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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

Novo filme do Burger King aposta em humor e beatbox

Por rodrigogoyanna em Marketing

10 de Janeiro de 2018

Comer por uma banda inteira: essa é a desculpa de uma jovem beatboxer para comer em dobro os lanches da promoção 2×15 do BK.

Ao fazer diferentes sons de percussão com a boca, a garota do filme Beatbox, criado pela David dedica um sanduíche para seu “lado batera” e outro para seu “lado DJ” – e come os dois sozinha.

Esse é o mote criativo que norteia a campanha da promoção da rede BK, o King em Dobro. Com lançamento em 3 de janeiro na TV e nas redes sociais, o filme brinca com a ideia de que inventamos qualquer desculpa para fazer o que gostamos muito, especialmente comer nossos lanches preferidos.

Este conteúdo foi originalmente publicado no site da AdNews.

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5 cuidados para que uma marca não seja odiada nas redes sociais

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

08 de Janeiro de 2018

A era da internet das coisas nos permite experiências que nem se imaginava há 20 anos. A tecnologia torna as informações acessíveis e possibilita se comunicar com outras pessoas a qualquer hora, de forma cada vez mais instantânea. Mas nem tudo são ‘flores’ no ambiente online!

Com a ideia de unir tudo e todos, as redes sociais trouxeram à tona o perfil do ‘hater’ – aquela pessoa conhecida por não aceitar opiniões divergentes, e que chega a atacar internautas por isso, até mesmo figuras populares ou celebridades.

Nos últimos anos, os ‘haters’ vêm aumentando nas páginas de notícias e redes sociais, proporcionalmente ao crescimento do número de internautas.

Porém, para Kim Archetti, especialista em redes sociais e vídeos virais, alguns empreendedores e donos de empresas também estão se tornando ‘haters’ – mas deles mesmos – quando o assunto é divulgar sua marca e alavancar os negócios nas redes sociais.

Para Archetti as empresas já estão mais cientes de que as redes sociais são ferramentas indispensáveis para manter o negócio em evidência, mas alguns gestores ainda “perdem a mão ao buscar manter a página constantemente atualizada com novos conteúdos e interagir o tempo todo com o consumidor. Ao invés de oferecerem conteúdos relevantes para os clientes e se tornarem protagonistas no mercado, acabam sendo ‘haters’ e alimentando o ódio de seus seguidores nas redes sociais”, avalia.

Para o especialista, um dos grandes erros cometidos por gestores das empresas é usarem seus perfis pessoais para divulgar iniciativas da empresa, ao mesmo tempo em que comentam temas de interesse pessoal – que são assuntos muitas vezes polêmicos, manchando a própria imagem atrelada ao negócio, e tornando-se seus ‘próprios haters’ sem perceber.

“É preciso cuidado na hora de usar um mesmo perfil para trabalhar a imagem pessoal e profissional, uma vez que, entre seus amigos, podem estar possíveis clientes, fornecedores e parceiros. Você pode perder grandes oportunidades ao agir por impulso, comentando tópicos somente de seu interesse”.

Confira cinco cuidados essenciais para deixar a marca em evidência e não se tornar um ‘hater’ de forma espontânea:

1. Pense antes de marcar todos os amigos em posts

Quando um vídeo ou um novo post relacionado ao seu negócio entra no ar, é comum querer divulgar ao máximo a novidade compartilhando a postagem com outras pessoas nas redes. Porém, o ideal é marcar somente aqueles que sejam mais próximos de você, e de preferência que saibam do que se trata aquele projeto.

A dica é: “Nunca marque todos os amigos aleatoriamente, pois nem sempre você tem afinidade ou proximidade com todos. Esse é o primeiro passo para ser odiado nas redes, pois mesmo que o conteúdo seja interessante, nem todas as pessoas irão parar para ler ou assistir, somente se for algo que possa gerar valor na vida dela”, pontua.

O especialista explica: “As pessoas costumam se interessar mais por conteúdos que agreguem valor a elas mesmas do que pelo serviço ou produto em si. Por isso, os empreendedores precisam tomar cuidado quando a intenção é gerar conteúdo de interesse comum, que gerem algum tipo de valor agregado a ele. Caso contrário, ele poderá se tornar um ‘hater’ e não um protagonista do seu mercado”.

2. Não inclua pessoas em grupos sem permissão

Assim como sair marcando todo mundo em seu conteúdo nas redes sociais, adicionar as pessoas em grupos no Facebook e Whatsapp que você criou, sem a permissão delas, também não é uma boa ideia. Ainda que você acredite que aquela pessoa possa se interessar pelo que será falado em um grupo, o melhor caminho é sondar de forma privada se ela tem mesmo interesse em fazer parte dele.

Kim explica: “O melhor a fazer é engajar e convidar as pessoas para fazer parte daquela lista ou do grupo, convidando-as individualmente. Dará um pouco mais de trabalho, mas com certeza será melhor do que criar grupos fakes de spam no Facebook e Whatsapp. Estamos falando das duas redes sociais mais potentes para divulgar e viralizar conteúdos do mundo, que unem e desunem de forma extraordinária”.

3. Evite adicionar todos os contatos na lista de transmissão

Adicionar todo mundo na sua lista de transmissão e passar a enviar imagens e mensagens de cunho comercial para vender algo para as pessoas também é muito comum, e fará com que as pessoas passem a te odiar.

“Em todos os grupos de amigos, familiares e principalmente de vendas, tem aquela pessoa que você sabe que irá te enviar o mesmo modelo de mensagem. Imagine o que as pessoas irão pensar quando você fizer o mesmo com sua lista de transmissão. Não é porque você supôs que alguém tem interesse no seu conteúdo que você tem a permissão de adicioná-la”, comenta o especialista.

Por mais que para convidar alguém para participar do seu canal não precise permissão, é muito chato você fazer isso sem saber se o que você tem para oferecer é de fato interessante.

“Sabe aquele velho ditado de que ‘menos é mais’? Pode virar frase de cabeceira quando o assunto é marketing viral, é preciso que seja criada uma estratégia para que isso aconteça. As possibilidades são infinitas, mas tudo precisa ser bem planejado e alinhado”, recomenda Archetti.

4. Reflita antes de compartilhar temas polêmicos

Comentar notícias relevantes da atualidade pode ser positivo para a imagem da marca, mas compartilhar tragédias, assuntos negativos ou opiniões sobre temas polêmicos – como política e futebol – é o melhor caminho para ser odiado na internet.

“Esse não é a melhor estratégia para geração de conteúdo nas redes, deve-se focar em assuntos que possam gerar uma reflexão ou transformação, mas não é recomendado dar destaque a um temas ‘espinhosos’ para gerar discussão. Para ser protagonista em seu mercado e nas redes sociais, a marca deve se voltar a apoiar ao que interessa e auxilia a comunidade e a sociedade, que atua junta e unida”, diz.

5. Deixe a grosseira de lado ao responder comentários

Não faça com os outros – não importa quem – aquilo que você não quer que seja feito com você. Criticar posts alheios – de comunidades, outras empresas ou pessoas – ou rebater críticas em seus posts de forma grosseira é altamente prejudicial.

“Esse tipo de postura não agrega valor à marca e pode inclusive, além de denegrir a imagem, criar uma crise de imagem nas redes sociais”, alerta Archetti.

Vale lembrar que o mundo é pequeno dentro das redes sociais, e que elas incluem os mais variados perfis de consumidores e pessoas. Mais de 2,46 bilhões usam as redes sociais no mundo todo, por isso, é preciso ter cuidado redobrado com tudo que é compartilhado e em como é compartilhado.

“Não poste sobre um determinado assunto sem ter certeza do que está comentando, e nunca crie situações de ódio. É muito melhor buscar construir uma base de seguidores que sejam engajados e fiéis à marca do que criar polêmica para chamar a atenção mas, ao mesmo tempo, conquistar inimizades e muitas vezes manchar sua imagem. É importante buscar criar conteúdos que viralizarem, mas da forma correta, e sempre com respeito”, finaliza.

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Metas dos brasileiros em 2018: aumentar a renda e relaxar mais

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

01 de Janeiro de 2018

Ganhar mais, gastar menos e relaxar. Essas serão as três maiores preocupações dos brasileiros em 2018.

Uma nova pesquisa da Kantar TNS descobriu as maiores preocupações e desejos para o novo ano que se aproxima.

Os consumidores brasileiros estão atentos à saúde e também ao bolso.

Para 74% dos consumidores, aumentar a renda será o objetivo principal de 2018. Porcentagem maior que nos últimos anos.

Quando o assunto é saúde e bem-estar, o foco principal é relaxar mais, para 48% dos entrevistados. Outra preocupação que só cresceu desde 2015.

Confira os resultados:

Dinheiro

Maiores preocupações:

  • Aumentar a renda: 74%
  • Poupar dinheiro: 67%
  • Comprar ou trocar de carro: 45%
  • Comprar ou trocar de casa: 44%

Saúde

Maiores preocupações:

  • Relaxar: 48%  
  • Se exercitar: 39%
  • Levar uma dieta balanceada: 35%
  • Parar de fumar: 10%

Felicidade

Maiores preocupações:

  • Procurar novo trabalho ou melhorar as condições atuais: 48%
  • Buscar um novo relacionamento: 19%

A pesquisa foi realizada com 866 pessoas entre 15 e 59 anos, das regiões Sudeste, Sul, Nordeste e Centro do Brasil, nos dias 5 a 18 de dezembro de 2017.

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Burger King lança comercial natalino e, novamente, provoca McDonald s com presente

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

26 de dezembro de 2017

A Burger King deu um “presente de grego” a McDonald’s neste Natal. A ação, realizada na África do Sul, enviou uma churrasqueira “com chamas reais” para uma unidade da McDonald’s. Implicitamente (ou nem tanto), a BK diz que os hambúrgueres da concorrente não são feitos no fogo e nem grelhados como os do “rei”. A agência alemã Grabarz & Partner assinou a campanha “The Gift Of Fire”.

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Usuário passa dias vendo série e Netflix manda um “tá tudo bem?”

Por rodrigogoyanna em Marketing

18 de dezembro de 2017

A Netflix zoou alguns de seus usuários, que, juntos, assistiram nas últimas duas semanas – TODOS OS DIAS – ao filme “O Príncipe do Natal”.

A medida levou algumas pessoas a questionarem a disponibilização e uso de dados da base pelos funcionários em uma ação de marketing, que além de tudo, tirava sarro dos próprios clientes.

No meio dessa situação, um usuário do Reddit, uma mistura de fórum e rede social, onde o usuário é quem posta conteúdos e faz a curadoria dos outros temas também adicionados, relatou que, em questão de dias após uma mudança de comportamento de consumo, a Netflix mandou um e-mail para ele perguntando se estava tudo bem.

O internauta disse que “estava em uma crise de depressão, sem trabalhar e de férias da faculdade. Acabei não fazendo nada além de assistir à Netflix e assisti a The Office inteiro em um período de cinco a dez dias”, escreveu.

Segundo ele, a conta usada por tanto tempo sem interrupção foi o motivo do contato: “Eu estava com a minha conta logada por mais de uma semana sem parar, o que era bem mais frequente do que eu usava”, relatou.

E continuou: “Honestamente, mesmo sendo um e-mail padrão de um estranho no serviço ao usuário da Netflix, isso me fez sentir melhor, porque pelo menos uma pessoa estava se importando comigo”, concluiu.

O fato ocorreu cerca de três anos, mas só veio à publico três dias atrás, com o relato.

Em resposta a toda atenção gerada pela história, King-Salamander (nome escolhido pelo usuário) relatou que “não era esperada” e que ele não tem como comprovar o fato ou mesmo mostrar o e-mail da empresa, já que na época seu e-mail vinculado ao registro de aluno na faculdade comunitária em que participava. O que atualmente não acontece mais.

Sobre a depressão, ele assinalou que está “muito melhor agora! E que “sempre sofrerei de depressão, como é uma doença mental, mas aprendi que não se trata de tentar vencer o monstro, mas sim aprender a viver com ele. Qual é a linha no final da temporada [da série]Bojack 2? “Todos os dias fica um pouco mais fácil, mas você tem que fazer todos os dias. Essa é a parte mais difícil. Mas é mais fácil”.

Em resposta ao Estadão, quem noticiou a história, a Netflix relatou que “não aborda proativamente seus assinantes para verificar seus hábitos de visualização”. Ocasionalmente eles enviam “e-mails para nossos assinantes com recomendações de títulos que possam ser do interesse deles.”

Conteúdo publicado originalmente no site AdNews.

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Marcas apostarão mais alto em branded content a partir de 2018

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de novembro de 2017

O branded content, segmento do marketing que une publicidade e conteúdo editorial, não era um termo muito conhecido até cerca de três anos atrás, embora já fosse praticado, de certa forma, há decadas.

Desde 2016, os exemplos só ficaram mais numerosos e melhores, como osprogramas esportivos da red Bull, os filmes da LEGO e as campanhas da Always, como o premiado Like a Girl

Até mesmo o famoso festival nova-iorquino de cinema de Tribeca, fundado pelo ator Robert De Niro, criou em 2016 uma categoria premiar filmes de branded content.

Agora, o que vem? Moda que passará em breve ou realidade que veio para ficar? Para os profissionais de marketing e mídia do mercado, não há dúvida: 2018 marcará a consolidação do conteúdo de marca.

O evento Branded Content Talks, que aconteceu na manhã de hoje (23) em São Paulo, promovido pelo Grupo Abril e pelo  Estudio ABC, debateu o futuro do segmento e mostrou como audiência e consumidores estarão no centro das atenções a partir de agora.

Arnaldo Tibyriçá, novo presidente do Grupo Abril, ressaltou a importância do segmento para a empresa: “O ABC conecta aqueles que precisam se comunicar com sua audiência e aqueles que sabem como chegar nessa audiência. A comunicação está mudando, muitas coisas ainda não têm nome. O próprio branded content era assim um tempo atrás. É preciso estar atento a essas mudanças para continuar na ponta do mercado e manter a relevância”, analisou.

Engajamento e foco no consumidor

O publicitário Walter Longo, presidente do Grupo Abril até o começo de novembro, antes de Tibyriçá, trouxe uma fala de entusiasmo e expectativa para o futuro do branded content.

Para ele (e para diversos estudos), não há dúvidas de que tal segmento do marketing ficará cada vez mais relevante e essencial para empresas e marcas.

Análise da Business Insider, por exemplo, mostra que, nos EUA, o faturamento com branded content vai saltar de US$ 8 bilhões (2015) para US$ 21 bilhões em 2018.

Outro estudo, feito com 140 executivos de editoras de revistas em 39 países, mostra a expectativa de que 33% da receita de publicidade dos publishers virá de branded content em 2017 e 2018.

Longo analisou que a simbiose entre publicidade e conteúdo editorial traz duas necessidades que atuam de maneira sinérgica e espontânea. Uma não pode atrapalhar a outra ou criar produto que soa forçado e sem relevância. Se assim for, não é branded content e não é de qualidade.

Longo destacou a importância da palavra-chave “engajamento”. Sem engajamento, não se chega aos consumidores: “Se as pessoas precisam ver para crer, elas também precisam crer para ver. É preciso dar sentido às coisas e estabelecer conexão real e confiança de forma a se chegar no engajamento”.

Se em 2016 as marcas “acordaram de vez” e perceberam que havia branded content e que precisavam fazê-lo, em 2018 as marcas deverão tomar conta totalmente do paradigma.

Longo destacou outros pontos essenciais nessa nova estratégia de marketing: a batalha por atenção, não por audiência; a busca por uma audiência qualificada e que, de antemão, está interessada no assunto a ser produzido; o fim da era da interrupção, sendo que agora é a audiência que decide qual será a conversa e onde e como ela se dará; e a tendência de as marcas se transformarem em empresas de mídia.

Esse último fenômeno já se faz claro. A Red Bull produz conteúdo, eventos, shows e filmes. A Lego faz filmes que levam milhões aos cinemas. P&G, L’Oréal também fazem mídia. O fenômeno cria o que está sendo chamado de private label media.

Segundo Longo, a Coca-Cola pretende ser, até 2020, a maior empresa de mídia do mundo. Ele também acredita na fusão de dois segmentos de empresas: de mídia (como Warner e HBO) e grandes grupos publicitários de alcance global.

Relevância de conteúdo

Patrícia Weiss, diretora do Abril Branded Content, falou sobre a necessidade de o conteúdo de marca contar histórias humanas, verdadeiras e que engajam.

“A tecnologia intensificou a necessidade humana básica de se conectar, interagir, criar narrativas e ouvi-las”, disse.

Weiss destacou algumas mudanças de paradigmas no branded content e que desafiam a publicidade tradicional: o foco na pessoa, não no produto; a necessidade básica da relevância do conteúdo; a passagem do push content (invasivo, que se empurra para o consumidor) para o pull content (que atrai, interessa, engaja).

Na análise da executiva, a publicidade tradicional continuará existindo, lado a lado com o branded content. Mas este fará aquela se reinventar e ficar mais eficiente. Segundo ela, um comercial que não engajar o consumidor com sua narrativa e conteúdo não irá sobreviver nem será eficiente para a marca.

Weiss também destacou que o ABC fará o In Studio, um programa mensal gravado no estúdio da Abril Comunicações que trará bate-papos sobre o segmento.

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Metade dos brasileiros já vê mais vídeos online que TV

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

20 de novembro de 2017

Mais da metade dos brasileiros já passa mais tempo assistindo a vídeos online que assistindo à TV. 56% dos brasileiros com acesso à internet e TV preferem a web em 2017.

A descoberta é de uma nova pesquisa do Instituto Provokers, feita em parceria com o Google Brasil e Youtube.O estudo foi feito com 1500 brasileiros, entre 14 e 55 anos, das classes A, B e C. A amostragem de entrevistados representa 123 milhões de pessoas.

Em três anos, o consumo de vídeos online saltou 90,1%, enquanto o consumo de TV se manteve praticamente estável. 

Já o smartphone se consolidou como principal meio para consumir esses vídeos online: é usado por 83% das pessoas e é preferência de 57% delas.

Além disso, pouca gente se desconecta quando está na frente da TV: 87% continua online enquanto assiste a algo na TV.

Confira os principais resultados da pesquisa:

Quem assiste

86% assistem a vídeos na internet – desses, 99% usam o YouTube

14% não assistem a vídeos na internet

Crescimento: em 2014, apenas 67% assistiam a vídeos online

Em 2014

– Média de 21,9 horas por semana assistindo à televisão

– Média de 8,1 horas por semana assistindo a vídeos na internet

Em 2017

– Média de 22,6 horas por semana assistindo à televisão

– Média de 15,4 horas por semana assistindo a vídeos na internet

Ou seja: o consumo de vídeos online cresceu em ritmo maior que o crescimento de consumo na TV

90,1%: foi o que cresceu o consumo de vídeos na web entre 2014 e 2017.

Mais internet

56% dos brasileiros com acesso a TV e internet já veem mais vídeos online: estes costumam passar, em média, 11,9 horas por semana vendo TV e 13,4 horas por semana vendo vídeos online.

Motivos

E por que ver vídeos online?

– 83% porque busca conteúdo que não está na TV

– 43% porque quer ver um conteúdo que passou na TV, mas não conseguiu ver

– 19% para saber mais sobre um conteúdo que viu, primeiro, na TV

Os preferidos

As plataformas prediletas para assistir a conteúdo online:

– 42% prefere YouTube

– 20% prefere WhatsApp

– 15% prefere Netflix

– 8% prefere Facebook

– 7% prefere TV paga

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7 entre 10 brasileiros vão adiantar o Natal na Black Friday 2017

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

16 de novembro de 2017

A Black Friday de 2017 acontece no próximo dia 24 de novembro. Na data, os brasileiros devem aproveitar para garantir o Natal, que ainda estará distante um mês.

7 entre 10 brasileiros (68,5% dos consumidores) vão aproveitar a data do varejo repleta de descontos já para comprar os presentes natalinos.

A descoberta é de um novo estudo da AondeConvem, plataforma de varejo mobile. A pesquisa foi feita online, com 17 mil usuários, entre 18 e 60 anos, no final de outubro. 

Intenção de compra

Em 2017, 90,66% pretendem comprar alguma coisa na Black Friday.

Neste ano, eletrodomésticos ultrapassaram os eletrônicos como os produtos mais desejados pelos consumidores.

22,6% dos que pretendem gastar nessa Black Friday vão comprar um eletrodoméstico. Depois, 18,3% desejam um eletrônico.

Sobre os destinos dos produtos comprados, 51,71% pretendem comprar algo para a família, enquanto 47,8% comprarão algo para si mesmos.

Gastos

A maior parcela dos consumidores (1 entre 5) pretende gastar entre 350 e 700 reais neste ano.

Uma parcela significativa (14,44%) está mirando mais alto: pretende gastar mais de 1750 reais.

Confira:

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Michael B. Jordan estrela campanha poderosa da Nike

Por rodrigogoyanna em branding, Foco, Marketing

10 de novembro de 2017

A Nike costuma, por razões óbvias, colocar grandes atletas em suas campanhas:Lebron james, Serena Williams e Simone Biles são alguns dos exemplos mais recentes.

Mas, em nova campanha, a marca esportiva trouxe um ator de Hollywood apaixonado por esportes: Michael B. Jordan.

O ator de 30 anos estrelou com boas críticas, por exemplo, o último filme da franquia Rocky: “Creed”. Filho de Apolo Creed, ele convence Rocky Balboa (Sylvester Stallone) a treiná-lo.

Em “Grounded”, um vídeo de branded content feito pela Vice Sports para a Nike, o ator fala sobre a infância em Newark (NY), a pobreza, a paixão pelo esporte e a luta para conquistar seus sonhos.

A campanha traz imagens em preto e branco da cidade.

Assista:

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As marcas mais lembradas pelos brasileiros em 63 categorias

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

08 de novembro de 2017

Petrobras, Omo, Coca-Cola, Nike e Samsung são cinco das marcas mais lembradas pelos consumidores brasileiros.

O Prêmio Folha Top of Mind 2017 revelou, na última semana, a pesquisa que trouxe as marcas mais lembradas em 63 categorias distintas.

A Petrobras levou o prêmio “Marca que representa o Brasil”, enquanto Omo, Coca-Cola, Nike e Samsung levaram o prêmio “Top do Top”.

Mais de sete mil consumidores, de 220 cidades, foram entrevistados pelo Datafolha.

Confira as marcas mais lembradas em todas as categorias:

Prêmio Top of Mind: as marcas mais lembradas pelos consumidores brasileiros

Prêmio Top of Mind: as marcas mais lembradas pelos consumidores brasileiros (Datafolha/Reprodução)

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As marcas mais lembradas pelos brasileiros em 63 categorias

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

08 de novembro de 2017

Petrobras, Omo, Coca-Cola, Nike e Samsung são cinco das marcas mais lembradas pelos consumidores brasileiros.

O Prêmio Folha Top of Mind 2017 revelou, na última semana, a pesquisa que trouxe as marcas mais lembradas em 63 categorias distintas.

A Petrobras levou o prêmio “Marca que representa o Brasil”, enquanto Omo, Coca-Cola, Nike e Samsung levaram o prêmio “Top do Top”.

Mais de sete mil consumidores, de 220 cidades, foram entrevistados pelo Datafolha.

Confira as marcas mais lembradas em todas as categorias:

Prêmio Top of Mind: as marcas mais lembradas pelos consumidores brasileiros

Prêmio Top of Mind: as marcas mais lembradas pelos consumidores brasileiros (Datafolha/Reprodução)