcas da América Latina. “Há um nicho no Oriente Médio para marcas com qualidade e preço acessível. Neste cenário, eles entenderam que O Boticário seria a melhor opção. Do nosso lado, foi uma oportunidade irrecusável de ampliar a nossa atuação internacional, de levar a alquimia única e a qualidade dos nossos produtos para novos consumidores”, completa.

Entre os principais produtos que chegarão aos exigentes consumidores de Dubai estão as perfumarias de maior sucesso, como Malbec, Lily e Elysée. Além da marca premium de maquiagem, Make B., e cuidados pessoais de Nativa SPA e Cuide-se Bem e de cabelos, Match.

Muito mais sustentável

A loja, instalada no Mirdif Mall, segue o novo padrão arquitetônico dos pontos de venda da marca. Em um formato pensado na experiência completa do consumidor, o espaço expressa toda a alquimia do Boticário, que encanta e faz parte da história de tantos consumidores apaixonados no Brasil. Ela foi criada para contar o que há por trás dos produtos: desenvolvidos a partir de ingredientes e técnicas especiais, para tocar não apenas a pele, mas o coração das pessoas.

O novo modelo também traz importantes avanços de sustentabilidade. O mobiliário modular exige menos intervenções com obras civis, reduzindo consideravelmente a produção de resíduos. Seu projeto prevê menos uso de acrílico e plástico, e a otimização das necessidades de aço (100% reciclado), alumínio e chapas de MDF. Toda a madeira utilizada na loja tem certificação FSC e a iluminação é feita 100% em LED, projetada de forma a criar um ambiente mais aconchegante com mais economia. A redução do consumo energético pode chegar a 20%, em média.

No Brasil, o modelo já está em lojas do Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador e Fortaleza. “O Boticário tem a inovação no seu DNA. Somos especialistas em fazer as coisas de um jeito diferente, inovar em processos e produtos. Além de um ponto de vendas e de contato com o consumidor, queremos que nossas lojas revelem a alma do Boticário. Que elas expressem a essência característica da marca – a relação emocional com o consumidor e suas histórias. Para que cada um que passar por ela possa sair muito melhor do que quando entrou”, explica Farber.

Atuação internacional

O Boticário tem hoje atuação em 12 países além do Brasil, por meio de lojas próprias, e-commerce, venda direta e operação em conjunto com parceiros locais para distribuição de produtos em lojas de departamento e multimarcas.

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Inbound marketing – Como esta técnica simples de marketing já salvou muitas empresas

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

23 de setembro de 2018

Quando se pensam em estrategias de marketing, a primeira que vem à mente é a de inserir comerciais: você está assistindo a uma novela na televisão e, de repente, uma propaganda aparece.

Os tempos mudaram. Hoje, o mundo do marketing prefere um modelo mais parecido com o da Netflix: direcionar a série certa para o público certo é que gerará mais vendas, e não a inserção de publicidade.

É mais ou menos assim que o inbound marketing – um termo que ganhou notoriedade no mundo das empresas nos últimos anos – funciona. Por meio de produção de conteúdo relevante e de relacionamento com o consumidor, um negócio consegue atrair seus clientes e gerar vendas mais qualificadas de seus produtos e serviços.

inbound tem apresentado resultados relevantes:segunddo a startup resultados digitais, 93% das compras efetuadas em ambiente online começam com uma simples pesquisa em buscadores. Além disso, 80% dos consumidores preferem buscar informações sobre um determinado produto em um artigo completo do que em um anúncio publicitário.

O lado bom disso tudo: agora, as pequenas e médias empresas conseguem fazer um marketing tão eficiente quanto as gigantes, já que a regra é ser relevante e não pagar anúncios vultosos em grandes canais de mídia.

Mas como sua pequena empresa pode aproveitar o inbound marketing, que não envolve grandes custos, para incrementar as vendas durante a recessão econômica? Confira, a seguir, como fazer bom uso dessa estratégia:

A base do inbound marketing

O primeiro passo para fazer o inbound marketing é saber o que seu público-alvo deseja. “Você pode descobrir o que eles querem por meio de pesquisa de volumes de buscas no Google, por exemplo, e isso pode ser feito com softwares gratuitos ou pagos”, explica Peçanha, da Rock Content.

Depois de descobrir interesses, sua empresa deve produzir informações que façam sentido com tais buscas – e o post deve ser tão bem executado que atraia vários potenciais clientes.

“Alguns deles irão se identificar, e aí você conseguirá vender. Esse processo de seleção é conhecido justamente pelo nome de funil de vendas.”

Um exemplo prático do inbound em ação são os blogs: eles produzem postagens relevantes para seu público-alvo, gerando vendas por meio de um modelo que integra conteúdo e publicidade. “Antes, os blogs eram apenas diários pessoais. Agora, são sites estruturados de conteúdo de nicho – ou seja, são o inboundpersonificado”, explica Celso Fortes, diretor da agência digital Novos Elementos.

Dicas extras para fazer um inbound marketing excepcional

1 – Deixe de lado as propagandas

A primeira dica para sua empresa fazer um inbound marketing excepcional é, claro, não pensar que seus posts são propagandas. “Não corte o conteúdo para falar ‘compre da minha empresa’ ou algo parecido. Seu negócio irá vender como consequência de seu conteúdo ser relevante”, explica Peçanha, da Rock Content.

2 – A mentira não compensa

Da mesma maneira, mantenha o compromisso com seu público-alvo e entregue o que promete em seus títulos e chamadas de busca. “Se a cada etapa, da leitura até a compra, o usuário não receber exatamente o que está procurando, o funil de vendas do inbound marketing é quebrado”, afirma Fortes, da Novos Elementos. “Não adianta você anunciar algo e, quando o cliente entra, ver outra coisa. Há até ferramentas no Google que coíbem esse tipo de anúncio.”

3 – Assuma o compromisso de publicar sempre

Quanto aos posts em si, Peçanha recomenda sempre atualizar o blog da sua empresa com novos conteúdos. “Cada post atrai uma parcela do seu público-alvo. Cobrindo mais temas do universo do seu mercado, suas possibilidades de venda aumentam. Pense em sua marca como uma editora.”

4 – Aposte em conteúdos duradouros

Outra dica é apostar em informações que não percam valor ao longo do tempo – um tipo de conteúdo chamado de evergreen.

Pense em um post como “Cinco receitas para cozinhar com bacon”, por exemplo. “Há informações nesse conteúdo que podem ser relevantes a qualquer momento. Na internet, essa qualidade é muito importante: as pessoas podem pesquisar seu post independentemente do noticiário, gerando tráfego recorrente”, diz Peçanha.

5 – Atenção com as métricas

Mesmo a base do inbound marketing sendo a produção de informações relevantes, a técnica vai além de um simples “marketing de conteúdo”. Uma parte igualmente essencial é a medição dos resultados em termos de receita para sua empresa.

“Muita gente esquece da parte de ter uma metodologia para transformar toda essa audiência em vendas. Acompanhe todas as métricas: visitas globais, visitas de cada post e, principalmente, quanto é vendido a cada mil visitas”, conclui Peçanha.

  • Conteudo Originalmente publicado por Marina Fonseca para a Revista Exame

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Inbound marketing – Como esta técnica simples de marketing já salvou muitas empresas

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

23 de setembro de 2018

Quando se pensam em estrategias de marketing, a primeira que vem à mente é a de inserir comerciais: você está assistindo a uma novela na televisão e, de repente, uma propaganda aparece.

Os tempos mudaram. Hoje, o mundo do marketing prefere um modelo mais parecido com o da Netflix: direcionar a série certa para o público certo é que gerará mais vendas, e não a inserção de publicidade.

É mais ou menos assim que o inbound marketing – um termo que ganhou notoriedade no mundo das empresas nos últimos anos – funciona. Por meio de produção de conteúdo relevante e de relacionamento com o consumidor, um negócio consegue atrair seus clientes e gerar vendas mais qualificadas de seus produtos e serviços.

inbound tem apresentado resultados relevantes:segunddo a startup resultados digitais, 93% das compras efetuadas em ambiente online começam com uma simples pesquisa em buscadores. Além disso, 80% dos consumidores preferem buscar informações sobre um determinado produto em um artigo completo do que em um anúncio publicitário.

O lado bom disso tudo: agora, as pequenas e médias empresas conseguem fazer um marketing tão eficiente quanto as gigantes, já que a regra é ser relevante e não pagar anúncios vultosos em grandes canais de mídia.

Mas como sua pequena empresa pode aproveitar o inbound marketing, que não envolve grandes custos, para incrementar as vendas durante a recessão econômica? Confira, a seguir, como fazer bom uso dessa estratégia:

A base do inbound marketing

O primeiro passo para fazer o inbound marketing é saber o que seu público-alvo deseja. “Você pode descobrir o que eles querem por meio de pesquisa de volumes de buscas no Google, por exemplo, e isso pode ser feito com softwares gratuitos ou pagos”, explica Peçanha, da Rock Content.

Depois de descobrir interesses, sua empresa deve produzir informações que façam sentido com tais buscas – e o post deve ser tão bem executado que atraia vários potenciais clientes.

“Alguns deles irão se identificar, e aí você conseguirá vender. Esse processo de seleção é conhecido justamente pelo nome de funil de vendas.”

Um exemplo prático do inbound em ação são os blogs: eles produzem postagens relevantes para seu público-alvo, gerando vendas por meio de um modelo que integra conteúdo e publicidade. “Antes, os blogs eram apenas diários pessoais. Agora, são sites estruturados de conteúdo de nicho – ou seja, são o inboundpersonificado”, explica Celso Fortes, diretor da agência digital Novos Elementos.

Dicas extras para fazer um inbound marketing excepcional

1 – Deixe de lado as propagandas

A primeira dica para sua empresa fazer um inbound marketing excepcional é, claro, não pensar que seus posts são propagandas. “Não corte o conteúdo para falar ‘compre da minha empresa’ ou algo parecido. Seu negócio irá vender como consequência de seu conteúdo ser relevante”, explica Peçanha, da Rock Content.

2 – A mentira não compensa

Da mesma maneira, mantenha o compromisso com seu público-alvo e entregue o que promete em seus títulos e chamadas de busca. “Se a cada etapa, da leitura até a compra, o usuário não receber exatamente o que está procurando, o funil de vendas do inbound marketing é quebrado”, afirma Fortes, da Novos Elementos. “Não adianta você anunciar algo e, quando o cliente entra, ver outra coisa. Há até ferramentas no Google que coíbem esse tipo de anúncio.”

3 – Assuma o compromisso de publicar sempre

Quanto aos posts em si, Peçanha recomenda sempre atualizar o blog da sua empresa com novos conteúdos. “Cada post atrai uma parcela do seu público-alvo. Cobrindo mais temas do universo do seu mercado, suas possibilidades de venda aumentam. Pense em sua marca como uma editora.”

4 – Aposte em conteúdos duradouros

Outra dica é apostar em informações que não percam valor ao longo do tempo – um tipo de conteúdo chamado de evergreen.

Pense em um post como “Cinco receitas para cozinhar com bacon”, por exemplo. “Há informações nesse conteúdo que podem ser relevantes a qualquer momento. Na internet, essa qualidade é muito importante: as pessoas podem pesquisar seu post independentemente do noticiário, gerando tráfego recorrente”, diz Peçanha.

5 – Atenção com as métricas

Mesmo a base do inbound marketing sendo a produção de informações relevantes, a técnica vai além de um simples “marketing de conteúdo”. Uma parte igualmente essencial é a medição dos resultados em termos de receita para sua empresa.

“Muita gente esquece da parte de ter uma metodologia para transformar toda essa audiência em vendas. Acompanhe todas as métricas: visitas globais, visitas de cada post e, principalmente, quanto é vendido a cada mil visitas”, conclui Peçanha.

  • Conteudo Originalmente publicado por Marina Fonseca para a Revista Exame