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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

branding

Storytelling – que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de julho de 2018

Contar uma história para humanizar a marca, uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que ative conexão emocional com seu publico, e se aproximar de quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano tende a se retrair em tribos comportamentais, em criar vinculo emocional àquele clã que pensa semelhante.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.
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O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional.

Aposte em StoryTelling!

Como o Storytelling afeta o cérebro

Você já deve ter notado no YouTube, que os anúncios vem seguindo uma tendência de história narrada por algum personagem, sendo ele fictício ou não. Saiba como essa estratégia de storytelling afeta seu cérebro.

Transforma história em ideias: Uma história ativa partes do cérebro que permite que o ouvinte para transforme a história em sua própria ideia e experiência graças a um processo chamado de acoplamento neuronal.

Experimenta, comenta e compartilha: As pessoas não só vão ativar a  atividade cerebral através da sua história, mas também irão compartilhar e comentar da sua história.

É lembrada com maior precisão: O cérebro libera dopamina no sistema quando ele experimenta um evento emocionalmente carregado, tornando-o mais fácil de lembrar com maior precisão.

Histórias bem contadas envolvem muitas áreas do cérebro: Ao processar fatos, duas áreas do cérebro são ativadas (área de Wernicke e de Broca). Uma história bem contada pode envolver muitas áreas adicionais, incluindo o córtex motor, córtex sensorial, e no córtex frontal.

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Abertas as inscrições para o Festival Costume Saudável

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

24 de julho de 2018

Entre os dias 24 e 26 de agosto, o Festival Costume Saudável, que já está em sua 6ª edição, irá reunir profissionais e pessoas interessadas em levar uma vida melhor. Indo muito além da alimentação e do “mundo fitness”, o evento visa reunir familiares e amigos para confraternizar, compartilhar, debater e se informar sobre assuntos como alimentação, restrições alimentares, maternidade, qualidade de vida, atividades físicas, meio ambiente e saúde. O evento vai oferecer mais de 200 atividades entre aulas em academias, palestras, apresentações culturais, oficinas culinárias, dentre outras.

Este ano, mais uma vez, as inscrições podem ser feitas pelo aplicativo Minha Cidade Saudável, uma ferramenta de sucesso que vai além do evento. O app já está disponível na App Store e Google Play. A participação nos três dias de Festival custa R$ 30 (R$ 15 meia entrada) e cada dia sai por R$ 20 (R$ 10 meia entrada), com pagamento via cartão de crédito. Na entrada do evento, o pagamento deve ser em dinheiro. Toda renda arrecadada com a venda dos ingressos será destinada ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

Já está disponível também o site do Festival Costume Saudável, mais uma ferramenta para auxiliar o público que aprecia e quer participar do evento e pretende acompanhar toda a programação que será atualizada diariamente. Através do site, tanto quem deseja participar como palestrante, ou ministrar uma aula de atividade física, ensinar um workshop de culinária, expor em um stand, ou até mesmo fazer uma cobertura jornalística poderá se inscrever. No espaço também é possível ver informações sobre as inscrições da Babu Games, um tipo de competição cross que acontecerá dentro do Festival e dará mais de 10 mil reais em premiações.

Que tal conferir o histórico das edições do festival em vídeo? No site você pode acessar essa opção, como também acompanhar as publicações do instagram e da #minhaatitudesaudavel, ação de incentivo para as pessoas publicarem vídeos ou fotos contando o que elas fazem no dia a dia, referente a atitudes saudáveis.

No site também estarão disponíveis as fotos do evento e pra quem não participou e quer conferir, ou para quem quer relembrar as edições anteriores, lá também está registrado os melhores momentos das edições passadas. O público poderá ter acesso a lista de patrocinadores, ao mapa do evento dentro do Rio Mar Fortaleza, além de toda a programação separada por dia e por local.

 

SERVIÇO:

Festival Costume Saudável

Data: 24, 25 e 26 de agosto

Local: Estacionamento do Shopping RioMar Fortaleza

Valor: R$ 30, pelo aplicativo Minha Cidade Saudável

www.costumesaudavel.com.br

*Valor arrecadado será doado ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

 

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Kikazza – a importancia de uma boa identidade visual

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

24 de junho de 2018

Toda marca deveria ser uma promessa, porque é a primeira oportunidade de gerar interesse, ou no mínimo curiosidade de a partir de um primeiro contato visual, converter esse traunsente em cliente.

Semana passada vi essa logo em um shopping de Natal/ RN. Adorei ela!  Ativar a marca junto a um cliente não é fácil. A personalidade da marca reflete muito o comportamento não somente da empresa, mas o target que ela pretende atingir. Esse esforço de branding provoca ativação da marca, conversão, encantamento, e consequentemente, retenção e retorno através de clientes fidelizados.

A fonética da KIKAZZA entrega logo de cara o Core Business que a empresa possui, como se simulasse a reação de surpresa positiva quando alguém visse sua casa decorada com os moveis da empresa (que casa!). É de tão bom gosto, que quase imaginei um sotaque italiano pronunciar o nome da empresa, já que o pais da velha bota carrega consigo a cultura de produzir moveis de bom gosto e requinte.

A tipografia diferenciada, apesar de poder ocasionar perda de trafego no online, remete a um publico exclusivo, avesso ao que considera muito simples.

Os traços pretos grossos remetem a segurança, e já que o ticket médio de quem consome decoração é alto, é preciso confiança na empresa a qual se vai gastar tanto. Nesse segmento, o atributo durabilidade é muito importante. 

A variedade de cores da Logo, nesse caso, entrega que pra qualquer necessidade, a empresa terá uma solução pra te oferecer. De acordo com a semiótica das cores: cor quente como o vermelho te remete a urgência e impulsividade, o amarelo a otimismo,  o azul é a cor da credibilidade, e o verde é a cor da harmonia.

Muito legal conhecer uma empresa que reconhece a importancia desse tipo de estudo. Parabéns Kikazza! Muito sucesso na caminhada!!!

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Pela 1ª vez, cai patrocínio de marcas à Copa do Mundo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

23 de junho de 2018

Antes da Copa de 2002, na Coreia do Sul e Japão, a fifa não era uma máquina de ganhar dinheiro. Na Copa de 98, na França, o futebol ainda vivia na “era moderna” do século 20. Dinheiro não era, exatamente, a prioridade. Faltava o mundo contemporâneo.

Quatro anos depois e em um novo século e milênio, a globalização e a internet tornaram o futebol mais profissional, mais globalizado e mais capitalista. Os fãs aumentaram, assim como os telespectadores e os salários astronômicos dos jogadores. Mais coisa estava em jogo (dentro e fora do campo).

Desde 2002, a Fifa viu as suas receitas dispararem, dos direitos de transmissão dos jogos aos patrocínios. Mas, na Copa do mundo da russia , pela primeira vez, o dinheiro vindo dos apoios de marcas caiu. Um cartão amarelo para a entidade.

Levantamento da Sports Value, empresa especializada em marketing esportivo, mostra que, em 2018, a Fifa arrecadou US$ 1,33 bilhão de seus patrocinadores. É 18% menos que na Copa do Mundo do Brasil, em 2014, quando de marcas veio US$ 1,63 bilhão.

Este ano, sete marcas são as “parceiras oficiais” da Fifa e da Copa, ou seja, as marcas da “cota master” dos patrocínios, o lugar de mais destaque: adidas, coca cola, Wanda Group, Gazprom, Hyundai, Qatar Airways e Visa.

Já entre os “patrocinadores oficiais” (uma cota menor) estão Budweiser, McDonald’s, Hisense, Mengniu e Vivo (marca chinesa de tecnologia e celulares, não a empresa brasileira de telefonia).

O motivo da queda? A saída de algumas marcas grandes, que cortaram seus patrocínios antes da Copa, como Johnson & Johnson, Castrol e Continental, além da pisada no freio de outras marcas que mantiveram o apoio.

Na visão de Amir Somoggi, sócio-diretor da Sports Value, o receio dessas marcas se deve aos escândalos de corrupção que envolveram a entidade nos últimos anos e que estourou em 2015, derrubando o presidente Joseph Blatter.

Amir Somoggi também analisa que as marcas estão mais cautelosas, já que é caro patrocinar a Copa e o retorno é difícil e incerto.

“É caro para as marcas. Se elas não conseguem ativar (promover ações durante o evento e dentro dos estádios, montar estandes, promover mídia durante os jogos), só sai caro e não há retorno. Marcas mais populares conseguem ativar bem, como Coca-Cola e Adidas. Outras, não”, explica Somoggi.

Apesar da queda, o faturamento com patrocínios ainda sem mantém elevado. Em 2002, por exemplo, era de apenas 512 milhões de dólares. De 2006 a 2014, um crescimento acelerado. De 562 milhões de dólares, passou para 1,63 bilhão de dólares.

Faturamento

Mesmo com a queda nos patrocínios de marca, a receita da Fifa vai crescer na Rússia. O motivo é o aumento do faturamento com direitos de transmissão. É o carro-chefe da entidade quanto o assunto é ganhar dinheiro.

Na Rússia, a Fifa espera arrecadar, no total, US$ 5,2 bilhões.  Isso é 8% mais que no Brasil, em 2014, quando faturou US$ 4,8 bilhões. Novamente, uma crescente que disparou de 2002 para cá. No Catar, em 2022, espera-se faturamento de US$ 6,5 bilhões.

Neste ano, a receita com direitos de transmissão de TV deve ser de US$ 2,76 bilhões, 11% mais que na Copa do Brasil (já em 2002, era apenas US$ 991 milhões).

Novas marcas

Se algumas marcas abandonaram o barco da Copa por conta dos escândalos de corrupção, outras aproveitaram o vácuo deixado.

A Wanda Group, empresa chinesa, é uma delas. Pela primeira vez, patrocina a Copa e fechou acordo até 2030, ou seja, para a Copa da Rússia e mais três torneios.

Entre as empresas do grupo está a InFront Media, empresa de marketing esportivo e que retém direitos de mídia da Copa em 26 países asiáticos.

Além disso, o grupo é dono de 20% do clube Atlético de Madrid.

A chegada da Wanda (que já chamou a atenção dos telespectadores brasileiros por sempre mostrar seu logotipo durante os jogos) mostra o interesse crescente do mercado chinês pelo futebol e pela Copa.

A China ainda marca presença com a Vivo e com a Mengniu, empresa de sorvetes e laticínios.

Outra novata é a Gazprom, empresa de energia russa. Claro, uma grande empresa russa precisava estar interessada na Copa de seu país. Entre as ideias ousadas da empresa está a construção de um gasoduto que passaria pela Coreia do Sul e norte.

Futuro do dinheiro

Apesar do crescimento no faturamento, o salto da receita foi de apenas 8% entre a Copa do Brasil e a Copa da Rússia. Crescimento modesto, dado que, em outros anos, houve saltos de 59% (entre 2010 e 2006) e 65% (entre 2006 e 2002).

Esse crescimento fraco, ao lado da queda da receita de patrocínio, deixa a Fifa preocupada. O que fazer, então, para ganhar mais dinheiro (tomando como base que esse é o interesse primordial da entidade)?

Na visão da atual diretoria e do presidente Gianni Infantino, a resposta é óbvia: aumentar o número de seleções. Em 2026, na Copa da América do Norte (Canadá, EUA e México), serão 48 seleções no lugar das atuais 32. A Fifa ainda pressiona para que essa novidade já comece em 2022, no Catar.

Mais seleções significa mais jogos e espectadores ao redor do globo. Mais jogos significa mais cota de patrocínio, mais espaço para mídia e mais dinheiro com direitos de transmissão.

Há um porém. O torneio com 48 times permitirá a presença de seleções muito fracas e jogos francamente ruins. A marca perderá um pouco do valor percebido de exclusividade e prestígio, podendo ver sua marca se desvalorizar e afugentar patrocinadores.

Outra preocupação da Fifa é com as novas tecnologias. No futuro, mais pessoas assistirão os jogos do celular, via streaming e redes sociais. A entidade teme que o faturamento com TV caia. Aumentar o número de seleções significaria chegar a países mais pobres da Ásia e África, onde e TV ainda é a realidade.

CBF

Não foi só a Fifa que sofreu com a saída de patrocinadores. A CBF, também envolvida em denúncias de corrupção, perdeu o apoio da Chevrolet, que lhe dava, antes, 54 milhões de reais.

Para a Copa na Rússia, a CBF não conseguiu encontrar substituto à altura. A entidade ainda tem Nike, Vivo, Guaraná Antarctica e Itaú entre seus parceiros. Também há um contrato com a Technogym.

Com a saída da Chevrolet, o faturamento da CBF com patrocínio caiu drasticamente. De R$ 410,9 milhões em 2016 para R$ 353,3 milhões em 2017, número semelhante a 2015 a 2014.

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O jeito Apple de tratar os amantes da marca

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

02 de junho de 2018

Cena Real. Domingo 3pm na Applestore do Montgomey Mall em Bethesda, MD, USA: “Eu amoooooo esse modelo de Ipod”, diz uma efusiva garota. Inesperadamente, uma sorridente funcionária surge rebatendo: “nossa marca também ama você”.

Não se trata de um discurso leviano. A Apple ama amar seus clientes, porque o foco no consumidor norteia cada decisão ou estratégia adotada pela empresa. Isso agrega valor ao produto, o branding que a empresa desenvolve permite cobrar mais por cada aparelho; quer você ame, ou odeie a Apple, não há dúvidas de que você percebe a experiência que a empresa cria, a marca da maçã não vende simplesmente um celular, ela entrega uma experiência de consumo acima da média para o seu cliente. Porque apesar de ser empresa de tecnologia e inovação, a Apple fala a linguagem do cliente desde da etapa de reconhecimento de necessidade e captação de informações, até a fase final do pós-venda.

Cada funcionário da empresa criada por Steve Jobs é na verdade um defensor da marca, e carrega consigo o objetivo de tornar uma simples visita a Apple Store, numa experiência única e inesquecível.

De acordo com o depoimento real de alguns funcionários, a etapa  durante o fim do treinamento denomina-se “get shirtified” – algo como “encamisado”, significa que o funcionário vestiu a camisa da empresa. Esqueçam a camisa, o comprometimento se incorpora a alma através dos valores Apple de ser, uma aula de endomarketing que resulta em produtividade.

Para a Apple, o essencial é invisível aos olhos:  você vale pelo que você pensa. Quando a empresa abandona o status quo de estereótipo de funcionário, e contrata como vendedor o idoso, o jovem tatuado de bermuda, a garota com estilo gótico; ela transmite uma mensagem, “pra nossa empresa, são todos possíveis clientes, prováveis promotores da marca, e nossa maior preocupação é que se sintam confortáveis em serem atendidos por vendedores que transmitam nossos valores como organização, de uma maneira fácil de ser entendida, ou pelo menos mais agradável de ser escutada.” Pra tudo na vida é assim, o diferente geralmente causa estranheza, mas tudo aquilo que se assemelha provoca empatia.

O vendedor precisa absorver a premissa e vender a idéia de um produto simples, como um computador, em um objeto de desejo, com usabilidade amigável; trata-se do famoso mantra dentro da empresa:  keep it simple, uma maneira de garantir que qualquer usuário, de qualquer nível, consiga operar um produto Apple com poucos minutos de interação.

Assim, os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma melhor experiência e exclusividade, em fazer parte de um grupo seleto de amantes da marca. Isso justifica em parte o sucesso da Apple em relação às suas concorrentes.

O segredo da empresa é saber quem é verdadeiramente seu público, e identificar exatamente quais são os valores que estes priorizam. Preço é o que você paga, valor, o que você leva. É um processo, valor incorporado a produto, precisa ser percebido pelo visitante, e precisa ser capturado como venda. Valor percebido é importante pra marca, valor capturado é importante pra empresa.

Quer saber se tá dando certo? Pergunta a alguém que acabou de adquirir um Macbook o que ele comprou? Ele nunca vai dizer que comprou um notebook, ele vai estufar o peito e responder com toda emoção, “comprei um Apple”

Em um próximo post, iremos falar mais sobre Branding, Net Promoter Score, Lock in, estratégias da Apple para manter a fidelização de seus clientes.

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TouchDown!

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

20 de Maio de 2018

O árbitro apita o fim do primeiro tempo! Hora de ir ao banheiro? Preparar a pipoca? Nos Estados Unidos não! Com o jeito americano de ser, eles conseguiram transformar o Superbowl, a final do Football Americano, segundo esporte mais popular do país, em um dos business entertainment mais rentáveis da história, e como quase tudo que se propõe a fazer, dão uma verdadeira aula de gestão; é um case de sucesso, onde quem gere o futebol brasileiro precisaria pagar ingresso, e assistir como se faz.

Em 2015, durante o intervalo do Superbowl, a cantora Katy Perry sobrevoou o campo, montou sob um gigante felino cenográfico, transformou o palco em um grande tabuleiro de xadrez, e cantou, tudo isso em menos de 13 minutos! A consequeência disso? Centenas de milhares de citações no Twitter e Facebook, reforço de branding, um gigantesco trafego de visitantes nas mídias dos parceiros, e outra multidão de curiosos interessados em conhecer esse esporte; são pessoas de todo o mundo, de diferentes idiomas, falando sobre o mesmo assunto. Enquanto isso, em terras tupiniquins, durante a final da Copa do Brasil, nós temos a opção de ver o Galvão Bueno comentar os melhores momentos no intervalo, ou escutar o Léo Batista narrar os gols da rodada. E tome gol da Alemanha.

A maneira com que os dirigentes esportivos nacionais enxergam o nosso futebol, deveria ser revista, a gestão do esporte que ainda é paixão nacional deveria se posicionar com mais racionalidade, profissionalismo e transparência, sob pena de perdermos a estigma de pais do futebol para nações que saíram da inércia e fizeram um benchmarking da forma americana de tratar esporte como business. Não é difícil, só é muito trabalho.

Ao invés de discutirmos onde estamos errando, criarmos indicadores de crescimento e projetarmos uma evolução do nosso esporte preferido, precisamos escutar notícias policiais se misturarem às futebolísticas. O resultado? Hoje infelizmente nós não fazemos mais parte do mainframe futebolístico, e não há previsão sobre o surgimento de dispositivos de controle de governança corporativa, que nos dê condições de “ajeitar nossa defesa”, ter um time “bem postado em campo”, e voltarmos as “quatro linhas” do futebol mundial “no ataque”. Nós precisamos de uma visão corporativa atuante para recuperar nosso prestigio como país do futebol. Seria um golaço.

Não precisamos que um juiz nos cobre arbitrariamente conceitos conhecidos do mundo corporativo, como compliance, endomarketing e meritocracia, é praxe para quem quer vencer, absorver a tática que o leve até o gol, os players do nosso mercado precisam “vestir a camisa” e acreditar que apesar da desvantagem competitiva, ainda dá pra vencer.

Não se trata de um esporte qualquer, é uma economia que gira em torno de um jogo, que se aquece a medida que as vitorias vão surgindo, é Vencer para Vender, e Vender para Ter, isso mesmo, Ter condições de novos auto investimentos que garantam a possibilidade de voltarmos a ser líder de mercado nesse esporte. Em algum momento do passado, os americanos enxergaram que isso era possível para com o American Football, e porque eles acreditaram, conseguiram atingir os incríveis números relacionados ao consumo do Superbowl 2015:

1 – A National Chicken Council, uma associação comercial que representa a indústria aviária nos EUA, calculou que aproximadamente 1,25 bilhão de asinhas de frango foram devoradas durante o Super Bowl 2015;

2 – A Domino’s Pizza e a Pizza Hut se planejaram para vender 29 milhões de fatias de pizza no dia do jogo;

3 – Um total de 112,2 milhões de pessoas assistiram ao Super Bowl no ano de 2014, tornando o evento o programa mais assistido na história da televisão norte-americana; em 2015, a expectativa é de que 1 em cada 3 norte-americanos, ou 169 milhões em todo o mundo, tenham assistido o jogo, que foi transmitido em 180 países e em mais de 30 idiomas. O gasto médio de consumo de quem viu o jogo pela TV foi de aproximadamente 78 dólares (custos com alimentação, equipamentos de TV e merchandising e camisas dos times.)

4 – Cada comercial de 30 SEGUNDOS veiculado pelo canal de TV NBC custou US$ 4,5 milhões aos anunciantes (4,5 MILHOES DE DOLÁRES POR 30 SEGUNDOS!). Devido ao investimento, cada anunciante contratava agências para produzirem comerciais únicos e especiais para a final do Superbowl.

5 – Quando o U2 comandou o show do intervalo em 2002, Bono Vox mostrou a bandeira dos EUA durante uma das músicas. Essa simples ação fez com que o álbum do grupo pulasse da 108ª posição para a 8ª no ranking Billboard;

6 – Depois que a banda The Black Eyed Peas se apresentou no Super Bowl em 2011, as vendas da música “Where is the Love” aumentaram 332%.

7 – Os bilhetes para o Super Bowl custam, em média, 4.676 dólares, um aumento de 23% face a 2014. O estádio da final de 2015 tem capacidade para 71.000 lugares, e estava lotado!

A sorte está lançada, dizem que o jogo só termina quando o juiz acaba, mas enquanto a gente não mudar, GOL da Alemanha, ou melhor Touchdown pros americanos!

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As 10 marcas cujos influenciadores no Instagram mais têm seguidores falsos

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

01 de Maio de 2018

No instagram, já é praxe grandes marcas pagarem para influenciadores divulgarem os seus produtos e serviços. Mas quantos seguidores desses “influencers” seriam verdadeiros (assim, consumidores reais sendo “influenciados”) e quantos seriam, na verdade, contas falsas?

 Um novo estudo americano da Points North Group traz essa resposta.

Divulgado pela revista AdAge, a pesquisa traz a lista das marcas cujos influenciadores contratados por elas mais têm perfis fake entre seus seguidores. As porcentagens, entre alguns marcas, são altas.

Isso mostra como o departamento de marketing de muitas empresas pode estar contratando um influenciador por achar que ele possui um alcance alto, quando, na verdade, este pode ser bem baixo.

O índice elevado de seguidores falsos nos perfis dos supostos influenciadores também mostra como a contagem do “nível de influência” (quantos seguidores a pessoa tem) e o cálculo de seu pagamento pode ser uma furada: quantos ali o post realmente alcança e quantos ali são fake ou têm um perfil inativo, as marcas costumam não saber.

Segundo a Point North Group, a média de preço de um seguidor por post é de 0,3 centavos de dólar entre marcas no Instagram.

Confira o top 10 de marcas cujos influenciadores têm seguidores falsos:

Posição Marca % de seguidores falsos
1 Ritz-Carlton 78
2 Aquaphor 52
3 L’Occitane 39
4 Pampers 32
5 DSW 29
6 Crocs 25
7 Lulus 22
8 Neiman Marcus 22
9 Magnum Ice Cream 20
10 Olay 19

O relatório também trouxe a lista das marcas que mais gastam com posts de influenciadores no Instagram e aquelas que estão se dando bem: as mais eficientes na relação gastos com influenciadores/retorno real.

Confira a lista dos que mais gastam:

Posição Marca Gasto (em dólares)
1 Flatty Tummy Co. 1.560.178
2 Amazon 646.212
3 Mercedes-Benz 515.697
4 Land O’Lakes 455.586
5 Stella Artois 423.175
6 Walmart 329.957
7 Waist Gang Society 317.783
8 SugarBear Hair 316.182
9 Freeform 304.357
10 Calvin Klein 250.763

Confira a lista das marcas mais eficientes. CPM é a sigla em inglês para “custo por mil impressões”, ou seja, quanto custa cada grupo de mil alcances reais de usuários/consumidores.

Posição Marca C.P.M. (em dólares)
1 Heinz Ketchup 1,78
2 Ulta Beauty 2,02
3 Hidden Valley 2,11
4 Suspicious Antwerp 2,13
5 Marc Jacobs Beauty 2,56
6 Chloé 2,97
7 Vicks 3,09
8 Call of Duty 3,12
9 Justice 3,16
10 BioClarity 3,19
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McDonald’s apresenta seus oito sanduíches da Copa do Mundo 2018

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

15 de Abril de 2018

O MCDONALDS divulgou, ontem (11), os seus sanduíches especiais para a Copa do Mundo.

A marca, tradicionalmente, lança novos lanches especiais, um para cada país e para cada dia da semana, trazendo ingredientes marcantes de cada culinária. É a quinta vez que o McDonald’s Brasil investe na ação.

Dessa vez, contudo, são oito lanches. Sete para cada dia da semana e o McBrasil, que poderá ser comprado em qualquer dia.

Outra novidade desse ano são as McFritas ou Batatas Rústicas personalizadas para cada país.

Chama a atenção a presença do McItália, já que a seleção, tragicamente, não se classificou para a Copa.

Uma ausência curiosa é um imaginado McRússia, o país anfitrião do evento. Seria interessante ver o lanche do país que receberá as seleções.

A explicação para tal escalação é simples: o McDonald’s decidiu que esse ano a marca homenagearia as oito seleções que já foram campeãs: Brasil, Alemanha, Espanha, Uruguai, Argentina, Inglaterra, Itália e França.

Os lanches estarão à venda a partir de 24 de abril.

O preço do combo (lanche, frita e refrigerante) deverá sair por 29,90 reais.

Confira, a seguir, cada lançamento:

McItália – Domingo

Composto por queijo muçarela, polpetone, tomate, pepperoni e melt de muçarela com tomate seco no pão de brioche. McFritas tradicionais com molho de muçarela com tomate seco e bacon picado.

McItália: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McItália: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McItália: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McFrança – Segunda-feira

Composto por cogumelos caramelizados, dois hambúrgueres, queijo emental, mix de folhas, cebola crispy e Melt Brie no pão com gergelim. Batatas Rústicas com molho Melt Brie e bacon picado.

McFrança: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McFrança: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McFrança: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McEspanha – Terça-feira

Composto por queijo muçarela, dois hambúrgueres, mix de folhas, tomate, copa fatiada e maionese de oliva no pão de brioche. Batatas rústicas com molho de maionese de oliva e bacon picado.

McEspanha: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McEspanha: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McEspanha: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McAlemanha – Quarta-feira

Composto por cebola caramelizada, 2 fatias de queijo emental entre dois hambúrgueres, bacon, tomate e mostarda rústica no pão com gergelim. Batatas rústicas com molho de maionese e bacon picado.

McAlemanha: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McAlemanha: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McAlemanha: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McUruguai – Quinta-feira

Composto por 2 fatias de queijo emental entre 2 hambúrgueres, copa fatiada, cebola crispy e maionese chimichurri no pão de brioche. McFritas tradicionais com molho de maionese chimichurri e bacon picado.

McUruguai: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McUruguai: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McUruguai: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McInglaterra – Sexta-feira

Composto por 2 fatias de queijo emental entre 2 hambúrgueres, picles, fatias de bacon, cebola crispy e molho barbecue no pão com gergelim. McFritas tradicionais com molho cheddar e bacon picado.

McInglaterra: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McInglaterra: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McInglaterra: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McArgentina – Sábado

Composto por 2 fatias de queijo cheddar entre 2 hambúrgueres, bacon, tomate, alface crespa e maionese chimichurri no pão de brioche. Batatas rústicas com molho de maionese verde e bacon picado.

McArgentina: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McArgentina: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McArgentina: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McBrasil – Todos os dias

Composto por dois hambúrgueres, queijo típico brasileiro, mix de folhas, bacon e maionese verde no pão de brioche. McFritas ou Batatas Rústicas especiais do dia.

O McDonald’s ainda não divulgou a imagem do McBrasil.

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Magazine Luiza vende colheres para você meter em brigas por aí

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

11 de Março de 2018

Sabe aquele velho ditado (machista)? “Em briga de marido e mulher, não se mete a colher”? Pois a Magazine Luiza resolveu meter a colher.

Em campanha no Dia Internacional da Mulher, a marca coloca a partir de hoje (8), em suas 860 lojas e no e-commerce, colheres à venda.

Não qualquer lugar. Elas vêm com a inscrição “Em briga de marido e mulher, tem que meter a colher, sim. Ligue 180 e denuncie”.

O custo será de R$ 1,80. Todo o dinheiro das vendas será revertido para o Instituto Patrícia Galvão e para a rede colaborativa Mete a Colher, ambas trabalhando em torno da luta contra a violência doméstica e a violência contra mulheres.

A criação é da agência David.

Dentro da empresa, a marca já criara um sistema para ajudar mulheres que tinham passado por alguma situação de violência. As funcionárias têm acesso ao Canal da Mulher, um sistema de denúncias interno. Luiza Trajano tem acesso direto ao sistema e monitora as denúncias que chegam.

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‘Café loiro’ criado pela Starbucks gera polêmica nos EUA

Por rodrigogoyanna em Marketing

30 de Janeiro de 2018

A rede mundial de cafés Starbucks lançou uma linha “Blonde” (loiro, em português) de seus cafés, que promete um sabor mais “suave” e “sutilmente doce”. No entanto, o slogan da campanha gerou polêmica nos Estados Unidos.

A frase “Blonde break rules” (loiros quebram regras) – a mesma utilizada por um comercial de tonalizante loiro de 1963, em que as mulheres eram pedidas em casamento e melhoravam suas habilidades esportivas depois de pintar o cabelo – foi alvo de críticas nas redes sociais por se remeter ao governo do presidente Trump

No Twitter, algumas pessoas notaram o significado ambíguo da campanha, que se encaixa perfeitamente com o momento em que os Estados Unidos vivem, em meio às atitudes polêmicas do magnata.

“Parece que a Starbucks está tentando simpatizar com as pessoas, e prefere desafiá-las a negar as normas e se tornar loiras – mesmo que seja com uma xícara de café expresso”, escreveu a jornalista Sangeeta Singh-Kurtz.

“É uma campanha que ressoa perfeitamente em 2018, quando o presidente dos Estados Unidos tem encorajado o país a abandonar qualquer senso de empatia ou senso comum, e colocá-los em primeiro lugar, quebrando as regras pelo caminho”, completou.

O objetivo com o novo estilo é que o cliente customize sua bebida a sua maneira, podendo escolher entre a linha “Signature” – café original – ou “Blonde” – bebida mais suave, feita com grãos de café levemente tostados da América Latina e do Leste da África.

De acordo com a publicação, a linha “Blonde” foi lançada no mesmo período em que a viagem de Trump ao Fórum Mundial de Davos não foi bem aceita. A nova linha está disponível somente nos Estados Unidos e foi lançada oficialmente em 23 de janeiro.

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‘Café loiro’ criado pela Starbucks gera polêmica nos EUA

Por rodrigogoyanna em Marketing

30 de Janeiro de 2018

A rede mundial de cafés Starbucks lançou uma linha “Blonde” (loiro, em português) de seus cafés, que promete um sabor mais “suave” e “sutilmente doce”. No entanto, o slogan da campanha gerou polêmica nos Estados Unidos.

A frase “Blonde break rules” (loiros quebram regras) – a mesma utilizada por um comercial de tonalizante loiro de 1963, em que as mulheres eram pedidas em casamento e melhoravam suas habilidades esportivas depois de pintar o cabelo – foi alvo de críticas nas redes sociais por se remeter ao governo do presidente Trump

No Twitter, algumas pessoas notaram o significado ambíguo da campanha, que se encaixa perfeitamente com o momento em que os Estados Unidos vivem, em meio às atitudes polêmicas do magnata.

“Parece que a Starbucks está tentando simpatizar com as pessoas, e prefere desafiá-las a negar as normas e se tornar loiras – mesmo que seja com uma xícara de café expresso”, escreveu a jornalista Sangeeta Singh-Kurtz.

“É uma campanha que ressoa perfeitamente em 2018, quando o presidente dos Estados Unidos tem encorajado o país a abandonar qualquer senso de empatia ou senso comum, e colocá-los em primeiro lugar, quebrando as regras pelo caminho”, completou.

O objetivo com o novo estilo é que o cliente customize sua bebida a sua maneira, podendo escolher entre a linha “Signature” – café original – ou “Blonde” – bebida mais suave, feita com grãos de café levemente tostados da América Latina e do Leste da África.

De acordo com a publicação, a linha “Blonde” foi lançada no mesmo período em que a viagem de Trump ao Fórum Mundial de Davos não foi bem aceita. A nova linha está disponível somente nos Estados Unidos e foi lançada oficialmente em 23 de janeiro.