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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

dezembro 2016

A lição de Thomas Edson para 2017

Por rodrigogoyanna em Foco, Marketing, Marketing Pessoal

31 de dezembro de 2016

“O garoto é confuso da cabeça, não consegue aprender”, reclamava o reverendo Engle sobre o menino de 8 anos, agitado e perguntador,  que se recusava a decorar as lições.

Naquele ano de 1855, três meses depois de ter começado os estudos, a carreira escolar do estudante Thomas Alva Edison tinha terminado. Nunca mais ele voltaria a frequentar uma sala de aula.

A despeito do julgamento do reverendo Engle, o pequeno Thomas não aquietou sua curiosidade ao longo da vida. O resultado? Raras pessoas ajudaram tanto a esculpir o mundo atual como Thomas Alva Edison, detentor de mais de 2000 patentes.

Nancy, a mãe de Edson,  passou a educá-lo em casa, cercando-o de livros de História e Ciência, peças de Shakespeare e romances de Charles Dickens. O filho não a decepcionaria.

Os tempos, porém, eram difíceis. Thomas arranjou emprego no trem diário que ligava Port Huron a Detroit. Eram três horas e meia para ir, outras tantas para voltar e seis horas entre uma viagem e outra, — tempo mais que suficiente para vender a bordo frutas, balas, bombons, biscoitos e chocolates (na ida), tudo isso mais a edição vespertina do Free Press, o principal jornal de Detroit (na volta), e ainda para longas sessões de leitura, seja no bagageiro do trem, seja na biblioteca pública da cidade.

Anos mais tarde, o jovem lançaria sua primeira patente:— uma máquina de votar para o Congresso dos Estados Unidos. Tratava-se, portanto, de um ancestral do sistema eletrônico de votação hoje usado em muitos parlamentos, inclusive no Brasil. Edison conhecia eletricidade, mas não conhecia os políticos. Para sua imensa surpresa, eles não manifestaram o menor interesse pela engenhoca.

“Talento é 1% inspiração e 99% transpiração”, teria dito Edson à época.  Durante mais de um ano, ele e seus assistentes faziam e testavam filamentos de todos os materiais possíveis e imagináveis para desenvolver uma lampada elétrica que pudesse ser comercializada.

Um dia, um dos seus auxiliares, desanimado com tantos fracassos, sugeriu a Edison que desistisse de futuras tentativas, porque, depois de 700 tentativas, não havia avançado um só passo. Ao que ele respondeu:

“O quê? Não avançamos um só passo? Avançamos 700 passos rumo ao êxito final! Sabemos de 700 coisas que não deram certo! Estamos para além de 700 ilusões que mantínhamos anos atrás e que hoje não nos iludem mais. E a isso você chama perda de tempo?”.

Ele estava habituado a pensar positivamente. Por isso, de experiência em experiência, chegaram ao fio de algodão carbonizado, e finalmente, em 1879, aos 32 anos, Edison concluiu a invenção da lâmpada elétrica, depois de realizar 1.200 tentativas.

 

Para Thomas Edson, “muitos dos fracassos desta vida estão concentrados nas pessoas que desistiram por não saberem que estavam muito perto da linha de chegada.”

Aquele menino que foi expulso da escola depois de 3 meses, poderia ter desistido ali, mas por acreditar em si, ele mudou a vida de todos nós.

Thomas Edison faleceu em West Orange, no estado de New Jersey, Estados Unidos, em 18 de outubro de 1931. No dia de seu enterro, todas as luzes dos Estados Unidos foram apagadas durante 1 minuto.

 

 

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Obrigado, 2016!

Por rodrigogoyanna em Marketing Pessoal, Relacionamento interpessoal, Sem categoria

26 de dezembro de 2016

Prezado, 2016

Esqueça a ingratidão dos bobos,

Sou eu quem trago a mensagem

De amor por tua passagem

E uma saudade que já não cabe em mim.

 

Foste engenheiro de sonhos

E construiu na minha esperança um solo

Sob bases seguras de confiança

encontrei no teu amanhã um colo

Pra dizer que ainda não era o fim

 

A despeito de tanta gente ingrata

Não sei como te agradecer

Por me dar a chance de continuar

De tantas lições que aprendi

A melhor que escolhi

É que destino não é sorte

E por ter me feito mais forte

Sei que ainda há muito a conquistar

 

Todas as lágrimas derramadas

fazem parte da escada do viver

numa subida que se acelera

por cada alegria conquistada

e pelas asas do sonhar.

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Storytelling: dando vida a marca.

Por rodrigogoyanna em Marketing, Relacionamento interpessoal

20 de dezembro de 2016

O hábito de contar histórias faz parte da vida dos homens desde que começaram a se comunicar. E se a sociedade tem um nível de aceitação maior para empresas com uma imagem mais humanizada, a tarefa de atrelar a sua comunicação a uma história surge como estratégia para se aproximar do público alvo, ao gerar engajamento diante de uma maior identificação à história contada. É um esforço de “personificar” um CNPJ, DAR VIDA A UMA MARCA e assim, aos olhos de quem escuta ou assiste a história, a imagem de empresa distante e fria, é substituída por uma marca mais humanizada.

O termo Storytelling, traduzido como “narrar histórias”, não representa algo novo, já que o hábito de relatar fatos reais ou fictícios sempre existiu. O termo e sua aplicação, no entanto, destacam a importância da narrativa como forma de levar conhecimento e diversão às pessoas. Além disso, evidencia o quanto a técnica pode ser estratégica para que as empresas criem vínculos emocionais com os consumidores.

Uma das empresas que melhor trabalha a estratégia de Storytelling é o Chipotle, fast food de comida mexicana que entrega a mensagem de vender comida saudável. Vejam alguns videos do Chipotle utilizando da estratégia de storytelling pra gerar engajamento.

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Brasileiros estão entre os consumidores mais engajados do mundo

Por rodrigogoyanna em Marketing

17 de dezembro de 2016

consumidor brasileiro é o segundo mais engajado do mundo, mantendo-se fiel, conectado e próximo à marca de desejo.

A descoberta é de uma pesquisa da empresa Affinion com a Oxford Brookes University, que mapeou os fatores que influenciam a relação duradoura de um consumidor com uma marca.

Entraram na conta marcas dos setores de varejo, bancos e telecomunicações. Ao todo, 18 mil pessoas foram entrevistadas.

Além do Brasil, Turquia e Estados Unidos também têm um alto índice de engajamento, acima da média global.

Brasil atingiu uma pontuação de 70 no estudo, enquanto a média mundial é 66.

Já países como Dinamarca, Noruega e Finlândia são menos engajados, com médias entre 58 e 60.

O setor varejista encontra consumidores mais voláteis, que exigem constantes inovações e superações por parte da marca para se manterem fiéis.

Já os setores de telecomunicações e bancos, exigindo mais da vida do consumidor e participando dela, praticamente, todos os dias, tendem a ver clientes mais estáveis.

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Com sua licença, o amor como autor

Por rodrigogoyanna em Marketing Pessoal, Relacionamento interpessoal, Sem categoria

13 de dezembro de 2016

Caro Leitor,

Quem vos escreve é o Amor, e pra quem não me conhece, eu já fui essencial na vida de muita gente.

Talvez já tenha escutado alguma história minha contada pela boca de seus pais, hoje sou uma parte ferida e menor do que um dia eu já fui, ao longo do tempo, diante de tantas perdas, eu mesmo me perdi.

Acho que já não acredito mais em vocês; como eu sei que muitos de vocês já não têm fé em mim. Dizer meu nome em vão nunca foi razão para viver o que eu faço sentir, ou mesmo sentir a mudança que eu provoco no viver.

Vocês subestimaram cada medida do meu ser.

Misturam minha essência com interesse, quando na verdade, só me interesso por gente que não se interessa por aquilo que a maioria considera mais interessante que eu. E acredite, na verdade nada o é.

Me sinto de lado, quando só queria estar do lado de dentro, aquele espaço que quando me deixam entrar, faço dele moradia.

Se outrora me rotulavam como cego, hoje são vocês os surdos; grito alto e não ouvem o que tento dizer através do coração. E ainda que eu não julgue ninguém por aparência, são vocês que precisam voltar a enxergar o que de fato os fazem especiais, ou simplesmente, aonde eu estou.

Não aprendi a nascer pequeno, mas nunca mensurei até onde posso ir. Meu melhor parâmetro é acreditar que vou ser sempre maior no amanhã.

Não me escondo, só não sou tão fácil de achar, porque ainda que gratuito, meu valor não diminui.

Eu sou o companheirismo na economia do casal para pagar a conta no fim do mês, mas vocês insistem em me procurar no prato caro do restaurante chique.

Eu sou as noites mal dormidas cuidando de quem dorme do lado direito do colchão, e não as noites mal geridas com tanto champagne para agradar quem acha que me tem.

Eu sou o pedaço de areia com vista pro pôr do sol da felicidade, enquanto me buscam no iate ancorado no porto do interesse.

Não sei aonde errei. Nunca pedi muito. Nunca custei caro. Pensei, levianamente ou pretensiosamente, que eu seria suficientemente bom para ser a única opção de quem escolhe viver um sonho a dois. Nunca imaginei que nesse caminho tortuoso que vocês chamam de vida, não fosse feito de mim cada tijolo que vocês deveriam pisar.

Receio que cada vez mais, nos vejamos menos. A não ser que eu faça falta, e ainda que seja tarde, é absolutamente possível, a gente fazer dessa ausência, um encontro sem fim.

Verdade que preciso de vocês, mas vocês ainda mais, têm precisado de mim.

Me liga, quem sabe ainda dá certo.

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RETROSPECTIVA 2016 – Ações interessantes: McDonald’s dá coordenadas para chegar ao Burger King mais próximo

Por rodrigogoyanna em Sem categoria

11 de dezembro de 2016

 

Na França, o McDonald’s resolveu ajudar os motoristas a chegarem até o drive thru de uma lanchonete. Nada de anormal até aí, não fosse por um “pequeno” detalhe: o outdoor explica como chegar ao burger king mais próximo.

Uma das grandes vantagens do McDonald’s é sua pulverização, existem lojas espalhadas por todo o mundo, e em alguns países eles competem com diversas outras que normalmente estão bem próximas, como por exemplo o Burger King. Mas não é o caso na França, onde o McDonald’s já conta com mais de mil unidades enquanto o BK tem apenas 10. E para valorizar sua pulverização e demonstrar isso de uma maneira bem-humorada, eles usaram placas em uma rodovia.

A instalação gigantesca dá as coordenadas para o BK, enquanto um banner menor indica o restaurante do McDonald’s mais próximo dali. A diferença entre os dois está na distância considerável, e na ótima sacada do McDonald’s.

A placa foi colocada a 5km de distância do drive thru do McDonald’s, enquanto que ao lado dela foi colocada uma placa para  do Burger King mais perto. O detalhe é que a placa precisou ser enorme para mostrar a rota completa que os motoristas precisavam passar para chegar no Burger King mais próximo. Diferente do concorrente, a lanchonete mais próxima do BK ficava a 258km de distância do local da placa.

A ação é assinada pela TBWAParis.

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As marcas esportivas mais amadas no Instagram

Por rodrigogoyanna em Marketing

05 de dezembro de 2016

O Instagram divulgou números sobre sua plataforma e seus consumidores, no Brasil e no mundo; como os perfis mais seguidos (Neymar na frente), os emoticons mais usados e os lugares preferidos para as fotos (ganhou o Museu do Amanhã, no Rio).

Sobre as marcas, o Instagram, com aproximadamente 500 milhões de usuários ativos, mostrou quais foram as oito hashtags de marcas esportivas mais usadas em 2016.

Ranking:

  1. #nike
  2. #adidas
  3. #converse
  4. #jordan
  5. #puma
  6. #newbalance
  7. #reebok
  8. #asics

Alguma surpresa??

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A lição de Thomas Edson para 2017

Por rodrigogoyanna em Foco, Marketing, Marketing Pessoal

31 de dezembro de 2016

“O garoto é confuso da cabeça, não consegue aprender”, reclamava o reverendo Engle sobre o menino de 8 anos, agitado e perguntador,  que se recusava a decorar as lições.

Naquele ano de 1855, três meses depois de ter começado os estudos, a carreira escolar do estudante Thomas Alva Edison tinha terminado. Nunca mais ele voltaria a frequentar uma sala de aula.

A despeito do julgamento do reverendo Engle, o pequeno Thomas não aquietou sua curiosidade ao longo da vida. O resultado? Raras pessoas ajudaram tanto a esculpir o mundo atual como Thomas Alva Edison, detentor de mais de 2000 patentes.

Nancy, a mãe de Edson,  passou a educá-lo em casa, cercando-o de livros de História e Ciência, peças de Shakespeare e romances de Charles Dickens. O filho não a decepcionaria.

Os tempos, porém, eram difíceis. Thomas arranjou emprego no trem diário que ligava Port Huron a Detroit. Eram três horas e meia para ir, outras tantas para voltar e seis horas entre uma viagem e outra, — tempo mais que suficiente para vender a bordo frutas, balas, bombons, biscoitos e chocolates (na ida), tudo isso mais a edição vespertina do Free Press, o principal jornal de Detroit (na volta), e ainda para longas sessões de leitura, seja no bagageiro do trem, seja na biblioteca pública da cidade.

Anos mais tarde, o jovem lançaria sua primeira patente:— uma máquina de votar para o Congresso dos Estados Unidos. Tratava-se, portanto, de um ancestral do sistema eletrônico de votação hoje usado em muitos parlamentos, inclusive no Brasil. Edison conhecia eletricidade, mas não conhecia os políticos. Para sua imensa surpresa, eles não manifestaram o menor interesse pela engenhoca.

“Talento é 1% inspiração e 99% transpiração”, teria dito Edson à época.  Durante mais de um ano, ele e seus assistentes faziam e testavam filamentos de todos os materiais possíveis e imagináveis para desenvolver uma lampada elétrica que pudesse ser comercializada.

Um dia, um dos seus auxiliares, desanimado com tantos fracassos, sugeriu a Edison que desistisse de futuras tentativas, porque, depois de 700 tentativas, não havia avançado um só passo. Ao que ele respondeu:

“O quê? Não avançamos um só passo? Avançamos 700 passos rumo ao êxito final! Sabemos de 700 coisas que não deram certo! Estamos para além de 700 ilusões que mantínhamos anos atrás e que hoje não nos iludem mais. E a isso você chama perda de tempo?”.

Ele estava habituado a pensar positivamente. Por isso, de experiência em experiência, chegaram ao fio de algodão carbonizado, e finalmente, em 1879, aos 32 anos, Edison concluiu a invenção da lâmpada elétrica, depois de realizar 1.200 tentativas.

 

Para Thomas Edson, “muitos dos fracassos desta vida estão concentrados nas pessoas que desistiram por não saberem que estavam muito perto da linha de chegada.”

Aquele menino que foi expulso da escola depois de 3 meses, poderia ter desistido ali, mas por acreditar em si, ele mudou a vida de todos nós.

Thomas Edison faleceu em West Orange, no estado de New Jersey, Estados Unidos, em 18 de outubro de 1931. No dia de seu enterro, todas as luzes dos Estados Unidos foram apagadas durante 1 minuto.