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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

branding

Comercial da Apple faz “inundação de cores” para promover iPhone Xr

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

03 de Janeiro de 2019

Dezenas de pessoas correndo pelas ruas com roupas multicoloridas, simulando uma enchente de amarelos, azuis, vermelhos e roxos, com direito a movimentos e saltos audaciosos de parkour.

Esse é o cenário do novo comercial da Apple chamado “Color Flood” (inundação de cor) para promover o iPhone XR, novo modelo mais barato de smartphone da marca, lançado no final de 2018.

À medida que se movimentam pela cidade, mais e mais corredores coloridos se juntam ao grupo. Quando se aproxima do fim, o vídeo mostra a praça da cidade se enchendo de um arco-íris de corredores, criando fluxos de cores em várias direções, ao som da música “Come Along”, de Cosmo Sheldrake.

O anúncio termina com o slogan “Dê espaço para a cor” mostrando o mar de pessoas e depois uma tela do iPhone XR, que possui um display de retina líquida de 6,1 polegadas. Confira:

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Storytelling – Que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

18 de dezembro de 2018

Contar uma história que atinja o emocional do seu publico e o conecte com sua proposta de valor, para humanizar a relação entre empresa e cliente. Uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que repercuta positivamente sua imagem organizacional para com o mercado, ao se conectar com quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano, leia consumidor, tende a se posicionar como tribos comportamentais, em criar vinculo emocionas àquele clã que pensa semelhante. Não à toa a programação neuroliguistica vê no rapport, ou espelhamento, uma excelente estratégia de negociação.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.

O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional, porque mais do quem uma troca comercial, você conquista seu consumidor e o encanta através de uma narrativa, que desde que ela foi contada, agora os une através da identificação para com a mensagem entregue.

No vídeo acima, o Chipotle, fast food de comida mexicana fresca, reforça através de uma historinha, que apesar da competitividade e do crescimento da empresa,  a preocupação em manter sua essência é fator determinante em cada etapa do processo produtivo, ao ofertar pro mercado, uma comida bem mais saudável que fast foods convencionais.

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Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

10 de dezembro de 2018

A conta do Twitter do Burger King americano postou um tuíte enigmático que dizia: “voltaremos em breve, vamos ao McDonald’s” o que causou grande repercussão nas redes. O ocorrido fez os clientes pensarem que a conta do BK havia sido hackeada.

A cadeia então esclareceu uma hora mais tarde o que ocorreu, juntamente de vídeos que mostram alguns clientes pedindo por um Whopper, lanche do BK, no McDonald’s

A campanha batizada por #WhopperDetour propõe o uso do aplicativo oficial da rede para a encomenda de um dos lanches da linha em uma unidade da marca rival por apenas um centavo.

Após a finalização do pedido o aplicativo redireciona o freguês para a unidade mais próxima do Burger King. Confira o vídeo de divulgação:

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Empreendedor Digital: Como Ganhar Dinheiro com Cupons de Desconto?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

18 de setembro de 2018

Todos os dias surgem novos empreendedores digitais, atraídos principalmente pela possibilidade de escalar o negócio para um número muito grande de clientes, e podendo trabalhar em qualquer horário e de qualquer lugar. Em um mundo em constante evolução, o comércio eletrônico ganha força, e além de economizar em suas compras online, você também pode ganhar dinheiro com cupons de desconto.

Já comentei em uma postagem de 2016 sobre o sucesso dos cupons de desconto nos Estados Unidos. Apesar de ainda não ter se desenvolvido tanto quanto lá fora, no Brasil a busca e o uso de cupons de desconto vem crescendo, principalmente no ambiente digital. Com o crescimento do e-commerce no Brasil, cada vez mais cresce a busca online por cupons de desconto, conforme gráfico abaixo extraído do Google Trends. Os picos de acesso são sempre em novembro, época da famosa promoção Black Friday.

Fonte: Google Trends, consulta em 02/09/18

O aumento das buscas por cupom de desconto vem sendo puxada também pelo crescimento das vendas online em geral. No primeiro semestre de 2018, foram mais de 27,4 milhões de Brasileiros comprando online, onde 4,5 milhões de usuários fizeram a sua primeira compra online nesse período. A expectativa é de fechar o ano de 2018 com crescimento de 12% no faturamento do e-commerce, atingindo o patamar de R$ 53,4 bilhões no Brasil, segundo o recém divulgado estudo Webshoppers 38 da Ebit/Nielsen.

Chama a atenção nesse estudo também, o crescimento dos pedidos feitos via dispositivos móveis, que cresceram 41% ante o primeiro semestre de 2017, representando 32% das vendas totais do e-commerce brasileiro. E com a nova geração cada vez mais conectada desde cedo, não é nenhuma surpresa que esse segmento deve continuar crescendo em ritmo muito mais acelerado em relação à média da economia.

Abre-se assim uma excelente oportunidade para quem quiser empreender no comércio digital. Entre as inúmeras vantagens que poderíamos citar sobre as compras online, soma-se também o crescimento da violência nas grandes cidades, que amedronta a população, que prefere sair de casa cada vez menos. São diversos catalisadores que impulsionam o e-commerce, mas a melhor notícia é que você não precisa ter a sua própria loja virtual para poder ganhar dinheiro na internet.

Conheça agora o Mercado de Afiliados

Empreender no Brasil é para heróis. Em épocas de eleições, esse assunto sempre é pertinente, pois está cada vez mais difícil conseguir o emprego dos sonhos, ainda mais na atual conjuntura econômica. Muito mais do que desejo, empreender por conta própria acaba sendo uma necessidade. Uma bela maneira de conseguir renda extra com investimento inicial baixo é através do marketing de afiliados.

Por definição, afiliado é aquele que se afilia, que faz parte de uma sociedade ou associação. No caso do marketing de afiliados, você se afilia a uma empresa, que pode ser diretamente com uma loja virtual ou com grandes redes de afiliados, podendo ser remunerado de algumas maneiras, sendo o mais comum o custo por aquisição (CPA). Fazendo uma alusão mais familiar, imagine que um afiliado é basicamente um representante comercial que ganha comissões sobre as suas vendas.

Para vender, o afiliado precisa ter um espaço de divulgação virtual, que pode ser por exemplo um site ou blog, perfis em redes sociais, grupos de vendas, etc. Lembrando que precisa ser digital porque cada afiliado possui um link específico para rastreamento, e compras feitas através desse link são remuneradas para os respectivos afiliados. Normalmente é necessário ter um CNPJ para poder receber suas comissões, mas pode ser um MEI (microempreendedor individual).

A remuneração é feita após a aprovação do pagamento por parte do cliente, conforme política de cada anunciante. No Brasil, são poucas lojas virtuais que mantém o próprio programa de afiliação. Na maioria das vezes, é mais rápido e barato utilizar as redes de afiliação, que tem todo o sistema preparado para rastreio das vendas, além de grande base de afiliados sedentos para divulgar as marcas e os produtos. Para o afiliado, o trabalho com essas grandes redes é muito bom, porque permite ter um grande portfólio de marcas para trabalhar com o seu público, além de centralizar e facilitar o recebimento do pagamento das comissões.

Entendendo o Funil de Vendas

Quando falamos em mercado digital, é importante entendermos o conceito de funil de vendas. O funil (também conhecido por pipeline) nada mais é do que algumas etapas que o cliente passa até tomar a ação final de fechar a compra o item. Explicando bem resumidamente a jornada, o potencial cliente precisa ser atraído na etapa inicial (topo do funil), onde ele descobre e aprende mais sobre o produto ou serviço. A etapa seguinte (meio do funil) é o reconhecimento do problema e a consideração da solução. Na última etapa (fundo do funil) está a busca por empresas que podem fornecer o produto/serviço que o cliente assume que precisa.

Fonte: Reprodução Internet

Nos seus canais na web, você pode tentar interceptar leads em todos os estágios desse funil, mas não precisa de muita análise para sacar que o potencial cliente no fundo do funil dá retorno mais rápido, onde a conversão em vendas tende a ser muito maior.

Cupons de desconto e o final do funil

É justamente no final do funil de vendas que atuam os sites de cupons de desconto. Oferecer um código promocional para um consumidor que já passou por todas as etapas do funil é algo de extremo valor. Na maioria das vezes o consumidor busca por esses cupons no Google, ou em outros sites de pesquisas. Isso porque são poucos sites que tem uma base realmente grande de lojas virtuais, com cupons atualizados e funcionando.

Apesar de ser um nicho de mercado bem saturado, onde temos mais de 100 sites específicos com esse propósito, é possível aparecer para o cliente certo na hora certa utilizando links patrocinados, seja no Google, Bing, Facebook, etc. É necessário sempre observar as políticas de cada anunciante, pois muitos deles não permitem esse impulsionamento, o que pode acarretar em cancelamentos de comissões ou até exclusão da afiliação.

Os links patrocinados tem sido alvo de grandes investimentos por parte desses sites, e com a ajuda do Agora Cupom, apresentamos um mapeamento dos investimentos dos principais sites do mercado brasileiro exclusivamente de cupons de desconto, que estão na tabela abaixo. Foi utilizado o site SimilarWeb para extrair os dados, com base no mês de julho/2018, e para cálculo do investimento em pesquisa paga de cada site, foi estimado um CPC (custo por clique) padrão de R$ 0,60.

Fonte: Autor, montado com SimilarWeb Referência Julho 2018 – Consulta em 02/09/2018

Como podemos perceber, são grandes players que dominam o mercado. Percebe-se também que a grande maioria dos sites desse nicho é dependente das pesquisas para ter tráfego, com grande relevância da pesquisa paga. Existem especialistas que afirmam que a média de retorno para cada real investido em anúncios na internet é de 100%, ou seja, para cada real retorna 2 reais, sendo lucro de 1 real.

Mas não se engane achando que investir dinheiro nisso é garantia de retorno. Como todos os negócios, existe uma grande curva de aprendizado, e só com o tempo você vai conseguir maturação suficiente para ter bons resultados. Mas dá para começar com pouco investimento um site desse nicho de cupons de desconto. Mas para que ele se torne relevante, com certeza o investimento precisa ser bem maior.

Conclusão

O mercado de afiliados é muito grande, e está se fortalecendo cada vez mais no Brasil. Com a evolução e crescimento do e-commerce, espera-se que cada vez mais transações de compras e vendas aconteçam nesse espaço.

Espero que esse artigo agregue valor para você, e que sirva de encorajamento para tirar do papel o sonho de ter o seu próprio negócio. Fácil nunca será, mas com muito estudo e trabalho, tenho certeza que você pode ter muito sucesso no mercado de afiliados. E se empreender não é o seu foco agora, aproveite para conhecer esses sites de cupons e conseguir uma economia extra na próxima compra online.

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Marcas trocam influencers por usuários anônimos

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de agosto de 2018

Nos Estados Unidos é comum crianças, adolescentes e pré-adolescentes arrumarem algum serviço em época de férias, chamado de “summer job”.

Algumas marcas, pensando em ajudar nessa jornada dos jovens, oferecem a alguns usuários um pagamento em troca de divulgação de produtos.

De acordo com o portal The Atlantic, algumas empresas estão oferecendo uma quantia para conteúdo patrocinado no Instagram.

Pequenas startups, como Jane Cosmetics, Doux Lashes e Boogzel Apparel recrutam pessoas da rede social para anunciar suas roupas e acessórios, pagando geralmente algo entre 5 e 20 dólares por postagem.

As ofertas são feitas via mensagem direta e raramente envolvem um contrato formal.

Para as marcas, os adolescentes comuns são melhores parceiros do que as celebridades das redes sociais, já que aqueles que possuem muitos seguidores, os chamados “digital influencers”, costumam cobrar quantias superiores a 500 dólares por um post patrocinado, em casos excepcionais, essas postagens podem custar até 30 mil dólares.

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Storytelling – que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de julho de 2018

Contar uma história para humanizar a marca, uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que ative conexão emocional com seu publico, e se aproximar de quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano tende a se retrair em tribos comportamentais, em criar vinculo emocional àquele clã que pensa semelhante.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.
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O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional.

Aposte em StoryTelling!

Como o Storytelling afeta o cérebro

Você já deve ter notado no YouTube, que os anúncios vem seguindo uma tendência de história narrada por algum personagem, sendo ele fictício ou não. Saiba como essa estratégia de storytelling afeta seu cérebro.

Transforma história em ideias: Uma história ativa partes do cérebro que permite que o ouvinte para transforme a história em sua própria ideia e experiência graças a um processo chamado de acoplamento neuronal.

Experimenta, comenta e compartilha: As pessoas não só vão ativar a  atividade cerebral através da sua história, mas também irão compartilhar e comentar da sua história.

É lembrada com maior precisão: O cérebro libera dopamina no sistema quando ele experimenta um evento emocionalmente carregado, tornando-o mais fácil de lembrar com maior precisão.

Histórias bem contadas envolvem muitas áreas do cérebro: Ao processar fatos, duas áreas do cérebro são ativadas (área de Wernicke e de Broca). Uma história bem contada pode envolver muitas áreas adicionais, incluindo o córtex motor, córtex sensorial, e no córtex frontal.

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Abertas as inscrições para o Festival Costume Saudável

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

24 de julho de 2018

Entre os dias 24 e 26 de agosto, o Festival Costume Saudável, que já está em sua 6ª edição, irá reunir profissionais e pessoas interessadas em levar uma vida melhor. Indo muito além da alimentação e do “mundo fitness”, o evento visa reunir familiares e amigos para confraternizar, compartilhar, debater e se informar sobre assuntos como alimentação, restrições alimentares, maternidade, qualidade de vida, atividades físicas, meio ambiente e saúde. O evento vai oferecer mais de 200 atividades entre aulas em academias, palestras, apresentações culturais, oficinas culinárias, dentre outras.

Este ano, mais uma vez, as inscrições podem ser feitas pelo aplicativo Minha Cidade Saudável, uma ferramenta de sucesso que vai além do evento. O app já está disponível na App Store e Google Play. A participação nos três dias de Festival custa R$ 30 (R$ 15 meia entrada) e cada dia sai por R$ 20 (R$ 10 meia entrada), com pagamento via cartão de crédito. Na entrada do evento, o pagamento deve ser em dinheiro. Toda renda arrecadada com a venda dos ingressos será destinada ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

Já está disponível também o site do Festival Costume Saudável, mais uma ferramenta para auxiliar o público que aprecia e quer participar do evento e pretende acompanhar toda a programação que será atualizada diariamente. Através do site, tanto quem deseja participar como palestrante, ou ministrar uma aula de atividade física, ensinar um workshop de culinária, expor em um stand, ou até mesmo fazer uma cobertura jornalística poderá se inscrever. No espaço também é possível ver informações sobre as inscrições da Babu Games, um tipo de competição cross que acontecerá dentro do Festival e dará mais de 10 mil reais em premiações.

Que tal conferir o histórico das edições do festival em vídeo? No site você pode acessar essa opção, como também acompanhar as publicações do instagram e da #minhaatitudesaudavel, ação de incentivo para as pessoas publicarem vídeos ou fotos contando o que elas fazem no dia a dia, referente a atitudes saudáveis.

No site também estarão disponíveis as fotos do evento e pra quem não participou e quer conferir, ou para quem quer relembrar as edições anteriores, lá também está registrado os melhores momentos das edições passadas. O público poderá ter acesso a lista de patrocinadores, ao mapa do evento dentro do Rio Mar Fortaleza, além de toda a programação separada por dia e por local.

 

SERVIÇO:

Festival Costume Saudável

Data: 24, 25 e 26 de agosto

Local: Estacionamento do Shopping RioMar Fortaleza

Valor: R$ 30, pelo aplicativo Minha Cidade Saudável

www.costumesaudavel.com.br

*Valor arrecadado será doado ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

 

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Kikazza – a importancia de uma boa identidade visual

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

24 de junho de 2018

Toda marca deveria ser uma promessa, porque é a primeira oportunidade de gerar interesse, ou no mínimo curiosidade de a partir de um primeiro contato visual, converter esse traunsente em cliente.

Semana passada vi essa logo em um shopping de Natal/ RN. Adorei ela!  Ativar a marca junto a um cliente não é fácil. A personalidade da marca reflete muito o comportamento não somente da empresa, mas o target que ela pretende atingir. Esse esforço de branding provoca ativação da marca, conversão, encantamento, e consequentemente, retenção e retorno através de clientes fidelizados.

A fonética da KIKAZZA entrega logo de cara o Core Business que a empresa possui, como se simulasse a reação de surpresa positiva quando alguém visse sua casa decorada com os moveis da empresa (que casa!). É de tão bom gosto, que quase imaginei um sotaque italiano pronunciar o nome da empresa, já que o pais da velha bota carrega consigo a cultura de produzir moveis de bom gosto e requinte.

A tipografia diferenciada, apesar de poder ocasionar perda de trafego no online, remete a um publico exclusivo, avesso ao que considera muito simples.

Os traços pretos grossos remetem a segurança, e já que o ticket médio de quem consome decoração é alto, é preciso confiança na empresa a qual se vai gastar tanto. Nesse segmento, o atributo durabilidade é muito importante. 

A variedade de cores da Logo, nesse caso, entrega que pra qualquer necessidade, a empresa terá uma solução pra te oferecer. De acordo com a semiótica das cores: cor quente como o vermelho te remete a urgência e impulsividade, o amarelo a otimismo,  o azul é a cor da credibilidade, e o verde é a cor da harmonia.

Muito legal conhecer uma empresa que reconhece a importancia desse tipo de estudo. Parabéns Kikazza! Muito sucesso na caminhada!!!

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Pela 1ª vez, cai patrocínio de marcas à Copa do Mundo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

23 de junho de 2018

Antes da Copa de 2002, na Coreia do Sul e Japão, a fifa não era uma máquina de ganhar dinheiro. Na Copa de 98, na França, o futebol ainda vivia na “era moderna” do século 20. Dinheiro não era, exatamente, a prioridade. Faltava o mundo contemporâneo.

Quatro anos depois e em um novo século e milênio, a globalização e a internet tornaram o futebol mais profissional, mais globalizado e mais capitalista. Os fãs aumentaram, assim como os telespectadores e os salários astronômicos dos jogadores. Mais coisa estava em jogo (dentro e fora do campo).

Desde 2002, a Fifa viu as suas receitas dispararem, dos direitos de transmissão dos jogos aos patrocínios. Mas, na Copa do mundo da russia , pela primeira vez, o dinheiro vindo dos apoios de marcas caiu. Um cartão amarelo para a entidade.

Levantamento da Sports Value, empresa especializada em marketing esportivo, mostra que, em 2018, a Fifa arrecadou US$ 1,33 bilhão de seus patrocinadores. É 18% menos que na Copa do Mundo do Brasil, em 2014, quando de marcas veio US$ 1,63 bilhão.

Este ano, sete marcas são as “parceiras oficiais” da Fifa e da Copa, ou seja, as marcas da “cota master” dos patrocínios, o lugar de mais destaque: adidas, coca cola, Wanda Group, Gazprom, Hyundai, Qatar Airways e Visa.

Já entre os “patrocinadores oficiais” (uma cota menor) estão Budweiser, McDonald’s, Hisense, Mengniu e Vivo (marca chinesa de tecnologia e celulares, não a empresa brasileira de telefonia).

O motivo da queda? A saída de algumas marcas grandes, que cortaram seus patrocínios antes da Copa, como Johnson & Johnson, Castrol e Continental, além da pisada no freio de outras marcas que mantiveram o apoio.

Na visão de Amir Somoggi, sócio-diretor da Sports Value, o receio dessas marcas se deve aos escândalos de corrupção que envolveram a entidade nos últimos anos e que estourou em 2015, derrubando o presidente Joseph Blatter.

Amir Somoggi também analisa que as marcas estão mais cautelosas, já que é caro patrocinar a Copa e o retorno é difícil e incerto.

“É caro para as marcas. Se elas não conseguem ativar (promover ações durante o evento e dentro dos estádios, montar estandes, promover mídia durante os jogos), só sai caro e não há retorno. Marcas mais populares conseguem ativar bem, como Coca-Cola e Adidas. Outras, não”, explica Somoggi.

Apesar da queda, o faturamento com patrocínios ainda sem mantém elevado. Em 2002, por exemplo, era de apenas 512 milhões de dólares. De 2006 a 2014, um crescimento acelerado. De 562 milhões de dólares, passou para 1,63 bilhão de dólares.

Faturamento

Mesmo com a queda nos patrocínios de marca, a receita da Fifa vai crescer na Rússia. O motivo é o aumento do faturamento com direitos de transmissão. É o carro-chefe da entidade quanto o assunto é ganhar dinheiro.

Na Rússia, a Fifa espera arrecadar, no total, US$ 5,2 bilhões.  Isso é 8% mais que no Brasil, em 2014, quando faturou US$ 4,8 bilhões. Novamente, uma crescente que disparou de 2002 para cá. No Catar, em 2022, espera-se faturamento de US$ 6,5 bilhões.

Neste ano, a receita com direitos de transmissão de TV deve ser de US$ 2,76 bilhões, 11% mais que na Copa do Brasil (já em 2002, era apenas US$ 991 milhões).

Novas marcas

Se algumas marcas abandonaram o barco da Copa por conta dos escândalos de corrupção, outras aproveitaram o vácuo deixado.

A Wanda Group, empresa chinesa, é uma delas. Pela primeira vez, patrocina a Copa e fechou acordo até 2030, ou seja, para a Copa da Rússia e mais três torneios.

Entre as empresas do grupo está a InFront Media, empresa de marketing esportivo e que retém direitos de mídia da Copa em 26 países asiáticos.

Além disso, o grupo é dono de 20% do clube Atlético de Madrid.

A chegada da Wanda (que já chamou a atenção dos telespectadores brasileiros por sempre mostrar seu logotipo durante os jogos) mostra o interesse crescente do mercado chinês pelo futebol e pela Copa.

A China ainda marca presença com a Vivo e com a Mengniu, empresa de sorvetes e laticínios.

Outra novata é a Gazprom, empresa de energia russa. Claro, uma grande empresa russa precisava estar interessada na Copa de seu país. Entre as ideias ousadas da empresa está a construção de um gasoduto que passaria pela Coreia do Sul e norte.

Futuro do dinheiro

Apesar do crescimento no faturamento, o salto da receita foi de apenas 8% entre a Copa do Brasil e a Copa da Rússia. Crescimento modesto, dado que, em outros anos, houve saltos de 59% (entre 2010 e 2006) e 65% (entre 2006 e 2002).

Esse crescimento fraco, ao lado da queda da receita de patrocínio, deixa a Fifa preocupada. O que fazer, então, para ganhar mais dinheiro (tomando como base que esse é o interesse primordial da entidade)?

Na visão da atual diretoria e do presidente Gianni Infantino, a resposta é óbvia: aumentar o número de seleções. Em 2026, na Copa da América do Norte (Canadá, EUA e México), serão 48 seleções no lugar das atuais 32. A Fifa ainda pressiona para que essa novidade já comece em 2022, no Catar.

Mais seleções significa mais jogos e espectadores ao redor do globo. Mais jogos significa mais cota de patrocínio, mais espaço para mídia e mais dinheiro com direitos de transmissão.

Há um porém. O torneio com 48 times permitirá a presença de seleções muito fracas e jogos francamente ruins. A marca perderá um pouco do valor percebido de exclusividade e prestígio, podendo ver sua marca se desvalorizar e afugentar patrocinadores.

Outra preocupação da Fifa é com as novas tecnologias. No futuro, mais pessoas assistirão os jogos do celular, via streaming e redes sociais. A entidade teme que o faturamento com TV caia. Aumentar o número de seleções significaria chegar a países mais pobres da Ásia e África, onde e TV ainda é a realidade.

CBF

Não foi só a Fifa que sofreu com a saída de patrocinadores. A CBF, também envolvida em denúncias de corrupção, perdeu o apoio da Chevrolet, que lhe dava, antes, 54 milhões de reais.

Para a Copa na Rússia, a CBF não conseguiu encontrar substituto à altura. A entidade ainda tem Nike, Vivo, Guaraná Antarctica e Itaú entre seus parceiros. Também há um contrato com a Technogym.

Com a saída da Chevrolet, o faturamento da CBF com patrocínio caiu drasticamente. De R$ 410,9 milhões em 2016 para R$ 353,3 milhões em 2017, número semelhante a 2015 a 2014.

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O jeito Apple de tratar os amantes da marca

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

02 de junho de 2018

Cena Real. Domingo 3pm na Applestore do Montgomey Mall em Bethesda, MD, USA: “Eu amoooooo esse modelo de Ipod”, diz uma efusiva garota. Inesperadamente, uma sorridente funcionária surge rebatendo: “nossa marca também ama você”.

Não se trata de um discurso leviano. A Apple ama amar seus clientes, porque o foco no consumidor norteia cada decisão ou estratégia adotada pela empresa. Isso agrega valor ao produto, o branding que a empresa desenvolve permite cobrar mais por cada aparelho; quer você ame, ou odeie a Apple, não há dúvidas de que você percebe a experiência que a empresa cria, a marca da maçã não vende simplesmente um celular, ela entrega uma experiência de consumo acima da média para o seu cliente. Porque apesar de ser empresa de tecnologia e inovação, a Apple fala a linguagem do cliente desde da etapa de reconhecimento de necessidade e captação de informações, até a fase final do pós-venda.

Cada funcionário da empresa criada por Steve Jobs é na verdade um defensor da marca, e carrega consigo o objetivo de tornar uma simples visita a Apple Store, numa experiência única e inesquecível.

De acordo com o depoimento real de alguns funcionários, a etapa  durante o fim do treinamento denomina-se “get shirtified” – algo como “encamisado”, significa que o funcionário vestiu a camisa da empresa. Esqueçam a camisa, o comprometimento se incorpora a alma através dos valores Apple de ser, uma aula de endomarketing que resulta em produtividade.

Para a Apple, o essencial é invisível aos olhos:  você vale pelo que você pensa. Quando a empresa abandona o status quo de estereótipo de funcionário, e contrata como vendedor o idoso, o jovem tatuado de bermuda, a garota com estilo gótico; ela transmite uma mensagem, “pra nossa empresa, são todos possíveis clientes, prováveis promotores da marca, e nossa maior preocupação é que se sintam confortáveis em serem atendidos por vendedores que transmitam nossos valores como organização, de uma maneira fácil de ser entendida, ou pelo menos mais agradável de ser escutada.” Pra tudo na vida é assim, o diferente geralmente causa estranheza, mas tudo aquilo que se assemelha provoca empatia.

O vendedor precisa absorver a premissa e vender a idéia de um produto simples, como um computador, em um objeto de desejo, com usabilidade amigável; trata-se do famoso mantra dentro da empresa:  keep it simple, uma maneira de garantir que qualquer usuário, de qualquer nível, consiga operar um produto Apple com poucos minutos de interação.

Assim, os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma melhor experiência e exclusividade, em fazer parte de um grupo seleto de amantes da marca. Isso justifica em parte o sucesso da Apple em relação às suas concorrentes.

O segredo da empresa é saber quem é verdadeiramente seu público, e identificar exatamente quais são os valores que estes priorizam. Preço é o que você paga, valor, o que você leva. É um processo, valor incorporado a produto, precisa ser percebido pelo visitante, e precisa ser capturado como venda. Valor percebido é importante pra marca, valor capturado é importante pra empresa.

Quer saber se tá dando certo? Pergunta a alguém que acabou de adquirir um Macbook o que ele comprou? Ele nunca vai dizer que comprou um notebook, ele vai estufar o peito e responder com toda emoção, “comprei um Apple”

Em um próximo post, iremos falar mais sobre Branding, Net Promoter Score, Lock in, estratégias da Apple para manter a fidelização de seus clientes.

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O jeito Apple de tratar os amantes da marca

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

02 de junho de 2018

Cena Real. Domingo 3pm na Applestore do Montgomey Mall em Bethesda, MD, USA: “Eu amoooooo esse modelo de Ipod”, diz uma efusiva garota. Inesperadamente, uma sorridente funcionária surge rebatendo: “nossa marca também ama você”.

Não se trata de um discurso leviano. A Apple ama amar seus clientes, porque o foco no consumidor norteia cada decisão ou estratégia adotada pela empresa. Isso agrega valor ao produto, o branding que a empresa desenvolve permite cobrar mais por cada aparelho; quer você ame, ou odeie a Apple, não há dúvidas de que você percebe a experiência que a empresa cria, a marca da maçã não vende simplesmente um celular, ela entrega uma experiência de consumo acima da média para o seu cliente. Porque apesar de ser empresa de tecnologia e inovação, a Apple fala a linguagem do cliente desde da etapa de reconhecimento de necessidade e captação de informações, até a fase final do pós-venda.

Cada funcionário da empresa criada por Steve Jobs é na verdade um defensor da marca, e carrega consigo o objetivo de tornar uma simples visita a Apple Store, numa experiência única e inesquecível.

De acordo com o depoimento real de alguns funcionários, a etapa  durante o fim do treinamento denomina-se “get shirtified” – algo como “encamisado”, significa que o funcionário vestiu a camisa da empresa. Esqueçam a camisa, o comprometimento se incorpora a alma através dos valores Apple de ser, uma aula de endomarketing que resulta em produtividade.

Para a Apple, o essencial é invisível aos olhos:  você vale pelo que você pensa. Quando a empresa abandona o status quo de estereótipo de funcionário, e contrata como vendedor o idoso, o jovem tatuado de bermuda, a garota com estilo gótico; ela transmite uma mensagem, “pra nossa empresa, são todos possíveis clientes, prováveis promotores da marca, e nossa maior preocupação é que se sintam confortáveis em serem atendidos por vendedores que transmitam nossos valores como organização, de uma maneira fácil de ser entendida, ou pelo menos mais agradável de ser escutada.” Pra tudo na vida é assim, o diferente geralmente causa estranheza, mas tudo aquilo que se assemelha provoca empatia.

O vendedor precisa absorver a premissa e vender a idéia de um produto simples, como um computador, em um objeto de desejo, com usabilidade amigável; trata-se do famoso mantra dentro da empresa:  keep it simple, uma maneira de garantir que qualquer usuário, de qualquer nível, consiga operar um produto Apple com poucos minutos de interação.

Assim, os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma melhor experiência e exclusividade, em fazer parte de um grupo seleto de amantes da marca. Isso justifica em parte o sucesso da Apple em relação às suas concorrentes.

O segredo da empresa é saber quem é verdadeiramente seu público, e identificar exatamente quais são os valores que estes priorizam. Preço é o que você paga, valor, o que você leva. É um processo, valor incorporado a produto, precisa ser percebido pelo visitante, e precisa ser capturado como venda. Valor percebido é importante pra marca, valor capturado é importante pra empresa.

Quer saber se tá dando certo? Pergunta a alguém que acabou de adquirir um Macbook o que ele comprou? Ele nunca vai dizer que comprou um notebook, ele vai estufar o peito e responder com toda emoção, “comprei um Apple”

Em um próximo post, iremos falar mais sobre Branding, Net Promoter Score, Lock in, estratégias da Apple para manter a fidelização de seus clientes.