Publicidade

A volta da boemia

por Mayara Kiwi

O Barbarians Pub vem conquistando o coração dos boêmios do Benfica

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

21 de agosto de 2017

​A volta da boemia, inquieta como sempre, ouviu rumores de um novo pub no ​bairro Benfica e é claro, não iria perder essa por nada. Fomos lá conhecer e já adiantamos, todos deveriam ir também.

Com uma proposta inovadora e ​​tra​n​sformadora para o espaço onde está inserido, o Barbarians nasce​u​ no dia 21 de julho, com a missão de resgatar o conceito de Pub, na sua mais pura essência e faz isso com muito estilo e bom gosto. Quem costuma frequentar o bairro, sabe da carência, que existe em relação a um entretenimento, que traga um frescor de coisa nova e proporcione uma experiência diferente do usual e exaustivo.

20821428_1547215038634451_1275781069_o
coxinhas de frango ao molho barbecue
20807000_1547215095301112_1824603395_o

É impossível entrar no bar e não se atentar para a decoração, cheia de camisas de time​s​ assinadas por jogadores, balcão de madeira, bandeiras e troféus de Rugby. Os sócios Pedro Melo e Fernando Saraiva, além de fãs do Ferroviário, (Viva o ferrim!!), também jogam​ Rugby pelo time Asa Branca.

Junto das opções de cervejas puro malte, escuras, ipas, chopps, shots ou cachacinhas, o freguês pode escolher alguns petiscos, como as suculentas coxinhas de frango acompanhadas por molho barbecue ou quem sabe uma porção de batata frita com cheddar e bacon.  Das cervejas especiais, provamos a Hopsession Session, uma Ipa da 5 elementos, que é a primeira cervejaria artesanal do Ceará, e nos surpreendemos com o aroma delicioso e o sabor leve e agradável que ela tem. É uma boa pedida.

 Hopsession Session, uma Ipa da 5 elementos

Hopsession Session, uma Ipa da 5 elementos

Além de tudo isso, você pode assistir aos jogos, ouvir uma música incrível, ser muito bem atendido e pagar um preço nada assustador. Realmente, tiramos o nosso chapéu para o Barbarians Pub, que trouxe a qualidade e a experiência diferenciada que faltava no Benfica. Sejam bem vindos!

 

 

leia tudo sobre

Publicidade

“Cada show que eu faço é uma tesourada no juízo”, diz Totonho em sua segunda vinda a Fortaleza.

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

07 de agosto de 2017

O final de semana foi cheio de encontros calorosos e música boa.  A volta da Boemia,  como era de se esperar, foi ao Amici’s bar prestigiar o trabalho de duas bandas incríveis, que além de colocar todo mundo pra dançar, levantam várias reflexões importantes sobre o momento em que vivemos, nos conduzindo a um entendimento totalmente diferenciado e não obvio, sobre tudo que nos rodeia. Aproveitamos então, para contar pra vocês um pouco sobre Emerson Bastos e o Jardim de acordes e sobre a banda paraibana Totonho e os Cabra.

Foto: Willian Ferreira

Foto: Willian Ferreira

Emerson Bastos e o Jardim de Acordes é uma banda totalmente lúdica, cheia de encantamentos, poesia e critica. É rica em pluralidade sonora e com certeza já arrancou ou vai acabar te arrancando algum suspiro ou pensamento inesperado e totalmente fora da caixa. Trata-se de um espetáculo completo, conduzido por artistas que se mostram muito felizes por fazer o que se propõe e isso é um diferencial visível, que faz com que o público se sinta parte do show, dando-lhes a sensação de estar também em cima do palco, celebrando e fazendo parte de uma grande festa. “Relacionamentos Afetivos Romanticamente Políticos” é um show e também um álbum, que nasce com o intuito de questionar os arcaicos costumes da sociedade moderna, chamando atenção para si através de uma estética afável, porém, contendo uma sútil provocação e um convite a subversão do status quo.

Foto: Willian Ferreira

Foto: Willian Ferreira


Para conhecer o som da banda:

 

Totonho e os Cabra (PB) 

Foto: A volta Da Boemia

Foto: A volta Da Boemia

É uma daquelas bandas que tem uma chama a mais e que se espalha feito brasa atingindo o coração de quem se aproxima. Uns chamam de feeling, outros atribuem ao bom introrsamento dos músicos, mas o que realmente importa, é que é tudo tão envolvente, que você não quer sair de perto, porque sabe que algo está prestes a acontecer. É poesia regional, com um som provocante, marcado por uma narrativa que nos aproxima da banda e faz entender que tem sim, gente nesse mundo. O som é tão refrescante quanto um banho de mar, no calor do meio dia, de um céu sem nuvem. Música pra dançar, cantar de olho fechado, pular e sair de alma renovada.

Foto: A volta Da Boemia

Foto: A volta Da Boemia

Batemos um papo com Totonho, que nos contou um pouco sobre suas passagens pelo Ceará e motivações. Confira:

A Volta Da Boemia: Essa é a segunda vez que vocês tocam na capital. Além de Fortaleza, vocês já fizeram alguma passagem por outros cantos do Ceará?

Totonho: A primeira vez que toquei em Fortaleza foi no ano passado, no interior já toco a muito tempo. No Crato, Barbalha, Nova Olinda… Em fortaleza é a segunda vez, mas é um lugar que gostaria de sempre ter vindo. É a esquina do oceano,  um lugar importante pra música popular brasileira e esse lugar saber que você existe, é um marco pra quem é compositor no nordeste, isso é indiscutível. Eu fico cada vez mais feliz quando as pessoas fazem um esforço descomunal pra levar uma música, que é fora do eixo, fora do sistema geral, pra ocupar os espaços, como nós ocupamos. Música e arte, são pra tirar as coisas do lugar, sabe?!

A Volta Da Boemia: As duas faces, do artista e da pessoa antes mesmo de ser artista, em algum momento se confundem?

Totonho: A música não é só sobre ganhar o dinheiro, que vai te sustentar, eu não sou artista 24h por dia, eu tenho muitas outras coisas pra fazer na minha vida, sou artista quando eu estou no palco, quando eu to componho, quando faço música, depois disso, eu sou um cidadão comum e tenho muita responsabilidades e deveres como qualquer outra pessoa.

A Volta Da Boemia:  Existiu um instante em que ficou claro o seu papel com artista?

Totonho: Aconteceu algo muito incrível comigo, eu fui compositor durante 7 anos, em João Pessoa, depois disso eu me formei em pedagogia, fui morar no Rio e  fui parar na sala de aula, porque me bateu uma crise, achando que o Brasil precisava mais de professores, do que de artistas. O brasil tem artista pra caral***. Eu passei 15 anos em sala de aula, até que Geraldo Azevedo, que era presidente da ONG, exigiu que eu fosse embora, que eu fosse correr atrás da minha música. Ele me incentivou e eu fui. O significado é um pouco disso, de que arte também é pra educar, no contexto que eu entendo, como Chico Science também entendeu. Acho que a música nordestina tem que vir com uma responsabilidade e não só fazer poesia ou fazer graça com as questões sociais. Precisa ser um pouco atuante. O que eu faço hoje em dia é uma obra de arte de resistência, em que me caiba e caiba a minha diferença e a de todos.

A Volta Da Boemia: O que guia o seu pensamento e ativismo?

Totonho:
Acho que a sociedade precisa de pessoas, que possam ajudar o povo estranho que somos e que também possam ajudar a conduzir, nos caminhos tortuosos, que a gente sempre escolhe. A arte serve pra isso, pra tirar as coisas do lugar, tirar o olhar olhar central e trazer pra periferia dos assuntos. A paixão é porra nenhuma, foda é a periferia da paixão. Cada pequeno show que eu faço é uma tesourada no juízo.

A Volta Da Boemia: Você acredita na música como algo descentralizado, né?! Fala um pouco sobre a proposta de deixar suas músicas à disposição de outros artistas. 

Totonho: Eu sou um dos poucos artistas brasileiros que trabalha com o modelo Creative Commons. Qualquer pessoa pode pegar minha música e colocar outra melodia, qualquer pessoa pode pegar minha melodia e colocar outra letra, pode pegar minha letra e colocar outras partes. A única coisa que não pode, é dizer que eu não tenho nada a ver com isso. Eu tenho coragem, porque eu tenho obra e obra é pra ser mexida, não é pra servir como forma de encantamento. Tem que bulir com as mãos, se não ela fica uma coisa sonsa, de indústria, coisa de pessoas que acham que a selfie é mais importante do que o som.


Para conhecer o som da banda:

Publicidade

Jaloo confirma show gratuito em Ecléticos Livre Festival

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

02 de agosto de 2017

A 2ª edição do Ecléticos Livre Festival, que ocorre nos dias 26 e 27 de agosto, já começou a causar ansiedade na capital cearense. O artista Jaloo, uma das atrações confirmadas no evento, retorna à Fortaleza para mais um show inspirador, que acontecerá no primeiro dia, no antiteatro do Parque do Cocó. (Seja sempre bem vindo, Jaloo)

Jaloo (Foto Divulgação)

Jaloo (Foto Divulgação)

A iniciativa propõe a fusão das mais variadas sonoridades, dando ênfase à beleza da pluralidade e trabalhando a arte, através da linguagem musical, como ferramenta transformadora de meios e espaços. Como o Festival acontece em um parque ecológico, nada mais justo do que uma preocupação ambiental e uma nova proposta de atividades voltadas para a sustentabilidade, resinificação e revitalização dos espaços, locais e equipamentos culturais da cidade.

Publicação de Jaloo nas redes sociais.

Publicação de Jaloo nas redes sociais.

Entre as atrações estão também Jord Guedes, Daniel Peixoto e Cadillac Dinossauros, que irão homenagear nosso querido Belchior, trazendo uma dose de nostalgia e saudosismo para a noite, que também contará com diversas ações formativas.

leia tudo sobre

Publicidade

A 2ª edição do Garage Sounds, foi a ponte perfeita entre a nostalgia e as novas experiências

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

10 de julho de 2017

Fomos conferir a segunda edição do Garage Sounds e fizemos um convite muito especial ao Multifacetado Caike Falcão (músico e produtor), para nos acompanhar nessa jornada de 12 horas de música, então, hoje contaremos juntos, tudo que rolou por lá.

Com 1 palco e 20 bandas a mais do que a primeira edição, o festival Garage Sounds, vem se consolidando e conquistando os corações rockeiros de Fortaleza.

Uma das coisas que mais chamou atenção, para além da programação incrível e da boa organização, foi a variedade de estilos propostos e como todos eles dialogaram bem entre si, tornando muito fácil se sentir a vontade pra transitar por shows, que normalmente você não assistiria e ainda se permitir gostar.

O formato europeu, de shows rolando durante à tarde, simultaneamente, é muito legal, o público gosta, mas ainda não compra a ideia, e prefere chegar mais tarde. Vacilo. Jack The Joker (2 discos), e Thrunda (17 anos de estrada, e shows internacionais na bagagem) foram as duas primeiras a se apresentarem, palcos Vale a pena ouvir de novo, e palco Hey Ho, respectivamente. Na sequência, às 15h, a banda Sundogs deu o pontapé inicial no palco Granada Discos. A rapaziada veio de sobral mostrar um som pautado pelo grunge. A apresentação foi bem coerente e segura.

The Acez

The Acez (Foto:Mayara Kiwi)

Às 15h30, a The Acez estreou o palco Garage Sounds. Eles foram selecionados através do concurso que aconteceu pela internet, assim como a Shay Melo, segunda a se apresentar no mesmo palco. Mas ainda falando sobre os meninos da The Acez, a influência de Beatles é bem visível, tanto no visual quanto no som. Para muita gente, a banda acabou sendo uma das descobertas locais, mais interessantes do festival. Os moleques fazem bem o que se propõem a fazer.

O entardecer ficou por conta da Dance Of Days, banda que já tem uma boa relação com Fortaleza e que muita gente estava ansiosa para rever. Foi realmente bonito de assistir a interação da banda com o público, todo mundo cantando as músicas, sorrindo e sem querer nem piscar, pra não perder nenhum momento do show. Conversamos com Adriano Parussulo (baixista) e José Santos (baterista), que contaram algumas curiosidades dos bastidores da banda e histórias que eu realmente adoraria contar pra vocês, mas ainda não vai ser agora. (aaaaaaah)

Dance Of Days

Dance Of Days (Foto:Mayara Kiwi)

É bem difícil conseguir falar de todo mundo que nós gostaríamos de falar, afinal são mais de 60 bandas e muita gente fazendo um trabalho muito bom e cheio de peculiaridades. Mas vale dar um destaque para a Indiada Buena, banda que vem se mostrando uma queridinha do público de Fortaleza e uma parceira de várias outras bandas locais. A galera da Inerve, realmente ganhou pelo som e conseguiu prender a atenção de quem passava pelo palco, assim como as meninas da The Knickers, que mostraram que lugar de mulher é onde ela quiser e no caso delas, é no rock’n’roll.

Rocca

Rocca (Foto:Mayara Kiwi)

Uma das maiores surpresas foi o show da Rockbitez, que é famosa por tocar covers na noite de Fortaleza, mas apresentou um show autoral muito conciso. Ficamos muito felizes em ver que eles estão tocando suas próprias músicas. (Sejam bem-vindos ao mundo autoral, rapazes!). Quase no mesmo horário, do outro lado, a banda Rocca Vegas, que vai entrar em turnê por São Paulo, apresentou músicas do novo disco, que está sendo produzido por Leo Ramos (Supercombo) e será lançado em breve. O show dos caras é animal, total domínio do palco; conseguem interagir com quem está assistindo e isso deixa o show bem dinâmico.

Rockbitez

Rockbitez (Foto:Mayara Kiwi)

 

Esse horário das 20h foi muito corrido. Nessa mesma faixa, a Zimbra, grupo de Santos que veio à Fortaleza pela segunda vez, tocava no palco Garage Sounds. A banda tocou hit atrás de hit, e o público respondia cantando em alto e bom som, o show inteiro. É lindo ver uma banda relativamente nova, chegando assim, na boca de várias pessoas, do outro lado do país.

Depois da Zimbra, a Fresno entrou com um show cheio de nostalgia. A frase que mais ouvimos sobre o show deles foi “Lembrei dos meus 15 anos”. Não sei quão bom isso pode ser. Mas deve ser legal, de alguma forma, afinal, a banda fez parte da trilha sonora da vida de muita gente, né?! Foi um show daqueles de cantar de olhos fechados.

Fresno

Fresno (Foto:Mayara Kiwi)

Deixando tudo um pouco menos bonitinho, a banda D.F.C. (DF), deu de presente para o público, uma roda punk enorme e um som pesado e direto ao ponto. Sem dúvida um dos melhores shows da noite, sem falar que os caras são protagonistas de muita história, porque se manter em atividade desde 1993, sem perder o feeling, não é pra qualquer um.

D.F.C.

D.F.C. (Foto: Mayara Kiwi)

O ponto alto da noite, sem dúvida, foi o show do Dead Fish, o último da noite, fechando o festival. Não teve uma música que não foi cantada em coro. O público idolatra e respeita a banda, mas para alguns a banda parece não retribuir.

Além dos shows, havia uma galeria com venda de comida, bebida, merchandising de bandas, tudo a preço acessível. A camisa do festival saia por 20 reais e é uma bela lembrança, Assim como os copos do festival, uma ação que estimulava a reutilização, diminuindo a produção de lixo. Caberiam também, outras ações dentro do festival, pois, veja bem, são 5 palcos e 12h de banda tocando. Talvez fosse legal ter algum outro entretenimento para dar uma aliviada nos ouvidos. Fica a dica para o próximo, produção!

 

 

Publicidade

Mostra de Música Instrumental contará com shows gratuitos e oficinas

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

23 de junho de 2017

Os amantes de música instrumental que se preparem. De hoje a domingo, a CAIXA Cultural Fortaleza apresenta o festival de música instrumental Afônico, com programação formada por palestras, oficinas, performances e shows. O evento conta ainda com trabalhos de vídeo mapping e projeções que acompanham as músicas durante as apresentações, num espetáculo de som e luz que já se tornou característico do projeto.

 Criado em 2016 como parte da programação paralela do Festival Ponto.CE, Afônico aproxima a música instrumental do público ao colocar no palco artistas com novas propostas estéticas, que adicionam gêneros como rock, música eletrônica e surf music.

Atrações da Mostra Afônica

Atrações da Mostra de música instrumental Afônico.

As atrações

A programação da segunda edição do Afônico é totalmente gratuita e vai reunir músicos e fãs dos gêneros instrumental e experimental. Na sexta-feira, 23, a partir das 15 horas, o festival dá início a programação de formação com duas oficinas: Introdução às Plataformas Digitais em Música, com o selo Banana Records, e Preparação para a Ação Descarto-me em Coro, uma atividade que antecipa a performance homônima da cearense Natália Coehl.

 Em seguida, há o show de abertura do festival com Gustavo Portela, apresentando o espetáculo experimental Banzo, a canção da saudade. No sábado, a tarde é reservada ao painel Bancarrota – Encontro de Selos e Bandas Independentes, que vai reunir artistas, coletivos e produtores para troca de experiências e networking. A programação musical começa às 18 horas, com Chacomdega, e segue até as 21h30, com Invisível, Casa do Blues Guitar Experience e Ccoma (RS). A performance deste dia fica por conta de Dyego Stefann, com O Nascimento do Homem.

No domingo, a programação começa às 17 horas, com Eric Barbosa e, na sequência, tem Camarones Orquestra Guitarrística (RN), Lilt e Catatau e o Instrumental. A Performance Cererê, do grupo No Barraco da Constância Tem!, completa as atrações.

Confira a programação completa:

 Sexta, 23/6

15h – Oficina Introdução às Plataformas Digitais em Música, com Banana Records

17h – Oficina Preparação para a Ação Descarto-me em Coro – Natálica Coehl

19h – Performance : Descarto-me em Coro – Natália Coehl

20h – Gustavo Portela – Show: Banzo – A Canção da Saudade

Sábado, 24/6

15h – Painel Bancarrota – Encontro de Selos e Bandas Independentes, com mediação

de Mocker Discos

18h00 – Chacomdega

18h50 – Casa do Blues Guitar Experience

18:50 – Performance: O Nascimento do Homem – Dyego Stefann

19h40 – Invisível

20h30 – Ccoma (RS)

Domingo, 25/6

17h – Eric Barbosa

17h40 – Camarones Orquestra Guitarrística (RN)

17h40 – Performance: Cererê – No Barraco da Constância tem!

18h30 – Lilt

19h20 – Catatau e o Instrumental

Serviço:

Música: Afônico – Mostra de Música Instrumental do Festival Ponto.CE

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 23, 24 e 25 de junho de 2017

Horários e Classificação indicativa: consultar programação

Entrada solidária (sujeita à lotação do teatro)

Serão recolhidas doações de alimentos não-perecíveis para a Fundação Maria de Nazaré. A doação não é obrigatória para ter acesso às atividades.

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

 

Publicidade

“Eu não faço do palco um palanque”, diz Tico Santa Cruz em sua passagem pelo Ceará.

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

29 de maio de 2017

O músico e vocalista da banda Detonautas, Tico Santa Cruz, fez uma passagem pelo Ceará, para fazer duas apresentações, uma em Fortaleza e outra em Juazeiro do Norte. Nós fomos ao Let’s Go Bar, conferir um dos shows, que foi cheio de influências do rock nacional e internacional. O repertório foi desde Cazuza e Legião Urbana até Rage Against The Machine, uma banda da Califórnia.

No palco, ele ainda afirmou ter vindo recentemente ao Ceará, mas que infelizmente não deu para tocar. “Estava louco para fazer um show aqui”, disse Tico. Após o show, ele recebeu os fãs no camarim, tirou fotos e ainda dividiu o palco com as duas bandas locais que tocaram na mesma noite.

Tico Santa Cruz

Tico Santa Cruz (Foto: Mayara Kiwi)

Nas redes sociais, o artista comenta: “Voltando pro Rio de Janeiro depois de dois shows maravilhosos no meu amado Nordeste. Obrigado Fortaleza e Juazeiro do Norte.”.

Confira o papo que batemos com o músico:

Você acredita na música como ferramenta transformadora de cenários e espaços?
Tico Santa Cruz: Acredito que a música mexe muito com a sensibilidade das pessoas, ela tem uma carga emocional muito grande com relação ao momento e ao estado de espírito que a pessoa está no momento. Uma música pode atingir você de várias formas diferentes. Eu me lembro muito, que nos anos 90, quando eu era moleque e estava correndo atrás dos meus sonhos, eu ouvia algumas coisas do Charlie Brown Jr e tinham músicas que me incentivavam a querer lutar e seguir acreditando no meu trabalho, mas ao mesmo tempo, ouvia várias músicas do R.E.M, que nos momentos de “bad“, me confortaram e me deram uma sensação de amor, de carinho, de me sentir confortável novamente. Eu vejo que o Detonautas tem essa coisa com os fãs, com as letras e tudo mais, que mexe muito com essa coisa da transformação da pessoa. Tem muita gente que está passando por um momento difícil e vai encontrar na música um canal, uma ligação pra poder transformar alguma coisa na própria vida.

E sobre os seus projetos atuais?
Tico Santa Cruz: O Detonautas está lançando um disco agora em julho, um disco totalmente inesperado, porque a gente apontou pra um outro lado completamente diferente do que foi o álbum anterior. Paralelo ao Detonautas, eu faço esses shows com bandas locais, onde eu mostro minhas influências, bandas que eu gosto, os artistas que gosto de cantar e misturo com algumas coisas dos Detonautas. Extra isso tudo, tem um livro infantil, que vou lançar esse ano. É a primeira vez que escrevo para crianças. Tenho as atividades relacionadas ao meu ativismo, que eu procuro exercer de maneira bem responsável e bem atuante também. Então são muitas frentes que eu trabalho paralelo ao Detonautas e que eu acho que no final das contas tudo vai se conectar.

Existe uma conexão do seu ativismo com a sua música?
Tico Santa Cruz: Como no Brasil o debate político, ainda é algo muito raso e muito sujo, no sentido de poluído, as pessoas confundem bastante minha posição pessoal com o meu trabalho com a banda, entende?! Meu trabalho com a banda é um trabalho de música, que tem também uma parte política e tudo mais, mas eu não faço do palco um palanque. Meu trabalho como ativista, aí já outra coisa. Como eu sou líder da banda e acaba que a figura do vocalista, de forma equivocada, fica muito ligada com o nome da banda, as pessoas acabam confundindo e criando ou uma simpatia ou uma antipatia por isso. Em um momento de polarização como o que estamos vivendo, isso não é muito bom pra arte, é dever da arte se envolver sim, com questões politicas, sociais, questões que dizem respeito ao que a gente vive no nosso país, porque ela tem essa função também de transformar nesse sentido.

Você veio a Fortaleza no ano passado, debater sobre a juventude negra. Pode contar pra gente um pouco mais sobre isso?
Tico Santa Cruz: Eu vim pra cá falar sobre a juventude negra, foi um evento que eu fui convidado, não pra que eu falasse sobre o exterminio da juventude negra, porque não é o meu lugar de fala. Existem pessoas que vivenciam muito mais isso na pele do que eu. A minha missão era chamar atenção pro assunto, usar um pouco do beneficio da figura publica pra chamar atenção pra uma pauta relevante. Sou branco, uma pessoa de classe média, dificilmente passo por situações como essa, embora eu tenha sido adotado na minha adolescência por uma família negra e tenha vivenciado experiências com eles e principalmente com meu irmão,  já que em todos os lugares que nós íamos, ele era revistado ou era o cara barrado nas portas da boates e das baladas. Pude olhar isso pelo meu ângulo, mas não pelo ângulo de quem é negro e de quem vive na pele, então eu só vim aqui chamar atenção pra esse assunto e acabou que fluiu bem e acho que foi bem positiva a pauta.

Algum recado para Fortaleza?
Tico Santa Cruz: A galera de Fortaleza sempre me recebe muito bem, sempre me sinto muito a vontade aqui. Realmente adoro. Sinto muita saudade de vir aqui todo ano fazer shows e estar junto com o pessoal daqui. E o recado que deixo, é que a galera fique atenta, consciente e que a gente possa de alguma maneira lutar pela nossa democracia e pelo direito de cada um ter sua opinião e acima de tudo, respeitar o posicionamento de cada pessoa e lutar pelo país, porque estamos num ciclo muito perigoso e não é positivo pra ninguém esse momento. Se a gente não se ligar que a coisa é maior do que só essa polarização aí, certamente o Brasil vai ter muita dificuldade pra voltar a um patamar de condições dignas pra pessoas, mesmo que sejam minimas, como estava acontecendo em tempos mais descentes.

Publicidade

Praça Verde recebe festival de música com 60 atrações durante 12 horas de festa

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

26 de maio de 2017

Essa é especial aos boêmios que gastam horas da noite, reclamando da falta de programação interessante na cidade. O Garage Sounds é praticamente um presente e um respiro da mesmice que sempre acabamos caindo em Fortaleza. O festival se consolidou como o maior evento de música independente do Nordeste e está entre os mais importantes do Brasil.

O Garage Sounds, chega para fortalecer o lançamento de tendências e novos artistas locais e nacionais, além de abrir espaço e servir de vitrine aos músicos e bandas que lutam por um espaço no mercado tão concorrido, como o musical.
Depois do sucesso da primeira edição realizada em janeiro deste ano, ele chega à segunda etapa, ainda mais forte.

A edição 2017.2 está marcada para o dia 8 de julho e os ingressos já estão disponíveis nas lojas Clikks Eyewear (Shopping Iguatemi, Shopping Riomar, Shopping Benfica, Shopping Parangaba), loja Bronx Street Culture – Galeria Pedro Jorge (Centro) e pelo site www.ingressando.com.br.

Serão montados cinco palcos na Praça Verde do Dragão do Mar, por onde vão passar mais de 60 atrações que se apresentam durante 12 horas de festa.

Garage Sounds -Line-up

Garage Sounds -Line-up

SERVIÇOS:
Data: 08 de Julho
Local: Praça Verde do Dragão do Mar
Horário: 14h
Ingressos: R$50,00 (meia) | R$55,00 + Livro (meia social)
Pontos de venda: Lojas Clikks Eyewear (Shopping Iguatemi, Shopping Riomar, Shopping Benfica, Shopping Parangaba), loja Bronx Street Culture – Galeria Pedro Jorge (Centro)
Venda Online já disponível: www.ingressando.com.br
Informações: www.garagesounds.com.br

Publicidade

Tico Santa Cruz fará show em Fortaleza

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

25 de maio de 2017

Desde 2006, Tico Santa Cruz vem fazendo projetos diversos em paralelo à sua carreira com o Detonautas. Entre eles, shows com bandas de diversos lugares do Brasil, onde o repertório passa por clássicos do Rock nacional e internacional e também canções de sua banda e das bandas que o acompanham. O objetivo é fortalecer as cenas locais, dando visibilidade aos artistas que estão produzindo trabalhos autorais e que, muitas vezes, não têm espaço e nem público para apresentar sua obra.

Essa não é a primeira vez que ele vem a Fortaleza. Além de já ter vindo tocar, ano passado o músico debateu sobre a grave situação dos jovens negros no país.
Em suas redes sociais, ele anunciou o show e declarou: ” O Nordeste é só amor!”.

Tico Santa Cruz dividirá o palco com as bandas Sk85 e Ramonna. Ao que tudo indica, a noite promete muita nostalgia e sorrisos.

Tico Santa Cruz

Tico Santa Cruz (Foto: Divulgação)

SERVIÇO
Selvagem Experience apresenta: Tico Santa Cruz
Data: 26/05
Local: Lets Go
Banda de abertura: Sk85 e Ramonna

Pontos de vendas
Kangaço Rock Street / Clikks Eyewear / Mentawai / Pranchão Surf Shop /
Ingressando.com.br

PREÇOS
PISTA MEIA R$ 30,00
PISTA INTEIRA SOCIAL R$ 50,00 + 2KG DE ALIMENTOS
PISTA INTEIRA R$ 60,00

CAMAROTE MEIA OPEN BAR CATUABA SELVAGEM R$60,00
CAMAROTE INTEIRA SOCIAL R$ 80,00 + 2KG DE ALIMENTOS
CAMAROTE INTEIRA R$ 120,00

Publicidade

Mundo Livre S/A dividiu o palco com duas bandas locais que você vai adorar conhecer.

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

24 de abril de 2017

Eles já perderam a conta de quantas vezes vieram pra Fortaleza, mas pra quem curte o som da banda Mundo Livre S/A, cada show é uma experiência única e cheia de energia. A banda se apresentou no último sábado (22), no Let’s Go Rock Bar, e fez um show daqueles de suar a camisa. Em outras vindas para a cidade, eles já lançaram um DVD no Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura, participaram de edições da famosa “Farra na Casa Alheia” e já conheceram várias personalidades cearenses. Tendo tudo isso em vista, podemos dizer que eles são quase de casa, né?!

Eu e a banda Mundo livre S/A (Foto: Night in Motion)

Eu e a banda Mundo livre S/A (Foto: Night in Motion)

Fred Zero Quatro, vocalista da banda,  dividiu com a gente algumas lembranças bem legais que ele tem da nossa terrinha. Uma delas é de um show que contou com visita surpresa do cantor Manu Chao e que teve direito a participação e tudo. A banda diz sentir falta de ter uma ponte mais frequente com a cidade, que está a poucas horas de Recife.  “Aqui o pessoal gosta de cantar as músicas. A galera se empolga e canta junto mesmo, a gente adora.” afirma.

Dessa vez, quem dividiu o palco com os pernambucanos do Mundo Livre S/A foram as bandas cearenses: Emerson Bastos e o Jardim de Acordes e a banda Casa Maré. Então vale a pena falar um pouco mais sobre eles, né?!

Casa Maré

Casa Maré (Foto: Larissa Freitas)

Casa Maré (Foto: Larissa Freitas)

Casa Maré é uma banda autoral cearense, que traz um som multiculturalista, com diversas influências, incluindo bossa nova, samba, frevo, mangue beat, música latina, reggae e ska. É uma daquelas bandas que te ganha fácil e faz você dançar a noite inteira.

O “Fervura” é o segundo trabalho da Casa Maré e pode ter certeza que você vai gostar de ouvir.

Disponível para download: www.casamare.com.br

Deezer: http://bit.ly/2khFIB7

Spotify: http://spoti.fi/2kmYLfO

Youtube: http://bit.ly/2khDTnJ

Emerson Bastos e o Jardim dos Acordes

Emerson Bastos e O Jardim de Acordes (Foto: Guilherme Ricardo Lins

Emerson Bastos e O Jardim de Acordes (Foto: Guilherme Ricardo Lins

A banda transita entre o indie e o folk, misturando poesia e acordes. O primeiro disco chamado “Relacionamento afetivos romanticamente políticos” segue ganhando vida e possibilitando voos. A apresentação foi a segunda da banda, mas eles já seguem ganhando espaço e os corações alencarinos.

Disponível para download: http://www.emersonbastos.com
Soundcloud: http://bit.ly/2pYoqw4

 

Publicidade

Robson Fernandez e as ilustrações que vão te fazer suspirar

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

20 de abril de 2017

É tinta, pincel, nanquim, aquarela, criatividade e feeling. Pouco a pouco, as linhas vão se sobrepondo e tomando forma. Sejam elas uma explosão de cores, que enchem nossos olhos, ou minimalistas e cheios de poesia. Eu desafio você a responder quem é que nunca se encantou por algum quadrinho compartilhado em rede social ou quem nunca se identificou com alguma ilustração que pareceu ser uma releitura dos seus sentimentos atuais. Difícil, né?!

Mas o ponto é que felizmente voltamos a exercitar nossa empatia. Todo mundo tem vontade de dividir ou externar um pouco de si, o que possibilita que uma gama de artistas incríveis, tenham espaço e gente para inspirar e para serem inspirados.

Fiz uma pequena pesquisa e diante de tantas obras maravilhosas e do fato de também ser colega de profissão, percebi que nada mais justo do que dedicar um espaço para aqueles que colorem nossos dias e deixam tudo menos cinza. Então, vamos conhecer um pouco sobre os ilustradores que nos convidam para um passeio por terras fantasiosas e olhares contemplativos. Que tal?

Robson Fernandez

 

Robson Fernandez, ilustrador

Robson Fernandez

 

Ele começou a desenhar desde muito cedo, mas apenas em 2014 começou a trabalhar profissionalmente com ilustração. Foi aí que criou uma página nas redes socias e começou a aceitar encomendas e vender o que já havia produzido.

Os desenhos de Robson Fernandez tem uma pegada meio surrealista, que conseguem misturar o visceral com a leveza do ser. Ele realmente sabe como prender nossos olhares e só nos resta adorar, né?! E já que não existe ninguém melhor pra falar de uma obra do que o próprio artista, fui bater um papo com o Rob. E ele contou um pouco do seu processo criativo e das composições.

Eu: O que te inspira? Existe algum gatilho criativo?

Robson: Ultimamente tenho achado muita inspiração na natureza e nos sentimentos, mesclando corpo com flores, pedras, água, sempre tentando representar as coisas que estão dentro da gente e precisam ser externadas.

Eu: Alguma dificuldade com o papel em branco? Ele te trava de alguma forma?
Robson: Já tive muita paranoia com o famoso papel em branco (hahaha), mas hoje eu tento entender minha produção e saber que se eu não estiver inspirado no momento eu só preciso recorrer às minhas referências: Natureza, Flores, Mar, Pedras, Rio…

Margaridas - Robson Fernandez

Margaridas – Robson Fernandez

Eu: Conta pra gente um pouco do seu processo de criação. 
Robson: Meu processo é muito baseado no que eu sinto no momento. Nos últimos meses, tenho tentado desenhar todo dia, mesmo que seja um rabisco em um caderninho. Esses rabiscos vão ficando guardados e acabam me inspirando depois. Eu trabalho também muito em cima do que eu já produzi antes, gosto de ficar revendo meus desenhos antigos o tempo todo, notando quais as temáticas que se repetem e como meu traço pode evoluir.

Eu: Qual a maior dificuldade de trabalhar com arte/ilustração?
 Robson: Acho que a maior dificuldade está na produção. Você precisa investir em matéria-prima (que não é barata) e tem que produzir muito. Além disso, sempre acontece de alguém achar que seu trabalho é muito caro, que é fácil de fazer. Mas, antes de produzir uma ilustração, existe muito estudo, muita prática, técnica, referência, material, paciência e muita entrega pessoal.

Ilustrações de Robson Fernandez

Ilustrações de Robson Fernandez

Eu: E nos momentos de bloqueio criativo? Existe alguma receita pra inspirar?
Robson: Quando bloqueio, eu gosto de ver o trabalho de outros ilustradores, ver um filme, tomar um banho longo, mas um exercício ótimo é manter seu trabalho visível, na parede do seu quarto. Pra lembrar do que você já fez, como fez e quando fez. Isso ajuda a entender o que te motiva a continuar desenhando.

Ilustrações de Robson Fernandez

Ilustrações de Robson Fernandez

Eu: Algum conselho pra quem está começando?
Robson: Eu acredito que eu também esteja começando (hahaha). Mas pra quem quer dar as caras agora, o segredo é praticar toda hora, andar com caderno e lápis, desenhar sem parar e o mais importante: não ter medo de mostrar seu trabalho!

Ilustrações de Robson Fernandez

Ilustrações de Robson Fernandez

Espero que esse papo com o Robson tenha inspirado um dia mais lúdico e criativo. Valorizar os artistas locais é uma maneira de preservar nossa cultura edar voz ao nosso estado.

Publicidade

O Barbarians Pub vem conquistando o coração dos boêmios do Benfica

Por Mayara Kiwi em Diversão e cultura

21 de agosto de 2017

​A volta da boemia, inquieta como sempre, ouviu rumores de um novo pub no ​bairro Benfica e é claro, não iria perder essa por nada. Fomos lá conhecer e já adiantamos, todos deveriam ir também.

Com uma proposta inovadora e ​​tra​n​sformadora para o espaço onde está inserido, o Barbarians nasce​u​ no dia 21 de julho, com a missão de resgatar o conceito de Pub, na sua mais pura essência e faz isso com muito estilo e bom gosto. Quem costuma frequentar o bairro, sabe da carência, que existe em relação a um entretenimento, que traga um frescor de coisa nova e proporcione uma experiência diferente do usual e exaustivo.

20821428_1547215038634451_1275781069_o
coxinhas de frango ao molho barbecue
20807000_1547215095301112_1824603395_o

É impossível entrar no bar e não se atentar para a decoração, cheia de camisas de time​s​ assinadas por jogadores, balcão de madeira, bandeiras e troféus de Rugby. Os sócios Pedro Melo e Fernando Saraiva, além de fãs do Ferroviário, (Viva o ferrim!!), também jogam​ Rugby pelo time Asa Branca.

Junto das opções de cervejas puro malte, escuras, ipas, chopps, shots ou cachacinhas, o freguês pode escolher alguns petiscos, como as suculentas coxinhas de frango acompanhadas por molho barbecue ou quem sabe uma porção de batata frita com cheddar e bacon.  Das cervejas especiais, provamos a Hopsession Session, uma Ipa da 5 elementos, que é a primeira cervejaria artesanal do Ceará, e nos surpreendemos com o aroma delicioso e o sabor leve e agradável que ela tem. É uma boa pedida.

 Hopsession Session, uma Ipa da 5 elementos

Hopsession Session, uma Ipa da 5 elementos

Além de tudo isso, você pode assistir aos jogos, ouvir uma música incrível, ser muito bem atendido e pagar um preço nada assustador. Realmente, tiramos o nosso chapéu para o Barbarians Pub, que trouxe a qualidade e a experiência diferenciada que faltava no Benfica. Sejam bem vindos!