Publicidade

Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

Astro de Deadpool usa tática inusitada para promover sua marca de gim

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

17 de agosto de 2018

O gim está com tudo. Tradicional na coquetelaria internacional, a bebida vive um momento de renovado interesse global, com um mercado que deverácrescer quase 5% ao ano na europa e 3% nos EUA. No Brasil, as vendas subiram 66% no ano passado, em meio a um mercado estacionado para destilados.

Queridinha dos millennials (aquela geração de nascidos após 1980), a bebida não para de angariar novos fãs. É o caso do ator canadense Ryan Reynolds, astro da franquia de filmes Deadpool, que resolveu ter uma marca própria tamanho o gosto pelo destilado.

No começo do ano, o ator anunciou a compra da empresa Aviation Gin, que funciona há mais de uma década na cidade americana de Portland, no Oregon.

De quebra, emprestou seu rosto familiar para as estratégias de marketing da marca. E seu senso de oportunidade também: Reynolds não se incomoda em anunciar para todo mundo seu e-mail para contato (o Ryan@AviationGin.com).

Foi o que fez durante o programa de TV americano The Tonight Show, comandado por Jimmy Fallon, na última terça-feira (14), no canal NBC.

O que ninguém espera é receber em resposta uma mensagem automática, e que não se parece em nada com um email tradicional de quem está ausente do escritório. As respostas automáticas do CEO da Aviation Gin chegam com mais de cinco parágrafos recheados de bom humor.

“Obrigado por seu email e interesse na Aviation American Gin! Estou longe da minha mesa no momento, mas responderei no momento em que me derem uma mesa” e “Obrigado pelo seu e-mail, mas infelizmente estou fora do escritório em negócios oficiais. Eu realmente não posso dizer mais do que isso. É oficial. É negócio . E é isso.” são alguns dos trechos iniciais entre as dezenas de respostas automáticas escritas por Reynolds.

Tudo, claro, é uma tremenda estratégia de marketing do astro do Deadpool. Após a aparição do ator no Tonight Show (e a divulgação pública de seu email), os servidores da empresa AviationGin foram “derrubados” por milhares de mensagens vindas de todo o país.

É claro que Reynolds não deixou esse “inconveniente” passar em branco e fez graça da situação em seu perfil no Twitter: ” AviationGin tem chamado bastante atenção ultimamente. 20 mil emails por dia derrubaram nossos servidores. Eu não fazia ideia que tínhamos Departamento de TI até uma hora atrás. Eles parecem super sóbrios”, diz o post.

 

leia tudo sobre

Publicidade

Storytelling – que história é essa?

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

28 de julho de 2018

Contar uma história para humanizar a marca, uma excelente estratégia para uma empresa criar uma reputação que ative conexão emocional com seu publico, e se aproximar de quem se identifica com a narrativa.

Porque o ser humano tende a se retrair em tribos comportamentais, em criar vinculo emocional àquele clã que pensa semelhante.

Quando a sua marca tem uma narrativa interessante e apresenta o seu produto de maneira sutil, o seu potencial cliente fica mais próximo do seu negócio, criando uma relação benéfica entre o consumidor e a empresa.
Resultado de imagem para storytelling image

O estreitamento da relação entre as duas partes envolvidas no processo gera o engajamento necessário para alavancar vendas de uma maneira indireta, subjetiva e muito mais emocional.

Aposte em StoryTelling!

Como o Storytelling afeta o cérebro

Você já deve ter notado no YouTube, que os anúncios vem seguindo uma tendência de história narrada por algum personagem, sendo ele fictício ou não. Saiba como essa estratégia de storytelling afeta seu cérebro.

Transforma história em ideias: Uma história ativa partes do cérebro que permite que o ouvinte para transforme a história em sua própria ideia e experiência graças a um processo chamado de acoplamento neuronal.

Experimenta, comenta e compartilha: As pessoas não só vão ativar a  atividade cerebral através da sua história, mas também irão compartilhar e comentar da sua história.

É lembrada com maior precisão: O cérebro libera dopamina no sistema quando ele experimenta um evento emocionalmente carregado, tornando-o mais fácil de lembrar com maior precisão.

Histórias bem contadas envolvem muitas áreas do cérebro: Ao processar fatos, duas áreas do cérebro são ativadas (área de Wernicke e de Broca). Uma história bem contada pode envolver muitas áreas adicionais, incluindo o córtex motor, córtex sensorial, e no córtex frontal.

Publicidade

Samsung não perdoa Apple em comerciais cheios de piadas sobre concorrente

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

27 de julho de 2018

Não é de hoje que Samsung e Apple se alfinetam em comerciais e campanhas. Às vezes de modo mais sutil, outras vezes descaradamente.

Nesse round, foi a vez da Samsung aplicar alguns golpes.

Em nova campanha “Ingenius”, composta por três vídeos, a marca coreana simula uma loja da Apple, onde consumidores travam diálogos hilários com um atendente Apple.

Nos vídeos, o fato de um usuário não poder usar seus fones de ouvido no iPhone (porque este, há tempos, eliminou a entrada para áudio) vira motivo de piada. A velocidade do iPhone e a duração de sua bateria também entram no rol de piadas.

A ideia da Samsung é mostrar algumas inconveniências dos aparelhos Apple em termos de design e complementos.

Ao final, a frase “Upgrade to Galaxy” é matadora: a marca diz que não é questão de fazer um upgrade, por exemplo, de um iPhone 7 para um iPhone X. Sim que é preciso trocar de marca e ir para o time Samsung. 

Assista:

Publicidade

Abertas as inscrições para o Festival Costume Saudável

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

24 de julho de 2018

Entre os dias 24 e 26 de agosto, o Festival Costume Saudável, que já está em sua 6ª edição, irá reunir profissionais e pessoas interessadas em levar uma vida melhor. Indo muito além da alimentação e do “mundo fitness”, o evento visa reunir familiares e amigos para confraternizar, compartilhar, debater e se informar sobre assuntos como alimentação, restrições alimentares, maternidade, qualidade de vida, atividades físicas, meio ambiente e saúde. O evento vai oferecer mais de 200 atividades entre aulas em academias, palestras, apresentações culturais, oficinas culinárias, dentre outras.

Este ano, mais uma vez, as inscrições podem ser feitas pelo aplicativo Minha Cidade Saudável, uma ferramenta de sucesso que vai além do evento. O app já está disponível na App Store e Google Play. A participação nos três dias de Festival custa R$ 30 (R$ 15 meia entrada) e cada dia sai por R$ 20 (R$ 10 meia entrada), com pagamento via cartão de crédito. Na entrada do evento, o pagamento deve ser em dinheiro. Toda renda arrecadada com a venda dos ingressos será destinada ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

Já está disponível também o site do Festival Costume Saudável, mais uma ferramenta para auxiliar o público que aprecia e quer participar do evento e pretende acompanhar toda a programação que será atualizada diariamente. Através do site, tanto quem deseja participar como palestrante, ou ministrar uma aula de atividade física, ensinar um workshop de culinária, expor em um stand, ou até mesmo fazer uma cobertura jornalística poderá se inscrever. No espaço também é possível ver informações sobre as inscrições da Babu Games, um tipo de competição cross que acontecerá dentro do Festival e dará mais de 10 mil reais em premiações.

Que tal conferir o histórico das edições do festival em vídeo? No site você pode acessar essa opção, como também acompanhar as publicações do instagram e da #minhaatitudesaudavel, ação de incentivo para as pessoas publicarem vídeos ou fotos contando o que elas fazem no dia a dia, referente a atitudes saudáveis.

No site também estarão disponíveis as fotos do evento e pra quem não participou e quer conferir, ou para quem quer relembrar as edições anteriores, lá também está registrado os melhores momentos das edições passadas. O público poderá ter acesso a lista de patrocinadores, ao mapa do evento dentro do Rio Mar Fortaleza, além de toda a programação separada por dia e por local.

 

SERVIÇO:

Festival Costume Saudável

Data: 24, 25 e 26 de agosto

Local: Estacionamento do Shopping RioMar Fortaleza

Valor: R$ 30, pelo aplicativo Minha Cidade Saudável

www.costumesaudavel.com.br

*Valor arrecadado será doado ao Instituto do Câncer do Ceará e ao Instituto Povo do Mar – IPOM.

 

Publicidade

Alibaba cria inteligência artificial que escreve textos de seu e-commerce

Por rodrigogoyanna em Marketing

21 de julho de 2018

O futuro indica que os copywriters vão perder seus empregos para os robôs. Ou, no mínimo, a concorrência será grande.

O gigante Alibaba anunciou, nessa semana, a estreia de uma inteligência artificial que fará as vezes de copywriter, escrevendo os textos e descrições dos produtos à venda.

A notícia foi anunciada pela Alimama, braço de marketing digital da Alibaba. A IA será usada nos e-commerces Tmall, Taobao, Mei.com e 1688.com.

Para fazer o copywriting nos sites, a IA trabalhará com deep learning e tecnologia de processamento de linguagem natural, aprendendo sua função a partir de milhões de “bons exemplos” de descrições de produtos.

Marcas e anunciantes que queiram usar a ferramenta podem inserir as descrições em seus produtos a partir do botão “Produce Smart Copy”. Como resultado, aparecerão vários exemplos de textos.

As marcas também podem ditar o tipo de descrição, avisando antes se querem um texto, por exemplo, promocional, funcional, divertido, poético, ou sensível.

Alibaba: e-commerce agora tem descrições feitas com inteligência artificial Alibaba: e-commerce agora tem descrições feitas com inteligência artificial
Alibaba: e-commerce agora tem descrições feitas com inteligência artificial (Alibaba/Divulgação)

Segundo a Alimama, a ferramenta passou no Teste de Turing e foi capaz de gerar vinte mil linhas de texto em um segundo.

A marca garante que o trabalho dos copywriters humanos não está em risco, sim ficará mais eficiente: será trabalho deles ver, dentre as opções geradas pela IA, qual se adequa mais ao perfil que buscam para o produto ou campanha.

Em comunicado oficial, Christina Lu, gerente de marketing da Alimama, disse que, já que a máquina aprendeu a partir dos milhões de textos feitos por seres humanos, “a criatividade humana é a pedra fundamental dessa máquina, que não é capaz de substitui-la”.

Pode até ser. Resta saber até quando.

Outra novidade da marca é a criação de uma loja conceito que promete mudar a cara do varejo de moda e também se baseia na inteligência artificial.

A FashionAI abriu ontem (4), na Hong Kong Polytechnic University, como loja-piloto para demonstrações iniciais. A marca promete uma loja “livre de estresse” (sim, o ato de escolher, provar e comprar roupas geralmente vem acompanhado de estresse).

Entre as novidades, um “espelho inteligente”, que mostra informações dos produtos de modo automático, enquanto o cliente toca na roupa na arara. Ele ainda monta “looks” e sugere combinações de roupas a partir do que o cliente toca ou experimenta. Ele também indica onde determinado produto está localizado dentro da loja.

A ideia é otimizar suas escolhas e tempo: em vez de, por exemplo, você escolher uma blusa e depois passar uma hora tentando encontrar a calça ou o casaco que combina com ela, a loja já vai lhe indicar sugestões de combinações e informações de preço e localização de tais peças.

A loja também vai aprender com seus clientes e descobrir peças, cores e estilos mais ou menos buscados: cada roupa conta com um “cadeado inteligente” que vai salvando informações ao longo do dia: por rádio frequência, Bluetooth e sensores giroscópicos, os cadeados vão saber quando uma roupa foi tirada da arara, apreciada, provada, observada etc.

A máquina foi alimentada, inicialmente, com 500 mil combinações de roupas, criadas por estilistas da Taobao, braço da Alibaba, e especialistas em moda.

leia tudo sobre

Publicidade

Nike ganha Copa do Mundo na disputa contra Adidas

Por rodrigogoyanna em Marketing

17 de julho de 2018

Para a marca americana, a presença absoluta na final é uma vitória diante da sua principal rival, a alemã Adidas. Os milhões de espectadores ao redor do mundo viram o famoso logo da Nike a cada close nos 22 jogadores em campo. Quando o capitão do time vencedor levantou a cobiçada taça dourada, mais uma aparição do logo para a história, eternizada em vídeos e fotografias.

Claro: toda essa exposição e valor agregado gera mais interesse, mais vendas, mais patrocínios e, no futuro, mais valor de marca.

Na semifinal, a vantagem já era da Nike. Além de França e Croácia, a Inglaterra também é patrocinada pela Nike. A Adidas era representada apenas pela Bélgica.

Uma vitória importante, dado que, em 2014, a batalha Nike x Adidas viu o domínio da Adidas. Na semifinal Brasil (Nike) contra Alemanha (Adidas), deu Adidas. Na outra semifinal, deu Argentina (Adidas) contra Holanda (Nike).

É a primeira vez, desde 1998, que uma final foi só da Nike. Em 1998, 2002 e 2010, foi Nike X Adidas, com duas vitórias para a Adidas e uma para a Nike. Em 2006, Adidas X Puma (deu Puma). Em 2014, só Adidas em campo.

Ao começar a Copa do Mundo, a vantagem era, claramente, da Adidas: a marca estava patrocinando mais camisas que a Nike (12 contra 10) e ainda, o mais importante: era patrocinadora oficial da Fifa e da Copa, em um contrato de 800 milhões de dólares válido até 2030. Outro detalhe importante: a bola usada nos jogos é Adidas (algo que acontece desde 1970).

Além disso, a Nike vinha de três desfalques importantes: Holanda, Chile e Estados Unidos, que sempre a representavam na Copa, nem na Rússia estavam.

Mas, começando os jogos, a Adidas viu perdas importantes e imprevistas, como a Alemanha sendo eliminada na primeira fase e Argentina e Espanha caindo precocemente. O astro Lionel Messi, patrocinado por ela, também não rendeu o esperado e chegou a andar em campo, claramente abatido. O caminho estava aberto para a Nike, que tinha os favoritos ao seu lado, como Brasil e França.

Na Rússia, a Adidas patrocinou doze camisas: Egito, Marrocos, Japão, Irã, Rússia, Espanha, Bélgica, Suécia, Alemanha, México, Argentina e Colômbia. Entre seu “time”, os campeões Espanha, Alemanha e Argentina.

Já a Nike patrocinou dez camisas: Nigéria, Austrália, Coreia do Sul, Arábia Saudita, França, Portugal, Polônia, Inglaterra, Croácia e Brasil. Entre seus astros, Brasil, França, Inglaterra e Portugal.

Outras marcas abocanharam o que restou. Puma veio com quatro camisas, sendo a mais importante a do Uruguai. Uma participação tímida e em declínio, dado que em 2006, por exemplo, ela superou a Nike em patrocínios – 12 contra 8 – e ainda saiu campeã da Copa da Alemanha, com a Itália se consagrando tetracampeã.

Outras marcas dividiram os seis patrocínios restantes, como Umbro (Peru) e New Balance (Costa Rica).

Jogadores

A Nike também leva vantagem no patrocínio aos jogadores.

Segundo dados do Transfermarkt, a marca americana patrocina 14 dos 25 jogadores mais caros da Copa, enquanto a Adidas patrocina nove.

No time da Nike, nomes de peso como Neymar Jr. (Brasil), Harry Kane (Inglaterra), Kylian Mbappé (França), Eden Hazard (Bélgica) e Cristiano Ronaldo (Portugal).

Já a Adidas conta com Toni Kroos (Alemanha), Firmino e Gabriel Jesus (Brasil), Lionel Messi (Argentina) e Mo Salah (Egito).

Chuteiras

Para completar o placar final de 3 a 1 (a Adidas tem o gol por ser a parceira oficial da Copa e oferecer as bolas), a Nike é quem mais fornece as chuteiras dos jogadores.

De acordo com o CIES Football Observatory, 132 dos 200 jogadores mais caros da Copa da Rússia calçaram chuteiras Nike, contra 59 jogadores com chuteiras Adidas.

leia tudo sobre

Publicidade

Se no Brasil “tudo acaba em pizza”… Burger King lança o Pizza Burger

Por rodrigogoyanna em Marketing

15 de julho de 2018

O Burger King é uma das redes que mais se notabilizam pela comunicação criativa e as novas formas de revisitar os seus produtos. Conhecido pelos seus hambúrgueres, a empresa foi além e lançou um lanche especial para comemorar o Dia Mundial da Pizza, celebrado em 10 de julho.

Burger King: marca lança no Brasil uma mistura de pizza e hambúrguer

Feito com seis pedaços, o sanduíche em formato redondo aterrissa no Brasil para unir duas das maiores paixões gastronômicas nacionais: o hambúrguer e a pizza. Nomeado de Pizza Burger, a novidade teve o seu lançamento original nos Estados Unidos e foi criada a partir do conceito “made for sharing” (criado para compartilhar).

Feito em um pão com gergelim grande e dividido em seis pedaços, seis hambúrgueres, queijo, tomate, pepperoni, maionese e molho de tomate, o lançamento promete unir amigos e o melhor dos dois mundos em uma só criação.

“Como nosso público, que tem a liberdade de ser como quiser, nós também gostamos de inovar. O Pizza Burger não é exatamente uma pizza, nem um hambúrguer, e ao mesmo tempo traz os dois conceitos de uma vez só. Estamos muito curiosos para saber a reação de nossos consumidores”, explica Ariel Grunkraut, diretor de marketing do Burger King.

Por meio de um filme irreverente, a agência David foi convidada para anunciar a chegada do super sanduiche. Gravado na tradicional Festa de São Vito, em São Paulo (SP), o vídeo mostra a reação daqueles que mais entendem de comida italiana quando são apresentados ao Pizza Burger. Aos curiosos, o vídeo da campanha será veiculado em todas as redes sociais do Burger King em breve.

A edição limitada ficará disponível nos restaurantes dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, até 18 de julho. As opções serão vendidas a R$ 49,90, só o sanduiche, e R$ 69,90, o lanche mais duas batatas médias e dois free refil.

Conteúdo publicado originalmente no site AdNews.

leia tudo sobre

Publicidade

Imagem de mercado ou experiência?

Por rodrigogoyanna em estrategia, Foco, Marketing

30 de junho de 2018

“Entre ser e parecer ser, é preferível a ultima opção, porque a todos é dado o ver, mas a poucos é dado o sentir.”

Quando Maquiavel citou a frase acima, certamente estava se referindo ao seu posicionamento político, que pregava a negação de toda a moral.

Mas para as empresas, o que importa: Imagem de mercado ou Experiência?

Primeiro que não é necessário escolher um ou outro. O ideal é trabalhar ambos, ainda que uma boa experiência, crie uma imagem de mercado bastante positiva na mente do seu consumidor. 

Mas para aquelas empresas alienadas em investir apenas no on line e aguardar que o sucesso venha,  eu vos digo: EXPERIÊNCIA!

Não a toa dentro dos 4 Ps do marketing, experiência tem substituido produto.

Por mais que a imagem possa construir uma boa reputação de marca na mente do seu target, uma reputação baseada em conceitos rasos é somente uma análise fria perto da capacidade de fidelização que uma boa experiência pode criar no cliente. è capacidade de entrega da promessa feita a quem você quer que esteja sempre por perto.

Uma empresa com foco no consumidor, e preocupada em entregar excelência em cada etapa da jornada de compra, há de criar naturalmente uma imagem de marca bem mais sólida no inconsciente do seu publico, porque ele acaba retido por um histporico pessoal, e não baseado em comunicação indireta.

Nada substitui o trabalho de conhecer a fundo seu cliente, e esse fato é suficientemente claro pra justificar seus maiores esforços em agregar valor dentro da experiência de consumo. Para aí sim, após reconhecer quem de fato você é, comunicar sua marca com a clareza, verdade e objetividade que o mercado merece/precisa.

Mas a comunicação da marca não é importante? É DEMAIS! Mas ela é muito reativa sobre sua identidade organizacional, sobre suas raízes, quem você é, por isso o termo da moda é STORY TELLING. Invistamos nossos melhores esforços na capacidade de entregar o que promete, ao invés da marca simplesmente ser ativada através de um planejamento errado do que “os clientes  esperam que eu seja”. Essa tentativa de ativar esse gatilho mental é um tiro no próprio pé.

Trazendo de volta Maquiavel, vale lembrar que o nome do pensador italiano originou a palavra maquiavélico, e que sua doutrina pregava a negação da moral.

E aí? Vai fazer com que sua empresa siga Maquiavel e “pareça ser”? Ou prefere acreditar na dedicação de entregar satisfação a cada cliente que entrar na sua loja e vender a imagem que de fato sua empresa é?

leia tudo sobre

Publicidade

Kikazza – a importancia de uma boa identidade visual

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

24 de junho de 2018

Toda marca deveria ser uma promessa, porque é a primeira oportunidade de gerar interesse, ou no mínimo curiosidade de a partir de um primeiro contato visual, converter esse traunsente em cliente.

Semana passada vi essa logo em um shopping de Natal/ RN. Adorei ela!  Ativar a marca junto a um cliente não é fácil. A personalidade da marca reflete muito o comportamento não somente da empresa, mas o target que ela pretende atingir. Esse esforço de branding provoca ativação da marca, conversão, encantamento, e consequentemente, retenção e retorno através de clientes fidelizados.

A fonética da KIKAZZA entrega logo de cara o Core Business que a empresa possui, como se simulasse a reação de surpresa positiva quando alguém visse sua casa decorada com os moveis da empresa (que casa!). É de tão bom gosto, que quase imaginei um sotaque italiano pronunciar o nome da empresa, já que o pais da velha bota carrega consigo a cultura de produzir moveis de bom gosto e requinte.

A tipografia diferenciada, apesar de poder ocasionar perda de trafego no online, remete a um publico exclusivo, avesso ao que considera muito simples.

Os traços pretos grossos remetem a segurança, e já que o ticket médio de quem consome decoração é alto, é preciso confiança na empresa a qual se vai gastar tanto. Nesse segmento, o atributo durabilidade é muito importante. 

A variedade de cores da Logo, nesse caso, entrega que pra qualquer necessidade, a empresa terá uma solução pra te oferecer. De acordo com a semiótica das cores: cor quente como o vermelho te remete a urgência e impulsividade, o amarelo a otimismo,  o azul é a cor da credibilidade, e o verde é a cor da harmonia.

Muito legal conhecer uma empresa que reconhece a importancia desse tipo de estudo. Parabéns Kikazza! Muito sucesso na caminhada!!!

Publicidade

Pela 1ª vez, cai patrocínio de marcas à Copa do Mundo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

23 de junho de 2018

Antes da Copa de 2002, na Coreia do Sul e Japão, a fifa não era uma máquina de ganhar dinheiro. Na Copa de 98, na França, o futebol ainda vivia na “era moderna” do século 20. Dinheiro não era, exatamente, a prioridade. Faltava o mundo contemporâneo.

Quatro anos depois e em um novo século e milênio, a globalização e a internet tornaram o futebol mais profissional, mais globalizado e mais capitalista. Os fãs aumentaram, assim como os telespectadores e os salários astronômicos dos jogadores. Mais coisa estava em jogo (dentro e fora do campo).

Desde 2002, a Fifa viu as suas receitas dispararem, dos direitos de transmissão dos jogos aos patrocínios. Mas, na Copa do mundo da russia , pela primeira vez, o dinheiro vindo dos apoios de marcas caiu. Um cartão amarelo para a entidade.

Levantamento da Sports Value, empresa especializada em marketing esportivo, mostra que, em 2018, a Fifa arrecadou US$ 1,33 bilhão de seus patrocinadores. É 18% menos que na Copa do Mundo do Brasil, em 2014, quando de marcas veio US$ 1,63 bilhão.

Este ano, sete marcas são as “parceiras oficiais” da Fifa e da Copa, ou seja, as marcas da “cota master” dos patrocínios, o lugar de mais destaque: adidas, coca cola, Wanda Group, Gazprom, Hyundai, Qatar Airways e Visa.

Já entre os “patrocinadores oficiais” (uma cota menor) estão Budweiser, McDonald’s, Hisense, Mengniu e Vivo (marca chinesa de tecnologia e celulares, não a empresa brasileira de telefonia).

O motivo da queda? A saída de algumas marcas grandes, que cortaram seus patrocínios antes da Copa, como Johnson & Johnson, Castrol e Continental, além da pisada no freio de outras marcas que mantiveram o apoio.

Na visão de Amir Somoggi, sócio-diretor da Sports Value, o receio dessas marcas se deve aos escândalos de corrupção que envolveram a entidade nos últimos anos e que estourou em 2015, derrubando o presidente Joseph Blatter.

Amir Somoggi também analisa que as marcas estão mais cautelosas, já que é caro patrocinar a Copa e o retorno é difícil e incerto.

“É caro para as marcas. Se elas não conseguem ativar (promover ações durante o evento e dentro dos estádios, montar estandes, promover mídia durante os jogos), só sai caro e não há retorno. Marcas mais populares conseguem ativar bem, como Coca-Cola e Adidas. Outras, não”, explica Somoggi.

Apesar da queda, o faturamento com patrocínios ainda sem mantém elevado. Em 2002, por exemplo, era de apenas 512 milhões de dólares. De 2006 a 2014, um crescimento acelerado. De 562 milhões de dólares, passou para 1,63 bilhão de dólares.

Faturamento

Mesmo com a queda nos patrocínios de marca, a receita da Fifa vai crescer na Rússia. O motivo é o aumento do faturamento com direitos de transmissão. É o carro-chefe da entidade quanto o assunto é ganhar dinheiro.

Na Rússia, a Fifa espera arrecadar, no total, US$ 5,2 bilhões.  Isso é 8% mais que no Brasil, em 2014, quando faturou US$ 4,8 bilhões. Novamente, uma crescente que disparou de 2002 para cá. No Catar, em 2022, espera-se faturamento de US$ 6,5 bilhões.

Neste ano, a receita com direitos de transmissão de TV deve ser de US$ 2,76 bilhões, 11% mais que na Copa do Brasil (já em 2002, era apenas US$ 991 milhões).

Novas marcas

Se algumas marcas abandonaram o barco da Copa por conta dos escândalos de corrupção, outras aproveitaram o vácuo deixado.

A Wanda Group, empresa chinesa, é uma delas. Pela primeira vez, patrocina a Copa e fechou acordo até 2030, ou seja, para a Copa da Rússia e mais três torneios.

Entre as empresas do grupo está a InFront Media, empresa de marketing esportivo e que retém direitos de mídia da Copa em 26 países asiáticos.

Além disso, o grupo é dono de 20% do clube Atlético de Madrid.

A chegada da Wanda (que já chamou a atenção dos telespectadores brasileiros por sempre mostrar seu logotipo durante os jogos) mostra o interesse crescente do mercado chinês pelo futebol e pela Copa.

A China ainda marca presença com a Vivo e com a Mengniu, empresa de sorvetes e laticínios.

Outra novata é a Gazprom, empresa de energia russa. Claro, uma grande empresa russa precisava estar interessada na Copa de seu país. Entre as ideias ousadas da empresa está a construção de um gasoduto que passaria pela Coreia do Sul e norte.

Futuro do dinheiro

Apesar do crescimento no faturamento, o salto da receita foi de apenas 8% entre a Copa do Brasil e a Copa da Rússia. Crescimento modesto, dado que, em outros anos, houve saltos de 59% (entre 2010 e 2006) e 65% (entre 2006 e 2002).

Esse crescimento fraco, ao lado da queda da receita de patrocínio, deixa a Fifa preocupada. O que fazer, então, para ganhar mais dinheiro (tomando como base que esse é o interesse primordial da entidade)?

Na visão da atual diretoria e do presidente Gianni Infantino, a resposta é óbvia: aumentar o número de seleções. Em 2026, na Copa da América do Norte (Canadá, EUA e México), serão 48 seleções no lugar das atuais 32. A Fifa ainda pressiona para que essa novidade já comece em 2022, no Catar.

Mais seleções significa mais jogos e espectadores ao redor do globo. Mais jogos significa mais cota de patrocínio, mais espaço para mídia e mais dinheiro com direitos de transmissão.

Há um porém. O torneio com 48 times permitirá a presença de seleções muito fracas e jogos francamente ruins. A marca perderá um pouco do valor percebido de exclusividade e prestígio, podendo ver sua marca se desvalorizar e afugentar patrocinadores.

Outra preocupação da Fifa é com as novas tecnologias. No futuro, mais pessoas assistirão os jogos do celular, via streaming e redes sociais. A entidade teme que o faturamento com TV caia. Aumentar o número de seleções significaria chegar a países mais pobres da Ásia e África, onde e TV ainda é a realidade.

CBF

Não foi só a Fifa que sofreu com a saída de patrocinadores. A CBF, também envolvida em denúncias de corrupção, perdeu o apoio da Chevrolet, que lhe dava, antes, 54 milhões de reais.

Para a Copa na Rússia, a CBF não conseguiu encontrar substituto à altura. A entidade ainda tem Nike, Vivo, Guaraná Antarctica e Itaú entre seus parceiros. Também há um contrato com a Technogym.

Com a saída da Chevrolet, o faturamento da CBF com patrocínio caiu drasticamente. De R$ 410,9 milhões em 2016 para R$ 353,3 milhões em 2017, número semelhante a 2015 a 2014.

Publicidade

Pela 1ª vez, cai patrocínio de marcas à Copa do Mundo

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

23 de junho de 2018

Antes da Copa de 2002, na Coreia do Sul e Japão, a fifa não era uma máquina de ganhar dinheiro. Na Copa de 98, na França, o futebol ainda vivia na “era moderna” do século 20. Dinheiro não era, exatamente, a prioridade. Faltava o mundo contemporâneo.

Quatro anos depois e em um novo século e milênio, a globalização e a internet tornaram o futebol mais profissional, mais globalizado e mais capitalista. Os fãs aumentaram, assim como os telespectadores e os salários astronômicos dos jogadores. Mais coisa estava em jogo (dentro e fora do campo).

Desde 2002, a Fifa viu as suas receitas dispararem, dos direitos de transmissão dos jogos aos patrocínios. Mas, na Copa do mundo da russia , pela primeira vez, o dinheiro vindo dos apoios de marcas caiu. Um cartão amarelo para a entidade.

Levantamento da Sports Value, empresa especializada em marketing esportivo, mostra que, em 2018, a Fifa arrecadou US$ 1,33 bilhão de seus patrocinadores. É 18% menos que na Copa do Mundo do Brasil, em 2014, quando de marcas veio US$ 1,63 bilhão.

Este ano, sete marcas são as “parceiras oficiais” da Fifa e da Copa, ou seja, as marcas da “cota master” dos patrocínios, o lugar de mais destaque: adidas, coca cola, Wanda Group, Gazprom, Hyundai, Qatar Airways e Visa.

Já entre os “patrocinadores oficiais” (uma cota menor) estão Budweiser, McDonald’s, Hisense, Mengniu e Vivo (marca chinesa de tecnologia e celulares, não a empresa brasileira de telefonia).

O motivo da queda? A saída de algumas marcas grandes, que cortaram seus patrocínios antes da Copa, como Johnson & Johnson, Castrol e Continental, além da pisada no freio de outras marcas que mantiveram o apoio.

Na visão de Amir Somoggi, sócio-diretor da Sports Value, o receio dessas marcas se deve aos escândalos de corrupção que envolveram a entidade nos últimos anos e que estourou em 2015, derrubando o presidente Joseph Blatter.

Amir Somoggi também analisa que as marcas estão mais cautelosas, já que é caro patrocinar a Copa e o retorno é difícil e incerto.

“É caro para as marcas. Se elas não conseguem ativar (promover ações durante o evento e dentro dos estádios, montar estandes, promover mídia durante os jogos), só sai caro e não há retorno. Marcas mais populares conseguem ativar bem, como Coca-Cola e Adidas. Outras, não”, explica Somoggi.

Apesar da queda, o faturamento com patrocínios ainda sem mantém elevado. Em 2002, por exemplo, era de apenas 512 milhões de dólares. De 2006 a 2014, um crescimento acelerado. De 562 milhões de dólares, passou para 1,63 bilhão de dólares.

Faturamento

Mesmo com a queda nos patrocínios de marca, a receita da Fifa vai crescer na Rússia. O motivo é o aumento do faturamento com direitos de transmissão. É o carro-chefe da entidade quanto o assunto é ganhar dinheiro.

Na Rússia, a Fifa espera arrecadar, no total, US$ 5,2 bilhões.  Isso é 8% mais que no Brasil, em 2014, quando faturou US$ 4,8 bilhões. Novamente, uma crescente que disparou de 2002 para cá. No Catar, em 2022, espera-se faturamento de US$ 6,5 bilhões.

Neste ano, a receita com direitos de transmissão de TV deve ser de US$ 2,76 bilhões, 11% mais que na Copa do Brasil (já em 2002, era apenas US$ 991 milhões).

Novas marcas

Se algumas marcas abandonaram o barco da Copa por conta dos escândalos de corrupção, outras aproveitaram o vácuo deixado.

A Wanda Group, empresa chinesa, é uma delas. Pela primeira vez, patrocina a Copa e fechou acordo até 2030, ou seja, para a Copa da Rússia e mais três torneios.

Entre as empresas do grupo está a InFront Media, empresa de marketing esportivo e que retém direitos de mídia da Copa em 26 países asiáticos.

Além disso, o grupo é dono de 20% do clube Atlético de Madrid.

A chegada da Wanda (que já chamou a atenção dos telespectadores brasileiros por sempre mostrar seu logotipo durante os jogos) mostra o interesse crescente do mercado chinês pelo futebol e pela Copa.

A China ainda marca presença com a Vivo e com a Mengniu, empresa de sorvetes e laticínios.

Outra novata é a Gazprom, empresa de energia russa. Claro, uma grande empresa russa precisava estar interessada na Copa de seu país. Entre as ideias ousadas da empresa está a construção de um gasoduto que passaria pela Coreia do Sul e norte.

Futuro do dinheiro

Apesar do crescimento no faturamento, o salto da receita foi de apenas 8% entre a Copa do Brasil e a Copa da Rússia. Crescimento modesto, dado que, em outros anos, houve saltos de 59% (entre 2010 e 2006) e 65% (entre 2006 e 2002).

Esse crescimento fraco, ao lado da queda da receita de patrocínio, deixa a Fifa preocupada. O que fazer, então, para ganhar mais dinheiro (tomando como base que esse é o interesse primordial da entidade)?

Na visão da atual diretoria e do presidente Gianni Infantino, a resposta é óbvia: aumentar o número de seleções. Em 2026, na Copa da América do Norte (Canadá, EUA e México), serão 48 seleções no lugar das atuais 32. A Fifa ainda pressiona para que essa novidade já comece em 2022, no Catar.

Mais seleções significa mais jogos e espectadores ao redor do globo. Mais jogos significa mais cota de patrocínio, mais espaço para mídia e mais dinheiro com direitos de transmissão.

Há um porém. O torneio com 48 times permitirá a presença de seleções muito fracas e jogos francamente ruins. A marca perderá um pouco do valor percebido de exclusividade e prestígio, podendo ver sua marca se desvalorizar e afugentar patrocinadores.

Outra preocupação da Fifa é com as novas tecnologias. No futuro, mais pessoas assistirão os jogos do celular, via streaming e redes sociais. A entidade teme que o faturamento com TV caia. Aumentar o número de seleções significaria chegar a países mais pobres da Ásia e África, onde e TV ainda é a realidade.

CBF

Não foi só a Fifa que sofreu com a saída de patrocinadores. A CBF, também envolvida em denúncias de corrupção, perdeu o apoio da Chevrolet, que lhe dava, antes, 54 milhões de reais.

Para a Copa na Rússia, a CBF não conseguiu encontrar substituto à altura. A entidade ainda tem Nike, Vivo, Guaraná Antarctica e Itaú entre seus parceiros. Também há um contrato com a Technogym.

Com a saída da Chevrolet, o faturamento da CBF com patrocínio caiu drasticamente. De R$ 410,9 milhões em 2016 para R$ 353,3 milhões em 2017, número semelhante a 2015 a 2014.