Publicidade

A volta da boemia

por Mayara Kiwi

zéis

Zéis lança seu primeiro disco solo e pode ter certeza que você vai gostar de ouvir

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

29 de agosto de 2017

Zéis é frontman da banda Capotes Pretos na Terra Marfim, atua na cena teatral de Fortaleza como ator, preparador vocal e em trilhas sonoras, mas, até agora, ainda não tinha um trabalho para chamar de seu. Em abril de 2016, o músico reuniu canções, conceitos e ideias e entrou em estúdio, em um trabalho que levaria cerca de um ano para ser concluído.

Com 10 faixas e participações especiais de Lorena Nunes, Andrezão GDS e Berg Menezes, o álbum foi lançado em versão física, e chega às plataformas digitais em setembro.

Zéis - De Preto em Blue

Zéis – De Preto em Blue

“A vontade de fazer esse álbum surgiu pela necessidade que senti de produzir uma música que conversasse mais diretamente com as pessoas sobre temas que não pude falar até agora nos meus outros trabalhos. Este álbum é também um encontro meu com mundos musicais que eu não pude explorar até aqui”, conta.

Com mais peso no instrumental e nas temáticas das letras (desigualdade social, racial e violência são alguns deles), Zéis apresenta em “De Preto em Blue” uma estreia solo de um artista maduro, criativo e versátil, unindo experimentação e pegada pop em uma mistura de gêneros que vai do maracatu ao rap, do folk ao brega, sem parecer uma colcha de retalhos, tudo fazendo sentido de estar junto e tendo seu lugar.

Processo criativo e participações especiais

“De Preto em Blue” foi todo construído ao lado do produtor Igor Miná, do Mocker Studio. Juntos, encontraram timbres especiais e arranjos trabalhados em camadas e camadas de sintetizadores, guitarras e samples modificados – cada música tem uma história de bastidor, um instrumento com função reimaginada (um teclado Yamaha dos anos 90 gravado com pedais de efeito de guitarra; um surdo de bateria afinado e tocado como alfaia; uma cuíca eletrônica criada com sintetizador; samples de bateria captados em estúdio e remontados digitalmente).

“Todo trabalho solo nunca é solo de verdade. A gente sempre precisa de muito mais gente envolvida, e isso dá muito mais sentido ao trabalho”, comenta.

Para a missão, Zéis contou com as participações da cantora Lorena Nunes, com quem divide os vocais na bela “Vai Ter Carnaval”; do rapper Andrezão GDS, que solta o verbo em “Retrovisor”; do baterista Artur Guidugli, dos Capotes Pretos; de Berg Menezes nos synths de “Sopro Vital”; e de Gigi Castro e Jânio Florêncio, parceiros nas composições “Sopro Vital” e “Vai Ter Carnaval”, respectivamente.

 

Outras plataformas

A versão digital do disco vai ser disponibilizada nas plataformas digitais de streaming e download como Spotify, Deezer, Apple Music e Google Play durante o mês de setembro, pelo selo Mocker Discos e distribuição via Tratore.

Sobre Zéis

Moisés Filipe, o Zéis, é cantor e compositor cearense formado em música pela Universidade Federal do Ceará. À frente dos Capotes Pretos na Terra Marfim, lançou o álbum homônimo à banda em 2015 e o EP “A Casa” em 2013. Tocou nos principais festivais de música de Fortaleza, como Maloca Dragão, Mostra Petrúcio Maia, Feira da Música, Conecta, Festival UFC de Cultura, Manifesta e Grito Rock. Estreou o show solo em dezembro de 2016 em formato trio, assumindo o baixo e utilizando samples ao vivo. É atuante no cenário teatral da cidade como ator, preparador vocal e compondo sonoplastias para espetáculos.

Canal no Youtube

Um bônus pra quem quer ver um pouco de como foi o processo de produção do disco, no canal do Zéis, você pode encontrar vários vídeos que formam uma espécie de linha do tempo, mostrando a construção do álbum e é claro, clipes e vídeos do artista. Vale a pena, assistir!

Para conhecer e acessar:

Facebook: http://www.facebook.com/zeisfanpageoficial

YouTube: http://www.youtube.com/c/zeisoficial

Publicidade

Zéis lança seu primeiro disco solo e pode ter certeza que você vai gostar de ouvir

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

29 de agosto de 2017

Zéis é frontman da banda Capotes Pretos na Terra Marfim, atua na cena teatral de Fortaleza como ator, preparador vocal e em trilhas sonoras, mas, até agora, ainda não tinha um trabalho para chamar de seu. Em abril de 2016, o músico reuniu canções, conceitos e ideias e entrou em estúdio, em um trabalho que levaria cerca de um ano para ser concluído.

Com 10 faixas e participações especiais de Lorena Nunes, Andrezão GDS e Berg Menezes, o álbum foi lançado em versão física, e chega às plataformas digitais em setembro.

Zéis - De Preto em Blue

Zéis – De Preto em Blue

“A vontade de fazer esse álbum surgiu pela necessidade que senti de produzir uma música que conversasse mais diretamente com as pessoas sobre temas que não pude falar até agora nos meus outros trabalhos. Este álbum é também um encontro meu com mundos musicais que eu não pude explorar até aqui”, conta.

Com mais peso no instrumental e nas temáticas das letras (desigualdade social, racial e violência são alguns deles), Zéis apresenta em “De Preto em Blue” uma estreia solo de um artista maduro, criativo e versátil, unindo experimentação e pegada pop em uma mistura de gêneros que vai do maracatu ao rap, do folk ao brega, sem parecer uma colcha de retalhos, tudo fazendo sentido de estar junto e tendo seu lugar.

Processo criativo e participações especiais

“De Preto em Blue” foi todo construído ao lado do produtor Igor Miná, do Mocker Studio. Juntos, encontraram timbres especiais e arranjos trabalhados em camadas e camadas de sintetizadores, guitarras e samples modificados – cada música tem uma história de bastidor, um instrumento com função reimaginada (um teclado Yamaha dos anos 90 gravado com pedais de efeito de guitarra; um surdo de bateria afinado e tocado como alfaia; uma cuíca eletrônica criada com sintetizador; samples de bateria captados em estúdio e remontados digitalmente).

“Todo trabalho solo nunca é solo de verdade. A gente sempre precisa de muito mais gente envolvida, e isso dá muito mais sentido ao trabalho”, comenta.

Para a missão, Zéis contou com as participações da cantora Lorena Nunes, com quem divide os vocais na bela “Vai Ter Carnaval”; do rapper Andrezão GDS, que solta o verbo em “Retrovisor”; do baterista Artur Guidugli, dos Capotes Pretos; de Berg Menezes nos synths de “Sopro Vital”; e de Gigi Castro e Jânio Florêncio, parceiros nas composições “Sopro Vital” e “Vai Ter Carnaval”, respectivamente.

 

Outras plataformas

A versão digital do disco vai ser disponibilizada nas plataformas digitais de streaming e download como Spotify, Deezer, Apple Music e Google Play durante o mês de setembro, pelo selo Mocker Discos e distribuição via Tratore.

Sobre Zéis

Moisés Filipe, o Zéis, é cantor e compositor cearense formado em música pela Universidade Federal do Ceará. À frente dos Capotes Pretos na Terra Marfim, lançou o álbum homônimo à banda em 2015 e o EP “A Casa” em 2013. Tocou nos principais festivais de música de Fortaleza, como Maloca Dragão, Mostra Petrúcio Maia, Feira da Música, Conecta, Festival UFC de Cultura, Manifesta e Grito Rock. Estreou o show solo em dezembro de 2016 em formato trio, assumindo o baixo e utilizando samples ao vivo. É atuante no cenário teatral da cidade como ator, preparador vocal e compondo sonoplastias para espetáculos.

Canal no Youtube

Um bônus pra quem quer ver um pouco de como foi o processo de produção do disco, no canal do Zéis, você pode encontrar vários vídeos que formam uma espécie de linha do tempo, mostrando a construção do álbum e é claro, clipes e vídeos do artista. Vale a pena, assistir!

Para conhecer e acessar:

Facebook: http://www.facebook.com/zeisfanpageoficial

YouTube: http://www.youtube.com/c/zeisoficial