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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

Magazine Luiza vende colheres para você meter em brigas por aí

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

11 de Março de 2018

Sabe aquele velho ditado (machista)? “Em briga de marido e mulher, não se mete a colher”? Pois a Magazine Luiza resolveu meter a colher.

Em campanha no Dia Internacional da Mulher, a marca coloca a partir de hoje (8), em suas 860 lojas e no e-commerce, colheres à venda.

Não qualquer lugar. Elas vêm com a inscrição “Em briga de marido e mulher, tem que meter a colher, sim. Ligue 180 e denuncie”.

O custo será de R$ 1,80. Todo o dinheiro das vendas será revertido para o Instituto Patrícia Galvão e para a rede colaborativa Mete a Colher, ambas trabalhando em torno da luta contra a violência doméstica e a violência contra mulheres.

A criação é da agência David.

Dentro da empresa, a marca já criara um sistema para ajudar mulheres que tinham passado por alguma situação de violência. As funcionárias têm acesso ao Canal da Mulher, um sistema de denúncias interno. Luiza Trajano tem acesso direto ao sistema e monitora as denúncias que chegam.

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Magazine Luiza vende colheres para você meter em brigas por aí

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

11 de Março de 2018

Sabe aquele velho ditado (machista)? “Em briga de marido e mulher, não se mete a colher”? Pois a Magazine Luiza resolveu meter a colher.

Em campanha no Dia Internacional da Mulher, a marca coloca a partir de hoje (8), em suas 860 lojas e no e-commerce, colheres à venda.

Não qualquer lugar. Elas vêm com a inscrição “Em briga de marido e mulher, tem que meter a colher, sim. Ligue 180 e denuncie”.

O custo será de R$ 1,80. Todo o dinheiro das vendas será revertido para o Instituto Patrícia Galvão e para a rede colaborativa Mete a Colher, ambas trabalhando em torno da luta contra a violência doméstica e a violência contra mulheres.

A criação é da agência David.

Dentro da empresa, a marca já criara um sistema para ajudar mulheres que tinham passado por alguma situação de violência. As funcionárias têm acesso ao Canal da Mulher, um sistema de denúncias interno. Luiza Trajano tem acesso direto ao sistema e monitora as denúncias que chegam.