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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

estrategia

Guia de benefícios movimenta gastronomia em Fortaleza

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Foco, Marketing

02 de outubro de 2018

Mais de 50 restaurantes de Fortaleza integram o Duo Gourmet, um serviço gastronômico de assinatura que já levou mais de duas mil pessoas a consumirem nos estabelecimentos parceiros da cidade. Lançado oficialmente no último mês de agosto na Capital cearense, o guia traz benefícios tanto para os consumidores quanto para os restaurantes. “Nestes primeiros meses de presença no mercado cearense, o Duo Gourmet já gerou mais de R$ 150 mil de faturamento para os nossos parceiros, conforme dados que foram gerados pelo aplicativo e guia impresso”, explica um dos idealizadores do projeto, Nilson Gouvêa.

Em outubro, o Duo Gourmet também estará presente na CASACOR Ceará. “Ao longo do mês, durante as quartas-feiras, o Mercadinho São Luiz, que é um dos nossos parceiros, estará realizando cursos e oficinas de gastronomia dentro da CASACOR e nós estaremos apresentando e presenteando os participantes com guias impressos. A ideia é que as pessoas conheçam o Duo e indiquem para os amigos”, explica o diretor de operações da marca, Luiz Seabra.

Como funciona

Na versão impressa, cada página funciona como voucher de um restaurante parceiro, com as indicações de dias e regras de utilização. Ao pedir a conta, basta destacar e apresentar ao garçom para garantir o prato de cortesia. O guia impresso custa R$ 60,00, possui validade até 31 de janeiro de 2019 e pode ser adquirido em diversos pontos de vendas como nas lojas do Mercadinho São Luiz, Academia Central do Corpo, Doceville, Dog Zone, Sablé Diamant, Hotel Sonata de Iracema ou no site da empresa www.duogourmet.com.br, com frete grátis. Com a versão impressa, o cliente também ganha um mês de assinatura no aplicativo grátis (basta usar o código que é disponibilizado no guia).

Já a versão digital oferece dois planos de assinatura – mensal, no valor de R$ 25; e anual, no valor de R$ 210 –, que podem ser adquiridos no site da empresa ou no próprio aplicativo, disponível para Android e iOS. O plano mensal é recorrente, ou seja, o cliente insere os dados do cartão de crédito uma única vez e a assinatura renova-se automaticamente todo mês. O plano anual tem 30% de desconto se comparado ao valor do pacote mensal e é válido por 365 dias a contar da data de assinatura.

Para utilizar é bem simples: o cliente valida o restaurante pelo app e gera um código que deve ser mostrado ao garçom quando pedir a conta. Assinantes do app podem retornar aos restaurantes disponíveis quantas vezes desejarem e ainda utilizar o benefício em todas as cidades participantes: Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Maceió (AL) e Ribeirão Preto (SP). Neste mês de agosto, o projeto também está iniciando suas operações no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Há quase cinco anos no mercado nacional, o Duo Gourmet gera ao cliente o benefício de comprar um prato e ganhar outro de igual ou menor valor. Com esta estratégia, os restaurantes parceiros conseguem atrair mais pessoas, além de divulgar seus serviços em diversos canais.

O Duo Gourmet

Idealizado pelos jovens empresários Ana Laura Garcia e Nilson Gouvêa, o Guia Duo Gourmet surgiu em 2013 com o objetivo de fomentar a gastronomia em Belo Horizonte (MG). De acordo com Nilson Gouvêa, com o Duo Gourmet, o cliente passa a conhecer o melhor da gastronomia sem se preocupar com o valor da conta, aumentando sua frequência nos estabelecimentos. “Por isso, queremos ampliar nossa atuação a fim de possibilitar que mais pessoas tenham acesso ao benefício”, destaca.

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Inbound marketing – Como esta técnica simples de marketing já salvou muitas empresas

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

23 de setembro de 2018

Quando se pensam em estrategias de marketing, a primeira que vem à mente é a de inserir comerciais: você está assistindo a uma novela na televisão e, de repente, uma propaganda aparece.

Os tempos mudaram. Hoje, o mundo do marketing prefere um modelo mais parecido com o da Netflix: direcionar a série certa para o público certo é que gerará mais vendas, e não a inserção de publicidade.

É mais ou menos assim que o inbound marketing – um termo que ganhou notoriedade no mundo das empresas nos últimos anos – funciona. Por meio de produção de conteúdo relevante e de relacionamento com o consumidor, um negócio consegue atrair seus clientes e gerar vendas mais qualificadas de seus produtos e serviços.

inbound tem apresentado resultados relevantes:segunddo a startup resultados digitais, 93% das compras efetuadas em ambiente online começam com uma simples pesquisa em buscadores. Além disso, 80% dos consumidores preferem buscar informações sobre um determinado produto em um artigo completo do que em um anúncio publicitário.

O lado bom disso tudo: agora, as pequenas e médias empresas conseguem fazer um marketing tão eficiente quanto as gigantes, já que a regra é ser relevante e não pagar anúncios vultosos em grandes canais de mídia.

Mas como sua pequena empresa pode aproveitar o inbound marketing, que não envolve grandes custos, para incrementar as vendas durante a recessão econômica? Confira, a seguir, como fazer bom uso dessa estratégia:

A base do inbound marketing

O primeiro passo para fazer o inbound marketing é saber o que seu público-alvo deseja. “Você pode descobrir o que eles querem por meio de pesquisa de volumes de buscas no Google, por exemplo, e isso pode ser feito com softwares gratuitos ou pagos”, explica Peçanha, da Rock Content.

Depois de descobrir interesses, sua empresa deve produzir informações que façam sentido com tais buscas – e o post deve ser tão bem executado que atraia vários potenciais clientes.

“Alguns deles irão se identificar, e aí você conseguirá vender. Esse processo de seleção é conhecido justamente pelo nome de funil de vendas.”

Um exemplo prático do inbound em ação são os blogs: eles produzem postagens relevantes para seu público-alvo, gerando vendas por meio de um modelo que integra conteúdo e publicidade. “Antes, os blogs eram apenas diários pessoais. Agora, são sites estruturados de conteúdo de nicho – ou seja, são o inboundpersonificado”, explica Celso Fortes, diretor da agência digital Novos Elementos.

Dicas extras para fazer um inbound marketing excepcional

1 – Deixe de lado as propagandas

A primeira dica para sua empresa fazer um inbound marketing excepcional é, claro, não pensar que seus posts são propagandas. “Não corte o conteúdo para falar ‘compre da minha empresa’ ou algo parecido. Seu negócio irá vender como consequência de seu conteúdo ser relevante”, explica Peçanha, da Rock Content.

2 – A mentira não compensa

Da mesma maneira, mantenha o compromisso com seu público-alvo e entregue o que promete em seus títulos e chamadas de busca. “Se a cada etapa, da leitura até a compra, o usuário não receber exatamente o que está procurando, o funil de vendas do inbound marketing é quebrado”, afirma Fortes, da Novos Elementos. “Não adianta você anunciar algo e, quando o cliente entra, ver outra coisa. Há até ferramentas no Google que coíbem esse tipo de anúncio.”

3 – Assuma o compromisso de publicar sempre

Quanto aos posts em si, Peçanha recomenda sempre atualizar o blog da sua empresa com novos conteúdos. “Cada post atrai uma parcela do seu público-alvo. Cobrindo mais temas do universo do seu mercado, suas possibilidades de venda aumentam. Pense em sua marca como uma editora.”

4 – Aposte em conteúdos duradouros

Outra dica é apostar em informações que não percam valor ao longo do tempo – um tipo de conteúdo chamado de evergreen.

Pense em um post como “Cinco receitas para cozinhar com bacon”, por exemplo. “Há informações nesse conteúdo que podem ser relevantes a qualquer momento. Na internet, essa qualidade é muito importante: as pessoas podem pesquisar seu post independentemente do noticiário, gerando tráfego recorrente”, diz Peçanha.

5 – Atenção com as métricas

Mesmo a base do inbound marketing sendo a produção de informações relevantes, a técnica vai além de um simples “marketing de conteúdo”. Uma parte igualmente essencial é a medição dos resultados em termos de receita para sua empresa.

“Muita gente esquece da parte de ter uma metodologia para transformar toda essa audiência em vendas. Acompanhe todas as métricas: visitas globais, visitas de cada post e, principalmente, quanto é vendido a cada mil visitas”, conclui Peçanha.

  • Conteudo Originalmente publicado por Marina Fonseca para a Revista Exame

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Marcas trocam influencers por usuários anônimos

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de agosto de 2018

Nos Estados Unidos é comum crianças, adolescentes e pré-adolescentes arrumarem algum serviço em época de férias, chamado de “summer job”.

Algumas marcas, pensando em ajudar nessa jornada dos jovens, oferecem a alguns usuários um pagamento em troca de divulgação de produtos.

De acordo com o portal The Atlantic, algumas empresas estão oferecendo uma quantia para conteúdo patrocinado no Instagram.

Pequenas startups, como Jane Cosmetics, Doux Lashes e Boogzel Apparel recrutam pessoas da rede social para anunciar suas roupas e acessórios, pagando geralmente algo entre 5 e 20 dólares por postagem.

As ofertas são feitas via mensagem direta e raramente envolvem um contrato formal.

Para as marcas, os adolescentes comuns são melhores parceiros do que as celebridades das redes sociais, já que aqueles que possuem muitos seguidores, os chamados “digital influencers”, costumam cobrar quantias superiores a 500 dólares por um post patrocinado, em casos excepcionais, essas postagens podem custar até 30 mil dólares.

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Astro de Deadpool usa tática inusitada para promover sua marca de gim

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

17 de agosto de 2018

O gim está com tudo. Tradicional na coquetelaria internacional, a bebida vive um momento de renovado interesse global, com um mercado que deverácrescer quase 5% ao ano na europa e 3% nos EUA. No Brasil, as vendas subiram 66% no ano passado, em meio a um mercado estacionado para destilados.

Queridinha dos millennials (aquela geração de nascidos após 1980), a bebida não para de angariar novos fãs. É o caso do ator canadense Ryan Reynolds, astro da franquia de filmes Deadpool, que resolveu ter uma marca própria tamanho o gosto pelo destilado.

No começo do ano, o ator anunciou a compra da empresa Aviation Gin, que funciona há mais de uma década na cidade americana de Portland, no Oregon.

De quebra, emprestou seu rosto familiar para as estratégias de marketing da marca. E seu senso de oportunidade também: Reynolds não se incomoda em anunciar para todo mundo seu e-mail para contato (o Ryan@AviationGin.com).

Foi o que fez durante o programa de TV americano The Tonight Show, comandado por Jimmy Fallon, na última terça-feira (14), no canal NBC.

O que ninguém espera é receber em resposta uma mensagem automática, e que não se parece em nada com um email tradicional de quem está ausente do escritório. As respostas automáticas do CEO da Aviation Gin chegam com mais de cinco parágrafos recheados de bom humor.

“Obrigado por seu email e interesse na Aviation American Gin! Estou longe da minha mesa no momento, mas responderei no momento em que me derem uma mesa” e “Obrigado pelo seu e-mail, mas infelizmente estou fora do escritório em negócios oficiais. Eu realmente não posso dizer mais do que isso. É oficial. É negócio . E é isso.” são alguns dos trechos iniciais entre as dezenas de respostas automáticas escritas por Reynolds.

Tudo, claro, é uma tremenda estratégia de marketing do astro do Deadpool. Após a aparição do ator no Tonight Show (e a divulgação pública de seu email), os servidores da empresa AviationGin foram “derrubados” por milhares de mensagens vindas de todo o país.

É claro que Reynolds não deixou esse “inconveniente” passar em branco e fez graça da situação em seu perfil no Twitter: ” AviationGin tem chamado bastante atenção ultimamente. 20 mil emails por dia derrubaram nossos servidores. Eu não fazia ideia que tínhamos Departamento de TI até uma hora atrás. Eles parecem super sóbrios”, diz o post.

 

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Storytelling – que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de julho de 2018

Contar uma história para humanizar a marca, uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que ative conexão emocional com seu publico, e se aproximar de quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano tende a se retrair em tribos comportamentais, em criar vinculo emocional àquele clã que pensa semelhante.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.
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O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional.

Aposte em StoryTelling!

Como o Storytelling afeta o cérebro

Você já deve ter notado no YouTube, que os anúncios vem seguindo uma tendência de história narrada por algum personagem, sendo ele fictício ou não. Saiba como essa estratégia de storytelling afeta seu cérebro.

Transforma história em ideias: Uma história ativa partes do cérebro que permite que o ouvinte para transforme a história em sua própria ideia e experiência graças a um processo chamado de acoplamento neuronal.

Experimenta, comenta e compartilha: As pessoas não só vão ativar a  atividade cerebral através da sua história, mas também irão compartilhar e comentar da sua história.

É lembrada com maior precisão: O cérebro libera dopamina no sistema quando ele experimenta um evento emocionalmente carregado, tornando-o mais fácil de lembrar com maior precisão.

Histórias bem contadas envolvem muitas áreas do cérebro: Ao processar fatos, duas áreas do cérebro são ativadas (área de Wernicke e de Broca). Uma história bem contada pode envolver muitas áreas adicionais, incluindo o córtex motor, córtex sensorial, e no córtex frontal.

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Abertas as inscrições para o Festival Costume Saudável

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

24 de julho de 2018

Entre os dias 24 e 26 de agosto, o Festival Costume Saudável, que já está em sua 6ª edição, irá reunir profissionais e pessoas interessadas em levar uma vida melhor. Indo muito além da alimentação e do “mundo fitness”, o evento visa reunir familiares e amigos para confraternizar, compartilhar, debater e se informar sobre assuntos como alimentação, restrições alimentares, maternidade, qualidade de vida, atividades físicas, meio ambiente e saúde. O evento vai oferecer mais de 200 atividades entre aulas em academias, palestras, apresentações culturais, oficinas culinárias, dentre outras.

Este ano, mais uma vez, as inscrições podem ser feitas pelo aplicativo Minha Cidade Saudável, uma ferramenta de sucesso que vai além do evento. O app já está disponível na App Store e Google Play. A participação nos três dias de Festival custa R$ 30 (R$ 15 meia entrada) e cada dia sai por R$ 20 (R$ 10 meia entrada), com pagamento via cartão de crédito. Na entrada do evento, o pagamento deve ser em dinheiro. Toda renda arrecadada com a venda dos ingressos será destinada ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

Já está disponível também o site do Festival Costume Saudável, mais uma ferramenta para auxiliar o público que aprecia e quer participar do evento e pretende acompanhar toda a programação que será atualizada diariamente. Através do site, tanto quem deseja participar como palestrante, ou ministrar uma aula de atividade física, ensinar um workshop de culinária, expor em um stand, ou até mesmo fazer uma cobertura jornalística poderá se inscrever. No espaço também é possível ver informações sobre as inscrições da Babu Games, um tipo de competição cross que acontecerá dentro do Festival e dará mais de 10 mil reais em premiações.

Que tal conferir o histórico das edições do festival em vídeo? No site você pode acessar essa opção, como também acompanhar as publicações do instagram e da #minhaatitudesaudavel, ação de incentivo para as pessoas publicarem vídeos ou fotos contando o que elas fazem no dia a dia, referente a atitudes saudáveis.

No site também estarão disponíveis as fotos do evento e pra quem não participou e quer conferir, ou para quem quer relembrar as edições anteriores, lá também está registrado os melhores momentos das edições passadas. O público poderá ter acesso a lista de patrocinadores, ao mapa do evento dentro do Rio Mar Fortaleza, além de toda a programação separada por dia e por local.

 

SERVIÇO:

Festival Costume Saudável

Data: 24, 25 e 26 de agosto

Local: Estacionamento do Shopping RioMar Fortaleza

Valor: R$ 30, pelo aplicativo Minha Cidade Saudável

www.costumesaudavel.com.br

*Valor arrecadado será doado ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

 

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Alibaba cria inteligência artificial que escreve textos de seu e-commerce

Por rodrigogoyanna em Marketing

21 de julho de 2018

O futuro indica que os copywriters vão perder seus empregos para os robôs. Ou, no mínimo, a concorrência será grande.

O gigante Alibaba anunciou, nessa semana, a estreia de uma inteligência artificial que fará as vezes de copywriter, escrevendo os textos e descrições dos produtos à venda.

A notícia foi anunciada pela Alimama, braço de marketing digital da Alibaba. A IA será usada nos e-commerces Tmall, Taobao, Mei.com e 1688.com.

Para fazer o copywriting nos sites, a IA trabalhará com deep learning e tecnologia de processamento de linguagem natural, aprendendo sua função a partir de milhões de “bons exemplos” de descrições de produtos.

Marcas e anunciantes que queiram usar a ferramenta podem inserir as descrições em seus produtos a partir do botão “Produce Smart Copy”. Como resultado, aparecerão vários exemplos de textos.

As marcas também podem ditar o tipo de descrição, avisando antes se querem um texto, por exemplo, promocional, funcional, divertido, poético, ou sensível.

Alibaba: e-commerce agora tem descrições feitas com inteligência artificial Alibaba: e-commerce agora tem descrições feitas com inteligência artificial
Alibaba: e-commerce agora tem descrições feitas com inteligência artificial (Alibaba/Divulgação)

Segundo a Alimama, a ferramenta passou no Teste de Turing e foi capaz de gerar vinte mil linhas de texto em um segundo.

A marca garante que o trabalho dos copywriters humanos não está em risco, sim ficará mais eficiente: será trabalho deles ver, dentre as opções geradas pela IA, qual se adequa mais ao perfil que buscam para o produto ou campanha.

Em comunicado oficial, Christina Lu, gerente de marketing da Alimama, disse que, já que a máquina aprendeu a partir dos milhões de textos feitos por seres humanos, “a criatividade humana é a pedra fundamental dessa máquina, que não é capaz de substitui-la”.

Pode até ser. Resta saber até quando.

Outra novidade da marca é a criação de uma loja conceito que promete mudar a cara do varejo de moda e também se baseia na inteligência artificial.

A FashionAI abriu ontem (4), na Hong Kong Polytechnic University, como loja-piloto para demonstrações iniciais. A marca promete uma loja “livre de estresse” (sim, o ato de escolher, provar e comprar roupas geralmente vem acompanhado de estresse).

Entre as novidades, um “espelho inteligente”, que mostra informações dos produtos de modo automático, enquanto o cliente toca na roupa na arara. Ele ainda monta “looks” e sugere combinações de roupas a partir do que o cliente toca ou experimenta. Ele também indica onde determinado produto está localizado dentro da loja.

A ideia é otimizar suas escolhas e tempo: em vez de, por exemplo, você escolher uma blusa e depois passar uma hora tentando encontrar a calça ou o casaco que combina com ela, a loja já vai lhe indicar sugestões de combinações e informações de preço e localização de tais peças.

A loja também vai aprender com seus clientes e descobrir peças, cores e estilos mais ou menos buscados: cada roupa conta com um “cadeado inteligente” que vai salvando informações ao longo do dia: por rádio frequência, Bluetooth e sensores giroscópicos, os cadeados vão saber quando uma roupa foi tirada da arara, apreciada, provada, observada etc.

A máquina foi alimentada, inicialmente, com 500 mil combinações de roupas, criadas por estilistas da Taobao, braço da Alibaba, e especialistas em moda.

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Kikazza – a importancia de uma boa identidade visual

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

24 de junho de 2018

Toda marca deveria ser uma promessa, porque é a primeira oportunidade de gerar interesse, ou no mínimo curiosidade de a partir de um primeiro contato visual, converter esse traunsente em cliente.

Semana passada vi essa logo em um shopping de Natal/ RN. Adorei ela!  Ativar a marca junto a um cliente não é fácil. A personalidade da marca reflete muito o comportamento não somente da empresa, mas o target que ela pretende atingir. Esse esforço de branding provoca ativação da marca, conversão, encantamento, e consequentemente, retenção e retorno através de clientes fidelizados.

A fonética da KIKAZZA entrega logo de cara o Core Business que a empresa possui, como se simulasse a reação de surpresa positiva quando alguém visse sua casa decorada com os moveis da empresa (que casa!). É de tão bom gosto, que quase imaginei um sotaque italiano pronunciar o nome da empresa, já que o pais da velha bota carrega consigo a cultura de produzir moveis de bom gosto e requinte.

A tipografia diferenciada, apesar de poder ocasionar perda de trafego no online, remete a um publico exclusivo, avesso ao que considera muito simples.

Os traços pretos grossos remetem a segurança, e já que o ticket médio de quem consome decoração é alto, é preciso confiança na empresa a qual se vai gastar tanto. Nesse segmento, o atributo durabilidade é muito importante. 

A variedade de cores da Logo, nesse caso, entrega que pra qualquer necessidade, a empresa terá uma solução pra te oferecer. De acordo com a semiótica das cores: cor quente como o vermelho te remete a urgência e impulsividade, o amarelo a otimismo,  o azul é a cor da credibilidade, e o verde é a cor da harmonia.

Muito legal conhecer uma empresa que reconhece a importancia desse tipo de estudo. Parabéns Kikazza! Muito sucesso na caminhada!!!

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Pela 1ª vez, cai patrocínio de marcas à Copa do Mundo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

23 de junho de 2018

Antes da Copa de 2002, na Coreia do Sul e Japão, a fifa não era uma máquina de ganhar dinheiro. Na Copa de 98, na França, o futebol ainda vivia na “era moderna” do século 20. Dinheiro não era, exatamente, a prioridade. Faltava o mundo contemporâneo.

Quatro anos depois e em um novo século e milênio, a globalização e a internet tornaram o futebol mais profissional, mais globalizado e mais capitalista. Os fãs aumentaram, assim como os telespectadores e os salários astronômicos dos jogadores. Mais coisa estava em jogo (dentro e fora do campo).

Desde 2002, a Fifa viu as suas receitas dispararem, dos direitos de transmissão dos jogos aos patrocínios. Mas, na Copa do mundo da russia , pela primeira vez, o dinheiro vindo dos apoios de marcas caiu. Um cartão amarelo para a entidade.

Levantamento da Sports Value, empresa especializada em marketing esportivo, mostra que, em 2018, a Fifa arrecadou US$ 1,33 bilhão de seus patrocinadores. É 18% menos que na Copa do Mundo do Brasil, em 2014, quando de marcas veio US$ 1,63 bilhão.

Este ano, sete marcas são as “parceiras oficiais” da Fifa e da Copa, ou seja, as marcas da “cota master” dos patrocínios, o lugar de mais destaque: adidas, coca cola, Wanda Group, Gazprom, Hyundai, Qatar Airways e Visa.

Já entre os “patrocinadores oficiais” (uma cota menor) estão Budweiser, McDonald’s, Hisense, Mengniu e Vivo (marca chinesa de tecnologia e celulares, não a empresa brasileira de telefonia).

O motivo da queda? A saída de algumas marcas grandes, que cortaram seus patrocínios antes da Copa, como Johnson & Johnson, Castrol e Continental, além da pisada no freio de outras marcas que mantiveram o apoio.

Na visão de Amir Somoggi, sócio-diretor da Sports Value, o receio dessas marcas se deve aos escândalos de corrupção que envolveram a entidade nos últimos anos e que estourou em 2015, derrubando o presidente Joseph Blatter.

Amir Somoggi também analisa que as marcas estão mais cautelosas, já que é caro patrocinar a Copa e o retorno é difícil e incerto.

“É caro para as marcas. Se elas não conseguem ativar (promover ações durante o evento e dentro dos estádios, montar estandes, promover mídia durante os jogos), só sai caro e não há retorno. Marcas mais populares conseguem ativar bem, como Coca-Cola e Adidas. Outras, não”, explica Somoggi.

Apesar da queda, o faturamento com patrocínios ainda sem mantém elevado. Em 2002, por exemplo, era de apenas 512 milhões de dólares. De 2006 a 2014, um crescimento acelerado. De 562 milhões de dólares, passou para 1,63 bilhão de dólares.

Faturamento

Mesmo com a queda nos patrocínios de marca, a receita da Fifa vai crescer na Rússia. O motivo é o aumento do faturamento com direitos de transmissão. É o carro-chefe da entidade quanto o assunto é ganhar dinheiro.

Na Rússia, a Fifa espera arrecadar, no total, US$ 5,2 bilhões.  Isso é 8% mais que no Brasil, em 2014, quando faturou US$ 4,8 bilhões. Novamente, uma crescente que disparou de 2002 para cá. No Catar, em 2022, espera-se faturamento de US$ 6,5 bilhões.

Neste ano, a receita com direitos de transmissão de TV deve ser de US$ 2,76 bilhões, 11% mais que na Copa do Brasil (já em 2002, era apenas US$ 991 milhões).

Novas marcas

Se algumas marcas abandonaram o barco da Copa por conta dos escândalos de corrupção, outras aproveitaram o vácuo deixado.

A Wanda Group, empresa chinesa, é uma delas. Pela primeira vez, patrocina a Copa e fechou acordo até 2030, ou seja, para a Copa da Rússia e mais três torneios.

Entre as empresas do grupo está a InFront Media, empresa de marketing esportivo e que retém direitos de mídia da Copa em 26 países asiáticos.

Além disso, o grupo é dono de 20% do clube Atlético de Madrid.

A chegada da Wanda (que já chamou a atenção dos telespectadores brasileiros por sempre mostrar seu logotipo durante os jogos) mostra o interesse crescente do mercado chinês pelo futebol e pela Copa.

A China ainda marca presença com a Vivo e com a Mengniu, empresa de sorvetes e laticínios.

Outra novata é a Gazprom, empresa de energia russa. Claro, uma grande empresa russa precisava estar interessada na Copa de seu país. Entre as ideias ousadas da empresa está a construção de um gasoduto que passaria pela Coreia do Sul e norte.

Futuro do dinheiro

Apesar do crescimento no faturamento, o salto da receita foi de apenas 8% entre a Copa do Brasil e a Copa da Rússia. Crescimento modesto, dado que, em outros anos, houve saltos de 59% (entre 2010 e 2006) e 65% (entre 2006 e 2002).

Esse crescimento fraco, ao lado da queda da receita de patrocínio, deixa a Fifa preocupada. O que fazer, então, para ganhar mais dinheiro (tomando como base que esse é o interesse primordial da entidade)?

Na visão da atual diretoria e do presidente Gianni Infantino, a resposta é óbvia: aumentar o número de seleções. Em 2026, na Copa da América do Norte (Canadá, EUA e México), serão 48 seleções no lugar das atuais 32. A Fifa ainda pressiona para que essa novidade já comece em 2022, no Catar.

Mais seleções significa mais jogos e espectadores ao redor do globo. Mais jogos significa mais cota de patrocínio, mais espaço para mídia e mais dinheiro com direitos de transmissão.

Há um porém. O torneio com 48 times permitirá a presença de seleções muito fracas e jogos francamente ruins. A marca perderá um pouco do valor percebido de exclusividade e prestígio, podendo ver sua marca se desvalorizar e afugentar patrocinadores.

Outra preocupação da Fifa é com as novas tecnologias. No futuro, mais pessoas assistirão os jogos do celular, via streaming e redes sociais. A entidade teme que o faturamento com TV caia. Aumentar o número de seleções significaria chegar a países mais pobres da Ásia e África, onde e TV ainda é a realidade.

CBF

Não foi só a Fifa que sofreu com a saída de patrocinadores. A CBF, também envolvida em denúncias de corrupção, perdeu o apoio da Chevrolet, que lhe dava, antes, 54 milhões de reais.

Para a Copa na Rússia, a CBF não conseguiu encontrar substituto à altura. A entidade ainda tem Nike, Vivo, Guaraná Antarctica e Itaú entre seus parceiros. Também há um contrato com a Technogym.

Com a saída da Chevrolet, o faturamento da CBF com patrocínio caiu drasticamente. De R$ 410,9 milhões em 2016 para R$ 353,3 milhões em 2017, número semelhante a 2015 a 2014.

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TouchDown!

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

20 de Maio de 2018

O árbitro apita o fim do primeiro tempo! Hora de ir ao banheiro? Preparar a pipoca? Nos Estados Unidos não! Com o jeito americano de ser, eles conseguiram transformar o Superbowl, a final do Football Americano, segundo esporte mais popular do país, em um dos business entertainment mais rentáveis da história, e como quase tudo que se propõe a fazer, dão uma verdadeira aula de gestão; é um case de sucesso, onde quem gere o futebol brasileiro precisaria pagar ingresso, e assistir como se faz.

Em 2015, durante o intervalo do Superbowl, a cantora Katy Perry sobrevoou o campo, montou sob um gigante felino cenográfico, transformou o palco em um grande tabuleiro de xadrez, e cantou, tudo isso em menos de 13 minutos! A consequeência disso? Centenas de milhares de citações no Twitter e Facebook, reforço de branding, um gigantesco trafego de visitantes nas mídias dos parceiros, e outra multidão de curiosos interessados em conhecer esse esporte; são pessoas de todo o mundo, de diferentes idiomas, falando sobre o mesmo assunto. Enquanto isso, em terras tupiniquins, durante a final da Copa do Brasil, nós temos a opção de ver o Galvão Bueno comentar os melhores momentos no intervalo, ou escutar o Léo Batista narrar os gols da rodada. E tome gol da Alemanha.

A maneira com que os dirigentes esportivos nacionais enxergam o nosso futebol, deveria ser revista, a gestão do esporte que ainda é paixão nacional deveria se posicionar com mais racionalidade, profissionalismo e transparência, sob pena de perdermos a estigma de pais do futebol para nações que saíram da inércia e fizeram um benchmarking da forma americana de tratar esporte como business. Não é difícil, só é muito trabalho.

Ao invés de discutirmos onde estamos errando, criarmos indicadores de crescimento e projetarmos uma evolução do nosso esporte preferido, precisamos escutar notícias policiais se misturarem às futebolísticas. O resultado? Hoje infelizmente nós não fazemos mais parte do mainframe futebolístico, e não há previsão sobre o surgimento de dispositivos de controle de governança corporativa, que nos dê condições de “ajeitar nossa defesa”, ter um time “bem postado em campo”, e voltarmos as “quatro linhas” do futebol mundial “no ataque”. Nós precisamos de uma visão corporativa atuante para recuperar nosso prestigio como país do futebol. Seria um golaço.

Não precisamos que um juiz nos cobre arbitrariamente conceitos conhecidos do mundo corporativo, como compliance, endomarketing e meritocracia, é praxe para quem quer vencer, absorver a tática que o leve até o gol, os players do nosso mercado precisam “vestir a camisa” e acreditar que apesar da desvantagem competitiva, ainda dá pra vencer.

Não se trata de um esporte qualquer, é uma economia que gira em torno de um jogo, que se aquece a medida que as vitorias vão surgindo, é Vencer para Vender, e Vender para Ter, isso mesmo, Ter condições de novos auto investimentos que garantam a possibilidade de voltarmos a ser líder de mercado nesse esporte. Em algum momento do passado, os americanos enxergaram que isso era possível para com o American Football, e porque eles acreditaram, conseguiram atingir os incríveis números relacionados ao consumo do Superbowl 2015:

1 – A National Chicken Council, uma associação comercial que representa a indústria aviária nos EUA, calculou que aproximadamente 1,25 bilhão de asinhas de frango foram devoradas durante o Super Bowl 2015;

2 – A Domino’s Pizza e a Pizza Hut se planejaram para vender 29 milhões de fatias de pizza no dia do jogo;

3 – Um total de 112,2 milhões de pessoas assistiram ao Super Bowl no ano de 2014, tornando o evento o programa mais assistido na história da televisão norte-americana; em 2015, a expectativa é de que 1 em cada 3 norte-americanos, ou 169 milhões em todo o mundo, tenham assistido o jogo, que foi transmitido em 180 países e em mais de 30 idiomas. O gasto médio de consumo de quem viu o jogo pela TV foi de aproximadamente 78 dólares (custos com alimentação, equipamentos de TV e merchandising e camisas dos times.)

4 – Cada comercial de 30 SEGUNDOS veiculado pelo canal de TV NBC custou US$ 4,5 milhões aos anunciantes (4,5 MILHOES DE DOLÁRES POR 30 SEGUNDOS!). Devido ao investimento, cada anunciante contratava agências para produzirem comerciais únicos e especiais para a final do Superbowl.

5 – Quando o U2 comandou o show do intervalo em 2002, Bono Vox mostrou a bandeira dos EUA durante uma das músicas. Essa simples ação fez com que o álbum do grupo pulasse da 108ª posição para a 8ª no ranking Billboard;

6 – Depois que a banda The Black Eyed Peas se apresentou no Super Bowl em 2011, as vendas da música “Where is the Love” aumentaram 332%.

7 – Os bilhetes para o Super Bowl custam, em média, 4.676 dólares, um aumento de 23% face a 2014. O estádio da final de 2015 tem capacidade para 71.000 lugares, e estava lotado!

A sorte está lançada, dizem que o jogo só termina quando o juiz acaba, mas enquanto a gente não mudar, GOL da Alemanha, ou melhor Touchdown pros americanos!

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TouchDown!

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

20 de Maio de 2018

O árbitro apita o fim do primeiro tempo! Hora de ir ao banheiro? Preparar a pipoca? Nos Estados Unidos não! Com o jeito americano de ser, eles conseguiram transformar o Superbowl, a final do Football Americano, segundo esporte mais popular do país, em um dos business entertainment mais rentáveis da história, e como quase tudo que se propõe a fazer, dão uma verdadeira aula de gestão; é um case de sucesso, onde quem gere o futebol brasileiro precisaria pagar ingresso, e assistir como se faz.

Em 2015, durante o intervalo do Superbowl, a cantora Katy Perry sobrevoou o campo, montou sob um gigante felino cenográfico, transformou o palco em um grande tabuleiro de xadrez, e cantou, tudo isso em menos de 13 minutos! A consequeência disso? Centenas de milhares de citações no Twitter e Facebook, reforço de branding, um gigantesco trafego de visitantes nas mídias dos parceiros, e outra multidão de curiosos interessados em conhecer esse esporte; são pessoas de todo o mundo, de diferentes idiomas, falando sobre o mesmo assunto. Enquanto isso, em terras tupiniquins, durante a final da Copa do Brasil, nós temos a opção de ver o Galvão Bueno comentar os melhores momentos no intervalo, ou escutar o Léo Batista narrar os gols da rodada. E tome gol da Alemanha.

A maneira com que os dirigentes esportivos nacionais enxergam o nosso futebol, deveria ser revista, a gestão do esporte que ainda é paixão nacional deveria se posicionar com mais racionalidade, profissionalismo e transparência, sob pena de perdermos a estigma de pais do futebol para nações que saíram da inércia e fizeram um benchmarking da forma americana de tratar esporte como business. Não é difícil, só é muito trabalho.

Ao invés de discutirmos onde estamos errando, criarmos indicadores de crescimento e projetarmos uma evolução do nosso esporte preferido, precisamos escutar notícias policiais se misturarem às futebolísticas. O resultado? Hoje infelizmente nós não fazemos mais parte do mainframe futebolístico, e não há previsão sobre o surgimento de dispositivos de controle de governança corporativa, que nos dê condições de “ajeitar nossa defesa”, ter um time “bem postado em campo”, e voltarmos as “quatro linhas” do futebol mundial “no ataque”. Nós precisamos de uma visão corporativa atuante para recuperar nosso prestigio como país do futebol. Seria um golaço.

Não precisamos que um juiz nos cobre arbitrariamente conceitos conhecidos do mundo corporativo, como compliance, endomarketing e meritocracia, é praxe para quem quer vencer, absorver a tática que o leve até o gol, os players do nosso mercado precisam “vestir a camisa” e acreditar que apesar da desvantagem competitiva, ainda dá pra vencer.

Não se trata de um esporte qualquer, é uma economia que gira em torno de um jogo, que se aquece a medida que as vitorias vão surgindo, é Vencer para Vender, e Vender para Ter, isso mesmo, Ter condições de novos auto investimentos que garantam a possibilidade de voltarmos a ser líder de mercado nesse esporte. Em algum momento do passado, os americanos enxergaram que isso era possível para com o American Football, e porque eles acreditaram, conseguiram atingir os incríveis números relacionados ao consumo do Superbowl 2015:

1 – A National Chicken Council, uma associação comercial que representa a indústria aviária nos EUA, calculou que aproximadamente 1,25 bilhão de asinhas de frango foram devoradas durante o Super Bowl 2015;

2 – A Domino’s Pizza e a Pizza Hut se planejaram para vender 29 milhões de fatias de pizza no dia do jogo;

3 – Um total de 112,2 milhões de pessoas assistiram ao Super Bowl no ano de 2014, tornando o evento o programa mais assistido na história da televisão norte-americana; em 2015, a expectativa é de que 1 em cada 3 norte-americanos, ou 169 milhões em todo o mundo, tenham assistido o jogo, que foi transmitido em 180 países e em mais de 30 idiomas. O gasto médio de consumo de quem viu o jogo pela TV foi de aproximadamente 78 dólares (custos com alimentação, equipamentos de TV e merchandising e camisas dos times.)

4 – Cada comercial de 30 SEGUNDOS veiculado pelo canal de TV NBC custou US$ 4,5 milhões aos anunciantes (4,5 MILHOES DE DOLÁRES POR 30 SEGUNDOS!). Devido ao investimento, cada anunciante contratava agências para produzirem comerciais únicos e especiais para a final do Superbowl.

5 – Quando o U2 comandou o show do intervalo em 2002, Bono Vox mostrou a bandeira dos EUA durante uma das músicas. Essa simples ação fez com que o álbum do grupo pulasse da 108ª posição para a 8ª no ranking Billboard;

6 – Depois que a banda The Black Eyed Peas se apresentou no Super Bowl em 2011, as vendas da música “Where is the Love” aumentaram 332%.

7 – Os bilhetes para o Super Bowl custam, em média, 4.676 dólares, um aumento de 23% face a 2014. O estádio da final de 2015 tem capacidade para 71.000 lugares, e estava lotado!

A sorte está lançada, dizem que o jogo só termina quando o juiz acaba, mas enquanto a gente não mudar, GOL da Alemanha, ou melhor Touchdown pros americanos!