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Agregando valor

por Rodrigo Goyanna

95% dos brasileiros acessam a internet enquanto assistem à televisão

Por rodrigogoyanna em Marketing

10 de junho de 2018

Se em 2015 o número de brasileiros que assistiam a TV enquanto usavam a internet já era muito alto, em 2018 ele se tornou quase absoluto.

Nova pesquisa do Ibope Conecta mostra que 95% dos brasileiros têm o hábito de ficar com um olho no peixe (TV) e outro no gato (internet). É o hábito “segunda tela” dos consumidores.

A pesquisa foi feita no começo de abril, com dois mil usuários de internet das classes A a D, de todas as regiões do Brasil.

Os números mostram que o smartphone é o meio predileto para acessar a internet de quem está vendo televisão.

E o hábito não é apenas para passar tempo durante os intervalos comerciais: a necessidade de se checar as redes sociais fala mais alto.

Confira:

 

Pesquisa do Ibope: relação dos brasileiros com a televisão e a internet Pesquisa do Ibope: relação dos brasileiros com a televisão e a internet

Pesquisa do Ibope: relação dos brasileiros com a televisão e a internet (Ibope/Divulgação)

Pesquisa do Ibope: relação dos brasileiros com a televisão e a internet Pesquisa do Ibope: relação dos brasileiros com a televisão e a internet

Pesquisa do Ibope: relação dos brasileiros com a televisão e a internet (Ibope/Divulgação)

Pesquisa do Ibope: relação dos brasileiros com a televisão e a internet Pesquisa do Ibope: relação dos brasileiros com a televisão e a internet

Pesquisa do Ibope: relação dos brasileiros com a televisão e a internet (Ibope/Divulgação)

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O jeito Apple de tratar os amantes da marca

Por rodrigogoyanna em branding, Marketing

02 de junho de 2018

Cena Real. Domingo 3pm na Applestore do Montgomey Mall em Bethesda, MD, USA: “Eu amoooooo esse modelo de Ipod”, diz uma efusiva garota. Inesperadamente, uma sorridente funcionária surge rebatendo: “nossa marca também ama você”.

Não se trata de um discurso leviano. A Apple ama amar seus clientes, porque o foco no consumidor norteia cada decisão ou estratégia adotada pela empresa. Isso agrega valor ao produto, o branding que a empresa desenvolve permite cobrar mais por cada aparelho; quer você ame, ou odeie a Apple, não há dúvidas de que você percebe a experiência que a empresa cria, a marca da maçã não vende simplesmente um celular, ela entrega uma experiência de consumo acima da média para o seu cliente. Porque apesar de ser empresa de tecnologia e inovação, a Apple fala a linguagem do cliente desde da etapa de reconhecimento de necessidade e captação de informações, até a fase final do pós-venda.

Cada funcionário da empresa criada por Steve Jobs é na verdade um defensor da marca, e carrega consigo o objetivo de tornar uma simples visita a Apple Store, numa experiência única e inesquecível.

De acordo com o depoimento real de alguns funcionários, a etapa  durante o fim do treinamento denomina-se “get shirtified” – algo como “encamisado”, significa que o funcionário vestiu a camisa da empresa. Esqueçam a camisa, o comprometimento se incorpora a alma através dos valores Apple de ser, uma aula de endomarketing que resulta em produtividade.

Para a Apple, o essencial é invisível aos olhos:  você vale pelo que você pensa. Quando a empresa abandona o status quo de estereótipo de funcionário, e contrata como vendedor o idoso, o jovem tatuado de bermuda, a garota com estilo gótico; ela transmite uma mensagem, “pra nossa empresa, são todos possíveis clientes, prováveis promotores da marca, e nossa maior preocupação é que se sintam confortáveis em serem atendidos por vendedores que transmitam nossos valores como organização, de uma maneira fácil de ser entendida, ou pelo menos mais agradável de ser escutada.” Pra tudo na vida é assim, o diferente geralmente causa estranheza, mas tudo aquilo que se assemelha provoca empatia.

O vendedor precisa absorver a premissa e vender a idéia de um produto simples, como um computador, em um objeto de desejo, com usabilidade amigável; trata-se do famoso mantra dentro da empresa:  keep it simple, uma maneira de garantir que qualquer usuário, de qualquer nível, consiga operar um produto Apple com poucos minutos de interação.

Assim, os consumidores estão dispostos a pagar mais por uma melhor experiência e exclusividade, em fazer parte de um grupo seleto de amantes da marca. Isso justifica em parte o sucesso da Apple em relação às suas concorrentes.

O segredo da empresa é saber quem é verdadeiramente seu público, e identificar exatamente quais são os valores que estes priorizam. Preço é o que você paga, valor, o que você leva. É um processo, valor incorporado a produto, precisa ser percebido pelo visitante, e precisa ser capturado como venda. Valor percebido é importante pra marca, valor capturado é importante pra empresa.

Quer saber se tá dando certo? Pergunta a alguém que acabou de adquirir um Macbook o que ele comprou? Ele nunca vai dizer que comprou um notebook, ele vai estufar o peito e responder com toda emoção, “comprei um Apple”

Em um próximo post, iremos falar mais sobre Branding, Net Promoter Score, Lock in, estratégias da Apple para manter a fidelização de seus clientes.

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TouchDown!

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

20 de Maio de 2018

O árbitro apita o fim do primeiro tempo! Hora de ir ao banheiro? Preparar a pipoca? Nos Estados Unidos não! Com o jeito americano de ser, eles conseguiram transformar o Superbowl, a final do Football Americano, segundo esporte mais popular do país, em um dos business entertainment mais rentáveis da história, e como quase tudo que se propõe a fazer, dão uma verdadeira aula de gestão; é um case de sucesso, onde quem gere o futebol brasileiro precisaria pagar ingresso, e assistir como se faz.

Em 2015, durante o intervalo do Superbowl, a cantora Katy Perry sobrevoou o campo, montou sob um gigante felino cenográfico, transformou o palco em um grande tabuleiro de xadrez, e cantou, tudo isso em menos de 13 minutos! A consequeência disso? Centenas de milhares de citações no Twitter e Facebook, reforço de branding, um gigantesco trafego de visitantes nas mídias dos parceiros, e outra multidão de curiosos interessados em conhecer esse esporte; são pessoas de todo o mundo, de diferentes idiomas, falando sobre o mesmo assunto. Enquanto isso, em terras tupiniquins, durante a final da Copa do Brasil, nós temos a opção de ver o Galvão Bueno comentar os melhores momentos no intervalo, ou escutar o Léo Batista narrar os gols da rodada. E tome gol da Alemanha.

A maneira com que os dirigentes esportivos nacionais enxergam o nosso futebol, deveria ser revista, a gestão do esporte que ainda é paixão nacional deveria se posicionar com mais racionalidade, profissionalismo e transparência, sob pena de perdermos a estigma de pais do futebol para nações que saíram da inércia e fizeram um benchmarking da forma americana de tratar esporte como business. Não é difícil, só é muito trabalho.

Ao invés de discutirmos onde estamos errando, criarmos indicadores de crescimento e projetarmos uma evolução do nosso esporte preferido, precisamos escutar notícias policiais se misturarem às futebolísticas. O resultado? Hoje infelizmente nós não fazemos mais parte do mainframe futebolístico, e não há previsão sobre o surgimento de dispositivos de controle de governança corporativa, que nos dê condições de “ajeitar nossa defesa”, ter um time “bem postado em campo”, e voltarmos as “quatro linhas” do futebol mundial “no ataque”. Nós precisamos de uma visão corporativa atuante para recuperar nosso prestigio como país do futebol. Seria um golaço.

Não precisamos que um juiz nos cobre arbitrariamente conceitos conhecidos do mundo corporativo, como compliance, endomarketing e meritocracia, é praxe para quem quer vencer, absorver a tática que o leve até o gol, os players do nosso mercado precisam “vestir a camisa” e acreditar que apesar da desvantagem competitiva, ainda dá pra vencer.

Não se trata de um esporte qualquer, é uma economia que gira em torno de um jogo, que se aquece a medida que as vitorias vão surgindo, é Vencer para Vender, e Vender para Ter, isso mesmo, Ter condições de novos auto investimentos que garantam a possibilidade de voltarmos a ser líder de mercado nesse esporte. Em algum momento do passado, os americanos enxergaram que isso era possível para com o American Football, e porque eles acreditaram, conseguiram atingir os incríveis números relacionados ao consumo do Superbowl 2015:

1 – A National Chicken Council, uma associação comercial que representa a indústria aviária nos EUA, calculou que aproximadamente 1,25 bilhão de asinhas de frango foram devoradas durante o Super Bowl 2015;

2 – A Domino’s Pizza e a Pizza Hut se planejaram para vender 29 milhões de fatias de pizza no dia do jogo;

3 – Um total de 112,2 milhões de pessoas assistiram ao Super Bowl no ano de 2014, tornando o evento o programa mais assistido na história da televisão norte-americana; em 2015, a expectativa é de que 1 em cada 3 norte-americanos, ou 169 milhões em todo o mundo, tenham assistido o jogo, que foi transmitido em 180 países e em mais de 30 idiomas. O gasto médio de consumo de quem viu o jogo pela TV foi de aproximadamente 78 dólares (custos com alimentação, equipamentos de TV e merchandising e camisas dos times.)

4 – Cada comercial de 30 SEGUNDOS veiculado pelo canal de TV NBC custou US$ 4,5 milhões aos anunciantes (4,5 MILHOES DE DOLÁRES POR 30 SEGUNDOS!). Devido ao investimento, cada anunciante contratava agências para produzirem comerciais únicos e especiais para a final do Superbowl.

5 – Quando o U2 comandou o show do intervalo em 2002, Bono Vox mostrou a bandeira dos EUA durante uma das músicas. Essa simples ação fez com que o álbum do grupo pulasse da 108ª posição para a 8ª no ranking Billboard;

6 – Depois que a banda The Black Eyed Peas se apresentou no Super Bowl em 2011, as vendas da música “Where is the Love” aumentaram 332%.

7 – Os bilhetes para o Super Bowl custam, em média, 4.676 dólares, um aumento de 23% face a 2014. O estádio da final de 2015 tem capacidade para 71.000 lugares, e estava lotado!

A sorte está lançada, dizem que o jogo só termina quando o juiz acaba, mas enquanto a gente não mudar, GOL da Alemanha, ou melhor Touchdown pros americanos!

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Afinal, o que é branding?

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

19 de Maio de 2018

Se for procurar nos livros, provavelmente vai encontrar que branding são ações alinhadas ao posicionamento, propósito e aos valores da marca que ajudam a construir uma imagem na mente do cliente.

Na prática, branding é quando uma marca se humaniza a ponto de te encantar.

O objetivo do branding, ou gestão de marca,  é não somente conquistar a cabeça do cliente, mas também seu coração. É uma parceria que se inicia a partir de uma variável que te conquistou.

Sempre que trabalhar branding, o objetivo é despertar sensações e criar conexões conscientes e inconscientes, importantes para que o cliente escolha a sua marca no momento de decisão de compra do produto ou serviço. É paixão pela experiência, em qualquer contato com a marca, e não somente na etapa do consumo.

Essas práticas auxiliam na criação de valor além do produto, e o tornam mais especial, aos olhos de do seu publico.  É mais que o produto, é quem a marca é.

 

Uma marca é um conjunto de expectativas, memórias, histórias e relacionamentos que, juntos, são responsáveis por fazer o consumidor escolher um produto ou serviço em vez de outro. (Seth Godin)

Gerenciar uma marca não é tarefa simples, as variáveis estão ancoradas no imprevisível comportamento humano.

No entanto, marcas são ativos que impactam a performance da empresa, de acordo com sua capacidade maior ou menor de mudar comportamentos. Por isso, apesar da dificuldade, há de se admitir quão indispensável é para uma empresa que busca criar uma identidade própria, sempre buscar ações de branding. Para isso, é importantes se pensar em alguns tópicos:

  1. Propósito

O atributo mais comum entre marcas fortes, entre todos os grandes “cases” de branding, é ter uma visão crítica, questionadora, sobre o mercado. Esta prática de branding reverteu a lógica do marketing tradicional, de que o cliente conhece suas próprias necessidades e, portanto, bastava perguntar a ele.

Na verdade, quando todos os concorrentes vão em busca da mesma fonte, e esta fonte responde o mesmo para todos, o mercado chega a um nível paralisante de semelhança entre suas ofertas. Todos começam a fazer igual, sempre ancorados na defesa de que “foi o cliente que pediu”.

Para fugir desta dinâmica perversa, algumas marcas descobriram que poderiam contrariar e questionar o que o mercado dizia.

Quando uma marca conhece seu mercado e tem um propósito, uma opinião, ela tem condições de propor o novo, o inesperado. E é isso que os clientes esperam: um especialista que possa trazer o que existe de novo.

Quando a Natura questionou o paradigma de que cosméticos deveriam esconder a realidade e fazer promessas falsas, ela criou inovação verdadeira. Sua primeira assinatura — “Verdade em cosmética” — traduzia uma crença profunda de seus fundadores. Não era um posicionamento tradicional de mercado, um insight. Toda a empresa estava voltada para entregar esta crença na prática. Como, por exemplo, na revolucionária campanha de Chronos, “Mulher bonita de verdade”, que utilizava modelos reais, mostrando suas idades reais e falando de benefícios verdadeiros de um creme antissinais — não de um “anti-idade. Anos mais tarde, quando a marca concorrente Dove iniciou uma campanha muito parecida, pela “Real beleza”, não era mais inovadora e não chegou perto do impacto de sua concorrente brasileira.

A complexidade desta prática é que ela demanda uma mudança de postura organizacional. Em outras palavras, precisa partir de um visionário, que muitas vezes se encontra na posição de fundador ou acionista. Não é uma prática que o departamento de marketing consiga conduzir de forma isolada. Não se trata de imagem, de comunicação, mas de uma identidade e propósito claros.

2 Experiência — ponto de contato

Uma marca só acontece de verdade e se torna real quando interage e entrega uma experiência a seus públicos, em qualquer que seja o ponto de contato — e não apenas pela via da comunicação.

O branding sempre procura conduzir a marca, de seu pensamento inicial, sua intenção estratégica, até seu “momento da verdade”. Uma marca não existe apenas na cabeça de seus gestores, na intenção de realizar algo ou passar uma mensagem bonita. Ela precisa ir para o mundo real e mudar comportamentos de clientes, prospects, funcionários, investidores, governos, imprensa, entre outros.

Algumas marcas, com o uso intensivo da comunicação, ficam apenas no discurso, em um passo anterior, que é sua promessa. Mas o que chamamos de mundo real? É o momento da entrega concreta de sua promessa, em uma experiência de interação que confirme na prática o seu discurso.

Quando uma marca pensa em experiência, ela olha para múltiplos meios e plataformas. Por exemplo, quando o Shopping Iguatemi pensa em uma experiência superior de varejo, olha além da comunicação publicitária. Tudo se volta para a interação com o cliente: suas lojas, espaço físico, sinalização, conceito, anúncios, fachada, segurança e serviços. E vai além: estar no Iguatemi é fazer parte de um estilo de vida, de um jeito de ver o mundo e se relacionar.

3 Pensar em vários públicos ao mesmo tempo

Uma grande mudança de nossa época, alavancada pela tecnologia da informação e convergência de meios, é a obrigatoriedade de atuação com diversos públicos ao mesmo tempo.

Foi-se o tempo em que as empresas decidiam falar com um público e ignorar os demais. Atualmente, as pessoas passaram a assumir, de forma natural, diferentes papéis em sua relação com as marcas. Alguém pode ser cliente e ao mesmo tempo um formador de opinião, um jornalista. Pode ser um colaborador e um investidor.

Por isso, a marca se torna importante, como origem e referência comum de todas as mensagens. Não importa com quem a empresa esteja falando, não importa a situação: a mensagem precisa fazer sentido e ser consistente para qualquer público. Sem uma mensagem alinhada, a marca corre o risco de se tornar “esquizofrênica”, enviando mensagens diferentes para cada público — por exemplo, dizer aos colaboradores que precisam se esforçar mais porque será um ano difícil e, ao mesmo tempo, anunciar perspectivas positivas a seus investidores.

A Vale construiu um dos maiores cases de reputação corporativa do Brasil, quando percebeu que sua imagem não deveria ser construída apenas junto ao público tradicional, os clientes. Na verdade, um cliente de minério na China pode dar pouca importância à marca. Mas para operar com segurança, com o “goodwill”, conquistar seus demais públicos, a Vale entendeu e passou a levar sua mensagem de progresso e sustentabilidade a formadores de opinião, governos de todas as esferas, ONGs, colaboradores, mercado de talentos, fornecedores.

4 Linguagem integrada

Perceber que a todo momento sua marca está “con-ver-sando” com seu público é uma prática central em branding. Toda marca possui uma estética, ou seja, emite sinais visuais e de comportamento para seus públicos, buscando construir uma imagem. Esta linguagem aparece na comunicação publicitária, em uma loja, em uma maneira de atender um cliente ou responder a uma reclamação. E em todas estas manifestações, uma imagem está sendo formada.

Quando passa a se preocupar com esta linguagem, uma marca passa
a
olhar para todas as suas manifestações, além da comunicação tradicional. Por exemplo, descobre que o atendimento é uma manifestação estética, ou seja, transmite sinais comportamentais e visuais que contribuem para a consistência de sua imagem.

O Banco Itaú descobriu isso há muito tempo. O alinhamento estético/visual de todos os seus pontos de contato, das agências à sua comunicação digital, garante uma presença de marca ímpar, com reconhecimento imediato. Isso permitiu à marca Itaú alcançar um objetivo de sonho para as marcas: apropriar-
se, imageticamente, de uma cor — no seu caso, o laranja. Hoje quando vemos um filme publicitário utilizando intensivamente a cor laranja, por exemplo, antes de ver o anunciante, sabemos de quem se trata.

5 Relevância de conteúdo

Vivemos em um contexto de excesso de informação e de oferta. Temos muitas opções de escolha para quase tudo que demandamos, mas também muito pouco tempo para exercer estas escolhas.

Por isso o indicador-chave em branding é relevância, ou, em outras palavras, percepção de valor.

Uma marca pode buscar ser conhecida e top of mind, por meio de comunicação intensiva; ou se diferenciar, através de um posicionamento bem definido e pesquisado. Mas isso o ferramental de marketing sabe resolver.

No entanto, entre uma marca conhecida, diferente, genial, engraçada, e uma marca relevante, esta última vai prevalecer. Apenas uma marca relevante pode levar os públicos da empresa, principalmente o cliente, a mudar seu comportamento.

É a relevância que transforma potenciais em futuros clientes reais; que torna um cliente mais leal e permite maiores margens; que atrai e mantém talentos; que transmite confiança a investidores.

A marca Brahma, mesmo não sendo corporativa, soube aumentar sua relevância ao longo dos anos, em um mercado ultracompetitivo. Sua relevância vem através de dois elementos: conexão máxima com seu público, o “brameiro”, desde seu comportamento, seu jeito de pensar, até a presença em seu momento de lazer — o futebol. A Brahma construiu uma posição de relevância e ao mesmo tempo de diferenciação, que são alavancas fundamentais de preferência e, consequentemente, de vendas.

6 Marca e negócio são uma coisa só

Por fim, mais que uma prática, uma das maiores forças que encontramos em marcas de sucesso é o reconhecimento, por parte da alta gestão, de que a marca representa e alavanca o negócio como um todo. É um ativo da empresa, e não uma logomarca gerenciada pelo departamento de marketing.

Quando a empresa se manifesta, em qualquer iniciativa, a imagem de sua marca será impactada, tornando-se a depositária de percepções positivas — ou negativas. A separação tradicional dos objetivos “de negócio” e “de marca” levou a um afastamento da agenda dos presidentes em relação ao pessoal de marketing e comunicação. Mas, apesar de tentar ser didática, esta separação era falsa. Quando um presidente ou diretor de relações com investidores dá uma entrevista,  está contribuindo, para o bem ou para o mal, para a reputação da empresa. E esta reputação é sustentada, referenciada, pela marca.

A noção de que marca e negócio são dois lados da mesma moeda tem levado, por exemplo, o pessoal do departamento de RH nas empresas a falar em branding, em atributos de marca, em posicionamento. Claro: eles são responsáveis por construir a imagem da marca para um público crucial, o público interno.

A Telefonica Vivo tem clareza sobre isso. As diretrizes estratégicas de suas marcas sempre procuram abranger e fazer sentido para todos os públicos. Seus valores são tratados como valores de marca, que devem mudar comportamentos, e não algo abstrato, em um quadro na parede. Isso cria um nível de consistência e atratividade difícil de ser combatido pelos concorrentes

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Designer cria a linha de cervejas “Esse país me obriga a beber”

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

15 de Maio de 2018

Com nomes como O Golpe”, “Mala Marcada”, “Bunker Baiano”, “Triplex” e “Grande Acordo, a linha foi pensada para denunciar o que tem ocorrido na política brasileira. “O Brasil tem um dos momentos mais delicados de sua história. Mais do que nunca, você precisa saber em quem votar e tudo o que a pessoa está envolvida. Um dos principais cenários de discussão política é na mesa de bar, então decidimos juntar as duas coisas: política e cerveja”, disse o criativo na página de seu projeto.

Confira abaixo algumas garrafas pensadas pelo jovem:

Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional

Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional (Pevê Azevedo/Divulgação)

Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional

Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional (Pevê Azevedo/Divulgação)

Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional

Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional (Pevê Azevedo/Divulgação)

Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional

Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional (Pevê Azevedo/Divulgação)

Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional

Cervejas: rótulos criados pelo designer Pevê Azevedo trazem cenas da política nacional (Pevê Azevedo/Divulgação)

Conteúdo publicado originalmente no site AdNews.

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Nike, Adidas e Coca são as mais lembradas por brasileiros na Copa do Mundo

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

07 de Maio de 2018

Um novo estudo da MindMiners, startup brasileira de pesquisa digital, traz algumas dessas respostas. Ele foi divulgado ao site EXAME.

O relatório “Copa do Mundo: as marcas e os torcedores” entrevistou mil brasileiros para entender como, por aqui, os consumidores enxergam as marcas na Copa, o que eles esperam dos jogos na Rússia e quais serão seus hábitos de consumo durante o evento.

A pesquisa foi feita no começo de abril, em todas as regiões do país, entre pessoas das classes A a E e a partir de 18 anos.

Confira os principais resultados.

Principais descobertas

  1. A Nike é a marca mais associada à Copa (a marca fornece o material esportivo da Seleção)
  2. Raramente as marcas que patrocinam oficialmente a Copa são as mais lembradas
  3. 1 entre 3 brasileiros vai gastar mais durante as semanas de Copa
  4. Quase metade dos brasileiros comprará alguma coisa por causa da Copa
  5. Mais da metade diz que os escândalos de corrupção envolvendo a CBF diminuem a vontade de torcer para a Seleção
  6. A TV Globo é a predileta de 2 entre 3 brasileiros para assistir aos jogos
  7. Neymar e Tite são os mais admirados da Seleção
  8. A maioria acha que não mudará nada a autoestima do brasileiro se o Brasil voltar com a taça

As marcas mais lembradas

Questionados sobre qual marca vem à cabeça quando se fala “Copa do Mundo”:

  1. Nike: 39%
  2. Adidas: 14%
  3. Coca-Cola: 6%
  4. Fifa: 4%
  5. Itaú: 3%
  6. Penalty: 3%
  7. Brahma: 2%
  8. Caixa: 2%
  9. Outros (menos de 2% de menções cada): 27%

Marcas esportivas que mais associam à Copa: Nike (59%) aparece em primeiro lugar, seguida por Adidas, Puma e Mizuno.

Marcas de cerveja que mais associam à Copa: Brahma (27%), seguida de Heineken (24%), Skol, Budweiser e Itaipava.

Marcas de fast food que mais associam à Copa: McDonald’s (60%). Depois, vêm Burger King (9%), Subway, Habib’s e Pizza Hut.

Companhias aéreas que mais associam à Copa: Gol (34%), Tam (25%), Emirates e American Airlines.

Bandeiras de cartão mais associados à Copa: Visa (42%), Mastercard (40%), American Express e Elo.

Marcas de telecomunicação mais associadas à Copa: Vivo (43%), Tim, Oi e Claro.

Marcas de automóveis que mais associam à Copa: Volkswagen (27%), Hyundai, Chevrolet, Fiat, Honda e Toyota.

Consumo durante a Copa

7 entre 10 disseram que seus gastos costumam aumentar durante a Copa. O motivo se explica, em boa parte, pelo aumento na frequência de bares e encontros com amigos e familiares para assistir às partidas. Um motivo, também, respondido por 8% dos entrevistados: eles compram álbum e figurinhas da Copa.

Quase metade pretende comprar alguma coisa por causa da Copa:

  1. Camisa da Seleção: 23%
  2. TV: 15%
  3. Álbum de figurinhas: 12%
  4. Celular: 11%
  5. Notebook: 6%

Quando o assunto é cerveja, 25% dos entrevistados responderam que sempre bebem cerveja vendo os jogos, enquanto 31% só bebe às vezes e 44% não bebe.

Questionados sobre a marca de cerveja que mais combina com os jogos da Copa, a Heineken foi a mais citada (26%), seguida de Skol (22%) e Brahma (21%). Ainda vieram Budweiser, Itaipava e Antarctica.

E quem vai ganhar?

71% acredita que o Brasil virá com o hexa para casa. A Alemanha aparece como a provável campeã para 15%. Depois, Espanha (5%), e França e Argentina, com 2% das respostas cada.

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As 10 marcas cujos influenciadores no Instagram mais têm seguidores falsos

Por rodrigogoyanna em branding, estrategia, Marketing

01 de Maio de 2018

No instagram, já é praxe grandes marcas pagarem para influenciadores divulgarem os seus produtos e serviços. Mas quantos seguidores desses “influencers” seriam verdadeiros (assim, consumidores reais sendo “influenciados”) e quantos seriam, na verdade, contas falsas?

 Um novo estudo americano da Points North Group traz essa resposta.

Divulgado pela revista AdAge, a pesquisa traz a lista das marcas cujos influenciadores contratados por elas mais têm perfis fake entre seus seguidores. As porcentagens, entre alguns marcas, são altas.

Isso mostra como o departamento de marketing de muitas empresas pode estar contratando um influenciador por achar que ele possui um alcance alto, quando, na verdade, este pode ser bem baixo.

O índice elevado de seguidores falsos nos perfis dos supostos influenciadores também mostra como a contagem do “nível de influência” (quantos seguidores a pessoa tem) e o cálculo de seu pagamento pode ser uma furada: quantos ali o post realmente alcança e quantos ali são fake ou têm um perfil inativo, as marcas costumam não saber.

Segundo a Point North Group, a média de preço de um seguidor por post é de 0,3 centavos de dólar entre marcas no Instagram.

Confira o top 10 de marcas cujos influenciadores têm seguidores falsos:

Posição Marca % de seguidores falsos
1 Ritz-Carlton 78
2 Aquaphor 52
3 L’Occitane 39
4 Pampers 32
5 DSW 29
6 Crocs 25
7 Lulus 22
8 Neiman Marcus 22
9 Magnum Ice Cream 20
10 Olay 19

O relatório também trouxe a lista das marcas que mais gastam com posts de influenciadores no Instagram e aquelas que estão se dando bem: as mais eficientes na relação gastos com influenciadores/retorno real.

Confira a lista dos que mais gastam:

Posição Marca Gasto (em dólares)
1 Flatty Tummy Co. 1.560.178
2 Amazon 646.212
3 Mercedes-Benz 515.697
4 Land O’Lakes 455.586
5 Stella Artois 423.175
6 Walmart 329.957
7 Waist Gang Society 317.783
8 SugarBear Hair 316.182
9 Freeform 304.357
10 Calvin Klein 250.763

Confira a lista das marcas mais eficientes. CPM é a sigla em inglês para “custo por mil impressões”, ou seja, quanto custa cada grupo de mil alcances reais de usuários/consumidores.

Posição Marca C.P.M. (em dólares)
1 Heinz Ketchup 1,78
2 Ulta Beauty 2,02
3 Hidden Valley 2,11
4 Suspicious Antwerp 2,13
5 Marc Jacobs Beauty 2,56
6 Chloé 2,97
7 Vicks 3,09
8 Call of Duty 3,12
9 Justice 3,16
10 BioClarity 3,19
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McDonald’s apresenta seus oito sanduíches da Copa do Mundo 2018

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

15 de Abril de 2018

O MCDONALDS divulgou, ontem (11), os seus sanduíches especiais para a Copa do Mundo.

A marca, tradicionalmente, lança novos lanches especiais, um para cada país e para cada dia da semana, trazendo ingredientes marcantes de cada culinária. É a quinta vez que o McDonald’s Brasil investe na ação.

Dessa vez, contudo, são oito lanches. Sete para cada dia da semana e o McBrasil, que poderá ser comprado em qualquer dia.

Outra novidade desse ano são as McFritas ou Batatas Rústicas personalizadas para cada país.

Chama a atenção a presença do McItália, já que a seleção, tragicamente, não se classificou para a Copa.

Uma ausência curiosa é um imaginado McRússia, o país anfitrião do evento. Seria interessante ver o lanche do país que receberá as seleções.

A explicação para tal escalação é simples: o McDonald’s decidiu que esse ano a marca homenagearia as oito seleções que já foram campeãs: Brasil, Alemanha, Espanha, Uruguai, Argentina, Inglaterra, Itália e França.

Os lanches estarão à venda a partir de 24 de abril.

O preço do combo (lanche, frita e refrigerante) deverá sair por 29,90 reais.

Confira, a seguir, cada lançamento:

McItália – Domingo

Composto por queijo muçarela, polpetone, tomate, pepperoni e melt de muçarela com tomate seco no pão de brioche. McFritas tradicionais com molho de muçarela com tomate seco e bacon picado.

McItália: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McItália: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McItália: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McFrança – Segunda-feira

Composto por cogumelos caramelizados, dois hambúrgueres, queijo emental, mix de folhas, cebola crispy e Melt Brie no pão com gergelim. Batatas Rústicas com molho Melt Brie e bacon picado.

McFrança: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McFrança: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McFrança: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McEspanha – Terça-feira

Composto por queijo muçarela, dois hambúrgueres, mix de folhas, tomate, copa fatiada e maionese de oliva no pão de brioche. Batatas rústicas com molho de maionese de oliva e bacon picado.

McEspanha: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McEspanha: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McEspanha: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McAlemanha – Quarta-feira

Composto por cebola caramelizada, 2 fatias de queijo emental entre dois hambúrgueres, bacon, tomate e mostarda rústica no pão com gergelim. Batatas rústicas com molho de maionese e bacon picado.

McAlemanha: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McAlemanha: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McAlemanha: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McUruguai – Quinta-feira

Composto por 2 fatias de queijo emental entre 2 hambúrgueres, copa fatiada, cebola crispy e maionese chimichurri no pão de brioche. McFritas tradicionais com molho de maionese chimichurri e bacon picado.

McUruguai: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McUruguai: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McUruguai: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McInglaterra – Sexta-feira

Composto por 2 fatias de queijo emental entre 2 hambúrgueres, picles, fatias de bacon, cebola crispy e molho barbecue no pão com gergelim. McFritas tradicionais com molho cheddar e bacon picado.

McInglaterra: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McInglaterra: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McInglaterra: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McArgentina – Sábado

Composto por 2 fatias de queijo cheddar entre 2 hambúrgueres, bacon, tomate, alface crespa e maionese chimichurri no pão de brioche. Batatas rústicas com molho de maionese verde e bacon picado.

McArgentina: sanduíches do McDonald's para a Copa do Mundo 2018 McArgentina: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018

McArgentina: sanduíches do McDonald’s para a Copa do Mundo 2018 (McDonald’s/Divulgação)

McBrasil – Todos os dias

Composto por dois hambúrgueres, queijo típico brasileiro, mix de folhas, bacon e maionese verde no pão de brioche. McFritas ou Batatas Rústicas especiais do dia.

O McDonald’s ainda não divulgou a imagem do McBrasil.

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Apple e Google já não são mais vistos com tanta estima pelos consumidores

Por rodrigogoyanna em estrategia, Marketing

10 de Abril de 2018

Uma nova pesquisa nos EUA sobre percepção de marca mostrou que gigantes, como Apple e Google já não têm o respeito dos consumidores como antigamente.

O Reputation Quotation de 2018, da The Harris Poll, mostra o nível da reputação de grandes marcas nos EUA entre seus consumidores. 25.880 pessoas foram entrevistadas para compor o ranking atual de marcas mais respeitadas.

A The Harris Poll mede desde 1999 o respeito pelas 100 principais marcas do ano vigente. São vinte critérios, divididos em seis categorias, como “Responsabilidade social”, “Visão e liderança” e “Apelo emocional”.

A Apple, que já chegou a ficar na quinta posição entre as mais respeitadas em 2017, agora amarga o 29º lugar. Talvez a culpa seja dela mesma: a empresa admitiu que diminuía de propósito a velocidade de aparelhos antigos. Não pegou nada bem no quesito “confiança dos consumidores”.

O Google também caiu diversas posições e agora aparece na 28ª posição. A marca se envolveu em escândalos com o youtuber Logan Paul (muitos acharam que ela demorou a responder a grave questão).

2018

A Amazon figura no topo do ranking como a mais respeitada. Em segundo, vem a rede de mercados Wegmans. 

Nas posições seguintes, aparecem a Tesla Motors, a rede de restaurantes Chick-fil-A e a The Walt Disney Company.

Segmentos

Dividindo as marcas de acordo com os seis grandes critérios da pesquisa, eis as três mais respeitadas em cada segmento:

Produtos e serviços: Amazon, Tesla Motors e Wegmans

Ambiente de trabalho: Wegmans, Chick-fil-A e Tesla Motors

Performance financeira: Amazon, The Walt Disney Company e Berkshire Hathaway

Visão e liderança: Tesla Motors, Amazon e Berkshire Hathaway

Apelo emocional: Amazon, Chick-fil-A e UPS

Responsabilidade social: Tesla Motors, Wegmans e Whole Foods Market

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Netflix abre “Loja da Corrupção” para divulgar “O Mecanismo”

Por rodrigogoyanna em Marketing

29 de Março de 2018

A netflix criou a “Loja da Corrupção”para divulgar “O Mecanismo”, mais uma de suas séries. A criação deJose Padilha mostra a maior investigação de desvio e lavagem de dinheiro da história do Brasil (dramatiza a operação Lava Jato).

Mas entre aqueles que não gostaram muito e aqueles que curtiram sim a produção, não podemos negar que a jogada para divulgar a novidade foi no mínimo ousada. Afinal, ainda que ladrões, ninguém precisa andar mal vestido, não é mesmo?

Situadas no aeroporto de Brasília e São Paulo as unidades oferecem produtos como tornozeleiras de strass para quem não deixa o brilho de lado, mesmo em prisão domiciliar, gravatas com filmadoras embutidas “para você dar um nó nos seus inimigos políticos”, como diz o anúncio e até a “cueca doleira” que não precisa de explicações maiores…Ah, entre os itens expostos, também está o livro Delação Premiada para Leigos.

Até o início da tarde desta terça-feira, 27, o post recebeu 838 mil visualizações, 42 mil reações, mais de 24 mil compartilhamentos e quase 7 mil comentários.

Ações mais agressivas de marketing são a cara da Netflix, mas qual sua opinião sobre esta última? Que tal deixar um comentário contando para a gente?

Conteúdo publicado originalmente no site AdNews.

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Netflix abre “Loja da Corrupção” para divulgar “O Mecanismo”

Por rodrigogoyanna em Marketing

29 de Março de 2018

A netflix criou a “Loja da Corrupção”para divulgar “O Mecanismo”, mais uma de suas séries. A criação deJose Padilha mostra a maior investigação de desvio e lavagem de dinheiro da história do Brasil (dramatiza a operação Lava Jato).

Mas entre aqueles que não gostaram muito e aqueles que curtiram sim a produção, não podemos negar que a jogada para divulgar a novidade foi no mínimo ousada. Afinal, ainda que ladrões, ninguém precisa andar mal vestido, não é mesmo?

Situadas no aeroporto de Brasília e São Paulo as unidades oferecem produtos como tornozeleiras de strass para quem não deixa o brilho de lado, mesmo em prisão domiciliar, gravatas com filmadoras embutidas “para você dar um nó nos seus inimigos políticos”, como diz o anúncio e até a “cueca doleira” que não precisa de explicações maiores…Ah, entre os itens expostos, também está o livro Delação Premiada para Leigos.

Até o início da tarde desta terça-feira, 27, o post recebeu 838 mil visualizações, 42 mil reações, mais de 24 mil compartilhamentos e quase 7 mil comentários.

Ações mais agressivas de marketing são a cara da Netflix, mas qual sua opinião sobre esta última? Que tal deixar um comentário contando para a gente?

Conteúdo publicado originalmente no site AdNews.