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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

Marketing Pessoal

O que eu penso sobre Digital Influencers.

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing, Marketing Pessoal

14 de Abril de 2017

Nada contra os digital influencers ou influenciadores digitais. Mas a mim, essa geração de pseudo formadores de opinião não me conquistou; dentro do meio virtual, meus influenciadores têm conhecimento, e não apenas opinião.
A origem da internet veio com a proposta de globalizar o conhecimento. Através dela, o “mundo” se tornou acessível a todos, e antes que a rede pudesse se consolidar como uma excelente ferramenta de uso pessoal e/ou profissional, nós (como quase sempre) a estragamos.
Quem na internet navega procurando informação, acaba naufragando ainda mais desinformado diante de um mar de divergências.
Naufragamos em opiniões levianas e não embasadas de terceiros, porque enquanto temos deixado de lado a pesquisa sobre determinado assunto diante de especialistas que meritocramente são dignos de atenção, estamos seguindo a opinião de alguém catapultado pelo destino a ser um olimpiano no meio de um publico cada vez mais fácil de ser conquistado.
O resultado disso é preocupante; digital influencers vendem opinião, em troca de audiência mensurada por views, curtidas e compartilhamentos; na prática, é uma relação de ganho unilateral, onde a geração de seguidores entrega cada segundo da sua admiração, mas recebe em troca um conteúdo tão útil quanto cinzeiro em moto.
Cada um de nós precisa fazer uma auto critica, e avaliar se nessa trajetória da vida, seremos nós seguidores de compradores de curtidas, ou engenheiros de nossas opiniões, de forma errada e errante, mas escrevendo capítulos autorais de nossas próprias decisões. O nome disso é personalidade,  de não perder tempo com futilidades, e direcionar foco para aquilo que realmente te faz melhor.
Eu não curto muito conteúdo de digital influencer, mas sigo até o fim quem faz por merecer cada segundo da minha audiência; àqueles que compartilham comigo seus conhecimentos e a capacidade de me fazer verdadeiramente aprender, e ser por causa da internet, uma pessoa melhor.
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A lição de Thomas Edson para 2017

Por rodrigogoyanna em Foco, Marketing, Marketing Pessoal

31 de dezembro de 2016

“O garoto é confuso da cabeça, não consegue aprender”, reclamava o reverendo Engle sobre o menino de 8 anos, agitado e perguntador,  que se recusava a decorar as lições.

Naquele ano de 1855, três meses depois de ter começado os estudos, a carreira escolar do estudante Thomas Alva Edison tinha terminado. Nunca mais ele voltaria a frequentar uma sala de aula.

A despeito do julgamento do reverendo Engle, o pequeno Thomas não aquietou sua curiosidade ao longo da vida. O resultado? Raras pessoas ajudaram tanto a esculpir o mundo atual como Thomas Alva Edison, detentor de mais de 2000 patentes.

Nancy, a mãe de Edson,  passou a educá-lo em casa, cercando-o de livros de História e Ciência, peças de Shakespeare e romances de Charles Dickens. O filho não a decepcionaria.

Os tempos, porém, eram difíceis. Thomas arranjou emprego no trem diário que ligava Port Huron a Detroit. Eram três horas e meia para ir, outras tantas para voltar e seis horas entre uma viagem e outra, — tempo mais que suficiente para vender a bordo frutas, balas, bombons, biscoitos e chocolates (na ida), tudo isso mais a edição vespertina do Free Press, o principal jornal de Detroit (na volta), e ainda para longas sessões de leitura, seja no bagageiro do trem, seja na biblioteca pública da cidade.

Anos mais tarde, o jovem lançaria sua primeira patente:— uma máquina de votar para o Congresso dos Estados Unidos. Tratava-se, portanto, de um ancestral do sistema eletrônico de votação hoje usado em muitos parlamentos, inclusive no Brasil. Edison conhecia eletricidade, mas não conhecia os políticos. Para sua imensa surpresa, eles não manifestaram o menor interesse pela engenhoca.

“Talento é 1% inspiração e 99% transpiração”, teria dito Edson à época.  Durante mais de um ano, ele e seus assistentes faziam e testavam filamentos de todos os materiais possíveis e imagináveis para desenvolver uma lampada elétrica que pudesse ser comercializada.

Um dia, um dos seus auxiliares, desanimado com tantos fracassos, sugeriu a Edison que desistisse de futuras tentativas, porque, depois de 700 tentativas, não havia avançado um só passo. Ao que ele respondeu:

“O quê? Não avançamos um só passo? Avançamos 700 passos rumo ao êxito final! Sabemos de 700 coisas que não deram certo! Estamos para além de 700 ilusões que mantínhamos anos atrás e que hoje não nos iludem mais. E a isso você chama perda de tempo?”.

Ele estava habituado a pensar positivamente. Por isso, de experiência em experiência, chegaram ao fio de algodão carbonizado, e finalmente, em 1879, aos 32 anos, Edison concluiu a invenção da lâmpada elétrica, depois de realizar 1.200 tentativas.

 

Para Thomas Edson, “muitos dos fracassos desta vida estão concentrados nas pessoas que desistiram por não saberem que estavam muito perto da linha de chegada.”

Aquele menino que foi expulso da escola depois de 3 meses, poderia ter desistido ali, mas por acreditar em si, ele mudou a vida de todos nós.

Thomas Edison faleceu em West Orange, no estado de New Jersey, Estados Unidos, em 18 de outubro de 1931. No dia de seu enterro, todas as luzes dos Estados Unidos foram apagadas durante 1 minuto.

 

 

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Obrigado, 2016!

Por rodrigogoyanna em Marketing Pessoal, Relacionamento interpessoal, Sem categoria

26 de dezembro de 2016

Prezado, 2016

Esqueça a ingratidão dos bobos,

Sou eu quem trago a mensagem

De amor por tua passagem

E uma saudade que já não cabe em mim.

 

Foste engenheiro de sonhos

E construiu na minha esperança um solo

Sob bases seguras de confiança

encontrei no teu amanhã um colo

Pra dizer que ainda não era o fim

 

A despeito de tanta gente ingrata

Não sei como te agradecer

Por me dar a chance de continuar

De tantas lições que aprendi

A melhor que escolhi

É que destino não é sorte

E por ter me feito mais forte

Sei que ainda há muito a conquistar

 

Todas as lágrimas derramadas

fazem parte da escada do viver

numa subida que se acelera

por cada alegria conquistada

e pelas asas do sonhar.

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Com sua licença, o amor como autor

Por rodrigogoyanna em Marketing Pessoal, Relacionamento interpessoal, Sem categoria

13 de dezembro de 2016

Caro Leitor,

Quem vos escreve é o Amor, e pra quem não me conhece, eu já fui essencial na vida de muita gente.

Talvez já tenha escutado alguma história minha contada pela boca de seus pais, hoje sou uma parte ferida e menor do que um dia eu já fui, ao longo do tempo, diante de tantas perdas, eu mesmo me perdi.

Acho que já não acredito mais em vocês; como eu sei que muitos de vocês já não têm fé em mim. Dizer meu nome em vão nunca foi razão para viver o que eu faço sentir, ou mesmo sentir a mudança que eu provoco no viver.

Vocês subestimaram cada medida do meu ser.

Misturam minha essência com interesse, quando na verdade, só me interesso por gente que não se interessa por aquilo que a maioria considera mais interessante que eu. E acredite, na verdade nada o é.

Me sinto de lado, quando só queria estar do lado de dentro, aquele espaço que quando me deixam entrar, faço dele moradia.

Se outrora me rotulavam como cego, hoje são vocês os surdos; grito alto e não ouvem o que tento dizer através do coração. E ainda que eu não julgue ninguém por aparência, são vocês que precisam voltar a enxergar o que de fato os fazem especiais, ou simplesmente, aonde eu estou.

Não aprendi a nascer pequeno, mas nunca mensurei até onde posso ir. Meu melhor parâmetro é acreditar que vou ser sempre maior no amanhã.

Não me escondo, só não sou tão fácil de achar, porque ainda que gratuito, meu valor não diminui.

Eu sou o companheirismo na economia do casal para pagar a conta no fim do mês, mas vocês insistem em me procurar no prato caro do restaurante chique.

Eu sou as noites mal dormidas cuidando de quem dorme do lado direito do colchão, e não as noites mal geridas com tanto champagne para agradar quem acha que me tem.

Eu sou o pedaço de areia com vista pro pôr do sol da felicidade, enquanto me buscam no iate ancorado no porto do interesse.

Não sei aonde errei. Nunca pedi muito. Nunca custei caro. Pensei, levianamente ou pretensiosamente, que eu seria suficientemente bom para ser a única opção de quem escolhe viver um sonho a dois. Nunca imaginei que nesse caminho tortuoso que vocês chamam de vida, não fosse feito de mim cada tijolo que vocês deveriam pisar.

Receio que cada vez mais, nos vejamos menos. A não ser que eu faça falta, e ainda que seja tarde, é absolutamente possível, a gente fazer dessa ausência, um encontro sem fim.

Verdade que preciso de vocês, mas vocês ainda mais, têm precisado de mim.

Me liga, quem sabe ainda dá certo.

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Com sua licença, o amor como autor

Por rodrigogoyanna em Marketing Pessoal, Relacionamento interpessoal, Sem categoria

13 de dezembro de 2016

Caro Leitor,

Quem vos escreve é o Amor, e pra quem não me conhece, eu já fui essencial na vida de muita gente.

Talvez já tenha escutado alguma história minha contada pela boca de seus pais, hoje sou uma parte ferida e menor do que um dia eu já fui, ao longo do tempo, diante de tantas perdas, eu mesmo me perdi.

Acho que já não acredito mais em vocês; como eu sei que muitos de vocês já não têm fé em mim. Dizer meu nome em vão nunca foi razão para viver o que eu faço sentir, ou mesmo sentir a mudança que eu provoco no viver.

Vocês subestimaram cada medida do meu ser.

Misturam minha essência com interesse, quando na verdade, só me interesso por gente que não se interessa por aquilo que a maioria considera mais interessante que eu. E acredite, na verdade nada o é.

Me sinto de lado, quando só queria estar do lado de dentro, aquele espaço que quando me deixam entrar, faço dele moradia.

Se outrora me rotulavam como cego, hoje são vocês os surdos; grito alto e não ouvem o que tento dizer através do coração. E ainda que eu não julgue ninguém por aparência, são vocês que precisam voltar a enxergar o que de fato os fazem especiais, ou simplesmente, aonde eu estou.

Não aprendi a nascer pequeno, mas nunca mensurei até onde posso ir. Meu melhor parâmetro é acreditar que vou ser sempre maior no amanhã.

Não me escondo, só não sou tão fácil de achar, porque ainda que gratuito, meu valor não diminui.

Eu sou o companheirismo na economia do casal para pagar a conta no fim do mês, mas vocês insistem em me procurar no prato caro do restaurante chique.

Eu sou as noites mal dormidas cuidando de quem dorme do lado direito do colchão, e não as noites mal geridas com tanto champagne para agradar quem acha que me tem.

Eu sou o pedaço de areia com vista pro pôr do sol da felicidade, enquanto me buscam no iate ancorado no porto do interesse.

Não sei aonde errei. Nunca pedi muito. Nunca custei caro. Pensei, levianamente ou pretensiosamente, que eu seria suficientemente bom para ser a única opção de quem escolhe viver um sonho a dois. Nunca imaginei que nesse caminho tortuoso que vocês chamam de vida, não fosse feito de mim cada tijolo que vocês deveriam pisar.

Receio que cada vez mais, nos vejamos menos. A não ser que eu faça falta, e ainda que seja tarde, é absolutamente possível, a gente fazer dessa ausência, um encontro sem fim.

Verdade que preciso de vocês, mas vocês ainda mais, têm precisado de mim.

Me liga, quem sabe ainda dá certo.