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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

empreendedorismo

Empreendedor Digital: Como Ganhar Dinheiro com Cupons de Desconto?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

18 de setembro de 2018

Todos os dias surgem novos empreendedores digitais, atraídos principalmente pela possibilidade de escalar o negócio para um número muito grande de clientes, e podendo trabalhar em qualquer horário e de qualquer lugar. Em um mundo em constante evolução, o comércio eletrônico ganha força, e além de economizar em suas compras online, você também pode ganhar dinheiro com cupons de desconto.

Já comentei em uma postagem de 2016 sobre o sucesso dos cupons de desconto nos Estados Unidos. Apesar de ainda não ter se desenvolvido tanto quanto lá fora, no Brasil a busca e o uso de cupons de desconto vem crescendo, principalmente no ambiente digital. Com o crescimento do e-commerce no Brasil, cada vez mais cresce a busca online por cupons de desconto, conforme gráfico abaixo extraído do Google Trends. Os picos de acesso são sempre em novembro, época da famosa promoção Black Friday.

Fonte: Google Trends, consulta em 02/09/18

O aumento das buscas por cupom de desconto vem sendo puxada também pelo crescimento das vendas online em geral. No primeiro semestre de 2018, foram mais de 27,4 milhões de Brasileiros comprando online, onde 4,5 milhões de usuários fizeram a sua primeira compra online nesse período. A expectativa é de fechar o ano de 2018 com crescimento de 12% no faturamento do e-commerce, atingindo o patamar de R$ 53,4 bilhões no Brasil, segundo o recém divulgado estudo Webshoppers 38 da Ebit/Nielsen.

Chama a atenção nesse estudo também, o crescimento dos pedidos feitos via dispositivos móveis, que cresceram 41% ante o primeiro semestre de 2017, representando 32% das vendas totais do e-commerce brasileiro. E com a nova geração cada vez mais conectada desde cedo, não é nenhuma surpresa que esse segmento deve continuar crescendo em ritmo muito mais acelerado em relação à média da economia.

Abre-se assim uma excelente oportunidade para quem quiser empreender no comércio digital. Entre as inúmeras vantagens que poderíamos citar sobre as compras online, soma-se também o crescimento da violência nas grandes cidades, que amedronta a população, que prefere sair de casa cada vez menos. São diversos catalisadores que impulsionam o e-commerce, mas a melhor notícia é que você não precisa ter a sua própria loja virtual para poder ganhar dinheiro na internet.

Conheça agora o Mercado de Afiliados

Empreender no Brasil é para heróis. Em épocas de eleições, esse assunto sempre é pertinente, pois está cada vez mais difícil conseguir o emprego dos sonhos, ainda mais na atual conjuntura econômica. Muito mais do que desejo, empreender por conta própria acaba sendo uma necessidade. Uma bela maneira de conseguir renda extra com investimento inicial baixo é através do marketing de afiliados.

Por definição, afiliado é aquele que se afilia, que faz parte de uma sociedade ou associação. No caso do marketing de afiliados, você se afilia a uma empresa, que pode ser diretamente com uma loja virtual ou com grandes redes de afiliados, podendo ser remunerado de algumas maneiras, sendo o mais comum o custo por aquisição (CPA). Fazendo uma alusão mais familiar, imagine que um afiliado é basicamente um representante comercial que ganha comissões sobre as suas vendas.

Para vender, o afiliado precisa ter um espaço de divulgação virtual, que pode ser por exemplo um site ou blog, perfis em redes sociais, grupos de vendas, etc. Lembrando que precisa ser digital porque cada afiliado possui um link específico para rastreamento, e compras feitas através desse link são remuneradas para os respectivos afiliados. Normalmente é necessário ter um CNPJ para poder receber suas comissões, mas pode ser um MEI (microempreendedor individual).

A remuneração é feita após a aprovação do pagamento por parte do cliente, conforme política de cada anunciante. No Brasil, são poucas lojas virtuais que mantém o próprio programa de afiliação. Na maioria das vezes, é mais rápido e barato utilizar as redes de afiliação, que tem todo o sistema preparado para rastreio das vendas, além de grande base de afiliados sedentos para divulgar as marcas e os produtos. Para o afiliado, o trabalho com essas grandes redes é muito bom, porque permite ter um grande portfólio de marcas para trabalhar com o seu público, além de centralizar e facilitar o recebimento do pagamento das comissões.

Entendendo o Funil de Vendas

Quando falamos em mercado digital, é importante entendermos o conceito de funil de vendas. O funil (também conhecido por pipeline) nada mais é do que algumas etapas que o cliente passa até tomar a ação final de fechar a compra o item. Explicando bem resumidamente a jornada, o potencial cliente precisa ser atraído na etapa inicial (topo do funil), onde ele descobre e aprende mais sobre o produto ou serviço. A etapa seguinte (meio do funil) é o reconhecimento do problema e a consideração da solução. Na última etapa (fundo do funil) está a busca por empresas que podem fornecer o produto/serviço que o cliente assume que precisa.

Fonte: Reprodução Internet

Nos seus canais na web, você pode tentar interceptar leads em todos os estágios desse funil, mas não precisa de muita análise para sacar que o potencial cliente no fundo do funil dá retorno mais rápido, onde a conversão em vendas tende a ser muito maior.

Cupons de desconto e o final do funil

É justamente no final do funil de vendas que atuam os sites de cupons de desconto. Oferecer um código promocional para um consumidor que já passou por todas as etapas do funil é algo de extremo valor. Na maioria das vezes o consumidor busca por esses cupons no Google, ou em outros sites de pesquisas. Isso porque são poucos sites que tem uma base realmente grande de lojas virtuais, com cupons atualizados e funcionando.

Apesar de ser um nicho de mercado bem saturado, onde temos mais de 100 sites específicos com esse propósito, é possível aparecer para o cliente certo na hora certa utilizando links patrocinados, seja no Google, Bing, Facebook, etc. É necessário sempre observar as políticas de cada anunciante, pois muitos deles não permitem esse impulsionamento, o que pode acarretar em cancelamentos de comissões ou até exclusão da afiliação.

Os links patrocinados tem sido alvo de grandes investimentos por parte desses sites, e com a ajuda do Agora Cupom, apresentamos um mapeamento dos investimentos dos principais sites do mercado brasileiro exclusivamente de cupons de desconto, que estão na tabela abaixo. Foi utilizado o site SimilarWeb para extrair os dados, com base no mês de julho/2018, e para cálculo do investimento em pesquisa paga de cada site, foi estimado um CPC (custo por clique) padrão de R$ 0,60.

Fonte: Autor, montado com SimilarWeb Referência Julho 2018 – Consulta em 02/09/2018

Como podemos perceber, são grandes players que dominam o mercado. Percebe-se também que a grande maioria dos sites desse nicho é dependente das pesquisas para ter tráfego, com grande relevância da pesquisa paga. Existem especialistas que afirmam que a média de retorno para cada real investido em anúncios na internet é de 100%, ou seja, para cada real retorna 2 reais, sendo lucro de 1 real.

Mas não se engane achando que investir dinheiro nisso é garantia de retorno. Como todos os negócios, existe uma grande curva de aprendizado, e só com o tempo você vai conseguir maturação suficiente para ter bons resultados. Mas dá para começar com pouco investimento um site desse nicho de cupons de desconto. Mas para que ele se torne relevante, com certeza o investimento precisa ser bem maior.

Conclusão

O mercado de afiliados é muito grande, e está se fortalecendo cada vez mais no Brasil. Com a evolução e crescimento do e-commerce, espera-se que cada vez mais transações de compras e vendas aconteçam nesse espaço.

Espero que esse artigo agregue valor para você, e que sirva de encorajamento para tirar do papel o sonho de ter o seu próprio negócio. Fácil nunca será, mas com muito estudo e trabalho, tenho certeza que você pode ter muito sucesso no mercado de afiliados. E se empreender não é o seu foco agora, aproveite para conhecer esses sites de cupons e conseguir uma economia extra na próxima compra online.

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TouchDown!

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

20 de Maio de 2018

O árbitro apita o fim do primeiro tempo! Hora de ir ao banheiro? Preparar a pipoca? Nos Estados Unidos não! Com o jeito americano de ser, eles conseguiram transformar o Superbowl, a final do Football Americano, segundo esporte mais popular do país, em um dos business entertainment mais rentáveis da história, e como quase tudo que se propõe a fazer, dão uma verdadeira aula de gestão; é um case de sucesso, onde quem gere o futebol brasileiro precisaria pagar ingresso, e assistir como se faz.

Em 2015, durante o intervalo do Superbowl, a cantora Katy Perry sobrevoou o campo, montou sob um gigante felino cenográfico, transformou o palco em um grande tabuleiro de xadrez, e cantou, tudo isso em menos de 13 minutos! A consequeência disso? Centenas de milhares de citações no Twitter e Facebook, reforço de branding, um gigantesco trafego de visitantes nas mídias dos parceiros, e outra multidão de curiosos interessados em conhecer esse esporte; são pessoas de todo o mundo, de diferentes idiomas, falando sobre o mesmo assunto. Enquanto isso, em terras tupiniquins, durante a final da Copa do Brasil, nós temos a opção de ver o Galvão Bueno comentar os melhores momentos no intervalo, ou escutar o Léo Batista narrar os gols da rodada. E tome gol da Alemanha.

A maneira com que os dirigentes esportivos nacionais enxergam o nosso futebol, deveria ser revista, a gestão do esporte que ainda é paixão nacional deveria se posicionar com mais racionalidade, profissionalismo e transparência, sob pena de perdermos a estigma de pais do futebol para nações que saíram da inércia e fizeram um benchmarking da forma americana de tratar esporte como business. Não é difícil, só é muito trabalho.

Ao invés de discutirmos onde estamos errando, criarmos indicadores de crescimento e projetarmos uma evolução do nosso esporte preferido, precisamos escutar notícias policiais se misturarem às futebolísticas. O resultado? Hoje infelizmente nós não fazemos mais parte do mainframe futebolístico, e não há previsão sobre o surgimento de dispositivos de controle de governança corporativa, que nos dê condições de “ajeitar nossa defesa”, ter um time “bem postado em campo”, e voltarmos as “quatro linhas” do futebol mundial “no ataque”. Nós precisamos de uma visão corporativa atuante para recuperar nosso prestigio como país do futebol. Seria um golaço.

Não precisamos que um juiz nos cobre arbitrariamente conceitos conhecidos do mundo corporativo, como compliance, endomarketing e meritocracia, é praxe para quem quer vencer, absorver a tática que o leve até o gol, os players do nosso mercado precisam “vestir a camisa” e acreditar que apesar da desvantagem competitiva, ainda dá pra vencer.

Não se trata de um esporte qualquer, é uma economia que gira em torno de um jogo, que se aquece a medida que as vitorias vão surgindo, é Vencer para Vender, e Vender para Ter, isso mesmo, Ter condições de novos auto investimentos que garantam a possibilidade de voltarmos a ser líder de mercado nesse esporte. Em algum momento do passado, os americanos enxergaram que isso era possível para com o American Football, e porque eles acreditaram, conseguiram atingir os incríveis números relacionados ao consumo do Superbowl 2015:

1 – A National Chicken Council, uma associação comercial que representa a indústria aviária nos EUA, calculou que aproximadamente 1,25 bilhão de asinhas de frango foram devoradas durante o Super Bowl 2015;

2 – A Domino’s Pizza e a Pizza Hut se planejaram para vender 29 milhões de fatias de pizza no dia do jogo;

3 – Um total de 112,2 milhões de pessoas assistiram ao Super Bowl no ano de 2014, tornando o evento o programa mais assistido na história da televisão norte-americana; em 2015, a expectativa é de que 1 em cada 3 norte-americanos, ou 169 milhões em todo o mundo, tenham assistido o jogo, que foi transmitido em 180 países e em mais de 30 idiomas. O gasto médio de consumo de quem viu o jogo pela TV foi de aproximadamente 78 dólares (custos com alimentação, equipamentos de TV e merchandising e camisas dos times.)

4 – Cada comercial de 30 SEGUNDOS veiculado pelo canal de TV NBC custou US$ 4,5 milhões aos anunciantes (4,5 MILHOES DE DOLÁRES POR 30 SEGUNDOS!). Devido ao investimento, cada anunciante contratava agências para produzirem comerciais únicos e especiais para a final do Superbowl.

5 – Quando o U2 comandou o show do intervalo em 2002, Bono Vox mostrou a bandeira dos EUA durante uma das músicas. Essa simples ação fez com que o álbum do grupo pulasse da 108ª posição para a 8ª no ranking Billboard;

6 – Depois que a banda The Black Eyed Peas se apresentou no Super Bowl em 2011, as vendas da música “Where is the Love” aumentaram 332%.

7 – Os bilhetes para o Super Bowl custam, em média, 4.676 dólares, um aumento de 23% face a 2014. O estádio da final de 2015 tem capacidade para 71.000 lugares, e estava lotado!

A sorte está lançada, dizem que o jogo só termina quando o juiz acaba, mas enquanto a gente não mudar, GOL da Alemanha, ou melhor Touchdown pros americanos!

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Marcas apostarão mais alto em branded content a partir de 2018

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de novembro de 2017

O branded content, segmento do marketing que une publicidade e conteúdo editorial, não era um termo muito conhecido até cerca de três anos atrás, embora já fosse praticado, de certa forma, há decadas.

Desde 2016, os exemplos só ficaram mais numerosos e melhores, como osprogramas esportivos da red Bull, os filmes da LEGO e as campanhas da Always, como o premiado Like a Girl

Até mesmo o famoso festival nova-iorquino de cinema de Tribeca, fundado pelo ator Robert De Niro, criou em 2016 uma categoria premiar filmes de branded content.

Agora, o que vem? Moda que passará em breve ou realidade que veio para ficar? Para os profissionais de marketing e mídia do mercado, não há dúvida: 2018 marcará a consolidação do conteúdo de marca.

O evento Branded Content Talks, que aconteceu na manhã de hoje (23) em São Paulo, promovido pelo Grupo Abril e pelo  Estudio ABC, debateu o futuro do segmento e mostrou como audiência e consumidores estarão no centro das atenções a partir de agora.

Arnaldo Tibyriçá, novo presidente do Grupo Abril, ressaltou a importância do segmento para a empresa: “O ABC conecta aqueles que precisam se comunicar com sua audiência e aqueles que sabem como chegar nessa audiência. A comunicação está mudando, muitas coisas ainda não têm nome. O próprio branded content era assim um tempo atrás. É preciso estar atento a essas mudanças para continuar na ponta do mercado e manter a relevância”, analisou.

Engajamento e foco no consumidor

O publicitário Walter Longo, presidente do Grupo Abril até o começo de novembro, antes de Tibyriçá, trouxe uma fala de entusiasmo e expectativa para o futuro do branded content.

Para ele (e para diversos estudos), não há dúvidas de que tal segmento do marketing ficará cada vez mais relevante e essencial para empresas e marcas.

Análise da Business Insider, por exemplo, mostra que, nos EUA, o faturamento com branded content vai saltar de US$ 8 bilhões (2015) para US$ 21 bilhões em 2018.

Outro estudo, feito com 140 executivos de editoras de revistas em 39 países, mostra a expectativa de que 33% da receita de publicidade dos publishers virá de branded content em 2017 e 2018.

Longo analisou que a simbiose entre publicidade e conteúdo editorial traz duas necessidades que atuam de maneira sinérgica e espontânea. Uma não pode atrapalhar a outra ou criar produto que soa forçado e sem relevância. Se assim for, não é branded content e não é de qualidade.

Longo destacou a importância da palavra-chave “engajamento”. Sem engajamento, não se chega aos consumidores: “Se as pessoas precisam ver para crer, elas também precisam crer para ver. É preciso dar sentido às coisas e estabelecer conexão real e confiança de forma a se chegar no engajamento”.

Se em 2016 as marcas “acordaram de vez” e perceberam que havia branded content e que precisavam fazê-lo, em 2018 as marcas deverão tomar conta totalmente do paradigma.

Longo destacou outros pontos essenciais nessa nova estratégia de marketing: a batalha por atenção, não por audiência; a busca por uma audiência qualificada e que, de antemão, está interessada no assunto a ser produzido; o fim da era da interrupção, sendo que agora é a audiência que decide qual será a conversa e onde e como ela se dará; e a tendência de as marcas se transformarem em empresas de mídia.

Esse último fenômeno já se faz claro. A Red Bull produz conteúdo, eventos, shows e filmes. A Lego faz filmes que levam milhões aos cinemas. P&G, L’Oréal também fazem mídia. O fenômeno cria o que está sendo chamado de private label media.

Segundo Longo, a Coca-Cola pretende ser, até 2020, a maior empresa de mídia do mundo. Ele também acredita na fusão de dois segmentos de empresas: de mídia (como Warner e HBO) e grandes grupos publicitários de alcance global.

Relevância de conteúdo

Patrícia Weiss, diretora do Abril Branded Content, falou sobre a necessidade de o conteúdo de marca contar histórias humanas, verdadeiras e que engajam.

“A tecnologia intensificou a necessidade humana básica de se conectar, interagir, criar narrativas e ouvi-las”, disse.

Weiss destacou algumas mudanças de paradigmas no branded content e que desafiam a publicidade tradicional: o foco na pessoa, não no produto; a necessidade básica da relevância do conteúdo; a passagem do push content (invasivo, que se empurra para o consumidor) para o pull content (que atrai, interessa, engaja).

Na análise da executiva, a publicidade tradicional continuará existindo, lado a lado com o branded content. Mas este fará aquela se reinventar e ficar mais eficiente. Segundo ela, um comercial que não engajar o consumidor com sua narrativa e conteúdo não irá sobreviver nem será eficiente para a marca.

Weiss também destacou que o ABC fará o In Studio, um programa mensal gravado no estúdio da Abril Comunicações que trará bate-papos sobre o segmento.

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Nordeste recebe evento “Novos anunciantes”

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

23 de outubro de 2017

ortaleza, de 26 a 29 de outubro, se tornará a capital nacional do “Novos Anunciantes”. Evento que acontece há dois anos e a cada edição em uma cidade diferente do país. Destinado a empreendedores digitais, agências e afiliados e produtos online, tem como o propósito apresentar estratégias que reduzam os custos e aumentem a performance em campanhas de anúncios pela internet. Essa é a quinta edição nacional e ocorrerá no Hotel Oásis Atlântico.

 

Organizado pela catarinense Simplix, agência especializada em tráfego de campanhas de anúncios digitais e única parceira nacional da Digital Marketer, considerada a maior empresa de marketing digital do planeta, o “Novos Anunciantes” vai oferecer aos participantes palestras, mesas redondas, cases de sucesso e workshops exclusivos. Contará com exposições de grandes nomes nacionais e europeus, como Luciano Larossa, Bruno Avila e Kim Archetti, além de nomes de destaque local, como Luciano Farias e Kadu Baracho. “Estamos preparando uma verdadeira jornada empreendedora para quem quer ingressar com o pé direito. Sem dúvida, abriremos a caixa preta para mostrar tudo na prática”, garante Carlos Ramos, CEO da Simplix.

 

A estimativa é a de que 300 pessoas passem pelo local. “Vamos focar no que realmente acontece por trás de uma campanha de anúncios de sucesso. Não importando se ela será feita no Facebook, Google, YouTube ou qualquer outra fonte de tráfego”, analisa Ramos. Para encerrar, será ofertado um jantar para palestrantes, convidados vips, patrocinadores e mentorados do maior programa de formação de empresários do Brasil, o LEADME UP, o jantar tem como objetivo fortalecer o networking desse grupo.

 

Workshops especiais

Nos dias 26 e 27 de outubro, serão ofertados dois modelos de workshops. Um deles focado no público totalmente iniciantes, chamado “Bootcamp Afiliado Profissa”, e o outro com foco naquelas pessoas que já iniciaram seu empreendimento, mas que ainda não obtiveram resultados reais, o Workshop de Tráfego Avançado. “Iremos ensinar como os participantes poderão desenvolver as suas próprias estratégias, no planejamento de tráfego avançado das suas campanhas”, desafia Carlos Ramos.

 

Serviço:

Novos Anunciantes

Local: Hotel Oásis Atlântico, Avenida Beira-Mar 2500

Workshops: 26 e 27 de outubro

26 e 27 de Outubro : Workshop Bootcamp Afiliado Profissa  / 27 de Outubro : Workshop de Tráfego Avançado

Palestras: 28 e 29 de outubro

Mais informações e inscrições: novosanunciantes.com.br

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Então Pronto! promove mais uma troca de experiência entre empresários

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Foco, Marketing

16 de outubro de 2017

A rede Então Pronto! Participações e Negócios, única empresa de networking do Ceará, realiza, no próximo dia 18 de outubro, às 18h30, no restaurante Terra Mia, mais um encontro mensal entre todos os empresários participantes do projeto. A reunião tem como objetivo de trocar experiências, fortalecer relações e iniciar novos vínculos, e proporcionar novas oportunidades de negócios entre os coligados.
Um dos destaques da reunião será a apresentação da TIM Corporativo, que irá mostrar como a empresa vem se colocando no mercado para atender a pequenas e médias empresas, e cuja presença também visará gerar novas adesões entre os participantes.
Além disso, outro ponto alto do encontro será a participação da a sócia-proprietária da Inspira Comunicação, empresa do Grupo WS | MK, Mônika Vieira. Ela irá articular sobre a importância da comunicação dentro das corporações.
Os empresários gestores da rede, Silvana Fujita e Thiago Fernandes, afirmam que o projeto tem como direcionamento gerar negócios por meio da formação de parcerias. “Este encontro, portanto, irá gerar networking, ou seja, conhecer e dar atenção às pessoas que estão por trás dos empreendimentos”, ressalta Silvana.
Sobre a Então Pronto!
Então Pronto! Participações e Negócios é formada por um time de empresários que desejam se desenvolver eficientemente para o mercado, lançando novos negócios, tendo como missão crescer junto a seus clientes e parceiros. O projeto fomenta acordos, viabiliza novos contatos e promove uma intensa troca de experiências entre os participantes.
Serviço
Encontro da Rede Então Pronto
Quarta-feira, 18 de outubro às 18h30min
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O que é Growth Marketing?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Foco, Marketing

10 de outubro de 2017

Growth Marketing é uma metodologia que mistura Comportamento do Consumidor, Marketing Criativo, Experimentos e Tecnologia, que ajuda empresas a conquistarem novos consumidores de forma rápida e barata.

Não existe fórmula mágica, mas experimentos. Os resultados desses experimentos é que dizem o que é melhor para sua empresa. Sim, a melhor estratégia para você é aquela que traz mais resultados para sua empresa.

Pra quem quiser conhecer mais sobre o Growth Marketing. Os seguidores do blog terão um super desconto no curso de growth marketing promovido pelo Leonardo Lacerda.

Leo Lacerda é Administrador de Empresas e Mestre em Administração. Com 10 anos de experiência no mercado, hoje é Empreendedor, Pesquisador, Professor e Especialista em Growth Marketing e Comportamento do Consumidor.

É Fundador da Wave Accelerator [antiga 85 Labs Aceleradora] e da Adm School [Escola de Administração para não-administradores]. Também é Consultor em Empreendedorismo e Inovação credenciado pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores [ANPROTEC] e pelo Sebrae [SGC].

 

É certificado pela Digital Marketer [uma das melhores escolas on-line de marketing digital do mundo] nos cursos: Conversion Funnel Optimization, Paid Traffic and Customer Acquisition Mastery, Social and Community Management, Marketing Analytics and Data Science, Content Marketing Mastery, Email Marketing and List Building Mastery, Search Marketing Mastery e Testing and Conversion Rate Optimization

Para ter acesso ao desconto, basta clicar no link abaixo:

Start | Curso de introdução ao Growth Marketing

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Cerveja cria produto que evita que pessoas exagerem na bebida

Por rodrigogoyanna em Marketing

08 de agosto de 2017

Uma marca de cerveja que, preocupada com o consumo excessivo de álcool, quer que seus consumidores não bebam tanto. Estranho? Claro que não.

E se a maneira de não beber tanto passar pelos ouvidos e pela musica?

Em um estudo realizado na França há alguns anos, pesquisadores descobriram que música alta faz com que as pessoas bebam mais e mais depressa.

Não é à toa que sempre bebemos muito em shows, festas e festivais de música.

As pessoas chegam a beber um copo de cerveja três minutos mais rápido quando estão ouvindo música alta – comparando o volume moderado de 72 decibéis com o volume exagerado de 88 decibéis.

Na mesma comparação, as pessoas pediam 2,6 cervejas em média, em certo intervalo de tempo. No mesmo período, com música alta, eram 3,4 cervejas em média.

Pensando nisso, a marca de cerveja dinamarquesa Tuborg criou os “Beer Plugs”: protetores auriculares no formato de copos de cerveja.

Os protetores ajudam a diminuir o volume do som e, assim, evitar um exagero no álcool.

Uma ação da marca distribuiu os Beer Plugs durante o Roskilde Festival, na Dinamarca.

A embalagem diz: “Fato: Música alta faz você beber mais rápido” e “Proteja sua audição e beba com respeito”.

Confira o vídeo da ação da Tuborg:

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Pizza Hut vai te seguir por aí e oferecer uma promoção quentinha

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

18 de julho de 2017

Não se espante se, na próxima vez que você passar ao lado de um restaurante pizza hut, um anúncio no seu celular lhe avisar de alguma promoção de pizza quentinha.

Em “Aqui Agora”, a sua primeira campanha conceitual para o digital, a marca usará o sistema de geolocalização dos smartphones para enviar anúncios a consumidores que estejam em um raio de dois quilômetros de um restaurante Pizza Hut no Brasil.

Os anuncios serão personalizados, de acordo com a localização das mais de cem lojas participantes.

Quando um consumidor passar perto de um restaurante, o anúncio poderá aparecer em seu facebook ou em alguma game que ele esteja jogando no smartphone.

Para os anúncios em games, a Pizza Hut está usando a plataforma In Loco Media, empresa especialista nesse tipo de inserção.

Os anúncios mostram, por exemplo, promoções de superfatia, pizza individual e pizza grande. Nos sabores, calabresa e mussarela.

As promoções serão válidas para compras nas lojas ou via delivery e online.

A estratégia busca conquistar jovens consumidores da geração millennial e também consolidar sua posição entre os clientes com mais de 35 anos.

A criação da campanha foi da agência REF+T. É o primeiro trabalho da agência para a Pizza Hut, depois de conquistar a sua conta em janeiro de 2017.

As inserções durarão 45 dias. A marca também usará peças nas ruas em diversas cidades brasileiras.

Confira alguns dos anúncios:

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Gretchen e Rita Cadillac protagonizam novo comercial da Netflix

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

09 de julho de 2017

Depois de ter participado clipe de Swish Swish, música de Katy Perry, Gretchen é a estrela do comercial da nova série da netflix, Glow.

No vídeo, a cantora vai para fazer um teste para o reality e encanta os produtores ao dançar, rebolar e falar francês.

Pronta para subir no ringue, Gretchen encontra Rita Cadillac, com quem ‘luta’.

Confira o comercial:

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O que o brasileiro está comprando mais (e menos) na crise

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

07 de julho de 2017

Em alta: chá, complemento alimentar e cappuccino. Em baixa: petit suisse, fraldas descartáveis e iogurte.

Este é o retrato do consumo brasileiro no último ano de acordo com um levantamento da consultoria global Kantar Worldpanel.

A pesquisa foi feita através de visitas semanais a 11.300 lares brasileiros que representam por amostragem um universo de 53 milhões de domicílios.

O período monitorado foi de abril de 2016 a março de 2017 e entraram 96 categorias de alta renovação na casa: principalmente alimentos, bebidas e higiene.

As 10 maiores altas no período foram chá líquido (+71%), complemento alimentar (+44%), cappuccino (+25%), molho para salada (+25%), água de coco (+19%), cloro (+16%), azeite (+16%), presuntaria (+16%), farinha de trigo (+14%) e linguiças (+14%).

Já as 10 maiores quedas foram petit suisse (-39%), fraldas descartáveis (-28%), iogurte (-15%), lâminas de barbear (-12%), inseticida (-11%),  leite cru (-10%), cera para assoalho (-10%), leite pasteurizado (-8%), pão caseiro (-8%) e alisantes (-7%).

Saúde e praticidade

De acordo com Christine Pereira, diretora de Business e Marketing da Kantar, duas tendências claras e que vieram para ficar são saúde e praticidade.

Molho para salada, por exemplo, ficou entre os 6 produtos de maior crescimento em todos os segmentos de idade.

Água de coco cresceu muito em todas as idades exceto aqueles abaixo dos 30 anos, enquanto as variações do leite aparecem entre as maiores quedas em todas as faixas.

Outras tendências estão mais relacionadas à conjuntura da crise. Apesar do PIB do primeiro semestre ter registardo alta, o consumo das familias caiu pela nona vez seguida.

De acordo com o Serasa, o movimento no comércio varejista teve nova queda no primeiro semestre, ainda que menos intensa do que em 2016.

Consumo na crise

“De 2014 para cá, o brasileiro teve que fazer cada vez mais escolhas inteligentes”, diz Christine. E isso não significa simplesmente abrir mão do supérfluo para focar no essencial

“Como ele teve acesso [no boom] a outras categorias e não quer abrir mão, vai ter que racionalizar. Não podemos mais trabalhar com a média”, diz ela.

Os bens de consumo não duráveis não competem apenas entre si, mas com bens de consumo duráveis (como carros) e experiências (como viajar, ir ao cinema ou comer fora).

O consumidor que já está cortando outro tipo de despesa pode decidir se dar ao luxo de comprar um produto melhor para cozinhar no final de semana, por exemplo.

No setor alimentício, isso alimenta o crescimento nos extremos das categorias. Na faixa entre 40 e 49 anos, por exemplo, a massa fresca subiu 17% enquanto os pratos prontos congelados caíram 10%.

A queda em itens como fraldas descartáveis (-28%) e lâminas de barbear (12%) mostra a tendência de fazer os produtos durarem mais tempo: “É o descartável entre aspas”, diz Christine.

Ela diz que voltou também a tendência de fazer grandes compras de uma vez, o que ajuda a racionalizar o gasto, com pequenas reposições intermitentes.

Christine diz que empresas e varejistas devem lembrar, agora e no futuro, dos três “S”: simplificar, satisfazer e surpreender. “Inovação é muito importante e o brasileiro é aberto a ela”, diz ela.

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O que o brasileiro está comprando mais (e menos) na crise

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

07 de julho de 2017

Em alta: chá, complemento alimentar e cappuccino. Em baixa: petit suisse, fraldas descartáveis e iogurte.

Este é o retrato do consumo brasileiro no último ano de acordo com um levantamento da consultoria global Kantar Worldpanel.

A pesquisa foi feita através de visitas semanais a 11.300 lares brasileiros que representam por amostragem um universo de 53 milhões de domicílios.

O período monitorado foi de abril de 2016 a março de 2017 e entraram 96 categorias de alta renovação na casa: principalmente alimentos, bebidas e higiene.

As 10 maiores altas no período foram chá líquido (+71%), complemento alimentar (+44%), cappuccino (+25%), molho para salada (+25%), água de coco (+19%), cloro (+16%), azeite (+16%), presuntaria (+16%), farinha de trigo (+14%) e linguiças (+14%).

Já as 10 maiores quedas foram petit suisse (-39%), fraldas descartáveis (-28%), iogurte (-15%), lâminas de barbear (-12%), inseticida (-11%),  leite cru (-10%), cera para assoalho (-10%), leite pasteurizado (-8%), pão caseiro (-8%) e alisantes (-7%).

Saúde e praticidade

De acordo com Christine Pereira, diretora de Business e Marketing da Kantar, duas tendências claras e que vieram para ficar são saúde e praticidade.

Molho para salada, por exemplo, ficou entre os 6 produtos de maior crescimento em todos os segmentos de idade.

Água de coco cresceu muito em todas as idades exceto aqueles abaixo dos 30 anos, enquanto as variações do leite aparecem entre as maiores quedas em todas as faixas.

Outras tendências estão mais relacionadas à conjuntura da crise. Apesar do PIB do primeiro semestre ter registardo alta, o consumo das familias caiu pela nona vez seguida.

De acordo com o Serasa, o movimento no comércio varejista teve nova queda no primeiro semestre, ainda que menos intensa do que em 2016.

Consumo na crise

“De 2014 para cá, o brasileiro teve que fazer cada vez mais escolhas inteligentes”, diz Christine. E isso não significa simplesmente abrir mão do supérfluo para focar no essencial

“Como ele teve acesso [no boom] a outras categorias e não quer abrir mão, vai ter que racionalizar. Não podemos mais trabalhar com a média”, diz ela.

Os bens de consumo não duráveis não competem apenas entre si, mas com bens de consumo duráveis (como carros) e experiências (como viajar, ir ao cinema ou comer fora).

O consumidor que já está cortando outro tipo de despesa pode decidir se dar ao luxo de comprar um produto melhor para cozinhar no final de semana, por exemplo.

No setor alimentício, isso alimenta o crescimento nos extremos das categorias. Na faixa entre 40 e 49 anos, por exemplo, a massa fresca subiu 17% enquanto os pratos prontos congelados caíram 10%.

A queda em itens como fraldas descartáveis (-28%) e lâminas de barbear (12%) mostra a tendência de fazer os produtos durarem mais tempo: “É o descartável entre aspas”, diz Christine.

Ela diz que voltou também a tendência de fazer grandes compras de uma vez, o que ajuda a racionalizar o gasto, com pequenas reposições intermitentes.

Christine diz que empresas e varejistas devem lembrar, agora e no futuro, dos três “S”: simplificar, satisfazer e surpreender. “Inovação é muito importante e o brasileiro é aberto a ela”, diz ela.